BRASÍLIA TÁ UM PANDEMÔNIO , ABRIRAM A CAIXA DE PANDORA.
EX-GOVERNADOR JOSÉ ROBERTO ARRUDA IMAGINA QUE OS BRASILIENSES SÃO UM BANDO DE IDIOTAS E , AINDA , QUER SE DEFENDER. É MUITA CARA DE PAU.
A Globo vai recriminar José Wilker por querer pautar as rádios brasileiras?
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Roque Santeiro, mais conhecido como José Wilker, simplório crítico de cinema das cerimônias do Oscar na TV Globo (que só começou a transmissão após o educati...
4 horas atrás

2 comentários:
Ode para a canalhada
Valei-me grande portal ÓIA
Valei-me óh grande Estadinho
Valei-me essa Vejandinha
Valei-me óh grande Globolha
Valei-me óh rádio Velha
Valei-me óh PANdemônio
Valei-me óh Eldorado Percy Fawcett(a)
Valei-me óh Band idagem
Valei-me óh fôia solta na Barão
Valei-me óh Barbeiro da Notícia
Valei-me óh cavanhaque de Araquem
Valei-me óh Nociblat
Valei-me óh Giga Dois em nada
Valei-me óh na Orelha Arruda
Valei-me óh pequeno Taxab
Valei-me óh vampiro dos Demos/Pássaros
Valei-me óh bahiano anão Besta
Valei-me óh Farol da ilha das ostras
Valei-me óh cafungadores da marginal
Valei-me óh cafungadores dos Campos Elíseos
Valei-me óh Cláus Lusos
Valei-me óh Otário Quentes
Valei-me óh Bundsmongo
Valei-me óh ...
AGORA TODO MUNDO SABE O QUE É IMPRENSA MARROM
Lixo em estado puro
Por Alberto Dines
Vamos criar uma igreja e deixar de pagar impostos? A manchete da Folha de S.Paulo de domingo (29/11) foi a mais comentada dos últimos tempos. Nem parecia ser o mesmo jornal que dias antes, na sexta-feira, produziu um lixo jornalístico dos mais repugnantes e que desde então está ocupando a seção de cartas dos leitores quase inteira.
A propósito da estréia do filme Lula, o filho do Brasil, a Folha publicou um depoimento do seu colunista Cesar Benjamin, dissidente do PT, a propósito de um comentário cabeludo feito há 15 anos pelo então candidato à presidência Lula da Silva (FSP, 27/11, pág. A-.
Como foi constatado no dia seguinte, o comentário foi efetivamente feito mas em tom de troça, conversa de fim de expediente. A Folha rasgou e tripudiou sobre todos os seus manuais de redação, pisoteou 20 anos de trabalho dos seus ouvidores ao aceitar como verdadeira uma fofoca estapafúrdia sem qualquer diligência sobre a sua veracidade.
Não foi desatenção, erro involuntário, tropeço de um redator apressado: a Folha reservou uma página inteira para que o colunista contasse a sua saga nos cárceres da ditadura iniciada quando contava apenas 17 anos. Seu relato é impressionante, mas de repente, para desqualificar os 30 dias em que Lula passou no xadrez, Cesar Benjamin conta a sua anedota em três enormes parágrafos e com ela fecha o artigo.
Imprensa marrom
À primeira vista, parece mais um golpe publicitário da família Barreto (que produziu o filme), em seguida percebe-se que a denúncia é a vera, fruto de um ressentimento pessoal que um jornal do porte da Folha, que se assume “a serviço do Brasil”, não tem o direito de perfilhar.
A direção da Folha simplesmente não avaliou o tamanho do desatino. No dia seguinte, tentou consertar: mancheteou uma de suas páginas com o justo desabafo de Lula classificando o texto como “loucura” (FSP, 28/11, pág. A-10). No domingo, certamente arrependida, a direção da Folha providenciou a evaporação do assunto. Ficou apenas a reprovação do seu ouvidor Carlos Eduardo Lins da Silva.
Tarde demais. Já no sábado (28/11) o Estado de S.Paulo repercutia o episódio com destaque e, no mesmo dia, a Veja já o incorporara à sua edição. O Globo manteve-se à distância desta porcaria.
Se o leitor não sabe o que significa “imprensa marrom”, tem agora a oportunidade de confrontar-se com este exemplo – em estado puro – do jornalismo de escândalos e achaques.
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