segunda-feira, 30 de novembro de 2009

IMPRENSA CORRUPTA,GOLPISTA E RACISTA BRASILEIRA FOGE DO ASSUNTO PROPINA/DEMOCRATAS/ARRUDA COMO O DIABO FOGE DA CRUZ

























O SUPOSTO CASO DO SUPOSTO PARTIDO DO SUPOSTO ESCÂNDALO DA SUPOSTA PROPINA VAMOS ESCONDER AO MÁXIMO E COLOCAR A NOTÍCIA ENTREMEADA COM OUTRAS DANDO O MÍNIMO DE INFORMAÇÕES.
NADA DE DESTACAR REPÓRTERES PARA ENTREVISTAR OS CORRUPTOS E , MUITO MENOS , O PRESIDENTE DO PARTIDO , RODRIGO PANETONE MAIA.

6 comentários:

Pedro Cavalcante disse...

caro aposentado invocado
sou seu leitor a um tempo
motivo que me deixa ousado
para intenferir em sua relação
de blogs recomendados
me incomoda é o
O Curinga de Buzios

tá fora de tom
num tá?

Pedro Bueno disse...

A cupola vai pedir para enterrar logo o defunto, pois podem alguem abrir o bico e dai...

Pedro Bueno disse...

pode abrir o bico

APOSENTADO INVOCADO 1 disse...

Pedro Cavalcante , boa tarde
O editor do Curinga de Buzios sempre conversa comigo e eu não percebi nada contra Lula ou Dilma,mas vou deixar esse recado para ele responder.
Obrigado!
Abraços
Helio

Anônimo disse...

É isso aí Aposentado Invocado PANETONE neles.
M4

Anônimo disse...

LIXO EM ESTADO PURO

Lixo em estado puro
Por Alberto Dines

Vamos criar uma igreja e deixar de pagar impostos? A manchete da Folha de S.Paulo de domingo (29/11) foi a mais comentada dos últimos tempos. Nem parecia ser o mesmo jornal que dias antes, na sexta-feira, produziu um lixo jornalístico dos mais repugnantes e que desde então está ocupando a seção de cartas dos leitores quase inteira.

A propósito da estréia do filme Lula, o filho do Brasil, a Folha publicou um depoimento do seu colunista Cesar Benjamin, dissidente do PT, a propósito de um comentário cabeludo feito há 15 anos pelo então candidato à presidência Lula da Silva (FSP, 27/11, pág. A-.

Como foi constatado no dia seguinte, o comentário foi efetivamente feito mas em tom de troça, conversa de fim de expediente. A Folha rasgou e tripudiou sobre todos os seus manuais de redação, pisoteou 20 anos de trabalho dos seus ouvidores ao aceitar como verdadeira uma fofoca estapafúrdia sem qualquer diligência sobre a sua veracidade.

Não foi desatenção, erro involuntário, tropeço de um redator apressado: a Folha reservou uma página inteira para que o colunista contasse a sua saga nos cárceres da ditadura iniciada quando contava apenas 17 anos. Seu relato é impressionante, mas de repente, para desqualificar os 30 dias em que Lula passou no xadrez, Cesar Benjamin conta a sua anedota em três enormes parágrafos e com ela fecha o artigo.

Imprensa marrom

À primeira vista, parece mais um golpe publicitário da família Barreto (que produziu o filme), em seguida percebe-se que a denúncia é a vera, fruto de um ressentimento pessoal que um jornal do porte da Folha, que se assume “a serviço do Brasil”, não tem o direito de perfilhar.

A direção da Folha simplesmente não avaliou o tamanho do desatino. No dia seguinte, tentou consertar: mancheteou uma de suas páginas com o justo desabafo de Lula classificando o texto como “loucura” (FSP, 28/11, pág. A-10). No domingo, certamente arrependida, a direção da Folha providenciou a evaporação do assunto. Ficou apenas a reprovação do seu ouvidor Carlos Eduardo Lins da Silva.

Tarde demais. Já no sábado (28/11) o Estado de S.Paulo repercutia o episódio com destaque e, no mesmo dia, a Veja já o incorporara à sua edição. O Globo manteve-se à distância desta porcaria.

Se o leitor não sabe o que significa “imprensa marrom”, tem agora a oportunidade de confrontar-se com este exemplo – em estado puro – do jornalismo de escândalos e achaques.