domingo, 23 de novembro de 2014

Imperdível, no blog Soldado no Front

http://soldadonofront.blogspot.com.br/2014/11/os-numeros-do-brasil-que-imprensa.html

Entendo que o parlamentar do PT deve em todas as sessões no Congresso Nacional discursar em prol da presidenta Dilma Rousseff, do próprio partido e demonstrar com argumentos sólidos a parcialidade da mídia familiar que se tornou uma fonte de mentiras, ilações, tergiversações e que, escondida sob o manto sagrado da liberdade de expressão, perpetra ataques covardes a ‘Democracia Brasileira’.


Todos os parlamentares do Partido dos Trabalhadores que se mostram guerreiros na luta conta a mídia familiar são atacados e tentam jogar lama nas suas histórias de vida. Foi assim com o deputado André Vargas que ousou levantar os braços, foi assim com a senadora Gleisi Hoffmann por suas interpelações no Senado Federal e, agora, atacam o Senador Humberto Costa. Cabe aos parlamentares do PT se manifestarem em bloco sólido e vamos ver se a mídia ataca a todos. Chegou a hora de sair das sombras e mostrar a cara de frente para o sol. A luta contra a 'elite' escravagista e sua mídia é eterna.


"O deputado federal André Vargas (PT-PR) é o vice-presidente da Câmara Federal.

Hoje, Vargas foi além em fazer ecoar o sentimento do militante petista mais aguerrido. Na visita que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, fez à Câmara, Vargas ergueu o braço esquerdo com o punho fechado. Gesto que José Dirceu e Genoíno utilizaram quando se dirigiram à prisão.
A atitude de Vargas certamente será alvo de críticas de muitos colunistas e políticos da oposição, mas já se tornou um meme na internet.  Muitos petistas se sentiram representados por ele.


Gleisi Hoffmann é acusada de receber R$ 1 milhão para financiar campanha

PT define que prioridade de senadores é defender governo
Em reunião com o ex-presidente Lula, senadores traçaram estratégia para enfrentar fortalecimento da oposição no Senado
Senador Humberto Costa (PT-PE)

Senador Humberto Costa (PT-PE) (Antonio Cruz/ABr/VEJA)

A bancada do PT no Senado se reuniu nesta quinta-feira em São Paulo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para traçar uma estratégia de fortalecimento da sigla na próxima legislatura – e de enfrentamento da oposição, que ganha força com a volta de nomes de peso ao Congresso, como os tucanos José Serra e Tasso Jereissati. Além disso, desde que saiu da corrida eleitoral com um capital de 50 milhões de votos, o senador Aécio Neves (PSDB) reforçou seu papel de líder da oposição. O encontro também serviu para que a sigla fizesse um balanço das eleições de outubro e definisse as estratégias do PT para o futuro."

No Brasil 247. Empresário nega doação ao senador Humberto Costa e irá processar delator. Não demorou vinte minutos e já apareceu a verdade.

Empresário nega doação e irá processar delator

:


Citado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa por ter supostamente pedido dinheiro para o senador Humberto Costa (PT) no esquema de pagamento de propina em contratos da estatal, o presidente da Associação das Empresas do Estado de Pernambuco (Assimpra), Mário Barbosa Beltrão, reagiu com indignação às informações; "É uma leviandade. Isso é uma loucura"; Beltrão afirma que em 2010 sua empresa doou R$ 150 mil para o então candidato petista e que não houve nenhuma irregularidade.
 
Pernambuco 247 - Citado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa por ter supostamente pedido dinheiro para o senador Humberto Costa (PT) no esquema de pagamento de propina em contratos da estatal, o presidente da presidente da Associação das Empresas do Estado de Pernambuco (Assimpra), Mário Barbosa Beltrão, reagiu com indignação às informações. "É uma leviandade. Isso é uma loucura que machuca a dignidade e o currículo de um chefe de família honrado. Nunca passei um cheque sem fundo".
Beltrão informou que em 2010 sua empresa doou R$ 150 mil para o então candidato ao Senado Humberto Costa. "Eu sou um homem que preza a transparência e a honestidade. O dia em que eu mentir eu morro do coração. Humberto Costa é meu amigo de infância, mas nunca me pediu colaboração de campanha."

Abaixo a íntegra da nota de Mário Beltrão enviada ao 247.
Nego peremptoriamente a afirmação de ter pedido ao sr. Paulo Roberto qualquer contribuição financeira à campanha do senador Humberto Costa ao Senado em 2010. Não pedi nem recebi qualquer autorização para fazer gestão dessa ordem;
No que diz respeito ao sr. Paulo Roberto, declaro que o conheço e mantive com ele relação institucional, devido à sua condição de diretor de Abastecimento da Petrobrás e responsável pela implantação das refinarias da empresa , e da minha condição de presidente da Associação das Empresas do Estado de Pernambuco (ASSINPRA). Como presidente dessa entidade lutei, por mais de uma década, pela implantação da refinaria em Pernambuco, ultrapassando várias gestões dos governos Federal e Estadual;
Afirmo que sou titular de empresa que há 32 anos trabalha para a Petrobrás e que ao longo de todo o período em que o senhor Paulo Roberto Costa ficou à frente da Diretoria de Abastecimento não tive nem tenho qualquer contrato vinculado a essa Diretoria.
Informo ainda que aguardo que seja tornado público de forma oficial esse processo, quando então, tanto eu como pessoa física quanto a associação como entidade representante de classe, iremos tomar as medidas cabíveis em todos os níveis.
Mário Beltrão

“Um país de vigaristas?” Do blog Falta História. Vania Maria Cury, doutora em História pela UFF.


“Um país de vigaristas?”


Corriam os anos 1990, e eu tinha um dentista que sempre repetia esta frase, com profunda amargura: “O Brasil é um país de vigaristas!”
O Dr. Augusto era um homem rico, tinha vários imóveis na Zona Sul do Rio de Janeiro. Filho único de um homem muito abastado herdou toda a fortuna do pai. Apesar disso, gostava de trabalhar. Sua jornada diária, de segunda a sexta, chegava a quase 12 horas. Antes das 8h da manhã, ele já estava no consultório para atender os primeiros pacientes. E era um profissional tremendamente honesto. Um verdadeiro exemplo.
A outra grande paixão do Dr. Augusto eram os congressos de odontologia dos Estados Unidos. Como homem rico, podia ir a tantos quantos quisesse. E voltava sempre maravilhado, contando as novidades que tinha aprendido e as novas tecnologias desenvolvidas para expandir os tratamentos dentários. Mas não perdia a oportunidade de nos acusar de termos construído “um país de vigaristas”, onde os inúmeros e mais variados tipos de golpe estavam sempre nos espreitando. Normalmente com a boca aberta, eu mais ouvia do que falava. Não dava nem para tentar argumentar!
Eu me lembro de pelo menos duas situações que o Dr. Augusto suportou com profunda indignação, e depois me contou. A primeira foi quando atendeu um cliente em seu consultório para fazer um tratamento caríssimo, que envolvia, inclusive, alguns implantes. O homem tinha sido muito bem recomendado, e era rico (ou tido como tal); por isso, ele não se importou de deixar para receber o pagamento só no final. Confiou na lisura do cliente. Pois bem, o longo e caro tratamento terminou, e o Dr. Augusto jamais viu a cor do seu dinheiro! Com a boca totalmente renovada, o camarada simplesmente desapareceu sem dar qualquer satisfação! Um belo dia, quando vinha caminhando em direção ao consultório, depois do almoço, o meu dentista avistou o tal sujeito descendo de um Mercedes-Benz conduzido por motorista e entrando numa famosa joalheria. Das duas uma: não foi por falta de dinheiro, certamente, que deixou de pagar seu tratamento ou estava prestes a praticar outro golpe!
A segunda rasteira que o Dr. Augusto levou no consultório e depois me contou foi quando recebeu a conta de telefone de um determinado mês e viu uma ligação para Paris, com duração excessivamente longa, que ficara em torno de uns 200 reais. Ele conversou com a sua assistente, conferiu a agenda dos clientes daquele dia e acabou concluindo que uma das pacientes agendadas tinha chegado mais cedo para a consulta só para dar aquele telefonema! Pediu para usar o telefone e é claro que a secretária permitiu, como sempre fazia com todos, sem imaginar que dali sairia mais um golpe contra o bolso do Dr. Augusto! Daquele dia em diante, porém, o uso do telefone passou a ser controlado pela secretária, que digitava, ela mesma, os números solicitados pelos pacientes. A tal fulana, que usara indevidamente o telefone do consultório, nunca mais deu as caras! Mas ajudou a aumentar a já imensa amargura do Dr. Augusto.
Quando li a notícia de um gerente da Petrobras, que desviou cerca de 100 milhões de reais da estatal para o próprio bolso, confessando que não roubava para partidos ou políticos, mas para si mesmo, lembrei imediatamente do Dr. Augusto. Tenho certeza de que, se soubesse disso, ele mais uma vez iria proferir a sua célebre frase carregada de amargor: “O Brasil é um país de vigaristas!”
Diante de tanta desonestidade, é quase inevitável que se pense dessa maneira, tendendo a generalizar. Afinal de contas, os casos de assalto ao dinheiro público são antológicos no Brasil. Agora, quando eles estão se tornando mais e mais conhecidos de todos, temos a impressão de que aumentaram e se espalharam. Mas é só impressão. Esse pendor para a desonestidade é muito antigo entre nós e precisa ser combatido com rigor. Tanto na esfera pública quanto na esfera privada, da qual o Dr. Augusto, de saudosa memória, tinha exemplos tão vergonhosos e desanimadores.
Rio de Janeiro, 23 de novembro de 2014.

sábado, 22 de novembro de 2014

Parlamentares do PT calados verão as contas da campanha da presidenta Dilma Rousseff serem consideradas ilegais. Até o momento não conseguiram trocar o relator que o MPE considera que não pode ser ele e entrou com pedido de substituição. Estão todos parados pensando no Natal e a presidenta não vai assumir e nossos votos irão para a lata do lixo. Até quando essa leniência vai continuar? Vou assistir o 'JN' da Globo para ver quantos minutos o PT vai ser atacado sem resposta.
















Ficam as perguntas:

E se as contas da campanha da presidenta Dilma Rousseff não forem aprovadas - resultado mais do que certo - considerando o relator?

E se a presidenta reeleita for impedida de assumir a presidência?

Por que não agir rapidamente agora?

Preferem ver o 'circo pegar fogo'?  

Para onde vão os nossos votos? Para a lata do lixo?


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Dez pontos à frente de Aécio, Marina venceria Dilma em 2º turno, diz Ibope






























Dez pontos à frente de Aécio, Marina venceria Dilma em 2º turno, diz Ibope
DE SÃO PAULO
26/08/2014 18h26 - Atualizado às 20h22

No jornal FOLHA DE SÃO PAULO
Pesquisa do instituto Ibope divulgada nesta terça-feira (26) mostra a candidata do PSB, Marina Silva, com 29% das intenções de voto no primeiro turno. Ela tem 5 pontos a menos que a presidente Dilma Rousseff, a líder com 34%, e 10 pontos a mais que o tucano Aécio Neves, o terceiro colocado, com 19%.
Na simulação de segundo turno, Marina vence Dilma por 45% a 36%. Numa simulação com Aécio, Dilma venceria por 41% a 35%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos. Com isso, não há hipótese de empate entre Dilma e Marina ou entre Marina e Aécio no primeiro turno.
Esta é a primeira vez que o Ibope faz levantamento nacional registrado para divulgação com o nome de Marina no rol de candidatos. Os dados principais da pesquisa foram publicados pelo site do jornal "O Estado de S. Paulo", que a encomendou em parceria com a TV Globo.

Joel Rodrigues/Alan Marques/Folhapress - Rahel Patrasso/Xinhua
Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) disputam a corrida presidencial
Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) disputam a corrida presidencial
A pesquisa anterior do Ibope, no início de agosto, mostrava Dilma com 38%, Aécio com 23%, Eduardo Campos com 9%.
Na atual rodada, o Pastor Everaldo (PSC) marcou 1%. Em agosto, segundo o Ibope, ele tinha 3%. Os outros candidatos somam 1%. Brancos e nulos são 7%. Eleitores indecisos totalizam 8%.
Marina tem ainda a menor rejeição. Só 10% dizem que não votariam nela de jeito nenhum. Dilma é rejeitada por 36%. Aécio, por 18%.
O Ibope ouviu 2.506 eleitores do dia 23 ao dia 25. O nível de confiança é de 95% (em 100 levantamentos com a mesma metodologia, os resultados estariam dentro da margem de erro em 95 ocasiões). No TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a pesquisa está registrada com o código BR 428/2014.
Na pesquisa Datafolha realizada imediatamente após morte de Eduardo Campos (13 de agosto), Dilma alcançava 36%. Naquela ocasião, Marina e Aécio estavam tecnicamente empatados em segundo lugar, com 21% e 20%, respectivamente.
No segundo turno testado pelo Datafolha em 14 e 15 de agosto, Marina tinha 47% contra 43% de Dilma, um empate técnico nos limites máximo da margem de erro.
O Datafolha deverá divulgar uma nova pesquisa no próximo fim de semana.

Editoria de Arte/Folhapress




Ouvido na rua: "a presidenta Dilma vai obrigar as pessoas a ter somente um imóvel, lá em Cuba já começou e será obrigatório caso esteja alugado vender para o inquilino pelo preço que o governo avaliar." A que ponto chega intolerância com a 'Democracia Brasileira, qualquer boato idiota serve para tentar destruí-la. 'É triste!

Lava Jato. Sobrou pra Juscelino Kubitschek. É mole!


Casamento de empreiteiras com poder começou com JK e teve lua de mel na ditadura

Carlos Madeiro
Do UOL, em Maceió

  • Folhapress
    A ponte Rio-Niterói em construção em 1972 A ponte Rio-Niterói em construção em 1972
O casamento harmonioso das empreiteiras envolvidas na operação Lava Jato com as obras públicas é mais antigo do que muitos pensam: começou no governo Juscelino Kubitschek (1955-1960) e teve sua "lua-de-mel" na ditadura militar (1964-1985). Essa é a análise de especialistas ouvidos pelo UOL e que fizeram uma retrospectiva sobre a história das empreiteiras no Brasil.
Autor da tese de doutorado "A ditadura dos empreiteiros", o historiador Pedro Campos avalia que, no regime militar, as empreiteiras começaram a se nacionalizar e se organizaram, ganhando força no cenário político e econômico. Para isso, elas criaram associações e sindicatos.
"Até a década de 50, eram construtoras que tinham seus limites no território do Estado ou região. O que acontece de JK pra cá é que eles se infiltraram em Brasília", explica Campos, professor do Departamento de História e Relações Internacionais da UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro). A construção de Brasília, fundada em 1961, foi um marco para a história das construtoras: foi a partir de então que elas se uniram. "Ali, reuniram-se empreiteiras de vários Estados e começaram a manter contato, se organizar politicamente. Depois, passaram pelo planejamento da tomada de poder dos militares e pautaram as políticas públicas do país."
Com a chegada ao poder dos militares, as empreiteiras passaram a ganhar contratos do governo muito mais volumosos que os atuais. "Se eles era grandes, cresceram exponencialmente no regime militar. Se elas hoje são muito poderosas, ricas e têm um porte econômico como construtoras, posso dizer que elas eram maiores. O volume de investimentos em obras públicas era muito maior. Digamos que foi uma lua-de-mel bastante farta e prazerosa", comentou.
Entre as centenas de obras feitas no período miliar, há casos emblemáticos como a ponte Rio-Niterói, que foi feita por um consórcio que envolveu Camargo Corrêa e Mendes Junior entre 1968 e 1974. Já a Hidrelétrica Binacional de Itaipu, que teve o tratado assinado em 1973 e foi inaugurada em 1982, foi feira pelas construtoras Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Mendes Júnior. As mesmas Mendes Júnior e a Camargo Corrêa Transamazônica, que começou em 1970 foi inaugurada, incompleta, em 1972.
Apesar de denúncias de pagamento de propina terem sido escancaradas com a operação Lava Jato da Polícia Federal, o historiador acredita que a corrupção envolvendo empresários da construção e políticos é antiga.
"Todos os indícios são de que a corrupção não aumentou. O que a gente tem hoje é uma série de mecanismos de fiscalização que expõe mais, bem maior do que havia antes. Na ditadura não tinha muitos mecanismos fiscalizadores, e que o havia era limitado", afirmou.

Internacionalização e campanhas

Uma das provas do sucesso das empreiteiras no Brasil na ditadura foram os investimentos fora do país. A Mendes Júnior, em 1978, por exemplo, inaugurou a ferrovia Baghdad-Akashat-Alqaim, que liga três importantes cidades no Iraque e tem 515 quilômetros.  A Odebrecht construiu a Hidrelétrica de Capanda, em Angola.
"As empreiteiras tiveram um volume de investimentos tão dilatado na época que os empresários fizeram ramificações econômicas e iniciaram a internacionalização. Assim, conseguiram desenvolver a estratégia manter o tamanho na participação política e na economia, diversificando suas atividades, como em ramo petroquímica, de telecomunicações, etanol. Hoje, elas são grande grandes multinacionais", afirma Campos.
Após a ditadura, e já com os cofres supercapitalizados, o financiamento privado de campanhas passou a garantir a manutenção das empreiteiras nas grandes obras do país. Somente na campanha deste ano, as empreiteiras doaram pelo menos R$ 207 milhões a candidatos de todos os cargos. No entanto, as doações sempre existiram, mas começaram a ser regulamentadas a partir de 1945 e já passaram por várias atualizações desde então.
"As vantagens a essas grandes empreiteiras nunca acabaram, pois com o regime democrático vieram as doações de campanha. E seria muita inocência achar que as empreiteiras doam por ideologia. Elas doam a todos. Tanto que vem aparecer dinheiro delas em prestação de conta  de um deputado estadual aqui de Alagoas, por exemplo", disse o cientista político e professor História do Brasil da Ufal (Universidade Federal de Alagoas) Alberto Saldanha.
Para o juiz maranhense Márlon Reis, a força adquirida pelo lobby das grandes empreiteiras viciou o sistema de licitações.  "A grande maioria dos empresários não acredita na possibilidade de participar das grandes licitações em condição de igualdade com as financiadoras de campanha. Isso reduz a confiança nas instituições, inibe a livre concorrência e reduz o ritmo do desenvolvimento", analisou.
Com a proximidade ao poder, as empresas passaram a tornar o mercado de participação em obras públicas exclusividade de um "clube", como era chamado.
"Nunca houve uma descentralização [de empresas] porque elas monopolizam e só abrem espaço para menores de forma terceirizada. Caberia ao gestor dar transparência ao processo, mas como aqui, nesse caso, uma mão lava a outra, aí se faz de tudo para tentar burlar", afirmou o professor Alberto Saldanha.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Investigação sobre Petrobras. Doações de investigadas na Lava Jato priorizam DEM, PMDB, PP, PSDB e PT. Por Ranier Bragon, Márcio Falcão e Aguirre Talento. No jornal Folha de São Paulo. Como a 'oposição' está no fim do texto o Aposentado Invocado aumentou o tamanho da letra.



Manchete no UOL:
Investigação sobre Petrobras Doações de investigadas na Lava Jato priorizam DEM, PMDB, PP, PSDB e PT.

Título no jornal Folha de São Paulo:
Doações de investigadas na Lava Jato priorizam PP, PMDB, PT e oposição.