quinta-feira, 2 de outubro de 2014

A máquina de propaganda do PT, como dizem na tentativa de menosprezar o Partido dos Trabalhadores, é a melhoria da condição de vida do povo brasileiro, é a luta por saúde, educação e segurança dignas. Colocar o povo brasileiro como protagonista da História do Brasil é uma luta dura, porque, nossos inimigos são muitos e poderosos e detestam nos ver fora da Senzala a não ser que estejamos limpando suas sujeiras na Casa Grande.

Notícia de última hora, a presidenta se reelege com 51% dos votos válidos no primeiro turno. A mídia familiar se desespera.

A História se repete como Tragédia. Por Jussara Seixas. Prestem bem atenção, porque, a verdade está em cada parágrafo deste texto.

 

 

O que aconteceu com a classe média brasileira?  Esquecimento?  Gosta de sofrer?

Elegeram Collor apesar de serem avisados  do risco. Deu no que deu, fez um péssimo governo, sofreu o impeachment.  A equipe econômica, com Zélia Cardoso e André Lara Rezende, confiscou a poupança. Foi um horror, pessoas suicidaram-se por desespero. O mesmo  Lara Rezende que vai fazer parte da equipe econômica da Marina Silva.

Elegeram FHC, foi um terror  para o país e para o povo brasileiro. Privatizações escusas, arrocho salarial, desemprego recorde, FMI mandando e desmandando na nossa economia, 54 milhões de pessoas vivendo na miséria. Juros estratosféricos, o país quebrou três vezes, dívida imensa externa e interna. Comprou votos no Congresso para a reeleição. Tentou privatizar a Petrobras, o BB, a Caixa Federal. O povo não tinha crédito, tinha que  recorrer a agiotas com juros de 20% ao mês se necessitasse de dinheiro. O povo comeu o pão que o diabo amassou.

Agora  querem eleger Marina Silva. Ligada diretamente com banqueiros,  que querem cada vez mais lucro, o povo vai ser massacrado.  O desemprego será imenso, o crédito  pessoal vai sumir  e os juros serão insuportáveis. Os banqueiros vão ditar as regras para economia. Ela vai entregar o pré-sal  aos EUA, vai privatizar a Petrobras com ajuda do PSDB/DEM. Essa é nova política?

Os homossexuais não terão direitos no governo Marina Silva, o fundamentalismo evangélico vai ditar o comportamento da população. Vai ter censura de programas, de filmes, livros, revistas e até de vestimentas, que serão julgadas adequadas ou não. O Brasil deixará de ser um estado laico, as religiões africanas serão dizimadas. Marina Silva e seus  bispos mentores são fundamentalistas da Assembleia de Deus!

Os programas sociais  de Lula e Dilma vão acabar, o país vai viver um caos. As obras  de infraestrutura do PAC serão suspensas, causando um grande prejuízo  para o país e para o povo.

O agronegócio e a pecuária  não vão  ser muito prejudicados  porque toda a produção será voltada para a exportação, mas vão faltar alimentos, carne e leite, que terão preços estratosféricos.  O  desemprego será novamente imenso. Marina Silva vai  cortar os incentivos para os pequenos produtores agrícolas.  Não vai ter mais  Mercosul, Unasul ou BRICS, ela vai se unir  com o  EUA, com  a  ALCA, e vai  ter a volta do FMI.

E novamente, como ocorreu com Collor, o povo vai às ruas pedir o impeachment. É isso que desejam para o país, para o povo, para seus filhos?  Vai ser um grande  pesadelo se, por uma imensa desgraça, ela se eleger!

Jussara Seixas

Globo não mostra o DARF e se complica com vídeo do Garotinho. No jornal Correio do Brasil.

Globo não mostra o DARF e se complica com vídeo do Garotinho

20/9/2014 18:26
Por Redação - do Rio de Janeiro

Manifestantes projetaram palavras como "Sonega", "Mente" e "Manipula" sob o logotipo da Rede Globo, em São Paulo
Manifestantes projetaram palavras como “Sonega”, “Mente” e “Manipula” sob o logotipo da Rede Globo, em São Paulo
As Organizações Globo, depois de admitir publicamente que apoiaram a ditadura militar, estão de volta ao centro dos acontecimentos políticos do país nas denúncias sobre uma sonegação bilionária de impostos. O assunto veio à tona há mais de um ano, na denúncia do blogueiro Miguel do Rosário, autor d’O Cafezinho. Agora, porém, volta reforçado por vídeo, que se transformou em ‘viral’ nas redes sociais, no qual o candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro pela legenda do PR, Anthony Garotinho, responde às perguntas de uma apresentadora do jornal televisivo RJTV, da emissora.
Segundo Miguel do Rosário, “toda vez que a Globo fala sobre a sua própria sonegação, acaba se enrolando mais. É o que acaba de acontecer. A essa altura, todo mundo já viu o vídeo no qual Garotinho menciona a sonegação da Globo. A empresa ficou numa guerrinha contra as redes sociais, mandando retirar, a galera postando de novo, até que as redes ganharam, claro”.
Assista ao vídeo:
Na matéria sobre a entrevista de Garotinho, segundo Rosário, “a Globo quase esquece de falar sobre o candidato. Disfarçada de reportagem eleitoral, a Globo publica, talvez pela primeira vez, informações sobre o processo de sonegação de que é acusada. E dá um link para o que – achávamos em nossa ingenuidade – seria o famigerado Darf. Nada disso. O link nos leva ao seguinte documento do Ministério da Fazenda”:
Este documento não é o DARF
Este documento não é o DARF (clique para ampliar)
Leia, a seguir, a íntegra do artigo:
Observe duas mudanças, provocadas pela denúncia das redes sociais. Antes o processo constava apenas no meio “físico” (ou seja, não havia sido digitalizado). E não estava arquivado. Agora ele foi digitalizado e foi arquivado, após movimentação ocorrida em dezembro de 2013.
Entretanto, como o processo foi roubado e depois reconstituído com ajuda da Globo, gostaríamos de saber se o processo digitalizado da Receita é o mesmo que foi vazado na internet. A própria Globo explica que o processo foi arquivado porque ela aderiu ao Refis, o programa de refinanciamento de dívidas tributárias criado por Fernando Henrique Cardoso, em 2000.
O Refis é uma espécie de trem da alegria para sonegadores. Todas as dívidas são unidas numa só, e o processo de sonegação fiscal é extinto. Mas tem um porém. Ou melhor, dois poréns.
1) O processo de sonegação fiscal apenas pode ser extinto se a empresa aderiu ao Refis antes da ocorrência de denúncia criminal.
2) Conforme a Constituição, o crime de evasão de divisas não se beneficia do Refis.
* Na matéria publicada nesta sexta-feira, a Globo fornece um cronograma da sonegação.
Reproduzo o trecho do comunicado da Globo:
“Como é de conhecimento público, a Globo Comunicação e Participações adquiriu os direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002. Em 16/10/2006, a emissora foi autuada pela Receita Federal, que entendeu que o negócio se deu de maneira a reduzir a carga tributária da aquisição. Em 29/11/06, a empresa apresentou sua defesa junto às autoridades, fundada em sua convicção de que não cometeu qualquer irregularidade, tendo apenas escolhido uma forma menos onerosa e mais adequada no momento para realizar o negócio, como é facultado pela legislação brasileira a qualquer contribuinte. No dia 21/12/06, a defesa da Globo foi rejeitada pelas autoridades e em 11/10/07, a empresa foi intimada da decisão desfavorável, apresentando recurso em 09/11/07. No dia 24/11/09, a Globo tomou a decisão de aderir ao Refis (Programa de Recuperação Fiscal) e realizar o pagamento do tributo nas condições oferecidas a todos os contribuintes pelo Fisco. O pagamento foi realizado no dia 26/11/09, tendo a empresa peticionado às autoridades informando sua desistência do recurso apresentado (o que ocorreu em 04/02/10).”
Ora, se a Globo aderiu ao Refis apenas ao final de 2009, isso suscita outras perguntas:
• O roubo do processo no último dia do ano de 2006 não constitui um fato criminal, cujo motivo não foi justamente impedir que houvesse uma denúncia antes da Globo se acertar com a Receita?
• O silêncio conivente da imprensa, nesta sexta-feira e sábado, não revela a existência de um acordo tácito e mafioso entre as mídias, para proteção mútua?
• Por que o Ministério Público não registrou denúncia criminal contra a sonegação da Globo, antes desta aderir ao Refis em 2009?
• Há algum parecer sobre os crimes de evasão de divisas porventura praticados pela Globo?
Reproduzo abaixo um roteiro publicado em julho do ano passado pelo Fernando Brito, no Tijolaço:

A mecânica de
um crime perfeito

A nota divulgada pela Rede Globo dá os elementos necessários para que se examine o porquê de a funcionária Cristina Maris Meirick Ribeiro ter “providenciado” o sumiço do processo de sonegação fiscal. Fatos e datas, para ajudar nossas inocentes autoridades a construir o “modus faciendi” de um escândalo fiscal.
1- A Globo é autuada em 16 de outubro de 2006 por sonegação de impostos devidos pela compra dos direitos de transmissão da Copa de 2002. Total da autuação: R$ 615 milhões.
2- No dia 7 de novembro, José Américo Buentes, advogado da Globo, passa recibo de que recebeu cópia da autuação.
3 – No dia 29 deste mesmo mês, a Globo apresentou uma alentada defesa, de 53 páginas, pedindo a nulidade da autuação.
4- No dia 21/12/06, a defesa da Globo foi rejeitada pelos auditores.
5- No dia 29/12/2006, o processo é remetido da Delegacia de Julgamento I, onde havia sido examinado, para o setor de Sistematização da Informação, de onde são expedidas as notificações. Uma sexta-feira, anote.
6- Sábado, 30; Domingo, 31; Segunda, 1° de janeiro, feriado. Dia 2, primeiro dia útil depois da remessa do processo ao setor, a servidora Cristina Maris Meirick Ribeiro, que estava de férias, vai à repartição, pega o processo, enfia numa sacola e o leva embora.
7- Até o simpático Inspetor Clouseau concluiria, portanto, que ela foi mandada lá com este fim. Estava só esperando chegar lá o processo. Chegou, sumiu.
8- Não é preciso ser um gênio para saber a quem interessava que o processo sumisse antes da notificação, para que não se abrisse o prazo de decadência do direito de recorrer e conservar a regularidade fiscal.
9- A Globo diz que foi informada, “para sua grande surpresa”, do extravio do processo “alguns dias depois da sessão de julgamento”. Como? Por quem? A globo já tinha conhecimento da decisão? Se tinha, o prazo recursal já estava aberto.
São essas as humildes contribuições deste blogueiro ao Ministério Público Federal, que deixou passar essa sequência de acontecimentos debaixo do seu nariz e, em lugar de iniciar um procedimento investigatório, se diz consternado com uma suposta violação do “sigilo fiscal”.
Uma tramoia destas envolvendo o Fisco e uma montanha de dinheiro que deveria estar nos cofres públicos é coisa desimportante.
Paraíso fiscal
E, agora, publico um dos documentos que vazaram semanas atrás, e que integra o processo da sonegação da Globo. Trata-se de uma autorização do Banco Central para que a Globo expedisse ao exterior a módica quantia de US$ 221 milhões.
Íntegra do documento:


Aparentemente, tudo na mais perfeita ordem. A Globo pediu e recebeu autorização para enviar ao exterior uma determinada quantia, com fins de “investimento no exterior”, para a Globinter Investment, sediada num paraíso fiscal do Caribe.
Só que não.
A Receita concluiu, e isso está bem claro no processo, que a Globo enganou o Estado brasileiro. O objetivo não era “investimento no exterior” e sim a aquisição dos direitos de transmissão da Copa de 2002, sem o pagamento dos impostos.
A Globo sentiu-se obrigada a aderir ao Refis para não perder o certificado de nada consta da Receita, condição para receber recursos públicos, mas ao fazê-lo caiu numa armadilha.
Quem adere ao Refis assina um termo admitindo que sonegou e, portanto, desistindo de qualquer recurso. A própria Globo agora admite que, em 04/02/2010, desistiu de recorrer.
Se sonegou, então admite que prestou informação incorreta às autoridades monetárias sobre o uso que daria às centenas de milhões enviados a paraísos fiscais, para a conta de suas empresas laranjas no exterior.
Isso é crime de evasão de divisas.
E crime de evasão de divisas não é contemplado pelo Refis.
Ainda tem muita coisa mal explicada neste processo da Globo.
Espera-se que o inquérito aberto na Polícia Federal do Rio de Janeiro, de número 926/2013, possa esclarecer à sociedade.

Processo contra Clésio Andrade corrói a campanha de Aécio Neves. No jornal Correio do Brasil.

Processo contra Clésio Andrade corrói a campanha de Aécio Neves

20/9/2014 15:42
Por Redação - de Brasília

Aécio Neves, Antonio Anastasia e Clésio Andrade, em solenidade na sede do governo mineiro
Aécio Neves, Antonio Anastasia e Clésio Andrade, em solenidade na sede do governo mineiro
O depoimento do ex-senador Clésio Andrade, outrora poderoso vice-governador de Minas Gerais, na gestão do tucano candidato à Presidência da República, Aécio Neves, aparenta ser a gota de vinagre que faltava na campanha do PSDB ao Planalto. Foi descoberta pela Polícia Civil do Distrito Federal, na Operação São Cristóvam, uma roubalheira de mais de R$ 20 milhões dos cofres públicos, aparentemente liderada por Andrade, que participava dos esforços para a condução de Neves ao Planalto, ainda que discretamente. A Polícia Federal, que participa das investigações, ainda não calculou em que medida ocorria esta participação, mas já havia um “racha no PSDB sobre a estratégia de campanha”, segundo o cientista político Antonio Lassance, em artigo publicado na véspera.
Aécio acha que deve continuar atacando Marina. Menos do que fará contra Dilma, mas, ainda assim, está convicto de que precisa criticar Marina – por uma razão óbvia e ululante: ela é sua principal adversária quanto ao objetivo de ir para um segundo turno. FHC e o tucanato paulista insistem na mesma tecla que vêm batendo desde a morte de Eduardo Campos: preservar Marina para facilitar a aproximação com o PSDB. O problema foi que, na semana seguinte à morte de Campos, quando Marina foi proclamada candidata pelo PSB, o candidato tucano seguiu exatamente a recomendação de FHC, de José Serra e “tutti quanti“: fingiu que Marina não existia e continuou mirando apenas em Dilma”, afirma Lassance.
Ainda segundo o cientista político, “o resultado foi catastrófico. Aécio começou a ser “cristianizado” (abandonado pelos eleitores e por aliados). O tucano despencou nas intenções de voto e correu o risco de protagonizar a pior campanha do PSDB desde 1989. Arriscou passar pelo vexame de ficar em terceiro até mesmo em Minas Gerais. Em seu ouvido martelaram o avesso do slogan brizolista: ‘quem conhece o Aécio não vota no Aécio’. A reação veio em seguida. Aécio percebeu que, se não batesse em Marina, não se recuperaria. Deu certo”.
“Da experiência, aprendeu que, não só para FHC, como para toda a ala majoritária do PSDB – a paulista -, ele, Aécio, não passa de um detalhe, um pouco maior ou um pouco menor. Para o PSDB paulista, quanto mais dócil ele estiver, mais tranquila será a negociação com Marina. Quanto menor Aécio estiver em um primeiro turno, menos peso ele terá na barganha do segundo turno. Maior importância terá a pauliceia desvairada. Quanto menor ele ficar em 2014, mais remota será sua chance de rivalizar com Alckmin em 2018, na escolha do candidato preferencial do PSDB. Enfim, o que o atual candidato tucano percebe é que, para quem manda no PSDB, quanto menos Aécio, melhor”, acrescentou.
“Tomando duas referências históricas do PMDB que o candidato bem conhece, veremos se Aécio tem mais vocação para o Tancredo de 1984, que uniu o partido em torno de seu nome,
ou para o Ulisses de 1989, abandonado pelos próprios correligionários em pleno primeiro turno”, propõe Lassance.
Última gota
Estabelecido o caldeirão de ácido em que se debate a campanha tucana, a última gota caiu na noite passada, com o depoimento do ex-senador Clésio Andrade ao Ministério Público em Minas Gerais (MP/MG) sobre seu envolvimento no esquema de desvio de recursos do Sistema Social do Transporte (Sest) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat). Havia um mandato de condução coercitiva de Clésio, que é ex-presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), mas ele não estava sendo encontrado para ser levado à delegacia. O delegado adjunto da Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado (Deco), Luís Fernando Cocito de Araújo, disse que o teor do depoimento do ex-senador será conhecido pelos investigadores, na Capital Federal, na semana que vem. A reportagem do Correio do Brasil tentou contato com a assessoria do MP/MG, neste sábado, mas não obteve o retorno das ligações.
– Existe uma clara divisão de tarefas e, ao que tudo indica, comandada por um ex-senador da República – afirmou o o delegado Luís Fernando Araújo, em coletiva de imprensa, referindo-se a Clésio Andrade.
Segundo o delegado, com o depoimento de Clésio Andrade fica faltando apenas um mandado de condução coercitiva para ser cumprido, sobre uma pessoa em Brasília. Não há nenhuma outra medida contra Andrade até o momento.
– Não existe nenhuma outra cautelar, a não ser essa de condução coercitiva. O que foi feito é uma solicitação de indisponibilidade de bens, que não foi apreciada ainda pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Aguardamos ainda a decisão sobre a medida para que esses bens não desapareçam – disse a autoridade policial.
Segundo a polícia, o desvio de dinheiro ocorreu por meio de pagamentos elevados de gratificações a integrantes da diretoria e de contratações fraudulentas de serviços de autônomos. Parte desses recursos podem ter seguido para campanhas eleitorais, segundo policiais que investigam o caso. A Controladoria-Geral da União (CGU) constatou que os rendimentos e patrimônios das integrantes da diretoria do Sest/Senat são incompatíveis com os salários pagos. A justificativa apresentada pela direção da CNT é que o elevado valor recebido anualmente pelas diretoras deve-se ao pagamento de gratificações. A outra forma de desvio são serviços de fachada, contratados por valores superfaturados a pessoas com ligações na diretoria. Em muitos casos, os serviços sequer foram prestados.
Na operação, a polícia cumpriu 21 mandados de busca e apreensão, em Brasília e Minas Gerais. Inicialmente, foi presa Maria Pantoja, diretora executiva do Sest/Senat entre 1995 e 2013, que hoje trabalha em outra instituição vinculada à CNT. Também foram detidas Ilmara Chaves, coordenadora de Administração; Anamary Socha, assessora especial da Diretoria Executiva; e Jardel Soares, coordenadora de Contabilidade. Conforme a Polícia Civil do Distrito Federal, entre 25 e 30 pessoas podem estar envolvidas no esquema. Na operação, foram apreendidos 16 veículos, entre eles alguns carros de luxo, e dois cofres.
O fato de Andrade ser um político influente no Estado de Aécio Neves, ainda que nas sombras, desde o seu envolvimento com o conhecido ‘mensalão tucano’ e a renúncia ao mandato no dia 15 de Julho último, leva o eleitor a desconfiar do discurso moralista tucano e, como lembrou o professor Antonio Lassance: “Quem diria? Depois de ter acusado a candidata Luciana Genro (PSOL) de ser ‘linha auxiliar’ do PT (‘uma ova’, respondeu Genro, na lata), quem ficou a meio caminho de se tornar linha auxiliar de alguém é o próprio Aécio”.