sábado, 31 de janeiro de 2009

Faltam 20 dias para o carnaval e a crise está cada vez mais uma marola

FAB localiza náufragos franceses




FAB localiza náufragos franceses.
O veleiro francês Marie Galante ocupado por Jean Claude Thebauct, de 59 anos e Lawrence Berthelot de 46, havia partido da Ilha de Cabo Verde com destino à cidade de Fortaleza, no Ceará. A 260 quilômetros ao norte do arquipélago de Fernando de Noronha, os tripulantes perceberam a entrada de água pela sala de máquinas. Foram obrigados a abandonar a embarcação utilizando um bote salva-vidas.Os náufragos enviaram, via satélite, um sinal de socorro marítimo pelo sistema de buscas COSPAS/SARSAT. Após o recebimento do sinal, o Serviço de Busca e Salvamento da Força Aérea Brasileira de Recife (SALVAERO-RF), em coordenação com o COMGAR e FAE 2, acionou a aeronave de patrulha FAB 7061, do Esquadrão Cardeal, que se encontrava realizando patrulha marítima sob coordenação da Marinha do Brasil.
Acionada em vôo, a tripulação imediatamente mudou a configuração da missão para uma busca real e, às 11h do dia 15 de janeiro, encontrou os sobreviventes. O Navio Grajaú da Marinha do Brasil foi enviado ao local e resgatou com sucesso os dois velejadores.
O Ministério Francês das Relações Exteriores e Européias, em boletim divulgou para a imprensa um boletim sobre o resgate, no qual homenageou "a celeridade e a eficácia com as quais a Marinha e a Aeronáutica brasileiras conduziram esta operação de resgate no mar".

Sugestão do leitor Marcos.Página do FSM

http://www.fsm2009amazonia.org.br/

Na hora da raiva é que aparece o racismo:"O Brasil é conhecido por suas dançarinas, e não por seus juristas', diz deputado italiano"

Palavras que demonstram o real pensamento do racista e , pior , tem brasileiro que diz: "já temos muitos ladrões e assassinos no Brasil , manda ele para a Itália". Essa reportagem é para vocês que se deixam levar facilmente por argumentos rotos.
É por isso que somos barrados em alfândegas européias e americanas. Parem de tratar bem os estrangeiros , como se fossem da família. Tenho uma novidade: eles não são da família.
"O Brasil é conhecido por suas dançarinas, e não por seus juristas", diz deputado italiano.Em RomaO deputado Ettore Pirovano, do partido conservador Liga Norte, ironizou o trabalho de juristas brasileiros nesta sexta-feira ao comentar o refúgio político concedido ao ex-militante de esquerda Cesare Battisti.Pirovano criticou duramente o ministro da Justiça, Tarso Genro, por suas declarações à imprensa brasileira de que a Itália ainda vive fechada em seus "anos de chumbo"."Não me parece que o Brasil seja conhecido por seus juristas, mas sim por suas dançarinas. Portanto, antes de pretender nos dar lições de Direito, o ministro da Justiça brasileiro faria bem se pensasse nisso não uma, mas mil vezes", disparou o deputado governista.Pirovano lembrou também que ainda vivem no Brasil ex-agentes do regime nazista, e questionou se para eles também vale a regra usada para dar o refúgio a Battisti. Para o deputado da Liga Norte, "cada nação deve pensar em como administrou internamente os próprios critérios de justiça e liberdade".Pivô de uma grave crise diplomática entre Brasil e Itália, Cesare Battisti foi condenado em seu país à prisão perpétua por quatro assassinatos cometidos, de acordo com a Justiça italiana, entre 1978 e 1979, quando era membro da organização Proletários Armados Pelo Comunismo (PAC).No último dia 13 de janeiro, o italiano -- que alega inocência -- recebeu do ministro Genro o status de refugiado político, o que impede sua extradição. Um parecer final sobre o caso será dado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em fevereiro. No começo da semana, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, recomendou à corte a extinção do processo.Ontem, o ministo Cezar Peluso, do STF, autorizou a Itália a se posicionar sobre o caso. O país terá cinco dias para atender à solicitação.

Novo mínimo representa aumento real de 6,39%, o maior desde 2006

Novo mínimo representa aumento real de 6,39%, o maior desde 2006.
Agência Brasil
O novo salário mínimo de R$ 465, que entrará em vigor a partir do próximo domingo, representará um ganho real acumulado acima da inflação para o trabalhador brasileiro de 6,39% em 2009. Em relação ao salário anterior de R$ 415,00, o aumento nominal é de 12,05%.Desde 2003, o reajuste real do salário mínimo, descontada a inflação do período, alcança 46,05%, revelou hoje (30), o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. O aumento real do mínimo em 2003 foi de 0,53%, passando a 2,18% em 2004. No ano seguinte, o ganho atingiu 7,91%, subindo para 13,89% em 2006. Em 2007, o aumento somou 4,96% e, em 2008, de 3,78%, de acordo com dados divulgados por Lupi.O ministro do Trabalho encaminhou ao presidente da República justificativa para o aumento do salário mínimo. Aproveitou para apelar ao Congresso Nacional no sentido de que aprove o projeto-de-lei de 2006 que estabelece a política para o mínimo até 2023.“Como não foi aprovado ainda )o projeto), a cada ano tem que ser editada uma medida provisória (com o novo valor). Eu quero começar apelando ao Congresso Nacional a aprovação do projeto de lei que garante a validade desse acordo feito entre o Executivo e as centrais sindicais até 2023”, explicou Carlos Lupi.Crescimento do PIB O projeto determina que o reajuste do salário mínimo terá por base o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas no país, mais a inflação do período, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O novo mínimo de R$ 465 considera o crescimento real do PIB de 2007 (5,65%) mais a inflação do INPC nos 12 meses que vão de março de 2008 a janeiro de 2009 (6,40%). Isso dá um total de reajuste de 12,05% sobre o salário vigente em 2008. Lupi confirmou que em 2010, conforme prevê o projeto-de-lei, o aumento do mínimo deverá ser antecipado para janeiro.O ministro descartou que em razão da crise internacional, o aumento do mínimo possa ser menor no próximo ano. “Não, porque eu acho que cada sofrimento tem seu tempo. Como eu sou um otimista, acho que nós vamos sair muito melhor do que muitos imaginam da crise”. Lupi espera um aumento do emprego em março, em função do reajuste do salário. Preferiu, contudo, fazer uma melhor projeção para 2010 somente ao final deste ano.

Lula critica países ricos por tratamento dispensado a imigrantes

Lula critica países ricos por tratamento dispensado a imigrantes.
Segundo ele, nações ricas culpam imigrantes por seu empobrecimento. No Fórum Social, presidente diz que Brasil 'tem lição a dar ao mundo'.
Do G1, em Brasília
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta sexta-feira (30) o tratamento dispensado pelos países ricos a imigrantes de países pobres e disse que o Brasil é um exemplo de tolerância ao mundo. “Este país aqui é um país que tem lição a dar ao mundo sobre tratamento de imigrantes. Este país aqui, desde 1850 –não vou nem falar dos portugueses, que chegaram em 1500– mas desde 1850, a gente recebe imigrantes”, afirmou. Segundo Lula, “todos que chegaram aqui são tratados com respeito, diferentemente de alguns países europeus, de alguns países ricos, que acham que o problema do seu empobrecimento são os coitados dos imigrantes”.
Lula afirmou que o problema da imigração ilegal no mundo deve ser combatido em sua origem. “Eu acho que o que nós precisamos garantir é o desenvolvimento das regiões mais pobres, como forma de evitar que os pobres do mundo se transformem em nômades, andando para os outros países.” Lula disse que o desenvolvimento econômico é a chave para atenuar o problema enfrentado pelos psíses ricos. “Se quisermos que as pessoas fiquem na África ou na América Latina, nós temos que desenvolver a África e a América Latina. E o Brasil dará um tratamento respeitoso a todos que aqui chegarem”, afirmou.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

AVISO À IMPRENSA BRASILEIRA:"DESISTAM , VOCÊS JÁ PERDERAM".ASSINADO:HELIO DE SOUZA BORBA

Lula discursa no Fórum e diz que "Deus mercado" quebrou por irresponsabilidade

Da esquerda para a direita: presidente da Bolívia, Evo Morales; do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; do Equador, Rafael Correa e da Venezuela, Hugo Chavez, se encontram no Fórum Social Mundial em Belém (Foto: AFP Photo)
Lula discursa no Fórum e diz que "Deus mercado" quebrou por irresponsabilidade.
Rodrigo Bertolotto Enviado Especial do UOL NotíciasEm Belém (PA)O Fórum Social Mundial sempre teve como alvo o neoliberalismo. E não foi diferente na reunião dos cinco presidentes sul-americanos nesta edição de 2008, em Belém. Lula recebeu no centro de convenções Hangar os colegas Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia), Rafael Correa (Equador) e Fernando Lugo (Paraguai) para discutirem os novos rumos após a crise global que começou em setembro último.Lula discursa junto com cinco presidentes da América do Sul."O Deus mercado quebrou por irresponsabilidade". Os yuppies de Wall Street ficavam calculando os riscos de nossos países e agora estão pedindo socorro aos Estados", sentenciou Lula diante de uma plateia de mais de três mil pessoas ovacionando (gritos de "olé, olé, olá, Lula, Lula), com bandeiras do PT, CUT e até uma faixa de apoio ao PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). E o mandatário brasileiro ainda provocou: "Quero ver se o FMI vai dizer para o Obama como salvar os EUA agora."Lula aproveitou o lema do Fórum ("um outro mundo é possível") e parafraseou: "É necessário, é imprescindível." Logo afirmou que é necessário um controle sobre o mercado financeiro, que só deve emprestar para quem produz.Ele disse ainda que os presidentes ali presentes eram parte da luta da esquerda ao longo das últimas décadas. "Guardem essa fotografia, somos os que ousaram não concordar com os regimes. O que nós conquistamos foi resultado das mortes de muita gente que pegou em armas para derrubar regimes autoritários. Estamos fazendo parte daquilo que eles sonharam", falou Lula, que comparou a crise do mensalão de 2005 com as campanhas de mídia contra Chávez.

Enquanto isso no governo Lula:Governo Federal pretende comprar casas para repassar a famílias

Governo Federal pretende comprar casas para repassar a famílias.
Pacote habitacional prevê licitação para governo adquirir diretamente de construtoras imóvel a ser financiado ao comprador de baixa renda.

Plano é financiar 1 milhão de novas moradias até o final de 2010 nas diversas modalidades previstas para reaquecer o mercado
KENNEDY ALENCARDA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Por meio de licitação, o governo pretende comprar, diretamente de grandes, médias e pequenas construtoras, moradias para famílias de baixa renda e refinanciá-las pela Caixa Econômica Federal. Segundo a Folha apurou, deve ser uma das modalidades do pacote de habitação que deverá ser fechado na semana que vem.Pelas várias modalidades do pacote, o governo quer financiar a construção de 1 milhão de novas moradias até o final de 2010 -metade até dezembro deste ano, metade até dezembro do próximo ano.Não há estimativa ainda de quantas moradias serão contratadas diretamente das construtoras. O governo também reduzirá impostos da área de construção para baratear os financiamentos.O principal objetivo do pacote é manter aquecido o mercado de construção civil e atender a uma faixa de baixa renda que não consegue financiamentos a juros subsidiados e tampouco arcar com os financiamentos tradicionais. É uma faixa que tem renda mensal entre R$ 1.200 e R$ 2.200.O governo está negociando diretamente com as grandes construtoras e com entidades de representação do setor a redução do preço médio do metro quadrado construído. As empresas pediram um valor entre R$ 1.500 e R$ 1.600 por metro quadrado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva achou caro e pediu a redução do valor e a decomposição do preço para a construção de moradias de 40 m2, 60 m2 e 80 m2.Nas planilhas apresentadas ao governo, constatou-se que, em média, a construção representa cerca de 50% do financiamento. O terreno, 10%, Os demais 40% se referem a taxas, impostos, seguros e "spread" (diferença entre o que o banco paga para captar recursos e o quanto cobra do cliente).Lula pediu à Caixa que fizesse estudos para reduzir "spread", taxas e seguros. Numa simulação, foi informado de que uma pessoa com mais de 50 anos chega a pagar cerca de um terço do financiamento como seguro de vida. Ou seja, um terço do valor do empréstimo para que a moradia fique com a família em caso de morte do tomador do financiamento.O governo quer parcerias com Estados e municípios para a compra direta de moradias das construtoras. A ideia é que Estados e municípios deem os terrenos, o que já reduziria os custos. Uma preocupação é tentar uniformizar nacionalmente a forma de compra da moradia, pois há leis diferentes por Estados e cidades.Um auxiliar direto do presidente diz que o estrato social com renda mensal entre R$ 1.200 e R$ 2.200 tem dificuldade de obter financiamentos imobiliários. Para quem ganha até R$ 1.200, há financiamentos com juros subsidiados.A ideia é dar a faixa de até R$ 2.200 juros menores do que os de mercado. Quem tem essa renda e possuir o terreno receberá financiamento para construir por sua conta a casa.O pacote de habitação será mais uma medida que prevê gastos públicos para tentar minimizar os efeitos da crise econômica. Na faixa da população de baixa renda, Lula colhe alto índice de popularidade.Grandes construtoras já começaram projetos próprios de venda de moradias financiadas a compradores de baixa renda. O governo avalia que sua entrada como intermediador produzirá dois efeitos: barateará o custo para o comprador e manterá aquecido o setor de construção, que gera empregos.Além de ajudar a compra de casa própria para trabalhadores de baixa renda, o governo também estuda medidas para estimular a venda de imóveis para a classe média.A pedido das construtoras, como a Folha já publicou, deverá elevar o valor do imóvel que pode ser financiado com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que pode passar dos atuais R$ 350 mil para um valor entre R$ 500 mil e R$ 600 mil.

Kassab para governador em 2010 , cada um tem o que pede: IPTU de 25 mil imóveis subirá até 70% em São Paulo

IPTU de 25 mil imóveis subirá até 70% em São Paulo.
Em São Paulo (SP)
Donos de 25 mil imóveis de São Paulo vão receber ou já receberam
o carnê do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) com uma "surpresa". Sem avisar a população, a Prefeitura começou a aplicar a Lei Municipal nº 14.089/05 para imóveis com cadastro anterior a 2006. Ela prevê o fim da dedução de R$ 24,4 mil na base de cálculo do imposto para quem tem mais de uma propriedade. Por isso, alguns tiveram reajustes de até 70%.
Embora tenha sido aprovada em 2005, a lei só começou a valer na ocasião para os imóveis cadastrados no município após essa data. Os proprietários nessa situação já perderam no IPTU do ano seguinte o benefício para o segundo ou demais imóveis. Ainda em 2006, a Prefeitura começou a recadastrar outras propriedades para que se enquadrassem na lei, processo ainda não concluído."Já atingimos 80% de imóveis recadastrados e aperfeiçoamos o banco de dados com outras informações, além do nome e endereço da propriedade. Agora temos condições de fazer cumprir a lei para os imóveis com cadastro antigo também", diz o subsecretário da Receita Municipal, Wilson José de Araújo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Empresas buscam gente de cabelo branco,exceto na Imprensa Corrupta,Golpista e Racista brasileira.Onde só serve jovem e branco branco,vide "GloboNews"

Empresas buscam gente de cabelo branco.

SÃO PAULO - "Pensávamos que o primeiro semestre de 2009 seria um período fraco de contratações, por conta da crise. Mas as empresas começaram a nos procurar e nos surpreendemos. Não apenas pelo fato de elas estarem contratando, e sim porque estavam buscando profissionais mais experientes. O primeiro semestre do ano passado foi uma loucura, com a garotada mudando de emprego a todo momento. Havia muito espaço para os jovens. Agora, com a crise, o perfil procurado mudou".O comentário é do sócio da empresa de recrutamento CTPartners Brasil, Arthur Vasconcellos. Segundo ele, a opção que as organizações estão fazendo é pela serenidade.
Custo do risco
O headhunter enfatiza que, no ano passado, o custo do risco era muito baixo - embora após outubro tenha se mostrado muito caro -, por isso as empresas não se preocuparam com a inexperiência de suas equipes.Agora, com a crise, o pânico entre executivos e profissionais jovens é exagerado, o que é compreensível. Muitos deles nunca passaram por uma crise e cresceram profissionalmente nos anos de bonança da economia. "Um empregador disse que queria alguém com seus 50 anos, que pudesse sentar com essa moçada e explicar o que estava acontecendo", conta Vasconcellos."Ao menos para atravessar este primeiro semestre, as empresas optaram pela maturidade, que será necessária na hora de tomar decisões difíceis. E não estou falando da decisão de demitir, porque demitir é fácil. Eu vivi a crise no Brasil da década de 80 e posso dizer que quem viveu aquela época está reagindo à turbulência atual de outra forma. Sei do caso de um executivo de 62 anos que foi contratado recentemente".
Fim da troca de gerações
Para o especialista, a crise pode marcar o fim de um modelo cruel de substituição de gerações. Explica-se: nos últimos anos, muitas empresas estavam preferindo os profissionais mais jovens, em detrimento dos mais maduros, por conta do ímpeto, da capacidade inovadora e da sede pelos riscos dos novatos.Com a crise, todavia, percebeu-se o valor da experiência, que, mesmo em um momento crítico, é traduzida em serenidade e equilíbrio. Não significa que os mais jovens deixarão de ser contratados. "O ideal é a soma", garante. É legal alguém dizer: "vamos ganhar muito se investirmos em determinado projeto!", mostrando que é bom se arriscar. Mas é mais legal ainda alguém responder: "Isso pode dar errado", denotando que existe um outro lado, algo que a experiência ensina. A mescla de gerações construirá o alicerce das empresas, a solidez. "Às vezes, é preciso ter um pouco de cabelo branco", finaliza.

EUA: Califórnia à beira da falência.Americanos pedem empregos no Brasil "de Lula",é óbvio

EUA: Califórnia à beira da falência.

SACRAMENTO, EUA, 29 Jan 2009 (AFP) - O déficit orçamentário que aparece na calculadora gigante instalada do lado de fora do gabinete do governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, aumenta num ritmo de 500 dólares por segundo: duramente castigado pela recessão, o Estado pode quebrar na próxima semana."O relógio do déficit", que o governador mandou colocar em seu gabinete, em Sacramento, capital do estado que governa há mais de cinco anos, chegará em breve aos 40 bilhões de dólares.As autoridades locais afirmam que "a crise orçamentária deixou nosso estado à beira do desastre".A Califórnia é o estado mais rico e populoso dos Estados Unidos, com 36,5 milhões de habitantes. Do tamanho da Itália, se fosse um país independentes seria o oitavo maior PIB do mundo.Há vários meses, Schwarzenegger enfrenta os parlamentares californianos para tentar aprovar um aumento de impostos e cortes nos gastos públicos.Nos últimos tempos, porém, a situação ficou tão crítica que o secretário de Orçamento da Califórnia, John Chiang, alertou sobre a falta crônica de dinheiro que afetará o estado a partir do dia 1º de fevereiro.Chiang já decidiu não pagar imediatamente a restituição do imposto de renda. Bolsas escolares também podem deixar de ser pagas e a jornada de trabalho dos funcionários públicos já foi reduzida.No fim de dezembro, o governador anunciou um decreto estabelecendo dois dias de licença não remunerada para seus empregados, além de ter mencionado a possibilidade de reduzir salários e cortar postos de trabalho.Como se não bastasse, a agência de classificação financeira Moody's advertiu que estuda reduzir a nota dos créditos estaduais, o que faria aumentar as taxas de juros pagas pelo Estado.Em uma tentativa de conter a hemorragia, que se agravou ainda mais com a recessão - que diminuiu a renda do governo sem reduzir seus gastos fixos -, Schwarzenegger propôs aumentar os impostos, entre eles, o do valor agregado (IVA). Nos Estados Unidos, porém, são necessários dois terços dos votos da legislatura para sancionar uma lei como esta."A verdade é que nosso Estado está tão impotente que não conseguimos resolver a crise orçamentária. A verdade é que a Califórnia está em estado de emergência", afirmou o governador republicano em seu discurso "A situação do estado", pronunciado este mês.Para Jean Ross, diretora do grupo de reflexão independente "California Budget Project" (projeto orçamentário da Califórnia), a regra dos dois terços impediu que o estado conseguisse obter o volume de dinheiro suficiente para enfrentar a crise. Ela afirma que o estado "vai continuar no vermelho até segunda ordem"."Nossa bolha imobiliária era maior (que no resto dos EUA), e quando ela estourou, fomos afetados mais duramente", explicou , observando que "a maioria dos economistas concordam que sairemos desta situação mais tarde que os demais estados".Curiosamente, Schwarzenegger - que é republicano - está tendo dificuldades para convencer os parlamentares de seu próprio partido, tradicionalmente contrários a aumentos de impostos.Para Kris Vosburgh, diretor de uma associação de defesa dos contribuintes da Califórnia, um aumento dos impostos não pode resolver os problemas orçamentários."Se aumentarmos os impostos a situação se agravará, já que não apenas tornaremos mais pesado o fardo do contribuinte, mas também faremos com que o resultado final seja menos renda para a administração, devido à queda da atividade", argumentou.

Apesar da crise da Imprensa corrupta,golpista e racista brasileira,novo salário mínimo, de R$ 465, entra em vigor neste domingo

Novo salário mínimo, de R$ 465, entra em vigor neste domingo.
Reajuste de 12% foi mantido apesar dos cortes no Orçamento. Governo espera estimular consumo interno.
Entra em vigor no próximo domingo (1º) o novo salário mínimo, que passa de R$ 415 para R$ 465. O valor corresponde a um reajuste de 12% e terá reflexo no início de março, quando normalmente são pagos os salários de fevereiro. O valor do novo mínimo havia sido negociado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com as centrais sindicais em 2008 e foi confirmado pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, na terça-feira passada (27) durante o anúncio de corte provisório do Orçamento de 2009.
Os reajustes do salário mínimo causam impacto a pelo menos 21 milhões de brasileiros, segundo o Ministério do Trabalho, usando dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre os aposentados e pensionistas, mais de seis milhões recebem pelo menos um salário mínimo mensal.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Poesia de Homenagem ao Fórum Social Mundial 2009


FÓRUM SOCIAL MUNDIAL EM BELÉM 2009

Na nossa Belém do Pará, na nossa Amazônia querida.Na cidadania e no organizar, da gente irmã e tão amiga.Unindo cabeça e coração, por Justiça e espirito fraternal , Em Belém os povos em reunião , Fórum Social Mundial.Vai Ter muita fraternidade, por consciência e soberania.Vão se dar as mãos em irmandade, como na Eucaristia.Com Oficinas de apresentação, e de prática educacional.
Gente do mundo inteiro, amigos aliados na solidariedade reunidos com o brasileiro, na relação de respeitabilidade.São contra toda exploração, todo por tratamento irmanal.Em Belém os povos em reunião, Fórum Social Mundial.Não são apenas sonhadores, são construtores do Porvir são leais empreendedores. Pra um melhor mundo erigir.Todo mundo dando a mão, num grande abraço divinal
Em Belém os povos em reunião, Fórum Social Mundial.Possuem um poderoso sentir, tem o amor mais profundo.Querem atuar e intervir, para fazerem melhor o Mundo.Sem desigualdade e exclusão, com o humano mais igual.Em Belém os povos em reunião, Fórum Social Mundial.Muito Carimbó e Ciranda, a Boa Vontade por inteiro.Tem gente de Rocha Miranda, da Unicamp e Mosqueiro.
Melhorar toda situação, e diminuir a escalada criminal.Em Belém os povos em reunião, Fórum Social Mundial.Um Momento bem diferente, pode ser o mais bacana.Temos novo Presidente, esperança em Barack Obama.
Respeito a toda população, e a cada Estado Nacional.
Em Belém os povos em reunião, Fórum Social Mundial.Encontro de entendimento, de respeito e afetividade.Todos o comprometimento, de trato de respeitabilidade.
Contra expropriação, e injustiça na relação Comercial.
Em Belém os povos em reunião, Fórum Social Mundial.É uma coisa bela e rara, é todo o povo se encontrando.Cada um tem de dar as caras, estão todos se unificando.Cada Humano é um irmão, no congraçamento Universal.Em Belém os povos em reunião, Fórum Social Mundial.Um outro mundo é possível, isso que o Forum vai tratar.Dar fim ao desprezível, de o Homem ao homem explorar.Humanizando toda relação, humano nasceu pra ser cordial.
Em Belém os povos em reunião, Fórum Social Mundial.

Azuir Filho e Turmas: do Social da Unicamp e de Amigos:de Rocha Miranda, Rio, RJ, e de Mosqueiro, Belém, PA,

"PEC do Trabalho Escravo".Deputado do DEM e Senadora do PSDB não quiseram se pronunciar.Leia na reportagem do UOL

PEC do Trabalho Escravo chegou a ser aprovada em 1º turno após Unaí, mas há 4 anos e meio está parada na Câmara.
Piero Locatelli
Do UOL Notícias
Em Brasília
Há mais de quatro anos e meio que está parada no Congresso Nacional a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Trabalho Escravo. O projeto chegou a ser aprovado em 1º turno na Câmara dos Deputados depois que três auditores fiscais e um motorista do Ministério do Trabalho foram mortos em Unaí (MG) quando vistoriavam a situação de trabalhadores rurais.A Chacina de Unaí, município de Minas Gerais onde foram mortos três auditores fiscais e um motorista do Ministério do Trabalho, completa cinco anos nesta quarta-feira (28) sem o julgamento dos acusados. Eles foram assassinados na cidade mineira quando vistoriavam a situação de alojamento e remuneração de trabalhadores em plantações de feijão.Desde a aprovação pelo plenário da Câmara em agosto de 2004, a PEC aguarda a votação em segundo turno para seguir seu trâmite. Ela adiciona um novo item no Art. 243 da Constituição Federal e traz a expropriação da terra, sem direito a indenização, onde forem encontrados trabalhadores em situação análoga à escravidão. Atualmente, este item da Constituição só trata do confisco de terras onde forem encontradas plantações de psicotrópicos.Aprovar a PEC é uma das prioridades do Plano Nacional Para a Erradicação do Trabalho Escravo, apresentado pelo Governo Federal originalmente em 2003 e atualizado em 2007. Ele é considerado pelo Secretário para os Direitos Humanos, ministro Paulo Vanucci, essencial para a reinserção dos trabalhadores quando saem da escravidão.A proposta foi aprovada em primeiro turno devido à pressão pública em torno da Chacina de Unaí. Quatro funcionários do Ministério do Trabalho e Emprego foram assassinados quando investigavam casos de tratamento inadequados aos trabalhadores em plantações de feijão na cidade de Unaí, Minas Gerais. Desde então, porém, ela não conseguiu ser votada em nenhuma das vezes em que foi pautada no Plenário.A tramitação da PECA PEC foi apresentada no dia 11 de março de 1999, pelo ex-senador Ademir Andrade (PSB-PA). No dia 31 de outubro de 2001, ela foi aprovada pelo plenário do Senado Federal, de onde seguiu para a Câmara dos Deputados. Proposta com o mesmo conteúdo, porém, já havia sido apresentada pelo deputado Paulo Rocha (PT-PA) em 1995.Antes de ir para a sanção do presidente Lula, a PEC ainda precisara retornar ao Senado Federal, devido à inclusão do termo "propriedades urbanas" na proposta original do Senado.No momento, a proposta está sem relator. Ele é figura essencial dentro do Congresso para que a proposta volte à pauta.Seu antigo relator, Tarcisio Zimmermann (PT-RS), saiu do cargo para assumir a prefeitura de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Um novo relator deve ser escolhido depois do reinício da atividade legislativa, no dia dois de fevereiro.Setor sucroalcooleiro lidera ranking de trabalho escravoO setor sucroalcooleiro lidera o ranking de 'escravos' libertados pelo governo federal em 2008. No total, 2.553 pessoas saíram de condições de trabalho equivalentes à escravidão no setor durante o ano passado. Isso equivale a 49% do total de 5.224 trabalhadores retirados em 2008Ruralistas são acusados de atrasar a aprovaçãoSenadores e deputados ligados à agricultura, a chamada Bancada Ruralista, são responsabilizados por outros parlamentares e grupos sociais pelo atraso na aprovação da matéria.Dom Tomás Balduíno, um dos fundadores da CPT (Comissão Pastoral da Terra), já chegou a chamá-los de "Bancada Escravagista" no ano passado. "Devemos responsabilizar o setor mais atrasado do campo brasileiro, que tem muita influência no campo político," diz o senador José Nery (PSOL-PA), presidente da Subcomissão de Combate ao Trabalho Escravo do Senado.O senador espera que a proposta seja votada ainda neste ano. Ele diz que, se não for possível convencê-los pelos direitos humanos, quer fazê-lo através das suas necessidades econômicas. Ele disse que, sem erradicar o trabalho escravo, o Brasil perde muito em exportações para países com resistência à prática. "Mesmo que eles não o façam por motivos humanitários que o façam por motivos econômicos," disse o Senador.
O outro lado
Deputados da Bancada Ruralista procurados pelo UOL não quiseram falar com a reportagem. A assessoria de Ronaldo Caiado (DEM-GO) disse que ele não iria se pronunciar para "não polemizar sobre o assunto" enquanto a PEC não voltar à pauta. Caiado é um dos fundadores da UDR (União Democrática Ruralista). Ele é dono de seis fazendas e um patrimônio de mais de 3 milhões de reais, segundo dados declarados ao TSE para as eleições de 2006.A assessoria da senadora Kátia Abreu do PSDB, após pedir detalhes das perguntas por e-mail, alegou falta de tempo para atender o UOL antes do fechamento desta reportagem, mesmo com a requisição sendo feita três dias antes.Em 2004, quando ainda era deputada, Kátia do PSDB, junto a outros nove parlamentares, votou contra a proposta da PEC no plenário. Atualmente ela é diretora da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil).

Cuidado PIG você será o próximo.'New York Times' fecha ano de 2008 com prejuízo de US$ 57,8 milhões


'New York Times' fecha ano de 2008 com prejuízo de US$ 57,8 milhões.
Em 2007, grupo havia tido lucro de mais de US$ 200 milhões.Direção da empresa diz que crise reduz contratos de publicidade.
Do G1, com informações da France Presse
Edifício sede do NYT, em Nova York (Foto: AFP)
O grupo The New York Times Co. anunciou nesta quarta-feira (28) que fechou 2008 com um prejuízo líquido de US$ 57,8 milhões, contra um lucro de US$ 208 milhões um ano antes.
Apesar do resultado negativo no fechamento do ano, informações de mercado mostram que o resultado dos últimos três meses do ano passado ficaram acima das expectativas do mercado.
A empresa, que também é proprietária dos jornais "Boston Globe" e "International Herald Tribune", entre outros, indicou que seu lucro líquido no quarto trimestre caiu 47%, a US$ 27,6 milhões, contra US$ 52,9 milhões em igual período de 2007.
saiba mais
Endividamento
Por conta de seu endividamento, a empresa buscou fluxo de caixa de várias fontes, incluindo uma injeção de US$ 250 milhões do bilionário mexicano Carlos Slim, da América Móvil, que no Brasil é proprietária da Claro e da Embratel. Segundo o "New York Times", a empresa também busca um comprador para seu time de beisebol, o Red Sox.
"Os problemas da economia global estão afetando todos os negócios e indústrias, especialmente companhias como a nossa, que gera uma parte significativa de seus lucros com a publicidade", afirmou a presidente executiva da Times Co., Janet Robinson, em um comunicado.

6 mil novos empregos no DF.Em todo o ano, foram 64 mil novos postos de trabalho

6 mil novos empregos no DF
Taxa de desemprego no Distrito Federal passa de 16,5% em 2007 para 15,4% em 2008.
Mariana Flores

Da equipe do Correio Braziliense
O desaquecimento que atingiu o mercado de trabalho brasileiro em função da crise econômica foi brando no Distrito Federal, que registrou um fim de ano relativamente positivo para os trabalhadores. No mês de dezembro, 6 mil pessoas conseguiram uma ocupação, reduzindo o volume de brasilienses em busca de um posto de trabalho, de acordo com os dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada ontem pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Em todo o ano, foram 64 mil novos postos de trabalho. A taxa de desemprego, que começou 2008 em 16,5%, percentual registrado em dezembro de 2007, caiu para 15,4% no mês passado.

Sei dos 6% anti-lula,basta não ler o blog. Lula assina MP que garante merenda ao ensino médio

Lula assina MP que garante merenda ao ensino médio.
Da RedaçãoEm São Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na tarde desta quarta-feira (28) uma medida provisória que garante a oferta de merenda no ensino médio. A estimativa é que mais de 7,3 milhões de estudantes recebam a alimentação.Esse segmento não estava incluído no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). De acordo com a assessoria de imprensa do MEC (Ministério da Educação), as refeições, juntamente com o Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar e o Programa Dinheiro Direto na Escola, receberão R$ 574,6 milhões.De acordo com o MEC, cerca de 1,1 milhão de crianças e jovens serão atendidos pelo programa de transporte escolar, nos níveis de ensino infantil e médio da zona rural. Segundo o governo, a MP pretende dar tratamento igual a todos os níveis de ensino da educação básica.

Brasil de todos.Governo Lula amplia limite de renda dos beneficiários do Bolsa Família

Governo Lula amplia limite de renda dos beneficiários do Bolsa Família.
RENATA GIRALDI

da Folha Online, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu nesta quarta-feira autorizar que famílias que tenham renda mensal per capita de até R$ 137 recebam os benefícios do Bolsa Família. Até então, a autorização era apenas para as famílias com renda mensal per capita de R$ 120. A decisão foi tomada por Lula depois de reunião com o ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social).
A primeira inclusão de beneficiados ocorrerá a partir de maio. Pelos dados do ministério, a medida vai permitir a inclusão de 1,3 milhão de famílias em todo país. A previsão é que para o pagamento dos benefícios sejam gastos R$ 549 milhões neste ano. Não há ainda cálculos para 2010, segundo os técnicos. Cada família pode receber até R$ 60 por mês.
De acordo com interlocutores do Palácio do Planalto, a decisão foi tomada a partir de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas).
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, a renda da família é calculada a partir da soma do dinheiro que todas as pessoas da casa ganham por mês (como salários e aposentadorias). Esse valor deve ser dividido pelo número de pessoas que vivem na casa, obtendo assim a renda per capita da família.
Os interessados devem procurar o setor responsável pelo Programa Bolsa Família no município e apresentar documentos pessoais, como título de eleitor ou CPF, para se cadastrar no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal).

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Estamos às portas de fevereiro e a crise não chega ao país.Será uma marola? Bolsa dispara quase 4% e fecha em alta pelo 4º dia seguido

Bolsa dispara quase 4% e fecha em alta pelo 4º dia seguido.
Da Redação Em São Paulo
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subiu 3,95% nesta quarta-feira e fechou aos 40.227,45 pontos.O dia foi carregado de notícias sobre a política econômica dos Estados Unidos. Investidores foram influenciados por rumores de que o governo americano crie um banco para comprar ativos ilíquidos (com baixo interesse de compradores) de instituições financeiras que perderam com a crise internacional. O Federal Reserve (banco central dos EUA) anunciou às 17h15 (horário de Brasília) que manterá "por um bom tempo" sua taxa básica de juros numa banda que varia entre 0% ao ano e 0,25%. A instituição lançou, ainda, uma linha de crédito específica para famílias e pequenas empresas. Ainda nos EUA, analistas estão mais confiantes de que congressistas norte-americanos aprovem o plano de estímulo fiscal de US$ 825 bilhões proposto pelo presidente Barack Obama. O chefe de governo afirmou que a economia pede uma ação "ousada e rápida". O novo secretário do Tesouro dos EUA, Tim Geithner, disse que está considerando um "leque de opções" para revigorar a economia e acrescentou que espera apresentar as propostas "relativamente em breve". No Brasil, o Banco Central divulgou que o setor público poupou, no ano passado, R$ 118 bilhões para pagar juros, valor recorde. A quantia equivale a 4,07% do Produto Interno Bruto do país, acima da meta estipulada (3,8%).

(Com informações de Reuters e Valor Online)

PIG mais problemas para sua crise:"País poupa R$ 118 bi para pagar juros em 2008, quantia recorde"

País poupa R$ 118 bi para pagar juros em 2008, quantia recorde.
Da Redação Em São Paulo
O setor público brasileiro, incluindo União, Estados, municípios e estatais, conseguiu juntar R$ 118 bilhões ao longo de 2008 para pagar juros da dívida, 16% a mais que os R$ 101,6 bilhões verificados em 2007, informou nesta quarta-feira o Banco Central. Foi o maior saldo já alcançado desde 1991, quando o BC começou a divulgar esses dados.

PIG problemas para sua crise :"Brasil tem 14 empresas em lista de 'companhias globais'

Brasil tem 14 empresas em lista de 'companhias globais'.

Davos (Suíça), 28 jan (EFE).- Quatorze empresas brasileiras compõem a lista de 100 companhias de economias emergentes classificadas como sérias concorrentes a multinacionais de países desenvolvidos, publicada pela consultora Boston Consulting Group e divulgada no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.A característica destas 100 empresas é que, juntas, elas somaram, em 2007 (ano-base da lista) receitas de US$ 1,5 trilhão e alcançaram ou superaram rivais muito mais antigas de EUA, Europa e Japão.O Brasil é o terceiro país com mais firmas na lista, atrás da China (36) e da Índia (20). Em seguida, vêm México (7) e Rússia (6).Pela primeira vez, a lista inclui companhias do Oriente Médio, com quatro dos Emirados Árabes Unidos e uma do Kuwait.O destaque no Brasil vai para o conglomerado Camargo Corrêa, que atua em setores que vão da construção ao têxtil e foi incluído este ano na lista, por seu crescimento internacional em 2007, em especial na América Latina, na África e na Espanha, alcançando uma receita de US$ 6,4 bilhões naquele ano.As outras 13 empresas brasileiras já faziam parte da lista, entre elas a Petrobras, a mineradora Vale, a construtora Odebrecht, a siderúrgica Gerdau, a aeronáutica Embraer, os frigoríficos Sadia e Perdigão, a têxtil Coteminas -da família do vice-presidente José de Alencar-, a cosmética Natura e o conglomerado Votorantim.Também compõem a lista a montadora de ônibus Marcopolo, a fabricante de motores elétricos WEG, a produtora de carne bovina JBS-Friboi.

Dólar cai 2,32% e fecha em R$ 2,276, com otimismo no exterior.PIG otimismo não é um bom substantivo para você

Otimismo
Acepções■ substantivo masculino

1 disposição para ver as coisas pelo lado bom e esperar sempre uma solução favorável, mesmo nas situações mais difíceis

Dólar cai 2,32% e fecha em R$ 2,276, com otimismo no exterior.
Da Redação Em São Paulo
A cotação do dólar comercial caiu 2,32% nesta quarta-feira e fechou em R$ 2,276 na venda. Investidores reagiram aos rumores de que o governo dos Estados Unidos pode criar um banco para gerir ativos podres de instituições financeiras que perderam com a crise internacional. A possível medida gerou otimismo nos mercados de ações do mundo, provocando a queda do dólar. A melhora das Bolsas costuma fazer a cotação da moeda americana cair porque os investidores internacionais precisam vender dólares para comprar ações.
"A tendência do dólar é, ao longo do tempo, se estabilizar e até apresentar uma leve queda, à medida que a crise for se dissipando", afirmou o analista Marcos Forgione, mencionando a forte ligação do mercado de câmbio doméstico ao cenário externo. No entanto, Forgione lembra que mesmo com o bom humor dos investidores, o cenário é de cautela. "O problema é que você tem a questão da volatilidade e a aversão a risco. A coisa pode mudar a qualquer momento."O Banco Central manteve as atuações no mercado de câmbio. Além de um leilão de venda de dólares no mercado à vista nesta sessão, a autoridade monetária anunciou para quinta-feira três leilões simultâneos de venda com compromisso de recompra.

(Com informações de Reuters e Valor Online)

FMI acerta a previsão de crescimento do Brasil em 2009, é certo que estará no intervalo de zero a dez,com interpolação trigonométrica


FMI reduz previsão de crescimento do Brasil para 1,8% em 2009.

A economia do Brasil poderá crescer somente 1,8% em 2009, segundo previsão divulgada nesta quarta-feira pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). A nova previsão significa uma revisão para baixo em relação à previsão feita em novembro pelo FMI, de um crescimento de 3% para o Brasil neste ano.
Consulte os cálculos do FMI:
http://www.math.ist.utl.pt/~calves/AN/Eng2004/fft.html

Em Brasília,estamos com problemas sérios.A imprensa procura a crise,principalmente o Correio Braziliense,mas não acha.Por favor,ajudem os 6% anti-lula

Desemprego em SP cai a 11,8% em dezembro, diz Seade/Dieese.PIG e a crise?

Desemprego em SP cai a 11,8% em dezembro, diz Seade/Dieese.
Segundo dados, total de desempregados na região foi estimado em 1,42 mi de pessoas em dezembro de 2008.
ANNE WARTH - Agencia Estado
SÃO PAULO - A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo caiu para 11,8% em dezembro de 2008, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 28, pela Fundação Seade e Dieese. O desemprego estava em 12,3% em novembro passado e 13,5% em dezembro de 2007. O total de desempregados na região foi estimado em 1,42 milhão de pessoas em dezembro passado, 53 mil a menos em relação ao mês anterior.

Economia do governo para pagar juros supera meta e bate recorde em 2008.Atenção PIG acabou janeiro,vem carnaval e a crise não chega

Economia do governo para pagar juros supera meta e bate recorde em 2008.
EDUARDO CUCOLO
da Folha Online
A economia do governo federal para pagar os juros da dívida pública fechou 2008 com valor recorde. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, o superávit primário do governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência) ficou em R$ 71,4 bilhões.
O número representa um aumento de 23,5% em relação ao resultado de 2007. A meta do governo central para o ano de 2008 era de R$ 63,4 bilhões, o equivalente a 2,2% do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no período). O resultado alcançado representa 2,46% do PIB.
Além desse dinheiro, o governo economizou mais R$ 14,2 bilhões, que foram repassados em dezembro ao Fundo Soberano do Brasil --a poupança criada pelo governo com o excesso de arrecadação registrado neste ano.

Vendas dos supermercados crescem 8,98% em 2008




Vendas dos supermercados brasileiros crescem 8,98% em 2008, diz Abras.
No mês de dezembro, a alta foi de 27,12%, se comparada a novembro.Presidente diz que 2009 pode ser diferente se o desemprego aumentar.
Do G1, em São Paulo
As vendas acumuladas do setor supermercadista do país cresceram 8,98% em 2008 em relação a ano anterior, segundo Índice Nacional de Vendas divulgado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em valores nominais, as vendas cresceram 15,18% em 2008, na comparação com 2007.
No mês de dezembro, a variação nominal foi de 12,33% em comparação ao mesmo mês de 2007 e de 27,48% em relação ao mês anterior. Os índices foram deflacionados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Comparada a novembro de 2007 e ao mês anterior, em novembro a variação nominal foi de, respectivamente, 17,82% e 1,21%."Isso foi reflexo do aumento de renda da população brasileira durante a maior parte do ano que passou. Trata-se de um fator extremamente positivo, já que significa que o brasileiro levou para casa produtos que antes não tinha condições de comprar”, afirma Sussumu Honda, presidente da Abras. “Em 2008, o impacto da crise não foi tão forte no nosso setor. Entretanto, esse cenário tende a ser diferente em 2009, principalmente se houver aumento do desemprego", completa. O dado do ano inteiro segue a expansão de 5,92% apurada em 2007. Também ficou próximo da estimativa da Abras de alta de 9% a 10%. No entanto, dezembro já apresentou uma redução no ritmo de crescimento das vendas.
Produtos
Em dezembro, o AbrasMercado, cesta de 35 produtos de largo consumo analisada pela GfK Indicator, apresentou alta nominal de 0,48% em dezembro em relação ao mês anterior. Em valor real, deflacionado pelo IPCA do IBGE, o índice apresentou leve alta de 0,20%, também em comparação a novembro de 2008.
Comfrontando com dezembro de 2007, o AbrasMercado apresentou alta nominal de 12,75% - passando de R$ 231,20 para R$ 260,68. Em valores reais, o aumento foi de 6,47% no mesmo período.Os principais produtos dos supermercados, como os alimentos, são mais dependentes da renda do consumidor e não tanto do crédito - setor mais afetado pela crise financeira global. Os produtos com as maiores altas foram: tomate, 37,90%; cebola, 11,40%; e batata, 8,20%. Com quedas foram: feijão, -11,81%; óleo de soja, -6,43%; e carne dianteiro, -3,69%.

O "outro" Ocidente

O "outro" Ocidente.

Miguel Ángel Bastenier
Um historiador italiano qualificou a América Latina de "Il altro Occidente": a cópia, a imitação dos modos políticos ocidentais em outra parte do mundo. E essa foi sua imagem na Europa desde as independências no início do século 19. Mas há motivos para duvidar de que o continente ibérico continue sendo por tempo indefinido esse "outro Ocidente".Há três linhas de evolução em curso que conspiram contra a forma que as elites latino-americanas assumiram para ver a si mesmas. Uma das três é mais conjuntural, o acaso, embora com aspirações de se transformar em estrutural, e as outras duas, nitidamente estruturais, a necessidade. A primeira é encarnada pelo presidente Chávez da Venezuela; as outras duas são a ascensão eleitoral e indígena na Bolívia e a aposta na hegemonia regional do Brasil, facilitadas pela renúncia, talvez passageira, de Washington.Essa maré diversa tenta legitimar-se pelas urnas, por isso muito frequentemente solicitadas. Há duas semanas em El Salvador, a esquerda ex-guerrilheira - a antiga Frente Farabundo Martí - ganhou as eleições legislativas e tem fundadas esperanças de alcançar a presidência nas eleições desta primavera; o presidente boliviano, Evo Morales, conseguiu no último domingo um bom resultado global no referendo para aprovar sua Constituição indigenista, embora quatro províncias de nativismo contrário tenham rejeitado o texto; finalmente, no próximo dia 15 de fevereiro Chávez joga sua carreira política em outra consulta - a segunda, já que perdeu uma anterior - sobre sua postulação indefinida à presidência. El Salvador pode se constituir em novo recruta para a esquerda chavista, já integrada por Daniel Ortega na Nicarágua, pelo próprio Morales, a convalescente Cuba do segundo Castro, e de maneira muito mais original Rafael Correa no Equador e Fernando Lugo no Paraguai. Mas a segunda e ainda mais notável ofensiva contra a subordinação a Washington é a que desfecha o Brasil.Lula, que tem pela frente as presidenciais de 2010, às quais já não pode se apresentar e para as quais deveria colocar um delfim - seguramente, delfina - se quiser dar continuidade ao projeto, embora reivindique esses valores europeus, nem por isso quer menos a expulsão dos EUA e da Europa - da Espanha - dos fóruns unitários latinoamericanos; o instrumento para isso não permite enganos: a criação de uma nova OEA integrada exclusivamente pelos 33 países que se estendem entre a fronteira mexicano-norte-americana e a Terra do Fogo e se molham no Caribe. O presidente brasileiro quer que esse fórum exista até 2010, como já disse na megacúpula de Sauípe em dezembro passado.Que possibilidades têm as duas ofensivas, diferentes e revoltas, para assentar sobre novas bases, satisfatórias para ambas as partes, a relação com os EUA, com um presidente, Barack Obama, tão envolvido quanto seu antecessor na comoção na Ásia Central? Lula tem valor para Washington como "cobertura" de Chávez, freio e alternativa à linha-dura bolivariana; e Chávez pelo que possa retardar ou impossibilitar a integração branda de Lula. Mas existe uma via média, na qual os dois líderes pudessem se sentir cômodos, renunciando a seus objetivos máximos? O venezuelano, dobrando-se à capitania geral do brasileiro, agora que seu petróleo caiu bem abaixo dos US$ 40 o barril; e o brasileiro, a uma mera coordenação de superestrutura das diferentes formas de integração que a América Latina hoje enfrenta em ordem dispersa, sem pretender mais que pôr alguma ordem no pandemônio.Mas em ambos os casos, tanto com a via dura do eixo Caracas-Havana-La Paz como com a branda do Brasil - secundado quando menos por México e Argentina -, a América Latina deixaria de ser esse "outro Ocidente" tão "nosso". Se os primeiros mestiçariam ou indigenizariam a versão protótipo do latino-americano, empregando a força necessária para que ocorresse a mudança de mãos do poder - o que não ocorreu na Venezuela nem na Bolívia -, a versão brasileira e comparsas também deveria passar pela re-nacionalização dos países envolvidos, até que a cor de sua política refletisse muito melhor a variedade racial e social do continente.Essa é a América, em momento de definição, com a qual Obama deveria entender-se. Mas nem que o afro-americano fosse o maior e mais pacífico social-democrata do mundo, o que patentemente não é, poderia ver com equanimidade qualquer das duas tentativas, porque ambas conduzem a um mesmo fim: a América para os americanos; os de outra cor.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Governo cria barreira contra importações.Novos tempos,novas ações.Prever,planejar,organizar,comandar, coordenar e controlar(PO3C) pergunte a Fayol

Governo cria barreira contra importações.
Ministério do Desenvolvimento impõe exigência de licença prévia a quase todos os produtos e retoma política abandonada nos anos 90.
Nova medida burocrática pode atrasar importação em até 60 dias; ministério afirma que a intenção é realizar acompanhamento estatístico.
GUILHERME BARROS
COLUNISTA DA FOLHA
Em uma decisão que pegou de surpresa as empresas de comércio exterior, o governo passou a adotar desde ontem uma série de barreiras não-tarifárias ao ingresso da grande maioria de produtos importados. Na prática, a medida significa a volta do sistema de controle das importações adotado pelo país nas décadas de 70 e 80, quando o Brasil era um pequeno exportador e importava 80% do petróleo que consumia.O que mais chamou a atenção foi a forma com que o governo comunicou a decisão ao setor. Em vez de uma portaria ou uma comunicação formal, o Ministério do Desenvolvimento anunciou a nova medida por meio de uma nota publicada na sexta-feira passada no Siscomex, o sistema usado para controlar o comércio exterior.A nota no Siscomex informa que será exigida a partir da data de ontem a apresentação da licença de importação prévia, a chamada LI, para quase todos os produtos que entram no país. A lista é ampla e abrange praticamente toda a pauta de importações do país: produtos de moagem (trigo), plásticos, cobre, alumínio, ferro, bens de capital, material eletroeletrônico, autopeças, automóveis e material de transporte em geral, entre outros.A exigência da LI tinha sido abolida no país nos últimos anos. A importação era praticamente automática. A única exigência era de uma declaração de importação (DI), que era feita pelo próprio importador, apenas para efeitos estatísticos.Já as LIs podem demorar até 60 dias para serem concedidas pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior) e se assemelham muito às guias de importação da época da Cacex (Carteira de Comércio Exterior), o órgão que era responsável pelo controle da entrada de produtos no país nas décadas de 70 e 80. A Cacex foi extinta em 1990 e, desde então, o Brasil sempre tem atuado no sentido de liberalizar o comércio exterior.De acordo com o que a Folha apurou, a medida adotada pelo Ministério do Desenvolvimento não conta com o apoio dos técnicos da Fazenda. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, irá se reunir hoje com o ministro interino do Desenvolvimento, Ivan Ramalho, para discutir a decisão.No início da noite de ontem, a assessoria do Ministério do Desenvolvimento ligou à Folha para informar que o objetivo da medida foi fazer um "acompanhamento estatístico" de uma série de produtos importados pelo país, e as importações barradas ontem seriam liberadas rapidamente.A decisão de barrar as importações com a adoção de medidas burocráticas demonstra, no entanto, uma preocupação evidente do governo com a acentuada desaceleração das exportações brasileiras no início deste ano. Segundo a Folha apurou, o governo chegou a promover reuniões na semana passada com o objetivo de estudar medidas para reverter o quadro, entre elas adotar algumas barreiras à importação.O Ministério do Desenvolvimento pode ter até se precipitado e exagerado na dose e, por isso, poderá ser obrigado a voltar atrás, mas a medida não deixa dúvidas de que o governo está preocupado com a deterioração da balança comercial.Ontem foram divulgados os números da balança comercial de janeiro até a semana passada. Pela terceira semana consecutiva, a balança registra déficit. Até o dia 25, o saldo negativo chegava a US$ 645 milhões.Nesse mesmo período, as exportações somaram US$ 7,5 bilhões, uma queda de 21,8% em relação ao ano passado. Já as importações totalizaram US$ 8,2 bilhões, uma queda de 8,8% em relação a 2008.Segundo o vice-presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), José Augusto de Castro, o déficit de janeiro ficou bem acima das previsões. Ele mesmo esperava um pequeno superávit, mas isso não justifica a adoção pelo Brasil de medidas protecionistas, segundo ele, já que o país possui reservas de US$ 202 bilhões, mais do que suficientes para cobrir esse déficit.De acordo com Castro, até se esperava que essas medidas fossem adotadas por alguns países, como a Argentina e o Equador, mas nunca pelo Brasil. Ele teme que, a partir dessas medidas, os outros países adotem medidas de retaliação contra a exportação brasileira. "Essa medida significa uma mudança significativa de rota da política de comércio exterior do Brasil", afirma.

Jules Henri Fayol

Jules Henri Fayol
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fayol

O APOSENTADO INVOCADO entende a Imprensa Corrupta,Golpista e racista brasileira,é difícil perder , ainda , no 1º tempo.

Arrecadação de impostos federais e previdência bate recorde em 2008.
BRASÍLIA - A arrecadação total de impostos e contribuições federais e de contribuições previdenciárias atingiu o recorde de R$ 685,675 bilhões em todo o ano passado, em termos nominais. Com a correção pelo IPCA, o montante sobe a R$ 701,403 bilhões, de acordo com os dados divulgados pela Super Receita.

Volume de crédito alcança 41,3% do PIB em 2008 e bate recorde

BRASÍLIA - O volume global de crédito do sistema financeiro atingiu o recorde de 41,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2008, ou R$ 1,227 trilhão.

GRANDE CHOQUE DE GESTÃO EM SÃO PAULO.SERRA VIAJOU E KASSAB,QUEM SABE?


Rompimento de adutora abre cratera e forma ‘piscina’ na Zona Leste de SP.
Problema começou a 1h30 desta terça (27), na Vila Carrão. Rua Diamante Preto teve que ser interditada.
Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo
O rompimento de uma adutora na Rua Diamante Preto, na Vila Carrão, Zona Leste da cidade, causou a abertura de um grande buraco e a formação de uma “piscina no local”. O problema começou por volta da 1h30 desta terça-feira (27). A rua é uma travessa da Avenida Carrão. Devido ao problema, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interditou o trânsito na Rua Diamante Preto, entre as ruas Carlos silva e Flamengo. Por volta das 7h, ninguém trabalhava no local. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), que ainda não tinha informações sobre o ocorrido no local.

Confiança do consumidor na economia sobe 3% em janeiro."Apesar de","mas","em relação aos duzentos anos anteriores".Imprensa brasileira,perdeu!

Confiança do consumidor na economia sobe 3% em janeiro.
Apesar da evolução favorável, índice ainda situa-se num patamar baixo em termos históricos, informa FGV.
ALESSANDRA SARAIVA - Agencia Estado
RIO - O consumidor brasileiro mostrou-se mais confiante no primeiro mês do ano. É o que revelou o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) de janeiro, que subiu 3% na comparação com mês passado, após registrar alta de 0,5% em dezembro ante novembro, segundo informou há pouco a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ainda segundo a fundação, nos três anos anteriores, o índice havia subido em média 1,6% nesta mesma época do ano.O índice passou de 97,4 pontos em dezembro para 100,3 pontos em janeiro, em uma escala que vai de 0 a 200.Na comparação com o primeiro mês de 2008, O ICC caiu 14,4%. Em dezembro, o ICC apresentou queda de 19% no mesmo tipo de comparação.Na avaliação da fundação, apesar da evolução favorável do ICC em janeiro, "o índice ainda situa-se num patamar baixo em termos históricos". Em comunicado, a FGV informou que, no bimestre dezembro-janeiro, o ICC acumulou uma variação de 3,5%, taxa inferior à variação média de 4,2% apurada para o mesmo período nos três anos anteriores. Porém, no bimestre anterior (outubro-novembro de 2008), o índice havia se reduzido em 14%, em comparação com uma média de crescimento de 4,6% registrada nos três anos anteriores, em igual período.O índice é composto por cinco quesitos da "Sondagem das Expectativas do Consumidor", apurada desde outubro de 2002 (com periodicidade trimestral, até julho de 2004, quando passou a ser mensal). O levantamento abrange amostra de mais de 2.000 domicílios, em sete capitais, com entrevistas entre os dias 2 e 22 de janeiro. Às 11h a FGV concede coletiva de imprensa sobre o indicador.

Obama telefona para Lula e diz que tem "apreço" pelo Brasil e agradece a frase de Lula que ele usou no discurso de posse:"A esperança venceu o medo"


Obama telefona para Lula e diz que tem "apreço" pelo Brasil.
GABRIELA GUERREIRO

da Folha Online, em Brasília
O presidente dos Estados Unidos,
Barack Obama, telefonou nesta segunda-feira para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foi o primeiro contato entre os dois chefes de Estado desde que o norte-americano foi empossado na presidência, no último dia 20. Na conversa, que durou 25 minutos, Lula e Obama falaram sobre as prioridades do presidente americano no cargo no que diz respeito à sua relação com o Brasil e a América Latina.
Folha Imagem/Efe
Obama se mostrou disposto a trabalhar em cooperação com Lula para fortalecer relação
O porta-voz da presidência, Marcelo Baumbach, afirmou que Obama se mostrou disposto a trabalhar em cooperação com o presidente brasileiro para fortalecer as relações entre os dois países ao demonstrar "apreço" pelo Brasil.
"O presidente Obama expressou apreço nas relações com o Brasil e deseja trabalhar em coordenação com Lula para estabelecer a paz no continente e fortalecer as relações econômicas entre os dois países", afirmou o porta-voz.
Segundo Baumbach, Lula parabenizou Obama pela sua posse e ressaltou o trecho do discurso proferido pelo norte-americano no qual defendeu mais cuidado para a parcela mais pobre da população mundial.
Na opinião de Lula, de acordo com o porta-voz, Obama pode "influenciar positivamente a imagem que o mundo, em especial a América Latina, tem dos Estados Unidos".
O presidente brasileiro listou temas que os dois devem conversar no futuro, com ênfase na paz mundial, as relações dos EUA com a América Latina e com a África, a mudança climática, o G-20 (grupo dos países mais ricos do mundo) e a política de biocombustíveis brasileira. Lula ainda defendeu maior cooperação entre os dois países para a missão de paz das Nações Unidas no Haiti.
Segundo o porta-voz, Obama concordou com o presidente brasileiro sobre a extensa agenda a ser aprimorada entre o Brasil e os EUA. Na conversa, o presidente norte-americano disse que já instruiu sua equipe de trabalho para aproximar-se do Brasil nas posições que serão apresentadas pelos dois países durante reunião do G-20, prevista para ocorrer em abril, na Inglaterra.
Obama também afirmou, segundo o porta-voz, que os EUA "têm muito a se beneficiar do Brasil" no que diz respeito à política de biocombustíveis desenvolvida pelo governo federal.
Segundo o porta-voz, Lula acredita que "as boas relações entre o Brasil e os Estados Unidos têm muito a contribuir para bom ambiente político na América Latina". Os presidentes, no entanto, não chegaram a discutir a possibilidade de Obama reverter o embargo econômico dos EUA a Cuba --expectativa ainda não confirmada pelo norte-americano.

Petrobras anuncia descoberta de reserva de gás na bacia de Santos.Imprensa brasileira está ficando difícil,continuem rezando pela crise

Petrobras anuncia descoberta de reserva de gás na bacia de Santos.
A Petrobras anunciou nesta segunda-feira que o consórcio formado pela empresa e a Repsol, para a exploração do bloco BM-S-7, descobriu a presença de espessa coluna de gás em reservatórios acima da camada de sal na bacia de Santos, no Estado de São Paulo.
A empresa informou que a descoberta ocorreu com a perfuração do poço 6-BRSA-661-SPS (6-SPS-53), localizado em águas rasas da parte sul da bacia.
A Petrobras é a operadora do consórcio com 63% de participação. A Repsol tem 37%.
Este poço está localizado a cerca de 210 km a sudeste da cidade de Santos, na costa do Estado de São Paulo, em local onde a profundidade é de 214 metros. Sua perfuração faz parte das atividades exploratórias do Plano de Avaliação do poço 1-BSS-68, aprovado pela ANP (Agência Nacional de Petróleo e Gás), que havia constatado a presença de gás em reservatórios arenosos da seção pós-sal.
A descoberta foi confirmada através de testes realizados nos reservatórios situados a partir de 3.970 metros de profundidade.
O consórcio informou que dará continuidade às atividades exploratórias com da realização de testes de formação a serem realizados nos intervalos de gás já constatados, quando então será possível declarar a comercialidade desta jazida.
A Petrobras afirmou ainda que esta descoberta tem grande importância devido ao potencial de produção de gás em águas rasas no sul da bacia de Santos.

Jules Henri Fayol

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fayol

Governo cria barreira contra importações.Novos tempos,novas ações.Prever,planejar,organizar,comandar, coordenar e controlar(PO3C) pergunte a Fayol

Governo cria barreira contra importações.
Ministério do Desenvolvimento impõe exigência de licença prévia a quase todos os produtos e retoma política abandonada nos anos 90.

Nova medida burocrática pode atrasar importação em até 60 dias; ministério afirma que a intenção é realizar acompanhamento estatístico.
GUILHERME BARROS

COLUNISTA DA FOLHA
Em uma decisão que pegou de surpresa as empresas de comércio exterior, o governo passou a adotar desde ontem uma série de barreiras não-tarifárias ao ingresso da grande maioria de produtos importados. Na prática, a medida significa a volta do sistema de controle das importações adotado pelo país nas décadas de 70 e 80, quando o Brasil era um pequeno exportador e importava 80% do petróleo que consumia.O que mais chamou a atenção foi a forma com que o governo comunicou a decisão ao setor. Em vez de uma portaria ou uma comunicação formal, o Ministério do Desenvolvimento anunciou a nova medida por meio de uma nota publicada na sexta-feira passada no Siscomex, o sistema usado para controlar o comércio exterior.A nota no Siscomex informa que será exigida a partir da data de ontem a apresentação da licença de importação prévia, a chamada LI, para quase todos os produtos que entram no país. A lista é ampla e abrange praticamente toda a pauta de importações do país: produtos de moagem (trigo), plásticos, cobre, alumínio, ferro, bens de capital, material eletroeletrônico, autopeças, automóveis e material de transporte em geral, entre outros.A exigência da LI tinha sido abolida no país nos últimos anos. A importação era praticamente automática. A única exigência era de uma declaração de importação (DI), que era feita pelo próprio importador, apenas para efeitos estatísticos.Já as LIs podem demorar até 60 dias para serem concedidas pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior) e se assemelham muito às guias de importação da época da Cacex (Carteira de Comércio Exterior), o órgão que era responsável pelo controle da entrada de produtos no país nas décadas de 70 e 80. A Cacex foi extinta em 1990 e, desde então, o Brasil sempre tem atuado no sentido de liberalizar o comércio exterior.De acordo com o que a Folha apurou, a medida adotada pelo Ministério do Desenvolvimento não conta com o apoio dos técnicos da Fazenda. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, irá se reunir hoje com o ministro interino do Desenvolvimento, Ivan Ramalho, para discutir a decisão.No início da noite de ontem, a assessoria do Ministério do Desenvolvimento ligou à Folha para informar que o objetivo da medida foi fazer um "acompanhamento estatístico" de uma série de produtos importados pelo país, e as importações barradas ontem seriam liberadas rapidamente.A decisão de barrar as importações com a adoção de medidas burocráticas demonstra, no entanto, uma preocupação evidente do governo com a acentuada desaceleração das exportações brasileiras no início deste ano. Segundo a Folha apurou, o governo chegou a promover reuniões na semana passada com o objetivo de estudar medidas para reverter o quadro, entre elas adotar algumas barreiras à importação.O Ministério do Desenvolvimento pode ter até se precipitado e exagerado na dose e, por isso, poderá ser obrigado a voltar atrás, mas a medida não deixa dúvidas de que o governo está preocupado com a deterioração da balança comercial.Ontem foram divulgados os números da balança comercial de janeiro até a semana passada. Pela terceira semana consecutiva, a balança registra déficit. Até o dia 25, o saldo negativo chegava a US$ 645 milhões.Nesse mesmo período, as exportações somaram US$ 7,5 bilhões, uma queda de 21,8% em relação ao ano passado. Já as importações totalizaram US$ 8,2 bilhões, uma queda de 8,8% em relação a 2008.Segundo o vice-presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), José Augusto de Castro, o déficit de janeiro ficou bem acima das previsões. Ele mesmo esperava um pequeno superávit, mas isso não justifica a adoção pelo Brasil de medidas protecionistas, segundo ele, já que o país possui reservas de US$ 202 bilhões, mais do que suficientes para cobrir esse déficit.De acordo com Castro, até se esperava que essas medidas fossem adotadas por alguns países, como a Argentina e o Equador, mas nunca pelo Brasil. Ele teme que, a partir dessas medidas, os outros países adotem medidas de retaliação contra a exportação brasileira. "Essa medida significa uma mudança significativa de rota da política de comércio exterior do Brasil", afirma.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Vocês os querem de volta?




Ao lado de FHC e Serra, Alckmin toma posse em secretaria.
SÃO PAULO - Acompanhado de sua mulher Lu, Geraldo Alckmin tomou posse nesta segunda-feira, 26, na secretaria de Desenvolvimento do governo de São Paulo. Estiveram presentes na solenidade o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, o governador José Serra, o atual prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab, e outros políticos.

O mais novo integrante da equipe de Serra topou o desafio de enfrentar a crise e se mostrou preocupado em ajudar a debater com entidades empresariais e sindicatos soluções para frear as demissões no Estado. Alckmin se esmerou para mostrar alinhamento com o governador. Ele aderiu às críticas que vêm sendo feitas pelo governador à política econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
NOTA DO APOSENTADO INVOCADO
O governador Serra a cada duas semanas vai ao Palácio do Planalto pedir ajuda para São Paulo e diz que faz críticas à política econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva , sendo assim , ele não deveria pedir audiência à Lula e tocar a administração do estado com recursos próprios e nunca mais falar com Lula para não desaprender o que ele pensa que sabe , mas nós sabemos que ele não sabe.
"Não renunciarei a prefeitura de São Paulo , está assinado e é a minha palavra aos paulistanos"
O voto é livre e secreto , vota em Serra quem quer.

Investimento externo direto bate o recorde de 1947, US$ 45,06 bi em 2008.Coitado do PIG continua esperando a crise.Vai cansar

Investimento externo direto bate o recorde de US$ 45,06 bi em 2008.
BRASÍLIA - A entrada de investimentos externos diretos (IED) líquidos no país foi de US$ 45,060 bilhões no ano passado completo, montante recorde e superior àquele previsto pelo Banco Central (BC) para o período, de US$ 40 bilhões. Na relação com o Produto Interno Bruto (PIB), o IED fechou equivalente a 2,84%. Em 2007, houve ingresso de US$ 34,585 bilhões (2,59% do PIB). Conforme nota do BC, o resultado de US$ 45,060 bilhões em 2008 foi o mais elevado na série história, iniciada em 1947.
Em dezembro apenas, foi registrada entrada de US$ 8,117 bilhões em investimentos externos diretos, melhor do que os US$ 886 milhões apurados em igual mês de 2007.Os dados levam em conta também os empréstimos intercompanhias, aqueles feitos pela matriz da multinacional para a subsidiária brasileira. Além disso, abatem as remessas feitas por conta de ganho do capital investido.Do total ingressado em 2008, US$ 30,064 bilhões foram participação no capital. Foram contabilizadas também entradas líquidas de US$ 14,996 bilhões em empréstimos intercompanhias.Os investimentos diretos de companhias brasileiras no exterior (IBD) somaram US$ 20,457 bilhões. Um ano antes, as saídas ficaram em US$ 7,067 bilhões.

(Azelma Rodrigues Valor Online)

Leiam a postagem.É imperdível para sentir todo o ódio, a raiva e a inveja que o Correio Braziliense sente pelo presidente Lula.PIG já perdeu

ELEIÇÕES
A estratégia dos fatos positivos
Um vez por semana, e até o carnaval, o governo tentará divulgar boas notícias para neutralizar informes negativos sobre a crise econômica. Ação entra em prática com o Plano Nacional de Habitação.
Daniel Pereira

Da equipe do Correio
Apesar de cobrar pressa dos ministros na elaboração de medidas em resposta à crise, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem pressa para divulgá-las. Lula prefere distribuir o anúncio das ações oficiais ao longo do tempo, em vez de baixar um grande pacote numa tacada só. Na avaliação dele, essa estratégia mostrará um governo em permanente reação aos efeitos nefastos da desaceleração econômica, como o desemprego. Além disso, dará ao Palácio do Planalto condições de produzir fatos positivos semana após semana, a fim de equilibrar o
noticiário no primeiro trimestre, quando a “marolinha” atingirá em cheio o país. “Não nos falta munição”, diz um dos ministros mais influentes do governo. A dúvida é se as medidas idealizadas nos gabinetes sairão do papel e serão capazes de impedir uma queda acentuada da atividade econômica, que pode entrar em recessão já em março, como prevê, entre outras instituições, a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para evitar a confirmação desse cenário e se contrapor a ele numa espécie de queda-de-braço na área de comunicação, o governo traçou uma meta informal: divulgar uma iniciativa de peso por semana, em média, até o Carnaval. O plano começou a ser executado na semana passada. O presidente contava com a redução da taxa básica de juros pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Dito e feito. Na quarta-feira, o BC baixou a Selic de 13,75% para 12,75% ao ano. Mais do que isso, deu a senha para Lula puxar a orelha dos bancos públicos no dia seguinte, ordenando-os a diminuir o custo dos empréstimos. A determinação será cumprida em breve, sobretudo pelo Banco do Brasil, principal alvo das queixas presidenciais, e pelo Banco do Nordeste, cujo programa Crediamigo, com juros de 36% ao ano, foi tachado de “credi-inimigo” por Lula. “Por que vocês não cobram só a Selic?”, perguntou o presidente. Na semana passada, a estratégia governista ainda ganhou um reforço com o acréscimo de R$ 100 bilhões no orçamento para financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que terá cerca de R$ 170 bilhões para emprestar neste ano. Desde o ano passado, a iniciativa era discutida. Foi colocada no papel porque Lula, ao retornar das férias, deixou claro que queria mais ação e criatividade dos auxiliares. Moradia Até o carnaval, o governo planeja novos anúncios de impacto. Um deles é o Plano Nacional de Habitação, que pretende estimular a construção de 500 mil casas populares, segundo a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, sobretudo para as camadas mais pobres da população. Aguardado com ansiedade pela construção civil, um setor fortemente empregador, o plano também afagará o bolso da classe média. A ideia é que o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) passe a financiar imóveis avaliados em até R$ 500 mil, contra os R$ 350 mil atuais. Há ainda a possibilidade de o valor chegar a R$ 600 mil. Se isso ocorrer, a bondade subirá mais alguns degraus na pirâmide social. Também está em fase final de elaboração o programa de exploração das reservas de petróleo do pré-sal. O anúncio será feito no máximo até fevereiro, acompanhado da promessa de investimentos bilionários e da geração de milhares de emprego. No início do próximo mês, a ministra Dilma pode ter a companhia do próprio presidente ao apresentar o balanço oficial de dois anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Dilma aproveitará a solenidade para informar a inclusão de novas obras no programa, que, portanto, passará a ter uma meta de desembolso, até 2010, maior do que os R$ 636,2 bilhões atuais. O palanque também será usado por Lula, se a presença dele for confirmada, a fim de reforçar a promessa de aumentar os investimentos públicos em plena crise. Afinal, “o governo agora é parte da solução, e não do problema, como nas crises anteriores”, conforme um dos mantras prediletos dos ministros. Caso as determinações de Lula sejam cumpridas, a quarta-feira de cinzas não deixará o Planalto em ressaca. Para março, o governo prepara o anúncio de um programa de mobilidade urbana, destinado a melhorar o sistema de transporte nas cidades que sediarão os jogos da Copa do Mundo de 2014. O pacote estimulará o empresariado do setor a renovar a frota de ônibus, metrô e trem, o que pode aumentar as encomendas à indústria. Na outra ponta, subsidiará passageiros.

Diferente da pauta de Aécio, mostrada pelo blog"Língua de Trapo",o presidente Lula tem agenda cheia hoje

Pauta presidencial
O presidente Lula tem agenda cheia hoje. Na reunião de coordenação com ministros da cúpula do governo, dois assuntos estão em pauta. Um deles é a queda da taxa básica de juros pelo Banco Central e os efeitos na redução do custo repassado a correntistas por bancos estatais. O segundo tema é a reta final da campanha pelo comando das duas casas do Congresso. O presidente apoia na Câmara Michel Temer (PMDB-SP) e havia declarado simpatia por Tião Viana (PT-AC), até a entrada de José Sarney (PMDB-AP) no páreo. Lula promete não interferir no Senado.

A capacidade de mentir e destorcer os fatos da imprensa corrupta,golpista e racista brasileira,para chegar ao poder com PSDB/DEM/UOL

Em reduto petista, participantes do Fórum Social Mundial criticam PAC de Lula.
EM PRIMEIRO LUGAR O FÓRUM COMEÇA DIA 27 JAN 2008.
Karina YamamotoRodrigo e Bertolotto
Enviados do UOL
Notícias
Em Belém (PA)
O FSM (Fórum Social Mundial) volta ao Brasil - e, novamente, em território petista. O Estado do Pará, governado por Ana Júlia Carepa (PT-PA), é o anfitrião do encontro que acontece entre os dias 27 de janeiro e 1 de fevereiro em Belém.Mas o maior e mais importante evento de esquerda do planeta contesta o governo Lula e seu PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Mesmo antes da abertura oficial, faixas de protesto já aparecem nos espaços paralelos e setoriais que antecedem o Fórum. Num evento ecumênico, uma faixa amarela estampava "Fora pecuaristas e soja da Amazônia legal".
Faixa presente no Fórum Mundial Ecumênico critica a política nacional de expansão do agronegócio na Amazônia.
Com a temática do desenvolvimento sustentável para a Amazônia e os "povos da região" (indígenas, pescadores, quilombolas e ribeirinhos), a principal crítica do FSM é em relação ao descaso com os recursos naturais. "Esse projeto não inclui a dimensão ecológica, só [preserva pela] prescrição jurídica", disse o teólogo Leonardo Boff ao UOL. "Acho que tem um limite interno grande na lógica do PAC porque trata de crescimento e não desenvolvimento." Ele resume: "é autoritário, tecnocrata e estatal".Tanto o presidente Luis Inácio Lula da Silva quanto a ministra do PAC, Dilma Russef, estão com presença confirmada no evento. No entanto, nenhum dos dois deve se expor e discutir o PAC com os participantes do Fórum.O presidente se reúne para debater os movimentos sociais em conjunto com os colegas de cargo Hugo Chávez (Venezuela) e Evo Morales (Bolívia). E Dilma vai marcar presença em evento sobre a participação da mulher na política.A organização do evento espera receber 120 mil pessoas nesta semana em Belém. Para garantir a segurança dos participantes, foram mobilizados 7.000 agentes de segurança, sendo 230 deles da Força Nacional. O grupo recebeu mais de 200 pistolas Teiser, armas que imobilizam o agressor com a emissão de ondas que interrompe a comunicação entre cérebro e corpo.Por causa do Fórum Social Mundial, a capital paraense recebeu investimentos na ordem de R$ 100 milhões para obras de infraestrutura e desenvolvimento da rede de hospedagem e serviços. Espera-se a arrecadação de US$ 60 mi com o evento.

NOTA DO APOSENTADO INVOCADO
O PIG SÓ FALA EM INVESTIMENTO , ENTÃO AÍ ESTÃO R$ 100 MILHÕES.
PARA CONFUNDIR O LEITOR O UOL COMPAROU LARANJA COM BANANA , APRENDE-SE NO FUNDAMENTAL QUE NÃO SE FAZ ISSO.
QUANDO COMPARAMOS DÓLAR COM REAL LEVAMOS O LEITOR AO ERRO , PORQUE O DÓLAR HOJE VALE 2,34 REAIS , SENDO ASSIM TEMOS:
ARRECADAMOS:60 x 2,34= 140,4 milhões de reais donde se conclui que houve um ganho de 40,4 milhões de reais.
VEJAM BEM
O UOL COLOCOU R$ 100 milhões e US$ 60 mi , exatamente para enganar o leitor, porque ele não fica sabendo se foram 60 mil dólares ou 60 milhões de dólares.
Esse é o trabalho sujo de uma imprensa imunda que critica o que não começou.
P.S o PAC não é do Lula é do Brasil.
A imprensa corrupta , golpista e racista brasileira não vai aprender nunca , por isso cheguei a conclusão de que além de todos os adjetivos a imprensa é burra.
Aproveitando o ensejo peço que a revista "Veja" não me envie mais e-mails e nem pedido para assinatura.

Larguem do meu pé.Não quero nada que seja feita pela Editora Abril.
Adeus, até nunca mais.

Ajuda , do governo federal , para melhorar a casa

Ajuda para melhorar a casa Governo oferece auxílio-obra de até R$ 5,8 mil, a juros de 6,16%, para compra de material.
Rio - Famílias que já têm casa própria, mas precisam melhorar seus domicílios também serão beneficiadas pelo Plano Nacional de Habitação. De acordo com projeto do governo federal em análise no Ministério da Fazenda — a que O DIA teve acesso —, as “cestas de material de construção”, de R$ 5,6 mil e R$ 5,8 mil, serão financiadas a quem tem capacidade de pagamento de juros de 6,16% ao ano. O governo chama o pacote de “autopromoção habitacional assistida”. A medida “de curto prazo” tem o objetivo de alcançar domicílios com necessidade de complementação de infraestrutura. Além de facilitar acesso à aquisição de material de construção, o governo prevê assistência técnica gratuita, dada por engenheiros ou arquitetos, para evitar que a medida gere processo de favelização, com construção de imóveis sem planejamento. Em cidades menores, o financiamento de lotes também está no plano voltado a quem ganha menos. A Associação Brasileira das Indústrias de Material de Construção (Abramat) tenta convencer o governo a zerar impostos para aquecer o mercado de baixa renda. O setor já tem a promessa de que o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) sofrerá redução no segmento. No PNH, há ainda previsão de isenção de impostos federais para projetos de imóveis de até R$ 80 mil. Na proposta, famílias com renda entre R$ 800 e R$ 1600 terão financiamento habitacional facilitado. Para inserir essa faixa da população nas linhas de crédito imobiliário, há bônus para quem quitar em dia 18 prestações consecutivas. O “estímulo à adimplência” será o perdão de uma prestação a cada vez que as parcelas forem pagas no mês de vencimento.Considerados clientes de “alto risco de crédito”, mutuários com renda de R$ 800 a R$ 1.600 (Rio e São Paulo) e de R$ 600 a R$ 1.600 (regiões com custo de vida mais baixo) serão incluídos no sistema de financiamento mediante contratação de seguro contra desemprego. PROGRAMA- PASSO A PASSORecursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) poderão ser destinados diretamente à população interessada em financiar ou construir um imóvel, e não somente a programas governamentais. Interessados em construir, ampliar ou reformar a casa própria poderão adquirir “cesta” de material de construção de aproximadamente R$ 6 mil. A reforma deverá ser acompanhada por arquiteto ou engenheiro, seguindo lei sancionada pelo presidente Lula em dezembro, concedendo o benefício de forma gratuita.A estimativa do Plano Nacional de Habitação é que imóveis de 40 metros quadrados custem de R$ 29 mil a R$ 48 mil para as famílias beneficiadas. Os lotes de até 125 metros quadrados devem custar de R$ 12 mil a R$ 21 mil.Empreendimentos imobiliários novos terão de destinar de 10% a 15% do total da obra para Habitação de Interesse Social.Empresas que doarem material de construção para o programa ganharão incentivos fiscais. O proprietário que pagar em dia 18 prestações consecutivas terá uma parcela eliminada do montante da dívida do financiamento.Para casos de “força maior”, o beneficiário poderá suspender pagamento das prestações por três meses a cada dois anos. As parcelas não pagas serão diluídas no restante do financiamento, depois de resolvido o problema.Imóveis de até R$ 80 mil terão isenção total de tributos federais. Mais da metade do custo dos imóveis populares financiados receberá subsídio do governo para baratear a compra.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Postagens de domingo do blog são adiantadas no sábado.Bom domingo

Racismo no Brasil.Clique no endereço eletrônico

http://extra.globo.com/especiais/religiao/

Diante dessa realidade, quem é branco ou negro no Brasil? Pais negros de bebê branco comemoram com festa resultado do exame de DNA.Você pode ser negro


Pais negros de bebê branco comemoram com festa resultado do exame de DNA.
Fernando Torres, Extra
RIO - Foram meses de dúvidas e de desconfiança.

Quando Gabriel Santos Assunção Maciel nasceu, sua pele branca foi uma surpresa tão grande quanto seus lindos olhos azuis.
Para ver vídeo clique:http://extra.globo.com/geral/video/2009/10132/
Mas a tormenta passou graças ao exame de DNA. O resultado deu motivos para uma comemoração e o dia da festa chegou. Ao meio-dia de hoje, em uma casa humilde na Travessa José Maurício, em Cantagalo, bairro de Niterói, os pais Alexsandra Santos de Oliveira e Alexandre Assunção Maciel, ambos de 34 anos, recebem cerca de 40 amigos e familiares para comer o churrasco do alívio. Eles vão aproveitar o aniversário de 2 anos do filho Yankel Santos para festejarem o "segundo e verdadeiro nascimento" de Gabriel. O povo duvidou, mas o DNA provou e neste domingo a família vai celebrar: o menino é mesmo filho do casal negro. O pior passou
- Passou a pior fase. A recepção dos parentes está sendo ótima, depois de período de muita desconfianças, principalmente por parte dos familiares do pai dele. Chegaram a dizer que eu havia chifrado o meu marido, mas essa fase de turbulência foi embora - disse ela, emocionada.
Após superar essa barreira, ela encontrou outra ainda maior. São enormes as dificuldades financeiras para sustentar os seis filhos, que moram juntos em uma casa de 20 metros quadrados.
- A gente sobrevive apenas com "bicos"e os R$ 122 do Bolsa Família - disse Alexsandra.
O garoto dos olhos azuis quase recebeu um nome diferente do atual. Quem deu a palavra final foi a irmã mais velha, no dia do parto.
- Ia ser Jansen, pois é bem exótico, mas a Agata disse que deveria ser como um anjo - contou a mãe.

Gallup informou que 68% dos norte-americanos aprovaram os primeiros dias de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos.Obama sonha ser Lula 84%

Obama tem maior aprovação em início de governo desde Kennedy.
da Efe, em Washingtonda
Uma pesquisa divulgada neste sábado pela Gallup informou que 68% dos norte-americanos aprovaram os primeiros dias de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos.
O número é o maior entre os oito últimos ocupantes da Casa Branca, mas não supera os 72% de aprovação de John F. Kennedy em 1961. Entretanto, Kennedy registrou esta marca após três semanas à frente do país, enquanto a enquete sobre Obama inclui apenas três dias --de 21 a 23 de janeiro.
Após Kennedy aparecem Dwight Eisenhower, também com 68% de aprovação, e Jimmy Carter, com 66%. Richard Nixon obteve 59%, Ronald Reagan e George H. W. Bush ficaram com 51% cada um, e Bill Clinton, com 58%. George W. Bush, antecessor de Obama, teve 57%.
A pesquisa também revela que apenas 12% da população se mostraram contra a gestão do 44º presidente dos EUA. Segundo a Gallup, este número é abaixo do normal nesta fase do mandato.
A empresa ressaltou ainda que tanto Bill Clinton como George W. Bush iniciaram seus primeiros mandatos com rejeição maior que Obama, com 20% e 25%, respectivamente.
O percentual de aprovação para os presidentes aumenta tradicionalmente depois dos 100 primeiros dias de mandato, já que os americanos passam a conhecer mais suas ideias e políticas. A única exceção foi com Carter e Clinton.
Foram entrevistadas 1.591 pessoas. A empresa promete uma pesquisa mais detalhada sobre Obama para 26 de janeiro, e divulgará a partir de agora todos os dias novas enquetes sobre o novo presidente americano, baseadas em estudos feitos sempre de três em três dias.

Economia argentina cresce 7,1% em 2008.Imprensa corrupta brasileira preocupada começa com os "mas" , característicos de quem sabe que já perdeu

Economia argentina cresce 7,1% em 2008, mas indústria desacelera.
da France Presse, em Buenos Aires
A economia argentina cresceu 7,1% em 2008 em relação ao ano anterior, mas a atividade industrial começou a mostrar sinais de desaceleração em consequência da crise financeira global, segundo dados fornecidos pelo instituto estatal de estatística Indec.
"O crescimento da economia em 2008 foi de 7,1% em relação a 2007", antecipou na sexta-feira o chefe de gabinete do governo argentino, Sergio Massa, depois de uma reunião com a presidente, Cristina Kirchner, na residência oficial de Olivos, na periferia norte de Buenos Aires, pouco antes da divulgação dos números pelo Indec.
Massa indicou que a economia "teve queda em outubro e novembro", mas "mostrou uma recuperação em dezembro, que permitiu mostrar um forte crescimento no final do ano, apesar do contexto internacional."
A Argentina registrou assim seu sexto ano consecutivo de crescimento, embora a expansão de 2008 tenha ficada abaixo da média anual de quase 9% registrada entre 2003 e 2007, depois de uma queda de 10,9% em 2002, em virtude de uma grave crise econômica, social e institucional.
A Argentina registrou em 2003 um aumento de 8,8% do PIB (Produto Interno Bruto), que continuou em alta de 9,0% em 2004, 9,2% em 2005, 8,5% em 2006 e 8,7% em 2007.
A indústria fechou o ano com uma evolução de 4,9%, mas com uma queda de 2,1% na atividade fabril, devido à péssima situação dos fabricantes de veículos automotores (-41,1%).

Para desgosto do PIG,a Globo teve que mostrar um cidadão dizendo:"não existe crise,você não pode pensar em crise e sim em trabalhar e progredir"

O renascimento ferroviário e a ajuda fundamental do PAC

O renascimento ferroviário.
Depois de mais de quatro décadas de estagnação, a malha de trilhos do país volta a crescer e pode até dobrar de tamanho nos próximos anos.
Washington Alves/Light Press/AE
O governo tem planos de estender a malha nacional para 50 000 quilômetros até 2025.
Por Tatiana Uemura
Revista EXAME

Um fato é o suficiente para demonstrar o desastre absoluto da política brasileira para as ferrovias: da década de 60 até hoje, a malha nacional de trilhos não cresceu; pelo contrário, só diminuiu. Isso mesmo. É algo tão impressionante que vale a pena repetir a informação: em mais de 40 anos, o sistema não avançou um milímetro sequer. Por falta de manutenção, a rede, que chegou a ter 37 000 quilômetros de extensão, encolheu para os atuais 29 800 quilômetros, malha quase igual à da França, país que tem dimensão territorial do tamanho da soma das áreas dos estados de São Paulo e Paraná. A situação desse setor por aqui ganhou um alento com as privatizações realizadas pelo governo ao final da década de 90. Hoje, mais de 90% da rede é administrada por empresas privadas. Num primeiro momento, as companhias que receberam concessões tiveram de gastar um bom dinheiro recuperando trilhos enferrujados, pontes apodrecidas e locomotivas sucateadas, entre outros problemas. Encerrada essa etapa, os investimentos finalmente passaram a ser canalizados para executar melhorias na rede. O resultado disso é que ela voltará a crescer nos próximos anos, depois de um longo período de estagnação. Caso sejam executados todos os projetos que têm como objetivo promover o renascimento ferroviário, a malha do país deve quase dobrar nos próximos anos. Com as obras incluídas no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), a rede deve chegar a 31 500 quilômetros até 2015. Para isso, serão necessários investimentos de 7 bilhões de reais, o equivalente a 13,5% dos recursos do PAC destinados à área de infra-estrutura. O Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), criado pelo Ministério dos Transportes, vai mais longe: quer incluir na rede quase 20 000 quilômetros de novos trilhos até 2025 e chegar, assim, a uma configuração de aproximadamente 50 000 quilômetros. Nesse cenário, a participação ferroviária no sistema de transporte nacional aumentaria dos atuais 25% para 35% no período. No pacote de projetos em andamento no país, a ferrovia Norte–Sul é a grande aposta do setor. Seus 2 258 quilômetros vão cruzar os estados de Goiás, Maranhão, Pará, Tocantins, Mato Grosso do Sul e São Paulo, abrindo um novo caminho para o escoamento de produtos por ferrovia aos portos do Norte e do Nordeste do país. Alguns trechos já estão prontos e o projeto deve estar totalmente concluído até 2011, com investimento de 6,4 bilhões de reais. "A Norte–Sul é uma solução para o agronegócio, porque enviar a produção de grãos por rodovia se tornou antieconômico", diz Luis Fayet, consultor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Outra grande obra, a Nova Transnordestina segue num ritmo um pouco mais lento por causa de atrasos com desapropriações e licenças ambientais. Em razão disso, a previsão é que ela fique pronta somente em meados de 2011, em vez de 2010, conforme previsão original. Com investimento de 4,5 bilhões de reais, a ferrovia de 1 860 quilômetros ligará o interior nordestino aos portos de Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco. A movimentação do setor também inclui o transporte de passageiros, com projetos metroferroviários que visam melhorar a infra-estrutura para a realização da Copa do Mundo do Brasil em 2014. O mais importante é o trem de alta velocidade entre Rio de Janeiro e Campinas, um projeto bilionário que atraiu o interesse de grupos de Japão, Coréia do Sul, Itália, Espanha e França. O trajeto ainda não está definido, mas a princípio interligaria os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, de Guarulhos e de Viracopos, ambos em São Paulo, com viagem de 1 hora e meia a 2 horas, a uma velocidade média de 200 quilômetros por hora. O leilão de concessão está previsto para 2009, mas a crise financeira mundial pode atrapalhar esse cronograma. Um dos motivos que encarecem a obra, orçada em 11 bilhões de dólares, é a diferença de 800 metros de altitude entre Rio de Janeiro e São Paulo, que exige uma infra-estrutura mais complexa, com pontes e viadutos.
Novo traçado
A implementação desses projetos está dando fôlego à indústria de equipamentos metroferroviários. A importação de trilhos deve fechar 2008 com um recorde: 170 milhões de dólares, valor mais de sete vezes acima do registrado em 1997. "Antes, só se importava para reposição. Agora, há tanta demanda que é possível que as empresas voltem a se interessar por fabricar trilhos no Brasil", afirma Welber Barral, secretário de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O mercado de vagões e locomotivas também ressurgiu com os investimentos. Entre 1998 e 2003, produzia-se no Brasil uma média de 700 vagões por ano. Hoje, esse número encontra-se na marca de 5 000 unidades. Apesar de as obras ferroviárias estarem finalmente saindo do papel, ainda será necessário muito trabalho para recuperar o tempo perdido. Na avaliação da Agência Nacional dos Transportes Ferroviários (ANTF), a malha deveria ter hoje cerca de 55 000 quilômetros. Segundo as concessionárias, que investiram 14,4 bilhões de reais no sistema entre 1997 e 2007, os avanços poderiam ocorrer de forma mais rápida se o governo fizesse sua parte. Desde a privatização, o Estado destinou apenas 789 milhões de reais para o setor. Isso sem contar a questão das parcerias público-privadas, que ainda não saíram do papel no universo ferroviário. "Não podemos perder este bom momento para acelerar a ampliação do sistema", afirma Rodrigo Vilaça, diretor executivo da ANTF.