quarta-feira, 16 de abril de 2014

Aécio Neves disse Eduardo campos também disse, Marina falou, o jornal Estadão publicou, O Globo repercutiu, A Folha de São Paulo concordou, deu no 'Jornal Nacional' que embaralhou e repassou. Dilma falou, parlamentares do PT disseram, Lula demonstrou e ninguém da imprensa quis saber e escondeu. Assim caminha o Brasil da mídia partidária que não tem voto, mas prepara mais um dos muitos Golpes de Estado nutridos em suas fétidas entranhas. Urge o contra-ataque com toda força possível.

O Globo, UOL e Folha omitem pesquisa Vox Populi, não sabem de nada a respeito. No momento estão tentando renunciar o deputado André Vargas do PT, porque, ele levantou o punho para Joaquim Barbosa. É triste!

Pesquisa Vox Populi / CartaCapital. Em cenário estável, Dilma segue favorita para vencer no 1º turno.

Política

Pesquisa Vox Populi / CartaCapital

Em cenário estável, Dilma segue favorita para vencer no 1º turno

Em meio aos embates pela CPI da Petrobras e o mau humor da economia, a presidenta mantém vantagem; os opositores somam 14 pontos a menos que a petista
por Redação — publicado 16/04/2014 18:00, última modificação 16/04/2014 18:17
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Pesquisa Vox Populi / CartaCapital realizada entre os dias 6 e 8 de abril revela um cenário estável para a Dilma Rousseff (PT) a cerca de três meses do início da campanha eleitoral. A presidenta oscilou um ponto negativo em relação ao último levantamento, em fevereiro, e aparece como a candidata favorita de 40% dos eleitores. Juntos, os adversários somam 26% das intenções de voto. O cenário para a sucessão, portanto, praticamente não se alterou nos dois últimos meses, apesar do mau humor com a economia e da crise na Petrobras, alvo de embates por uma CPI no Congresso.
Em segundo lugar na pesquisa, o tucano Aécio Neves também oscilou um ponto para baixo. Em fevereiro, era lembrado por 17% dos eleitores. Hoje aparece com 16%. Eduardo Campos (PSB), que durante a semana anunciou a ex-senadora Marina Silva como a pré-candidata a vice em sua chapa, soma 8% (tinha 6% há dois meses). O Pastor Everaldo Pereira, pré-candidato do PSC, tem 2%.
Os pré-candidatos Levy Fidelix (PRTB), Randolfe Rodrigues (PSOL), Eymael (PSDC) e Mauro Iasi (PCB) não pontuaram. Votos brancos ou nulos somam 15%. O número de eleitores que não sabem em quem votar ou que não responderam a pesquisa é de 18%.
Nesta quinta-feira 17 serão divulgados todos os detalhes da pesquisa CartaCapital/Vox Populi.
Para a pesquisa, o instituto ouviu 2.200 eleitores em 161 municípios. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais. Os detalhes da pesquisa podem ser conferidos na edição impressa de CartaCapital, nas bancas a partir da quinta-feira 17.

Vox Populi: Dilma venceria no 1º turno, com 40%. Aécio Neves e Eduardo Campos continuam empacados.

Brasil 247 – Levantamento realizado pelo Instituto Vox Populi e divulgado pela revista CartaCapital na tarde desta quarta-feira 16 aponta um cenário estável para a presidente Dilma Rousseff na disputa pelo Palácio do Planalto. A candidata do PT aparece com 40% dos votos e os adversários não avançaram: Aécio Neves, do PSDB, registrou 16% e Eduardo Campos, do PSB, 8%.
Dilma oscilou apenas um ponto percentual negativo em relação à última pesquisa do Vox Populi, divulgada em fevereiro, e mantém, portanto, a expectativa de vitória no primeiro turno das eleições. Juntos, seus opositores têm 14 pontos a menos do que a presidente, a menos de três meses do início da campanha. A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 8 de abril.

‘Rumores sobre uma parcial recuperação da popularidade da presidente Dilma Rousseff em pesquisa eleitoral, que deverá ser divulgada hoje, provocaram tensão nos mercados financeiros ontem’. A vida de um repórter no panfleto Correio Braziliense é dura, são tantas ilações a fazer para ganhar o pão de cada dia, mas eu entendo que sobreviver é preciso. Coitado!

CONJUNTURA 

Risco Dilma derruba bolsa e eleva dólar  
Boato de que pesquisa trará recuperação da popularidade da presidente Dilma, reforçando sua candidatura à reeleição, tensiona mercados de ações e de câmbio


DECO BANCILLON



Bolsa de Nova York sobe, apesar da desaceleração da economia chinesa (AFP - 11/4/14)
Bolsa de Nova York sobe, apesar da desaceleração da economia chinesa


Enquanto o índice que acompanha as principais ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) caiu 2,21%, o dólar foi em direção contrária e encerrou o dia em alta de 1,07% sobre o real, cotado a R$ 2,239 na venda. Para analistas, a tensão nos pregões tende a aumentar à medida que surgirem sinais de vantagem da presidente Dilma contra seus principais adversários políticos na corrida eleitoral deste ano.

Em conversas com investidores estrangeiros, o economista-chefe de um grande banco brasileiro, que pediu anonimato, disse ter ouvido preocupações quanto ao resultado do pleito de outubro. “A discussão lá fora é eleição”, ele disse. “Hoje, é o único foco sobre Brasil”, emendou. O mercado especula que nova pesquisa eleitoral do instituto Vox Populi mostre leve recuperação da popularidade da presidente.

Ainda que o estudo não confirme a vantagem da provável candidata do PT na campanha pela reeleição, explica o economista, o rumor sobre a publicação já é suficiente para causar tensão nos mercados. “O investidor de curto prazo opera justamente essas informações eleitorais, independentemente do resultado das urnas”, justificou. Mesmo para o investidor que não mira ganhos imediatos, disse, o cenário político contribui para a definição de estratégia de longo prazo.

Além da campanha eleitoral, o mercado também reagiu mal a dados que sinalizam a desaceleração na China. Os papéis da mineradora Vale despencaram 4,62% no pregão de ontem, refletindo o temor de que as vendas de minério de ferro encolham no futuro.

Mesmo empresas que não dependem diretamente do país asiático amargaram perdas, como é o caso dos bancos brasileiros, que também tiveram maus resultados. Nove das 73 ações do Ibovespa registraram prejuízos acima de 4% ontem, e apenas cinco das empresas listadas no índice paulista operaram em alta. O resultado foi o pior pregão desde fevereiro.

 Guerra civil

Fora do país, os resultados foram diversos. Os Estados Unidos ignoraram os dados sobre China e reportaram ganhos generalizados. Os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq tiveram altas de 0,55%, 0,68% e 0,30%, respectivamente. Já as ações europeias tiveram mais um dia de baixas, refletindo tanto a desaceleração da economia chinesa quanto as preocupações com as tensões na Ucrânia e na Crimeia.

Segundo um operador, o dia de ontem reforçou uma tese que circula no mercado há meses, a do risco zero. “Funciona assim. Sempre que o investidor teme uma desaceleração mais forte dos emergentes, vende papéis nesses países e compra dólar. Só que isso tem um efeito cascata devastador no mundo.”

O panfleto corrupto Correio Braziliense não sabe de nada. Haja imprensa corrupta! Mensalão do DEM: juiz aceita denúncia contra Arruda e outros 18 acusados. Ele era do mesmo partido de Agripino Maia. Esse é o partido que quer presidir o Brasil.

Mensalão do DEM: juiz aceita denúncia contra Arruda e outros 18 acusados

Na lista dos réus, estão o ex-governador Paulo Octávio e o operador e delator do esquema, Durval Barbosa. MP pede ressarcimento de R$ 739,5 milhões aos cofres públicos


José Cruz/ABr
Acusado de interfir no processo, Arruda, então governador do DF, acabou preso
A 7ª Vara Criminal de Brasília aceitou a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal contra os ex-governadores José Roberto Arruda e Paulo Octávio e outros 17 acusados de participação nos crimes apontados pela Operação Caixa de Pandora. Na lista dos réus do chamado mensalão do DEM, ou mensalão do Arruda, está o operador e delator do esquema, o ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa. O Ministério Público pede o ressarcimento de R$ 739,5 milhões aos cofres públicos. Os réus são acusados de crimes como corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Segundo a denúncia, o esquema de corrupção era abastecido por dinheiro desviado de contratos de informática do governo do Distrito Federal. Vídeos gravados pelo próprio operador e delator do esquema mostravam políticos, como o próprio Arruda, recebendo pacotes de dinheiro levados por Durval. Os advogados do ex-governador pedem à Justiça a suspeição dos procuradores que cuidam do caso.
O processo, que tramitará desmembrado em 17 ações, entra agora na fase de instrução, em que os acusados serão intimados e deverão apresentar defesa prévia. O juiz responsável pelo recebimento da denúncia ainda determinou a quebra do sigilo do processo. “Considerando que alguns dos acusados eram, à época dos fatos, responsáveis pela gestão da coisa pública, não há motivo para que se decrete o sigilo dos presentes autos”, afirmou o magistrado.
Na sexta-feira passada (11), o Tribunal de Justiça recebeu uma ação contra Arruda por tentativa de suborno ao jornalista Edson Sombra. O episódio levou o ex-governador e atual pré-candidato ao governo do DF à prisão por 60 dias.
Desmembramento
Em junho do ano passado, o Superior Tribunal de Justiça decidiu desmembrar e remeter o processo para o Tribunal de Justiça do DF. O caso foi parar no STJ por causa da prerrogativa de foro de um dos investigados, Domingos Lamoglia, conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Ele foi afastado em definitivo do cargo em fevereiro pelo Tribunal de Justiça. Desde 2009, ele recebia salário de R$ 22,5 mil, mesmo estando licenciado do TCDF.
Veja a lista dos acusados que passam a responder como réu no processo do mensalão do Distrito Federal:
José Roberto Arruda;
Paulo Octávio Alves Pereira;
José Geraldo Maciel;
Durval Barbosa;
Fábio Simão;
José Eustáquio de Oliveira;
Márcio Edvandro Rocha Machado;
Renato Araújo Malcotti;
Ricardo Pinheiro Penna;
José Luis da Silva Valente;
Roberto Eduardo Ventura Giffoni;
Omézio Ribeiro Pontes;
Adailton Barreto Rodrigues;
Gibrail Nabih Gebrim;
Rodrigo Diniz Arantes;
Luiz Cláudio Freire de Souza França;
Luiz Paulo Costa Sampaio;
Marcelo Toledo Watson e
Marcelo Carvalho de Oliveira.

ONU afirma que UPP reduziu homicídios no Rio

Favela 247 Site da UPP RJ publicou matéria sobre o Relatório Global sobre Homicídios 2013, lançado mundialmente pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) que destacou a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) como uma ação fundamental para a redução dos números de homicídios em quase 80% no Rio de Janeiro, entre os anos de 2008 e 2012.
A publicação traz também dados que mostram a recepção positiva dos moradores das regiões ocupadas pelas UPPs em relação ao programa e o desejo que ele chegue às comunidades vizinhas: “66% dos entrevistados residentes da Favela Santa Marta e da Cidade de Deus apoiavam o programa em 2009. Em 2010, o número atingiu 93% das pessoas. Entre os entrevistados de comunidades sem UPP, cerca de 70% dos moradores disseram que gostariam que o Estado promovesse a pacificação na vizinhança”, aponta o relatório.

Por UPP RJ
Relatório da ONU aponta que UPP é responsável por redução de homicídio
Estudo diz que inclusão social ajuda combater criminalidade no Estado
​A Organização das Nações Unidas (ONU), apresentou, nesta quinta-feira, 10 de abril, o Relatório Global sobre Homicídios 2013 e citou, entre os resultados, que o Brasil apresentou estabilidade no registro de homicídios dolosos, quando há intenção de matar. De acordo com o documento, o país atuou com maior ênfase no combate à violência e destacou a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) como uma iniciativa determinante para a redução dos índices de homicídio em quase 80% no Rio de Janeiro entre 2008 e 2012. Em novembro de 2013, o estudo contabilizou 34 unidades em operação em 226 comunidades, beneficiando mais de 1,5 milhão de pessoas.
O texto foi lançado mundialmente pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), e apontou que as UPPs foram instaladas nas comunidades para recuperar o controle do Estado. O estudo identificou que as favelas haviam se tornado base de operação para muitos grupos organizados de criminosos, que disputam territórios com facções rivais e fazem das comunidades as partes mais violentas da cidade.
O texto destaca ainda que o número de homicídios e roubos caíram nas comunidades pacificadas, mas verificou-se que, no mesmo período, os registros de abusos sexuais aumentaram em quase 200% após a instalação das UPPs. O estudo, no entanto, aponta que o número aumentou porque os moradores perderam o medo de denunciar. O texto atribuiu a isso "o fato de a população confiar mais na polícia ou devido a facilidade de se registrar o crime".
O relatório registrou ainda que cresceu o número moradores de áreas pacficadas que aprovam a implantação das UPPs. Por exemplo, 66% dos entrevistados residentes da Favela Santa Marta e da Cidade de Deus apoiavam o programa em 2009. Em 2010, o número atingiu 93% das pessoas. Entre os entrevistados de comunidades sem UPP, cerca de 70% dos moradores disseram que gostariam que o Estado promovesse a pacificação na vizinhança.
Por fim, o relatório concluiu que a instalação das UPPs é uma mostra de que a inclusão social e o desenvolvimento da comunidade são as ferramentas para se combater o crime. O texto diz ainda que o "a pacificação facilita ou promove o acesso dos moradores às ações sociais, bem como ajuda a criar oportunidades para desenvolvimento social e econômico das comunidades."
* Com informações da ONU e do Imprensa RJ.

Tapioca com açaí causa indigestão ao jornal Folha de São Paulo

Tapioca com açaí
Chapa de Eduardo Campos com Marina Silva ainda precisa provar-se capaz de harmonizar convicções e objetivos políticos díspares
Pesquisas, como se sabe, não ganham eleições, e nem sempre a lógica serve de guia para a tomada de decisões políticas. Mesmo assim, a aliança entre Eduardo Campos e Marina Silva parece ainda tão improvável e inorgânica como em seus primeiros dias.
No evento que oficializou a chapa do ex-governador de Pernambuco e da líder ambientalista, veio da própria Marina Silva um comentário bem-humorado sobre o exotismo da composição.
Seria "o casamento da tapioca e do açaí", disse a defensora da causa ambientalista, aludindo a pratos típicos do Nordeste e da Amazônia. Não que a mistura não seja nutritiva, e mesmo apetecível a paladares fartos do arroz com feijão lulista, para nada dizer do insosso chuchu até agora oferecido pelos chefes do PSDB.
Um crítico de gastronomia política mais intolerante poderia dizer, contudo, que tapioca e açaí não se harmonizam plenamente. Eduardo Campos procura apoio do empresariado e, para isso, bate na tecla desenvolvimentista. Marina Silva mantém uma mensagem essencial à sua própria identidade política e privilegia estratégias de atividade que preservem o ambiente.
Em tese, as duas visões não são incompatíveis. Falta, sem dúvida, mostrar na prática como isso pode acontecer --e de que modo, por exemplo, poderão compatibilizar-se as teses pós-liberais dos economistas ligados a Marina com as convicções da velha guarda esquerdista congregadas num dos pequenos partidos que apoiam Campos.
No lançamento da candidatura, Campos e Marina defenderam a redução do número de ministérios e criticaram o atual modelo de coalizões que concede a Dilma Rousseff sua instável base de apoio parlamentar. No governo pernambucano, todavia, Campos governou com uma panóplia de 14 partidos (Dilma comanda 11). Contava com 28 secretarias de governo, tendo reduzido seu número para 23 apenas em janeiro deste ano.
No plano estadual, PSB e marinistas divergem. O partido de Eduardo Campos, fiel ao pragmatismo, apoia candidatos do PSDB, do PT e do PMDB, conforme o caso. São outras as preferências dos militantes da antiga Rede, o partido que Marina não conseguiu fundar por não ter atingido o número de assinaturas exigido.
Os problemas nascem daí. Marina tinha um projeto político próprio e uma base eleitoral bem diversa daquela que vagamente se alinha a Campos, até há pouco identificada com o situacionismo petista.
O que não se cria como projeto político coerente tende a ser preenchido pelos marqueteiros. Resta saber se caberá a estes a responsabilidade pelo sucesso da receita.

É uma festa. Essa gente corrupta ainda diz que o Brasil vai melhorar assim que congelarem os salários, aumentarem as tarifas de energia elétrica e desempregar o povão. Haja meritocracia!

Doleiro da Lava Jato recebeu dinheiro de conta secreta do caso Siemens

Raul Srour, preso há 3 semanas pela PF junto com Alberto Youssef, foi destinatário de valores de conta em Luxemburgo
por Fernando Gallo
O doleiro Raul Henrique Srour, preso, assim como Alberto Youssef, na operação Lava Jato, da Polícia Federal, recebeu dinheiro da conta secreta aberta por ex-diretores da Siemens em Luxemburgo. A conta é investigada pela matriz alemã da Siemens. Em depoimento à Polícia Federal em 2013, o vice chefe de compliance da multinacional na Alemanha, Mark Gough, que apura o caso internamente, afirmou suspeitar que a conta tenha sido usada para pagar propina a agentes públicos brasileiros.
Pela conta passaram US$ 7 milhões entre 2001 e 2006. A descoberta da conta resultou na demissão, em outubro de 2011, do ex-presidente da Siemens no Brasil Adilson Primo. Primo era sócio da empresa dona da conta, mas durante 3 anos negou à matriz alemã que soubesse de sua existência. Ele foi demitido quando a Siemens alemã recebeu da polícia de Luxemburgo os documentos que vinculavam Primo à conta.
Gough contou à PF que a conta de Luxemburgo, entre outras transferências, repassou valores para as contas de duas empresas suíças, de nomes Neisse e Limanda. As duas contas eram de propriedade de três doleiros: Antonio Pires de Almeida, Ana Lucia Pires de Almeida e Paulo Pires de Almeida, os dois primeiros já falecidos. A Limanda, relatou Gough, transferiu dinheiro para uma conta da empresa Cristal Financial Services, localizada nas Ilhas Virgens Britânicas. Essa empresa é de propriedade de Raul Srour e de um sócio dele, Richard Andrew van Otterloo.
Doleiro recebeu dinheiro de conta secreta da multinacional alemã. Foto: Reprodução
O vice-chefe da compliance (setor que disciplina padrões internos de conduta) da Siemens entregou às autoridades brasileiras documentos fornecidos pela polícia de Luxemburgo e outros colhidos pela empresa durante as apurações internas.
O Ministério Público estadual já abriu um inquérito para apurar se a conta secreta de Luxemburgo foi utilizada pela Siemens para pagar propina a agentes públicos brasileiros.
Há duas semanas, o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, requereu ao Supremo Tribunal Federal autorização para que o Ministério Público encaminhe a Luxemburgo um pedido de cooperação judicial internacional.
Assim como Alberto Youssef, Srour e Otterloo são velhos conhecidos da polícia e da Justiça brasileiras. Em 2011, eles foram condenados pela Justiça Federal por participação no caso Banestado – evasão de US$ 30 bilhões nos anos 1990.
Os doleiros foram sentenciados por evasão de divisas – movimentaram cerca de US$ 1 bilhão – e por operação de instituição financeira sem autorização.
Eles devem ser intimados pelo Ministério Público e pela Polícia Federal para prestarem depoimento no caso Siemens. Se repetirem a estratégia levada a cabo durante o processo judicial do Banestado, as autoridades podem chegar a conhecer os destinatários finais dos valores que passaram pela conta secreta de Luxemburgo.
No caso Banestado, os dois doleiros foram beneficiados por terem feito delações premiadas com a Justiça. Otterloo prestou mais de 100 depoimentos, nos quais , revelou nomes e transações sob suspeita.
Pela cooperação com a Justiça, ambos tiveram direito a redução da pena. Srour e Otterloo foram condenados a dois anos e seis meses de prisão, punição substituída por duas penas restritivas de direitos – um ano e 9 meses de prestação de serviços comunitários e doação de 50 cestas básicas uma instituição de caridade.
Os acordos de delação premiada feitos por ambos foram os primeiros no âmbito da 6.ª Vara Criminal Federal.

PSDB não sai do STF, já tem três em inquéritos por corrupção generalizada e um especificamente por lavagem de dinheiro.

Os governos mentirosos do PSDB encontram guarida no 'Jornal Nacional' que omite e mente para proteger a quadrilha midiática.

Sabesp já faz rodízio noturno de água revela documento

Em São Paulo
Um documento interno da Prefeitura de São Paulo, distribuído nesta terça-feira (15) a gestores municipais, relata que a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) informou ao Comitê Gestor dos Serviços de Água e Esgoto da capital que já está reduzindo em 75% a pressão da água fornecida na cidade entre meia-noite e 5 horas. A medida, segundo especialistas, indica que o racionamento de água já está em curso na madrugada.
O ofício, ao qual o Estado teve acesso, é assinado pelo secretário municipal de Governo, Francisco Macena, com a data de ontem. Segundo o documento, o comitê gestor que acompanha o contrato de concessão do serviço de saneamento da capital foi informado pela Sabesp de que a pressão da água na rede de distribuição da cidade está sendo reduzida de madrugada de aproximadamente 40 metros de coluna d'água (m.c.a.) para 10 metros de coluna d'água.
O ofício, ao qual o Estado teve acesso, é assinado pelo secretário municipal de Governo, Francisco Macena, com a data de ontem. Segundo o documento, o comitê gestor que acompanha o contrato de concessão do serviço de saneamento da capital foi informado pela Sabesp de que a pressão da água na rede de distribuição da cidade está sendo reduzida de madrugada de aproximadamente 40 metros de coluna d'água (m.c.a.) para 10 metros de coluna d'água.
"Na prática, essa redução deixa a água sem força suficiente para atingir alturas maiores do que 10 metros. Ou seja, acima dessa altura os reservatórios e as regiões mais altas podem apresentar dificuldades no abastecimento. Esse racionamento exige que a gestão pública municipal fique atenta ao impacto gerado na rede para não haver prejuízo dos serviços", diz o ofício. Procurada, a prefeitura informou que não comentaria o teor do documento.

Impacto

O m.c.a. é a unidade que mede a pressão da água na rede a partir dos reservatórios de distribuição. Quanto menor o índice, menor o alcance da água.

CPIs fizeram do Congresso puxadinho do STF

CPIs fizeram do Congresso puxadinho do STF

Josias de Souza

Divulgação
A política é uma sucessão de poses. O político começa a fazer pose defronte do espelho, ao escovar os dentes de manhã. E só para na hora de se enfiar sob os cobertores, à noite. Tome-se o caso do presidente do Congresso. No momento, Renan põe seus melhores ternos, suas mais elegantes gravatas e suas melhores virtudes para demonstrar que não se considera o Calheiros que todos conhecem, mas um reles subordinado das togas do STF.
Renan tem sobre a mesa quatro pedidos de CPI. Duas só do Senado. Duas mistas, incluindo a Câmara. Duas só da Petrobras. Duas mais amplas, misturando a Petrobras com o metrô de São Paulo e o porto pernambucano de Suape, temas que incomodam a oposição. Com poderes para optar por qualquer uma, Renan decidiu não decidir. Pose.
Oposição e governo foram bater na porta do STF. Renan achou ótimo. Pose. Acionada, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado passou o trator sobre a minoria, aprovando a CPI ampliada. Renan aplaudiu. Disse que o melhor é investigar tudo. Pose.
Os líderes partidários informaram que preferem a CPI mista em vez da comissão exclusiva do Senado. Renan assentiu gostosamente. Pose. Na semana passada, ele prometera encerrar a novela na noite desta terça-feira. Pose.
Velho crítico da judicialização da política, Renan agora prega a submissão do Congresso Nacional à deliberação do Supremo Tribunal Federal. “O importante, primeiro, é que nós tenhamos a decisão do Supremo sobre o que é que podemos fazer em relação à criação de comissões parlamentares de inquérito quando há vários requerimentos. A prudência recomenda que nós esperemos”, disse Renan. Pose.
Renan atribui o impasse ao ineditismo do enredo. O Congresso jamais lidara com pedidos similares de CPIs, ele alega. Pose. Antes mesmo da deliberação do STF, Renan aventa a hipótese de o Congresso aprovar um projeto capaz de disciplinar os surtos investigatórios dos congressistas. Pose.
A plateia, em sua densa ingenuidade, talvez não imagine como Renan precisa de poses nesse instante. Articulador de patrióticas nomeações na Petrobras, cada movimento, cada frase, cada olhar de Renan é uma pose. Juntas, elas compõem um quadro plástico.
Todo mundo sabe que o Renan dos últimos dias é uma representação do velho Calheiros de sempre. Mas em vez de transformar cada discurso num comício, os incomodados, Aécio Neves à frente, preferem visitar a ministra Rosa Weber, do STF. Rogam-lhe que obrigue o Parlamento a fazer por pressão o que não é capaz de fazer por obrigação. Poses coletivas.
O Congresso virou um teatro. Se Dante fosse deputado ou senador no Brasil de hoje, estaria dispensado de fazer a Divina Comédia. Bastaria que protocolasse no STF um mandado de segurança. E Dante viraria um escritor por liminar. Em Brasília, a comédia já vem pronta. É 100% feita de poses.

Fernando Rodrigues trinca a imagem de Dilma, mas não trinca a imagem de Aécio Neves e seu partido larápio com deputados acusados por roubo no STF e governadores enlameados no processo. Haja seletividade!

Fernando Rodrigues


A imagem trincada


BRASÍLIA - A presidente da Petrobras, Graça Foster, fez um depoimento sóbrio ontem no Senado. Falou sobre as péssimas transações realizadas pela estatal. Reconheceu que a compra de uma refinaria nos EUA "não foi um bom negócio".
Numa resposta, Graça Foster rebateu um senador de oposição que chamara a Petrobras de "quitanda", uma empresa na qual todos passariam para dar uma beliscada num produto ou outro. A impressão geral foi a de que ali estava uma servidora dedicada ao bom funcionamento da máquina pública. Até aí, tudo bem. Mas não era esse o ponto.
Observado do ângulo eleitoral, o depoimento foi um desastre. As cenas estão gravadas. Voltarão à TV na campanha. Não houve desculpa a respeito da depreciação do valor da Petrobras. Milhares de brasileiros perderam dinheiro ao comprar ações da empresa com o saldo do FGTS.
O aspecto principal desse episódio da Petrobras é o dano causado na imagem de boa gestora da presidente Dilma Rousseff. A petista se enredou sozinha em um labirinto sem saída. Disse que sua decisão sobre o mau negócio com a refinaria nos EUA foi tomada sem ter acesso a todas as informações. Mas por que, então, o diretor responsável pela omissão só foi demitido agora se o erro tão grave foi causado em 2006?
Graça Foster não teve uma resposta satisfatória a essa indagação. Seria algo indizível. Muitos estiveram ou estão na Petrobras por conveniências políticas. Tome-se o caso do ex-presidente da empresa José Eduardo Dutra. Ex-presidente também do PT, ele é hoje diretor corporativo e de serviços. Político afável, é comum vê-lo postando no Twitter comentários políticos ou sobre futebol durante o horário de trabalho.
Dilma se elegeu em 2010 com dez partidos ao seu lado. Essa gente gosta de dinheiro e de cargos. Lula distribuiu cargos a granel. Dilma sabia de tudo. Inclusive do aparelhamento que persiste dentro da Petrobras.
fernando rodrigues Fernando Rodrigues é repórter em Brasília. Na Folha, foi editor de 'Economia' (hoje 'Mercado'), correspondente em Nova York, Washington e Tóquio. Recebeu quatro Prêmios Esso (1997, 2002, 2003 e 2006). Escreve quartas e sábados.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Alguém em sã consciência imagina que uma elite que levou a escravidão às portas do século XX tem escrúpulo em detonar as conquistas sociais do povo brasileiro? A elite brasileira matava, estuprava e cometia barbáries contra pessoas que eram vistas como mercadoria. Essa gente poderosa trouxe da escravidão, das senzalas, para as favelas os negros que lhe serviram por séculos e se viram abandonados como lixo após a sua libertação, jogados a própria sorte. Quem ouve Aécio Neves ao ser recebido na casa de um representante dessa elite rentista de costas para quadros raros e caros dizendo que mesmo impopular vai fazer a coisa certa, ou seja, todas as medidas necessárias para impedir a distribuição da Riqueza Nacional e voltar aos tempos do país para poucos, não deve se assustar, porque, essa luta é centenária e a elite brasileira tentará por todos os meios, inclusive destruir a Copa do Mundo de Futebol, torneio emblemático para nosso povo, para alcançar o poder. Sem sombra de dúvida, choram não terem autorização internacional para um Golpe de Estado nos moldes de 1964.

No blog "FONTE LEGÍTIMA". A Copa que não vai ter e se tivesse seria um fracasso está com ingressos esgotados. Tacanhêde, a moralista acusadora seletiva. Janio de Freitas À espera de tragédias. American Airlines nega assistência e família brasileira dorme no chão de aeroporto americano. Se fosse no Brasil a 'Conspiradora Corrupta' estaria falando que o 'caosaéreo' acabará com a Copa. Haja corrupção!

http://fontelegitima.blogspot.com.br/2014/04/a-copa-que-nao-vai-e-se-tivesse-seria.html
http://fontelegitima.blogspot.com.br/2014/04/tacanhede-moralista-acusadora-seletiva.html
http://fontelegitima.blogspot.com.br/2014/04/janio-de-freitas-espera-de-tragedias.html
http://fontelegitima.blogspot.com.br/2014/04/american-airlines-nega-assistencia-e.html

A Globo vai aonde Aécio Neves vai. Recomendo cuidado para não filmar certas coisas.

Essa turma precisa ter mais cuidado ao ir ao STF, seus nomes estão lá como réus. Recomendo um habeas corpus preventivo.


Pensão Vitalícia

A Bolsa-ditadura do senador José Agripino Maia

Atual presidente do DEM recebe pensão desde 1986; de lá para cá, montante chega a mais de R$ 5 milhões
por Helena Sthephanowitz publicado 01/04/2014 16:12, última modificação 01/04/2014 16:44
Moreira Mariz/Senado
agripino_moreiramariz_senad.jpg
Agripino, paladino da ética, se vê às voltas com uma pensão criada durante um regime ilegal
O cidadão brasileiro comum trabalha durante 35 anos, pelo menos, e contribui todo os meses para a Previdência Social a fim de garantir uma aposentadoria de, no máximo, R$ 3,2 mil. Enquanto isso, alguns políticos trabalham menos tempo e, sem contribuição previdenciária, recebem pensão vitalícia. Essas aposentadorias, equivalentes ao salário de um desembargador, custam milhões por ano aos cofres públicos.
Esse é o caso de Lavoisier Maia Sobrinho, que, ao tomar posse como governador do Rio Grande do Norte, em 1979, nomeou o sobrinho, José Agripino Maia, como prefeito de Natal, capital potiguar. Agripino, hoje, é senador pelo DEM e presidente do partido.
O tio abandonou a vida política, mas os dois são beneficiários de pensões vitalícias pagas pelo estado, como ex-governadores. Isso, com base na Constituição Estadual de 1974, editada no período da ditadura e revogada.
A notícia foi divulgada sexta-feira (28) na página do Ministério Público do Rio Grande do Norte, na internet. Em março de 2011, a Promotoria de Justiça e Defesa do Patrimônio Público de Natal instaurou o inquérito civil nº 012/11 para averiguar a legalidade e compatibilidade – com a Constituição de 1988 – de aposentadorias e pensões especiais recebidas por ex-governadores e dependentes. No último dia 24, o MP-RN impetrou ação civil pública para obrigar o governo estadual a sustar o pagamento de pensão vitalícia.
O senador Agripino Maia e Lavoisier Maia Sobrinho recebem, cada um, R$ 11 mil de aposentadoria por terem sido governadores por apenas quatro anos na época da ditadura. José Agripino foi eleito governador em 1982 pelo voto direto, mas as eleições ainda eram cheias de vícios e fraudes, principalmente onde reinavam as oligarquias. O governo federal ainda era gerido pelo general João Baptista Figueiredo.
O atual presidente do DEM recebe a pensão desde 15 de maio de 1986. Lavoisier Maia recebe o benefício desde 16 de junho de 1986. Ele foi governador de 1979/1983 e deixou a política.
Já Agripino ganha, também, salário no Congresso, assim como todas as regalias inerentes ao cargo de senador – auxílio-moradia, carro oficial, passagens aéreas mensais e verba indenizatória.
O valor total da “bolsa-ditadura” de José Agripino Maia, pago desde que ele se "aposentou" do cargo de  governador, chega a R$ 5,080 milhões com base no provento atual (computando o 13º).
Além de José Agripino Maia e o tio, também recebe a bolsa-ditadura o senador Marco Maciel (DEM/PE), ex-governador do estado de Pernambuco (1979-1982) eleito indiretamente, sem voto popular.
Agora, o ex-prefeito indireto de Natal, Agripino Maia – nomeado pela ditadura  e que agora posa de "ético", "defensor da coisa pública" –  ao lado do candidato à presidência Aécio Neves (PSDB), planejam uma CPI para desgastar o governo. Bem, mas esse é assunto para um outro post...

Marco Aurélio Mello é novo relator do inquérito sobre cartel dos trens

Do Estadão
O processo, que inicialmente estava nas mãos da ministra Rosa Weber, foi redistribuído porque o ministro já tinha decidido sobre o caso
Valmar Hupsel Filho
São Paulo - O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, é o novo relator do inquérito que investiga a formação de cartel e fraudes em licitações no sistema de trens e metrôs de São Paulo. A relatoria do processo, remetido ao STF no último dia 12, inicialmente era de Rosa Weber mas foi redistribuído após a rejeição da ministra. As informações são da Agência Brasil.
A investigação foi remetida ao Supremo porque deputados federais, que possuem prerrogativa de foro, foram citados pelo ex-diretor da Siemens, Everton Rheinheimer, durante a delação premiada feita à Polícia Federal em 14 de outubro e ratificada ao Ministério Público no início de dezembro.
Rheinheimer descreveu "contatos e reunião pessoais", além de "acordos financeiros" com parlamentares. Ele apontou como recebedores de propina o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) e Edson Aparecido (PSDB) - que também é deputado federal, mas está licenciado para exercer o cargo de secretário estadual da Casa Civil do estado de São Paulo.
O ex-diretor da Siemens, falou ainda sobre "políticos envolvidos com a Procint" - consultoria de Arthur Teixeira, apontado pela PF como lobista. Entre os citados estão o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) e os deputados federais licenciados e secretários estaduais de São Paulo, Jurandir Fernandes (Transportes), José Aníbal (PSDB), de Energia, e Rodrigo Garcia (DEM), de Desenvolvimento Social.
Rheinheimer cita ainda que Arthur Teixeira mantinha relação muito próxima com o deputado federal Walter Feldman (PSB) e o deputado estadual Campos Machado (PTB. Todos os citados negam as acusações.
Ao remeter os 15 volumes do inquérito ao STF, que investiga crimes de corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro; a Justiça Federal ressalvou que isso não significa "reconhecimento de que há indícios concretos de práticas criminosas pelas autoridades referidas".
Ao receber o processo, Rosa Weber encaminhou os autos para o presidente do STF, Joaquim Barbosa, afirmando que Marco Aurélio deveria ser o relator porque ele já havia proferido decisão sobre o caso - um pedido de acesso à investigação que foi encaminhado ao ministro. De acordo com Regimento Interno da Corte, ministro fica prevento (prevenido) para os demais processos sobre o mesmo assunto quando analisa o primeiro pedido.

Jornalismo brasileiro: ‘oposição quer CPI só da Petrobras e Aécio Neves ficou confiante ao falar com a ministra Rosa Weber do STF’. Agora imaginem se em plena campanha eleitoral pra lá de adiantada a oposição dissesse, Aécio Neves à frente, que quer uma CPI completa com todas as falcatruas ocorridas no Metrô Paulistano e do Distrito Federal e investimentos do Porto de Suape. Quem aguenta!























Não 'Veja' no 'JN'. Imagine se a Petrobras fosse bem administrada.




Aécio Neves é daquele partido que afundou a empresa. Mas a 'Conspiradora Corrupta' se cala.










A verdade: a escolha pela imprensa brasileira, Globo Participações à frente, de se tornar um partido político de oposição aos governos do PT levou essa instituição a cometer crimes em série perdendo totalmente a pouca credibilidade que possuía. Esse cerco maciço sobre o PT na tentativa desesperada de eleger qualquer um que não seja do Partido dos Trabalhadores revela a luta de classes secular no Brasil onde uma elite subjugou a população aos seus interesses particulares aprisionando a Riqueza Nacional em suas hostes e impedindo o crescimento do povo brasileiro. Hoje com esse instrumento maravilhoso chamado ‘Internet’ que não teve uma simples participação da elite escravagista brasileira parada no tempo incapaz de inovações, nós simples cidadãos diante de computadores cada vez mais acessíveis à população de todas as classes sociais vamos arrebentar com essa mídia cúmplice e associada para o crime. Vem aí!

Para Tacanhêde a militante do PSDB que persegue diuturnamente Dilma, Lula e o PT. Só no Brasil existe um jornalismo (?) tão corrupto. A ‘liberdade de expressão’ é manchada todos os dias na coluna da rainha da ‘massa cheirosa’, mas que na verdade fede.

Pimenta da Veiga declarou dinheiro recebido de Valério só em retificação


Indiciado pela Polícia Federal por suspeita de lavagem de dinheiro, o ex-ministro Pimenta da Veiga, pré-candidato do PSDB ao governo de Minas Gerais, disse nesta segunda-feira (14) que declarou os R$ 300 mil recebidos em 2003 do empresário Marcos Valério de Souza por meio de retificação do Imposto de Renda, um ano após a entrega da declaração anual.
A retificação ocorreu depois que as autoridades já investigavam a contabilidade das agências de publicidade de Valério. Foi quando Pimenta declarou à Receita Federal os valores recebidos, segundo ele, por serviços de advocacia prestados para as agências SMPB e DNA.
"Como não tinha sido feito [a declaração dos valores] na época adequada, foi feito depois, dentro do prazo da Receita, que aceitou perfeitamente, cobrou os impostos e foram pagos", afirmou Pimenta.
Até então, Pimenta dizia que havia declarado os valores ao Imposto de Renda, mas sem esclarecer que fora por meio de uma retificação, já que não tinha prestado a informação na declaração de 2004.
Ele disse ainda que declarou os valores como pessoa física porque seu escritório em Brasília, montado em 2003, demorou mais de um ano para obter o CNPJ.
EMOÇÃO
Pimenta, que participou na tarde desta segunda-feira de palestra para empresários mineiros em Nova Lima (região metropolitana de Belo Horizonte), se emocionou após fazer uma referência indireta à investigação da PF.
A forma que encontrou de tocar no assunto foi quando disse esperar que a presidente Dilma Rousseff não use o "aparelho do Estado para perseguir adversários ou para privilegiar amigos". Fez uma pausa e, quando retomou a palestra, estava com a voz embargada.
Questionado se havia se emocionado por causa do indiciamento pela PF, disse que "a emoção deve ter sido por outras razões".
O caso de Pimenta veio à tona em 2005, quando ficou conhecido o mensalão do PT, motivo pelo qual as contabilidades das agências de Valério, o operador do esquema, foram vasculhadas. Pimenta diz não ter feito contratos para trabalhar para as agências, mas que prestou consultoria em contratos, sem emitir laudos ou pareceres.
O pré-candidato do PSDB –escolhido pelo senador Aécio Neves, pré-candidato ao Planalto– disse que considera a ação da PF um ato "político-eleitoral", já que prestou em 2005 todos os esclarecimentos à CPI e à própria Polícia Federal.

Aécio Neves queria conversar e pediu um 'papo reto' com o povão, depois disse que é impopular e vai fazer a coisa certa, tudo isso sob o manto sagrado da ‘liberdade de expressão’ que a 'Conspiradora Corrupta' rasgou e manchou. Aécio Neves está destrambelhado e virou o 'impopular papo reto'. É triste!

Agência internacional que mede a isenção da imprensa mundial acaba de baixar a nota do portal UOL para 'KKK' que representa sua menor avaliação. Diretores da agência ficaram impressionados com a quantidade de omissões, mentiras, tergiversações e principalmente manipulações das notícias.

O jornal Correio Braziliense é o exemplo da mídia cúmplice. O periódico virou um panfleto contra Dilma, ataca em todas suas páginas a presidenta e omite qualquer notícia sobre o PSDB. Exemplo marcante da omissão do tablóide corrupto é a lavagem de dinheiro feita por Pimenta da Veiga candidato do PSDB para governador de Minas Gerais indicado por Aécio Neves. É vergonhoso!

Ex-ministro chora ao falar de indiciamento pela Polícia Federal

Candidato do PSDB ao governo de Minas, Pimenta da Veiga disse esperar que governo Dilma não use máquina federal para 'perseguir adversários'


ALEX CAPELLA - Agência Estado
BELO HORIZONTE - Em palestra para empresários nesta segunda-feira, 14, em Nova Lima, o pré-candidato do PSDB ao governo mineiro, ex-ministro Pimenta da Veiga, chorou ao citar seu indiciamento pela Polícia Federal. O tucano é suspeito de lavagem de dinheiro por ter recebido, em 2003, R$ 300 mil de uma agência de publicidade do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza.

Em seu discurso, Pimenta da Veiga disse esperar que a presidente Dilma Rousseff não utilize a máquina federal para "perseguir adversários" ou "privilegiar amigos". Neste momento, o tucano fez uma longa pausa no discurso e chorou.
O tucano voltou a classificar a iniciativa da PF como uma "ação política-eleitoral" orquestrada pela oposição. Porém, não quis citar nomes ou antecipar os prováveis responsáveis pela retomada da investigação sobre os depósitos da SMPB, empresa de Valério. "Ainda estou avaliando os responsáveis. Mas essas práticas repugnantes não podem continuar no Brasil, no governo do PT", disse.
O ministro confirmou que declarou os recursos, como pessoa física, na prestação de contas de 2005 e, não na de 2004, o ano seguinte. Em 2005, Pimenta da Veiga apresentou uma declaração retificadora, constando os repasses da SMPB, logo depois da instalação da CPMI dos Correios, quando foi encontrado um contrato de empréstimo de R$ 152 mil contraído pelo ex-ministro no Banco BMG de Belo Horizonte no qual figuravam como avalistas Marcos Valério e a ex-esposa do empresário, Renilda Santiago.
Pimenta afirmou que optou por declarar o montante como pessoa física, apesar de dizer que o pagamento se referia a serviços advocatícios, pois o CNPJ de seu escritório não havia ficado pronto à época. Além disso, o tucano também disse que cumpriu a lei ao declarar o recurso recebido em 2003 no ano de 2005. "A lei permite isso. A declaração foi feita dentro dos prazos da Receita. Os impostos foram pagos", afirmou.
Com a divulgação do indiciamento feito pela PF, no PSDB voltou a crescer o nome do presidente estadual do partido, Marcus Pestana, como alternativa à candidatura de Pimenta da Veiga. "É lamentável que neste momento, de discussão de propostas, atitudes desse tipo apareçam", minimizou o pré-candidato.

Esse salário mínimo valendo 340 dólares é só no governo Dilma, com o 'impopular papo reto' vai para 10 dólares. É triste!

Governo prevê mínimo de R$ 780 em 2015, no último reajuste pela lei atual


O governo prevê um aumento do salário mínimo dos atuais R$ 724 para R$ 780 -ou exatos R$ 779,79- em janeiro de 2015.
A estimativa está no projeto de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) enviado hoje ao Congresso.
Será o último reajuste fixado pela lei atual de valorização do mínimo, que estabelece correção anual pela inflação mais um ganho equivalente ao crescimento da economia nacional de dois anos antes.
O cálculo do governo considera inflação de 5,3%, pelo INPC estimado para este ano, mais a expansão modesta de 2,28% do Produto Interno Bruto em 2013.
Para os analistas de bancos e consultorias, o INPC será maior: o ponto central das estimativas está em 6,36%. Nesse caso, o mínimo subiria para R$ 787,60.
O próximo governo terá uma tarefa politicamente difícil na definição da política a ser adotada para o mínimo a partir de 2016, porque o Orçamento deverá estar mais apertado.
A regra atual é adotada desde o segundo governo Lula, mas só se tornou lei em 2011, no início do mandato de Dilma Rousseff, com validade de cinco anos.
Ao vincular o aumento do poder de compra do mínimo à variação do PIB, a ideia era equilibrar as despesas e receitas do governo federal.
O piso salarial afeta diretamente os gastos com aposentadorias, pensões, seguro-desemprego, abono salarial e benefícios assistenciais a idosos e deficientes.
Já a arrecadação do governo costuma acompanhar a expansão da economia, porque a tributação incide principalmente sobre o consumo e a renda.
A conta, porém, não fechou, devido ao aumento da clientela dos programas sociais do governo -consequência do envelhecimento da população e do aumento do emprego com carteira assinada.
Entre 2008 e 2013, os desembolsos com programas ligados ao mínimo subiram de 7,8% para 9% do PIB. A receita com impostos e contribuições cresceu bem menos, de 21,4% para 21,9% do produto.
META FISCAL
Com a inflação em alta, o próximo governo tende a promover um controle maior dos gastos públicos no próximo ano -o que também é uma tradição em início de mandato.
O projeto de LDO estima uma poupança mínima de R$ 114,7 bilhões para o abatimento da dívida pública. Esse saldo, chamado de superavit primário, equivale a 2% do PIB.
Trata-se de um aperto em relação à meta atual de 1,9% do PIB, mas a administração petista tem descumprido as metas nos últimos anos.
O texto enviado ao Congresso prevê uma alta de 3% do PIB em 2015; o mercado trabalha com apenas 2%.

Imagine se o Brasil estivesse bem. Cada vez fica mais difícil para a 'Conspiradora Corrupta'. É triste!

Vendas do comércio sobem 0,2% em fevereiro e 8,5% sobre um ano antes

Do UOL, em São Paulo
As vendas do comércio brasileiro em fevereiro cresceram 0,2% em relação a janeiro, e 8,5% em relação a fevereiro do ano passado, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (15).
Analistas consultados pela agência de notícias Reuters esperavam, em média, uma alta de 0,2% nas vendas em fevereiro na comparação com janeiro. Na comparação com fevereiro do ano passado, a mediana apontava para um avanço de 8,1%.
Em janeiro, as vendas do comércio tinham crescido 0,4% em relação a dezembro. Nos dois primeiros meses do ano, a alta no volume de vendas foi de 7,4%. No acumulado dos últimos 12 meses, a variação é positiva em 5%.
O faturamento do comércio em fevereiro subiu 0,2% em relação a janeiro, e 13,9% em relação a fevereiro do ano passado. A receita vem subindo desde junho de 2012.

Comparação com janeiro

Entre as categorias pesquisadas pelo IBGE, quatro apresentaram alta em fevereiro na comparação com janeiro; outras quatro tiveram resultado negativo; e duas ficaram estáveis.
Entre as maiores altas estão produtos de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (9%); material de construção (2,2%); combustíveis e lubrificantes (1,6%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,5%).
A categoria de móveis e eletrodomésticos ficou estável, assim como a de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos.
Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo tiveram variação negativa de 0,3%; tecidos, vestuário e calçados caíram 0,5%; livros, jornais, revistas e papelaria recuaram 3,4%; e veículos e motos, partes e peças caíram 7,6%.

Comparação com fevereiro

Na relação entre fevereiro de 2014 e fevereiro de 2013, de oito atividades do varejo apenas o segmento de livros, jornais, revistas e papelaria obteve resultado negativo no volume de vendas, com variação de -4,2%.
Na categoria de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que teve o maior peso no resultado final, as vendas subiram 5,1%.
Artigos de uso pessoal e doméstico avançaram 17,2%; as vendas de combustíveis e lubrificantes subiram 13,5%; móveis e eletrodomésticos cresceram 10,5%.
Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos tiveram alta de 15,2% nas vendas; tecidos, vestuário e calçados, de 7,4%; e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação subiram 7,1%.
(Com Reuters)

Capitalismo a brasileira. Privatizações de Fernando Henrique Cardoso só andam com recursos financeiros do povo.


BNDES empresta R$ 6,2 bilhões à mineradora Vale para projetos no Pará

Por Agência Brasil


Dinheiro será aplicado também na expansão da capacidade de transporte da Estrada de Ferro Carajás

Agência Brasil

Agência Vale
Estrada de Ferro Carajás também receberá aporte do BNDES

Empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de R$ 6,2 bilhões vai permitir à companhia Vale construir uma unidade mineradora e de beneficiamento de minério de ferro, com capacidade para 90 milhões de toneladas por ano, e um ramal ferroviário entre as cidades de Canãa dos Carajás e Parauapebas (PA).

O dinheiro será aplicado também na expansão da capacidade de transporte da Estrada de Ferro Carajás para 230 milhões de toneladas por ano, e em iniciativas sociais voltadas para o desenvolvimento da região. A aprovação do financiamento foi anunciada nesta terça-feira (15) pelo banco.
Segundo o BNDES, o financiamento contribuirá para a criação de até 30 mil empregos diretos e para a expansão das exportações brasileiras de minério, o que deverá impactar de forma positiva no saldo da balança comercial.
Além do financiamento do BNDES, o projeto conta com R$ 1 bilhão em debêntures de infraestrutura emitidas pela Vale em janeiro deste ano, para compor as fontes de recursos para implantação do ramal ferroviário.

Quais eram essas mudanças? Muita gente, sobretudo na imprensa brasileira, acusava-nos de nos meter onde não éramos chamados. Mas nós éramos chamados. Diz o Aposentado Invocado: a imprensa brasileira é um agente do atraso e da eternização do complexo de vira-lata, além de ser entreguista e quinta-coluna.

Brasil 247 - Publicado no Brasil em 2013 pelo Benvirá, selo da Editora Saraiva, o livro "Breves Narrativas Diplomáticas", do ministro da Defesa, Celso Amorim, acaba de ser lançado na Argentina pela Taeda Libros.
Com tradução e edição do editor do 247 em espanhol, o jornalista Guido Nejamkis, o lançamento do livro do ministro Amorim reuniu em Buenos Aires centenas de pessoas, dentre elas dirigentes políticos, autoridades governamentais, parlamentares, diplomatas, jornalistas e estudantes.
A grande repercussão de Breves Narrativas Diplomáticas na Argentina constitui uma mostra da respeitabilidade alcançada pela nação brasileira após uma inspiradora transição democrática considerada, por muitos, como a mais exitosa da América Latina.
Abaixo, o 247 publica uma entrevista feita pela revista argentina DEF com o ministro Celso Amorim antes do lançamento da edição em espanhol de "Breves Narrativas Diplomáticas".
Amorim: “Brasil começou a jogar nas grandes ligas e isso incomodou a muitos”Como chanceler de Itamar Franco e de Lula, Celso Amorim contribuiu decisivamente para que o Brasil consolidasse sua posição no cenário global durante a última década. Muitas dessas experiências pessoais formam parte do livro "Breves Narrativas Diplomáticas", editado na Argentina por Taeda Libros
DEF - O livro se chama Breves Narrativas Diplomáticas, mas certamente o senhor relata ali as experiências de anos muito intensos para o Brasil.
Celso Amorim - Muito intensos, a vida foi muito intensa durante esses anos. Por exemplo, lembro-me de ter estado dez dias seguidos em dez países diferentes, um dia em cada um. Dez dias em dez países. Um dia tomei café da manhã no Qatar, almocei no Kuwait e jantei no Líbano. Foram dias muito intensos, mas estávamos lá com uma missão clara. Para mim foi uma ocasião única, porque tivemos um presidente como Lula, quem tinha um avião particular do Brasil e muita coragem para tomar iniciativas. Ele me deu muita liberdade, havia afinidade entre nós dois. Uma vez nos reunimos com o presidente da Colômbia (Álvaro) Uribe, com quem tinha uma relação muito boa de trabalho embora ele não pensasse como nós. Estávamos com ele por causa de uma reunião do Grupo Rio, depois do ataque da Colômbia ao Equador, e ali ele pediu minha opinião e me disse: "O que você acha Celso? Você que tem uma relação telepática com Lula". Não sei se isso é assim mesmo, mas é um pouco de como eu sentia a relação também. Lula tinha muita iniciativa, e esse foi um período muito intenso, muito importante, com muitas mudanças na visão que o Brasil tinha de si mesmo.
Quais eram essas mudanças?
Muita gente, sobretudo na imprensa brasileira, acusava-nos de nos meter onde não éramos chamados. Mas nós éramos chamados. Isso me trazia à mente um livro que li em 93, quando fui a Brasília pela primeira vez (com Itamar Franco), no qual um articulador do Herald Tribune dizia que o Brasil estava jogando na liga baixa. E, finalmente, o que aconteceu é que começamos a jogar na liga de cima e isso incomodou a muita gente, inclusive do Brasil. Essa mentalidade colonial não é só cultural, porque tem muita gente que vive dessa mentalidade. Foram anos intensos nos quais tínhamos, como tarefas imediatas, a integração com a América do Sul, enfrentar o problema da ALCA - pensada em termos que não nos favoreciam, mudar os termos de negociação na OMC, além das iniciativas que tomamos com a África e o Oriente Médio. Houve um dia em que tomei um avião emprestado pela empresa Embraer. Fui buscar o chanceler do Uruguai para levá-lo para Lima, e quando cheguei fiquei sabendo que o corpo do Sérgio Vieira de Mello (NdR: Refere-se ao diplomata brasileiro assassinado no Iraque em 2003, enquanto trabalhava como representante especial das Nações Unidas) estava chegando ao Brasil e que Kofi Annan estava com ele. Então, de Lima tomei um avião para voltar ao Rio de Janeiro. No dia seguinte, voltei ao Peru para continuar o trabalho. Todos esses foram deveres que pode suportar uma pessoa com a idade que eu tinha no momento, hoje não poderia.
Em termos de políticas públicas, o Brasil é referência na região, e no livro o senhor revela aspectos interessantes a respeito do funcionamento da administração nacional. O que os leitores do livro descobrirão sobre isso?
Este é meu segundo livro. No primeiro foram conversas com jovens diplomatas, nessa oportunidade achei que devia reunir o que havíamos falado, porque eram conversações; algumas estruturadas, e outras sobre a declaração do Teerã. Além disso, os mais jovens têm a cabeça aberta ao novo. Quando escrevi essas Breves Narrativas pensei em tonar conhecidos episódios que vivi de maneira intensa e achei que era importante compartilhar para que as pessoas soubessem dos arrazoamentos que houve por detrás das ações. Também o fiz para compartilhar com pessoas que não conhecem a política e pensam que a gente toma uma decisão por si só ou escreve uma diretriz, e isso não é assim, a política é algo com muita vida, muitas dificuldades, com muitas coisas curiosas. Por exemplo; tenho dois momentos muito interessantes ocorridos durante a declaração do Teerã, quando passei cerca de vinte horas reunido com o chanceler turco, com seus assessores e com os principais negociadores iranianos. Isso coincidiu com a visita oficial de Lula. Aconteceu que não cheguei ao jantar oficial, então começaram os rumores de que "Celso Amorim tinha sido sequestrado". Ademais, durante esse jantar o próprio chanceler do Irã se apresentou e quando o fez um amigo meu, dizia que agora sim tinha certeza de que eu não estava sequestrado. Nesse dia, em meio a negociações e no auge da tensão, fizemos uma pausa e fomos para um terraço em um dos palácios iranianos. Ali havia um pé de amoras, então o negociador iraniano, que era chefe da segurança nacional, começou a recolher e compartilhar as amoras. Foi um doce momento em meio a negociações. Foi muito poético.
Ministro, na Argentina existe a visão de que, aparte dos governos que estão no poder, a chancelaria brasileira destaca-se por sua coerência histórica, algo pouco habitual nos países da região. É assim?
Quem vê as coisas de dentro, vê de um modo um pouco distinto. Eu diria que sim, se a gente fala de um longo prazo, a chancelaria do Brasil tem uma posição de estado, mas nem sempre foi tão firme. Houve coisas pouco positivas, inevitavelmente a gente sofre a influência da época. Por exemplo, a propósito da ALCA, a gente sente que estava envolvido nessa negociação e estávamos marcados pelo fato de que a negociação deveria seguir adiante. Então tive que me aproximar da chancelaria para poder fazer as modificações que me pareciam necessárias para os novos tempos. Não foi fácil e isso se refletiu dentro da chancelaria. Fui embaixador de outros presidentes e acho que também, nesses momentos, houve decisões importantes que foram difíceis. Por exemplo, participei intensamente na negociação de patentes de medicamentos com o ex-presidente FHC. Não quero generalizar, mas havia uma mentalidade de que o Brasil não devia fazer certas coisas, de que não devia causar algum tipo de incômodo aos EUA, havia uma visão de autolimitação, que em minha opinião não correspondia ao que devia ser o Brasil junto com a América do Sul. E isso foi algo que me levou a atuar dentro da chancelaria porque havia gente contrária a essa posição. Tivemos que incrementar a quantidade de diplomatas em 40%, foi a maior mudança da história recente. Também chegamos a ter 30 embaixadas na África; tudo isso implicou em um trabalho no qual não podíamos ser excessivamente tímidos.
Que peso tem o Itamaraty no esquema de poder do Brasil, pensando o país como potência regional com uma presença cada vez mais importante na cena global?
A Chancelaria tem um papel muito importante, porque em muitos casos é inovadora, pela situação internacional. Daí muitas ideias nascem, mas depois, naturalmente, têm que impregnar o restante do governo. Porque toda a integração não é suficiente para que o chanceler ou o presidente seja integrador. Eu acredito que não se pode subestimar sua influência, mas também não se deve a sobre-estimar. A política externa toca no imaginário das pessoas, na imagem que as pessoas fazem do seu próprio país. Muito antes que surgisse Barack Obama, em certos setores da direção do Brasil o pensamento era "Sim, podemos fazê-lo", contudo, a muita gente não lhe convinha que isso fosse assim, sobretudo para aqueles que são da ideia da dependência.
Ministro, queria pedir-lhe algumas reflexões vinculadas à doutrina de defesa do Brasil, que desde DEF seguimos bem de perto. Como se inscreve essa doutrina no marco da Unasul, onde encontrou uma cobertura interessante para consolidar-se?
Falo muito disso quando tenho a possibilidade de visitar países da América do Sul, porque acredito que é algo muito importante que tenhamos, além dos acordos comerciais, uma forte cooperação em defesa. Um tipo de unidade em defesa, apesar das diferenças, que não são simples. Desde o meu ponto de vista, a defesa do Brasil, e acho que pode aplicar-se à América do Sul, seria cooperação para dentro da região e dissuasão para fora. Dentro da América do Sul, queremos cooperar porque é a melhor dissuasão: quanto mais cooperemos, menos problemas teremos com nossos vizinhos. Isso não significa que não tenhamos narcotráfico ou bandos armados; sem embargo, ameaças de estado na América do Sul, não creio que existam. Para fora, para o exterior, é um pouco distinto, porque é um mundo de incertezas. Temos o luxo de que as últimas décadas tem sido de paz em termos globais. Houve sangue em regiões específicas que não experimentamos, mas nada garante que no futuro não possa haver conflitos ao redor dos recursos naturais, das rotas marítimas, então temos que ter um fator de dissuasão em direção ao exterior. Trata-se de ter a força suficiente para causar um dano que os faça pensar duas vezes antes de atacar. Essa é a essência da dissuasão. Acho que faremos melhor se progredirmos na nossa união, porque sempre vai existir o interesse externo de dividir-nos. Quanto mais unidos estivermos, mais capacidade vamos ter de defender-nos e defender nossos recursos, que não são apenas naturais, mas também tecnológicos. Temos indústrias nucleares, de aviação, de petróleo, shale oil; tudo isso deve ser protegido. Devemos organizar-nos na defesa e não delegar isso a terceiros, sobretudo quando são de fora.
Essa visão comum inclui também o combate às ameaças não estatais, concretamente ao tráfico ilícito em qualquer de suas formas? Como se enfrenta essa situação?
Cooperando. Não são coisas separadas, porque essas ameaças existem e temos que enfrentá-las. Falando do Brasil e da Argentina, temos o Atlântico Sul, uma região que está sujeita, como outras, a esse tipo de coisas. O Brasil tem uma relação muito próxima com a África, cultural e étnica, além de que quase 70% do nosso petróleo importado vêm da África. Então, por exemplo, o que acontece no Golfo de Guiné tem consequências para nós. Temos países ligados ao Brasil com problemas muito graves, como por exemplo, o tráfico de drogas. Assim, não podemos abandonar essas questões, porque se nós não nos interessamos por elas, outros podem fazê-lo. E se queremos que o Atlântico Sul continue sendo uma área de paz, temos que estar presentes. Então, a ameaça da droga ou do terrorismo pode não ser um mal em si mesmo, senão também o remédio para esse mal, porque pode trazer uma presença que não desejamos ou porque pode trazer alianças militares que são estranhas à nossa região. Não estamos muito longe disso, porque se a OTAN já esteve na Líbia, pode descer a Mali e um dia chegar ao Atlântico Sul, por isso temos que estar atentos.
Que importância tem hoje a guerra cibernética na visão geral da defesa do Brasil?
Tem que ser prioridade, por muitos motivos. Hoje quase tudo é controlado eletronicamente, digitalmente. Então, um ataque cibernético pode causar um grande prejuízo ao país. Uma arma cibernética é potencialmente uma arma de destruição massiva. Temos que estar preparados para defender-nos disso. Claro que os assuntos dos que falam os jornais hoje não são guerras, senão espionagem. Mas entre a espionagem e a guerra, a fronteira não é muito grande. Sem nenhuma paranoia, temos que estar capacitados para nos defender ou fazer com a dissuasão que o ataque tenha um custo para os que têm capacidade. Não é segredo para ninguém, porque saem nos jornais que muitos países contratam hackers para integrar suas forças armadas, inclusive hackers condenados por sua própria justiça. Por isso, temos que estar atentos. O fato de que existam novas ameaças não quer dizer que desapareceram as antigas. Tampouco se devem confundir as novas formas que as ameaças podem assumir. Os atores principais sempre serão os Estados.

PSDB lança a candidatura de Aécio Neves nas ruas de São Paulo.


Garotinho: “Aécio se juntou aos saqueadores”. Não gosto do Garotinho, mas ele deve entender do que diz.

Rio 247 – O deputado federal e pré-candidato ao governo do Rio Anthony Garotinho (PR) avalia que o presidenciável tucano Aécio Neves pode ter sua imagem desgastada caso se alie ao PMDB do estado. O senador esteve ontem em jantar com 45 lideranças peemedebistas do Rio, partido presidido por Jorge Picciani no estado.
Ao comentar o encontro, Garotinho afirmou: "Acho que o jantar vai sair muito caro para o senador Aécio Neves. Ele acaba de se juntar aos saqueadores dos cofres públicos do estado do Rio. Este trio Cabral, Pezão e Picianni destruiu o estado, e colar a imagem com eles vai desgastar o candidato tucano".
No encontro, em um restaurante do Jardim Botânico, na Zona Sul, Picciani entregou a Aécio os mapas que produziu, a pedido do senador, com líderes peemedebistas que apoiariam a campanha do PSDB em cada um dos 92 municípios fluminenses. Picciani anunciou que o diretório estadual do PMDB debaterá com seus integrantes o apoio à candidatura do PSDB à Presidência da República.
Garotinho disse ainda que a reunião de Aécio com os peemedebistas teria sido combinada e autorizada previamente pelo ex-governador Sérgio Cabral e pelo atual governador e pré-candidato Luiz Fernando Pezão: "Qual inocente para acreditar que o líder do governo, deputado André Corrêa, vá a um jantar de apoio a um candidato a presidente e diga que não foi autorizado pelo governador do qual ele é líder na Alerj?", questionou.
Na avaliação do ex-governador, a presidente Dilma Rousseff, que cumpre agenda nesta terça-feira no Rio ao lado de Pezão, está sendo enganada. "A presidente Dilma está sendo enganada no Rio. Tudo o que está acontecendo tem o consentimento do ex-governador Cabral e do atual governador Pezão", disse.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Não consigo abrir o site do PT, será um ataque das forças do atraso?

Vale-tudo da oposição exige que esquerda vá à luta. Diz o Aposentado Invocado: todos têm que ir à luta, mas isso quer dizer o que? Nós não temos força política cabe aos parlamentares do PT e o próprio partido criarem uma estratégia de combate e isso não está acontecendo. A presidenta e o ex-presidente têm que entender que a mídia não repercute as nossas ideias e ações, a imprensa brasileira destrói qualquer comunicação com o eleitor. Só vejo uma solução: parlamentares do PT e a presidenta precisam vir a público diuturnamente e se contraporem a esse massacre denunciando o próprio massacre e dizendo alto e bom som que é um Golpe de Estado.

Vale-tudo da oposição exige que esquerda vá à luta

No ano eleitoral, o vale-tudo já se instaurou nas hostes oposicionistas e na ação da mídia monopolista privada. O alvo é a presidenta Dilma e seu governo. O objetivo é impedir a reeleição da mandatária em outubro próximo.

Os recentes acontecimentos demonstram que as forças políticas empenhadas em interromper o ciclo progressista inaugurado com a eleição de Lula em 2002 não vão se deter diante de nada para alcançar seus objetivos, mesmo que seja necessário realizar manobras políticas torpes e levar o país ao caos.

A presidenta Dilma Rousseff, continuadora da etapa de conquistas democráticas e progressistas e líder de uma ampla coalizão democrática, é vítima de uma sistemática campanha de difamações. Os dois candidatos oposicionistas – Aécio Neves, do PSDB, e Eduardo Campos, da coligação PSB-Rede-PPS – agem em concertação, estando no momento empenhados em desgastar a mandatária, hostilizá-la com a ajuda dos meios de comunicação, por meio de pronunciamentos de cunho eleitoral e em declarações de seus representantes nas casas legislativas. É uma ofensiva política que no fundo pretende paralisar o governo e desestabilizar o país.

Todos os analistas econômicos sabem que a leve alta inflacionária observada nas últimas semanas deve-se à sazonalidade na produção e comercialização de determinados alimentos. Mesmo assim, faz-se uma campanha sistemática para apresentar um cenário de caos econômico, descontrole financeiro, bancarrota das contas públicas e descalabro administrativo.

Erros pessoais de parlamentares do Partido dos Trabalhadores, atos isolados de irregularidades, são exibidos pela mídia como a expressão de corrupção sistêmica e irremediável no governo federal.

Nesse quadro, desenvolve-se a grande batalha legislativa e política do momento – a criação de uma CPI no Congresso Nacional para investigar supostas irregularidades na compra em 2006 da refinaria de Pasadena, Estados Unidos, pela Petrobras.

Em torno do controvertido caso, sobre o qual a diretoria da empresa à época já deu sobejas explicações, que serão acrescidas pelo depoimento que a presidenta atual da empresa, Graça Foster, fará esta semana no Senado, surgiram outras denúncias sobre a prática de lavagem de dinheiro e outras traficâncias praticadas por ex-diretores da estatal, que já estão sob rigorosa investigação e repressão da Polícia Federal e de órgãos de controle da administração pública.

Não obstante, há duas semanas que, em orquestração com os partidos e candidatos oposicionistas, principalmente o PSDB e o PSB, o tema é tratado com estardalhaço como se a vida política e econômica do país se reduzisse a isso e o governo estivesse paralisado administrativamente.

Por isso, assume destaque político a batalha que ocorre no Senado e na Suprema Corte – e pode ter desfecho esta semana – em torno da criação da CPI. A oposição pretende pôr na alça de mira apenas a Petrobras. Já as forças aliadas do governo demonstram estar dispostas a engajar-se no inquérito parlamentar, desde que este seja abrangente e se volte também para as denúncias sobre atos de corrupção em governos estaduais comandados por partidos oposicionistas que estão agitando a bandeira da CPI.

É nesse quadro que se destacam os chamamentos feitos nos últimos dias tanto pela presidenta Dilma Rousseff como pelo ex-presidente Lula para que as forças progressistas assumam seu papel no enfrentamento político.

Serena e firme, a presidenta, em contato com a juventude e movimentos sociais organizados, anunciou sua disposição de ir à luta em torno da reforma política democrática e tem demonstrado disposição de não retroceder em seu combate político para continuar liderando o processo de mudanças no país, o que implica a reiteração do seu ânimo para enfrentar a batalha eleitoral de 2014.

Por seu turno, o ex-presidente Lula manifestou disposição para desmascarar as falsas acusações dos partidos e candidatos oposicionistas, contribuir para a unidade das forças que apoiam o governo e na mobilização do apoio popular à reeleição da presidenta Dilma.

Como tem assinalado o presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, o Brasil encontra-se diante de uma encruzilhada política – avançar na realização das mudanças de sentido progressista, ou capitular à chantagem da oligarquia financeira e das forças que lhe dão sustentação política.

Está cada vez mais claro que as classes dominantes e seus elos internacionais não aceitam a continuidade de um governo comprometido com o progresso social e o desenvolvimento nacional soberano. Por isso, não aceitam a continuidade do governo Dilma e tudo farão para impedir sua reeleição.

Num quadro como este, a esquerda não pode ser condescendente nem passiva. Ir à luta é o seu elemento.

Aécio Neves se esquece de que seu partido roubou e rouba o Metrô Paulistano e ataca Dilma Rousseff. A sorte desses ladrões é que são todos da quadrilha midiática que mente, esconde, e omite sobre as falcatruas de seu braço político. O inquérito do Metrô dorme nas gavetas empoeiradas do STF que só quer celeridade contra o PT. Parlamentares do PSDB acusados nesse inquérito não são mencionados pela mídia cúmplice demonstrando toda sua corrupção e conspiração para enganar os eleitores e tomar o poder. Não conseguirão!

Não sai em noticiário nenhum da 'Conspiradora Corrupta'. O que fazer?

Parlamentares farão ato em defesa da Petrobras e da soberania nacional

Frentes parlamentares em Defesa da Petrobras programaram para o próximo dia 23 um ato público em defesa da estatal
Reprodução
Deputado federal Luiz Alberto (PT-BA)
As frentes parlamentares em Defesa da Petrobras, presidida pelo deputado federal Luiz Alberto (PT-BA), e do Fundo Social do Pré-Sal, coordenada pela deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ), programaram para o próximo dia 23 um ato público em defesa da estatal. O mote para o evento é Defender a Petrobras é defender o Brasil. O anúncio foi feito na última quarta-feira (9) pelos deputados federais Francisco Chagas (PT-SP) e Luiz Alberto. O ato ocorrerá na Câmara, no Hall da Taquigrafia, às 15h.
De acordo com os propositores, o objetivo é defender a soberania nacional contra os ataques que a empresa vem sofrendo por parte dos partidos da oposição (PSDB e DEM) nas últimas semanas. “Querem entregar o petróleo brasileiro às multinacionais do setor. Vamos reagir convocando esse ato político para mobilizar a sociedade brasileira em defesa desse patrimônio”, enfatizou Luiz Alberto.
O deputado disse que as frentes pretendem mobilizar, além dos seus integrantes, os presidentes dos partidos políticos que defendem a Petrobras e os movimentos sociais a fim de alertar a sociedade brasileira para o que está em jogo: a Petrobras e as reservas do pré-sal. Francisco Chagas considera a tentativa da oposição de desestabilizar a maior empresa nacional uma estratégia antiga. Ele lembrou que quando o PSDB e o DEM governaram o Brasil, a estatal estava na mira da privatização.
“Que esse ato sirva para chamar a atenção da população, especialmente daqueles que acreditam no caminho que o Brasil escolheu, conduzido pelo ex-presidente Lula e pela presidenta Dilma, para que ele não seja desviado, sob pena de o maior patrimônio, construído com suor, sangue e lágrima do povo brasileiro, seja entregue ao capital estrangeiro”, enfatizou Francisco Chagas.
Fonte: PT na Câmara

Passem a diante

TVPT: Juventude debate atuação nas redes sociais

Oficina de CyberAtivismo realizada pela Secretaria Nacional de Juventude lotou o auditório da sede do PT com objetivo de ampliar atuação de jovens militantes nas redes sociais
Richard Casas/PT
De acordo com o secretário nacional, Jefferson Lima, o evento teve a perspectiva de investir em uma linguagem moderna e atuação mais efetiva do jovem nas redes. “Com certeza nós vamos chegar no processo das eleições de 2014 com um sentimento dentro do PT, seja a nível estadual, municipal e nacional ciente da importância do nosso papel nas mídias e nas redes sociais”, assegurou Jefferson.
 
Segundo a secretária estadual de juventude do PT de Santa Catarina, Bruna Brezolin, que participou do evento “os jovens precisam saber se comunicar nas redes sociais, precisam saber a verdade e o que pensar sobre a política”. Segundo ela, as oficinas contribuem para esse aspecto porque direciona os militantes, por isso Bruna destacou que é de fundamental importância estender as oficinas para todos os estados. 
 
Para o militante petista de Tocantins, Gildeoni Ferreira, a oficina foi construtiva, principalmente, porque proporcionou o desenvolvimento de estratégias “para atuação nos estados e nas campanhas individuais e parciais” explicou.
 
Um dos palestrante foi o jornalista e blogueiro, Renato Rovai, informando que o intuito é construir um debate democrático “civilizado para que o militante do PT tenha a capacidade de utilizar o espaço na rede com bom humor, na alegria e na disputa das ideias”, concluiu.
 
(Fabrícia Neves – Portal do PT)

Aécio passeando pelos salões das Federações e de braço dado com o PMDB, partido que está em todos os lados situação e oposição, porque, quem vencer puxa o outro, imagina que vencerá as eleições se esquecendo de que somos milhões de eleitores e seus amigos da elite são dezenas. Em outubro de 2014 Aécio calará a boca e voltará para o Rio de Janeiro tão impopular quanto sua pretensa política econômica.

Dilma faz chover em Pernambuco

Uma fonte legítima acaba de me ligar pedindo sigilo absoluto e diz que a mídia brasileira não aguenta mais a ‘oposição sem rumo’ e cita o destrambelhado Aécio Neves com seu discurso sem pé e nem cabeça e ainda por cima inventou um governo impopular. Diretores reúnem equipes nas redações diuturnamente para tentar fazer Campos o segundo colocado nas eleições, mas a fonte garante que nem com reza braba ele sai de onde está, ou seja, empacado está, empacado ficará. O desespero é grande na imprensa brasileira e mundial, porque, Dilma cresceu nas pesquisas e o Datafolha ficou sem data e sem folha.

Collor dá exemplo para o PT, seus parlamentares, ex-presidente e presidenta. O medo paralisa, mas a luta engrandece.

Brasil 247 - Nesta semana, a Editora Abril, da família Civita, depositará cerca de R$ 1 milhão numa conta bancária indicada pelo senador e ex-presidente da República, Fernando Collor (PTB-AL). O motivo: a Abril foi condenada em última instância a indenizá-lo por ofensas morais publicadas na revista Veja.
Desse total, R$ 945 mil já foram depositados pela Abril em juízo. Outros R$ 195 mil ainda são objeto de questionamento e referem-se ao tempo em que a editora comandada por Fabio Barbosa protelou a execução da sentença.
A decisão final do Superior Tribunal de Justiça foi tomada por uma razão simples. Collor foi absolvido das acusações de corrupção relacionadas ao processo que redundou em seu impeachment, em 1992. No acórdão, o ministro Sidnei Beneti rejeitou os embargos da Abril que questionavam o valor da indenização – valor considerado "módico" pelo ex-presidente.
Leia, aqui, a íntegra do acórdão.
Leia também reportagem do portal Conjur sobre as circunstâncias do processo.
O que não se sabe, ainda, é se uma condenação tão expressiva terá efeito pedagógico na casa editorial dos Civita, acostumada a assassinatos impunes de reputação.

É a guerra e não vai ser vencida com paz e amor e sim com um combate encarniçado e sem quartel contra a 'Conspiradora Corrupta'.

Governador de PE "esquece" Campos, elogia empenho federal e dedica chuva a Dilma



Governador de PE "esquece" Campos, elogia empenho federal e dedica chuva a Dilma

Carlos Madeiro
Do UOL, em Ipojuca (PE)

  • Roberto Stuckert Filho/PR
    A presidente Dilma Rousseff participa de cerimônia no estaleiro Atlântico Sul, em Ipojuca, Pernambuco, ao lado da presidente da Petrobras, Graça Foster, e do governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB) 
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  • A presidente Dilma Rousseff participa de cerimônia no estaleiro Atlântico Sul, em Ipojuca, Pernambuco, ao lado da presidente da Petrobras, Graça Foster, e do governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB)
O governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB), ignorou, em discurso nesta segunda-feira (14), o nome do seu antecessor -- o presidenciável Eduardo Campos (PSB) -- e foi só elogios à presidente Dilma Rousseff (PT). O governador chegou a dedicar a chuva que caia no momento à presidente. "Essa chuva que chega aqui no Nordeste hoje é em sua homenagem, presidente, e a dos trabalhadores", disse.
Em Pernambuco, a presidente participa da cerimônia alusiva à viagem inaugural do navio Dragão do Mar e do batismo do navio Henrique Dias, no Estaleiro Atlântico Sul. À tarde, no mesmo momento em que Eduardo lança pré-candidatura, Dilma vai a Serra Talhada (a 413 km do Recife) para inaugurar a 1ª etapa e a ordem de serviço da 2ª etapa da Adutora Pajeú e para o lançamento do edital do Ramal do Agreste.
O governador também agradeceu o empenho de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o Estado e afirmou que o desenvolvimento de Pernambuco tem relação com o governo federal.
"Em nome do povo pernambucano quero agradecer o empenho da senhora, como ministra, do presidente Lula. E quero dizer que sempre recebemos a senhora com muita alegria, muita honra. Continue com a trajetória de investimentos, mais empregos e melhor qualidade de vida. Boa sorte à senhora", disse.
Lyra Neto também elogiou os investimentos na indústria naval, que trouxe empregos a Pernambuco. "Em 2003, o presidente Lula disse que tínhamos de ter nossa indústria naval e de reverter e gerar emprego aqui, como estamos fazendo", afirmou.
Os investimentos no Complexo Industrial de Suape também foram lembrados. "De 2007 até hoje foram investidos mais de R$ 2,1 bilhões, sendo R$ 1,5 do governo estadual e o restante do governo federal. Além disso, temos financiamentos que proporcionou os mais diversos organizamos. Aqui [em Suape], nós estamos 105 indústrias já funcionando e 45 em implantação. Pernambuco se inseriu no contexto indústria", afirmou.

Concretizando sua venda para um grupo que detesta o povo brasileiro o PSDB muda de nome para ter mais apelo internacional e passa a se chamar PSDBRAX.



Nós somos impopulares e vamos fazer o que tem que ser feito jogar todo mundo de volta na Senzala. 

 A vitória da Petrobras é a vitória do trabalhador brasileiro. Almofadinhas corruptos e impopulares não têm vez no país para muitos.

Marqueteiro doidão do 'Traíra e da 'Vestal Coitadinha' faz propaganda com filme 'noir' e os dois deslizam ladeira abaixo nas pesquisas manipuladas da 'Conspiradora Corrupta'. Dizem que bateu o desespero nos dois pombinhos. É de chorar de tanto rir!