segunda-feira, 31 de agosto de 2009

NÓS,O POVO BRASILEIRO,VAMOS APROVAR O PRÉ-SAL COM OU SEM A "OPOSIÇÃO SEM RUMO" E APESAR DA IMPRENSA CORRUPTA,GOLPISTA E RACISTA BRASILEIRA

O BRASIL ESTÁ EM FESTA

Lula diz que Petrobras é dinossauro que sobreviveu à extinção diz que a mão invisível agora é a mão permanente do povo


Lula diz que Petrobras é dinossauro que sobreviveu à extinção.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso de apresentação da proposta do governo para o novo modelo de exploração do petróleo da camada pré-sal, atacou aqueles que chamam a Petrobras de dinossauro e diz que a estatal "sobreviveu à extinção". "Benditos amigos e companheiros do dinossauro que sobreviveu a extinção, deu a volta por cima e descobriu no pré-sal o passaporte para o nosso futuro", afirmou Lula. O presidente aproveitou a ocasião para atacar o governo anterior e reforçar que agora as condições do país e do mundo são diferentes de 1997 (quando a Petrobras perdeu o monopólio da exploração de petróleo) e que o Estado terá uma participação maior no setor. "É como se houvesse uma mão invisível, não a do mercado, mas outra bem mais sábia e permanente, a mão do povo", disse o presidente. Em 1997, disse Lula, "altas personalidades chegaram a dizer que a Petrobras era um dinossauro, mais precisamente o último dinossauro a ser desmantelado". Ele lembrou que, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, chegou-se a cogitar mudar o nome da estatal para Petrobax. "Sabe lá o que esse xis queria dizer nos planos de alguns exterminadores do futuro", disse Lula. O presidente afirmou que a maior participação do Estado na Petrobras marca o fim de "pensamentos subalternos". "O país deixa para trás o complexo de inferioridade, como é bom andar de cabeça erguida e olhar com confiança para nosso futuro". A proposta do governo prevê que a Petrobras opere todos os blocos do pré-sal, ainda que outras empresas possam participar da exploração, inclusive sendo majoritárias.

Reservas internacionais do Brasil têm em agosto o maior aumento em 6 anos,alcançando US$ 218,745 bilhões e crescendo


Reservas internacionais do Brasil têm em agosto o maior aumento em 6 anos.
Reuters - As reservas internacionais do Brasil aumentaram em mais de 3 bilhões de dólares entre os dia 27 e 28 de agosto, segundo dados do Banco Central divulgados nesta segunda-feira.
A expansão foi de US$ 3,45 bilhões, segundo o conceito liquidez, maior aumento diário desde 9 de setembro de 2003. Com isso, o "colchão" brasileiro renovou a máxima histórica, alcançando US$ 218,745 bilhões.

POLÍCIA POLÍTICA DE YEDA CENSURA RIO GRANDE DO SUL E INDICIA PESSOAS POR CAMPANHA PUBLICITÁRIA CONTRA A DITADORA


Governadora do RS mostra como atuam os políticos do PSDB.
Xingam e prometem surra ao presidente Lula, mas contra eles não admitem a democracia e colocam sua polícia política em ação , contando com o silêncio da imprensa corrupta , golpista e racista brasileira , sua parceira institucional.
Polícia indicia 2 por campanha publicitária contra Yeda.
Para delegado, "campanha extrapolou limites razoáveis do que se pode chamar de liberdade de expressão."
SOLANGE SPIGLIATTI
Agência Estado
Daniel Marenco/Agência RBS
Yeda alegou que estava sendo vítima de uma campanha de difamação.
SÃO PAULO - A Polícia Civil indiciou o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Rio Grande do Sul, Celso Woiciechowski, e a vice-presidente da entidade e presidente do Centro dos Professores do Estado (CPERS), Rejane Silva de Oliveira, por peculato e crime à honra decorrente de uma campanha publicitária contra a governadora Yeda Crusius (PSDB). Segundo a corporação, o indiciamento está embasado no inquérito remetido hoje à Justiça.
Presidido pelo delegado Cléber Moura Ferreira, titular da 3ª Delegacia de Polícia da Capital, o documento salienta que a campanha publicitária, vinculada entre maio e junho na mídia, "extrapolou os limites razoáveis do que se pode chamar de liberdade de expressão ou algo que o valha, ofendendo a pessoa da governadora do Estado".
Ferreira afirmou que Yeda entrou com uma ação em junho no Ministério Público (MP), alegando que estava sendo vítima de uma campanha de difamação pelos dois indiciados e por uma agência de publicidade, que a denominavam como uma pessoa corrupta. A polícia instaurou um inquérito policial e a conclusão foi o indiciamento dos membros da CUT. De acordo com o delegado, a campanha publicitária utilizava folhetos distribuídos nas ruas, com gastos que chegaram em torno de R$ 80 mil.

COITADA DA "OPOSIÇÃO SEM RUMO":Excesso de visitas impede que internautas acessem blog do Presidente Lula em sua estreia




Lula diz:
APOSENTADO INVOCADO , por favor , não maltrata. Coitada da "OPOSIÇÃO SEM RUMO".
Excesso de visitas impede que internautas acessem blog do Presidente Lula em sua estreia.
Por Thiago Rosa
Redação Portal
IMPRENSA
Os internautas que tentaram acessar, nesta segunda-feira (31), o diário eletrônico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontraram dificuldades em entrar na página em seu dia de estreia.
Segundo apurou o Portal IMPRENSA, o
Blog do Planalto atingiu picos de mais de dez mil usuários simultâneos, o que superou a programação da Presidência de trabalhar na faixa de quatro a seis mil internautas ao mesmo tempo.
A expectativa é de que, até o final do dia, o blog seja reprogramado para mais de dez mil usuários simultâneos, o que viabilizará a ampliação no número de acessos. Batizada de Blog do Planalto, a página tem por objetivo estreitar a relação entre o presidente da República e os internautas.
De acordo com a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), o diferencial da página está na relação direta com a população, já que as ferramentas até então utilizadas pelo governo serviam apenas aos veículos de imprensa e jornalistas. Os textos publicados no Blog do Planalto serão escritos por uma equipe da Secom e não pelo presidente Lula.
Para acessar, via YouTube, o vídeo que inaugura o blog, clique aqui.

Marina quer refundar PV e admite embate com Dilma,ou seja, não vai ser senadora e nem presidente.Vai virar uma Heloisa Helena piorada.É uma pena


Marina quer refundar PV e admite embate com Dilma.
Em ato de filiação ao partido, senadora rechaça ideia de trégua eleitoral com o PTCom discurso de candidata, senadora chora ao lembrar sua saída do PT e reconhece divergências com ministra em questões ambientais.
Ao assinar ontem sua ficha de filiação ao PV, a senadora Marina Silva (AC) condicionou sua candidatura à Presidência ao que seus aliados chamam de refundação ética do partido e admitiu a possibilidade de confronto com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) numa eventual disputa eleitoral.Embora tenha chorado ao lembrar sua saída do PT, Marina reconheceu divergências com Dilma em matéria ambiental e rechaçou a ideia de trégua eleitoral."Não disse que não haveria um embate", reagiu ela, ao responder especificamente sobre o PT. "As diferenças serão explicitadas no processo. Obviamente já tem uma mais do que explícita, que é a questão da visão de mundo em relação à crise ambiental", reagiu.Marina confirmou ter protagonizado queda-de-braço com Dilma no governo. Mas frisou que a decisão cabia ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva:"Não vou me colocar aqui no lugar de vítima da ministra Dilma Rousseff".Segundo ela, durante a campanha são reafirmados os pontos de vista. Daí, o confronto.Recebida por convencionais do PV com um coro de "Brasil urgente, Marina presidente", a senadora listou ressalvas ao governo Lula, como a concessão de incentivos à indústria automobilística e a frigoríficos na Amazônia sem a exigência de contrapartida."Já são diferenças que serão tratadas em uma visão de país."Ao discursar, a senadora lançou críticas sutis a Lula. Ainda que jogue a decisão de concorrer para o ano que vem, ela pregou a renovação política. E justificou: "É algo que nos chama a fazer esse revezamento, de que ninguém deve querer ser líder de tudo e querer ser líder do resto. Isso não dá certo. E no Brasil isso está destruindo a política... um pouco", disse ela, que ocupou por cinco anos o Ministério do Meio Ambiente.Mais tarde, ao ser questionada se era referência a Lula, disse que se aplicava também a ela.A ex-petista defendeu ainda um aperfeiçoamento do Bolsa Família. "Não há mais espaço para a velha política de se fazer as coisas pelas pessoas. É preciso que se faça com as pessoas."RefundaçãoMarina afirmou que o lançamento de sua candidatura dependerá da revisão programática e a reestruturação do PV."Não venho mais com a ilusão dos partidos perfeitos que acalentei durante a juventude. Mas com a certeza de que homens e mulheres de bem podem aperfeiçoar as instituições", discursou ela, acolhida pelos verdes históricos como uma chance de depuração.Enquanto Marina evitava assumir a candidatura, o presidente nacional do PV, José Luiz Penna, já apostava numa aliança capaz de garantir cerca de cinco minutos de propaganda na TV. O partido já negocia alianças com pequenos partidos, inclusive o PDT, sendo que a conversa está mais adiantada com PSC, PSOL e PMN.Antes mesmo de assinar a ficha de filiação, Marina viu expostas as divergências internas do PV. A senadora -que recorreu a Guimarães Rosa para declarar carinho ao PT- convidou o ministro da Cultura, Juca Ferreira, para o evento. Mas ele não estava entre os oradores.Já o secretário municipal Eduardo Jorge sentou-se no chão, diante da mesa. Escolhida pelo governador José Serra (PSDB) à revelia do comando do partido, a secretária de Ação Social, Rita Passos, não teve assento entre as autoridades.Conduzido à ponta da mesa, o ministro da Cultura ouviu críticas à equipe de Lula, como a do deputado Fernando Gabeira (PV), para quem o governo "é moralmente frouxo".À saída, Ferreira reagiu: "Ele é parcial. Faço essa crítica política em geral. Minha crítica política é que o PV se aproximou muito dessa lógica pragmática", disse Ferreira, afirmando que Marina não fará oposição ao governo Lula."Ela disse melhor do que eu. Vai sair de casa. Mas continua morando na mesma rua."

A nova Lei do Petróleo foi concebida dentro da visão nacionalista do presidente Lula e da ministra Dilma Rousseff


Lula, Dilma e Petrobras delinearam modelo para novas regras.
A nova Lei do Petróleo foi concebida dentro da visão nacionalista do presidente Lula e da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), mas teve forte influência de executivos da Petrobras na definição da sua modelagem operacional.
Questionados em suas propostas iniciais, os dirigentes da Petrobras conseguiram convencer o presidente de que era preciso fortalecer a estatal.
Eles fizeram parte do restrito grupo comandado pelos ministros Dilma e Edison Lobão (Minas e Energia), que estudou nos últimos 14 meses o novo modelo de exploração do petróleo.
A outros setores o governo fez basicamente consultas técnicas e não convidou empresários, especialistas e políticos para debater a proposta.
O centro das discussões foi a comissão interministerial criada por Lula para cuidar do assunto, em julho do ano passado, com a orientação presidencial de montar um modelo com forte controle estatal.
Surgiram, daí, os primeiros embates internos com a Petrobras. Dilma e o ministro Edison Lobão, que operaram em parceria, defendiam um limite à estatal pela avaliação de que ela não pertencia totalmente ao governo e tinha boa parte de suas ações no mercado.
A Petrobras, naquele momento, reivindicava todos os principais campos do pré-sal como recompensa por ter sido a "madrugadora" e "descobridora" do pré-sal.
A ideia foi rechaçada. Dilma e Lobão passaram a defender a criação de uma nova estatal, controlada totalmente pela União, copiando o modelo norueguês adotado depois que o país nórdico descobriu grandes reservas de petróleo.
"Olheira"
A futura estatal terá a função de ser a "olheira" do governo nos consórcios que ganharem as licitações do pré-sal, fiscalizando principalmente os custos de produção.
Vencida em sua ideia inicial, a Petrobras insistiu na tese de que precisava ter a garantia, então, de participar de todos os campos. Apesar da resistência inicial, a estatal teve êxito.
Além da questão técnica --o governo não conseguiria montar uma nova estatal que pudesse ser a operadora dos campos--, pesou o aspecto político diante dos ataques da oposição à Petrobras -que resultaram na criação de uma CPI para investigar a empresa.
Começaram, então, a surgir as ideias de transformar a Petrobras na parceira preferencial do governo no pré-sal. Ao final, ela ganhou o status de operadora única dos campos e garantiu que o presidente Lula batesse o martelo em sua proposta de ficar com no mínimo 30% dos consórcios.
Da estatal, os três nomes mais influentes na comissão foram o presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, e os diretores Almir Barbassa (Financeiro) e Guilherme Estrela (Exploração e Produção).
Do lado do governo federal, Lobão cumpriu o papel de testar as ideias da comissão e fazer o enfrentamento público, e Dilma foi a principal articuladora nos bastidores.

Governo anuncia hoje regras para exploração do pré-sal; para Lula, será um 'novo Dia da Independência para o Brasil'


Governo anuncia hoje regras para exploração do pré-sal; para Lula, será um 'novo Dia da Independência para o Brasil'.
Da Agência Brasil

Em Brasília
Depois de dois anos da descoberta das reservas de petróleo na camada pré-sal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia hoje (31) o marco regulatório para a exploração do petróleo na área, ou seja, quais serão as regras. Lula afirmou nesta manhã que o anúncio do marco regulatório do petróleo extraído da camada pré-sal representa "um novo Dia da Independência para o Brasil".

O presidente Lula recebe, da esq. para a dir, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) e Dilma Rousseff (Casa Civil) e os governadores Sérgio Cabral (RJ), José Serra (SP) e Paulo Hartung (ES) Em seu programa semanal Café com o Presidente, ele destacou que a descoberta põe o país entre os maiores produtores de petróleo do mundo. "E petróleo de boa qualidade", disse.Depois de dois anos da descoberta das reservas, Lula anuncia hoje quais serão as regras para a exploração do petróleo na área. Há mais de um ano, o governo discute um novo marco regulatório.Para o presidente, é preciso "aproveitar" o momento para que a Petrobras se torne "ainda mais forte" e para que o Estado brasileiro possa ser "dono" do petróleo. Ele voltou a comentar a criação de um fundo social constituído de recursos obtidos com a exploração do petróleo na camada pré-sal."Um fundo que tem três vertentes básicas: cuidar da educação, da ciência e da tecnologia e da pobreza neste país. Não temos o direito de pegar o dinheiro que vamos ganhar com esse petróleo e torrar no Orçamento da União". Para Lula, é preciso "classificar prioridades" para que o país se torne mais rico e mais desenvolvido.O pré-sal é uma área de cerca de 800 quilômetros de extensão, que vai do litoral do Espírito Santo até Santa Catarina. O petróleo está localizado abaixo da camada de sal, a mais de 7 mil metros de profundidade.

Reunião com governadores

Após mais de cinco horas de reunião com os governadores do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Espírito Santo, Estados que concentram as maiores reservas de petróleo do pré-sal, Lula alterou o marco, acatando reinvidicações dos três governadores, que já haviam demonstrado resistência ao modelo proposto pelo governo federal. Foi mantido o sistema de participação especial aos Estados produtores, o que garantirá uma parcela maior dos lucros a eles. Sobre os royalties, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que serão feitas "ligeiras" alterações no regime atual, sem detalhá-las. "Introduziremos um dispositivo na lei dizendo que, até que o governo federal envie uma nova mensagem, ficará em vigor a lei atual", explicou Lobão. Pela Constituição, Estados e municípios próximos aos campos são beneficiados por serem afetados pela exploração do petróleo, que demanda mais investimentos em infraestrutura e traz danos ambientais. O Rio de Janeiro, o Espírito Santo e São Paulo concentram as maiores reservas de petróleo da camada pré-sal e os governadores têm criticado a proposta do governo de partilha dos royalties.Atualmente, 50% dos royalties e participações especiais vão para a União. Os Estados produtores ficam com 40% e os municípios, com 10%.Perguntado se a decisão de manter o sistema atual não contraria a proposta do governo de partilhar os royalties entre a União, Estados e municípios, inclusive os não produtores de petróleo, Lobão negou e disse que há mecanismos legais para o governo ter tomado essa atitude. O ministro afirmou que os governadores estarão no lançamento oficial do marco regulatório hoje (31).RecuoO governo decidiu retirar o pedido de urgência do projeto de lei com as novas regras, que será enviado ao Legislativo.Com a urgência, os parlamentares teriam 90 dias para votar a proposta antes do trancamento da pauta de votações. Apesar da retirada do pedido, o ministro Lobão considera que o Congresso Nacional tem condições de votar o projeto em curto período de tempo.Ficou definido que o marco será reunido em um único projeto, que prevê a criação de um fundo social com os recursos da exploração e a criação de uma estatal para administrar o pré-sal, chamada Petrosal, conforme informou Lobão na madrugada de hoje (31), após participar de jantar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os governadores peemedebistas Sérgio Cabral (Rio) e Paulo Hartung (Espírito Santo), além do tucano José Serra (São Paulo).O lançamento do marco regulatório ocorrerá às 15h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, com a presença do presidente e dos ministros da Casa Civil, Dilma Rousseff, e de Minas e Energia, Edison Lobão, principais responsáveis pela elaboração do modelo. Foram convidados para a solenidade governadores, prefeitos, parlamentares e representantes de movimentos sociais.Antes do anúncio oficial, Lula apresentará as regras para ministros e o Conselho Político, formado por líderes da base governista no Congresso Nacional. Será no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)l, sede provisória da Presidência da República. O novo marco regulatório valerá para os 75% da camada pré-sal ainda não licitados.

Salários e perfis de servidores deverão ser publicados a partir de hoje nos sites oficiais

Luz no fim do túnel das despesas.
Salários e perfis de servidores deverão ser publicados a partir de hoje nos sites oficiais. Identificação e rendimentos, porém, serão divulgados de forma separada
Daniela Lima

Edson Luiz
Caixa-preta dos servidores da Esplanada começa a ser aberta.
Os Três Poderes serão obrigados a desenhar, a partir de hoje, o perfil de seu quadro de servidores. Eles terão no máximo dois meses para divulgar quem são, onde estão, quanto ganham e quais funções exercem seus funcionários, sejam eles efetivos ou não. O raio-x que será feito no serviço público foi estabelecido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), e é mais uma tentativa de aumentar a transparência na gestão do pessoal pago com dinheiro da União. Todas essas informações serão públicas e estarão nos sites dos respectivos órgãos, até 31 de outubro, como já ocorre com as despesas oficiais. O detalhe é que a publicação será feita em duas tabelas distintas. Na primeira, o nome e a lotação do servidor. A outra mostrará os rendimentos, o que dificultará a identificação do funcionário. Também hoje acaba o prazo dado pela LDO para a apresentação de projetos que tragam aumento de despesa com pagamento de pessoal. A lei, aprovada em julho deste ano, fechou o cerco à apresentação indiscriminada de propostas que versam sobre reajustes, planos de carreira ou criação de cargos, estabelecendo que só as protocoladas até esta segunda-feira poderão constar do Orçamento da União do ano que vem. Há a expectativa de que o governo envie projetos tidos como prioritários ainda durante o dia de hoje. O dispositivo que revela a política de contratação de pessoal dos órgãos públicos diz que é com base no quadro de 31 de agosto que deverão ser publicados — até 31 de outubro — os dados sobre cargos e funções dos funcionários públicos. Para a publicação da lista com os nomes e lotação dos servidores, o prazo é maior: 31 de janeiro de 2010. A estrutura de remuneração de cada órgão e tabelas com os totais de cargos efetivos, comissionados e funções de confiança distribuídas no quadro de pessoal também terão de ser divulgadas em até 60 dias. Essas deverão apresentar dados percentuais comparativos e informar alterações com relações a anos anteriores. As mesmas exigências se aplicarão à administração indireta, incluindo agências reguladoras e conselhos de administração e fiscal. A inclusão desses dispositivos na LDO foi uma decisão dos deputados e senadores que compõem a Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional e mostra a indisposição do Legislativo em apanhar sozinho por conta do excesso de terceirizados e cargos comissionados. “A transparência deve ser máxima em todos os órgãos da administração”, afirmou o relator da matéria após divulgar o texto, ainda durante a tramitação no Congresso Nacional, deputado Wellington Roberto (PR-PB). No Poder Executivo, os dados sobre os servidores serão coletados no Sistema de Pessoal Civil, o SIPEC, que fica sob a alçada do Ministério do Planejamento e Gestão. As casas legislativas e tribunais deverão estabelecer o modo de seleção dos dados por meio de atos próprios. A regra também se aplicará ao Ministério Público da União. Atualização Alterações nos quadros de pessoal devem ser atualizadas constantemente. Para funcionários terceirizados o rigor da transparência aumenta. Apenas esses, segundo o texto da lei, terão de detalhar, além de nome completo, cargo ou atividade, o local de exercício de trabalho nos órgãos que os contrataram. A exigência de apresentação da lotação era estendida a todos os servidores, mas acabou sendo retirada do texto quando ainda tramitava no Congresso em atendimento às reivindicações de diversas categorias. O dispositivo facilitaria a identificação de funcionários fantasmas, por exemplo. A lei prevê até a listagem de cargos e funções que estiverem vagos e só libera da exposição de todos esses dados os servidores que tiverem o exercício da função protegidos por sigilo.

TRANSPARÊNCIA
Dados que deverão estar publicados em sites oficiais dos Três Poderes:
Nome completo e número de identificação funcional
Cargo e função
Lotação (para terceirizados)
Ato de nomeação ou contratação e a respectiva data de publicação

Brasil supera Índia e lidera Brics em capitalização de mercado

Brasil supera Índia e lidera Brics em capitalização de mercado.
País registra US$ 477,899 bi em capitalização de mercado até o dia 28 de agosto ante US$ 457,12 bi da Índia
Regina Cardeal, da Agência Estado
SÃO PAULO - O Brasil superou a Índia como o maior mercado acionário dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) em 10 de julho passado e segue liderando o grupo, com base na capitalização de mercado ajustada para o free float. Em 28 de agosto, a capitalização de mercado do Brasil era estimada em US$ 477,899 bilhões, enquanto a da Índia estava em US$ 457,12 bilhões, a da China era projetada em US$ 330,57 bilhões e a da Rússia, em US$ 216,81 bilhões. O cálculo tem como base o índice Dow Jones Bric 50.

Produção industrial tem alta de 2,2% em julho, diz IBGE

Produção industrial tem alta de 2,2% em julho, diz IBGE.
CIRILO JUNIOR

da Folha Online, no Rio
A produção industrial registrou alta de 2,2% em julho, na comparação com junho, informou nesta segunda-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Trata-se da sétima alta consecutiva nessa comparação e do melhor resultado desde fevereiro, quando houve crescimento também de 2,2%. Em relação a igual período em 2008, a indústria teve retração de 9,9% --a menor desde abril deste ano.

"OPOSIÇÃO SEM RUMO" VAI ATUAR DIFERENTE COM O PRÉ-SAL,VAI DISCORDAR.QUÁ!QUÁ!QUÁ!







"OPOSIÇÃO SEM RUMO" PERDE O RUMO E NÃO SABE MAIS O QUE FAZER PARA PARAR LULA "O ESTADISTA" E SUA CANDIDATA VENCEDORA DILMA ROUSSEFF.
Em nota, oposição diz que pré-sal não pode ser bandeira para eleição.
Lula lança novo marco regulatório nesta segunda-feira (31).Presidentes de PSDB, DEM e PPS prometem debate no Congresso.
Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília
Os presidentes do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), e do PPS, Roberto Freire (PE), divulgaram uma nota neste domingo (30) condenando a possível utilização das reservas de petróleo da camada pré-sal como “bandeira eleitoral” do governo em 2010. A oposição destacou que o Congresso terá a oportunidade de avaliar se a mudança de marco regulatório é mesmo necessária.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lança nesta segunda-feira (31) as novas regras para a exploração de petróleo no pré-sal. Nesta noite, ele se reunirá com os governadores Sérgio Cabral (RJ), José Serra (SP) e Paulo Hartung (ES), representantes dos estados que mais produzem petróleo no Brasil.Na nota, os oposicionistas criticam o fato do governo ter feito apenas debates internos sobre o tema até agora e dizem que não aceitarão “rolo compressor” no tema. “Os partidos de oposição - PSDB, DEM e PPS - não vão permitir que ele seja transformado em bandeira eleitoral, nem que venha favorecer a grupos partidários que transformam o Estado brasileiro em extensão dos seus interesses. Trata-se de uma questão de Estado que pode definir o futuro do país, é assunto que deve ser tratado com transparência, e com participação de toda a sociedade. Sem rolo compressor”, diz trecho da nota. Os presidentes dos partidos de oposição criticam o “oba-oba” do governo com o tema e criticam a utilização política. “O oba-oba palaciano tem o objetivo explícito de transformar o tema em plataforma eleitoral para 2010. No entanto, ao apresentar o modelo que considera mais conveniente para suas pretensões eleitorais de curto prazo, o governo também abre espaço para uma grande discussão nacional, que deveria estar acima de partidos e candidaturas”. A nota destaca ainda ganhos que o Brasil tem com o atual marco regulatório de exploração de petróleo, de 1997. O texto destaca que nestes 12 anos o peso do setor no Produto Interno Bruto (PIB) subiu de 2% para 10%, as reservas cresceram, a produção aumentou e a participação da União se multiplicou. “O assunto, portanto, necessita ser debatido em profundidade, sendo inadmissível qualquer tentativa de atropelamento”, concluem os oposicionistas.

PT lança nome de Palocci em São Paulo


PT lança nome de Palocci em São Paulo
Diário de Pernambuco
Em São Paulo, o PT deu nesse fim de semana o primeiro passo para confirmar o nome do ex-ministro e deputado Antonio Palocci como candidato ao governo de São Paulo em 2010. Em reunião da executiva estadual, dois dias após ele ter se livrado da última das 21 denúncias criminais que enfrentava no Supremo Tribunal Federal (STF), seu nome foi lançado oficialmente como um dos principais pré-candidatos à disputa."O nome de Palocci é forte dentro do PT pela capacidade de unir o partido", afirmou o presidente estadual da legenda, Edinho Silva. Apesar de ele não ter confirmado até agora se entrará na disputa, o partido já se movimenta para isso e considera que a candidatura, agora que todas as pendências criminais foram rejeitadas no STF, ganha força e é a que tem mais chances de decolar.

Indústria da saúde aposta no Brasil



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Indústria da saúde aposta no Brasil

População de baixa renda amplia consumo de medicamentos e faz fábricas, distribuidoras e hospitais contratarem e desengavetarem projetos de expansão.
Liana Verdini

Produção de medicamentos: empresas pretendem investir até R$ 15 milhões, individualmente, para lançar produtos e ampliar instalações.
A indústria da saúde aproveita o ano de crise econômica mundial para crescer no Brasil, onde a melhora da renda das classes C e D insere milhões de pessoas no mercado de consumo de medicamentos e de serviços médico-hospitalares. Pesquisa da consultoria Pricewaterhouse Coopers envolvendo 70 executivos da indústria farmacêutica, distribuidoras de medicamentos e hospitais em atividade no país constata que 86% estão investindo neste ano. A grande maioria (83%) afirma que destinará até R$ 15 milhões para desenvolver novos produtos, melhorar ou ampliar instalações e aprimorar as tecnologias usadas. “É surpreendente. Olhando o resultado friamente, parece até exagero”, diz o sócio da Pricewaterhouse Coopers Luís Madasi. Ele lembra que as entrevistas com os executivos foram realizadas entre a segunda quinzena de maio e os primeiros 15 dias de junho. “Naquele momento, o ambiente ainda não estava muito claro, especialmente em relação à cotação do dólar e à inflação”, frisa ele. Emprego Madasi atribui o otimismo ao potencial de expansão do mercado brasileiro. “Quando se fala na indústria de medicamento, não podemos esquecer que há uma parcela grande da população que ainda não tem acesso, nem mesmo aos genéricos, cujos preços são mais em conta”, avalia. “O que se pode concluir é que essa é uma indústria que espera crescer no curto prazo e enxerga perspectivas de médio e longo prazo com otimismo.” Tanto que 42,9% das empresas consultadas responderam que irão contratar para ampliar o quadro de pessoal. É o caso do Laboratório Teuto Brasileiro. “No fim do ano passado a indústria como um todo fez alguns cortes de empregados. Mas nada que comprometesse o nível de produção. A Teuto não precisou fazer”, conta o presidente da empresa, Marcelo Henriques Leite. “Agora, com o crescimento que estamos registrando em nossas vendas, vamos precisar admitir.” O executivo acrescenta que este aumento nas vendas vem sendo provocado pelo mercado de genéricos, que está se consolidando no Brasil e é o carro-chefe do laboratório. “No exterior, os medicamentos genéricos respondem por cerca de 50% das vendas. Aqui no Brasil esse segmento corresponde por algo entre 15% e 17%”, calcula Leite. “Portanto, ainda há espaço para avançar muito”. E foi apostando nisso que a Teuto programou seus investimentos pelos próximos 10 anos. “Investimos 7% do nosso faturamento líquido no desenvolvimento de novos produtos. Mantivemos os valores sem cortes. Só em máquinas, gastamos de 2% a 3% de nossa receita. Compramos os equipamentos, recebemos e estamos usando”. O presidente conta que a Teuto fez um grande investimento e agora está recuperando a participação de mercado que tinha. “Nosso faturamento está aumentando de 20% a 25% ao ano. E devemos manter este ritmo em 2009.” Lucro maior Os bons resultados também são apresentados pela Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos, uma das principais distribuidoras da indústria farmacêutica do país. No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou lucro líquido de R$ 17,9 milhões, valor 66,2% maior do que em igual período do ano passado. Esse aumento corresponde a 2,8% da receita operacional líquida, maior margem alcançada pela companhia em trimestres semelhantes desde 2006. A receita bruta teve expansão de 15,5% em relação aos primeiros três meses do ano, somando R$ 764,3 milhões. “Vale destacar que essa alta foi homogênea em todo país e se deu principalmente em razão do foco da Profarma dado aos clientes independentes no início do quarto trimestre de 2008”, explica Max Fischer, diretor financeiro e de relações com investidores da Profarma. “No segundo trimestre deste ano, conseguimos obter os resultados positivos que esperávamos quando iniciamos as ações de fortalecimento do caixa da companhia. Esse esforço foi fundamental para enfrentar os períodos mais agudos da crise e consolidar o posicionamento da Profarma como um dos grandes players do setor de distribuição de medicamento no Brasil”, diz Fischer. Esses resultados confirmam as previsões feitas durante as entrevistas da pesquisa da Pricewaterhouse Coopers. “Naquele momento, os executivos tinham uma visão positiva para o curto prazo. Agora, podemos constatar que os resultados estão aparecendo e que o mercado brasileiro tem, de fato, um grande potencial na área de saúde”, conclui o coordenador da pesquisa.
Essa é uma indústria que espera crescer no curto prazo e enxerga perspectivas de médio e longo prazo com otimismo”
Luís Madasi, sócio da Pricewaterhouse Coopers

domingo, 30 de agosto de 2009

E LULA,QUE NÃO É ECONOMISTA E NEM TEM CURSO SUPERIOR,TINHA RAZÃO:"Indústria ganha fôlego e pode ter exagerado nas demissões"


Indústria ganha fôlego e pode ter exagerado nas demissões.
Sílvio Guedes Crespo

Em São Paulo
A indústria brasileira pode ter exagerado ao cortar mais de 580 mil postos de trabalho de novembro a março, prevendo um cenário que acabou não se concretizando. A produção aumentou todos os meses do primeiro semestre deste ano, mas as vagas fechadas no primeiro trimestre ainda não foram reocupadas.Segundo dados do IBGE e do Ministério do Trabalho, o semestre terminou com 63 mil empregos a menos que em dezembro (queda de 0,64%), enquanto a produção das empresas subiu 16% no mesmo período.


Francini: diante de insegurança, empresário pisou no freio.


Julio Almeida: indústria previa uma crise mais grave.


Especialistas ouvidos pelo UOL consideram que os empresários do setor podem ter demitido mais que o necessário no final do ano passado e início de 2009, sobretudo no segmento automobilístico. Mas ressalvam que, naquele momento de forte crise internacional, seria muito difícil prever que a recuperação ocorreria tão cedo, ainda que em ritmo lento. "Se você está andando de carro e de repente enfrenta um nevoeiro, você enfia o pé no breque. Isso é do ser humano: diante da insegurança, a preservação", diz o economista Paulo Francini, diretor da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). "Os empresários demitiram além da conta porque tinham a ideia de que a crise seria mais grave. Mas não podemos castigá-los", avalia o professor de economia Julio Gomes de Almeida, da Unicamp. "Houve um exagero também no corte do crédito. Errar, numa situação dessa, não é um demérito", acrescenta. A indústria fechou postos de trabalho nos três primeiros meses de 2009, mesmo com a produção em leve alta, e passou a abrir vagas a partir do quarto.
Almeida considera que a geração de empregos no setor desde abril ocorreu não apenas porque a atividade industrial passou a crescer, mas também porque as demissões no final de 2008 e início de 2009 foram "exageradas". Ele acredita que esse processo de correção ainda está em curso, o que significa que a indústria deve continuar contratando nos próximos meses. Francini, da Fiesp, considera que o emprego na indústria caiu em todos os meses do ano até julho, e prevê que agosto será o primeiro mês em que as contratações vão superar as demissões. Ele lembra que os cortadores de cana são formalmente considerados trabalhadores da indústria, uma vez que são empregados das usinas. Sem contar esse segmento, em que sempre há demissões no fim do ano e contratações no começo, a indústria paulista demitiu mais do que contratou em todos os meses de 2009, segundo dados da Fiesp.

SERRA LANÇOU PROGRAMA NO CAPÃO REDONDO:"SEM CASA E SEM VIDA"




Ao contrário do programa de Lula "Minha Casa, Minha Vida" que a Folha de São Paulo informa , hoje , que atrasa mais na baixa renda o programa de Serra vai de vento em popa na baixa renda.

"OPOSIÇÃO SEM RUMO" E IMPRENSA CORRUPTA PROCURAM ASSUNTO PARA UMA NOVA 'CRISE'.ACEITA-SE SUGESTÕES

"OPOSIÇÃO SEM RUMO" EXPÕE SEU PROGRAMA DE GOVERNO:'DESCULPE,NÃO TEMOS'

Só sabemos dizer que somos contra tudo que Lula fez , faz e fará. Depois da eleição de Dilma Rousseff para presidente(a) do Brasil , o que já damos como certo , seremos contra tudo que ela fez , faz e fará.
Assinado:"OPOSIÇÃO SEM RUMO" para sempre.

A GRANDE NOTÍCIA DE HOJE É QUE O BRASIL SAI DA CRISE DO PIG MAIOR DO QUE ENTROU,TODOS CONCORDAM COM LULA:FOI APENAS UMA 'MAROLINHA'


Um ano depois, Brasil sai da crise mundial maior do que entrou.
Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise global, o otimismo com o País tornou-se consenso.
Fernando Dantas, de O Estado de S. Paulo
RIO - O Brasil saiu da turbulência global maior do que entrou. Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise iniciada com a concordata do Lehman Brothers, em 15 de setembro, o otimismo com o País tornou-se consensual. “O fato de que o Brasil passou tão bem pela crise tinha mesmo de instilar confiança”, diz Kenneth Rogoff, da Universidade Harvard, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para Jim O’Neill, do Goldman Sachs, e criador da expressão Bric (o grupo de grandes países emergentes, Brasil, Rússia, Índia e China), “o Brasil passou por essa crise extremamente bem, e pode crescer a um ritmo de 5% nos próximos anos”.
O crescimento de importância do Brasil e de outras economias emergentes é uma das características do novo mundo surgido com a crise econômica. Para comentar essa e várias outras mudanças, o Estado ouviu oito grandes economistas estrangeiros e brasileiros: Rogoff; O’Neill; Barry Einchengreen, da Universidade de Berkeley; José Alexandre Scheinkman, de Princeton; Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio gestor do Gávea Investimentos; Edmar Bacha, consultor sênior do Itaú BBA e codiretor do Instituto de Estudo de Políticas Econômicas - Casa das Garças (Iepe/CdG); Affonso Celso Pastore, consultor e ex-presidente do BC; e Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.
Pastore observa que a recessão no Brasil foi curta, de apenas dois trimestres, comparada a quatro em países como Estados Unidos, Alemanha e França. Goldfajn nota que há os países que estão saindo da recessão no segundo trimestre e os que estão saindo no terceiro - o Brasil está entre os primeiros, com várias nações asiáticas. “Mesmo no primeiro trimestre, se olhar mês contra mês, há números fortes de crescimento no Brasil”, acrescenta.
Para Goldfajn, a crise foi um teste de estresse para diversos países, no qual alguns passaram, outros não, alguns tiveram nota boa e outros nota ruim. “Acho que o Brasil tirou nota boa, e agora está todo mundo olhando e dizendo ‘esse cara é bom’”, diz Goldfajn.
Uma das principais razões para o sucesso do Brasil em enfrentar a crise, segundo Pastore, é que ela pegou o País com o regime macroeconômico adequado - câmbio flutuante, bom nível de reservas, inflação controlada, superávit primário, dívida pública desdolarizada e caindo em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB). Essa solidez combinou-se com o sistema financeiro capitalizado, pouco alavancado, que estava proibido pela regulação de operar com os ativos perigosos, como os títulos estruturados no mercado americano de hipotecas subprime. “Uma das lições da crise é que países que tinham uma abordagem equilibrada da regulação do mercado financeiro, como Brasil, Austrália, Canadá , não tiveram crise bancária”, diz O’Neill.
A política anticíclica, baseada em corte de impostos e ampliação de gastos públicos, também ajudou, embora esta segunda parte seja criticada pelos efeitos de médio prazo. Para Pastore, os aumentos do funcionalismo e do Bolsa-Família tiveram efeitos contracíclicos, mas “por coincidência”, já que foram decididos antes da crise. “O defeito é que, se fosse política contracíclica mesmo, teria de expandir gastos transitórios, e não permanentes.”
Para a maioria dos economistas, o aumento dos gastos públicos correntes reduz o espaço do investimento, e impede que o Brasil cresça a um ritmo ainda mais forte do que os 4% a 5% que estão sendo previstos. “Não é nem preciso dizer que há um monte de coisas que o Brasil poderia fazer para crescer mais rápido”, comenta Rogoff.
De qualquer forma, o sucesso diante da crise jogou o Brasil no radar dos investidores. “À medida que continuarmos a crescer mais que o mundo, é natural que o País receba um aporte muito grande de investimentos estrangeiros diretos”, diz Pastore, acrescentando que eles aumentaram, mesmo com recessão e queda de lucros nos países que sediam as empresas que investem no Brasil.
A contrapartida dos fluxos de capital é o câmbio valorizado e o déficit em conta corrente, o que significa que o mundo está financiando o Brasil para consumir muito (o que implica poupar pouco) e investir ao mesmo tempo. Segundo Goldfajn, os brasileiros serão um dos povos convocados, junto com os asiáticos, a preencher o espaço deixado pelo fim da exuberância do consumidor americano, atolado em dívidas e necessitado de reconstruir seu patrimônio.

SÃO PAULO EM CHAMAS


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Moradores do Jardim Jaraguá colocaram fogo num ônibus.

ENTREVISTA,VALE A PENA LER:"DÓLAR CARO É UM DOCE VENENO"

http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/621/dolar-caro-e-um-doce-veneno-150470-1.htm

Para Serra, regras do pré-sal não serão definitivas.Serra cogita mudar as regras, caso seja eleito




Para Serra, regras do pré-sal não serão definitivas.
KENNEDY ALENCAR
colunista da Folha Online
O governo Lula proporá nesta semana uma nova Lei do Petróleo. O objetivo é mudar as regras para a exploração de cerca de 70% do petróleo descoberto na camada pré-sal.
Amanhã, segunda-feira, 31 de agosto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende anunciar os projetos do novo marco regulatório para o setor.
A intenção de Lula é aprovar essas regras no Congresso ainda no seu mandato, a fim de carimbar com legitimidade política e jurídica a forma como ele acha que essa riqueza deva ser explorada.
No entanto, o governador de São Paulo, José Serra, tem dito em conversas reservadas que as regras propostas por Lula poderão ser modificadas pelo próximo presidente da República. Ele, Serra, é hoje o principal potencial candidato do PSDB. Aparece como líder em todas as pesquisas sobre a sucessão presidencial de outubro de 2010.
O tucano chega a dizer que, aprovadas as regras propostas por Lula, elas poderiam ser alteradas por medida provisória pelo futuro presidente. Não há decisão tomada, mas Serra cogita mudar as regras, caso seja eleito.
O governador paulista tem simpatia pelo modelo atual, no qual a União, Estados e municípios recebem royalties. Há uma leilão das áreas a serem exploradas, e os vencedores pagam uma parcela ao poder público.
O eixo do projeto de Lula muda a forma de repartir a riqueza. O governo quer ser sócio do óleo cru extraído. É o formato de partilha. A ideia do atual governo é que a União fique com pelo menos 80% do óleo que for retirado dos campos onde há previsões de maior lucratividade e de menor risco. Parece sensato. É o modelo adotado por países que fizeram descobertas da magnitude da brasileira.
Mas é legítimo debater. Tucanos argumentam que a mudança do chamado marco regulatório poderá afugentar investidores privados e deixará a Petrobras com a faca e o queijo na mão. Haverá uma nova estatal para administrar as reservas do pré-sal, mas a extração só poderá ser feita pela Petrobras, de acordo com as regras que serão elaboradas pelo governo.
Ora, é um debate legítimo. O atual governo e o PSDB deveriam expor claramente quais são suas ideias sobre a forma de explorar o pré-sal. O debate está apenas começando do ponto de vista público. Os projetos de Lula vão sair do Palácio do Planalto para chegar ao Congresso Nacional. É uma riqueza imensa que está em jogo. É bom que cada ator político de peso revele suas verdadeiras intenções em relação a ela.
*
Olha o trem
Hoje, não são cobrados royalties sobre a extração de minério. Em Minas, há décadas, enormes composições levam embora a riqueza natural de muitas cidades, que pouco ganharam com a exploração dessa riqueza. Continuam pobres, isoladas, sem benfeitorias.
De dez anos para cá, as mineradoras começaram a reparar parte do impacto ambiental. Apenas começaram. Seria mais do que legítimo cobrar royalties pela extração do minério. O Congresso deveria aprovar um projeto nesse sentido.
Como disse Drummond, "Itabira é apenas um retrato na parede, mas como dói".
*
Briga de foice
Os Estados ditos produtores de petróleo querem manter a maior participação que têm hoje na divisão dos lucros do pré-sal. É legítimo que lutem por isso. Mas é um absurdo imaginar que o óleo nas profundezas a uma distância de 300 km da costa seja mais deles do que do resto do país. Vamos ver se Lula terá a coragem necessária para contrariar os governadores aliados Sérgio Cabral (PMDB-RJ) e Paulo Hartung (PMDB-ES) e o cordial adversário José Serra (PSDB-SP). Todos eles deverão jantar neste domingo, 30 de agosto, no Palácio da Alvorada.
Kennedy Alencar, 41, colunista da Folha Online e repórter especial da Folha em Brasília. Escreve para Pensata às sextas e para a coluna Brasília Online, sobre bastidores do poder, aos domingos. É comentarista do telejornal "RedeTVNews", de segunda a sábado às 21h10, e apresentador do programa de entrevistas "É Notícia", aos domingos à meia-noite.E-mail: kennedy.alencar@grupofolha.com.br

Lula tenta acordo com Estados sobre pré-sal


Lula tenta acordo com Estados sobre pré-sal.
VALDO CRUZ
FERNANDO RODRIGUES
SIMONE IGLESIAS
LETÍCIA SANDERda Folha de S.Paulo, em Brasília
Disposto a alterar a distribuição de royalties na exploração do pré-sal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu chamar os governadores Sérgio Cabral (PMDB-RJ), Paulo Hartung (PMDB-ES) e José Serra (PSDB-SP) para jantar no domingo a fim de tentar chegar a acordo com os principais Estados produtores de petróleo.
Lula considera "injusto" manter a regra atual de distribuição dos royalties no caso dos campos do pré-sal ainda não leiloados e insistirá na sua mudança. Entende, porém, que será preciso dar um tipo de compensação aos Estados produtores, até por motivos políticos.
Até ontem, Cabral e Hartung haviam confirmado presença no jantar. Serra, ainda não. O governador do Rio deixou claro que sua posição continua sendo contrária à ideia de Lula e defende até o adiamento do anúncio das novas regras sobre a exploração do pré-sal, agendado para segunda-feira.
"Acho que essa construção foi feita entre quatro paredes de uma maneira... Eu contei isso para ele [Lula]. Ele me perguntou: "Mas ninguém te apresentou o projeto?". Eu falei: "Não". Não tenho condições de comparecer a um evento em que eu não conheço o projeto."
A intenção de Lula é pacificar o entendimento entre a União e Rio, Espírito Santo e São Paulo e enviar um projeto específico sobre royalties ao Congresso.
A equipe de Lula chegou a sugerir que o governo não fizesse nenhuma proposta sobre royalties, deixando o debate para o Congresso. Essa posição, contudo, estava sendo abandonada pelo risco de criar um "vácuo", fazendo o governo perder o controle sobre as discussões a respeito do tema.
Nos últimos dias, Lula tem dito a assessores que entende a reclamação dos governadores. Como haverá eleição em 2010, há uma necessidade de os políticos sustentarem um discurso em defesa de seus Estados. Não podem ser acusados de estarem se curvando à Presidência.
Sobretudo no caso do Rio, o atual governador é candidato à reeleição e seus adversários vão atacá-lo se o Estado não for bem atendido na divisão dos royalties do petróleo. Na avaliação de Lula, é necessário encontrar uma saída técnica que dê aos governadores sustentação para um discurso político aceitável em 2010.
Pela regra atual, dos 10% de royalties cobrados na produção de petróleo em campos no mar, sete pontos percentuais são destinados aos Estados e municípios, sendo que a maior parte (6,125 pontos percentuais) fica com os considerados produtores de óleo.
Cabral e Hartung estão sugerindo que essa divisão possa ser modificada, mas que os Estados e os municípios produtores fiquem com pelo menos 40%, equivalente a quatro pontos percentuais. O governo não concorda com esse percentual e negocia um valor menor.O governo, até aqui, já desistiu pelo menos de reduzir a alíquota dos royalties de 10% para 5%. E já avisou também que nos casos dos campos do pré-sal já leiloados as regras atuais de distribuição serão mantidas sem modificação.
Hoje, os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Edison Lobão (Minas e Energia) terão nova reunião para debater o tema. A ideia é tentar fechar um acordo antecipado com os governadores, para garantir a presença de Cabral e Hartung no evento de segunda-feira.
Ontem, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o presidente disse que é "questão de honra" criar o fundo com recursos provenientes de parte dos lucros do pré-sal. "Se a gente pulverizar o dinheiro, ele vai entrar no ralo do governo e não vai produzir nada. Queremos carimbar o que a gente vai fazer, sem permitir que meu amigo Guido Mantega [Fazenda] venha contingenciar."
Segundo ele, os recursos serão carimbados para a educação, ciência e tecnologia e combate à pobreza, "três coisas sagradas para tirarmos o país da situação em que se encontra".
Lula afirmou que discorda dos que acham que as regras do petróleo não podem ser mudadas. Ele disse que todos os países que descobriram mais reservas mudaram suas leis.
Colaborou a Sucursal do Rio

ATÉ QUE ENFIM O SOCIÓLOGO MALUCO ESCREVEU ALGUMA COISA QUE PRESTE


Marcos coimbra

Sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi


Com apenas cinco eleições, estamos longe de poder falar em regras, pois os casos concretos são sempre poucos. Ninguém consegue diferenciar uma regra de uma simples coincidência.

No debate político, surgem, de vez em quando, teses sobre as eleições que têm cara de verdade, mas que resistem mal ao teste da comprovação. Elas aparecem sabe-se lá o porquê e ocupam a atenção por alguns momentos. Como não se sustentam em nada, ficam voando por aí e logo vão embora. Nesta semana, tivemos um exemplo delas. Não é uma tese original, mas não tinha sido ainda aplicada à eleição presidencial de 2010. Fez, então, seu debute nas discussões sobre o que vai ocorrer na escolha do sucessor de Lula. É uma tese que, no geral, não faz qualquer sentido. Segundo ela, quem lidera as pesquisas a um ano de uma eleição termina por vencê-la. Como? Mas não são dezenas os exemplos que desconfirmam essa regra? Não temos casos e mais casos de candidatos que estavam muitíssimo bem quando faltava um ano para uma eleição e terminaram derrotados? Em todos estados e grandes cidades, existe pelo menos uma candidatura que passou por esse tipo de sobe e desce. Quem não se lembra de Paulo Maluf e de tantos outros candidatos de desempenho semelhante? Na verdade, o que vimos nesses dias foi uma versão adaptada da tese. Não que, em toda e qualquer eleição, aconteça de o candidato que lidera as pesquisas a um ano de sua realização terminar ganhando-a. Apenas nas eleições presidenciais. Com essa especificação, a tese fica mais verossímil. Como são tão poucas as eleições presidenciais que fizemos neste Brasil de hoje, apontar um ou dois exemplos já parece suficiente para considerar demonstrada qualquer tese sobre elas. Na formulação em que circulou, teríamos que Serra vai ganhar a eleição de 2010 por estar hoje na frente nas pesquisas de intenção de voto, como foi o caso de Fernando Henrique em 1998 e de Lula em 2002. Se os dois lideravam as pesquisas em 1997 e em 2001, respectivamente, e venceram no ano seguinte, deduzir-se-ia que Serra vai ganhar em 2010, pois lidera em 2009. Esse é um exemplo dos muitos males que a falta de maior experiência democrática pode trazer a um país. Com apenas cinco eleições, estamos longe de poder falar em regras, pois os casos concretos são sempre poucos. Ninguém consegue diferenciar uma regra de uma simples coincidência. Quem olhar para as nossas eleições à procura de argumentos em favor dessa tese vai ter, no entanto, uma tarefa difícil. Senão, vejamos. Em 1988, a um ano da eleição que Collor venceu, ele mal existia nas pesquisas. Em dezembro, suas intenções estimuladas de voto eram de 7% e ele estava em sexto lugar. As de Lula, 11%. Como todos lembram, os dois fizeram o segundo turno em 1989. A um ano da eleição seguinte, quem liderava todas as pesquisas era Lula, seguido por Sarney. Ainda em maio de 1994, Lula alcançava 42%, ficando Fernando Henrique com 16%. Quem ganhou aquela eleição no primeiro turno? Indo para 2001, é fato que Lula liderava as pesquisas e que venceu no ano seguinte. Não nos esqueçamos, porém, que Serra tinha, em outubro daquele ano, 6% e estava em quinto lugar. Foi ele quem disputou com Lula o segundo turno. Quatro anos mais tarde, com Lula na Presidência, era Serra quem liderava. Em dezembro de 2005, Serra tinha 36% e Lula, 29%. Um ano depois, Serra nem se candidatou e Lula venceu. Resta 1998, o ano que confirmaria a “regra” de um só caso. Nela, aconteceu de o líder que sempre esteve na frente, depois que foi aprovada a reeleição, vencer, seguido de quem sempre esteve em segundo lugar. Por enquanto, o máximo que podemos dizer é que não temos regras em nossas eleições presidenciais. Já tivemos de tudo: quem liderava um ano antes perder, vencer no primeiro turno, apenas no segundo ou nem ser candidato. A respeito de 2010, quem tem juízo acompanha prudente os acontecimentos. Quem diz que sabe o que vai acontecer apenas explicita o que gostaria que os fatos fossem.

Estado de São Paulo,governado por Serra,registra recorde de roubos

Estado de São Paulo registra recorde de roubos.
Agência Estado
No primeiro semestre do ano, o Estado de São Paulo registrou 130 mil casos de roubo. Trata-se de um recorde nas estatísticas.

13º injeta R$ 81 bi no mercado

13º injeta R$ 81 bi no mercado.
Aumento da massa salarial, pagamento da primeira parcela e demanda por crédito para antecipação reforçam essa estimativa.
Victor Martins

O mercado brasileiro deve receber uma injeção de ânimo de R$ 81,1 bilhões até o fim do ano. Mesmo em meio à crise, o volume de recursos do 13º salário deve superar em até 4% o registrado em 2008, prevê a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Serão R$ 3,1 bilhões a mais que no ano passado. Com dinheiro no bolso, o consumidor deve optar por comprar mais em vez de quitar débitos, avaliam especialistas. Sem medo de perder o emprego, o brasileiro tem trocado empréstimos pessoais e outros financiamentos mais caros pela antecipação do 13º. Somente o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal esperam superar em mais de 50% o volume de crédito nessas operações em 2009. Os sinais de recuperação da economia deixaram o brasileiro mais confortável para buscar crédito. O empréstimo por antecipação de 13º salário registrou alta na demanda e somente o Banco do Brasil contratou R$ 266 milhões dessa modalidade de financiamento no primeiro semestre — valor 59,5% superior ao de igual período em 2008. A Caixa Econômica Federal (CEF) também obteve incremento de 60% no semestre, quando fez R$ 7 milhões em contratos de antecipação. Levantamento feito pelo Correio mostra que entre quatro segmentos de crédito, a antecipação do 13º tem as taxas mais baratas.

sábado, 29 de agosto de 2009

CINQUENTA E UMA MULHERES NO PAC DO MORRO DO ALEMÃO




Canteiro cor de rosa.


Cinquenta e uma mulheres trabalham nas obras do PAC no morro do Alemão.
Elas trocaram o vestido, o salto alto e a maquiagem por um uniforme nada atraente: calça e camisa azul larga no corpo, capacete, luvas e óculos de proteção. Mas não se arrependeram nem um pouco. Cinquenta e uma mulheres que atualmente trabalham nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no Complexo do Alemão, decidiram meter a mão na massa e invadir um universo quase que exclusivamente masculino. Mas sem perder a ternura nem a vaidade. Por isso, não surpreendeu a ninguém quando o local em que elas trabalham, na subida do Morro do Adeus, ganhou o apelido de canteiro cor-de-rosa. — A gente é mulher, não dá para negar. Eu, por exemplo, não abro mão do cabelo solto e da maquiagem — afirma Cristiane Dionísio da Costa, de 24 anos. Ela fez a inscrição para trabalhar nas obras de olho numa vaga de faxineira. Não sabe como foi parar no meio das tábuas, cimento e martelos, mas decidiu encarar o desafio. Passou por um curso de capacitação e, há três meses, desenvolve as funções de pedreira e armadora:
Quando o assunto são os olhares que recebe dos companheiros de trabalho, a mulata de sorriso fácil solta uma gargalhada.
— Você precisava ver no primeiro dia. Cheguei aqui de calça branca justa, blusa decotada e salto bem alto. Eles assobiavam e diziam que eu não ia aguentar o trabalho. Mas logo mostrei que dou conta do recado — lembra. Quem pensa que as mulheres não pegam no pesado, está enganado: elas viram massa e operam máquinas como o martelete (uma espécie de britadeira de menor porte). Segundo o chefe da equipe feminina do PAC, Marcos Antônio de Almeida Souza, de 37 anos, a única restrição imposta a elas é quanto ao peso que devem carregar: — Mas isso apenas por causa da limitação física. Peço que carreguem menos material por causa da estrutura física, mais frágil que a dos homens. No mais, as meninas são até mais competentes. O acabamento que elas fazem, por exemplo, é mais caprichado.

SERRA PARA PRESIDENTE DE SÃO PAULO.JÁ QUE OS PAULISTAS GOSTAM TANTO DE SERRA QUE FIQUEM COM ELE PARA SEMPRE


BRASIL SOB CENSURA DO JN

ONTEM FOI NEGADO,PELO JN,AOS TELESPECTADORES QUE ASSISTEM A TV ABERTA A FALA DE LULA NA UNASUL.RETIRARAM O QUE PODERIA MOSTRAR A FORÇA DO BRASIL


O JN é um jornal antidemocrático. O Brasil está sob censura.

GLOBO TORTURA ANIMAIS POR AUDIÊNCIA,DIZ PROTESTOS











VEJAM O QUÊ FOI NEGADO PELO JN

Escondidinho no portal Terra:Reservas internacionais vão a US$ 214,957 bilhões

CASO A OPOSIÇÃO VENÇA AS ELEIÇÕES DE 2010,O SEU PROGRAMA DE GOVERNO SERÁ CONTINUAR A INVENTAR CRISES JUNTO COM A NOSSA QUERIDA IMPRENSA?

ENQUANTO ISSO,NO MUNDO REAL,LULA DÁ CONTINUIDADE AO CRESCIMENTO DO BRASIL

Governo aumenta capital social do BNDES para R$ 20,2 bilhões.
Agência Brasil
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) conta, a partir de agora, com capital social de R$ 20,279 bilhões, de acordo com o Decreto Presidencial 6.951, publicado no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (28/8).
O aumento, de R$ 4,4 bilhões, será efetivado por transferências de ações da União nas empresas Vale, Eletrobrás, Petrobras, Tractebel, Embraer, Oi/Telemar e Braskem, tão logo o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal do banco se pronunciem a respeito.O decreto autoriza o resgate de cotas do Fundo Garantidor de Parcerias Público Privadas (FGP), mediante a retirada de ações das empresas nas quais a União tem participação minoritária. O valor das ações a serem transferidas será calculado pela média ponderada de suas cotações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) relativamente aos pregões realizados ente os dias 1º e 21 deste mês.É a segunda vez em apenas dez dias que o governo promove aumento de capital social no BNDES. No último dia 18, o capital do banco havia sido elevado para R$ 15,879 bilhões.

SEGUINDO ORIENTAÇÃO DO PSDB,SERRA E YEDA ATACAM OS POBRES E OS SEM-TERRA




Governo gaúcho confirma que PM disparou contra sem-terra.
Márcio Vaqueiro/Agência RBS/AE

A Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul confirmou ontem que foi um policial militar que disparou o tiro de espingarda calibre .12 que matou o sem-terra Elton Brum da Silva durante operação de desocupação da Fazenda Southall (foto), em São Gabriel, em 21 de agosto. Apesar de conhecida das autoridades, a identidade do soldado será mantida em sigilo até o fim do inquérito policial militar instaurado para apurar o caso. As informações foram repassadas aos jornalistas pelo secretário da Segurança Pública Edson Goulart, em entrevista coletiva. O coronel João Carlos Trindade, comandante da Brigada Militar, disse que a tropa estava orientada a usar somente munição não letal, indicando que a iniciativa de disparar chumbo foi do próprio soldado. Na operação, cumprindo mandado judicial de reintegração de posse, 300 PMs cercaram 270 sem-terra que mantinham uma área da propriedade rural sob ocupação havia nove dias e forçaram o grupo a deixar o local.

ENQUANTO ISSO,NO MUNDO REAL,LULA DÁ CONTINUIDADE AO CRESCIMENTO DO BRASIL.MAIS OPORTUNIDADES DE TRABALHO

Trabalho
3,7 mil vagas no Executivo federal.
INSS oferece 3 mil cargos. O maior salário, porém, está no Ministério do Trabalho: R$ 13 mil
Letícia Nobre Para os peritos médicos são 1 mil vagas, com remunerações de R$ 2.875,16 a R$ 5.750,31.
Boa notícia para os concurseiros: as demandas de concursos públicos para 2010 no âmbito do Executivo federal estão chegando ao Ministério do Planejamento. O Ministério do Trabalho, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já encaminharam os pedidos de postos. No total, há 3.716 cargos de níveis médio e superior, com remuneração de até R$ 13.067. A maioria das vagas será destinada à substituição de terceirizados irregulares. A solicitação mais forte, de 3 mil vagas, vem do INSS: 1 mil para peritos médicos (1)e 2 mil para analistas e técnicos administrativos. Os últimos concursos para esses cargos ocorreram em 2006 (para peritos) e 2008 (para analistas e técnicos), e os prazos de validade vencem em 2010. Em 2006, foram selecionados 1,5 mil peritos médicos para todos os estados brasileiros e para o Distrito Federal. A Fundação Carlos Chagas organizou o concurso à época. Para a jornada semanal de 20 horas, a remuneração inicial é de R$ 2.875,16; para 40 horas, R$ 5.750,31. No ano passado, foram mais de 2 mil vagas para analistas e técnicos administrativos. Nesse caso, os salários foram de R$ 1.755,55 ao cargo de nível médio, e R$ 2.137 ao de nível superior. Auditor do trabalho A última vez que o Ministério do Trabalho lançou concurso para auditor fiscal do trabalho foi há três anos. Na época, ocorreu seleção para 200 vagas, e a Escola de Administração Fazendária (Esaf) foi escolhida como organizadora. Atualmente, a remuneração do cargo é bem atraente: R$ 13.067. O pedido encaminhado pelo MTE para o Planejamento solicita 520 postos para essa função. Os aprovados e nomeados desse concurso vão substituir terceirizados contratados de forma irregular, obedecendo o compromisso firmado com o Ministério Público do Trabalho, que prevê a troca de mais de 12 mil funcionários irregulares por concursados na administração pública federal. Agência reguladora A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também encaminhou um pedido para o Ministério do Planejamento. São 196 vagas para especialista em regulação (135), analistas administrativos (29) e técnicos administrativos (32). O último concurso para especialista foi em 2004, quando foram preenchidas 580 vagas. Cerca de 100 técnicos e analistas foram selecionados em 2007 pelo Cespe/UnB. As agências reguladoras têm atraído muitos candidatos, entre outros fatores, por oferecer remunerações bem atrativas. Hoje, os especialistas ganham R$ 9.378, analistas recebem R$ 8.955,20, e técnicos, R$ 4.548,47. 1 - Laudo Os peritos médicos do Instituto Nacional do Seguro Social são profissionais responsáveis por emitir laudos para concessão de benefícios previdenciários como aposentadorias, auxílios em caso de doenças, acidente ou reclusão. Há duas modalidades de dedicação ao cargo no órgão: jornada de 20 horas ou de 40 horas.

O BLOG APOSENTADO INVOCADO NÃO ESCONDE A VERDADE,MESMO QUE O ELOGIO SEJA PARA A OPOSIÇÃO

Visão do Correio
Transporte pirata nunca mais.
O transporte público é, sem dúvida, um dos grandes problemas que atormentam a população do Distrito Federal. Velha e com manutenção precária, boa parte da frota deixa de cumprir o papel para o qual existe. Não obedece a horário regular nem a periodicidade definida. Ao contrário. Atrasos fazem parte da rotina de motoristas e passageiros. Não raro o ônibus para em decorrência de falhas mecânicas. Abandona homens, mulheres e crianças no asfalto à espera de outro veículo que não tem pressa de chegar. Ao lado da precariedade do sistema (ou por causa dele), convive a pirataria. As próprias concessionárias do sistema criam linhas fantasmas ou rodam em itinerários de outras empresas sem a permissão do governo. A Viplan encabeça as fraudes, com 15 linhas criadas por conta própria. Seguem-na cinco empresas também adeptas da contrafação. No total, são 22 linhas. A desenvoltura com que atuam fica escancarada no número de autuações. Este ano, fiscais emitiram 988 notificações de conduta ilegal referentes a essas irregularidades. As multas alcançam os R$ 20 milhões. Ocorre, porém, que a punição não significa freio no abuso. Assessorados por bons advogados, os responsáveis recorrem a todas as instâncias da Justiça para não desembolsar o valor da pena. Sem castigo efetivo, fica a impressão de impunidade. E, claro, a continuação da atividade ilícita. A conta cai nos ombros do usuário. Sem alternativa, adultos e crianças pagam caro por um serviço ruim e inseguro. Desnecessário frisar que se impõe colocar um ponto final no drama cujo enredo pode assumir traços de tragédia. O Governo do Distrito Federal já deu mostras de determinação e capacidade de vencer males crônicos do transporte público. Depois de acirrada disputa judicial, o GDF cassou as permissões das vans do Sistema de Transporte Alternativo (STA). Os veículos, que punham em risco a vida de passageiros, motoristas e pedestres, deixaram de circular pelas vias da capital e de disputar usuários com os ônibus tradicionais e os micro-ônibus que passaram a complementar o sistema de transporte legal. Paralelamente, o governo atacou outra frente. Determinou a renovação de parte da frota cuja idade ultrapassava o limite permitido. A legislação estipula que, ao completar 7 anos de vida, o ônibus seja retirado de circulação. A Viplan, que ignorou a ordem, perdeu 160 linhas, assumidas por outras empresas por meio de licitação. É hora, agora, de lutar contra nova frente — concessionárias do sistema que jogam em dois times: o legal e o pirata. Não há compatibilidade entre os dois.

CALMA QUE O BRASIL É NOSSO 2


Calma que o Brasil é nosso – 2
Há um mês, quando saíram os resultados das contas públicas, em junho, escrevi um texto com o título “Calma que o Brasil é nosso”. Agora, com a divulgação dos números de julho, piores do que os de junho, meu texto se chamará “Calma que o Brasil é nosso -2”.
Com o resultado de julho, o superávit primário, que abriu 2009 em 3,2% do PIB, recuou para 1,76%, sendo que a meta para o ano é de 2,5% (ou 2% do PIB, se o governo abater da meta o chamado “projeto piloto de investimento – PPI).
O déficit nominal, que não tem meta e começou o ano em volume equivalente a 2,5% do PIB, alcançou, em julho, 3,35%. E a dívida pública líquida avançou de 41,4% do PIB, em janeiro, para 44,1%, no mês passado.
Parece que o Brasil vai desabar e tem um tipo de gente que garante que vai. São aqueles para os quais os gastos públicos estão, a cada momento, sempre alguns pontos percentuais acima do que deveriam estar. Mas, acalmem-se, não é bem assim e, diferentemente de outros tempos, as contas públicas continuam sob controle.
Os que andam se descabelando com o avanço dos gastos e a contração da arrecadação parecem viver no mundo da Lua, onde, possivelmente, não está em curso uma crise global de devastadoras consequências. Ou, pelo menos, concordam com o presidente Lula, para quem a crise não foi mais do que uma marolinha. Não é preciso mais do que um mínimo de bom senso para entender a impossibilidade de manter, no meio do furacão, metas e números fiscais anteriores à crise.
Com toda a necessidade de gastar mais e a inevitabilidade de arrecadar menos, típicas de situações de crise aguda como a atual, ainda assim as projeções não apontam para tempestades fiscais. O superávit primário deverá ficar nas vizinhanças da meta (com 1,5% do governo central e 1% de estados, municípios e estatais) e o déficit nominal, mesmo com o aumento dos gastos com juros em torno 5% do PIB, abaixo de 3%.
É um resultado mais do que razoável em si mesmo e escandalosamente bom, se comparado com o resto do mundo. Só para dar uma idéia: nos Estados Unidos, o déficit está em 13%, na Inglaterra em 14% e na média da Europa acima de 10%.
Será que não estão querendo demais?

SENADOR PEDRO SIMON CRITICA JUSTIÇA SOBRE PALOCCI E SARNEY E ESQUECE DE SUA AMIGA YEDA CRUSIUS


'No Brasil não se apura nada', afirma Simon sobre Palocci.
Em palestra para estudantes de direito, senador também lamentou absolvição de Sarney no Senado
Roberto Almeida, de O Estado de S.Paulo
ANTONIO MILENA/AE
O senador Pedro Simon, em debate no Largo de São FranciscoSÃO PAULO - O senador Pedro Simon (PMDB-RS) resumiu nesta sexta-feira, 28, com uma frase, o arquivamento das denúncias contra o deputado Antonio Palocci (PT-SP), no Supremo Tribunal Federal (STF), e contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), no Conselho de Ética da Casa. "Ficou provado que no Brasil não se apura nada", afirmou.
Simon esteve em São Paulo, onde participou de evento organizado por estudantes da Faculdade de Direito do Largo São Francisco da Universidade de São Paulo (USP), no centro da cidade.
Respondendo a perguntas dos alunos e professores, o senador gaúcho foi provocado e respondeu no mesmo tom. "Se houvesse movimento da sociedade, duvido que o Sarney não teria renunciado", desafiou.
Questionado sobre o que seria necessário fazer para "reverter o problema da impunidade no País", avisou que é preciso uma manifestação de "fora (do povo) para dentro (do Congresso)".
De acordo com ele, esta seria a única saída possível. "Se Jader (Barbalho) e Renan (Calheiros) renunciaram e não aconteceu nada, com Sarney é que não vai acontecer nada mesmo", lamentou.
Simon lembrou dos recentes casos de corrupção na Inglaterra, em que os deputados foram punidos. Recordou da Operação Mãos Limpas, que resultou em cassações na Itália. E sublinhou que no Brasil ninguém é julgado. "Porque de dentro do Congresso e do Supremo Tribunal Federal não vai sair nada. Do presidente Lula não vai sair nada. E não adianta destituir o Conselho de Ética, porque o STF acaba arquivando tudo", observou.
Um único momento de descontração surgiu durante o encontro, que durou 3 horas, quando Simon recebeu a informação de seu assessor que a representação do PSOL no STF, que pretende garantir a tramitação do recurso contra o arquivamento das denúncias contra Sarney, será relatada pelo ministro Joaquim Barbosa. "Boa notícia, acho que vamos ganhar", sorriu.
PMDB e Marina
"O comando do PMDB se vende para quem pagar mais", disse Simon, sobre a eleição presidencial do ano que vem. "O PMDB vai mamar nos braços de quem ganhar", anotou, referindo-se à candidatura petista da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e à candidatura tucana ainda não definida entre os governadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG).
O senador gaúcho, que não poupou críticas a seu próprio partido, logo foi perguntado por qual motivo não deixava a legenda. "Porque eu represento o antigo MDB", afirmou, resignado.
Empolgação sobre 2010 apenas com a possível candidatura da senadora Marina Silva (sem partido-AC) pelo Partido Verde. Para Simon, ela "dá outro caráter para a disputa" e "vai mudar o tom da campanha". "Sai de cena o conteúdo do qual o povo já está de saco cheio", disse.
A ressalva, porém, parte do comando do PV. O deputado Zequinha Sarney (MA), filho do presidente do Senado, preside a legenda e foi lembrado por Simon.
"A gente acha que o Sarney nasceu com aquilo virado para a lua, mas não. A lua está no lugar daquilo dele, porque o Zequinha está no PV", afirmou o senador gaúcho, arrancando aplausos e risos dos estudantes.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

VEJAM NO BLOG ONI PRESENTE POSTAGENS IMPERDÍVEIS SOBRE SERRA E OS SENADORES DO PT

http://blogdoonipresente.blogspot.com/2009/08/sao-paulo-pega-fogo-nas-favelas-e.html
Desocupações tucanas revelam a selvageria do capital

IMPERDÍVEL NO BLOG OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

Enquanto a oposição ociosa atrapalha com arruaças, o governo Lula trabalha
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2009/08/dilma-x-serra-um-exemplo-na-habitacao.html

No mundo pós- 11 de Setembro, mercenários ganham licença para matar.E,agora,os EUA querem matar sul-americanos

No mundo pós- 11 de Setembro, mercenários ganham licença para matar.
Rémy Ourdan
Mata-se muito no mundo pós-11 de Setembro. A Al-Qaeda e os jihadistas matam e são mortos. Os norte-americanos e seus aliados matam e são mortos. Afegãos e iraquianos, mortos às dezenas de milhares nos últimos anos, são os principais a sofrer com esses confrontos. Mata-se com um kamikaze solitário ou um exército de 100 mil homens. Mata-se abertamente, e mata-se às escondidas.A Al-Qaeda decretou que sua missão era matar "judeus e cruzados", libertar o mundo dos "infiéis". Uma licença para matar foi dada a todo "bom muçulmano" que quisesse participar do combate.
John Gillette, militar norte-americano, observa picape do Exército afegão durante patrulhaDiante dos jihadistas, países entraram em guerra. Os Estados Unidos, atacados em seu território em 2001, assumiram a frente da luta antijihadista. Com um apoio internacional inicialmente unânime, contra a Al-Qaeda e o Taleban afegão, e depois de forma cada vez mais contestada, no Iraque e hoje no Afeganistão.Descobre-se que, nesta guerra, Washington deu uma licença para matar a homens que não são nem soldados, nem policiais, nem de nenhuma maneira agentes a serviço do Estado. A CIA autorizou, por contrato, uma sociedade de mercenários, a Blackwater USA, a matar jihadistas. Uma das questões levantadas é simples: quem tem o direito de matar em nome dos EUA?Blackwater é uma empresa militar privada criada por um ex-membro dos Navy Seals, Erik Prince. Ele pertence ao movimento dos falcões republicanos e dos cristãos conservadores e reivindica a ideia de uma "cruzada" norte-americana e cristã contra o islamismo. Multimilionário graças à "guerra contra o terrorismo", Prince subiu, sem nenhuma função oficial, até os níveis superiores do poder em Washington, assinando contratos secretos para "black operations" (operações secretas) conhecidas somente de Bush, Cheney, Rumsfeld e chefes de serviços de inteligência. Prince e os "soldados" da Blackwater se tornaram um dos braços armados dos EUA em guerra. Mercenários que compartilham da mesma ideologia que seus patrocinadores.Ainda que esse programa secreto tenha sido interrompido, a atitude da administração Obama em relação à Blackwater e outras empresas militares ainda não está clara. Foram assinados contratos em 2009 para a proteção de diplomatas e chefes militares americanos.Outras democracias ocidentais, aliadas dos Estados Unidos, estão quietas. Da mesma forma que elas se calavam a respeito da "terceirização" da tortura, elas se calam sobre a terceirização do assassinato.Muitos valores foram escarnecidos, e muitos pontos de referência foram perdidos desde o 11 de setembro, e o recurso a mercenários é certamente um fenômeno tão antigo quanto a história das guerras. Entretanto, um dia será preciso reafirmar quem, em uma guerra, tem o direito de matar o inimigo. Pode a mítica "License to kill", geralmente reservada a agentes secretos e a soldados em missão, ser confiada a matadores profissionais, por um punhado de dólares?

Tradução: Lana Lim

Sul-americanos se preparam para o confronto que virá

Unasul quer que Obama esclareça presença de tropas americanas na Colômbia.
Em Bariloche (Argentina)
Os chefes de Estado da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), reunidos nesta sexta-feira em Bariloche, pediram que o presidente Barack Obama esclareça seu acordo militar com a Colômbia que implica a presença de tropas dos Estados Unidos em território sul-americano.
Brasil, Argentina, Equador e Peru foram as nações que pediram com mais ênfase explicações sobre os alcances desse acordo, e o presidente Luiz Inacio Lula da Silva chegou a requisitar polidamente a seu colega colombiano, Alvaro Uribe, garantias de que as operações ficarão limitadas a seu território."Respeitamos a soberania de cada país. Mas queremos nos resguardar, seria importante que no tratado existam garantias jurídicas ou um foro internacional em relação a isso", afirmou Lula em sua intervenção no encontro realizado no Hotel Llao Llao.
"A existência dessas garantias", afirmou o presidente brasileiro, "implicaria a presença de instrumentos que nos assegurem que a presença militar dos Estados Unidos é algo específico ao territorio colombiano. Porque o acordo não proíbe isso. E o que não proíbe algo, o permite".A Colômbia, por sua vez, reafirmou que o uso de tropas estrangeiras é um ato soberano.Já Rafael Correa, presidente do Equador e presidente pro tempore da Unasul, apresentou uma moção para pedir explicações a Obama e ao Pentágono em uma próxima cúpula.Lula recordou que já falou com o presidente Obama sobre esta questão e explicou a ele o nível de sensibilidade que existe em torno do acordo com a Colômbia e sua repercussão na região."Disse ao presidente Obama que era importante que possamos discutir estas questões, talvez de forma paralela à Assembleia da ONU. Mas há problemas de agenda. Eu creio que devemos ter uma boa discussão com o presidente Obama sobre o papel dos Estados Unidos na região", enfatizou.Obama descartou um convite de Lula para assistir o encontro ao assinalar que conversará com ele na próxima cúpula do G20 em Pittsburg, mas a Casa Branca enviou na última semana um enviado para transmitir mensagens tranquilizadoras ao Brasil, Argentina e Uruguai.
O encontro a portas abertas durou mais de cinco horas, durante as quais o Equador, a Venezuela e a Bolívia mantiveram sua postura mais radical, de total recusa à presença militar americana.Mas os governos mais moderados, como Chile, Paraguai e Peru também deixaram claro que é preciso uma transparência nos assuntos de segurança, num momento em que a Colômbia abre sete de suas bases a tropas americanas, quando o gasto da defesa regional superou os 50 bilhões de dólares anuais."Acho que é uma boa oportunidade de colocar as cartas na mesa e dizer do que se trata este acordo com os Estados Unidos, de que bases ou apoio estamos falando, que presença é essa", afirmou o presidente peruano Alan García.Uribe esteve naturalmente no olho do furacão e, em uma de suas inúmeras intervenções, disse que o "acesso dos Estados Unidos para ajudar a Colômbia na luta contra o narcoterrorismo se faz sem renunciar à soberania nem um milímetro de seu território".Um primeiro indício de consenso foi demonstrado na abertura da sessão de trabalho, quando a presidente anfitriã, a argentina Cristina Kirchner, pediu que se fixe uma doutrina comum frente à instalação de bases de um país alheio à região.Já o presidente venezuelano Hugo Chávez insistiu em sua retórica já conhecida e denunciou que o uso de bases militares na Colômbia faz parte de uma estratégia global de guerra idealizada pelos Estados Unidos."A estratégia global de dominação dos Estados Unidos é a razão pela qual estão instalando essas bases na Colômbia", disse Chávez.Mas Chávez defendeu a proposta de seu colega brasileiro de que a cúpula deveria ter sido realizada na presença de Obama.A onda de preocupação também foi acompanhada por estatísticas sobre gastos militares na região, em que o Brasil está comprando da França submarinos - um deles nuclear - e renova seus caças, enquanto que a Colômbia recebe a maior ajuda militar dos Estados Unidos depois de Israel e Egito.A Bolívia, apesar de estar mergulhada na pobreza, investe 100 milhões de dólares em sua segurança e a Venezuela gastou 4,4 bilhões de dólares em aviões, helicópteros e fuzis.

É DIFICÍLIMO PARA A IMPRENSA CORRUPTA E A "OPOSIÇÃO SEM RUMO" COMPARAR O AMOR QUE O POVO SENTE POR LULA COM O ÓDIO DE SERRA PELO POVO BRASILEIRO




Maioria dos ministros do STF rejeita denúncia contra Palocci.A imprensa golpista vai pedir desculpas ao Ministro?


Basta ser contra alguém do governo Lula e a imprensa brasileira , essa nossa amiga e companheira , condena. Foi , assim , com a Denise Abreu e com a Secretária Lina Maria Vieira.
No fim , as pessoas ficam com sua reputação manchadas e a mídia continua fazendo novos ataques à outras pessoas ou às mesmas e a conta é debitada na liberdade de expressão. Liberdade pressupõe responsabilidade , o que não existe na imprensa corrupta , golpista e racista brasileira.

Gestão de Lina Vieira na Receita arrecadou menos que anterior

Gestão de Lina Vieira na Receita arrecadou menos que anterior.
Deco Bancillon
A Receita Federal divulgou nesta quinta-feira (27/8) um estudo mostrando que houve queda na arrecadação de grandes contribuintes no primeiro semestre de 2009 com relação a igual periodo de 2008 - época em que a ex-secretária do órgão Lina Maria Vieira ainda não estava à frente do Fisco.
De acordo com a Receita, entre janeiro e julho de 2008, quando Lina não coordenava a arrecadação, houve investigação de 1.058 grandes contribuintes, e as autuações renderam R$ 22.297.996.108,85. Em igual período deste ano, já sob a gestão de Lina Vieira, houve maior número de investigações (1.194 grandes contribuintes), mas o volume arrecadado caiu para R$ 16.069.191.542,90. Em valores nominais, houve queda de R$ 6,228bilhões. Na margem, a arrecadação a grandes contribuintes despencou 27,9%. O dado ganha mais força quando se ressalta que no primeiro semestre de 2008, houve greve de auditores da Receita Federal, o que diminuiu o número de multas e de fiscalizações. "O que nós queremos mostrar é que essa história que a Lina vem propagando de ter sido demitida por fiscalizar grandes contribuintes é uma grande mentira. E que o real motivo da demissão dela foi pura e simplesmente a ineficiência", contou ao Correio um auditor do alto escalão da Receita Federal.

Vejam matéria do blog onipresente:
http://blogdoonipresente.blogspot.com/2009/08/quando-lina-nao-era-uma-heroina.html

Cartão vermelho à gastança do Senado


Cartão vermelho à gastança do Senado.

Daniela Lima
Bruno Peres/CB/D.A Press
Há meses imobilizado em um atoleiro político, o Senado é incapaz de interromper o vício perdulário com o dinheiro público. Nos 18 dias de atividade em julho, antes do recesso parlamentar, a Casa desembolsou R$ 6,4 milhões com horas extras. O valor corresponde a 70% da maior despesa já efetuada com esse tipo de pagamento — R$ 9,4 milhões em abril. Os gastos do Senado com horas extras até agosto de 2009 já superam os valores depositados nos anos de 2004 e de 2005.

ESSA É A COMPANHIA QUE SERRA QUER TRANSFORMAR EM PETROBRAX E VENDER PARA OS AMIGOS

Pré-Sal.
Abimaq reforça nacionalizaçãoFabricantes de máquinas querem que Petrobras seja obrigada a cumprir percentual mínimo de encomendas de equipamentos nacionais
Steferson Faria/Agência Petrobras/Divulgação - 27/8/08
Plataforma 34: empresários tentam fazer com que a indústria brasileira tenha preferência de fornecimento.
O setor de máquinas quer garantir uma fatia nas vendas de equipamentos do pré-sal. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, disse ontem que o setor está negociando a fixação de um percentual de aquisição de equipamentos nacionais que atenderão a Petrobras na exploração do pré-sal. “Estamos brigando para que haja um índice de participação de conteúdo local”, afirmou, após participar da 31ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Segundo Aubert, as discussões com o governo sobre o tema ocorrem há cerca de um ano, mas ele descartou que a medida seja anunciada na próxima segunda-feira, junto com a divulgação do marco regulatório do pré-sal. “Seria uma surpresa para mim”, comentou. Ele explicou que, para que a indústria doméstica seja capaz de atender a demanda petrolífera, será vital a participação do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo o presidente da Abimaq, nos casos em que as empresas locais não puderem atender as solicitações, o ideal é que as empresas estrangeiras que detenham a tecnologia se instalem no Brasil e se associem a empresas locais. Para atrair esse investimento estrangeiro, Aubert Neto voltou a afirmar que o Brasil precisa desonerar os investimentos. Balanço As vendas de máquinas e implementos agrícolas devem aumentar até 50% no segundo semestre, na comparação com os primeiros seis meses do ano, prevê a Abimaq. A estimativa leva em conta a redução da taxa de juros do financiamento para máquinas e equipamentos (Finame Agrícola), de 10,25% para 4,5% ao ano, em 29 de junho. “Essa recuperação só vai diminuir as perdas, mas não compensará o forte recuo no começo deste ano. Ainda vamos fechar o ano com déficit no faturamento em relação ao ano anterior”, estima Celso Casale, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq. A associação projeta queda de 35% no faturamento em 2009.
Estamos brigando para que haja um índice de participação de conteúdo local”
Luiz Aubert Neto, presidente da Abimaq