terça-feira, 23 de setembro de 2014

Pesquisa Vox Populi primeiro turno Dilma com 40%, Marina 22% e Aécio 17%. Segundo turno Dilma com 46% e Marina 39%. Na margem de erro do Vox Populi Dilma com 42%, Marina com 20% e Aécio com 15%. Vitória da presidenta no primeiro turno.


Portais da mídia amiga e familiar escondem a pesquisa Vox Populi, porque, Dilma cresce no primeiro e no segundo turno. É a seletividade da informação. É antidemocrático para dizer o mínimo.

No UOL. Do Ibope. Diz o Aposentado Invocado: na margem de erro do primeiro turno Dilma com 40%, Marina 27% e Aécio 17%. Vitória da presidenta no primeiro turno.


Ibope: Dilma tem 38%; Marina, 29%; e Aécio, 19%

Do UOL, em São Paulo
Compartilhe
Imprimir Comunicar erro
Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (23) mostra que a presidente Dilma Rousseff (PT) permanece na liderança da corrida presidencial, com 38% das intenções de voto. A ex-senadora Marina Silva (PSB) aparece em segundo lugar, com 29%. O senador Aécio Neves (PSDB) é o terceiro colocado, com 19%.

Intenção de voto

Presidência da República



Dilma Rousseff


Marina Silva


Aécio Neves


Everaldo Pereira


Outros


Brancos e nulos


Indecisos


07 Ago 2014
26 Ago 2014
03 Set 2014
12 Set 2014
16 Set 2014
23 Set 2014
0%5%10%15%20%25%30%35%40%45%
38%
29%
19%
O Pastor Everaldo Pereira (PSC) tem 1%. Os outros sete candidatos não atingiram 1%. Somados, eles chegam a 2%. A proporção de eleitores dispostos a votar em branco ou anular é de 7%, e a de indecisos é de 5%.
Na última pesquisa Ibope, divulgada na terça passada (16), Dilma tinha 36%; Marina, 30%; e Aécio, 19%. Ou seja, em uma semana, a presidente oscilou dois pontos para cima, a candidata do PSB oscilou um ponto para baixo e o tucano se manteve estável. As variações das duas primeiras estão dentro da margem de erro dos levantamentos, que é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
O resultado de hoje confirma a tendência de realização de segundo turno já que a primeira colocada não tem mais do que a soma dos demais candidatos.

Segundo turno

Presidência da República

  • Dilma Rousseff

  • Marina Silva

41%
41%
Brancos e nulos 12% Indecisos 6% - 23/09/2014
O Ibope testou três cenários de segundo turno. No confronto entre Dilma e Marina simulado pelo instituto, a petista e a ex-senadora estão empatadas, com 41%. São 12% de votos brancos ou nulos e 6% de indecisos. No levantamento anterior, Marina aparecia com 43%, contra 40% de Dilma, em uma situação de empate técnico.
Contra Aécio, a petista venceria por 46% a 35%, com 13% de brancos e nulos e 7% de indecisos.
No terceiro cenário, Marina ganharia do tucano por 44% a 31%, com 16% de brancos e nulos e 9% de indecisos.

Rejeição e avaliação de governo

A presidente permanece como a candidata mais rejeitada, com 31% de eleitores que dizem não votar nela de jeito nenhum – eram 32% na última pesquisa. A taxa de rejeição de Marina é de 17% -- estava em 14% há uma semana -- enquanto a de Aécio permanece em 19%.
O Ibope também mediu a avaliação do governo Dilma. A proporção de eleitores que consideram a gestão ótima ou boa passou de 37% para 39%. A parcela que avalia a administração como regular se manteve em 33%. E a fatia dos que entendem que o governo é ruim ou péssimo ficou estável em 28%.
O instituto entrevistou 3.010 eleitores entre sábado (20) e ontem (22). Contratada pela "TV Globo" e pelo jornal "O Estado de S.Paulo", a pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00755/2014.

Do blog Tijolaço

Correm boatos, vejam bem boatos, que a presidenta se elege no primeiro turno. A oposição se encontra no fundo do poço e é puxada cada vez mais para baixo - dizem já está com água na linha da boca - como siri na lata. Tudo boataria.

Marina definha nas pesquisas e Dilma busca vitória no 1º turno. No jornal Correio do Brasil.

Marina definha nas pesquisas e Dilma busca vitória no 1º turno

23/9/2014 13:04
Por Redação - de São Paulo

Marina tem perdido substância eleitoral ao longo das últimas pesquisas
Marina tem perdido substância eleitoral ao longo das últimas pesquisas
Candidata do PSB/Rede Sustentabilidade à Presidência da República, a ex-ministra Marina Silva segue em seu mergulho rumo a um possível empate com o adversário tucano, Aécio Neves, que ganhou um alento na tentativa de chegar ao segundo lugar na disputa eleitoral, segundo pesquisa do CNT/MDA divulgada nesta terça-feira. O estudo mostrou que um eventual segundo turno contra a presidenta e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, ainda possível e, nele, Marina estaria presente, mas perdendo substância eleitoral.
Segundo o levantamento do MDA, encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), Dilma teria 36% das intenções de voto no primeiro turno, uma oscilação negativa em relação aos 38,1% no início de setembro. Marina, porém, aparece com 27,4%, contra 33,5% no levantamento anterior, e Aécio soma agora 17,6%, acima dos 14,7% no começo do mês. Como a queda de Dilma ocorreu dentro da margem de erro, quem efetivamente perdeu espaço foi Marina. Em uma possível arrancada na campanha petista, com o quadro de queda da adversária e uma recuperação ainda lenta do candidato tucano, Dilma reuniria votos suficientes para uma vitória ainda no primeiro turno.
Além do avanço de Aécio, uma avaliação preliminar dos números indica que votos antes da ex-senadora no primeiro turno foram principalmente para brancos, nulos e indecisos, que agora somam 16,5%, bastante acima dos 11,6% da pesquisa anterior. A CNT/MDA mostrou ainda que Marina caiu em todas as simulações de segundo turno feitas pelo instituto, ao mesmo tempo em que Aécio ganha algum terreno nos cenários contra a candidata do PSB e contra a presidenta. De acordo com o levantamento, a vantagem que Marina tinha sobre Dilma na simulação de segundo turno evaporou. Agora as duas candidatas aparecem em empate técnico, com vantagem numérica para a candidata petista.
Nesse cenário, Dilma aparece com 42%, contra 42,7% na sondagem anterior, enquanto a candidata do PSB tem agora 41%, ante os 45,5% que registrava antes.
Já numa eventual disputa contra o tucano, a ex-senadora e ambientalista ainda lidera, mas perdeu 9,1 pontos, enquanto Aécio cresceu 6,2 pontos. Contra o tucano, Marina aparece com 43,1% das intenções de voto, ante 52,2%. Aécio soma 32,9%, contra 26,7%.
O candidato do PSDB também subiu na simulação de segundo turno contra Dilma: a petista tem 45,5% (47,5% antes) e Aécio aparece com 36,5% (33,7% antes), segundo a pesquisa.
Governo Dilma
A CNT/MDA também apontou pouca variação na avaliação de governo em relação ao levantamento anterior feito pelo instituto para a CNT.
A avaliação positiva do governo Dilma é agora de 37,4%, uma oscilação para baixo de 0,1 ponto em relação aos 37,5% da pesquisa anterior. A avaliação negativa ficou em 25,1%, ante 23% na sondagem anterior, uma variação dentro da margem de erro da pesquisa.
Os que avaliam o governo da petista como regular somam agora 36,8%, contra 39% no início de setembro.
A aprovação pessoal de Dilma também variou dentro da margem de erro da pesquisa. O percentual dos que aprovam a maneira de governar da presidente soma 51,4%, ante 52,4% na pesquisa anterior. Os que desaprovam são 43,8%, contra 42,9% na sondagem divulgada no início do mês.
A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais.
Segundo a CNT, foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades federativas das cinco regiões do País, nos dias 20 e 21 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00753/2014.
Silêncio na Record
A Rede Record, do bispo Edir Macedo, optou por não divulgar, na noite passada, uma pesquisa Vox Populi que iria ao ar no principal programa noticioso da casa. A revista Forum, do jornalista Renato Rovai, chegou a divulgar o tracking de uma das campanhas, com os seguintes números: Dilma 40%, Marina 22% e Aécio 17%. No segundo, Dilma vencia por 45% a 39%. Caso a Record resolva divulgar o estudo na noite desta terça-feira, sua relevência terá perdido o valor, pois será apenas mais um a captar uma inversão de tendências constatada na pesquisa CNT/MDA, com índices de intenção de voto já amplamente favoráveis a Dilma Rousseff.
Para o colunista Ricardo Melo, do diário conservador paulistano Folha de S. Paulo, as pesquisas espelham o sentimento do eleitor durante uma campanha eleitoral que serve para “clarificar os verdadeiros interesses em conflito no país. A ficção de uma terceira via voltou para o ralo. Tanto nas declarações como nas proposições e na base social que as apoiam, as candidaturas de Marina Silva e Aécio Neves têm se aproximado de maneira indiscutível”.
“O confronto em jogo está evidente. Os dois candidatos oposicionistas afirmam em alto e bom som que o objetivo é tirar o PT do poder. As articulações de bastidores com vistas a um eventual segundo turno acontecem a céu aberto. O ex-presidente FHC resumiu o sentimento num jantar com milionários pró-Aécio: ‘Apelo mesmo’. Um bordão de amplo espectro”, afirma Melo.
Ainda segundo o jornalista, ex-chefe de Redação do SBT, “a esta altura, Aécio Neves, de candidato competitivo, viu-se reduzido a moeda de troca. Cardeais tucanos negociam sem constrangimento o voto em Marina para “impedir o mal maior”. A ironia é que isso acontece justo no momento em que algumas pesquisas injetaram sobrevida ao ex-governador de Minas. Já a “entourage” de Marina escancara as opções da ex-ambientalista. Quer porque quer credenciar-se como candidata do grande capital. Corre atrás da alta sociedade seja onde for, como um trator à procura de uma árvore para derrubar. Fala em “atualizar” as leis do trabalho. Para bom entendedor, tais palavras bastam. Seus comícios populares se esvaziam na mesma proporção em que proliferam encontros com madames, empresários graúdos e financistas internacionais”.
“O maior risco para o PT é calçar o salto alto e passar a viver de louros passados. Verdade seja dita: com ou sem barbeiragens do IBGE, os indicadores sociais, inclusive os anunciados pela ONU, mostram que o país mudou para melhor. Isto é fato. Mas o modelo de agradar gregos e troianos exibe sinais de esgotamento”, concluiu.

Tem um partido aí que está só esperando o fim das eleições gerais de 2014 para assumir o seu papel e tomar o lugar que lhe é devido na História do Brasil, a lata de lixo.


Pesquisa CNT/MDA na margem de erro, presidenta reeleita Dilma Rousseff 38,2%, Marina 25,2% e Aécio 15,4%.

Não vai dar certo, os estádios só ficarão prontos em 2032, vai ser o caos no transporte dos torcedores, o mundo vai ver toda a incompetência do governo Dilma Rousseff, vai faltar energia elétrica e vai faltar... Temos que mudar e voltar aos bons tempos de desemprego, venda de ativos, compra de passivos e, principalmente por todos esses descalabros, vamos tirar essa gente que está aí. Abaixo o Bolsa Família, Pronatec ou qualquer outro programa social. Viva qualquer um que não seja o PT!

FHC reconhece força eleitoral de Dilma, com Aécio em eventual 2º turno. No Correio do Brasil. É de chorar de tanto rir!

FHC reconhece força eleitoral de Dilma, com Aécio em eventual 2º turno

22/9/2014 13:58
Por Redação - de São Paulo

O fato de o candidato do PSDB Aécio Neves não ter tido um crescimento fora da margem de erro decepcionou os especuladores
Candidato do PSDB, Aécio Neves ainda pode chegar a um pouco provável segundo turno contra Dilma Rousseff
Em encontro com investidores internacionais, promovido em Nova York pelo banco JP Morgan, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sinalizou que nada estava perdido para o candidato de seu partido, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), e que a presença de Marina Silva (PSB) no segundo turno não está garantida. Sequer um segundo turno, nas eleições brasileiras, é ainda uma certeza matemática, conforme sinalizam institutos de pesquisa.
“Como se sabe, o DataCaf está para as eleições como o Institulo alemão GfK para medir audiência de TV”, escreveu o jornalista Paulo Henrique Amorim, recentemente, em seu blog. Com base neste levantamento, Dilma Rousseff do PT seria reeleita no primeiro turno. Contrariando as pesquisas do IBOPE, do Datafolha e de demais institutos de pesquisa.
Caso haja uma segunda eleição, nada garante que Marina estará na disputa. Na semana passada, o Datafolha mostrou que a distância entre ela e o tucano diminuiu para 13 pontos. Na mesma reunião, semana passada, FHC pediu cautela aos investidores quanto ao desempenho da presidenta Dilma Rousseff nas pesquisas sobre a disputa à Presidência:
– Não se iludam. A presidente Dilma Rousseff ainda pode vencer as eleições.
FHC afirmou que a força da máquina governista não pode ser desprezada. Hoje, a situação é de empate no segundo turno, com Dilma em vantagem no primeiro, segundo o Datafolha, mas uma nova pesquisa do Instituto Vox Populi, na noite desta segunda-feira, pode mostrar uma nova tendência nesse sentido.
Por conta nas possíveis alterações no cenário eleitoral brasileiro, as ações da Petrobras iniciaram esta segunda- feira com queda na faixa de 4%, à espera da pesquisa Vox Populi, que será divulgada hoje a noite no Jornal da Record, às 19h30. No mês, as ações da estatal já caíram mais de 15%. Novos rumores apontam para uma recuperação de Aécio Neves (PSDB) e uma queda de Marina Silva (PSB), enquanto Dilma Rousseff se manteria na dianteira das intenções de voto, de acordo com informações veiculadas em uma coluna na revista semanal de ultradireita Veja.
Além dos números do Vox Populi, à noite, o mercado aguarda a divulgação de uma série de pesquisas para as próximas sessões: Ibope, Sensus, MDA e Datafolha. As pesquisas eleitorais têm guiado o rumo da Bolsa desde meados de março: de lá pra cá, o Ibovespa saltou de 45 mil para até 62 mil pontos, ao mesmo tempo em que o cenário de provável reeleição de Dilma Rousseff (PT) deu lugar a uma acirrada disputa com a oposição. A reação “compradora” do mercado às quedas de Dilma nas pesquisas explica-se pela gestão do atual governo em defesa das conquistas sociais em importantes setores da economia – caso das elétricas, bancos e estatais. Por conta disso, esses três grupos têm sido os mais “sensíveis” na Bovespa às novidades sobre eleições.

Janio de Freitas. Fora da vida. No jornal Folha de São Paulo.

Janio de Freitas

Fora da vida

As duas semanas que ante-cedem as urnas não trazem, desta vez, as tensões eletri-zantes próprias do período
A eleição presidencial que está nos jornais não está na vida dos eleitores. Ninguém parece interessado em conversar sobre os candidatos, algum aspecto dos confrontos, possíveis perspectivas de governo, nada nesta linha. Nas ruas pelo país afora, até onde a TV as expõe, a eleição não mostra movimento espontâneo algum, o que há são apenas uns grupelhos em torno dos candidatos, apoios que se sabe como são arranjados.
Apatia como a atual não se viu em qualquer outra eleição.
Se as passeatas de junho do ano passado exprimiram a densidade do desejo de mudança, seria esperável que ao menos parte dos ex-manifestantes estivesse, agora, agitando pressões públicas para contestar a eleição ou para impor à disputa presidencial alguns temas da vontade coletiva. A descrença nos políticos e seus partidos, que foi dada como a alma das passeatas, não é imobilizante. Muito ao contrário. Dessa fonte nada jorrou, porém.
Os candidatos e a imprensa não ajudaram, é verdade. Nunca se imaginaria que a independência do Banco Central ocupasse tanto os candidatos e a imprensa quanto um caloroso tema de apelo popular mereceria. Mais desalentador ainda: parece mesmo que Aécio, Marina e muitos na imprensa acreditaram que o Banco Central fosse assunto capaz de desgastar Dilma, cujo patrimônio de votos decisivos é da classe média para baixo. Como o Datafolha comprova por variados modos.
A variação tem sido o assunto Petrobras. Um martelar sem fim, como tentativa de comprometer com a corrupção, mas a escassez de fatos levou a uma repetição enjoativa. Bem, no assunto colateral saiu agora uma nova manchete carioca: "Youssef enviou R$ 1 bilhão para o exterior". Nas manchetes que inflaram o escândalo a quantia era de R$ 10 bilhões. Barateou. Liquidação de fim de inverno.
A pobreza temática da campanha, decorrente da medíocre concepção de que a tática eficaz é a "desconstrução" da/do adversária/o, reflete o estado intelectual em que o país está. O que faz lembrar uma explicação, por certo muito aceita, para a apatia externa do eleitorado: a participação agora é pela internet. O movimento aí é inegável. Mas, em princípio, a internet prolonga interesses que a antecedem. Além disso, não impede, até estimula, que esses assuntos retornem, acrescidos, ao convívio não informático. E, claro, o que corre na internet sobre eleição é, na maior parte, apenas agressividade.
As duas semanas que antecedem as urnas não trazem, desta vez, as tensões eletrizantes próprias do período. O que a Folha pôde tratar com destaque, na abertura da semana, foi isto: "Na reta final, PT dirá que Marina não tem preparo para dirigir o país". Se é isso, não precisa. No mesmo jornal, sob o peso de um anúncio em página mais distante, lia-se: "Marina não se preparou para disputar', diz Aécio". Ou o PT imagina que Aécio deixaria passar uma possibilidade a mais de atacar Marina, como fará com Dilma até o final? Ataques que movem o circuito: dão a Marina a oportunidade de mais discursos de vítima, entre as agressões inigualáveis que emite, e dão a Dilma motivo para retribuir aos dois.
Não há campanha para a Presidência da República. O eleitorado não poderia estar interessado na troca de ataques mútuos e ridículos que umas poucas pessoas fazem por aí. E você, por favor, vá ler o que já sabe sobre o corrupto da Petrobras, Youssef e as refinarias.

A História se repete como Tragédia. Por Jussara Seixas. Prestem bem atenção, porque, a verdade está em cada parágrafo deste texto.

 

 

O que aconteceu com a classe média brasileira?  Esquecimento?  Gosta de sofrer?

Elegeram Collor apesar de serem avisados  do risco. Deu no que deu, fez um péssimo governo, sofreu o impeachment.  A equipe econômica, com Zélia Cardoso e André Lara Rezende, confiscou a poupança. Foi um horror, pessoas suicidaram-se por desespero. O mesmo  Lara Rezende que vai fazer parte da equipe econômica da Marina Silva.

Elegeram FHC, foi um terror  para o país e para o povo brasileiro. Privatizações escusas, arrocho salarial, desemprego recorde, FMI mandando e desmandando na nossa economia, 54 milhões de pessoas vivendo na miséria. Juros estratosféricos, o país quebrou três vezes, dívida imensa externa e interna. Comprou votos no Congresso para a reeleição. Tentou privatizar a Petrobras, o BB, a Caixa Federal. O povo não tinha crédito, tinha que  recorrer a agiotas com juros de 20% ao mês se necessitasse de dinheiro. O povo comeu o pão que o diabo amassou.

Agora  querem eleger Marina Silva. Ligada diretamente com banqueiros,  que querem cada vez mais lucro, o povo vai ser massacrado.  O desemprego será imenso, o crédito  pessoal vai sumir  e os juros serão insuportáveis. Os banqueiros vão ditar as regras para economia. Ela vai entregar o pré-sal  aos EUA, vai privatizar a Petrobras com ajuda do PSDB/DEM. Essa é nova política?

Os homossexuais não terão direitos no governo Marina Silva, o fundamentalismo evangélico vai ditar o comportamento da população. Vai ter censura de programas, de filmes, livros, revistas e até de vestimentas, que serão julgadas adequadas ou não. O Brasil deixará de ser um estado laico, as religiões africanas serão dizimadas. Marina Silva e seus  bispos mentores são fundamentalistas da Assembleia de Deus!

Os programas sociais  de Lula e Dilma vão acabar, o país vai viver um caos. As obras  de infraestrutura do PAC serão suspensas, causando um grande prejuízo  para o país e para o povo.

O agronegócio e a pecuária  não vão  ser muito prejudicados  porque toda a produção será voltada para a exportação, mas vão faltar alimentos, carne e leite, que terão preços estratosféricos.  O  desemprego será novamente imenso. Marina Silva vai  cortar os incentivos para os pequenos produtores agrícolas.  Não vai ter mais  Mercosul, Unasul ou BRICS, ela vai se unir  com o  EUA, com  a  ALCA, e vai  ter a volta do FMI.

E novamente, como ocorreu com Collor, o povo vai às ruas pedir o impeachment. É isso que desejam para o país, para o povo, para seus filhos?  Vai ser um grande  pesadelo se, por uma imensa desgraça, ela se eleger!

Jussara Seixas

Globo não mostra o DARF e se complica com vídeo do Garotinho. No jornal Correio do Brasil.

Globo não mostra o DARF e se complica com vídeo do Garotinho

20/9/2014 18:26
Por Redação - do Rio de Janeiro

Manifestantes projetaram palavras como "Sonega", "Mente" e "Manipula" sob o logotipo da Rede Globo, em São Paulo
Manifestantes projetaram palavras como “Sonega”, “Mente” e “Manipula” sob o logotipo da Rede Globo, em São Paulo
As Organizações Globo, depois de admitir publicamente que apoiaram a ditadura militar, estão de volta ao centro dos acontecimentos políticos do país nas denúncias sobre uma sonegação bilionária de impostos. O assunto veio à tona há mais de um ano, na denúncia do blogueiro Miguel do Rosário, autor d’O Cafezinho. Agora, porém, volta reforçado por vídeo, que se transformou em ‘viral’ nas redes sociais, no qual o candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro pela legenda do PR, Anthony Garotinho, responde às perguntas de uma apresentadora do jornal televisivo RJTV, da emissora.
Segundo Miguel do Rosário, “toda vez que a Globo fala sobre a sua própria sonegação, acaba se enrolando mais. É o que acaba de acontecer. A essa altura, todo mundo já viu o vídeo no qual Garotinho menciona a sonegação da Globo. A empresa ficou numa guerrinha contra as redes sociais, mandando retirar, a galera postando de novo, até que as redes ganharam, claro”.
Assista ao vídeo:
Na matéria sobre a entrevista de Garotinho, segundo Rosário, “a Globo quase esquece de falar sobre o candidato. Disfarçada de reportagem eleitoral, a Globo publica, talvez pela primeira vez, informações sobre o processo de sonegação de que é acusada. E dá um link para o que – achávamos em nossa ingenuidade – seria o famigerado Darf. Nada disso. O link nos leva ao seguinte documento do Ministério da Fazenda”:
Este documento não é o DARF
Este documento não é o DARF (clique para ampliar)
Leia, a seguir, a íntegra do artigo:
Observe duas mudanças, provocadas pela denúncia das redes sociais. Antes o processo constava apenas no meio “físico” (ou seja, não havia sido digitalizado). E não estava arquivado. Agora ele foi digitalizado e foi arquivado, após movimentação ocorrida em dezembro de 2013.
Entretanto, como o processo foi roubado e depois reconstituído com ajuda da Globo, gostaríamos de saber se o processo digitalizado da Receita é o mesmo que foi vazado na internet. A própria Globo explica que o processo foi arquivado porque ela aderiu ao Refis, o programa de refinanciamento de dívidas tributárias criado por Fernando Henrique Cardoso, em 2000.
O Refis é uma espécie de trem da alegria para sonegadores. Todas as dívidas são unidas numa só, e o processo de sonegação fiscal é extinto. Mas tem um porém. Ou melhor, dois poréns.
1) O processo de sonegação fiscal apenas pode ser extinto se a empresa aderiu ao Refis antes da ocorrência de denúncia criminal.
2) Conforme a Constituição, o crime de evasão de divisas não se beneficia do Refis.
* Na matéria publicada nesta sexta-feira, a Globo fornece um cronograma da sonegação.
Reproduzo o trecho do comunicado da Globo:
“Como é de conhecimento público, a Globo Comunicação e Participações adquiriu os direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002. Em 16/10/2006, a emissora foi autuada pela Receita Federal, que entendeu que o negócio se deu de maneira a reduzir a carga tributária da aquisição. Em 29/11/06, a empresa apresentou sua defesa junto às autoridades, fundada em sua convicção de que não cometeu qualquer irregularidade, tendo apenas escolhido uma forma menos onerosa e mais adequada no momento para realizar o negócio, como é facultado pela legislação brasileira a qualquer contribuinte. No dia 21/12/06, a defesa da Globo foi rejeitada pelas autoridades e em 11/10/07, a empresa foi intimada da decisão desfavorável, apresentando recurso em 09/11/07. No dia 24/11/09, a Globo tomou a decisão de aderir ao Refis (Programa de Recuperação Fiscal) e realizar o pagamento do tributo nas condições oferecidas a todos os contribuintes pelo Fisco. O pagamento foi realizado no dia 26/11/09, tendo a empresa peticionado às autoridades informando sua desistência do recurso apresentado (o que ocorreu em 04/02/10).”
Ora, se a Globo aderiu ao Refis apenas ao final de 2009, isso suscita outras perguntas:
• O roubo do processo no último dia do ano de 2006 não constitui um fato criminal, cujo motivo não foi justamente impedir que houvesse uma denúncia antes da Globo se acertar com a Receita?
• O silêncio conivente da imprensa, nesta sexta-feira e sábado, não revela a existência de um acordo tácito e mafioso entre as mídias, para proteção mútua?
• Por que o Ministério Público não registrou denúncia criminal contra a sonegação da Globo, antes desta aderir ao Refis em 2009?
• Há algum parecer sobre os crimes de evasão de divisas porventura praticados pela Globo?
Reproduzo abaixo um roteiro publicado em julho do ano passado pelo Fernando Brito, no Tijolaço:

A mecânica de
um crime perfeito

A nota divulgada pela Rede Globo dá os elementos necessários para que se examine o porquê de a funcionária Cristina Maris Meirick Ribeiro ter “providenciado” o sumiço do processo de sonegação fiscal. Fatos e datas, para ajudar nossas inocentes autoridades a construir o “modus faciendi” de um escândalo fiscal.
1- A Globo é autuada em 16 de outubro de 2006 por sonegação de impostos devidos pela compra dos direitos de transmissão da Copa de 2002. Total da autuação: R$ 615 milhões.
2- No dia 7 de novembro, José Américo Buentes, advogado da Globo, passa recibo de que recebeu cópia da autuação.
3 – No dia 29 deste mesmo mês, a Globo apresentou uma alentada defesa, de 53 páginas, pedindo a nulidade da autuação.
4- No dia 21/12/06, a defesa da Globo foi rejeitada pelos auditores.
5- No dia 29/12/2006, o processo é remetido da Delegacia de Julgamento I, onde havia sido examinado, para o setor de Sistematização da Informação, de onde são expedidas as notificações. Uma sexta-feira, anote.
6- Sábado, 30; Domingo, 31; Segunda, 1° de janeiro, feriado. Dia 2, primeiro dia útil depois da remessa do processo ao setor, a servidora Cristina Maris Meirick Ribeiro, que estava de férias, vai à repartição, pega o processo, enfia numa sacola e o leva embora.
7- Até o simpático Inspetor Clouseau concluiria, portanto, que ela foi mandada lá com este fim. Estava só esperando chegar lá o processo. Chegou, sumiu.
8- Não é preciso ser um gênio para saber a quem interessava que o processo sumisse antes da notificação, para que não se abrisse o prazo de decadência do direito de recorrer e conservar a regularidade fiscal.
9- A Globo diz que foi informada, “para sua grande surpresa”, do extravio do processo “alguns dias depois da sessão de julgamento”. Como? Por quem? A globo já tinha conhecimento da decisão? Se tinha, o prazo recursal já estava aberto.
São essas as humildes contribuições deste blogueiro ao Ministério Público Federal, que deixou passar essa sequência de acontecimentos debaixo do seu nariz e, em lugar de iniciar um procedimento investigatório, se diz consternado com uma suposta violação do “sigilo fiscal”.
Uma tramoia destas envolvendo o Fisco e uma montanha de dinheiro que deveria estar nos cofres públicos é coisa desimportante.
Paraíso fiscal
E, agora, publico um dos documentos que vazaram semanas atrás, e que integra o processo da sonegação da Globo. Trata-se de uma autorização do Banco Central para que a Globo expedisse ao exterior a módica quantia de US$ 221 milhões.
Íntegra do documento:


Aparentemente, tudo na mais perfeita ordem. A Globo pediu e recebeu autorização para enviar ao exterior uma determinada quantia, com fins de “investimento no exterior”, para a Globinter Investment, sediada num paraíso fiscal do Caribe.
Só que não.
A Receita concluiu, e isso está bem claro no processo, que a Globo enganou o Estado brasileiro. O objetivo não era “investimento no exterior” e sim a aquisição dos direitos de transmissão da Copa de 2002, sem o pagamento dos impostos.
A Globo sentiu-se obrigada a aderir ao Refis para não perder o certificado de nada consta da Receita, condição para receber recursos públicos, mas ao fazê-lo caiu numa armadilha.
Quem adere ao Refis assina um termo admitindo que sonegou e, portanto, desistindo de qualquer recurso. A própria Globo agora admite que, em 04/02/2010, desistiu de recorrer.
Se sonegou, então admite que prestou informação incorreta às autoridades monetárias sobre o uso que daria às centenas de milhões enviados a paraísos fiscais, para a conta de suas empresas laranjas no exterior.
Isso é crime de evasão de divisas.
E crime de evasão de divisas não é contemplado pelo Refis.
Ainda tem muita coisa mal explicada neste processo da Globo.
Espera-se que o inquérito aberto na Polícia Federal do Rio de Janeiro, de número 926/2013, possa esclarecer à sociedade.

Processo contra Clésio Andrade corrói a campanha de Aécio Neves. No jornal Correio do Brasil.

Processo contra Clésio Andrade corrói a campanha de Aécio Neves

20/9/2014 15:42
Por Redação - de Brasília

Aécio Neves, Antonio Anastasia e Clésio Andrade, em solenidade na sede do governo mineiro
Aécio Neves, Antonio Anastasia e Clésio Andrade, em solenidade na sede do governo mineiro
O depoimento do ex-senador Clésio Andrade, outrora poderoso vice-governador de Minas Gerais, na gestão do tucano candidato à Presidência da República, Aécio Neves, aparenta ser a gota de vinagre que faltava na campanha do PSDB ao Planalto. Foi descoberta pela Polícia Civil do Distrito Federal, na Operação São Cristóvam, uma roubalheira de mais de R$ 20 milhões dos cofres públicos, aparentemente liderada por Andrade, que participava dos esforços para a condução de Neves ao Planalto, ainda que discretamente. A Polícia Federal, que participa das investigações, ainda não calculou em que medida ocorria esta participação, mas já havia um “racha no PSDB sobre a estratégia de campanha”, segundo o cientista político Antonio Lassance, em artigo publicado na véspera.
Aécio acha que deve continuar atacando Marina. Menos do que fará contra Dilma, mas, ainda assim, está convicto de que precisa criticar Marina – por uma razão óbvia e ululante: ela é sua principal adversária quanto ao objetivo de ir para um segundo turno. FHC e o tucanato paulista insistem na mesma tecla que vêm batendo desde a morte de Eduardo Campos: preservar Marina para facilitar a aproximação com o PSDB. O problema foi que, na semana seguinte à morte de Campos, quando Marina foi proclamada candidata pelo PSB, o candidato tucano seguiu exatamente a recomendação de FHC, de José Serra e “tutti quanti“: fingiu que Marina não existia e continuou mirando apenas em Dilma”, afirma Lassance.
Ainda segundo o cientista político, “o resultado foi catastrófico. Aécio começou a ser “cristianizado” (abandonado pelos eleitores e por aliados). O tucano despencou nas intenções de voto e correu o risco de protagonizar a pior campanha do PSDB desde 1989. Arriscou passar pelo vexame de ficar em terceiro até mesmo em Minas Gerais. Em seu ouvido martelaram o avesso do slogan brizolista: ‘quem conhece o Aécio não vota no Aécio’. A reação veio em seguida. Aécio percebeu que, se não batesse em Marina, não se recuperaria. Deu certo”.
“Da experiência, aprendeu que, não só para FHC, como para toda a ala majoritária do PSDB – a paulista -, ele, Aécio, não passa de um detalhe, um pouco maior ou um pouco menor. Para o PSDB paulista, quanto mais dócil ele estiver, mais tranquila será a negociação com Marina. Quanto menor Aécio estiver em um primeiro turno, menos peso ele terá na barganha do segundo turno. Maior importância terá a pauliceia desvairada. Quanto menor ele ficar em 2014, mais remota será sua chance de rivalizar com Alckmin em 2018, na escolha do candidato preferencial do PSDB. Enfim, o que o atual candidato tucano percebe é que, para quem manda no PSDB, quanto menos Aécio, melhor”, acrescentou.
“Tomando duas referências históricas do PMDB que o candidato bem conhece, veremos se Aécio tem mais vocação para o Tancredo de 1984, que uniu o partido em torno de seu nome,
ou para o Ulisses de 1989, abandonado pelos próprios correligionários em pleno primeiro turno”, propõe Lassance.
Última gota
Estabelecido o caldeirão de ácido em que se debate a campanha tucana, a última gota caiu na noite passada, com o depoimento do ex-senador Clésio Andrade ao Ministério Público em Minas Gerais (MP/MG) sobre seu envolvimento no esquema de desvio de recursos do Sistema Social do Transporte (Sest) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat). Havia um mandato de condução coercitiva de Clésio, que é ex-presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), mas ele não estava sendo encontrado para ser levado à delegacia. O delegado adjunto da Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado (Deco), Luís Fernando Cocito de Araújo, disse que o teor do depoimento do ex-senador será conhecido pelos investigadores, na Capital Federal, na semana que vem. A reportagem do Correio do Brasil tentou contato com a assessoria do MP/MG, neste sábado, mas não obteve o retorno das ligações.
– Existe uma clara divisão de tarefas e, ao que tudo indica, comandada por um ex-senador da República – afirmou o o delegado Luís Fernando Araújo, em coletiva de imprensa, referindo-se a Clésio Andrade.
Segundo o delegado, com o depoimento de Clésio Andrade fica faltando apenas um mandado de condução coercitiva para ser cumprido, sobre uma pessoa em Brasília. Não há nenhuma outra medida contra Andrade até o momento.
– Não existe nenhuma outra cautelar, a não ser essa de condução coercitiva. O que foi feito é uma solicitação de indisponibilidade de bens, que não foi apreciada ainda pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Aguardamos ainda a decisão sobre a medida para que esses bens não desapareçam – disse a autoridade policial.
Segundo a polícia, o desvio de dinheiro ocorreu por meio de pagamentos elevados de gratificações a integrantes da diretoria e de contratações fraudulentas de serviços de autônomos. Parte desses recursos podem ter seguido para campanhas eleitorais, segundo policiais que investigam o caso. A Controladoria-Geral da União (CGU) constatou que os rendimentos e patrimônios das integrantes da diretoria do Sest/Senat são incompatíveis com os salários pagos. A justificativa apresentada pela direção da CNT é que o elevado valor recebido anualmente pelas diretoras deve-se ao pagamento de gratificações. A outra forma de desvio são serviços de fachada, contratados por valores superfaturados a pessoas com ligações na diretoria. Em muitos casos, os serviços sequer foram prestados.
Na operação, a polícia cumpriu 21 mandados de busca e apreensão, em Brasília e Minas Gerais. Inicialmente, foi presa Maria Pantoja, diretora executiva do Sest/Senat entre 1995 e 2013, que hoje trabalha em outra instituição vinculada à CNT. Também foram detidas Ilmara Chaves, coordenadora de Administração; Anamary Socha, assessora especial da Diretoria Executiva; e Jardel Soares, coordenadora de Contabilidade. Conforme a Polícia Civil do Distrito Federal, entre 25 e 30 pessoas podem estar envolvidas no esquema. Na operação, foram apreendidos 16 veículos, entre eles alguns carros de luxo, e dois cofres.
O fato de Andrade ser um político influente no Estado de Aécio Neves, ainda que nas sombras, desde o seu envolvimento com o conhecido ‘mensalão tucano’ e a renúncia ao mandato no dia 15 de Julho último, leva o eleitor a desconfiar do discurso moralista tucano e, como lembrou o professor Antonio Lassance: “Quem diria? Depois de ter acusado a candidata Luciana Genro (PSOL) de ser ‘linha auxiliar’ do PT (‘uma ova’, respondeu Genro, na lata), quem ficou a meio caminho de se tornar linha auxiliar de alguém é o próprio Aécio”.