domingo, 31 de maio de 2009

LULA "O INVENCÍVEL" VENCEU NOVAMENTE E A IMPRENSA CORRUPTA,GOLPISTA E RACISTA BRASILEIRA ESCONDE A NOTÍCIA DE 93% DE APROVAÇÃO DE SEU GOVERNO.

É TRISTE FINGIR QUE É DEMOCRATA. A IMPRENSA BRASILEIRA É TUDO MENOS DEMOCRATA.
SÓ AS NOTÍCIAS CONTRA LULA TÊM VIDA NAS PÁGINAS DA INTERNET OU NOS JORNAIS IMPRESSOS EM PAPEL MANCHADOS PELA MENTIRA E PELA FALSIDADE.

Tristeza geral na imprensa golpista:Aprovação do governo Lula volta a nível recorde, diz pesquisa do Datafolha e aprovação de Lula sobe para 87%


Aprovação do governo Lula volta a nível recorde, diz pesquisa.
A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva retornou ao nível atingido antes da crise mundial.
Segundo pesquisa do Instituto Datafolha, publicada na edição de domingo da Folha de S.Paulo, 69% dos entrevistados classificam o governo como ótimo/bom, enquanto 24% acreditam que a administração do País é regular e apenas 6%, ruim/péssima.
Em novembro do ano passado, a aprovação do governo Lula atingiu patamar recorde de 70% e depois caiu para 65% em março, de acordo com a mesma pesquisa.
A nota média de Lula também voltou a 7,6 - a mesma de novembro e a maior já obtida pelo presidente desde janeiro de 2003. O pior desempenho foi entre aqueles que ganham mais de dez salários mínimos por mês, passando de 58% para 51% de aprovação entre as duas pesquisas. Já entre os entrevistados com renda familiar até dez salários mínimos o índice subiu cinco pontos percentuais.
A pesquisa também apontou que a perspectiva dos brasileiros sobre a situação econômica está mais otimista. Segundo o Datafolha, a taxa de entrevistados que apostam em uma alta do desemprego no País caiu de 59% em março para 43%, sendo que 24% acreditam que o nível de desemprego deve recuar e 29% que deve continuar no mesmo patamar. No que diz respeito á inflação, 36% vêem risco de aumento, ante 48% no último levantamento.

"OPOSIÇÃO SEM RUMO" E IMPRENSA GOLPISTA TÊM PLANO 'B':APLAUDIR ENTUSIASTICAMENTE A PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF EM 1º DE JANEIRO DE 2011


Para 67% dos entrevistados pelo Vox Populi, “o Brasil melhorou nos últimos anos”.Pergunta:se melhorou porque mudar?

DILMA ROUSSEFF SOBE NA PESQUISA DATAFOLHA E "O GRANDE MENTIROSO" COMEÇA A IR PARA O BREJO


Distância entre Serra e Dilma cai 8 pontos.
Diferença entre tucano e petista diminuiu de 30 para 22 pontos; ministra subiu de 11% para 16%; governador de SP tem 38%.Crescimento coloca Dilma em 2º lugar, em empate técnico com Ciro Gomes (PSB), que oscilou de 16% para 15%, segundo pesquisa Datafolha.A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), encurtou a distância nas pesquisas entre a sua pré-candidatura a presidente e a do governador de São Paulo, José Serra (PSDB).A diferença do tucano, ainda líder, para a petista estava em 30 pontos percentuais em março deste ano e agora caiu para 22 pontos, conforme o mais recente levantamento do Datafolha -Dilma tem 16% das intenções de voto, contra 38% de Serra no principal cenário.Em relação à pesquisa anterior, a ministra do presidente Lula subiu cinco pontos percentuais, enquanto o tucano paulista perdeu três. O crescimento levou a petista à segunda colocação, empatada tecnicamente com o deputado federal Ciro Gomes (PSB), que oscilou de 16% para 15%.É o melhor resultado de Dilma na série histórica do levantamento. Em março do ano passado, no cenário com a presença de Serra, ela tinha apenas 3% contra os mesmos 38% do pré-candidato do PSDB.Sem o governador paulista na disputa, a petista alcança 19%, apenas cinco pontos atrás de Ciro, líder desse cenário com 24%. "Mais uma vez, a pré-candidatura de Dilma é a única que ganha pontos. Ela está em ascensão", afirma Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.

"OPOSIÇÃO SEM RUMO" ,PERCEBENDO SUA DERROTA,RECLAMA ATÉ DA PROPAGANDA GRATUITA DO PT


Campanha
Dilma foi uma das estrelas da propaganda eleitoral gratuita de televisão do PT na semana passada. Desde o início deste ano ela tem acompanhado Lula a uma série de eventos e sua pré-candidatura se consolidou dentro do partido.
Na segunda-feira passada (25), o PSDB questionou no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a propaganda partidária do PT que foi ao ar no sábado (23). Segundo os tucanos, o programa teve "o inequívoco propósito de fazer propaganda eleitoral em favor de sua notória pré-candidata à Presidência da República", a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).
Segundo a representação, o programa mostrou Dilma num contexto "triunfal" com pessoas felizes sugerindo "plena satisfação e progresso", enquanto no momento que o locutor fala de governos passados mostra imagens do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do atual governador de São Paulo, José Serra com uma música de tom "funéreo" e "pessoas em cenas de desalento e violência policial".
Para os tucanos, o PT "utilizou seu tempo no rádio e na televisão para discorrer sobre supostas qualidades do atual governo" em vez de prestar informações sobre a legenda.
Na representação, o PSDB pede que o TSE suspenda o programa, que tem reprise prevista para amanhã, e retire o vídeo do site do PT. Além disso, os tucanos pedem aplicação de multa por propaganda eleitoral antecipada.

DILMA EM CARUARU


A convite do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, participou da abertura do São João de Caruaru na noite deste sábado (29). Disposta e bastante simpática, a preferida do PT na sucessão do presidente Lula participou ainda de um jantar na casa do deputado federal Wolney Queiroz (PDT), onde conheceu e arriscou passos do forró.
Além de Dilma, a abertura dos festejos na "Capital do Forró", a 130 km do Recife, reuniu os ministros das Relações Institucionais, José Múcio (PTB); do Trabalho, Carlos Lupi (PDT); e da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire. Ao lado de 100 mil pessoas que lotaram o pátio de eventos Luiz "Lua" Gonzaga, eles assistiram aos shows de Fagner e Elba Ramalho.Embora o clima fosse de festa, a ministra seguiu um roteiro de pré-campanha e não fugiu a questionamentos como a redução do ritmo de trabalho por conta do câncer e o atraso nas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). O único tema que ela se recusou a falar foi sobre a pré-candidatura à presidência. "Sobre candidatura não falo nem amarrada", disse a ministra, negando interesse político na visita à maior festa junina do Nordeste.Embora os defensores da candidatura da ministra aleguem que a doença não é empecilho para o lançamento do nome dela para a disputa em 2010, Dilma admitiu que reduziu um pouco o ritmo de trabalho nas últimas semanas. "Não é fácil um tratamento quimioterápico. Às vezes me sinto debilitada, às vezes não", explicou. Nitidamente emocionada ao ser questionada sobre o tratamento do câncer no sistema linfático, Dilma destacou o apoio popular que tem recebido desde que anunciou a doença, no final de abril. Segundo ela, várias correntes de orações e mensagens chegam de pessoas de todo o país. "Tudo isso tem me fortalecido muito...", disse, interrompendo a resposta para "não me emocionar".Mesmo fugindo do assunto candidatura, Dilma não escapou de falar sobre política. Ela comentou a informação de que apenas 3% das obras do PAC foram concluídas e garantiu que o governo vai apresentar dados atualizados - e positivos - esta semana. "Na próxima quinta-feira vamos apresentar mais um balanço quadrimestral do PAC e vocês vão ver resultados bem melhores que nos demais balanços", assegurou.Sobre a festa de Caruaru, Dilma Rousseff disse que ficou impressionada com a "criatividade" do povo nordestino. "O ritmo do forró pé-de-serra é impressionante. Fiquei encantada, principalmente quando vi o rapaz do triângulo tocando. O povo do Nordeste é de uma engenhosidade incrível. Isso aqui é uma festa de altíssima qualidade", afirmou a ministra. Dilma retorna à capital federal na manhã neste domingo, onde deve participar de uma cerimônia religiosa à tarde em Taguatinga, cidade-satélite de Brasília.Múcio faz propagandaComo não falou sobre candidatura, coube ao colega José Múcio fazer a "propaganda" de Dilma em Caruaru. "Ela veio aqui para homenagear essa festa maravilhosa. Sem dúvida, a ministra é a figura principal do governo Lula", destacou o ministro pernambucano. Já o ex-ministro da Saúde e atual secretário das Cidades de Pernambuco, Humberto Costa (PT), reconheceu que a visita da ministra a Caruaru serviu como uma apresentação de Dilma no interior do Nordeste. "É uma forma também de popularizar ela entre todos", disse.Governador explica conviteO governador Eduardo Campos destacou que o convite à ministra foi uma forma de mostrar a riqueza da cultura pernambucana à ministra. "Ela já conheceu o melhor do Carnaval pernambucano este ano. E falando de São João, tinha que trazer a ministra para Caruaru. É uma forma também do Brasil conhecer o que existe de bom na nossa cultura", afirmou. Em fevereiro, a ministra veio a Pernambuco participar do maior bloco carnavalesco do mundo, o Galo do Madrugada.O mais animado entre a comitiva do primeiro escalão do governo Lula, o ministro Carlos Lupi disse que ficou espantado com a grandiosidade da festa pernambucana. "Caruaru é o centro da cultura do São João e a gente sai daqui cheio de energia pra trabalhar", emendou o ministro.Feliz com a presença de tantas autoridades, o prefeito de Caruaru, José Queiroz (PDT), comemorou o destaque que o São João teve na mídia nacional por conta das visitas deste sábado. "Estamos realizando este ano uma grande festa, sem bandas de forró estilizado, somente com aquilo que é o São João autêntico. A visita dos ministros só vem engrandecer nossos festejos juninos", destacou.

Josias de Souza, o inimigo que "caiu na real"

2010 será decidido pela esperança, não pelo ódio.
As pesquisas eleitorais servem basicamente para três coisas:

1. Orientar partidos e candidatos;

2. Orientar os grandes financiadores de campanha;

3. Desorientar o eleitorado.

Elas desnorteiam a bugrada porque pesquisa feita há mais de um ano da eleição vale tanto quanto nota de três reais.

Tome-se, por eloquente, o exemplo da São Paulo do ano passado. As primeiras sondagens atribuíam a Geraldo Alckmin a aparência de candidato imbatível.

Venceu, como se sabe, Gilberto Kassab. Um nome que, tomado pelas sondagens inaugurais, parecia fadado ao fiasco.

Pois bem, à medida que a folhinha se aproxima de 2010, governo e oposição intensificam a encomenda de pesquisas.

Os últimos dados que chegaram às mãos do petismo e do tucanato esboçam um cenário parecido com o que produziu o êxito de Kassab.

Considerando-se a máxima de que pesquisa não é senão um “retrato do momento”, pode-se afirmar que o favorito José Serra não está bem na foto.

Em contraposição, Dilma Rousseff, a candidata de Lula, vai assumindo no porta-retrato as feições de uma Kassab de saias.

Bem-posto em todas as sondagens, Serra é assediado pelo “efeito Kassab”. Parece, aos olhos de hoje, favorito a fazer do rival escolhido por Lula o futuro presidente.

A despeito da crise, o governo Lula amealha confortável índice de aprovação.

De acordo com dados recolhidos pelo Vox Populi, por encomenda do PT, a avaliação positiva do governo bate em 87%.

Inclui as menções “ótimo”, “bom” e “regular positivo”. Ainda que se considere imprópria a adição do regular na conta, o índice impressiona.

Na mesma pesquisa, uma Dilma fustigada pelo câncer sobe. E Serra cai. No embate direto entre ambos, o tucano amealha 48%. A petista, 25%.

Nada mal para uma ministra que jamais disputou eleições e que entrara na briga abaixo dos dois dígitos.

O PSDB serve-se de sondagens feitas pelo instituto Análise. Também registram o crescimento de Dilma –ao redor dos 17%— e a queda de Serra –nas cercanias dos 45%.

Não são levantamentos comparáveis entre si. Os universos pesquisados e as metodologias são diferentes.

A quantidade de entrevistas tampouco coincide. Mas as pesquisas convergem para uma mesma direção.

Vem daí a gritaria do DEM para que Serra leve a cara à vitrine imediatamente. O alarido ‘demo’ já contagia a cúpula do tucanato.
Dá-se de barato na oposição que, sem contraponto, Dilma está condenada ao crescimento.

João Santana, o marqueteiro do PT, avalia que a doença da candidata não prejudica. Melhor: pode ajudar.

Antes mesmo da doença, FHC, guru do PSDB, antevia a chegada da candidata de Lula à casa de 30% no alvorecer de 2010.

Refinando-se a análise, o drama dos rivais de Lula aumenta. A pesquisa manuseada pelo petismo informa que 67% dos brasileiros estão “satisfeitos” ou “muito satisfeitos” com os rumos que o Brasil tomou sob a gestão de Lula.

Para 60% dos entrevistados pelo Vox Populi, “o Brasil melhorou nos últimos anos”. Agarrado a esses percentuais, os governistas lançam no ar a fatídica pergunta: “Se melhorou, porque mudar?”

É uma pergunta que a trupe oposicionista ainda não logrou responder. O tucanato frequenta a cena como um aglomerado de cabeças a procura de idéias.

Volte-se à analogia entre Dilma e Kassab. O triunfo do prefeito ‘demo’ assentou-se sobre os pilares da continuidade.

Kassab pilotava uma administração bem avaliada. E teve o mandato renovado porque seus adversários não levaram ao palanque nada que se parecesse com uma mudança para melhor.

Retorne-se à cena pré-eleitoral de 2010. Além de não expor um projeto alternativo ao de Lula, a oposição adiciona raiva ao pudim. Ataca o presidente a esmo. E arrasta o governo para uma nova CPI, a da Petrobras.

A tática é perigosa. A menos que ocorra um terremoto, parece improvável que alguém leve a melhor na próxima sucessão presidencial apenas falando mal de um governo que conserva a popularidade nas nuvens.

O jogo será definido pela esperança, não pelo ódio. Não é à toa que Serra demora-se em acomodar suas fichas sobre o pano verde.

Além de não ter se livrado, ainda, do pôquer das prévias, exigência de Aécio Neves, Serra talvez não saiba ao certo o que dizer.
Escrito por Josias de Souza às 20h00

"OPOSIÇÃO SEM RUMO" de desespera:"hipótese de 3º mandato de Lula divide o eleitorado, aponta Datafolha"


Hipótese de 3º mandato de Lula divide o eleitorado, aponta Datafolha.
Pesquisa Datafolha feita entre a terça-feira (26) e a quinta-feira (28) passadas revela que uma emenda constitucional para permitir que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concorresse a um terceiro mandato receberia hoje o apoio de 47% dos brasileiros e seria reprovada por 49%. Em novembro de 2007, a mesma proposta era rejeitada por 63% dos entrevistados e tinha o aval de 34%. A pesquisa mostra ainda que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), possível candidata do PT à Presidência, reduziu em oito pontos a distância de José Serra (PSDB). No principal cenário, ela subiu cinco pontos e foi a 16%; o governador de SP perdeu três pontos e ficou com 38%.

Lula ajuda montagem de governo em El Salvador


Lula inicia hoje viagem pela América Central.
BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia hoje, por El Salvador, uma viagem de quatro dias a três países da América Central.

Em El Salvador, Lula assiste à posse de Maurício Funes, seu velho conhecido, e marido de sua amiga e antiga militante do PT Vanda Pignato.

Para ajudar na montagem do novo governo, que chegou ao poder depois de quase duas décadas de comando de uma aliança de partidos de direita, o presidente mandou a San Salvador, no início do mês, o seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho.

Lula, que no ano passado esteve duas vezes no país, quer aprofundar e diversificar o relacionamento com os salvadorenhos, além de intensificar a cooperação nas áreas de energia, segurança alimentar e combate à aids. Funes será mais um governante de esquerda que chega ao poder na região e contará com o apoio de Lula.

Durante a visita, o presidente deverá se reunir com o colega da Colômbia, Álvaro Uribe, que está em campanha pelo direito ao terceiro mandato.

Na terça-feira, Lula segue para a Guatemala. O presidente Álvaro Colom quer levar para o seu país alguns dos programas sociais brasileiros, particularmente o Bolsa-Família.

O Brasil oferecerá cooperação energética na área de biocombustíveis.

A última escala de Lula será na Costa Rica, na quarta-feira. Ele poderá assinar protocolos de intenção de cooperação nas áreas de energia e saúde e vai propor que empresas brasileiras atuem em obras de infraestrutura na Costa Rica.

Presidente Lula utilizará o avião brasileiro Emb-190 Embraer em voos regionais e para a América do Sul




Primeiro Emb-190 da Embraer será entregue em julho, para substituir Boeing-737 usado em voos regionais.
Roberto Godoy
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai receber no dia 14 de julho o primeiro dos dois jatos Emb-190, da Embraer, comprados por cerca de R$ 150 milhões para substituir os dois velhos Boeing-737 da Presidência. O preço final é cerca de R$ 30 milhões inferior ao praticado pela concorrência.Segundo o Palácio do Planalto as entregas estavam previstas para setembro e dezembro. A primeira, do jato de matrícula 2900, foi antecipada de forma a permitir que Lula utilize o modelo nacional nas viagens regionais programadas para o segundo semestre.

O Emb-190 presidencial teve a autonomia original expandida e pode chegar a qualquer capital da América Latina sem escalas e até a África ou ao hemisfério norte com uma só parada.O interior terá 36 assentos do mesmo tipo oferecido na classe executiva comercial. Para a assessoria direta do presidente haverá 11 poltronas. Na cabine reservada fica o gabinete de trabalho, uma suíte com cama de casal, chuveiro e saleta com terminal de vídeo. As comunicações via satélite são protegidas e codificadas eletronicamente, permitindo que as atividades de inteligência, comando e controle do governo possam funcionar a bordo.O Emb-190 mede 36,7 metros e tem 28 metros de envergadura. Voa a 850km/h. O bagageiro pode ser acessado de dentro da cabine.
O sofisticado Airbus-A319 será utilizado nasrotasintercontinentais.
Os Boeing acumulam poucas horas de voo - se comparados a aeronaves do mesmo tipo empregadas por companhias aéreas -, todavia, já estão em uso há 35 anos. Serão transferidos para a frota do Grupo de Transporte Executivo (GTE).

65% das obras estão atrasadas em São Paulo


65% das obras estão atrasadas em São Paulo.
Das 20 maiores empreitadas da Prefeitura, 5 sequer saíram do papel; por placas oficiais, há atraso de até 8 anos.
Edison Veiga e Renato Machado, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Das 20 maiores obras estruturais em andamento em São Paulo - intervenções viárias, drenagens, edificações e ações urbanísticas -, apenas duas estão dentro do prazo estipulado em contrato. Treze se encontram atrasadas (65% do total) e cinco - embora apresentadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb) como em andamento - nem sequer saíram do papel (e, apesar disso, ainda podem ser concluídas em tempo).
A reportagem visitou todas as construções. Apenas as obras do Córrego Pirajuçara e da Rua Itapaiuna estão no prazo.
Variando entre 6 meses e 8 anos, estão atrasadas a reconversão urbana do Largo da Batata; a Biblioteca Mário de Andrade; a Ponte do Limão; os complexos viários do Jaraguá e Padre Adelino; os Viadutos do Café e da Beneficência Portuguesa; os CEUs Jaguaré, Uirapuru e Heliópolis; e as drenagens dos Córregos Aricanduva, Poli e Desportivo da Penha. "É um prejuízo para a cidade, porque são obras necessárias", alerta o urbanista Cândido Malta Campos Filho, professor da Universidade de São Paulo (USP). "Já há um déficit gigantesco de melhorias."
Embora estejam com projetos aprovados e contratos assinados, algumas obras ainda não foram iniciadas. São elas: a última etapa do prolongamento da Avenida Radial Leste, a recuperação da Cracolândia - Nova Luz -, a extensão da Avenida Jornalista Roberto Marinho e as reformas da Casa Número 1 e do Beco do Pinto.
Na opinião da urbanista Lucila Lacreta, do Movimento Defenda São Paulo, os atrasos são consequência da falta de organização do setor público. "Ao que nos parece, o governo não tem controle do cronograma das obras", diz. "Não sabe o que vai acabar primeiro, o que vai acabar depois. De repente, há um rol de obras descontroladas." Ela lança a ideia de que a Siurb divulgue, em site, o cronograma das obras em andamento. "Queremos que tudo fique mais claro para que os cidadãos possam acompanhar e cobrar", pede. "É preciso transparência."
Atrasadas, algumas obras ainda apresentam um aumento do custo inicialmente previsto. A drenagem do Córrego Aricanduva, por exemplo, sairia por R$ 97,6 milhões - com previsão de entrega em 3 anos, 2 meses e 15 dias -, conforme contrato de 2004. A última estimativa, entretanto, avalia a obra em R$ 132,5 milhões. Um aumento de 35,7%. Os CEUs atrasados tiveram um reajuste de 18,5%. A reportagem solicitou à Siurb informações sobre atrasos e reajustes de todas as maiores obras. Os dados das obras viárias e ações urbanísticas não foram fornecidos.

ESSA GENTE É QUE ESTÁ PREOCUPADA COM O POVO BRASILEIRO?É DE DÁ NOJO:"Renan e seu voo de fênix"


Renan e seu voo de fênix.

Hábil, obstinado e temido, o alagoano renasceu das cinzas após quase perder o mandato e, com a CPI da Petrobras, volta a dar as cartas no Senado.
Luiz Carlos AzedoJefferson Pinheiro/CB/D.A Press - 14/1/90
Fernando Collor (c) e Renan Calheiros (d) em janeiro de 1990, durante o anúncio de Bernardo Cabral como ministro da Justiça.
Os inimigos o comparam a Joseph Fouché, ardiloso político francês que sobreviveu a todas as crises e, por sua grande habilidade, manteve-se no poder a todo custo, independentemente de quem estivesse no comando, fosse Robespierre ou Napoleão. Ambos foram ludibriados por Fouché, um ator político que não fazia discursos inflamados ou grandiosos, mas atuava com desenvoltura nos bastidores. Há um misto de inveja e ressentimento na perversa comparação, pois a trajetória do líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), 53 anos, registra momentos de derrota e ostracismo político. Além disso, revela um político capaz de se reconciliar com os desafetos e estender a mão aos adversários que derrotou. Várias vezes, Renan demonstrou que é capaz de renascer das cinzas como a fênix. Emergiu no centro da política nacional como o líder do governo Collor de Mello, em 1990. Ambos têm uma relação de amor e ódio. Alternam disputas políticas ferozes e alianças imbatíveis, desde quando o ex-presidente da República era o jovem prefeito nomeado de Maceió e Renan um combativo deputado estadual do antigo MDB, mas ligado ao clandestino Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Vem dessa época a sólida amizade com o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), ex-presidente da Câmara dos Deputados e ex-ministro das Relações Institucionais, uma dobradinha que deu as cartas no Congresso no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ostracismo Renan é um prodígio de estrategista político e capacidade de dar a volta por cima quando as coisas dão errado. Está de volta ao centro da política nacional, depois de um ano de ostracismo político, provocado por sua renúncia à Presidência do Senado numa crise cujo estopim foi uma relação amorosa fora do casamento. Mas escapou de dois pedidos de cassação, pelo voto secreto da maioria dos senadores, graças ao poder de liderança e à capacidade de articulação. Faz política como um grande mestre do xadrez. Fez parte do chamado “grupo da China”, os companheiros de viagem de Fernando Collor de Mello que convenceram o então governador de Alagoas a transformar sua imagem de “caçador de marajá” numa marca nacional vitoriosa, que o levou ao Palácio da Alvorada. De igual maneira, Renan foi um dos responsáveis pela “desconstrução” da imagem de Collor e seu impeachment, juntamente com o falecido irmão do ex-presidente da República, Pedro Collor. O rompimento político foi provocado por uma derrota eleitoral em Alagoas, cuja responsabilidade atribuiu ao empresário Paulo Cesar Farias, ex-tesoureiro de campanha de Collor de Mello, que financiou a campanha de Geraldo Bulhões ao governo do estado. Ambos estão juntos novamente. Collor recuperou os direitos políticos e se elegeu senador em aliança com Renan. Graças ao líder do PMDB, assumiu a presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado, depois de uma queda de braços com a nova líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC). Agora, Collor é o representante do PTB na CPI da Petrobras e promete atuar com isenção. Renan e Collor têm um pacto de poder em Alagoas, pelo qual o líder do PMDB será candidato a governador, com o apoio do ex-presidente da República, contra o tucano Teotônio Vilela Filho, candidato à reeleição. Se Renan resolver concorrer novamente ao Senado, Collor disputará o governo alagoano.
Linha do tempo
1977 Começa a carreira política como líder estudantil na Universidade Federal de Alagoas. Simpatizante do clandestino PCdoB, partido no qual seu irmão Renildo Calheiros, o atual prefeito de Olinda, é vice-presidente, filia-se ao antigo MDB. 1978 Eleito deputado estadual pelo MDB, após a reforma partidária de 1979, torna-se líder da bancada do PMDB e ferrenho adversário do então prefeito nomeado de Maceió, Fernando Collor de Mello.
1982 Completa o curso de direito e se elege deputado federal pelo PMDB, votando a favor de todas as reivindicações dos trabalhadores. Estava de licença no dia da votação da emenda Dante de Oliveira (Diretas Já), em 25 de abril de 1984. 1985 Vota a favor de Tancredo Neves no colégio eleitoral que elegeu o mineiro presidente da República, em 15 de janeiro de 1985. Com a morte de Tancredo, assume o vice-José Sarney. Perde a disputa pela vaga de candidato a prefeito de Maceió para Djalma Falcão.
1987 Participa da famosa viagem do então governador Fernando Collor de Mello à China, na qual o ex-presidente da República, o jornalista Cláudio Humberto, o ex-deputado Cleto Falcão e Renan traçaram a estratégia para chegar ao poder pelo voto direto na sucessão do presidente José Sarney.
1988 Foi um dos fundadores do PSDB, partido que logo abandona para se filiar ao Partido da Reconstrução Nacional (PRN), legenda criada por Collor para se candidatar a presidente da República.
1990 Logo após a posse de Collor na Presidência da República, assume a liderança do Congresso Nacional. Sua primeira missão foi defender o confisco das cadernetas de poupança. Deixa a liderança do governo para se candidatar ao governo de Alagoas. Perde a eleição para Geraldo Bulhões, mas acusa o governador eleito de ter fraudado a eleição, com a ajuda do ex-tesoureiro da campanha de Collor Paulo Cesar Farias.
1992 Derrotado em Alagoas, sem o mandato, fora do PRN, acusa PC Farias de comandar um governo paralelo integrado pelo ministro-chefe do Gabinete Militar Agenor Homem de Carvalho, o ex-secretário de Assuntos Estratégicos, Pedro Paulo Leoni Ramos, e o secretário particular da Presidência da República, Cláudio Vieira.
1993 Com o impeachment de Collor de Mello, Renan é nomeado pelo presidente Itamar Franco (PMDB) para comandar a Petrobras Química S/A (Petroquisa), empresa criada pelo ex-presidente Ernesto Geisel.
1994 Se elege senador pelo PMDB com 235 mil votos. No Senado, comanda o grupo de trabalho de reforma e modernização da Casa, criticando os gastos da instituição: US$ 1, 5 bilhão anuais para 10 mil funcionários, contra US$ 2 bilhões e 32 mil funcionários do Senado norte-americano.
1998 Assume o Ministério da Justiça, na reforma ministerial do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), por indicação de Jader Barbalho (PMDB-PA), então presidente do PMDB. Ministro muito atuante, intensifica o combate à violência no campo e à corrupção na Polícia Federal.
2002 Reeleito senador em 2002, decide apoiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, juntamente com o presidente do Senado, José Sarney. Assume a liderança do PMDB no Senado e lidera um polo governista dentro da legenda.
2005 Assume a Presidência do Senado, cargo para o qual foi reeleito dois anos depois, por ampla maioria, após disputa com o senador José Agripino (DEM-RN).
2007 É acusado de receber ajuda financeira de um lobista, em meio a denúncias envolvendo a empreiteira baiana Gautama, do empresário Zuleido Veras, e o então ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau. A jornalista Mônica Veloso, com quem Renan tem uma filha, denuncia que recebia uma pensão mensal de R$ 12 mil do lobista, a pedido de Renan, que nega a acusação. Por causa do escândalo, renuncia ao cargo de presidente do Senado, mas sobrevive a dois processos de cassação graças ao voto secreto da maioria dos senadores.
2009 Após um ano de ostracismo, articula a volta do senador José Sarney à Presidência do Senado, em disputa com o senador Tião Viana (PT-AC), processo que desagrega a base do governo. O petista recebeu o apoio da oposição, mas mesmo assim foi derrotado. Novamente líder do PMDB, volta a dar as cartas no Senado, com a instalação da CPI da Petrobras.

Para voltar ao poder, PSDB aposta até na neurociência


Para voltar ao poder, PSDB aposta até na neurociência.
SÃO PAULO - Na busca por uma agenda que neutralize a propaganda governista em 2010 e evite a terceira derrota consecutiva em eleição presidencial, o PSDB começou a calibrar seu discurso, baseado em análises de especialistas em "psique" eleitoral e em célebres estrategistas estrangeiros que defendem a emoção como fator determinante na política. A ideia é engavetar o lema da "gerência", usado na campanha de 2006, e focar na defesa de projetos e iniciativas sociais.Há cerca de três meses, os tucanos contrataram o cientista político Alberto Carlos Almeida, autor de A Cabeça do Brasileiro e Por que Lula?, para fazer pesquisas que deem um diagnóstico sobre o que o eleitor deseja na próxima disputa. Almeida já produziu duas análises para o PSDB, que foram submetidas à direção do partido e a seus parlamentares. Essas informações têm servido de ponto de partida para a formatação de um discurso que atinja grande parte do eleitor que aprova o governo Luiz Inácio Lula da Silva.O partido também começou a flertar com as ideias do neurocientista americano Drew Westen, da Emory University, em Atlanta. Suas teses influenciaram a campanha democrata de Barack Obama em 2008. Autor do best-seller The Political Brain, ele foi convidado pelo Instituto Teotônio Vilela, ligado aos tucanos, para dar palestra, em março, que deixou deslumbrados os políticos do partido.Para Westen, os democratas americanos mais perderam eleições do que ganharam nos últimos 30 anos porque apelaram muito à razão. Com base em pesquisas que mapearam o cérebro, ele questiona o racionalismo extremo, surgido com o Iluminismo no século 18. O seu principal estudo, divulgado em 2006, conclui que o eleitor responde de forma emocional quando provocado. Westen confrontou eleitores democratas e republicanos com declarações contraditórias dos seus candidatos. Ao defendê-los, áreas do cérebro relacionadas à razão não respondiam. Já as envolvidas com a emoção apresentavam grande atividade.Eduardo Graeff, cientista político e secretário-geral da Presidência no governo Fernando Henrique Cardoso, em artigo publicado no Estado antes das eleições municipais de 2008, chamou a atenção dos tucanos para as teses de Westen. "Não basta ter valores. É preciso pregá-los sem medo de ser repetitivo e traduzi-los em declarações de princípio que mostrem ao eleitor que o candidato conhece seus problemas", afirmou.Assim como Westen, o marqueteiro americano Dick Morris, que trabalhou com o ex-presidente americano Bill Clinton a partir de sua posse em 1993, também tem sido "revisitado" na corrida pela formulação do novo discurso. É dele a estratégia usada por Clinton de se apropriar de parte do discurso dos republicanos e mixá-lo com tradicionais bandeiras democratas para ganhar popularidade.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sábado, 30 de maio de 2009

Serra é vaiado por professores em Presidente Prudente e é chamado de ditador


Serra é vaiado por professores em Presidente Prudente.
O governador de São Paulo, José Serra, foi vaiado nesta sexta-feira (29) por professores e servidores da saúde durante uma visita a Presidente Prudente, no interior paulista, para inaugurar obras. Durante o discurso, o governador chegou a ser chamado de "ditador" pelos manifestantes. Em resposta aos gritos - de "ditador, ditador" -, Serra ironizava: "Eles são contra a saúde, são contra até os deficientes (referindo-se a projetos que beneficiam deficientes). São de seitas e 'partidecos'. Nós governamos para toda a população de São Paulo. Não somos de 'trololó'", disse Serra."Ele não negocia nem paga o dissídio dos professores desde 2006. Não repassa nem a inflação acumulada e não discute o reajuste salarial com os professores", acusou Agripino Miguel Costa, conselheiro regional do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). Os professores querem reajuste salarial de 27,5%, enquanto os servidores da Saúde pedem reposição salarial de 47%. No começo da noite de hoje os professores estaduais decidiram entrar em greve a partir de quarta-feira.

O RECONHECIMENTO DA INTELIGÊNCIA DE LULA FEITA PELO INIMIGO E AS TRAPALHADAS DA "OPOSIÇÃO SEM RUMO"

Lula, Dilma, plano B e Aécio.
A oposição tem o hábito de subestimar a inteligência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É um erro porque contamina a eficiência de sua estratégia. Com informação errada, a chance do insucesso só faz crescer. Exemplo mais recente: levar a sério a ideia de que Lula deseja disputar um terceiro mandato consecutivo.
Quem realmente tem informação do que se passa no núcleo do governo sabe que isso é bobagem. Lula rejeita tal tese por uma série de motivos. Citemos apenas três. Convicção de que seria um retrocesso institucional, argúcia política e noção exata de que seria uma batalha de alto custo e baixo benefício.
O presidente acredita que articular uma nova alteração da regra do jogo presidencial seria pedagogicamente danoso à democracia. Lula gosta do reconhecimento externo que conquistou. Deseja fazer política internacional quando passar a faixa ao sucessor em 1º de janeiro de 2011. A tese do terceiro mandato só o diminuiria aos olhos da comunidade internacional. Passaria a imagem de velho caudilho latino-americano.
Outro senão: o petista seria acusado de repetir Fernando Henrique Cardoso, presidente da República que patrocinou a casuística mudança constitucional de 1997 para poder concorrer à reeleição em 1998.

Mais: Lula dirá que o povo até queria, mas ele teria pensado na estabilidade democrática mais do que FHC. No duelo algo pessoal com o tucano, levaria vantagem.
O governo está passando sufoco no Senado com a CPI da Petrobras. Está vendo o que é depender e confiar no PMDB. Alguém imagina o custo de aprovar uma emenda constitucional naquela Casa? São necessárias duas votações com quórum qualificado _três quintos, o que dá 49 dos 81 senadores. Lula teria de entregar a Petrobras, o pré-sal e até as meias para aprovar uma mudança desse tipo. De bobo e louco, Lula não tem nada.
Melhor patrocinar uma candidatura com alta chance de sucesso. Por ora, é Dilma. Não tem plano B autorizado por Lula. Em 2014, ele poderia ser candidato novamente, a depender do prestígio futuro. No cenário de eleger o sucessor e de disputar com sucesso em 2014, Lula poderia até tentar concorrer em 2018. Tem gente no PT que pensa em 20 anos de poder.
A oposição bate na tecla do terceiro mandato achando que desgasta Lula. Avalia que transmite a ideia de que ele está louco para ceder a uma tentação chavista. No entanto, pode estar somente fortalecendo o presidente, transmitindo a imagem de que ele é tão bom que não tem substituto à altura.
*
Quem fala no plano B
Os políticos que mais desejam uma alternativa à ministra Dilma Rousseff, caso a chefe da Casa Civil desista de ser candidata, são os aliados do PMDB. No PT, só gente de pouco peso pensa no assunto. Mas eles têm algo em comum: estão instalados no poder e não desejam sair dele. Daí falar em terceiro mandato ou noutro nome para o lugar de Dilma.
As especulações de plano B são muitas e incipientes. Todas devem ser vistas com o devido desconto. O ex-ministro Antonio Palocci Filho, que tem a tatuagem da violação do sigilo do caseiro, é o primeiro da fila. O ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, agrada a parcela do PMDB. Facilitaria um acordo em Minas. Apoio a Patrus para a Presidência em troca do suporte à candidatura do ministro Hélio Costa (Comunicações) ao Palácio da Liberdade. Michel Temer, presidente do PMDB, poderia ser vice para compor uma chapa café com leite e fazer frente à dupla tucana Serra-Aécio.
Pura opinião: Lula vai de Dilma.
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Jogo tucano
É natural que o governador de Minas, Aécio Neves, tenha ficado chateado com a revelação de que ele fez acordo com o colega de São Paulo, José Serra. Aécio aceitou ser vice de Serra, condicionando isso a uma saída honrosa. A intenção era anunciar o acordo em agosto ou setembro, enquanto a ministra Dilma ainda deverá estar em recuperação, a fim de acelerar uma ofensiva para fazer alianças com o PMDB nos Estados.
A repercussão da divulgação do acordo gerou atrito no PSDB. Aécio se sentiu traído por seus colegas de partido. Ele precisa de tempo para construir um discurso de saída no qual leve vantagem: popularizar o seu nome pelo país, pois ainda tem alta taxa de desconhecimento para quem deseja disputar a Presidência.
A divulgação da notícia afetou esse cronograma, que, talvez, precise ser alterado e leve o mineiro a exigir uma prévia mais restrita, no começo de 2010, a fim de dar caráter natural a uma união que formaria uma chapa bastante competitiva.
Kennedy Alencar, 41, colunista da Folha Online e repórter especial da Folha em Brasília

IMPRENSA GOLPISTA PERDEU,FOI APENAS UMA "MAROLINHA":'Dólar cai 1,69% e fecha abaixo de R$ 2 pela 1ª vez em mais de sete meses'

Dólar cai 1,69% e fecha abaixo de R$ 2 pela 1ª vez em mais de sete meses.
A cotação do dólar comercial caiu 1,69% nesta sexta feira, a R$ 1,975. É a primeira vez em mais de sete meses que a moeda fechou abaixo de R$ 2,00. A última vez foi em 1º de outubro, quando a cotação chegou a R$ 1,925.Este foi o sexto dia seguido de queda e a 15ª semana de desvalorização da moeda no ano. A moeda fechou o mês de maio com queda acumulada de 9,49%, o maior recuo mensal desde 2003. Na semana, a baixa é de 2,52%. No ano, o recuo é de 15,4%.

IMPRENSA GOLPISTA PERDEU,FOI APENAS UMA "MAROLINHA":'Bovespa ganha 42%, melhor resultado acumulado em 10 anos'

Bovespa ganha 42%, melhor resultado acumulado em 10 anos.
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou esta sexta-feira em alta de 0,3%, aos 53.197,73 pontos. Segundo a consultoria Economatica, o resultado da Bolsa até agora é o melhor em dez anos.

Baque na "OPOSIÇÃO SEM RUMO":'Representante dos demônios na CPI da Petrobras é patrocinado pela mesma Petrobras'

Baque na "Oposição sem rumo"
Escalado pelos adversários do Palácio do Planalto para integrar CPI e atacar o governo Lula, o senador ACM Júnior é sócio de empresa baiana patrocinada nos últimos meses pela Petrobras
Marcelo Rocha

Em larga desvantagem numérica na CPI da Petrobras, com apenas três dos 11 titulares, a oposição escalou para seu time de investigadores um sócio de empresa promotora de eventos beneficiada com recursos da estatal. A Bahia Eventos Ltda., de propriedade da família do senador Antonio Carlos Magalhães Júnior (DEM-BA), recebeu, nos últimos meses, verba para organizar importantes festas do calendário cultural baiano, entre eles a última edição do Festival de Verão, realizado em janeiro passado com alguns dos expoentes da música pop nacional. Segundo dados da Petrobras, os patrocínios endereçados à Bahia Eventos somaram cerca de R$ 550 mil de setembro do ano passado para cá. A empresa baiana é o braço de entretenimento da Rede Bahia, o conglomerado empresarial erguido pelo ex-senador Antonio Carlos Magalhães (DEM), herdado por filhos e netos. Segundo os registros da Receita Federal, ela atua com “artes cênicas, espetáculos e atividades complementares não especificadas anteriormente”. Além do Festival de Verão, para o qual recebeu ajuda da Petrobras no valor de R$ 330 mil, a Bahia Eventos abocanhou R$ 222 mil para a 10ª edição do Festival de Lençóis (BA). Ao propor a CPI, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) incluiu como uma das linhas de investigação os patrocínios firmados pela Petrobras. O interesse dos adversários do Palácio do Planalto nessas parcerias surgiu a partir de denúncias veiculadas pela imprensa de que a estatal teria ajudado a financiar os festejos de são-joão no interior da Bahia, com interesse especial por cidades administradas pelo PT. Se levantarem toda a lista, os senadores esbarrarão na empresa da família ACM.
Presidente
Tão logo foi protocolado o requerimento de criação da CPI, ACM Júnior se apresentou como candidato à presidência, elevado a esse status pelos líderes da oposição e com a bênção do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL). Seria uma opção cômoda para os peemedebistas, que teriam seu passe ainda mais valorizado. O PT chiou. A definição ficou para esta semana. O parlamentar do DEM encerra seu mandato em fevereiro de 2011 e analisa eventual disputa à reeleição. Estar à frente da comissão renderia a ele uma bem-vinda exposição em véspera de eleições. Mas tem a resistência petista. E, agora, a Bahia Eventos. É mais uma variável no embolado cenário pré-eleitoral da Bahia. Publicamente, o PT afirma que terá candidato apenas para o governo — o atual governador, Jaques Vagner —, cedendo a aliados as vagas para a disputa ao Senado. O presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, é lembrado por petistas sempre que o assunto surge, mas ele garante que nunca se apresentou como tal e nem pretende fazê-lo. Gabrielli reforçou essa posição ontem ao Correio, por meio de sua assessoria de imprensa. Procurado pela reportagem, ACM Júnior afirmou que o fato de ser sócio de empresa beneficiada com recursos da Petrobras não o desabona para a investigação parlamentar. O senador baiano explicou ainda que a Bahia Eventos recebeu recursos da estatal para a montagem de camarote no Festival de Verão e que não se tratava da cota majoritária de patrocínio destinada ao evento.

Administrando o petróleo:o pragmatismo do Brasil ofusca o nacionalismo da Venezuela

Administrando o petróleo: o pragmatismo do Brasil ofusca o nacionalismo da Venezuela.
A América Latina é um estudo do contraste de como os países administram seu petróleo. No México e na Venezuela, o Estado e a indústria do petróleo vivem em uma simbiose tratada como nacionalismo de recursos - mas suas companhias estatais de petróleo parecem cada vez mais gigantes feridos. A Petrobras do Brasil, administrada com uma postura mais aberta, agora ofusca suas irmãs do Norte. Isto mostra que o pragmatismo, e não a xenofobia, é a melhor salvaguarda dos interesses nacionais.
Em 2 de setembro de 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da primeira extração simbólica de petróleo da camada pré-sal em plataforma da Petrobras no campo de Jubarte, litoral sul do Espírito Santo. Na ocasião, Lula projetou investimentos de mais de R$ 2 trilhões na economia brasileira até 2017 puxados pela produção da estatal. "A Petrobras é a mãe da industrialização desse país", afirmou
A produção de petróleo do Brasil rivaliza a dos maiores exportadores da região, mas ainda não é autossuficiente. A descoberta pela Petrobras em 2007 do campo de Tupi, em alto-mar, mudará isso. Edson Lobão, o ministro das Minas e Energia do Brasil, disse ao "FT" nesta semana que poderá abrir uma rodada de licitação para Tupi no próximo ano.Ao convidar companhias de petróleo privadas para disputar concessões, o Brasil continua contrariando a tendência regional: Bolívia e Venezuela confiscaram as participações privadas na produção de gás e petróleo. A Petrobras também é parcialmente privatizada, apesar do Estado reter a maioria das ações com direito a voto.A abertura para o setor privado é uma escolha sábia. Tupi é comparado ao Mar do Norte. O paralelo vai além das reservas: como no Mar do Norte, os campos brasileiros em alto-mar apresentam desafios tecnológicos consideráveis. O petróleo fica sob camadas espessas de rocha e sal em águas com milhares de metros de profundidade. Não querer a melhor perícia do mundo é arrogância.As companhias de petróleo estatais mais bem-sucedidas do mundo são abertas ao setor privado. A saudita Aramco foi comprada de proprietários privados, em vez de fundada do zero, para reter o conhecimento tecnológico. A norueguesa Statoil aprendeu por meio de um consórcio de companhias de petróleo estrangeiras antes de realizar suas primeiras operações nos campos do Mar do Norte.Estas são exceções. Com maior frequência, as companhias estatais de petróleo infectam a política de seus proprietários públicos - seja se transformando em um Estado dentro do Estado, como em Angola, ou dando aos políticos uma fuga tentadora demais da responsabilidade. A Pemex do México há muito é o cofrinho do governo. Hugo Chávez, o presidente da Venezuela, força a PDVSA a pagar por programas sociais fora do orçamento público, minando sua capacidade de continuar produzindo petróleo.Politização não é algo estranho para a Petrobras: o Senado brasileiro votou a favor de investigá-la por supostas concessões ilegais de contratos. A pressão por controle político apenas aumentará à medida que Tupi for desenvolvido. Para evitar isso, a Petrobras precisa ser tratada como qualquer empresa comercial. A proposta de Lobão de manter a participação acionária do Estado em uma empresa separada deveria ser aprovada. O Brasil também precisa implantar uma estrutura regulatória que permita à Petrobras competir em termos iguais com empresas privadas.A maximização do valor que um país extrai de seu petróleo exige colaboração, não confrontação, com o setor privado. Uma empresa estatal pode ajudar se forçada a agir em termos comerciais. Isso, e não o solipsismo da Venezuela e do México, é que representa o verdadeiro nacionalismo de recursos.

Tradução: George El Khouri Andolfato

IMPRENSA GOLPISTA PERDEU,FOI APENAS UMA "MAROLINHA":'Comércio oferece 17.272 vagas para o Dia dos Namorados'


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Comércio oferece 17.272 vagas para o Dia dos Namorados.
LUCIANA LAZARINI
do Agora
Três postos de intermediação de mão de obra oferecem 17.272 oportunidades de emprego no comércio em São Paulo. Desse total, há diversas chances temporárias até o Dia dos Namorados (12 de junho), que recruta os profissionais para trabalhos no comércio. Algumas oportunidades para atendentes e vendedores não exigem experiência.
Há chances abertas para todos os níveis, inclusive para candidatos com ensino fundamental incompleto. Quem não tem experiência pode concorrer a cargos como o de auxiliar de serviços gerais e o de atendente de lanchonete. Os salários para as vagas vão de R$ 400 a R$ 3.500.
No Curriculum.com, há 15.514 vagas no comércio no Estado, entre elas, 14.936 são efetivas e 578 são temporárias. A maioria é para vendedores e atendentes de loja. O menor salário é de R$ 400, para o cargo de vendedor, e o maior chega a R$ 3.500, para vendedor técnico industrial.
O CAT (Centro de Apoio ao Trabalho) tem 1.427 oportunidades para balconistas, atendentes e vendedores na capital. Os salários vão de R$ 465 a R$ 900, dependendo do cargo. Os empregos são para diversas funções em lojas de rua, estandes promocionais e shopping centers.
Há vagas que exigem experiência de seis meses e ensino médio completo e também outras que aceitam trabalhadores que ainda não completaram os estudos. Os benefícios trabalhistas oferecidos para esses postos são vale-transporte, vale-refeição e assistência médica.
Segundo o CAT, mais de 80% das ofertas de trabalho no setor comercial disponíveis são para trabalho efetivo.
O PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador) tem 331 vagas na Grande São Paulo. Dessas, 187 são oferecidas na capital. As vagas mais procuradas são as de embalador, faxineiro, promotor, vendedor e vigilante. Só na área de vendas, há chances em lojas do varejo e em empresas que atuam no atacado. Além disso, existem 69 oportunidades para vendas em domicílio, na capital.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

NO JN DOS TEMPOS DE LULA É INFORMADO O PERCENTUAL DE REALIZAÇÕES DO PAC,COM O INFELIZ FHC A ENERGIA ACABOU E O PLANO ERA O "AVANÇA BRASIL",IMAGINA!

POR QUE O PT NÃO RECORRE AO MP NO CASO DA YEDA CRUSIUS NO RS?O SENADOR ÁLVARO DIAS PRETENDE USAR ESSE ARTIFÍCIO NA CPI DA PETROBRAS

PERGUNTA FINAL:"O QUE FEZ O GOVERNO DE FHC(PSDB E DEM) EM PROL DO POVO BRASILEIRO?"LULA FEZ O PAC E FHC O "PROER".OS POBRES NÃO TIVERAM NEM DENTADURAS

OS APOSENTADOS ERAM VAGABUNDOS E ELE ,O GRANDE SOCIÓLOGO,FALAVA NO PARLAMENTO FRANCÊS SE AUTO PROMOVENDO E DANDO AS COSTAS AO POVO BRASILEIRO.
A IMPRENSA CORRUPTA NÃO FALA NADA E ESSE INFELIZ CONTINUA PASSEANDO PELO MUNDO.GOSTARIA DE SABER DE ONDE SAI TANTO DINHEIRO.

Presidente Lula não precisa fazer campanha,seu governo já é uma campanha.A "OPOSIÇÃO SEM RUMO" e o PIG precisam mostrar o que farão melhor do que LULA

Lula e Dilma Rousseff inauguram obras do PAC em Manguinhos.Estamos esperando uma reportagem melhor

Lula e Dilma Rousseff inauguram obras do PAC em Manguinhos.

Demonstração da transformação da imprensa brasileira em partido político:"onde estão as fotos e reportagens sobre as inaugurações do PAC no Rio?"

Hoje o Estadao.com.br não conseguiu achar nada de bom no governo Lula e as inaugurações do PAC,no Rio,foram tratadas como campanha eleitoral

Pergunto:
Onde arranjar estômago para tudo isso?
Por que não reconhecer a realidade?
Qual o motivo dessa atitude?
O jornal pretende desacreditar a administração Lula?
Pretende obter vantagens financeiras?

ACOMPANHAR A POLITICAGEM NO SENADO FEDERAL É TAREFA PARA OS BONS DE ESTÔMAGO E POSSUIDORES DE UM GRANDE ESTOQUE DE REMÉDIOS ANSIOLÍTICOS.

POUCO A POUCO ESTOU ME PREPARANDO PARA MUDAR O OBJETIVO DO MEU BLOG PARA ASSUNTOS MAIS AMENOS.
DEVIDO A MINHA IDADE , FAÇO 63 ANOS EM OUTUBRO , TENHO O DIREITO DE DEIXAR A LUTA PARA OS MAIS JOVENS.
ESPERO NÃO PERDER SEGUIDORES QUANDO A MUDANÇA VIER.
ASSINADO:HELIO DE SOUZA BORBA

Aluguel sobe mais no DF,apesar do IGP-M baixar

Índice que corrige os contratos, o IGP-M, fica negativo por três meses seguidos, mas inquilinos continuam a arcar com mensalidades altas. Em Brasília, essa despesa está 10% maior em relação a maio de 2008.
Mariana Flores
Suely, inquilina de imóvel no Recanto das Emas, tenta convencer a locadora a não elevar o valor do pagamento mensal de R$ 300 para R$ 400.
Carvalho, empresário: Até 40% de alta na locação de quitinetes.
O índice de preços utilizado como parâmetro na maioria dos contratos de aluguéis ficou negativo em maio pelo terceiro mês consecutivo e a inflação acumulada nos últimos 12 meses fechou em 3,64%. A variação de preços vem despencando desde julho do ano passado, quando o acumulado dos 12 meses anteriores bateu em 15,12%, de acordo com o Índice Geral de Preços — Mercado (IGP-M), da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Os aluguéis sofreram reajustes em torno de dois dígitos ao longo de todo o ano passado. Mas, em 2009, apesar da inflação em queda, os inquilinos continuam arcando com mensalidades elevadas. A deflação não vem sendo repassada para o consumidor final. Em média, o aluguel residencial está 10,06% mais caro no Distrito Federal do que em maio de 2008 (veja quadro). O percentual é maior que a inflação e que o reajuste médio do país, de 7,57% — média levantada pela FGV para compor o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), com dados de Brasília, São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro.
Os especialistas em mercado imobiliário creditam os preços altos à demanda elevada por imóveis na capital federal. “O valor real está subindo acima do IGP-M porque a demanda é bem maior que a oferta. Nos últimos anos, aumentou o número de servidores e interessados em concursos públicos. A população cresceu muito e, com isso, a demanda”, afirma o presidente da Comissão de Valores Imobiliários (CVI), Frederico Attié. Os imóveis mais solicitados são os menores, de acordo com o empresário Romeu Carvalho, dono de uma imobiliária localizada na Asa Norte e com 37 anos de experiência no mercado. “O valor do aluguel de uma quitinete localizada no Plano Piloto aumentou até 40% no último ano. O reajuste no Plano acaba puxando o preço em todo o DF: quem não consegue pagar para morar perto do trabalho, vai para as cidades satélites. Quanto mais difícil ficar o acesso ao trabalho, com trânsito maior, mais altos ficarão os preços no DF”, afirma. Negociação O jeito é pechinchar, orienta a inquilina Suely Medeiros, de 30 anos. Ela renegocia o contrato do imóvel em que mora há dois com o marido e as duas filhas. Até o próximo mês Suely continuará pagando R$ 300 pelo aluguel da casa de três quartos localizada no Recanto das Emas. Mas, a partir de julho, quando o novo contrato passar a valer, pagará, no mínimo 16,6% a mais. A locadora quer que a mensalidade aumente para R$ 400, mas Suely está tentando convencê-la de que o máximo que pode pagar é R$ 350. “É um aumento muito grande de uma hora para outra, a renda da gente não aumenta nesse ritmo”, reclama a corretora de imóveis, que há seis meses trabalha na área. Os consumidores devem mesmo negociar, na opinião do coordenador do IGP-M, Salomão Quadros. Isso porque a tendência é que a inflação acumulada em 12 meses continue em queda a partir de maio. A desaceleração, segundo ele, foi puxada pelo desaquecimento econômico mundial.

NA CASA DOS CORRUPTOS É DIFERENTE:"SENADO.Auxílio-moradia para quem tem casa no DF"

Auxílio-moradia para quem tem casa no DF.
Mesmo com residência própria na capital, senadores terão R$ 3,8 mil a mais nos gordos salários. Mas José Sarney terá de devolver dinheiro.
Tiago Pariz
José Sarney: “Eu já mandei dizer que retirassem (o dinheiro)”.
A Mesa Diretora do Senado decidiu dar um bônus mensal para quem tem apartamento próprio em Brasília. São R$ 3.800 para 42 senadores que recebem o extra a título de “auxílio-moradia”. O argumento é que a norma da Casa de 2002 abria uma brecha para o pagamento. E, em vez de ser revogada, decidiu-se oficializar a vantagem. O terceiro-secretário do Senado, Mão Santa (PMDB-PI), disse que a lei não proíbe o benefício. “Eu poderia ter uma casa, mas não tenho. O que eu posso fazer?”, resignou-se o peemedebista. O salário de um senador é de R$ 16,5 mil. Há uma antiga batalha em todo o Congresso para elevar o vencimento para R$ 24,5 mil, o mesmo de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Quer dizer, o bônus de quase R$ 4 mil é meio caminho andado. Enquanto decidiram oficializar a farra do auxílio-moradia, os integrantes da Mesa Diretora definiram moralizar o recebimento da verba para senadores que não têm apartamento em Brasília, mas vivem num funcional. Eles terão de devolver os recursos acumulados ao longo dos anos. Três estão nessa condição João Pedro (PT-AM), Cícero Lucena (PSDB-PB) e Gilberto Gollner (DEM-MT). Outro que está na lista é o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que não precisaria restituir por ter residência em Brasília, mas disse que assim procederá. O primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), disse ter havido erro administrativo no depósito dos quatro senadores. Ele sustentou não ser ilegal o recebimento do auxílio-moradia. Sarney pediu desculpas e alegou desconhecer os depósitos do auxílio-moradia, mesmo depois de ter assumido a Presidência da Casa, quando passou a utilizar na residência oficial do Senado. “Eu nunca pedi auxílio-moradia e, por um equívoco, a partir de 2008, segundo me informaram, realmente estavam depositando na minha conta. Mas eu já mandei dizer que retirassem, porque eu nunca requeri isso e tinha a impressão de que não estava recebendo esse auxílio. Portanto, dei uma informação errada e peço desculpas”, afirmou. Verba O petista João Pedro e o democrata Gilberto Gollner informaram que também restituíram a verba. Eles acumularam durante os anos R$ 45.600 e R$ 41.800, respectivamente. Cícero Lucena recebeu R$ 79.800. “Infelizmente, como tudo que está acontecendo no Senado, só detectamos agora a falha. Mas vamos seguir a lei e eles devolverão os recursos e, de acordo com as normas, terão descontados 10% dos salários até efetuar o pagamento em sua totalidade”, disse Heráclito sobre o caso dos senadores que receberam o benefício usando imóvel funcional. A Mesa também decidiu convocar dois ex-diretores acusados de irregularidades para depoimento: João Carlos Zoghbi e Agaciel Maia. Zoghbi é acusado de ter sido beneficiado com a assinatura de um contrato de crédito consignado entre o Senado e um banco. No meio da lama, ele lançou suspeita sobre Agaciel de outras irregularidades.

O estrago de Zoghbi
“Apartamento depenado”. “Bens públicos destruídos”. Foram essas as palavras utilizadas por servidores do Senado para relatar a atual condição do apartamento funcional no Bloco D da 112 Norte, que era ocupado ilegalmente por um filho do ex-diretor de Recursos Humanos do Senado João Carlos Zoghbi. Diante da situação, constatada pela Polícia do Senado, o terceiro-secretário, Mão Santa (PMDB-PI), determinou a instalação de uma comissão de sindicância para apurar porque o imóvel foi deixado em petição de miséria por Zoghbi. A Polícia Legislativa também abriu inquérito. O apartamento era utilizado por Marcelo Araújo, filho recém-casado do ex-diretor, que se mudou em 10 de abril . Desde então, o imóvel está no limbo por não ter sido oficialmente devolvido pelo servidor. O advogado de Zoghbi, Antônio Carlos de Almeida Castro, informou que o imóvel, na verdade, não tem nada porque está sendo realizada uma reforma para a entrega ao Senado. O apartamento de 180m², com quatro quatros, no entanto, teria sido todo renovado em dezembro do ano passado. O antigo diretor da Casa tinha o bem ao seu dispor desde 1999. Por lá passou até uma ex-mulher do outro filho de Zoghbi, Ricardo. Durante a farra do apartamento funcional, Zoghbi residia confortavelmente numa mansão no Lago Sul. O escândalo do apartamento funcional foi o estopim para o servidor deixar o comando da Diretoria de Recursos Humanos. E não foi só essa denúncia. Ele também é acusado de utilizar sua ex-babá, de 83 anos, como laranja numa empresa que intermediava contratos de crédito consignado entre bancos e o Senado.

Confiança da indústria cresce pelo quinto mês seguido em maio

Confiança da indústria cresce pelo quinto mês seguido em maio.
Folha Online
O ICI (Índice de Confiança da Indústria) cresceu 6% em maio, ao passar de 84,5 para 89,6 pontos (dados com ajuste sazonal). Trata-se do quinto mês consecutivo de alta, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
"O avanço do índice pelo quinto mês consecutivo confirma a tendência de recuperação gradual do ritmo de atividade industrial após o forte declínio ocorrido ao final do ano passado. O ICI encontra-se agora, pela primeira vez em 2009, mais próximo de sua média histórica (99,1 pontos) do que do vale alcançado em dezembro de 2008 (74,7 pontos)", apontou a entidade em comunicado.
O ISA (Índice da Situação Atual) avançou 7,6%, indo de 86,5 para 93,1 pontos, segundo a FGV. Já o IE (Índice de Expectativas) teve alta de 4,4% (de 82,5 para 86,1 pontos).
Entre abril e maio, aumentou consideravelmente as avaliações em relação à demanda e ao ambiente geral dos negócios. O indicador do nível de demanda cresceu 13,1% (de 80,1 para 90,6 pontos), enquanto a de situação dos negócios subiu 12,2% (de 77,1 para 86,5 pontos).
A FGV ainda destacou a melhora da avaliação futura do setor industrial. Das 1.075 empresas consultadas na pesquisa, 25,9% preveem melhora da situação dos negócios nos próximos seis meses, e 27,1% esperam piora. No mês passado, esses percentuais haviam sido de 18,0% e 28,1%, respectivamente.
A coleta de dados para a pesquisa de maio foi realizada entre os dias 2 e 26 deste mês, informou a FGV. Em 2008, essas empresas responderam por 23,5% das exportações brasileiras, tiveram faturamento conjunto de R$ 540 bilhões e empregam 1,244 milhão de pessoas.

Brasil deverá abrir os seus vastos campos pré-sal para exploração internacional

Brasil deverá abrir os seus vastos campos pré-sal para exploração internacional.
Carola Hoyos, em Londres, eJonathan Wheatley, em São Paulo
Companhias petrolíferas internacionais serão convidadas a fazer ofertas para concessões nos enormes campos "pré-sal" no Brasil já no próximo ano, afirmou ao "Financial Times" o ministro brasileiro das Minas e Energia, Edson Lobão.O Brasil parou de vender concessões na área marítima pré-sal - que, segundo os executivos da indústria petrolífera, rivalizará em tamanho e importância com os campos do Mar do Norte - logo após a sua descoberta em 2007.Desde então o governo vem trabalhando em novas regulamentações para a área, que representa enormes desafios operacionais, mas onde as chances de se encontrar grandes quantidades de petróleo de alta qualidade são bem maiores do que em outros campos petrolíferos brasileiros. Lobão disse que a Petrobras, a companhia petrolífera brasileira de capital aberto, mas controlada pelo governo, não poderia dar conta sozinha da enorme tarefa de explorar as reservas, que ficam distantes da costa, sob vários quilômetros de água, rocha e uma camada de sal difícil de ser perfurada. "Certamente realizaremos leilões no ano que vem. Isso significa que as companhias de petróleo podem preparar as suas reservas financeiras", disse ele em uma entrevista.Analistas da indústria petrolífera ficaram surpresos com a declaração. "Ela baseia-se na premissa de que Brasília seja capaz de promulgar uma nova estrutura regulatória no curto prazo, mas há tantas partes envolvidas na exploração desses campos que o debate legislativo poderá ser mais árduo do que o esperado", afirma Roseanne Franco, analista para a América Latina da PFC Energy, em Washington, D.C.O Brasil vendeu várias concessões nos campos pré-sal antes que o potencial da área ficasse claro e prometeu não modificar esses contratos. Os analistas dizem que a Petrobras, que tem parceiros como a ExxonMobil dos Estados Unidos, a BG do Reino Unido, a Galp de Portugal, a Repsol da Espanha e a anglo-holandesa Royal Dutch Shell, ficará ocupada durante muitos anos explorando essas concessões. Muitos observadores acreditam que o governo tem pressa em aprovar novas leis, que serão controversas e dificilmente passarão pelo congresso brasileiro no futuro próximo, especialmente levando-se em conta que 2010 será um ano eleitoral. Lobão disse ser favorável a cláusulas restritivas para as novas companhias que explorarão os campos pré-sal e à criação de uma nova companhia petrolífera inteiramente controlada pelo governo para supervisioná-los. Não obstante, ele afirmou estar consciente do risco de alienar as companhias petrolíferas internacionais, e citou a experiência amarga da Venezuela e do México. Após mais de 50 anos de domínio, o México e a Venezuela correm o risco de perder as suas posições como os dois mais importantes exportadores de petróleo do continente, o que significaria abrir mão da influência internacional derivada do fato de abastecerem os Estados Unidos, a maior economia mundial. Ao mesmo tempo em que vários governos, da China aos Estados Unidos, bem como companhias petrolíferas internacionais, fazem fila para auxiliar o Brasil a explorar os seus vastos campos petrolíferos, eles estão desdenhando o México e as suas cláusulas financeiras restritivas e saindo da Venezuela após anos de dolorosas renegociações de contratos.Hugo Chávez, o presidente populista da Venezuela, confiscou campos de petróleo de posse de grupos petrolíferos internacionais e recentemente ordenou às forças armadas que assumissem os projetos das empresas de serviços petrolíferas que ele não é mais capaz de pagar. Chávez dizimou a PDVSA, a companhia petrolífera nacional que no passado era respeitada. Tudo isso afetou profundamente a capacidade venezuelana de produzir petróleo. A produção caiu de 3,4 milhões de barris diários pouco antes de Chávez assumir o poder em 1999 para os atuais 2,4 milhões - bem abaixo da meta de seis milhões de barris diários que o governo anterior do país tinha estabelecido para 2012.O México está sem dúvida em uma situação ainda pior. Durante décadas o país usou a Pemex como o cofre nacional, obrigando a empresa a incorrer em profundas dívidas, mas proibindo-a de recorrer a companhias petrolíferas estrangeiras para a obtenção de ajuda de investimento nos seus campos de petróleo. Tudo isso teve graves consequências. A Pemex tem sido incapaz de deter o declínio natural acentuado do gigantesco e antigo campo de petróleo Cantarell, que no seu apogeu produzia mais de dois milhões de barris diários, e que atualmente não produz nem a metade disso. Apesar das recentes reformas políticas, o México enfrenta atualmente a perspectiva assustadora de tornar-se um importador líquido de petróleo dentro de uma década. Já o Brasil nos últimos dez anos dobrou a sua produção diária de petróleo para 2,3 milhões de barris e está começando a exportar. Lobão chegou a dizer que o país entrará para a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), tão logo o volume das
exportações aumente.
Tradução: UOL

quinta-feira, 28 de maio de 2009

PARA A IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA OS SONHOS SÓ PODEM SER SONHADOS NOS EUA OU NA EUROPA,NO BRASIL É SÓ PESADELO

O notável em NY é que há sempre novos sonhos,diz o Estado de São Paulo.

"OPOSIÇÃO SEM RUMO" QUER CONTINUIDADE DE LULA NA PRESIDÊNCIA DO BRASIL


PSDB quer expulsar deputados tucanos que assinaram proposta da 2ª reeleição de Lula.
GABRIELA GUERREIROda Folha Online, em Brasília
O PSDB ameaça expulsar do partido os quatro deputados da legenda que assinaram a PEC (proposta de emenda constitucional) que viabiliza uma segunda reeleição para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), disse nesta quinta-feira que não vai aceitar a adesão de tucanos a uma proposta que classifica como "golpista".
"Quem fez isso deve deixar o partido para que não seja forçado a deixar depois", disse o senador.
Guerra afirmou, porém, que vai discutir inicialmente o caso dos tucanos com a Executiva Nacional do PSDB antes de estabelecer eventuais punições. "Eu estou decidido a não aceitar nenhuma assinatura de deputados tucanos em uma atitude golpista", afirmou.
O deputado Jackson Barreto (PMDB-SE), autor da PEC, disse que quatro deputados do PSDB e 11 do DEM teriam assinado a proposta. A Mesa Diretora da Câmara ainda não divulgou os nomes dos 194 deputados que assinaram a proposta uma vez que ainda vai conferir as assinaturas de cada um.
Barreto protocolou nesta quinta-feira, na Mesa Diretora da Câmara, a PEC que permite duas reeleições continuadas para prefeitos, governadores e presidente da República. O deputado conseguiu o apoio de 194 deputados à matéria que, na prática, mantém o presidente Lula no cargo até 2012 caso o texto seja aprovado pela Casa.
Para valer a tempo de ampliar o mandato de Lula, a PEC precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado até setembro -- prazo limite para mudanças na legislação eleitoral referentes à disputa de 2010.
Depois de conferidas as assinaturas, a PEC tem que ser admitida pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e segue para discussão em uma comissão especial a ser criada na Câmara. Só depois disso é que segue para votação nos plenários da Câmara e do Senado, o que pode não ocorrer a tempo de valer para as eleições de 2010.
Apesar de Lula ter se mostrado contra um eventual terceiro mandato, o deputado disse que a iniciativa partiu da própria Câmara. "Estamos discutindo uma tese. Independente da vontade do presidente Lula, a proposta tramita. É uma tese que o parlamento precisa analisar".

IMPRENSA GOLPISTA BRASILEIRA ABRE ESPAÇO PARA SENADORES CORRUPTOS DO PSDB E DO DEM SE APRESENTAREM COMO HONESTOS E PREOCUPADOS COM A PETROBRAS




Comparando o tempo de FHC com o de Lula para mostrar ao "PIG" que não somos os imbecis que ele acha que somos




Dívida líquida pública aumenta para 38,4% do PIB em abril de 2009(UOL)(LULA)
Segundo Armínio Fraga,presidente do Banco Central, em fevereiro de 2001 a dívida correspondia a 54,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Em dezembro de 2001, a relação dívida líquida pública/PIB era de 53,4%. O crescimento no último semestre de 2001 foi correspondente a 1,72% do PIB.(FHC)
Reservas internacionais
37 bilhões de dólares.(FHC)
200 bilhões de dólares.(LULA)
Salário mínimo
60 dólares(FHC)
231 dólares(LULA)
Dívida Externa
210 bilhões de dólares(FHC)
Credor(LULA)
-MÉDIAS BALANÇA COMERCIAL (bilhões de US$)
-FHC (PSDB) (1995/2002): -2,442
-Lula (PT) (2003/2008): +42,344
- RISCO-PAÍS PTS- FHC (Jan/2002): 1.445
- Lula (2009): 364
- JUROS- FHC (Jan/2002): 25,00% a. a
- Lula (Jan/2009): 10,25%: a. a
- INFLAÇÃO
-FHC(2002): 12,5%
- Lula(2009): 5,7%6
-TAXA DE DESEMPREGO
-FHC(2002): 12,2%
-LULA(2009): 8,9%

ESSA GENTE É QUE NOS QUER JULGAR , NÃO NOS ACEITA , SÃO RACISTAS E OS BRASILEIROS "PUXAM O SACO".CADA UM TEM O QUE PEDE



CLIQUE NA FOTO E VEJA MELHOR OS CIDADÃOS EUROPEUS BRANCOS E EDUCADOS.
PREFIRO MEU PAÍS.
Mulheres também se envolvem nas confusões em Barcelona em volta de dois torcedores, um com a camisa do clube catalão, agredindo um homem caído com bastões.

A IMPRENSA GOLPISTA,CORRUPTA E RACISTA BRASILEIRA MENTE SOBRE O GOVERNO LULA TENTANDO DESACREDITAR SUAS REALIZAÇÕES,COMO ISSO PUDESSE SER FEITO

Contra a "tsunami" da imprensa golpista,corrupta e racista brasileira,Lula implanta onda de crédito


CLIQUE NA IMAGEM PARA MELHOR VISUALIZAÇÃO.
Volume total de empréstimos concedidos pelos bancos aos clientes chega a R$ 1,24 trilhão em abril, ou 42,6% do PIB brasileiro.
Segundo o Banco Central, trata-se do mais robusto choque de crédito da história do país.
A alavanca desse movimento é o financiamento da casa própria. Após a série de medidas de estímulo baixadas pelo governo, só o dinheiro repassado pelo sistema financeiro às pessoas físicas para compra de imóveis atingiu R$ 69,5 bilhões.
Pelas estatísticas do BC, a pressão do Palácio do Planalto sobre os bancos públicos também vem surtindo efeito. A participação das instituições financeiras estatais no bolo do crédito total saltou, no último ano, de 34% para 38%. Os números parciais de maio, colhidos até o dia 14, revelam a mesma tendência de abril.
Como o crédito é uma espécie de gestação do consumo, é de se esperar a retomada do crescimento e o reaparecimento dos empregos nos próximos meses.

Brasil volta a ser o paraíso dos investimentos estrangeiros, diz 'El País'

Brasil volta a ser o paraíso dos investimentos estrangeiros, diz 'El País'.
O Brasil voltou a ser "o paraíso dos investidores estrangeiros", segundo afirma reportagem publicada nesta quinta-feira pelo diário espanhol El País em sua versão online."Apesar da crise financeira mundial, os investimentos que chegaram de fora do país duplicaram em abril. Os analistas econômicos opinam que, depois de um primeiro trimestre incerto, os investidores estrangeiros estão devolvendo a confiança ao Brasil", diz o jornal.

Segundo a reportagem, o fato tem duas explicações. A primeira, que a crise mundial afetou apenas "ligeiramente" o Brasil, e o país poderá crescer em 2010 de 4% a 5%, segundo o ministro (da Fazenda) Guido Mantega".Em segundo lugar, os juros, que já baixaram a 10,25% e podem chegar a 9% até o final do ano, continuam entre os maiores do mundo e "seguem sendo apetitosos para os investidores".
O jornal observa que a não ser que haja uma forte retirada de recursos nos últimos dias do mês, o resultado dos investimentos estrangeiros em maio deverá ser o melhor desde abril do ano passado.Apesar dos números positivos em relação aos investimentos, a reportagem comenta que eles trazem ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a preocupação com a valorização do real por conta da forte entrada de recursos no país.
'The Times'
A situação econômica do Brasil e os efeitos da crise mundial também foram tema de um artigo de opinião publicado nesta quinta-feira pelo diário britânico The Times.
O colunista econômico Anatole Kaletsky, após visitas à África do Sul e ao Brasil, diz que os dois países, apesar de atingidos fortemente pela crise, "parecem mais fortalecidos do que deprimidos pela experiência"."A notável resistência dessas economias e a confiança de suas comunidades empresariais, de sua mídia e de seus mercados financeiros, em contraste com a melancolia apocalíptica na Grã-Bretanha, Europa e Estados Unidos, destaca as três transformações que esta crise trouxeram à tona", diz o colunista.
A primeira transformação, segundo ele, é a emergência da classe média nos países desenvolvidos como principal motor do crescimento econômico global nas próximas décadas. Ele observa que os cálculos do FMI indicam que as economias emergentes contribuirão com 100% do crescimento global até 2010, e pelo menos 70% nos cinco anos seguintes.
A segunda transformação, de acordo com Kaletsky, é "a habilidade das economias emergentes de determinar seus próprios destinos, independentemente do sucesso ou do fracasso das políticas econômicas dos Estados Unidos ou da Europa".
"Apesar de as economias emergentes não terem conseguido se isolar completamente da crise global, elas conseguiram finalmente refutar o clichê de que quando os Estados Unidos espirram, o mundo pega pneumonia", diz o artigo.
A terceira mudança, segundo o colunista, é a transformação política e social provocada pelo crescimento da classe média, com o fortalecimento de democracias de livre-mercado plurais e liberais.

Lula sanciona lei que obriga divulgação de gastos públicos na internet


Lula sanciona lei que obriga divulgação de gastos públicos na internet.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (27) lei complementar que obriga os governos federal, estaduais e municipais a tornarem disponíveis na internet receitas e gastos.
O texto determina a disponibilização, em tempo real, de informações sobre a execução orçamentária e financeira da União, Estados, Distrito Federal e municípios. Um dos objetivos é dar transparência à administração pública, além de incentivar a participação popular e a realização de audiências públicas na elaboração de planos e diretrizes orçamentárias. Os entes federativos terão de disponibilizar o acesso a informações, para qualquer pessoa física ou jurídica, sobre a execução de despesas (bem ou serviço fornecido, nome do beneficiário do pagamento, processo licitatório) e a arrecadação (lançamento e recebimento de toda receita, inclusive recursos extraordinários).A lei também diz que, para assegurar a transparência na gestão fiscal, deve haver incentivo à participação popular na elaboração dos orçamentos públicos, com a realização de audiências públicas, e adoção de sistema integrado de administração financeira e controle. A lei prevê prazos para os entes federados colocarem a medida em prática: um ano para União, Estados, Distrito Federal e cidades com mais de cem mil habitantes, dois anos para municípios de 50 a 100 mil habitantes e quatro anos para cidades com até 50 mil habitantes.
Câmara vai divulgar na Internet detalhes dos gastos com verba indenizatória
O gestor que não divulgar as informações poderá ter congelado o repasse de verbas federais. Qualquer cidadão, partido político, sindicato ou associação pode denunciar aos tribunais de contas e Ministério Público quem não estiver cumprindo a lei.

O texto será publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28).
Com informações da Agência Brasil

Senadores corruptos desistem de obstruir a pauta e aprovam a MP que elevou salário mínimo a R$465

Senado aprova MP que elevou salário mínimo a R$ 465.
BRASÍLIA - O plenário do Senado aprovou hoje, em votação simbólica, a Medida Provisória 456, que elevou o valor do salário mínimo de R$ 415,00 para R$ 465,00 desde 1º de fevereiro deste ano. A MP, que foi aprovada pela Câmara dos Deputados em abril, perderia a validade na próxima segunda-feira. Com o reajuste do mínimo, o valor do dia de salário passa a ser de R$ 15,50 e o valor da hora é de R$ 2,11. O reajuste representa um ganho nominal de 12,05% e real, descontada a inflação, de 5,92%.

CPI da Petrobras ameaça plano fiscal do Brasil, diz "New York Times"

CPI da Petrobras ameaça plano fiscal do Brasil, diz "New York Times".
da BBC Brasil
As investigações sobre a Petrobras no Congresso brasileiro ameaçam complicar os esforços do governo de aumentar as suas receitas com os recursos dos novos campos de petróleo, afirma reportagem publicada nesta quinta-feira pelo diário americano "The New York Times".
A CPI da Petrobras foi aprovada há duas semanas pelo Senado brasileiro para investigar acusações de que a estatal teria sonegado impostos e concedido contratos ilegais.
Segundo o jornal, "as investigações podem se mostrar um constrangimento para o governo de Lula, que quer modificar a legislação de petróleo para extrair uma porcentagem ainda maior de recursos das reservas em águas profundas".
A reportagem afirma ainda que a CPI pode prejudicar a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, escolhida por Lula como candidata à sua sucessão, já que ela é também presidente do conselho da companhia.
O jornal diz que Lula, que já afirmou querer usar os recursos adicionais com o petróleo para estabelecer fundos para programas sociais, classificou a CPI de "irresponsável" e "não patriota".
A reportagem comenta ainda que o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse que as investigações têm motivação política e que podem afetar a imagem da companhia, mas que não prejudicarão os investimentos da empresa.

Bradesco amplia financiamento de automóveis para 80 meses.Estamos cada vez mais nos recuperando e em 2010 Dilma será eleita

Bradesco amplia financiamento de automóveis para 80 meses.
O Bradesco informou nesta quarta-feira a ampliação do prazo máximo do financiamento de veículos novos. O novo teto passa de 60 para 80 meses. O banco também anunciou a redução da taxa de juros.
De acordo com o Bradesco, a taxa mínima cai de 1,52% para 1,20% ao mês. O novo prazo é válido para as modalidades de CDC e leasing.
Em março, segundo a Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), o financiamento de automóveis teve prazo médio de 40 meses, sendo o prazo máximo de 60 meses.
No primeiro trimestre de 2009, o Bradesco somava em sua carteira 2,7 milhões de veículos financiados, nas linhas de CDC, Leasing e Finame, com saldo de R$ 41,1 bilhões. O banco afirmou que as medidas têm por objetivo disponibilizar a clientes e não clientes condições especiais de financiamento, viabilizando o acesso ao consumo de veículos novos, fomentando a produção industrial.
Também neste mês, o Itaú-Unibanco informou a retomada do financiamento de 72 meses para compra de automóveis.
Segundo o banco, a carteira de financiamento de veículos fechou o primeiro trimestre deste ano em R$ 52 bilhões.
Ainda de acordo com o Itaú-Unibanco o saldo total da carteira de crédito somou R$ 272,7 bilhões no primeiro trimestre deste ano, aumento de 0,3% em relação a 31 de dezembro de 2008. As operações com clientes pessoa física cresceram 1,4% no período, impulsionadas pelo aumento de 4,2% do saldo das operações de crédito pessoal e pelo acréscimo de 1,9% no volume de financiamentos de veículos. A carteira de crédito imobiliário cresceu 5,8% no período.

Kirchner pede a Chávez que esclareça se Brasil será poupado de nacionalizações

Kirchner pede a Chávez que esclareça se Brasil será poupado de nacionalizações.
France Press
A presidente argentina Cristina Kirchner pediu a seu colega venezuelano, Hugo Chávez, que esclareça se as empresas brasileiras ficarão de fora do processo de nacionalizações na Venezuela, informou nesta quarta-feira a agência oficial Télam."Uma afirmação desse teor -se existiu- envolveria um grau de discriminação e discricionariedade que excede a esfera da soberania própria de cada Estado independente", afirmou a presidente, segundo um documento divulgado pela agência do Estado argentino.Chávez havia dito em tom jocoso ao presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, que a Venezuela passava por uma fase de "nacionalizações, menos das empresas brasileiras", segundo indicaram jornalistas, que cobriam o encontro entre os dois presidentes na terça-feira em Salvador.A frase de Chávez provocou uma gargalhada geral na reunião.Em Buenos Aires, as maiores câmaras empresariais da Argentina condenaram com dureza a nacionalização na Venezuela de três empresas siderúrgicas das quais o grupo argentino Techint é acionista.A poderosa União Industrial Argentina (UIA) foi mais longe ao exigir na terça-feira que, em represália, seja impedido o ingresso da Venezuela como membro pleno do Mercosul.Kirchner acrescentou: se a declaração de Chávez for verdadeira "seria uma atitude inaceitável por parte de Estados democráticos de Direito, além de ser absolutamente contraditório com os acordos estratégicos que nosso país celebrou com a República Bolivariana da Venezuela".A decisão de Chávez de estatizar as três empresas, que seguiram a da Ternium-Sidor, outra forte companhia do grupo Techint, gerou descontentamento do setor empresarial argentino em relação ao governo Kirchner em meio à campanha para as eleições legislativas de 28 de junho.

O lugar do Brasil e o silêncio do Parlamento

O lugar do Brasil e o silêncio do Parlamento.
José Flávio Sombra SaraivaPh.D. pela Universidade de Birmingham, Inglaterra, professor titular do Instituto de Relações Internacionais da UnB e pesquisador 1 do CNPq
Colhe o Brasil, após esforço contínuo dilatado no tempo, o que plantou no esforço da construção de sua inserção internacional. Há dois séculos formularam-se os pilares da política externa. Teve o país inteligência de longo prazo e cálculo de oportunidade no mundo difuso da transição da hegemonia britânica para o século americano. Engendrou concepções, conceitos e teoria própria no século 19, de José Bonifácio ao Visconde do Rio Branco. Buscou autonomia decisória no século 20. As elites se interessaram, por meio de calorosos embates parlamentares e discussão de opções externas, pelo destino do Brasil. O país emergiu, de Vargas aos militares, como ator responsável e previsível nas ações externas do Estado. A mudança de regime político não alterou o pragmatismo externo, mas o aperfeiçoou. Os choques de visões foram expostos na democracia. Setores políticos de diferentes matizes participaram de grandes debates em torno dos modelos de inserção internacional do país, entre o associativismo liberal e o nacional-desenvolvimentista. Coube à política externa de Lula e aos múltiplos atores e protagonistas empresariais, diplomáticos, intelectuais e a sociedade civil, a ampliação do raio de ação dos interesses e valores brasileiros nos últimos anos. O avolumar da capacidade decisória nacional no jogo das grandes potências e na economia política da globalização é fato auspicioso. O Brasil ficou grande demais para o seu meio sul-americano. Migrou de importador de regras para construtor de conceitos na cena internacional. Há crescente confiança no país como interlocutor no xadrez da política internacional. O Congresso Nacional e nossos representantes, no entanto, silenciam em relação ao novo lugar do Brasil no mundo. A política interna do Brasil move-se entre volubilidade e pequenez, descolada que é do país profundo e dos seus desígnios externos. Os agentes políticos e as lideranças partidárias no parlamento parecem não ter noção do país que representam. Demonstram visão limitada do mundo. Esquecem os parlamentares que eles têm responsabilidade na discussão, proposição e controle da ação externa do Estado. A introspecção política, a falta de interesse pelos temas internacionais e o limite dos debates parlamentares aos temas imediatos, midiáticos e de pouco valor, exceto para a carreira política e a próxima eleição, queimam energia diante dos grandes desafios internacionais do Brasil. Exportam, os eleitos pelo povo, o grande debate acerca do lugar do Brasil no mundo para setores da burocracia estatal. A democracia fica menor. Vulnerável se faz o país. Da Argentina, parceira e vizinha privilegiada do processo de integração mais relevante do Brasil com seu meio sul-americano, já aprendemos que sua retração internacional tem origem na política interna pequena. Mesmo em país de gente inteligente e culta, mas tomado pela cizânia de sua elite irreconciliável, lá já não é mais possível uma estratégia externa. A síndrome portenha se traduz na baixa capacidade de construir estratégias de longo prazo em favor do tempo curto dos governantes que se sucedem na Casa Rosada, incapazes de construir uma inteligência política externa consistente no tempo. Nos Andes há lutas domésticas que impedem inserção internacional com autonomia e responsabilidade global. São Estados em guerras civis informais. As divisões internas tornam impossível a eficácia externa. Tais Estados, vizinhos do Brasil, possuem apenas política interna. A externa é dramatizada pela lógica da vitimização e do antiamericanismo estéril. A política externa dos Estados é muito importante para se circunscrever à burocracia estatal. O descompasso entre o interno e o externo não é bom para o Brasil. Mesmo no atual momento de ebulição econômica global, existe a hipótese altruísta de sairmos da crise sem os recalques de experiências traumáticas anteriores. Onde estão os debates estratégicos e de alto nível dos representantes do povo acerca dessa relevante hipótese? O silêncio dos congressistas brasileiros é estarrecedor. Dizem que política externa não dá voto. Nada disso é compatível com os antecedentes de um país que soube unir forças em torno de grandes debates nacionais, em torno dos caminhos a tomar no mundo complexo em que vivemos. É hora de pôr o externo no debate interno. Afinal, a política externa também é política pública.

NOTA DO BLOG:PARLAMENTO TACANHO E CORRUPTO ONDE SE ESCONDE O DE PIOR DO BRASIL

O LIXO QUE CONTROLA É O LIXO QUE DESCONTROLA

Ex-presidente do Tribunal de Contas da União recebeu R$ 253 mil em diárias.
O ex-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU) Walton Alencar Rodrigues recebeu R$ 253.452,70 em diárias nos dois anos (2007-2008) em que comandou o órgão responsável pela fiscalização de recursos públicos na administração federal. Os gastos do ex-presidente são quase seis vezes superiores aos registrados por seu antecessor, o ex-ministro Adylson Motta. Durante os dois anos em que dirigiu o TCU, Adylson recebeu R$ 44.228,40 para custear despesas em viagens nacionais e internacionais.
Os dados fazem parte de levantamento feito pelo Congresso em Foco com base em informações do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi). No período em que presidiu o TCU, Walton Rodrigues recebeu, em média, R$ 10.560,52 por mês em diárias. Adylson Motta teve média quase seis vezes inferior: R$ 1.842,85. No cargo há cinco meses, o atual presidente, Ubiratan Aguiar, recebeu este ano R$ 4.992,00, média mensal de R$ 998,40.

Golpistas e oportunistas.Ia escrever sobre esse assunto,mas minha amiga Helena do blog "Os Amigos do Presidente Lula" já tinha escrito

Golpistas e oportunistas.
A Folha online mancheteou “DEM e PSDB escalam senadores para fazer barulho na CPI da Petrobras”Só não sabe disso, aqueles que não tem a mínima noção sobre os políticos do DEM, PSDB e PPS.Está mais do que claro que essa CPI é puramente política e não tem por objetivo investigar nada.E tem mais; Nem o Senado, nem a Câmara têm condições morais para investigar irregularidades.
O Legislativo atravessa uma grave crise de credibilidade e a fúria moralizadora com que a oposição se lançou para criar uma CPI é suspeita. As últimas CPIs foram um fiasco e uma sobre a Petrobras tem tudo para ter o mesmo destino.O máximo que pode ocorrer nas iniciativas deste gênero é, DEM e PSDB, provocarem os meios de comunicação e, expor seus membros à luminosidade dos holofotes, o que facilita uma futura vitória eleitoral e economiza recursos para a propaganda de suas candidaturas.No primeiro caso, o efeito já foi produzido: antes de a CPI começar a funcionar, a imprensa já começou a dar conta de como a direção da Petrobrás, desembolsa em projetos de ONGs .O povo do Brasil inteiro já sabe que CPI, transmitida ao vivo pela TV é só palanque político, onde uns vão tentar denegrir o outro fazendo denúncias e estragos difíceis de reparar.
Esses políticos do DEM e do PSDB só querem câmeras e holofotes.Esse Agripino é o que existe de mais repugnante no congresso. Vive recebendo dinheiro caixa dois de empreiteiros. Nao faz nada de produtivo no senado. Pousa de ético e em seu estado está cheio de denuncias. Agora ameaça parar o congresso!
A oposição anunciou a obstrução às votações em represália à decisão da base aliada governista no Senado de ficar com a presidência e a relatoria da CPI da Petrobras.O DEM indicou o senador Antônio Carlos Magalhães Júnior (BA) para a presidência da comissão, mas o governo não abriu mão de acumular os dois cargos de comando da comissão.
Que barbaridade! Torcem contra o País.
Chantagista!
A base aliada esta correta, manda quem pode, obedece quem tem juízo, é o curso natural de quem é governo. O governo tem que fazer valer o seu poder dado através de votos pela a maoria do povo brasileiro, se fosse para o PSDB ou o DEM mandar nas ações do governo não teria sido derrotado nas urnas. Portanto, o governo é quem manda pelo voto direto do povo brasileiro.
Perguntar não ofende..Como funcionam as CPIs em São Paulo e RS?Ah! Elas nem chegam a ser instaladas não é mesmo?
A oposição quer cantar de galo no terreiro em que é minoria.