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Dilma foi uma das estrelas da propaganda eleitoral gratuita de televisão do PT na semana passada. Desde o início deste ano ela tem acompanhado Lula a uma série de eventos e sua pré-candidatura se consolidou dentro do partido.
Na segunda-feira passada (25), o PSDB questionou no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a propaganda partidária do PT que foi ao ar no sábado (23). Segundo os tucanos, o programa teve "o inequívoco propósito de fazer propaganda eleitoral em favor de sua notória pré-candidata à Presidência da República", a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).
Segundo a representação, o programa mostrou Dilma num contexto "triunfal" com pessoas felizes sugerindo "plena satisfação e progresso", enquanto no momento que o locutor fala de governos passados mostra imagens do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do atual governador de São Paulo, José Serra com uma música de tom "funéreo" e "pessoas em cenas de desalento e violência policial".
Para os tucanos, o PT "utilizou seu tempo no rádio e na televisão para discorrer sobre supostas qualidades do atual governo" em vez de prestar informações sobre a legenda.
Na representação, o PSDB pede que o TSE suspenda o programa, que tem reprise prevista para amanhã, e retire o vídeo do site do PT. Além disso, os tucanos pedem aplicação de multa por propaganda eleitoral antecipada.
Dilma foi uma das estrelas da propaganda eleitoral gratuita de televisão do PT na semana passada. Desde o início deste ano ela tem acompanhado Lula a uma série de eventos e sua pré-candidatura se consolidou dentro do partido.
Na segunda-feira passada (25), o PSDB questionou no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a propaganda partidária do PT que foi ao ar no sábado (23). Segundo os tucanos, o programa teve "o inequívoco propósito de fazer propaganda eleitoral em favor de sua notória pré-candidata à Presidência da República", a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).
Segundo a representação, o programa mostrou Dilma num contexto "triunfal" com pessoas felizes sugerindo "plena satisfação e progresso", enquanto no momento que o locutor fala de governos passados mostra imagens do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do atual governador de São Paulo, José Serra com uma música de tom "funéreo" e "pessoas em cenas de desalento e violência policial".
Para os tucanos, o PT "utilizou seu tempo no rádio e na televisão para discorrer sobre supostas qualidades do atual governo" em vez de prestar informações sobre a legenda.
Na representação, o PSDB pede que o TSE suspenda o programa, que tem reprise prevista para amanhã, e retire o vídeo do site do PT. Além disso, os tucanos pedem aplicação de multa por propaganda eleitoral antecipada.

1 comentários:
CHISTE, repassando:
deu no correio braziliense
Jeitinho de manter o salário
De Izabelle Torres:
Perder a disputa pela reeleição na Câmara não significa ficar longe da folha de pagamento do Congresso. Ex-deputados que amargaram a derrota nas urnas nas últimas votações são colocados em cargos de confiança das lideranças partidárias com os maiores salários disponíveis. Como se não bastasse, alguns conseguem até a liberação do trabalho.
É o caso de Almir Sá, que foi deputado por Roraima de 1999 a 2002 e, em 2003, assumiu como suplente. Filiado ao PR, Sá recebeu o apoio da legenda que até o ano passado tinha seu conterrâneo Luciano Castro como líder.
O ex-parlamentar é bem conhecido pelos funcionários da liderança, mas nenhum o viu trabalhando. O atual líder da legenda, Sandro Mabel (GO), justifica a ausência do servidor com o antigo argumento de realização de “trabalhos externos”. “Não dá para colocar uma pessoa do nível do ex-deputado sentado no gabinete. Ele fica fora, fazendo articulações para nós junto a ministérios e outras coisas”, disse.
Visto pelos corredores da Câmara apenas duas vezes por semana, o ex-deputado Moroni Torgan (CE) integra a lista de funcionários do DEM. Com o salário de R$ 9,5 mil, o ex-parlamentar ganhou o direito a uma vida parecida com a dos tempos em que tinha um mandato. Um assessor foi designado para “acompanhá-lo”. É ele quem recebe os recados e repassa a Torgan as demandas e o resumo dos acontecimentos no Congresso enquanto o ex-deputado está no estado.
A propósito, a frequência do ex-parlamentar na Casa é semelhante a dos atuais mandatários. Segundo relatos dos servidores da liderança do partido, o ex-deputado cumpre a agenda de congressista: chega a Brasília geralmente às quartas-feiras, circula pelas comissões e ministérios e retorna ao Ceará na quinta-feira à noite. No gabinete da liderança, passa apenas para assinar o ponto. O que, de acordo com os relatos, pode acontecer uma única vez por semana.
A reportagem não encontrou Torgan na Câmara durante os últimos dias. Mas cumpriu o ritual dos que tentam um contato com o ex-deputado. Falou com seu assessor, Paulo Dutra, que prometeu repassar o recado quando ele chegasse à capital federal na próxima quarta-feira. De acordo com Dutra, Torgan tem muitas funções na liderança.
Faz articulações nos ministérios e prepara propostas referentes à segurança pública para serem apresentadas pela legenda. Graças ao emprego no Legislativo e às negociações para tentar a disputa por uma vaga de deputado em 2010, o cearense licenciou-se da Polícia Federal.
(Blog do Noblat- 01/06/09)
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