sexta-feira, 31 de julho de 2009

O GLOBO TRATA O PRESIDENTE LULA COMO UM MARGINAL.HOJE,31/07/2009,ELE ESTÁ SENDO MASSACRADO.

PARA O CORREIO BRAZILIENSE O PRESIDENTE LULA É MAL CARÁTER,MENTIROSO E NÃO PENSA NO BRASIL,PENSA APENAS EM ELEGER A MINISTRA DILMA ROUSSEFF.

FH: ' Estamos transformando o governo das leis no governo do homem, do cara'.Que triste fim para um ex-presidente.Coitado!



















Valores
FH: ' Estamos transformando o governo das leis no governo do homem, do cara'.
Isabela Martin - O Globo
FORTALEZA - Numa sucessão de críticas indiretas ao presidente Lula e à crise no Senado, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse na quinta-feira que um dos desafios do Brasil é o resgate de valores elementares como a decência e a igualdade perante a lei. E
citou a expressão popularizada pelo presidente americano, Barack Obama .
- Estamos transformando o governo das leis no governo do homem, do "cara" - disse, sob o aplauso de 700 pessoas que assistiam a sua palestra em homenagem aos 90 anos do Centro Industrial do Ceará (CIC). - Valores elementares, de decência, de igualdade perante a lei, continuam sendo desafios importantes - disse.
" Valores elementares, de decência, de igualdade perante a lei, continuam sendo desafios importantes "
Em entrevista antes da palestra, o ex-presidente considerou estapafúrdia a indicação de pessoas "sujeitas a dúvidas" para compor o Conselho de Ética do Senado. Segundo Fernando Henrique, se o presidente Lula refletir melhor sobre a consequência dos seus atos, não irá interferir no julgamento do presidente do Senado, José Sarney, pelo colegiado porque "a opinião pública está olhando".
Fernando Henrique não quis opinar sobre a possibilidade de Sarney renunciar à presidência, alegando que não deve interferir nos assuntos do Senado.
Para o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), ao defender o resgate de valores morais, Fernando Henrique referia-se não só à crise no Senado, como também a outros episódios envolvendo o partido do presidente Lula com denúncias de corrupção, citando o caso do mensalão.

MIRIAM LEITÃO NÃO GOSTOU DESTA NOTÍCIA E TENTA DESQUALIFICÁ-LA,TÍPICO DA IMPRENSA CORRUPTA:"Bradesco: PIB cresce a 4% neste segundo semestre"

UMA PESSOA DIFÍCIL DE AGRADAR.
O Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco divulgou um relatório nesta quinta-feira em que prevê um crescimento de 4% do PIB brasileiro, em termos anualizados, no segundo semestre deste ano. Para o banco, o período recessivo brasileiro teria se encerrado em abril deste ano.
Mas, como temos dito aqui, existe uma diferença entre melhora da economia e crescimento econômico. Os dados do terceiro e quarto trimestres podem ser melhores que os dos meses anteriores, mas isso não significa crescimento econômico. As empresas não estão investindo, contratando mais, elevando a arrecadação de impostos...
Para chegar ao número, o Bradesco utiliza um indicador, chamado Indicador Bradesco de Atividadade Econômica (IBAE), que trabalha com 63 variáveis divulgados ao logo do mês, como produção de automóveis, consumo de energia, concessões de crédito, entre outros dados da economia.
"Esse resultado era amplamente previsível, dada nossa aposta, desde o início, de que o Brasil, e alguns emergentes em geral, sairiam antes da crise, como forças motoras do crescimento, baseados em seus grandes mercados domésticos. A desagregação do IBAE mostra exatamente que a demanda doméstica foi a responsável por esse desempenho favorável, enquanto a demanda externa ajudou a empurrar a atividade para baixo", afirma o banco em relatório.
Mesmo com a expectativa de uma alta de 4% no PIB do segundo semestre, o banco prevê uma retração de 0,5% da economia neste ano. Essa melhora prevista não recupera, portanto, as quedas passadas. Para o próximo ano, o banco estima um forte avanço de 4,9% da economia.

DEU NO BLOG DE RICARDO NOBLAT "O IMPARCIAL"

Deu em oglobo
Serra amplia bolsa para qualificar desempregados
Governador negou que programa seja assistencialista: 'Não há nada que substitua o emprego', disse ele
Ao anunciar ontem bolsa-auxílio de R$ 210 para mais 40.892 desempregados inscritos no Programa Estadual de Qualificação Profissional, o governador José Serra (PSDB) deu uma estocada no Bolsa Família, programa de distribuição de renda do governo federal. Segundo Serra, seu programa pretende estimular o emprego, e não simplesmente distribuir recursos para desempregados.
O governador negou que seu programa de qualificação profissional seja assistencialista e disse que qualquer crítica nesse sentido seria "beócia" (simplória, ignorante). Durante o discurso, Serra disse já ter sido autor de programas de transferência de renda, mas destacou que "nada substitui o emprego".
- Este programa é uma injeção na veia para fortalecer uma das áreas mais debilitadas da sociedade brasileira: a do emprego. Não há nada que substitua o emprego - disse Serra, que aparece liderando todas as pesquisas de intenção de voto para presidente no ano que vem.
O secretário do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, fez questão de dizer, em seu discurso, que não há intenções eleitorais por trás da bolsa.
- Aqui não se faz demagogia, nós trabalhamos.
Afif negou que a bolsa-auxílio seja eleitoreira, alegando que o programa existe desde o ano passado. De acordo com Afif, o programa do governo Serra difere do federal porque "não dá o peixe, mas ensina a pescar". Leia mais em O Globo


Comentário de um leitor , por sinal o único , porque os leitores de Noblat não tiveram palavras:
Se fosse o governo federal tal medida teria como manchete: "Governo aumenta bolsa de programa eleitoreiro". Mas é o Serra e então é para qualificar os desempregados. O Serra é tão bonzinho né , não?

O PSDB TEM SEMPRE RAZÃO.SERRA É PRATICAMENTE UM SEMI-DEUS.PARA O PSDB TUDO QUE LULA FAZ FOI INVENTADO PELO PARTIDO QUE NÃO GOSTA DE VOCÊ, O PSDB












Serra lança suas bolsas.
Ullisses Campbell
Governador de São Paulo nega que os programas sejam assistencialistas.
São Paulo – Com muita pompa, o governador de São Paulo José Serra (PSDB), potencial candidato à presidência da República em 2010, anunciou ontem que vai pagar R$ 210 de auxílio a 40 mil desempregados de 61 municípios do estado durante quatro meses. Na segunda-feira, Serra já havia anunciado outra medida semelhante: pagar R$ 450 de bolsa para 200 estagiários com idade entre 16 e 21 anos. No ano que vem, serão oferecidas mais 2.500.
Serra ficou irritado quando foi perguntado se as bolsas não caracterizavam assistencialismo, como o próprio PSDB se refere à Bolsa Família do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que distribui entre R$ 20 e R$ 182 por mês a 11,4 milhões de famílias. Segundo ele, qualquer crítica nesse sentido seria simplificar o programa que pretende qualificar desempregados. Serra lembrou que o PSDB concede benefícios muito antes do governo Lula, já que teria sido o tucano Fernando Henrique Cardoso quem instituiu o Bolsa Família. “Esses benefícios são a nossa contribuição para amenizar a crise mundial”, discursou. O secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, já esperava que a comparação. “Para instituirmos esse benefício, fizemos pesquisas com centros de respeito, como a Fundação Padre Anchieta e o Sistema de Análise Dados e Estatísticas do Estado. Trata-se de ajuda aos desempregados. Dizer que as bolsas são assistencialistas e visam a eleição é fofoca política”, disse.

IMAGINEM SE FOSSE LULA BEBENDO CERVEJA NO PALÁCIO DO PLANALTO.O QUE DIRIA A IMPRENSA CORRUPTA,GOLPISTA E RACISTA BRASILEIRA


quinta-feira, 30 de julho de 2009

PARA A IMPRENSA CORRUPTA,GOLPISTA E RACISTA BRASILEIRA

E o que dizer da imprensa brasileira ? Nesse caso , ao tomar partido tem por obrigação abrir o voto. Não pode fingir que informa a população com isenção. Ao expor sua preferência ideológica e partidária age com honestidade e nos permite aceitar ou não.

“NÃO IMPORTA…
Primeiro levaram os negros.

Mas não me importei com isso
Eu não era negro
Em seguida levaram alguns operários

Mas não me importei com isso
Eu também não era operário
Depois prenderam os miseráveis

Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregados

Mas como tenho meu emprego
Também não me importei
Agora estão me levando

Mas já é tarde
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.”
Bertold Brecht

Ação do DEM(O PARTIDO QUE NÃO GOSTA DE NINGUÉM) que questiona cotas raciais da UnB recebe parecer contrário da Procuradoria Geral da República


















Ação do DEM(O PARTIDO QUE NÃO GOSTA DE NINGUÉM) que questiona cotas raciais da UnB recebe parecer contrário.
Marco Antonio Soalheiro
Da Agência Brasil
Em Brasília
Em parecer encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR)
manifestou-se pela rejeição da ação ajuizada pelo partido Democratas (DEM) que questiona o sistema de cotas raciais instituído pela Universidade de Brasília (UnB).Segundo o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a própria Constituição Federal consagrou expressamente as políticas de ação afirmativa "em favor de segmentos sociais em situação de maior vulnerabilidade". Gurgel ressaltou ainda que o racismo continua marcante nas relações sociais brasileiras. A exclusão do negro na sociedade justificaria as medidas que o favorecem."Tratar as pessoas como iguais pressupõe muitas vezes favorecer, através de políticas públicas àquelas em situação de maior vulnerabilidade social", afirmou Gurgel. "Esse argumento não tem em vista o passado, como o da justiça compensatória, mas sim a construção de um futuro mais equitativo", acrescentou.No parecer, Gurgel citou que 35 instituições públicas de ensino superior no Brasil adotam políticas de ação afirmativa para negros, sendo que 32 delas prevêem mecanismo de cotas e outras três adotam sistema de pontuação adicional para negros. Tais políticas no ensino superior, para o procurador, "quebram estereótipos negativos que definem a pessoa negra como predestinada a exercer papéis subalternos na sociedade".O procurador-geral ainda ressaltou que a eventual concessão do pedido do DEM pelo STF "atingiria um amplo universo de estudantes negros, em sua maioria carentes, privando-os do acesso à universidade", além de gerar graves efeitos sobre as políticas de ação afirmativa promovidas por outras universidades.Na ação ajuizada no último dia 21, os advogados do DEM alegaram que o sistema de cotas raciais da UnB viola diversos preceitos fundamentais fixados pela Constituição de 1988, como a dignidade da pessoa humana, o preconceito de cor e a discriminação, supostamente afetando o próprio combate ao racismo.

Senadores do Conselho de Ética estão envolvidos em nepotismo ou com os atos secretos

Senadores do Conselho de Ética que respondem a inquérito no Supremo, estão envolvidos em nepotismo ou com os atos secretos.
TITULARES
Paulo Duque (PMDB-RJ) - presidente
Atos secretos (nomeação de assessores).
Nepotismo (motorista do senador, irmão do chefe de gabinete foi demitido)Empregou um assessor fantasma no Conselho de Ética.
Wellington Salgado (PMDB-MG)Três inquéritos (sonegação fiscal e crime contra a previdência)Teria funcionários fantasmas.
João Durval (PDT-BA)Nepotismo cruzado com a Câmara Distrital de Brasília.
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)Um inquérito (crime eleitoral).
Atos secretos (como membro da Mesa Diretora)Nepotismo (um genro do senador trabalhou no gabinete).
Heráclito Fortes (DEM-PI)Atos secretos (como membro da Mesa).
Nepotismo (cunhada, demitida ano passado).
Gilvan Borges (PMDB-AP)Dois inquéritos (injúria e difamação).
Nepotismo (emprega concunhada, prima de ex-mulher e ex-chefe de gabinete mantém oito parentes no quadro).
Gim Argello (PTB-DF)Um inquérito (lavagem de dinheiro, peculato e corrupção).
Almeida Lima (PMDB-SE)
Atos secretos (nomeação de assessores).
Nepotismo (dois sobrinhos trabalharam no gabinete).
Demóstenes Torres (DEM-GO)Atos secretos (nomeação de assessores).
Eliseu Resende (DEM-MG)Nepotismo (sobrinho foi empregado).
Romeu Tuma (PTB-SP)Atos secretos (como membro da Mesa).
SUPLENTES
Arthur Virgílio (PSDB-AM) O ESTADÃO ESQUECEU DELE , PORQUE É UM JORNAL MUITO ESQUECIDO. Integrante do Conselho de Ética do Senado, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), terá de devolver R$ 210.696,58 aos cofres públicos. Arthur Virgílio foi obrigado a devolver o dinheiro depois da revelação de que Carlos Alberto Andrade Nina Neto passara 18 meses no exterior, longe do gabinete do tucano, sendo mantido lá à custa do Senado.
Rosalba Ciarlini (DEM-RN)Um inquérito (Crimes de responsabilidade).

Nepotismo (sobrinho empregado até ano passado).
ACM Júnior (DEM-BA)Atos secretos (nomeação de assessores).
Romero Jucá (PMDB-RR)Um inquérito (crime eleitoral).
Mão Santa (PMDB-PI)Três inquéritos (peculato, crime eleitoral e injúria).
Atos secretos (assessores nomeados).
Nepotismo (filha e mulher já foram lotados no gabinete).
Ideli Salvatti (PT-SC)Atos secretos (assessores nomeados).
Augusto Botelho (PT-RR)Atos secretos (assessores nomeados).
Nepotismo (um irmão trabalhou no gabinete).
Valdir Raupp (PMDB-RR)Dois inquéritos e duas ações penais (corrupção, lavagem de dinheiro e improbidade administrativa).
Nepotismo (dois cunhados e dois sobrinhos no gabinete).
Atos secretos (assessores nomeados)
Lobão Filho (PMDB-MA)Um inquérito e uma ação penal no STF (formação de quadrilha, falsidade ideológica e uso de documento falso).
Nepotismo (um tio e um primo foram lotados no gabinete).
Delcídio Amaral (PT-MS)Atos secretos (assessores nomeados).
Eduardo Suplicy (PT-SP)Atos secretos (como membro da Mesa).

O SENADOR,LÍDER DO PSDB, É O HOMEM CERTO NO CONSELHO SEM ÉTICA DO SENADO FEDERAL


O senador Artur Virgílio,do PSDB, terá de devolver mais de R$ 200 mil.
Valor se refere ao que Senado pagou a assessor do tucano durante um ano e meio de estudo na Espanha.

Leandro Colon
Integrante do Conselho de Ética do Senado, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), terá de devolver R$ 210.696,58 aos cofres públicos. Arthur Virgílio foi obrigado a devolver o dinheiro depois da revelação de que Carlos Alberto Andrade Nina Neto passara 18 meses no exterior, longe do gabinete do tucano, sendo mantido lá à custa do Senado. A diretora de Recursos Humanos, Doris Peixoto, informou ao líder do PSDB que os R$ 210 mil são a soma de salários e recolhimento de impostos que saíram das contas da Casa para custear as despesas com o assessor na folha de pagamento.

FIESP CONFIRMA LULA E DIZ QUE TUDO NÃO PASSOU DE UMA 'MAROLINHA' E QUE JÁ VOLTOU AO NORMAL DO GOVERNO LULA,OU SEJA,EXCELENTE


PIB brasileiro voltará a crescer no segundo trimestre, afirma Fiesp.
SÃO PAULO - O Brasil está saindo da recessão. Essa foi a conclusão do diretor do Departamento de Pesquisas Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Francini, sobre a situação econômica do país, depois de divulgar dados melhores da indústria paulista. As projeções da entidade apontam para um crescimento de 1,5% a 2% no Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, ante os três meses anteriores. "Paramos de piorar. Esse é o primeiro passo para voltarmos a crescer", afirmou Francini. No primeiro trimestre deste ano, o país entrou em recessão técnica -conceito caracterizado por dois trimestres seguidos de contração econômica- com o PIB sofrendo uma retração de 0,8% na comparação trimestral, seguindo a queda de 3,6% no indicador no último período de 2008. Segundo Francini, se as estimativas da Fiesp para o período que vai de abril a junho se confirmarem, o Brasil deverá encerrar o ano com retração de 0,5% no PIB."Os ganhos sobre níveis baixos de evolução da economia são mais fáceis do que com relação a bons crescimentos. Assim, depois de um bom crescimento no segundo trimestre, pode ser que no terceiro e no quarto, as taxas de aumento do PIB diminuam", explicou o especialista. Ele acredita que o cenário econômico atual evidencia um comportamento futuro melhor do que o ambiente de retração anterior.Um dos fatores mais positivos nesse sentido é o fato de os indicadores de emprego mostrarem uma situação preocupante apenas na indústria, o que sinaliza que não houve a contaminação de outros setores da economia.
"Se esse foi o preço da crise no Brasil, estamos pagando um preço baixo quando comparamos com os demais países do mundo", afirmou Francini.
(Vanessa Dezem Valor Online)

KASSAB(DEMOCRATAS?) MENTE E INFLA DADO POSITIVO SOBRE TRÂNSITO EM SÃO PAULO

Prefeitura de São Paulo do DEM infla dado positivo sobre trânsito.
Informação incorreta sobre lentidão no trânsito superdimensionou os ganhos com a restrição à circulação de fretadosSecretaria dos Transportes divulgou queda de 70% na média de congestionamentos na manhã de terça-feira; redução real foi de 30%
EVANDRO SPINELLI

ALENCAR IZIDORO DA REPORTAGEM LOCAL
A gestão Gilberto Kassab (DEM) divulgou dados errados que inflaram os ganhos no trânsito após a restrição aos ônibus fretados implantada nesta semana em São Paulo.No balanço oficial feito para avaliar os efeitos da medida, a Secretaria Municipal dos Transportes divulgou ter havido uma redução de 70% na média de congestionamentos anteontem de manhã, das 7h às 8h30, em relação às demais terças-feiras de julho deste ano.A versão oficial divulgada à imprensa dizia que a lentidão caiu de 40 km para 12 km. Na verdade, a queda foi de 30% -de 16,4 km para 11,5 km.A Folha identificou a comparação superdimensionada por ter acesso a alguns números oficiais mais completos das medições do trânsito pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) -que a pasta dos Transportes, comandada por Alexandre de Moraes, tem se negado a passar oficialmente.A Secretaria dos Transportes admitiu ontem a falha após ser questionada pela reportagem -e a atribuiu a um "erro na alimentação da planilha" da CET.Especialistas consideram que a avaliação do impacto da restrição dos fretados no trânsito só é possível de ser feita após semanas ou até meses de medição dos congestionamentos, devido às interferências que podem elevar ou reduzir a lentidão em dias isolados.A prefeitura também inflou outros dados positivos da restrição aos fretados em seu balanço oficial -neste caso, com estatísticas corretas, mas mudando a metodologia histórica de comparação adotada para aferir as médias de lentidão em horários de pico de trânsito.O balanço oficial considerou, para efeito de cálculo do impacto das medidas no período da manhã, um intervalo de apenas uma hora e meia -das 7h às 8h30.A CET sempre usou a variação das 7h às 10h como a hora de pico da manhã. E os índices de lentidão começam a subir justamente a partir das 8h30.De acordo com a prefeitura, a restrição aos fretados reduziu em 11,5% a lentidão média na cidade na manhã de segunda-feira. A média teria sido de 23 km de lentidão das 7h às 8h30, contra 26 km da média das demais segundas deste mês.Porém, segundo os dados completos da CET, a lentidão média no horário de pico tradicional (7h às 10h) de segunda-feira foi de 33,6 km, contra 31,3 km das outras segundas-feiras do mês. Ou seja, na primeiro dia de restrição dos fretados os congestionamentos subiram 7,3% pela manhã. Na versão oficial houve melhora de 11,5%.No horário de pico da noite os dados do balanço da prefeitura não apresentam grandes divergências em relação aos índices oficiais.No entanto, os índices de lentidão da noite da última segunda-feira podem ter sido reduzidos artificialmente. Isso porque a CET não registrou a lentidão na av. Ricardo Jafet onde, durante uma hora, usuários de fretados fecharam a via para protestar contra as medidas.
A CET não explicou o porquê disso não ter ocorrido.

CMN dá mais liberdade para BNDES comprar ações de empresas

CMN dá mais liberdade para BNDES comprar ações de empresas.
BRASÍLIA - O Conselho Monetário Nacional (CMN) deu mais liberdade para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) gerenciar as operações de "socorro" de liquidez das empresas, nesses tempos de crise. Qualquer participação acionária adicional que fizer, daqui para frente, ficará de fora do ajuste que o banco terá que fazer até junho de 2012.Por exigência do Banco Central (BC), em atendimento às regras preventivas do acordo de Basiléia, as instituições financeiras devem limitar seus ativos imobilizados (bens móveis e imóveis, ações) a 50% do patrimônio de referência.O BNDES consolidado, incluindo o BNDESPar, tem uma carteira imensa de participações acionárias, de empresas financeiras e não financeiras. E, por isso, está bem acima do limite.O CMN deu prazo até junho de 2012 para o BNDES enquadrar as aplicações de recursos no ativo permanente. Do ano passado para cá, a instituição pública de fomento ganhou duas exceções para deduzir do limite.A regra de hoje diz que "não serão computadas as ações adquiridas, de forma direta ou indireta, pelo banco em decorrência da execução de investimentos compatíveis com seu objeto social".

(Azelma Rodrigues Valor Online)

Petrobras e BNDES assinam contrato de R$ 25 bilhões com presença de Lula



Petrobras e BNDES assinam contrato de R$ 25 bilhões com presença de Lula.
Evento de formalização do empréstimo será nesta quinta-feira (30).Crédito ajudará a financiar plano de investimentos da petrolífera.
da Reuters
A Petrobras e o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinam nesta quinta-feira (30), às 17h , com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um contrato de financiamento no valor de aproximadamente R$ 25 bilhões.
O objetivo do acordo é ajudar o plano de investimentos da petrolífera até 2013, estimado em US$ 174,4 bilhões (cerca de R$ 330 bilhões).
'Bancar' a Petrobras
O valor de R$ 25 bilhões a ser liberado para ajudar no plano de financiamento da maior empresa do país será o maior financiamento já liberado pelo banco de formento em sua história. Em entrevistas, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, havia dito que a instituição poderia "bancar" a Petrobras, caso a companhia precisasse de recursos extras para o seu plano de investimento.
Além dos cerca de R$ 25 bilhões previstos para este ano, o BNDES afirmou que a Petrobras teria outros US$ 10 bilhões, ou cerca de R$ 19 bilhões, separados para a estatal para o ano que vem. Os empréstimos serão feitos não em dinheiro, mas em títulos do Tesouro Nacional, uma nova modalidade da instituição financeira.

Ex-funcionária de Tânia Bulhões revela à PF esquema de fraude em importações

Ex-funcionária de Tânia Bulhões revela à PF esquema de fraude em importações.
Grupo Tânia Bulhões é acusado de desviar R$ 150 milhões em impostos. Empresária afirma que, por enquanto, não quer se manifestar.
Do G1, com informações do Jornal Nacional
A ex-analista de importação do grupo Tânia Bulhões, Magali Bertuol, confirmou em depoimento à Polícia Federal as suspeitas de fraude e operações ilegais na importação de artigos de luxo. Investigações da Receita Federal e da Polícia Federal apontam que a empresa teria embolsado R$ 150 milhões com o esquema de fraudes.

Avanços na compreensão do mal de Alzheimer

Avanços na compreensão da demência.
Pesquisa de neurocientista chinesa dá mais um passo para decifrar estágio inicial do mal de Alzheimer.
Rodrigo Craveiro

A neurocientista Jie Shen, da Faculdade de Medicina de Harvard, aposta que conclusões ajudarão a desenvolver novos alvos para as terapias em desenvolvimento-->
Ainda que o cérebro continue um mistério, a medicina aos poucos tem decifrado os seus segredos. A mais recente pesquisa, coordenada pela prestigiosa Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard e publicada hoje na revista científica Nature, lança luz sobre os mecanismos que deflagram o mal de Alzheimer — uma doença progressiva que destrói os neurônios — e outras desordens neurodegenerativas. A geneticista molecular e neurocientista chinesa Jie Shen descobriu que, além de desempenhar papel importante no surgimento da demência (estágio precoce do Alzheimer), uma mutação no gene presenilina também altera a regulação da liberação de neurotransmissores (1)no cérebro.

Com as descobertas, acredita-se que a ciência se aproxima do deciframento das causas iniciais de uma doença que atinge entre 800 mil e 1,2 milhão de brasileiros.

Brasil quer reconciliar Colômbia e Venezuela, diz o ministro das Relações Exteriores do Brasil,Celso Amorim

Brasil quer reconciliar Colômbia e Venezuela, diz Amorim.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta quarta-feira que o Brasil país está disposto a trabalhar para "recompor" a confiança entre Venezuela e Colômbia, cujas relações voltaram a sofrer fortes tensões nos últimos dias.
"Acho que se há uma preocupação (na Venezuela) com relação ao novo acordo militar (entre Bogotá e Washington), será bom que a Colômbia diga transparentemente do que se trata", declarou Amorim em coletiva de imprensa.
O chanceler disse que "o Brasil sempre trabalhou e seguirá trabalhando pela amizade e a reconciliação entre esses dois países" e cogitou a possibilidade de os novos problemas serem discutidos no Conselho de Defesa da União Sul-Americana de Nações (Unasul).
Esta semana, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, anunciou que decidiu "congelar" as relações com a Colômbia e retirar diplomatas desse país, depois que Bogotá denunciou um suposto desvio de armas venezuelanas para as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
Amorim não precisou qual poderia ser o papel do Brasil nesta nova crise entre Venezuela e Colômbia, mas assegurou que se tentará "recompor" a confiança entre ambos os países.
Já o assessor especial para assuntos internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, que já tinha previsto viajar para Caracas na sexta-feira por outros assuntos, antecipou hoje que a crise com a Colômbia é um dos temas que discutirá com Chávez e outras autoridades do Governo venezuelano.
Agência EFE S/A.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

A DEMOCRACIA DEPENDE DA SITUAÇÃO,DA IMPRENSA E DA OPOSIÇÃO.O QUÊ QUEREM ESSES AGENTES NO BRASIL?

Tomar partido é próprio da democracia , não é um mal é uma benção. O embate entre os agentes democráticos traz a direção das políticas públicas de um país. Portanto , por favor , levem os seus papéis a sério e tenham em mente que o povo brasileiro merece um olhar reabilitador.
Não nos condenem a rejeitar a democracia e suas instituições. Não nos tirem esse bem maior , pelo qual tantos lutaram e deram suas próprias vidas.
Fiquem certos que os poderes da república brasileira necessitam de um grande aprimoramento e nós exigimos urgência na realização dessa tarefa , que já tarda.
E o que dizer da imprensa brasileira ? Nesse caso , ao tomar partido tem por obrigação abrir o voto. Não pode fingir que informa a população com isenção. Ao expor sua preferência ideológica e partidária age com honestidade e nos permite aceitar ou não.
O povo brasileiro necessita virar a página das velhas práticas da politicagem e entrar definitivamente na era da Política.
Assinado:Helio de Souza Borba

É PREOCUPANTE PARA A DEMOCRACIA QUANDO UM PRESIDENTE DE INSTITUTO DE PESQUISA DEMONSTRA ODIAR UM DOS LADOS PESQUISADOS


Marcos Coimbra
Sociólogo e Presidente do Instituto VoxPopuli
marcoscoimbra.df@diariosassociados.com.br
Lula e o PMDB

A convicção que Lula tem da importância estratégica do PMDB desafia quase tudo que se sabe sobre as eleições no Brasil. Sua opção tática de precipitar para agora a aliança PT/PMDB faz menos sentido ainda.
Às vezes, até o mais competente arquiteto pode inventar um projeto que simplesmente não dá certo. Na prancheta, parece que tudo vai funcionar sem problemas. Mas quando começa a obra, nada se encaixa. Em todas as profissões é igual e o mesmo acontece na política. Se fossemos contabilizar todas as construções políticas que pareciam brilhantes e se revelaram inviáveis, a lista iria longe. Está em pleno andamento uma das mais ousadas invenções políticas da história brasileira. Se não for a mais arriscada de todas. Quando Lula imaginou a candidatura Dilma, ele partiu da constatação de que qualquer outra, dentro do PT, seria igualmente complicada. Depois de tê-lo lançado cinco vezes, não havia nenhum outro nome de expressão nacional no partido que pudesse ser apresentado, naturalmente, como seu sucessor. Porque Dilma e não uma outra pessoa, é algo que só ele pode dizer. Feita a escolha, começou a montagem do projeto que a levaria à vitória. A base seria seu próprio prestígio e a disciplinada disposição do PT em cerrar fileira em torno dela. Como a primeira só dependia dele, ela foi logo posta em prática. A agenda presidencial teve que incorporar um roteiro de viagens com a ministra de fazer inveja a qualquer candidato no passado. E que ninguém pergunte se nossa legislação eleitoral aceita movimentações tão ostensivas em favor de uma candidatura que até as pedras da rua sabem que existe. A segunda correu sem problemas enquanto o que Lula cobrou do PT foi apenas a assimilação do nome que escolhera. Não que fosse pacífica, pois mesmo alguns de seus ministros andaram esboçando gestos de independência. Mas que não duraram muito. Logo a tropa estava enquadrada. Quando, porém, o presidente exigiu de todos os pré-candidatos petistas aos governos estaduais e ao Senado que colocassem seus projetos em segundo plano para privilegiar eventuais acordos que beneficiassem a candidatura da ministra, as coisas começaram a ficar mais complicadas. Hoje, parece claro que só nas exceções teremos tamanho altruísmo. Da valorização da tese do “palanque único” para Dilma, já se fala na conveniência de ela ter vários, como no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul. Ou seja, o que Lula disse que queria não está acontecendo. Mas é fora do PT que a concepção do presidente para o projeto Dilma se mostra mais incerta. Em primeiro lugar, no que se refere a seu parceiro dos sonhos, o PMDB. Em segundo, nos casos de exagero de criatividade, como no patrocínio da candidatura Ciro Gomes ao governo de São Paulo. A convicção que Lula tem da importância estratégica do PMDB desafia quase tudo que se sabe sobre as eleições no Brasil. Sua opção tática de precipitar para agora a aliança PT/PMDB faz menos sentido ainda. Talvez a única coisa valiosa que o PMDB tenha seja seu tempo de televisão. Na verdade, nos termos da legislação eleitoral, ele só é relevante se for para alguém, para um candidato próprio ou de outro partido. Se não, o tempo é redistribuído entre todos os candidatos. Como é óbvio que o PMDB não terá candidato próprio, só resta, para o projeto Dilma, o risco dele se aliar formalmente com a oposição. Isso, qualquer um sabe, não tem a menor chance de acontecer agora, pois implicaria o partido abandonar seus ricos cargos no governo federal. Se vai ocorrer no futuro, ninguém pode dizer, nem Lula. Não há nada que ele possa fazer hoje para impedir que venha a acontecer em junho de 2010. Por outro lado, o PMDB só marcharia inteiro para Dilma se sua ida fosse irrelevante. Explicando: seria algo que ocorreria apenas se ela estivesse em posição imbatível nas pesquisas, quando seu apoio não serviria de nada. Caso contrário, enquanto houvesse indefinição entre ela e o candidato tucano, o PMDB não iria para lugar algum, como fez em 2006. Lula paga hoje um preço alto por uma mercadoria que não vai receber. De quebra, ganha um desgaste e uma desmoralização que em nada contribuem para a imagem da candidatura da ministra Dilma. Restam os arroubos de imaginação. Impedir o PT de ter candidato em São Paulo e fazê-lo embarcar no projeto Ciro vai custar caro ao partido nos próximos anos.
E revela um nível de desconhecimento e de despreocupação com os sentimentos dos eleitores que chega a ser preocupante.

Ação contra Sarney faz PMDB declarar guerra aos tucanos.O PMDB não é partido de frouxo.E o PT apoiando o PSDB


Ação contra Sarney faz PMDB declarar guerra aos tucanos.
VALDO CRUZADRIANO CEOLINda Folha de S. Paulo
ELIANE CANTANHÊDEcolunista da da Folha
A decisão do PSDB de entrar com três representações no Conselho de Ética contra o presidente do Senado, José Sarney (AP), levou o PMDB a declarar guerra aos tucanos.
Líder peemedebista no Senado, Renan Calheiros (AL) informou ao presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), que o PMDB decidiu responder na "mesma moeda" e também irá entrar com representações contra senadores tucanos.
Renan e Guerra trocaram telefonemas nos últimos dias. O líder do PMDB considerou que a questão virou partidária e que o caminho é adotar a mesma estratégia.
Renan disse ao tucano que vai ao Conselho de Ética contra o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), considerado pelos peemedebistas como "réu confesso" por admitir ter recebido empréstimo do ex-diretor-geral da Casa Agaciel Maia e contratado um funcionário-fantasma.
"O PSDB acaba de arranjar um jeito de se livrar do Arthur porque ele vai ser processado no conselho. As acusações são mais graves do que as que existem contra Sarney. O PMDB não é partido de frouxo", disse Wellington Salgado (PMDB-MG), senador da tropa de choque de Renan Calheiros.
O comentário no PMDB era que estava "oficializada a guerra política com os tucanos". Segundo peemedebistas, a cúpula do PSDB foi avisada de que, numa guerra, não há "corpos apenas de um lado, mas dos dois", uma referência indireta de que, se Sarney perder o mandato, senadores tucanos também terão o mesmo destino.
Renan e Guerra concordaram que a situação é "muito grave". O tucano disse a Renan que não vê condições de Sarney continuar à frente da presidência, pois já não tem condições de controlar a crise e as acusações contra ele e a família.
Esse foi também o tom que senadores usaram em telefonemas para o próprio Sarney, que consideraram "muito cansado". Na cúpula do PMDB, contudo, a ordem é resistir. Sarney afirmou aos peemedebistas que não planeja renunciar.
O PMDB cogita entrar com representação contra outros tucanos, como Tasso Jereissati (CE), que usou verba de passagens aéreas para fazer manutenção de avião particular.
Apesar da ameaça peemedebista, o PSDB -sigla que foi fundada por dissidentes do PMDB nos anos 80- entrou ontem com três representações no Conselho de Ética contra Sarney por quebra de decoro que podem resultar na cassação do mandato dele.
A primeira trata do uso irregular de recursos da Petrobras na Fundação Sarney, e a segunda, dos atos secretos. A terceira é sobre o fato de um neto de Sarney ter atuado no mercado de crédito consignado da Casa.
As representações foram apresentadas quase um mês após denúncias feitas formalmente por Arthur Virgílio.
A diferença entre denúncia e representação é que a segunda, se aceita pelo relator, já dá abertura imediata a um processo por quebra de decoro parlamentar contra o congressista.
Apesar das críticas feitas por Virgílio, o PSDB hesitou em processar Sarney porque não havia consenso na bancada. Além disso, temia-se contra-ataque contra o líder tucano.
Virgílio disse ontem que começou a devolver o dinheiro que um funcionário seu recebeu do Senado enquanto estudava no exterior, um total de R$ 210 mil que serão pagos em quatro prestações.
No Conselho de Ética, o PMDB é o partido com mais integrantes: quatro. Para fazer maioria, depende de integrantes da base aliada, que têm seis membros. Juntos, os governistas detêm dez cadeiras. O conselho tem 15 integrantes. Para aprovar um relatório recomendando a perda do mandato, é preciso metade dos votos mais um. O pedido de cassação segue para ser votado em plenário.

A INIMIGA,ELIANE CANTANHÊDE,ANALISA A CRISE NO SENADO

Guerra de pizza
Um dos grandes problemas na crise política do Senado é a falta de um substituto para José Sarney na presidência da Casa. Procura-se daqui, procura-se dali e não se acha um senador que tenha estatura política, apoio do governo e aval da oposição e que, simultaneamente, passe pelo crivo ético. Leia-se: pelas reportagens investigativas.
Pois começa a ser trabalhado um nome para a presidência: o do senador Francisco Dornelles, do PP do Rio. Sobrinho e braço-direito de Tancredo Neves, ex-ministro do Trabalho de FHC, ex-ministro da Fazenda do governo Sarney, ex-secretário da Receita Federal ainda nos governos militares e cheio de títulos universitários no currículo.
Técnico, Dornelles seria o homem certo, na hora certa, para dar um choque administrativo no Senado, botando a Casa para funcionar com menos apadrinhados e menos diretores do nada para o nada. Político, ele tem bom trânsito no governo, conversa bem com PSDB, DEM, PT e PMDB. Principalmente, não incomoda ninguém. E, até onde se saiba, ele nunca se envolveu com denúncia cabeluda.
Sarney, hoje, só precisa dizer uma palavra para sair do cargo. Aliás, para bom entendedor, qualquer meia palavra já basta. Até porque o velho senador, ex-presidente da República, três vezes presidente do Senado, ex-governador do Maranhão e membro da Academia Brasileira de Letras, já não é mais, na prática, presidente de coisa nenhuma. Suas passagens pelo Senado estão solitárias, constrangedoras.
Aos 79 anos, ele se diz cansado, alquebrado pelas notícias, todo santo dia, envolvendo filhos, noras, netos, namorados de netas, assessores e amigos. Onde a Polícia Federal e a Receita põem o dedo, lá está uma manchete para os jornais. Enquanto Sarney estiver no cargo, a onda não vai parar. E ele sabe disso.
Até o pretexto para se licenciar ele já tem: com Dona Marly internada em São Paulo, depois da cirurgia para corrigir várias fraturas no ombro produzidas por uma queda em São Luiz, ele bem pode dizer que sua prioridade é cuidar da companheira de meio século de vida. Só assim ele terá sossego.
Inacreditavelmente mais realista do que o próprio rei, Renan Calheiros falou duas vezes ao telefone com o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, deixando no ar uma ameaça, ou aviso: se os tucanos forem para cima de Sarney no Conselho de Ética, o PMDB vai reagir contra Arthur Virgílio. Com o telefone desligado, incluiu mais na ameaça: Tasso Jereissatti.
Aí, não é mais pizza. É guerra de pizza na cara. Sarney tem duas opções: ou vai assistir de camarote em casa, ao lado de Dona Marly, ou vai presidir o espetáculo. E a guerra.
Eliane Cantanhêde é colunista da Folha, desde 1997, e comenta governos, política interna e externa, defesa, área social e comportamento. Foi colunista do Jornal do Brasil e do Estado de S. Paulo, além de diretora de redação das sucursais de O Globo, Gazeta Mercantil e da própria Folha em Brasília.E-mail:
elianec@uol.com.br

LULA PROMETE,LULA FAZ,LULA TEM CRIATIVIDADE E ENQUANTO ISSO,OS ANALISTAS FICAM ANALISANDO O QUÊ ELES NÃO TÊM COMPETÊNCIA PARA REALIZAR




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A estrela do crédito.
Volume de financiamentos para a compra da casa própria cresce 40,9% em 12 meses, fecha junho em R$ 74,1 bi e supera em duas vezes as outras operações.
Vicente Nunes
Os financiamentos da casa própria estão crescendo a um velocidade duas vezes maior do que a média das demais operações de crédito. “Nunca o momento foi tão favorável para a compra de imóveis”, disse o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes. “Com a estabilidade da economia, é possível planejar financiamentos a prazos mais longos e a juros mais baixos”, acrescentou. Foi essa equação, segundo ele, que levou o saldo dos empréstimos para a casa própria a fechar junho em R$ 74,1 bilhões, com aumento de 40,9% em 12 meses. No mesmo período, o crédito total avançou 19,7%. “Em junho, especificamente, o financiamento habitacional cresceu 3,5% e o crédito como um todo, 1,3%”, afirmou. Na avaliação de Altamir, a tendência é de que o financiamento imobiliário passe a comandar a retomada do crédito à pessoa física. “O prazo médio de pagamento dos contratos está cada vez maior. No mês passado, atingiu 2.959 dias, o mais extenso da série iniciada em junho de 2000” ressaltou. Quanto maior o prazo, menor é a prestação, permitindo que as famílias possam encaixar as dívidas em seus orçamentos. “Até recentemente, não havia muito como planejar a compra de imóveis, pois a instabilidade era grande”, disse o economista do BC. Para ele, nem mesmo a crise mundial mudou os bons ventos que estão soprando no mercado, já que o nível de emprego se manteve quase intacto e a renda dos trabalhadores continuou crescendo. Apesar da maior presença dos bancos privados no mercado imobiliário, são os bancos públicos os principais responsáveis pelo aumento na oferta de crédito. “Do saldo de R$ 74,1 bilhões, R$ 70,2 bilhões foram bancados com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e da caderneta de poupança”, destacou. A Caixa Econômica Federal, especificamente, destinou R$ 17,4 bilhões para a casa própria nos primeiros seis meses deste ano, quantia 98% maior do que o total liberado no mesmo período de 2008 (R$ 8,8 bilhões). “Mesmo com todo o crescimento, o financiamento imobiliário ainda representa pouco do crédito total (apenas 5,79%)”, destacou Altamir. Estoque em baixa Com o crédito jorrando, as empresas estão retomando os lançamentos de empreendimentos imobiliários. “Nós, como todo o mercado, suspendemos nossos projetos no fim do ano passado, auge da crise. Pouco tempo depois, no entanto, percebemos que o impacto da crise seria menor do que o imaginado e retomamos rapidamente os negócios”, contou o diretor nacional de negócios da João Fortes Engenharia, Luiz Henrique Rimes. Segundo ele, a retomada da venda de imóveis foi tão forte que os três lançamentos feitos nos primeiros meses deste ano estão praticamente vendidos e outros quatros empreendimentos, avaliados em R$ 450 milhões, estão prontos para ser ofertados. “Vimos que a retração das empresas foi mais drástica do que o recuo dos consumidores. Isso fez com que o estoque de imóveis que havia antes da crise diminuísse bastante”, acrescentou. Para Júlio Pina, vice-presidente da Brasil Brokers, maior intermediadora de imóveis do país, se houve crise no mercado de imóveis, ela foi rápida e pouco profunda. “Existe uma confluência muito positiva para o mercado, que combina queda dos juros, abundância de crédito e confiança dos consumidores”, assinalou. “Fizemos, recentemente, dois lançamentos em São Paulo com imóveis avaliados em R$ 1,5 milhão cada. Em um fim de semana, vendemos mais de 70% dos empreendimentos”, afirmou. “Em Goiânia, vendemos, em questão de horas, mais de 400 lotes de padrão econômico. Em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, um prédio foi arrematado em dois dias”, emendou. Essas vendas, ressaltou Pina, fizeram com que a Brasil Brokers registrasse, em maio, o melhor mês de sua história. “A demanda está tão forte, que estamos recontratando quase todos os corretores demitidos no fim do ano passado. Antes do estouro da crise, tínhamos 9 mil corretores. Ficamos com 7,5 mil e, agora, nosso quadro voltou para 8,5 mil profissionais”, destacou.
O número
R$ 70,2 bilhões
Saldo de financiamentos habitacionais bancados com dinheiro do FGTS.
Âncora dos empréstimos.
Os bancos públicos responderam por 93% do aumento de R$ 16,9 bilhões no estoque de crédito em junho, respondendo, com eficiência, à determinação do governo de não deixar faltar recursos para as empresas e os consumidores. Tamanha disposição, segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, fez com que essas instituições ampliassem para 38,6% a participação no mercado ante junho de 2008, quando estava 34,5%. No mesmo período, os bancos privados nacionais encolheram de 44,1% para 41,6% a presença no crédito total e os estrangeiros, de 21,4% para 19,8%. Altamir acredita, porém, que, com a economia retomando o crescimento, a expansão do crédito será mais disseminada. E melhor, com queda das taxas de juros. “Há um bom espaço para que o custo dos empréstimos diminua”, afirmou. No mês passado, com exceção dos cartões de crédito, que aumentaram os encargos para até 600% ao ano, todas as operações voltadas às pessoas físicas ficaram um pouco mais baratas. A taxa média recuou para 45,6% ao ano, o menor patamar desde dezembro de 2007. No cheque especial, a taxa baixou para 167% ao ano. E, nos financiamentos de veículos, para 26,9% ao ano. Esse movimento de queda foi possível, principalmente, por causa da diminuição do spread, diferença entre o que os bancos pagam aos investidores e o quanto cobram dos devedores. “Para as pessoas físicas, o spread caiu 1,7 ponto percentual em junho”, disse Altamir. “Foi um reflexo da estabilidade da inadimplência, que se manteve em 8,6%”, acrescentou. No caso das empresas, o spread retroagiu 0,4 ponto, a despeito de o calote ter aumentado de 3,2% para 3,4% de maio para junho. (VN)

DEM(O PARTIDO QUE NÃO GOSTA DE NINGUÉM)DÁ CHOQUE DE INDIGESTÃO:"Prefeitura de São Paulo não mapeou rota de fretados"


Prefeitura não mapeou rota de fretados.
Técnicos admitem que faltou planejamento para identificar para onde iriam os ônibus vetados; gestão Kassab negaPrecariedade dos espaços de embarque e de desembarque criados para os fretados, atingindo ruas residenciais, também foi criticada.
Caio Guatelli/Folha Imagem
Manifestantes discutem com motoristas durante protesto, que fechou pistas da av. Dr. Arnaldo, contra a restrição aos fretados.
DA REPORTAGEM LOCAL
Apesar dos transtornos nos primeiros dias de restrição aos ônibus fretados, a Prefeitura de São Paulo voltou a negar que a medida não tenha tido um planejamento adequado.Mas técnicos da CET, da SPTrans (empresa municipal que cuida do transporte coletivo) e da própria Secretaria de Transportes admitiam, em conversas reservadas, que uma das principais falhas foi a falta de um mapeamento para identificar para onde iriam os fretados que foram vetados na região central e seus horários de concentração.Como cada fretado podia escolher entre os 14 pontos definidos pela prefeitura, a gestão Kassab imaginava que os ônibus vetados se dividiriam entre diversos bolsões -mas houve acúmulo grande em estações como Sumaré e Imigrantes do metrô, provocando superlotação e trânsito no entorno.A prefeitura previa, por exemplo, que os ônibus que vinham da zona leste iriam desembarcar na estação Brás do metrô (linha vermelha), mas muito motoristas optaram pelas estações da linha verde, para evitar a baldeação, já que a maioria dos passageiros costuma desembarcar na Paulista.A prefeitura também acreditava que os veículos chegariam no metrô entre as 5h e as 9h -a concentração foi das 7h às 8h.A Folha apurou que a falta de planejamento foi até motivo de discussão entre integrantes da cúpula do transporte de Kassab e os tradicionais aliados do governo José Serra (PSDB).Dirigentes ligados ao Estado reclamaram nas últimas semanas que a decisão da prefeitura sobre os fretados foi tomada sem consultá-los ou avisá-los com antecedência -embora fossem diretamente atingidos pela migração de passageiros.Ontem, a situação foi mais tranquila nas estações de metrô. Para a prefeitura, eventuais falhas no início da vigência do sistema são pontuais e serão corrigidas.Ruas sem estruturaOutra falha apontada foi a precariedade dos espaços de embarque e de desembarque criados para os fretados -atingindo ruas residenciais e estreitas, sem estrutura para receber veículos desse porte.Entre as áreas escolhidas pela prefeitura para embarque e desembarque dos fretados havia ruas estreitas como a Guilherme Barbosa de Mello -travessa da Berrini com só 200 metros de extensão e onde um grupo de cerca de 50 moradores protestou ontem."Aqui é o penico do mundo", reclamava a aposentada Inês Rodrigues, 52, ao contestar a escolha da via para receber os fretados. O ponto em vigor desde anteontem fica em frente à garagem de um condomínio e na mesma calçada em que funcionam um ponto de táxi, uma parada de ônibus convencionais e vagas de Zona Azul.Irritados com a dificuldade para entrar e sair da garagem, os moradores se reuniram para obstruir a entrada de fretados.Devido à rua estreita e de mão dupla, os fretados que passavam por ela anteontem não conseguiam ângulo para fazer a curva e seguir pela marginal. O jeito encontrado por agentes da CET foi parar a circulação de parte da pista local para que os ônibus concluíssem a manobra.A Folha apurou que técnicos defendiam adiar a restrição. A ideia foi descartada devido à avaliação de que era melhor adotá-la nas férias, quando há menos trânsito.
(ALENCAR IZIDORO, MARIANA BARROS E EVANDRO SPINELLI)

NOTÍCIA ESCONDIDA PELA MAIORIA DOS MEMBROS DA IMPRENSA CORRUPTA:"Confiança da indústria sobe pelo 7º mês seguido em julho"

Confiança da indústria sobe pelo 7º mês seguido em julho.
A confiança da indústria brasileiro subiu 6,2% em julho, na comparação com junho, passando de 93,6 para 99,4 pontos, afirmou nesta quarta-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com o resultado, o indicador teve a sétima alta consecutiva na comparação mensal e atingiu o maior patamar desde outubro de 2008 (104,4 pontos), na série com ajuste sazonal.
"Nos primeiros três meses do ano, a evolução foi motivada pela retomada da confiança no segmento automobilístico, associada à estabilidade, em níveis muito baixos, dos indicadores de confiança dos outros segmentos industriais. A partir de abril, o índice avançou de forma mais rápida e consistente, espalhando‐se entre os setores", informou a FGV.
Em julho, a confiança da indústria ficou abaixo do nível pré-crise (119,2 pontos em agosto de 2008) mas ultrapassou a média histórica do indicador, que é de 99,1 pontos, na série desde 1995. Mesmo assim, o índice ainda está 15,6% abaixo do patamar do mesmo mês de 2008.
"Em julho, melhoraram tanto as avaliações feitas sobre o momento atual quanto as expectativas em relação aos próximos meses", apontou a FGV. O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 4,2% e passou de 97,3 para 101,4 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) avançou 8,2%, ao passar de 90,0 para 97,4 pontos.

Codefat aprova linha de R$ 200 milhões para taxistas renovarem frota

Codefat aprova linha de R$ 200 milhões para taxistas renovarem frota.
O Codefat (Conselho Deliberativo do FAT) aprovou na reunião desta terça-feira a criação de uma linha de crédito para taxistas comprarem carros novos. Ao todo, serão liberados R$ 200 milhões, e as condições incluem prazo de cinco anos para o pagamento. O teto de cada financiamento será de R$ 60 mil, com até 90% do valor do carro podendo ser concedido.
Os juros anuais serão compostos pela TJLP (hoje em 6% ao ano) mais 4%. A linha será operada pelo Banco do Brasil e, possivelmente, também pela Caixa Econômica Federal.
Os recursos para a linha de crédito virão do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).

CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DO PT FICOU DOIDÃO


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Candidato pela tendência Esquerda Marxista, criada em abril de 2007, Serge Goulart critica o esforço de Lula para costurar e manter alianças com o que chama de "partidos burgueses". "O PT precisa romper imediatamente com o PMDB e qualquer outra legenda que não tem um compromisso histórico com o socialismo", avalia."Lula dá sustentação ao Sarney porque o governo depende do PMDB para governar. Mas, ao fazer isso, se afasta do povo. Hugo Chávez [presidente da Venezuela], ao eleger-se pela primeira vez, não tinha mais de 37% dos votos e meia dúzia de parlamentares. Sem ceder aos partidos de direita, hoje tem a maioria dos votos e domina o Parlamento."

As eleições internas do PT serão realizadas dia 22 de novembro.

terça-feira, 28 de julho de 2009

O 'JN' DE HOJE FEZ UM ESFORÇO DESCOMUNAL PARA DESACREDITAR QUE O PAÍS JÁ SAIU DA MAROLINHA.FOI PATÉTICO.TANTOS GRÁFICOS,TANTAS EXPLICAÇÕES.COITADOS!

O SORRISO DE UM PRESIDENTE INTELIGENTE E FELIZ


MANCHETES DO PIG:TEMPOS DE FHC(PSDB/DEM):'FISCAL DO FMI CHEGA HOJE AO BRASIL'.TEMPOS DE LULA:"BRASIL TERÁ CRESCIMENTO SURPREENDENTE EM 2010"


ESSA "OPOSIÇÃO SEM RUMO" VAI ACABAR ME MATANDO DE TANTO RIR.

Brasil terá crescimento 'surpreendente' no próximo ano, diz Lula.
Em Campina Grande, presidente disse que país está saindo da crise.Oposição torce para Brasil não 'dar certo' para ter chance eleitoral, disse.
Do G1, em São Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em discurso em Campina Grande nesta terça-feira (28) que o país está saindo da crise e terá um crescimento "surpreendente" no ano que vem. Ele voltou a afirmar que parte da crise foi de pânico e disse que a oposição torce para o Brasil "não dar certo" para ter "chance eleitoral".
"Passamos por uma crise e uma parte dela foi de pânico porque a indústria automobilística não poderia ter desativado a produção como desativou em janeiro e dezembro. Não precisaria ter desativado. E nesse semestre está batendo todos os recordes de produção e venda de carros. Máquinas de lavar roupa estão vendendo 30% a mais por mês. Geladeira, televisão, material de construção civil e tem mais coisa por aí. Anotem: o Brasil está saindo da crise e no ano que vem vamos ter um crescimento surpreendente", afirmou.
Ele afirmou que a oposição torce para que o país não "dê certo".
"A minha oposição, coitada, ficava pedindo a Deus que a crise acabasse com o Brasil. E eu dizia: o Brasil entrou por último e vai sair primeiro da crise." As declarações foram dadas durante discurso na cerimônia de inauguração do campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifet) da Paraíba.

CARO PARTIDO DOS TRABALHADORES,SIGAM O PRESIDENTE LULA PORQUE ELE É MAIS INTELIGENTE QUE TODOS OS SEUS REPRESENTANTES NO CONGRESSO JUNTOS


Comando do PT negocia trégua da bancada no Senado sobre situação de Sarney.
MÁRCIO FALCÃOda Folha Online, em Brasília
A direção do PT vai tentar negociar uma trégua com a bancada do partido no Senado em torno da permanência do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), no cargo. O presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), deve convocar uma reunião com os senadores petistas na semana que vem e defender que não é papel da bancada discutir a saída ou afastamento de Sarney.
Segundo interlocutores, a avaliação de Berzoini é que, como o PT não apoiou a candidatura do peemedebista ao comando do Senado, não tem responsabilidade pelas ações dele no cargo.
O presidente do PT teria dito que foi surpreendido com a nota divulgada pelo líder do PT, Aloizio Mercadante (SP), por acreditar que não existem novos motivos para pressionar o peemedebista. No documento, Mercadante afirmou que a divulgação das gravações da Polícia Federal que indicariam envolvimento de Sarney na negociação da contratação do namorado da neta era "grave, porque há indícios concretos da associação do peemedebista com atos secretos".
Para a direção do PT, a nota foi precipitada.
Alguns senadores petistas disseram à Folha Online que a iniciativa de Mercadante foi isolada, apesar de representar o posicionamento defendido pela bancada no início do mês. O líder do PT não foi localizado pela reportagem.
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) afirmou, no entanto, que se houvesse a consulta, pelo menos seis ou sete senadores apoiariam o texto. "Temos defendido essa questão publicamente. Não podemos negar que é preciso que o presidente do Senado se afaste para dar credibilidade às investigações e até para oxigenar os trabalhos da Casa", disse.
Suplicy conversou na sexta-feira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o afastamento de Sarney, mas não conseguiu reverter o apoio do governo a manutenção de Sarney na presidência do Senado. O governo está preocupado com a governabilidade, com a CPI da Petrobras e com o apoio do PMDB nas eleições de 2010.
O senador petista chegou a comentar com o presidente Lula que uma conversa que teve semanas atrás com o vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO), na qual o tucano se comprometeu, no caso de um afastamento de Sarney, comandar o Senado sem prejuízos para o governo. "O presidente ficou de refletir sobre o assunto", disse.
A nota de Mercadante gerou mal-estar no governo. O ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais) disse hoje que o governo manteria o apoio a Sarney e afirmou que o governo avaliaria a nota de Mercadante para saber se tinha o aval da bancada. "O que nós avaliamos é que isso não é um movimento do PT. Nós imaginamos que seja o posicionamento de um ou dois senadores", afirmou.
Personagem da notícia
Contra a maré
O senador Aloizio Mercadante (SP) é tido hoje na cúpula petista como alguém que não deu sorte. Ele assumiu o cargo de líder da bancada em fevereiro, num clima perfeito para projetar a sua campanha pela reeleição em São Paulo. Prometeu fortalecer o PT e concentrar esforços na redução dos efeitos sociais da crise econômica internacional, como a criação de empregos, tema que defende com paixão e desenvoltura. De crise, esperava, no máximo, ter de enfrentar CPIs, como a da Petrobras, onde o governo tem um discurso da valorização do estado na ponta da língua. Seus planos ruíram com a crise do Senado e, antes mesmo que Sarney pensasse em deixar a Presidência da Casa, circulou a informação de que Mercadante cogitou deixar o cargo de líder. A notícia circulou dias depois da reunião de Lula com os senadores do PT, no final de junho. Ali, o senador paulista insistiu na posição da bancada de afastamento temporário de Sarney, enfrentando Lula, que pregou o apoio e tentou enquadrar a bancada. O clima ficou tenso, mas a situação foi contornada. No dia seguinte, com uma fisionomia que não escondia o seu descontentamento, Mercadante relatou aos jornalistas o que Lula havia dito e fechou o pronunciamento com a posição da bancada, pelo afastamento de Sarney. Lula não gostou. E, ontem, reclamou da nota editada sexta-feira por Mercadante que, mais uma vez, afasta o líder petista do governo. “Pra quê essa nota?”, reagiu Lula. Muitos petistas reclamam que Mercadante pensa mais em si e na sua eleição em São Paulo do que na felicidade geral do governo Lula. Na oposição, os senadores brincam com o jeitão do petista em plenário. Basta algum senador passar por Heráclito Fortes (DEM-PI) e não cumprimentá-lo, para ouvir logo um “bom dia, Mercadante!” É que, às vezes, o petista está tão entretido em seus pensamentos e problemas que passa reto pelos colegas. E ali, na confraria do Senado, só escaparam aos olhos os atos secretos. (DR)

KASSAB DÁ CHOQUE DE INDIGESTÃO:"RESTRIÇÃO AOS FRETADOS É RUIM EM SÃO PAULO"






METRÔ DE SÃO PAULO FICA LOTADO COM RESTRIÇÃO AOS ÔNIBUS FRETADOS.
TEMPO FECHOU EM SÃO PAULO NESTA TERÇA-FEIRA.
Medida não é boa a longo prazo, diz professor.
Para engenheiro e docente da Escola Politécnica, restrição aos ônibus fretados vai resultar em aumento da lentidão na cidade"Se você imaginar que quem usa fretados vai usar automóveis, essas medidas tendem a piorar o trânsito", diz Cláudio Barbieri da Cunha.
A restrição aos fretados deve melhorar o trânsito a curto prazo e piorá-lo a longo prazo, já que a fluidez incentivará mais pessoas a usarem o carro. Na opinião do professor de engenharia de transportes da Escola Politécnica da USP, Cláudio Barbieri da Cunha, essa é uma das consequências da medida, que também terá reflexos na atual relação da capital com outros municípios.
FOLHA - Como avaliar a restrição?

CLÁUDIO BARBIERI DA CUNHA - É nítido para quem trafega nos principais corredores -Faria Lima, Berrini e Paulista- que os fretados atrapalham o fluxo de carros e os ônibus municipais. É um sistema que tem virtudes, porque é coletivo. Mas, se você imaginar que quem usa fretados vai usar automóveis, essas medidas tendem a piorar o trânsito [a longo prazo].
FOLHA - Impedir os fretados é a melhor forma de melhorar o trânsito na capital?

CUNHA - Toda a infraestrutura de transporte corre atrás do prejuízo. Tentar alagar avenidas onde o trânsito já está crítico, por exemplo. Mas aí criam-se condições para aquela região se desenvolver. Tenho certeza de que a pista nova da Imigrantes fez com que mais gente fosse morar em Santos. As obras da marginal Tietê vão melhorar o trânsito e fazer com que as pessoas pensem que compensa morar no interior, por exemplo. E com isso você cria mais transporte. Impedir fretados, nesse sentido, é uma quebra de paradigma.
FOLHA - Com medidas como a restrição, é possível que as pessoas que moram nas cidades vizinhas se sintam menos dispostas a trabalhar na capital?

CUNHA - São Paulo continua sendo um grande atrativo de mão de obra, o que do ponto de vista de transporte é difícil. Com o tempo [e a dificuldade de se chegar à capital], as pessoas de outros municípios vão querer trabalhar perto de onde moram. Mas não estou entrando no mérito social, se existe emprego nas outras cidades.
FOLHA - Isso não pode trazer prejuízos econômicos para São Paulo?

CUNHA - Empresas, podem preferir outros locais para se instalarem. Mas será que São Paulo ainda precisa atrair empresas a qualquer preço, lidar com problemas de transporte cada vez mais complexos?
Atrair menos é gastar menos com infraestrutrura. É preciso ver se o adicional de arrecadação compensa o de custo que essas pessoas vão trazer.
Por Mônica Aquino
Dos 136.114 leitores que participaram da enquete do estadao.com.br sobre a restrição aos fretados em São Paulo, 97% (132.670) disseram discordar das medidas anunciadas pela Prefeitura de São Paulo. Para a maioria, as novas regras vão piorar o trânsito na cidade, já que os usuários de fretados vão passar a usar o carro para circular pela região central da cidade. As restrições, que começaram a valer na segunda-feira, 27 de julho, causaram protestos em São Paulo.Apenas 1% (1.478 votos) dos participantes acredita que as restrições aos fretados vão melhorar o trânsito, ao tirar os ônibus de vias congestionadas. Outro 1% (1.966 votos) afirmou que a medida é insignificante: não vai melhorar nem piorar o trânsito.

IMAGINEM SE UM POLÍTICO DO DEM,O PARTIDO QUE NÃO GOSTA DE NINGUÉM,FOSSE PRESIDENTE DO BRASIL.SERÍAMOS O PAÍS MAIS ODIADO DAS AMÉRICAS


POLÍTICA DO DEM:
NÃO DEVEMOS FAZER CONCESSÕES AOS PAÍSES DA AMÉRICA DO SUL. DEVEMOS MANTER UMA POLÍTICA DE DOMÍNIO , MESMO QUE ISSO NOS LEVE A UM PERMANENTE ESTADO DE APREENSÃO E BELIGERÂNCIA.TRAZENDO PARA BEM PERTO DO BRASIL AS TENSÕES ENTRE VIZINHOS , QUE VEMOS EM TODO O MUNDO.
OPINIÃO DO BLOG:
O PARAGUAI E O BRASIL TÊM UMA FRONTEIRA PROBLEMÁTICA , COM OS "BRASIGUAIOS" E COM O CONTRABANDO. O ACERTO DA NEGOCIAÇÃO É EVIDENTE.
O DEM , O PARTIDO QUE NÃO GOSTA DE NINGUÉM , NÃO TEVE TEMPO ÚTIL PARA ANALISAR O ACORDO , MAS NÃO GOSTOU.
DEM entra com representação no TCU contra acordo sobre Itaipu.
Do UOL NotíciasEm São Paulo
O Democratas decidiu entrar com uma representação no TCU (Tribunal de Contas da União) contra o acordo entre Brasil e Paraguai sobre a venda da energia da hidrelétrica binacional de Itaipu, firmado entre os dois países no sábado (25), em Assunção. O partido diz que "há evidências de favorecimento do Estado paraguaio às custas do patrimônio público brasileiro".
Amorim vê acordo justo e equilibrado; imprensa paraguaia ataca proposta.
O acordo ainda precisa da aprovação dos Congressos dos dois países para entrar em vigor
Para o partido, o acordo "garante benefícios econômicos para o Paraguai, já que, sem qualquer explicação plausível, o Brasil praticamente triplicou o montante que paga ao vizinho pela energia elétrica por ele não consumida". "De mais além, o acordo ainda permite ao Paraguai vender gradualmente o produto ao mercado brasileiro sem a intermediação da estatal Eletrobrás", diz no pedido.O DEM alega que o objetivo da representação é evitar prejuízos ao erário. Por isso, pede que analise os termos do pacto, por meio de auditorias e inspeções, "sobretudo, sob os aspectos da economicidade, legalidade e eficiência administrativa".NegociaçõesO ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, afirmou nesta segunda-feira (27) que considera o acordo
justo e equilibrado.Depois de negociações na capital paraguaia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concordou em triplicar a taxa anual de US$ 120 milhões, que paga pela cessão da energia não utilizada pelo Paraguai, ou seja, passará a pagar US$ 360 milhões. O aumento ainda precisa da aprovação dos Congressos dos dois países para entrar em vigor.

Recessão no Brasil acabou em maio, avaliam bancos.Era apenas uma 'marolinha',mas até essa já acabou.Eu compreendo,ser contra Lula traz sofrimento


Recessão no Brasil acabou em maio, avaliam bancos.
GUILHERME BARROSTONI SCIARRETTA

da Folha de S. Paulo
A recessão brasileira terminou em maio. Após dois trimestres seguidos de retração, que caracterizaram recessão técnica no país, a economia brasileira voltou a se expandir exatamente no centro do segundo trimestre, de acordo com diferentes estudos dos bancos Bradesco e Itaú Unibanco.
Segundo o Bradesco, com os dados até maio, o PIB do segundo trimestre já apontava um crescimento de 1,7% em relação aos primeiros três meses deste ano. Até abril, os resultados eram negativos.
Já os economistas do Itaú Unibanco detectaram em maio uma alta de 2,3% do PIB em relação a abril, o que também sugere a primeira expansão trimestral da economia após a crise. Os dados fazem parte de uma nova pesquisa, que segue a metodologia do IBGE, para estimar o PIB mensal, já livre de efeitos sazonais. Em abril, a pesquisa apurara retração de 0,7% em relação a março.
Para Octavio de Barros, diretor de pesquisas do Bradesco, os números mostram que o Brasil foi um dos primeiros países do mundo a sair da crise. A recessão é caracterizada tecnicamente por economistas com dois trimestres seguidos de retração. De acordo com o IBGE, a economia encolheu 0,8% no primeiro trimestre e 3,6% no último trimestre de 2008.
Segundo Barros, a saída do Brasil da recessão é algo para ser comemorado, mas que era previsível dados os sinais de que o país e alguns emergentes sairiam antes da crise por conta de seus grandes mercados domésticos.
"A ação do governo foi importante para a recuperação, principalmente a atuação dos bancos públicos", disse ele.
Desde janeiro, o levantamento do PIB mensal do Itaú Unibanco mostra uma recuperação lenta da economia. A novidade em maio foi que o indicador do Itaú se expandiu de forma mais vigorosa. "Do jeito que as coisas estão caminhando, não só teremos crescimento, como um crescimento bem positivo [no segundo trimestre]. A gente captou uma coisa que não se via antes. Tínhamos vários indicadores mensais, como produção industrial e dados do varejo, mas que não davam o quadro completo", afirmou Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.
Na previsão do Itaú, o PIB deve ter crescido entre 1,5% e 2% no segundo trimestre de 2009 em relação ao período anterior. Para o Bradesco, a alta pode ser de até 2,2%.
Apesar da recuperação a partir de maio, o PIB deste ano ainda deve registrar queda de pelo menos 0,5%, em razão da forte desaceleração do início do ano. Para 2010, as previsões são bastante otimistas, de crescimento superior a 4%, de acordo com o Bradesco.
Os dados desagregados do indicador calculado pelo Bradesco mostram que a demanda doméstica foi a responsável pelo desempenho favorável, enquanto o setor externo ajudou a jogar a atividade para baixo.
Para Aurélio Bicalho, economista do Itaú, a redução das alíquotas de IPI para o setor automobilístico foi um dos propulsores do crescimento entre abril e junho. Ele afirma que o incentivo levou a indústria a uma expansão mensal média de 1,5% de janeiro a maio --excluindo o setor, a variação recua para 0,6% ao mês.
O segundo fator da recuperação foi o ajuste nos estoques da indústria. Isso porque, no início da crise, a produção caiu mais rapidamente do que a demanda, como uma reação para impedir uma formação indesejada de estoques. Com a recuperação da demanda, a indústria teve de voltar a produzir mais para não ter problemas de entrega. "E isso ocorreu entre abril e junho, elevando a taxa de crescimento da produção industrial", disse Bicalho.
O segundo fator foi o ajuste nos estoques da indústria. Finalmente, houve uma recuperação de volumes exportados e preços das commodities, com a retomada da demanda chinesa. A previsão é que as exportações sigam como principal fator de recuperação no segundo semestre.
Para o Itaú, os indicadores de junho já divulgados mostram recuperação da economia em diversos setores, com destaque para vendas no varejo e para a produção industrial. Na avaliação do banco, o crescimento verificado no segundo trimestre de 2009 pode ser até em ritmo mais vigoroso do que a média vista no período anterior à crise.

PARA AQUELAS PESSOAS,QUE TODOS CONHECEM ALGUMAS,QUE ACHA ESTRANGEIRO HONESTO,BONITO E INTELIGENTE E FALA,SEMPRE,MAL DE BRASILEIRO

Jovens inglesas são presas no Rio por mentir sobre roubo de bagagens.
da Efe
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta segunda-feira duas jovens inglesas que tentavam aplicar um golpe em uma seguradora britânica. As advogadas Shanti Simone Andrews e Rebecca Claire Turner, ambas de 23, foram detidas após apresentar uma denúncia falsa e registrar um boletim de ocorrência de um roubo que não existiu.
Pelo boletim, divulgado pela polícia, as duas afirmaram que haviam sido assaltadas e ficado sem suas bagagens durante uma viagem de Foz do Iguaçu, no Paraná, ao Rio. Elas passavam férias no Brasil e voltariam ao Reino Unido nesta terça-feira.
Segundo elas, o roubo ocorreu na quinta-feira passada (23). A polícia desconfiou do caso quando elas mostraram os passaportes e começaram a pressionar para que as investigações fossem realizadas rapidamente para que elas pudessem retornar à Europa.
Durante a apuração, a polícia passou pelo albergue onde elas estavam hospedadas na praia de Copacabana, na capital fluminense, e encontraram todos os pertences das turistas --sem nenhum indício de que algo havia sido roubado.
A versão da polícia é de que elas pretendiam "dar um golpe no seguro de bagagens". A legislação brasileira prevê uma pena de um a cinco anos de prisão para o crime

NÃO TENHO NADA CONTRA COMISSIONADO,O PROBLEMA É A PROPORÇÃO.FUI COMISSIONADO NO EMFA POR 17 ANOS E ERA O ÚNICO NA DIVISÃO DE ORÇAMENTO

Congresso
Festa de comissionados
Oito de cada 10 funcionários lotados nos órgãos da Mesa. Diretora do Senado não passaram por concurso.
Marcelo Rocha

Fábio Rodrigues Pozzebom
Primeiro-secretário, Heráclito Fortes admite a existência do problema.
O número de comissionados lotados nos órgãos da Mesa Diretora do Senado é quatro vezes maior do que a quantidade de servidores efetivos. São funcionários que mantêm vínculo apenas temporário com a Casa, escolhidos politicamente para exercer essas funções, mas que assessoram os senadores encarregados de definir os rumos políticos e administrativos da instituição. De acordo com o Portal da Transparência do Senado, a Mesa Diretora (presidência, duas vices-presidências, quatro secretarias e quatro suplências de secretaria) conta com 226 comissionados, 81% dos 276 servidores lotados nessa estrutura. Ou seja, de cada 10 funcionários vinculados à Mesa, oito ocupam os cargos (1)sem a realização de concurso público. Prevalece, portanto, o critério político no preenchimento de postos existentes em áreas fundamentais na rotina da instituição. “Sem os comissionados, o Senado não funciona. É difícil trabalhar aqui só com efetivos porque muitos não querem trabalhar”, opinou o primeiro-secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI). A equipe comandada por Heráclito na Primeira-Secretaria tem 75% do quadro formado por comissionados. No total, são 51 funcionários. O setor é responsável por temas como horas extras e contratos com prestadoras de serviço. O parlamentar do Piauí reconhece que a proporção é elevada, mas se diz refém dessa fórmula, resultante de uma política de boa vizinhança praticada na Casa, que a inchou com cargos para serem distribuídos a parentes e apaniguados políticos. Cortes A cúpula do Senado pretende cortar até 2,4 mil funcionários entre comissionados e trabalhadores terceirizados. A medida faz parte do pacote para reduzir as despesas da Casa. No total, são 2,8 mil os cargos ocupados sem concurso público, número bem próximo à quantidade de efetivos. Os prestadores de serviço são, hoje, 3,5 mil. A Fundação Getulio Vargas (FGV) entrega na primeira quinzena de agosto uma proposta de reestruturação. É uma tentativa da instituição de responder à onda de escândalos que tomou conta do parlamento desde o início do ano. Na semana passada, o Correio mostrou que a Diretoria-Geral mantém uma estrutura turbinada por 150 funcionários comissionados. O contingente representa quase 15% do total de trabalhadores do setor responsável pela condução da máquina burocrática da Casa, estratégia patrocinada pelo ex-diretor-geral Agaciel Maia, com aval da Mesa Diretora, para satisfazer pedidos de aliados de parlamentares e indicações pessoais. A pedido de Heráclito Fortes, a atual secretária de Recursos Humanos do Senado, Doris Marize Peixoto, apura denúncias de existência de trabalhadores fantasmas e desvios de função de funcionários lotados na repartição sem que tivessem feito concurso público.

MATERNIDADE DOS “ATOS SECRETOS”
As nomeações e exonerações dos cargos comissionados no Senado são feitas pela Diretoria-Geral da Casa, a pedido dos ocupantes da Mesa Diretora e demais parlamentares. Os atos são efetivados a partir de sua publicação no boletim administrativo da instituição. Foi justamente por deixar de divulgar alguns desses documentos que surgiu o escândalo que ficou conhecido como atos secretos.
O número 276
Quantidade de funcionários diretamente ligados à Mesa Diretora. Desses, 226 são comissionados.

Poupança já captou R$ 4,5 bi em julho

Poupança já captou R$ 4,5 bi em julho.
Saldo até dia 21 supera em quase duas vezes o total do primeiro semestre; fundos também têm entrada de recursos.
Mariana Segala
A caderneta de poupança acumula captação líquida positiva (aplicações menos resgates) de R$ 4,5 bilhões em julho, até o dia 21, segundo o Banco Central (BC). Nesse mesmo intervalo de junho, o saldo estava em R$ 49 milhões. No primeiro semestre todo, a captação foi positiva em R$ 2,4 bilhões. Entre os fundos de investimento mais conservadores, os referenciados DI registravam depósitos líquidos de R$ 215 milhões em julho até dia 21. Os de curto prazo tiveram resgates líquidos de R$ 389 milhões, segundo dados compilados pelo site financeiro Fortuna. Os fundos de renda fixa, que compram basicamente títulos de dívida prefixados, têm captação positiva de R$ 3,8 bilhões no mês. Os DIs e os de curto prazo são os que potencialmente mais disputam com a poupança em termos de rentabilidade. Na semana passada, o BC reduziu novamente a Selic, em meio ponto porcentual, para 8,75% ao ano, menor nível da história do País. "De maneira geral, fundos conservadores com aplicação inicial baixa estão perdendo cotistas", afirmou o diretor do site Fortuna, Marcelo D?Agosto. Os referenciados DI, por exemplo, registram saída de 6,8 mil investidores neste mês (até dia 21), segundo o site. No mesmo período, os fundos de renda fixa tiveram o ingresso de 297 cotistas e os de curto prazo, de 5,7 mil. "Em princípio, parece que não há corrida desenfreada de aplicadores deixando os fundos para a poupança, mas a saída de cotistas dos fundos de varejo sinaliza que a poupança está mesmo competitiva", disse D?Agosto. É o que ressalta o sócio da AZ Investimentos, Ricardo Zeno. "Fundos pós-fixados, principalmente os atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário), tendem a acompanhar a Selic", disse. "Contando com taxa de administração e imposto de renda, estão remunerando menos que a poupança. É natural que o investidor observe a vantagem e migre ao menos parte do dinheiro para a caderneta." A poupança é isenta de IR e não tem taxa de administração. "Certamente a poupança está mais atrativa que os fundos DI mais acessíveis", observou D?Agosto. Ele pondera, no entanto, que isso não é fator suficiente para desestabilizar o mercado financeiro nem indício de que ocorrerá a temida migração em massa de investidores para a poupança. "Como chamariz para posteriores aplicações mais sofisticadas, as carteiras conservadoras acessíveis não estão cumprindo seu papel." Em julho inteiro de 2008, os fundos DI tiveram resgates de R$ 1,3 bilhão, os de renda fixa perderam R$ 3,5 bilhões e os de curto prazo tiveram depósitos líquidos de R$ 913 milhões. No mesmo mês de 2007, os fundos DI perderam R$ 3,1 bilhões, os de curto prazo, R$ 524 milhões, e os de renda fixa, aplicações de R$ 678 milhões.

O PROBLEMA DO CORREIO BRAZILIENSE É O ÓDIO A LULA.O ÓDIO CEGA.QUEM TEVE OPORTUNIDADE DE FAZER UMA OBRA EM SUA CASA SABE QUE ATRASOS,SEMPRE,ACONTECEM

O CORREIO BRAZILIENSE COBRA A PERFEIÇÃO POR PARTE DO PRESIDENTE LULA , MAS ELE É UM SER HUMANO E DEPENDE DO TRABALHO DE OUTROS SERES HUMANOS E , CORRETAMENTE , PRECISA SEGUIR AS NORMAS DE LICITAÇÃO VIGENTES NO BRASIL.
O PAC É UM SUCESSO E TANTO O CORREIO BRAZILIENSE COMO A "OPOSIÇÃO SEM RUMO" SABEM DISSO.
A "OPOSIÇÃO SEM RUMO" ANUNCIOU QUE IRIA VIAJAR TODO O BRASIL PARA MOSTRAR QUE O PAC NÃO FUNCIONA , MAS , DIANTE DA GRANDEZA E DO CUMPRIMENTO DAS OBRAS DO PAC , DESISTIU.
Lula foge de atrasos no PAC.
Presidente cancela agenda em cidades mineiras onde há problemas em obras de infraestrutura e saneamento básico.
Leonardo Augusto
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cancelou a visita que faria na sexta-feira aos dois principais municípios de Minas Gerais governados por correligionários petistas. Assessores do Palácio do Planalto chegaram a ligar para as prefeituras de Betim e Contagem, ambas na Grande Belo Horizonte, informando sobre a viagem do presidente. Ontem, no entanto, em nova rodada para discutir a agenda de Lula em Minas, ficou acertada a presença do presidente apenas em Belo Horizonte. Ele participará da formatura de alunos do Plano Setorial de Qualificação para Beneficiários do Bolsa Família e da inauguração de apartamentos do Programa Vila Viva. Na primeira cerimônia, o presidente anunciará o novo reajuste do valor do Bolsa Família. O cancelamento da visita de Lula nas duas cidades teria ocorrido por atraso nas obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) pelas quais o presidente passaria, conforme informam petistas ligados ao alto escalão do governo federal. Em Betim, administrada por Maria do Carmo Lara (PT), o presidente iria a um trecho da BR-262 próximo ao entroncamento com a BR-381. Em Contagem, administrada por Marília Campos (PT), a visita seria às obras de saneamento do Ribeirão Arrudas próximas às vilas São Paulo e Dom Bosco. A justificativa oficial, repassada por Wagner Caetano, da Secretaria-Geral da Presidência da República, é outra. Segundo Caetano, a prefeita de Contagem, Marília Campos, está de férias e não ficaria bem Lula ir até a cidade sem a presença da principal representante do Poder Executivo municipal. Em Betim, a alegação é de que existe visita pré-agendada do presidente a outro trecho da BR-262, entre as cidades de Juatuba e Pará de Minas. O local fica a aproximadamente 40 quilômetros de onde ocorreria a visita de sexta-feira. Faltou avisar Até ontem, no entanto, nenhuma das duas prefeituras havia sido comunicada do cancelamento da presença de Lula. Em Contagem, funcionários da prefeitura afirmavam que a prefeita “monitorava” informações sobre a viagem de Lula. O comunicado sobre a visita foi feito na sexta-feira. As obras que seriam visitadas no município preveem alargamento do Ribeirão Arrudas para evitar inundações. O investimento é de R$ 200 milhões, incluídos gastos para reassentamento de famílias que vivem às margens do ribeirão. Outros R$ 170 milhões estão previstos para obras no Córrego Ferrugem, afluente do Arrudas. Os dois projetos estão previstos no PAC. Em Betim, conforme servidores municipais, a pergunta que a prefeita Maria do Carmo teria feito a assessores ao saber da visita de Lula foi: “O presidente vai trazer o quê?”. Em seguida, os mesmos assessores tentavam no Palácio do Planalto resposta para a pergunta da prefeita. Em reportagens recentes, o Correio noticiou o atraso em outras obras ligadas ao PAC, como as do setor de infraestrutura aeroportuária em várias capitais e as de irrigação e transposição de rios na Região Nordeste.

O COMEÇO DE BRASÍLIA

http://www.youtube.com/watch?v=b2CBmyIahx4
Este é um trecho do filme O homem do Rio (Itália, França, Brasil, 1964, 110 min), de Philippe de Broca.O homem do Rio é um filme sobre o roubo de uma relíquia que desemboca em uma perseguição internacional suja, com morte e sequestro. O protagonista atravessa a cidade correndo, sobe em um prédio do setor bancário norte e depois foge de seus algozes montado em uma bicicleta.O interessante da obra, além de sua importância para o cinema, é o fato de que o filme foi realizado em Brasília 4 anos após sua inauguração. A cidade estava vazia, vários locais onde hoje estão repletos de trânsito, de gente e de edifícios, são mostrados, naquele período, como pura poeira, sem uma alma viva passando por alí.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

O RANCOR DO UOL E DA FOLHA CONTRA O PRESIDENTE LULA ULTRAPASSOU O LIMITE DO TOLERÁVEL

MARAVILHOSAS MULHERES BRASILEIRAS















CLIQUE NAS IMAGENS
:: Centro de Instrução Paraquedista General Penha Brasil
Rio de janeiro (RJ) - No dia 20 de julho, o Centro realizou a brevetação da Sargento Varjão, do Hospital de Campanha, e da Sargento Juliana, do 25º Batalhão de Infantaria Paraquedista, concludentes do 09/1 Estágio de Salto Livre. As duas são as primeiras militares do segmento feminino das Forças Armadas brasileiras a concluirem o Estágio de Salto Livre. As duas sargentos integrarão a recém formada equipe feminina de salto livre da Comissão Desportiva Militar do Brasil, que inicia seu treinamento para os Jogos Mundiais Militares de 2011, que serão realizados no Brasil.

MARINHA DO BRASIL LEVANTA O TOM AOS ATAQUES DA FOLHA DE SÃO PAULO


Construção de Submarinos: Em relação à matéria “Um negócio ofensivo”, publicada em 23 de julho de 2009, na qual é abordado o Programa de Desenvolvimento de Submarinos, a Marinha do Brasil (MB) esclarece os seguintes aspectos:
“A IMINENTE submissão do governo Lula à exigência francesa, para a venda ao Brasil de quatro submarinos convencionais, não só da construção de uma nova base naval paga aos vendedores, mas até de que a obra seja entregue à empreiteira Odebrecht, compromete mais do que a moralidade governamental, sempre duvidosa nos negócios. Implica, antes de tudo, a sujeição a um desrespeito ofensivo à soberania brasileira por parte do governo francês, representado pela estatal Direction des Constructions Navales.”
As construções de um estaleiro que atenda aos requisitos tecnológicos e ambientais essenciais, para que nele se possa construir um submarino de propulsão nuclear, bem como de uma nova base naval capaz de abrigá-lo, constituem necessidades apresentadas pela MB desde o final dos anos 1970, quando deu início ao seu Programa Nuclear. Dessa forma, considera-se equívoco atribuir tais construções à hipotética exigência francesa. Essas obras são necessárias porque os referidos requisitos não são atendidos, hoje, por nenhum dos estaleiros existentes no Brasil. A atual base de submarinos, por exemplo, localizada no interior da Baía de Guanabara, junto à ponte Rio-Niterói, sequer tem profundidade junto ao cais para permitir a atracação de um submarino desse tipo, além de não atender aos requisitos ambientais que se impõem. Da mesma forma, consiste, no mínimo, exagero, dizer que houve imposição de entrega à empreiteira Odebrecht. Na verdade, existe transferência de tecnologia nessas construções e, como não seria razoável uma empresa francesa executar obras civis no Brasil, houve necessidade de a Directions des Constructions Navales (DCNS), que opera legalmente como empresa privada, associar-se a uma construtora brasileira, para esse mister. A escolha da parceria com a Odebrecht obedeceu a critérios exclusivos da DCNS, tratando-se de livre associação entre duas empresas privadas. A pergunta que cabe é: que argumentos teria o Governo Brasileiro para recusar a contratação de um consórcio do qual faz parte a Odebrecht? “Além da compra de submarinos contestados, em um pacote já estimado em dez vezes outras propostas ("O Globo", 12.jul), a exigência francesa retira do Brasil o domínio de uma obra militar sua e em seu território. Com isso, o Brasil perde o controle dos custos, reajustes e outros expedientes das empreiteiras, e perde os segredos convenientes a uma base militar que se pretenderá estratégica.”
As afirmativas mostram falta de maiores esclarecimentos sobre o assunto, resultando, aparentemente, do uso - sem contestação - de matéria publicada no jornal “O Globo”, edição de 12 de julho. A assertiva de que se possa estar negociando “um pacote já estimado em dez vezes outras propostas” não condiz com a realidade dos fatos. Caso a MB tivesse sido consultada antes da edição da matéria, ficaria claro que o apresentado como “outras propostas” diz respeito à proposta alemã, referente à construção de, tão-somente, dois submarinos convencionais (isto é, com propulsão diesel-elétrica), que em nada se assemelha ao pacote em questão.Por outro lado, a proposta francesa inclui quatro submarinos convencionais, com respectiva transferência de tecnologia de construção; a transferência de tecnologia de projeto de submarinos, inclusive de seus sistemas de combate; o projeto e a construção de um submarino de propulsão nuclear; o projeto e a construção de um estaleiro dedicado à fabricação de submarinos de propulsão nuclear (e convencionais) e de uma nova base naval, capaz de abrigá-los.Considerar tal pacote como “estimado em dez vezes outras propostas”, com certeza, não retrata a totalidade dos fatos. Da mesma forma, fica difícil compreender como uma obra realizada em território brasileiro, por empresa brasileira, mediante transferência de tecnologia para a MB e para essa mesma empresa possa, em sã consciência, ser considerado como retirar do “Brasil o domínio de uma obra militar sua e em seu território”.Também, imaginar que um estaleiro e uma base construídos por brasileiros e operados pela MB poderá levar à perda de “segredos convenientes a uma base militar que se pretenderá estratégica”,requer esforço de imaginação fora do comum.Quanto ao controle dos custos e reajustes, o contrato de construção, ainda em negociação, vem sendo acompanhado, desde já, pelo Tribunal de Contas da União.
“Sob tudo isso perpassa um mistério: que exóticas transações intrometeram a empreiteira Odebrecht em negócios franceses de submarinos? A ponto de os levarem a planejar um negócio de dimensões estapafúrdias, que o governo Lula mostrou-se automaticamente pronto a aceitar.É muito recomendável a dúvida entre estas duas hipóteses: a intromissão da empreiteira Odebrecht vem de lá para cá, como aparenta, ou foi remetida daqui para entrar lá no negócio e vir com ele, já sem concorrências e outros incômodos, até os gabinetes ministeriais, palácios e cofres brasileiros? Lula se dispõe a assinar o contrato com os franceses no Sete de Setembro, quando da esperada visita do presidente francês. É uma data bem eloquente, para um negócio que submete a soberania.

Qualquer que fosse a empresa escolhida para construir esse estaleiro, as obras seriam isentas de processo licitatório, tendo em vista as características de sigilo de que, obrigatoriamente, se revestem: são plantas de instalações nucleares militares, envolvendo características que não podem ser objeto de divulgação pública. Como as obras civis de construção do estaleiro e da base serão realizadas no Brasil, somente uma empresa nacional poderá fazê-lo. Como já apresentado acima, não haveria sentido em contratar para isso, por exemplo, uma construtora francesa.Não existem exóticas nem misteriosas transações nesse processo. Elas são transparentes e públicas até onde permitem os sigilos naturais em qualquer país do mundo, quando se trata de aquisição de equipamentos militares. Esse é um programa concebido e planejado pela MB, e não por qualquer outro país. O processo de escolha dos modelos e fabricantes de submarinos, com análise detalhada de várias opções, foi longo, criterioso, rigorosamente técnico e, sobretudo, determinado pelos altos interesses estratégicos e soberanos do Brasil.
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA