quarta-feira, 30 de setembro de 2009

AS IDIOTICES DO PIG:O LULA NÃO FAZ NADA E O PAC NÃO EXISTE.DE REPENTE O GOVERNO TEM 48 OBRAS SENDO 13 DO PAC PARALIZADAS PELO TCU PARA AVERIGUAÇÃO

PARALIZAÇÃO ESSAS SEM MOTIVO A NÃO SER POLÍTICO.
O JN FEZ A CHAMADA TODO FELIZ , MAS SE ESQUECEU QUE COM ISSO PROVOU QUE O GOVERNO LULA TRABALHA.

AS IDIOTICES DO PIG:HOMEM INVADE CASA,PÕE O MARIDO P'RA FORA,ASSUME A ESPOSA E A RESIDÊNCIA DELE E SE TORNA O MARIDO "DE FACTO"

PARTIDÁRIOS DO MARIDO "DE FACTO" DIZEM QUE O MARIDO DEPOSTO NÃO CUMPRIU COM SEUS DEVERES MATRIMONIAIS.

VEJAM NO JORNAL DAS DEZ DA GLOBONEWS , LÁ VOCÊ VERÁ VÁRIAS OPINIÕES EXATAMENTE IGUAIS SOBRE O CASO E PODERÁ FAZER SEU PRÓPRIO JULGAMENTO. É MOLE?

TALVEZ APAREÇAM OS TRÊS PATETAS , OU MELHOR , OS EMBAIXADORES APOSENTADOS QUE PARECEM COM OS TRÊS PATETAS. UM É CALVO , O OUTRO TEM O CABELO ENGRAÇADO E UM OUTRO ESTÁ SEMPRE ZANGADO. TALVEZ , ESTEJA ZANGADO PORQUE NÃO MANDA MAIS EM NADA.
ELES DARÃO A MESMA VISÃO DO MESMO OUTRA VEZ E VOCÊ PODERÁ FAZER UM JULGAMENTO ISENTO E ABALIZADO.

MERVAL PEREIRA LEIA NOAM CHOMSKY DO MIT.ELE SABE MAIS QUE VOCÊ :"Noam Chomsky critica os EUA e elogia o papel do Brasil na crise de Honduras"

Brasil ficou acima das expectativas.
EUA não usaram 'todas as armas'.
Linguista e professor do MIT falou ao G1 em entrevista exclusiva.Ter apoiado o presidente deposto de Honduras e ter dado abrigo a ele em sua Embaixada, fez com que o Brasil assumisse uma posição de destaque no confronto de Manuel Zelaya com o governo interino hondurenho. "Um papel admirável", avaliou o linguista e teórico Noam Chomsky.

A REPORTAGEM ABAIXO É DEDICADA AO JORNALISTA MERVAL PEREIRA

LEIA IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA E APRENDA A FAZER ANÁLISE,SEUS INCOMPETENTES: Para 'Time', Brasil é 'primeiro contrapeso real aos EUA no Ocidente'

Para 'Time', Brasil é 'primeiro contrapeso real aos EUA no Ocidente'.
Uma reportagem publicada nesta quarta-feira na edição online da revista americana "Time" diz que, ao mediar a crise hondurenha, o Brasil se tornou "o primeiro contrapeso real" à influência americana "no hemisfério ocidental".
Considerando que o Brasil foi "trazido" para o coração do imbróglio pelos vizinhos, mais especificamente pela Venezuela do presidente Hugo Chávez, a revista diz que "Brasília se vê no tipo de centro das atenções diplomático do qual no passado procurou se afastar".
Entretanto, diz a "Time", o país "não deveria se surpreender" com o fato de ser chamado a assumir tal responsabilidade.
Para a publicação americana, "nos últimos anos, a potência sul-americana tem sido reconhecida como o primeiro contrapeso real aos EUA no hemisfério ocidental - e isto significa, pelo menos para outros países nas Américas, assumir um papel maior e mais pró-ativo em ajudar a resolver distúrbios políticos do Novo Mundo, como Honduras".
"Lula e Obama são colegas e almas gêmeas de centro-esquerda, mas quando Obama disse, no mês passado, que aqueles que questionam sua resolução em Honduras são hipócritas, porque são 'os mesmos que dizem que nós estamos sempre intervindo na América Latina'", recorda a reportagem, "ele estava incluindo o Brasil, que expressou sua preocupação em relação aos esforços dos Estados Unidos".
Diplomacia ativa
Citando a participação brasileira em crises regionais, como os conflitos diplomáticos envolvendo Colômbia e Venezuela, e a liderança das tropas do país no Haiti, a revista nota que a diplomacia brasileira é "dificilmente ociosa" na América Latina. "E Lula, um dos mais populares chefes de Estado do mundo, se tornou talvez o mais efetivo intermediário entre Washington e a ressurgente esquerda antiamericana latino-americana".
A reportagem discute a preferência da diplomacia brasileira por atuar nos bastidores, e sua autodefinição como sendo "decididamente não-intervencionista".
"Ao mesmo tempo, Lula está em uma cruzada para tornar o Brasil, que tem a quinta maior população mundial e a nona economia do mundo, um ator internacional sério", diz o texto.
"É difícil manter uma tradição não-intervencionista pristina com ambições como estas - e, cada vez, o hemisfério está dizendo ao Brasil que é um tanto ingênuo insistir que é possível fazer as duas coisas."
Para a "Times", "goste ou não, agora o Brasil está enfiado até o pescoço em Honduras, e o hemisfério está esperançoso de que isto signifique melhores prospectos para um acordo negociado entre Zelaya e os líderes golpistas".
"Porque acreditam que o golpe hondurenho envia um recado perigoso para as nascentes democracias da região, muitos analistas acham que ter o peso do Brasil jogado mais diretamente na situação pode ajudar as negociações."

A Perspectiva do Mercado Interno Consumidor


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Julio Gomes de Almeida

De São Paulo
No período mais grave da crise internacional, vale dizer, entre setembro do ano passado até o primeiro trimestre desse ano, o comportamento do emprego no Brasil favoreceu a sustentação de um nível mínimo do mercado interno consumidor. Não tivesse sido esse o desempenho do emprego, seguramente a economia brasileira ainda não mostraria sinais de que está saindo da recessão que teve lugar entre os meses finais de 2008 e os meses iniciais desse ano.
Isso não significa dizer que o emprego não foi afetado pela crise. Entre novembro e janeiro as demissões no setor industrial foram muito elevadas, mas a isto não se seguiu uma onda de demissões em outros setores da economia, o que evitou que se desenvolvesse um processo cumulativo a partir da indústria.
Desemprego gerando desemprego é um encadeamento perverso para qualquer economia que não conta com estabilizadores, ao contrário do caso do Brasil. Aqui, um gasto público com um certo valor mínimo constitui um instrumento desse tipo, o qual seria de eficácia maior se em sua composição o investimento tivesse uma dimensão maior relativamente aos gastos de custeio.
As políticas de rendas, como a Bolsa Família e o aumento do salário mínimo são, em particular, os mais nobres "escudos" dessa rede de proteção já que têm um enorme efeito social. Mas, contamos com outros, tais como: a) os bancos públicos, cuja participação no crédito chega a 40% do total, o que permite que nessa área seja também aplicada uma política anticíclica; b) os programas de investimentos do PAC; e c) o programa lançado pelo governo em meio à crise para a área de habitação, o "Minha Casa Minha Vida".
Por isso, o desemprego mais grave ficou restrito à indústria não se espalhando para o resto da economia. Pois bem, a novidade dos últimos resultados da pesquisa que mensalmente o IBGE divulga sobre o emprego nas grandes regiões metropolitanas é que a indústria em agosto voltou a colaborar para a melhora do emprego.
Nesse mês o número de pessoas ocupadas no setor cresceu 3,9% com relação a julho. Como é um fato novo, esse resultado deve ser acompanhado nos próximos meses. Sendo confirmado, abrirá melhores perspectivas para o mercado de trabalho no último trimestre do ano.
A propósito ainda dos mais novos dados do emprego, o leve aumento da taxa de desocupação ocorrido de julho para agosto, de 8,0% para 8,1%, não é, por si só, um resultado preocupante, já que esse desempenho foi freqüentemente observado entre esses meses em anos anteriores. O que poderia ter sido melhor em agosto é o crescimento do pessoal ocupado total com relação a julho. A variação foi pequena, 0,5%, após aumentos de 0,8% e 0,9%, respectivamente, em junho e julho.
Mas, em termos do poder de compra global da população, o baixo crescimento do emprego foi compensado por uma evolução mais expressiva do rendimento real médio das pessoas ocupadas. Frente a julho, o rendimento real em agosto aumentou 0,9% e com relação a agosto de 2008 a expansão chegou a 2,2%.
Isso significa dizer que o mercado interno continua crescendo de forma significativa, muito embora ultimamente isto seja uma derivação mais da evolução do rendimento médio das pessoas ocupadas do que do aumento da ocupação.
Tem sido o mercado consumidor um esteio do crescimento econômico brasileiro, um papel que se revestiu de maior relevância com o agravamento da crise internacional. A perspectiva de que a indústria volte a empregar dá sustentação a uma projeção otimista do crescimento do mercado interno consumidor e da manutenção de sua posição na dinâmica da economia em 2010.
Júlio Gomes de Almeida é professor da Unicamp e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.

O INIMIGO,DERROTADO POR LULA,JOSIAS DE SOUZA, E SUAS DIVAGAÇÕES.UM DIA ELE ACERTA

Sob mistério, Aécio vai a Brasília e reúne-se com Lula.
Jorge Araújo/Folha.
O “oposicionista” Aécio Neves reuniu-se reservadamente com Lula, o mandachuva da situação.
Deu-se na tarde desta terça (28). Segundo a versão mineira, o convite partiu de Lula. O governo informa que Aécio pediu a audiência.
“Notícia” pendurada no portal do governo de Minas informa que o governador foi tratar de economia. Meia verdade.
Um auxiliar do presidente disse ao blog, na noite passada, que o miolo da conversa não foi econômico, mas político.
Foi uma reunião sem testemunhas. Lula esquivou-se de esmiuçar, mesmo na intimidade, o teor político da reunião.
Aécio cuidou de detalhar apenas o pedaço econômico: siderurgia, mineração e a restituição aos Estados da compensação da Lei Kandir (R$ 3,9 bilhões).
A desinformação semeou nos subterrâneos de Brasília uma suspeita: Aécio teria retomado a idéia de migrar do PSDB para o PMDB.
“A hipótese de que isso venha ocorrer é zero”, viu-se compelido a desmentir o senador Sérgio Guerra (PE), presidente do PSDB.
Antes de bater asas em direção a Brasília, Aécio almoçara, em Minas, com o prefeito de Duque de Caxias, José Camilo Zito (PSDB).
Zito é, hoje, a água que caiu no chope que José Serra, o outro presidenciável tucano, pretendia servir a Fernando Gabeiro (PV), no Rio.
Gabeira costurara com Serra a montagem de um palanque duplo. O deputado disputaria o governo do Rio.
E recepcionaria no Estado o tucano Serra e a presidenciável do PV, Marina Silva. A fórmula ruiu depois que Zito apresentou-se como opção do PSDB.
No almoço com Aécio, Zito se dispôs a abrir mão de sua incipiente candidatura ao governo do Rio numa eventual composição com Sérgio Cabral (PMDB).
Funcionaria assim: candidato à reeleição, o governador Cabral desistiria de apoiar a presidenciável Dilma Rousseff (PT), bandeando-se para o lado de Aécio.
Feito o arranjo improvável, Zito se manteria na órbita municipal, desistiria do vôo estadual e apoiaria Cabral.
Esses últimos movimentos de Aécio deixaram a impressão de que a direção do PSDB precisa chamar o governador mineiro para uma conversa.
O diálogo seria aberto com uma pergunta básica: Aécio, afinal de contas, você é candidato a presidente ou quer apenas estorvar a vida do Serra?
A questão se justifica pelo seguinte: no alvorecer da queda-de-braço que mantém com Serra, Aécio exigiu a realização de prévias.
Hoje, o que parecia cavalo de batalha virou perspectiva de conchavo. Aécio já admite uma composição sem prévias, em reunião prevista para dezembro.
Ora, se não se dispõe a brigar nem mesmo pelas prévias que impusera, Aécio pode ser candidato a qualquer coisa, menos a presidente.
Tomado pelos gestos que faz em Minas, Aécio trabalha para chegar às portas de 2010 com uma composição:
Apoiaria o ministro Hélio Costa (PMDB) para o governo do Estado. E desceria à chapa como candidato a uma cadeira no Senado.
De Hélio Costa não se exigiria o apoio a Serra. O ministro manteria a fidelidade a Dilma. E Aécio manteria um pé em cada canoa presidencial.
Ótimo para Lula, a quem Aécio se recusa a fazer oposição. Péssimo para Serra, a quem Aécio jura ser leal depois da definição tucana.
Como se vê, a despeito das juras de amor eterno, o PSDB continua sendo um partido de amigos composto integralmente de inimigos.
Escrito por Josias de Souza às 04h28

Candidato tucano só procura o povo nas eleições e,ainda,confessa descaradamente:Aécio diz que Zito ajuda PSDB a ter 'cheiro de povo'

Após encontro, Aécio diz que Zito ajuda PSDB a ter 'cheiro de povo'.
Cláudia Lamego e Adriana Vasconcelos
RIO e BRASÍLIA - Após receber nesta terça-feira o prefeito de Duque de Caxias, José Camilo Zito dos Santos (PSDB), no Palácio das Mangabeiras, o governador de Minas, Aécio Neves, disse que o tucano "ajuda o partido a ter cheiro de povo". Zito, presidente regional do PSDB no Rio, afirmou que, na disputa entre o mineiro e o paulista José Serra para saber quem será o candidato tucano à Presidência, ele "é mais Aécio". No Rio, Zito se declarara contra a aliança do PSDB com o PV de Fernando Gabeira , dizendo que o deputado verde "não tem cheiro de povo".
Nesta terça, após o encontro com Aécio, ele reafirmou que Gabeira não é a melhor solução para o partido no Rio, dizendo que o deputado é elitista. Ao falar sobre a preferência por Aécio, Zito disse que Serra é um bom governador, mas é "frio". E disse que Serra prefere a aliança com Gabeira, mesmo que o PV lance Marina Silva à Presidência - o que daria um palanque duplo para a chapa no Rio.
" Estive com o Serra, e ele deixou claro seu interesse por Gabeira. Eu disse que via a campanha do Gabeira como elitista ".
- Estive com o Serra, e ele deixou claro seu interesse por Gabeira. Eu disse que via a campanha do Gabeira como elitista. Pedi ao Serra que ele analisasse o melhor para o partido. Mas ele gosta do Gabeira. Serra não deve fechar questão sobre o Gabeira, que já escolheu o palanque dele. Ou se é Flamengo ou Vasco - disse Zito.
Aécio disse que o PSDB precisa ter palanque forte no Rio e que é natural que o partido reflita sobre a aliança após o fator Marina.
" O Zito ajuda o PSDB a ter esse cheiro de povo que, em determinados momentos da nossa história, andamos perdendo ".
- Tive a oportunidade de estar com Zito e conheci uma forma, até um pouco diferente da nossa, mas extremamente próxima ao povo, de fazer uma campanha eleitoral. O Zito ajuda o PSDB a ter esse cheiro de povo que, em determinados momentos da nossa história, andamos perdendo - disse Aécio, segundo sua assessoria.
Zito afirmou que Aécio é mais maleável e lançou a possibilidade de o PSDB se aliar ao PMDB do governador Sérgio Cabral, que tentará a reeleição, se Aécio for o candidato.
Em Brasília, Aécio foi recebido nesta terça pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na conversa, Lula fez uma sondagem sobre a disputa entre Aécio e Serra. Embora Serra continue liderando as pesquisas, o mineiro deixou claro que ainda está no jogo.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

EU VOLTEI,EU VOLTEI,PARA DIZER AS MESMAS PORCARIAS DE SEMPRE COM A MINHA PSEUDO CAPACIDADE. EU SOU UMA FRAUDE



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PROFESSORA DA USP DIZ QUE HONDURAS TEM O DIREITO DE INVADIR A EMBAIXADA BRASILEIRA.SE FOSSE NA FRANÇA TERIA A CABEÇA RASPADA

''Invasão de embaixada é juridicamente possível''
João Paulo Charleaux
A ideia de entrar na Embaixada Brasileira em Tegucigalpa e simplesmente prender o presidente deposto Manuel Zelaya é "truculenta e pouco diplomática, mas juridicamente possível", disse ao Estado a professora de direito internacional da Universidade de São Paulo (USP), Maristela Basso."Assim como acreditou a missão brasileira, Honduras pode desacreditá-la para, em seguida, invadi-la. Do ponto de vista estritamente jurídico, as condições para isso estão dadas", disse Maristela. Segundo ela, ao abrigar Zelaya, "o Brasil está permitindo que suas instalações sejam usadas como um escritório voltado para a agitação política e a desordem pública. Isso é exceder-se em suas funções e não condiz com as normas internacionais".

APOSENTADO INVOCADO
Ela ataca o Brasil e se esquece do golpe de estado que , também , não condiz com as normas internacionais.
Fico numa felicidade imensa por estar vivo e presenciar a elite brasileira mostrando seus dentes.

NEM A ONU CONCORDA COM A "COLABORACIONISTA" PROFESSORA DA USP.

Ban Ki-moon critica ameaças à Embaixada do Brasil em Honduras.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, considera "inaceitáveis" as ameaças que o governo golpista de Roberto Micheletti fez à Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde o presidente deposto do país, Manuel Zelaya, está hospedado desde a semana passada.
Que medidas o Brasil deveria adotar em relação ao presidente deposto?
Ban também disse que a situação em Honduras foi agravada pelo "estado de sítio" decretado pelas autoridades. "Estou muito preocupado com a situação em Honduras. O estado de sítio aumenta as tensões", disse Ban durante entrevista coletiva na sede da ONU, em Nova York.O secretário-geral disse ainda que estava "atento" à decisão do congresso hondurenho de rejeitar a suspensão das liberdades civis, tal como decidiu no sábado o governo golpista de Micheletti.Também pediu o "pleno respeito" às garantias constitucionais, incluindo as liberdades de associação, expressão e movimento.O governo golpista de Honduras fechou na segunda-feira (28) dois meios de comunicação que apoiam Zelaya, sob o argumento de dispor de provas de que ambos incitavam à violência.
Ban pediu também aos partidários tanto de Zelaya quanto de Micheletti que "se comprometam seriamente com os esforços a favor do diálogo e da mediação regional", e ressaltou que a "ONU está preparada para prestar a assistência" que for necessária.Outro assunto ligado à crise hondurenha que preocupa Ban é a situação da Embaixada do Brasil em Honduras, onde Zelaya está abrigado desde 21 de setembro, após ter retornado a seu país de surpresa."As ameaças à Embaixada do Brasil em Honduras são inaceitáveis. A lei internacional é clara: a imunidade soberana não pode ser violada", lembrou o secretário-geral da ONU ao governo golpista.Além disso, qualificou de "intoleráveis" as ameaças ao pessoal da embaixada.Ban lembrou que o Conselho de Segurança da ONU "condenou esses atos de intimidação, e eu faço o mesmo, nos mais firmes termos".

FORA MERVAL PEREIRA!

POR ISSO,MERVAL PEREIRA PODE FALAR SUAS MENTIRAS A VONTADE:"Lula é homenageado pela Associação Internacional de Radiodifusão"


Lula é homenageado pela Associação Internacional de Radiodifusão.
Presidente foi considerado como um exemplo para América Latina.Motivo é o trabalho em defesa da liberdade de expressão.
O presidente Lula recebeu uma homenagem da Associação Internacional de Radiodifusão pelo trabalho em defesa da liberdade de expressão. A associação representa 17 mil emissoras de rádio e TV na Europa e nas três Américas. Lula recebeu uma placa, como exemplo para América Latin
Lula é homenageado pela Associação Internacional de Radiodifusão
Presidente foi considerado como um exemplo para América Latina.Motivo é o trabalho em defesa da liberdade de expressão.

ABAIXO O CANAL RACISTA E MENTIROSO GLOBONEWS,ONDE TODOS OS APRESENTADORES FAZEM UMA CAMPANHA INTENSIVA CONTRA O PRESIDENTE LULA

É UM CANAL QUE ESCOLHE A DEDO SEUS ENTREVISTADOS QUE RECEBEM RESPOSTAS AO INVÉS DE PERGUNTAS.
FICAM DIZENDO QUE O TELESPECTADOR PODE TIRAR SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES DOS ACONTECIMENTOS O QUE É UMA GRANDE MENTIRA. QUEM PODE TIRAR CONCLUSÃO QUANDO TODOS FALAM MAL DE LULA E TODOS CRITICAM TUDO DE LULA , DO PT E DE SEUS ALIADOS.
PARA TIRAR CONCLUSÕES PRECISAMOS , NO MÍNIMO , DE DUAS OPINIÕES DIFERENTES.
ASSIM COMO O PRESIDENTE GOLPISTA DE HONDURAS O GLOBONEWS ESTÁ EM PERMANENTE ESTADO DE SURDEZ. SEUS TELESPECTADORES SÃO TRATADOS DE UMA MANEIRA VIL E DESINTERESSADA COMO SE FÔSSEMOS UMA MASSA IGNARA E DÉBIL.
EXIJO MAIS RESPEITO DO EDITOR , PORQUE AFINAL DE CONTAS EU PAGO PARA VER.

AO JORNALISTA MERVAL PEREIRA:VOCÊ NÃO ESTÁ DE ACORDO COM NADA QUE LULA FAÇA OU DIGA.ISSO NÃO É JORNALISMO É PERSEGUIÇÃO POLÍTICA.PEDE PARA SAIR!




VIVA O PRESIDENTE LULA!
ABAIXO O JORNALISTA MERVAL PEREIRA!
DE ACORDO COM MERVAL PEREIRA , O BRASIL NÃO DEVERIA ACOLHER O PRESIDENTE DEPOSTO DE HONDURAS NA EMBAIXADA DO BRASIL NAQUELE PAÍS.
QUANDO ELE LÁ CHEGASSE O CONSUL DEVERIA TER TRANCADO AS PORTAS E IMPEDIDO SUA ENTRADA.
MERVAL PEREIRA "o democrata" ENTENDE MUITO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS , DIREITO INTERNACIONAL E DE BANANA A Kg.
ESSE JORNAL DAS DEZ DA GLOBONEWS É DEDICADO DIARIAMENTE A FALAR MAL DO PRESIDENTE LULA , SEJA LÁ O QUE ELE TENHA FEITO.
E , AINDA , TÊM A CARA DE PAU DE DIZER QUE DÃO UMA VISÃO AMPLA AO TELESPECTADOR. O QUE É UMA MENTIRA SEM PAR. ESSE JORNAL DÁ A VISÃO DELES CONTRA LULA E SEM DIREITO DE RESPOSTA.
CADA APRESENTADOR QUE APARECE METE O PAU NO PRESIDENTE LULA. INCRÍVEL , ELES NÃO CONSEGUEM ENXERGAR O QUE ESTÃO FAZENDO OU , PIOR , ESTÃO FAZENDO ISSO DELIBERADAMENTE.

O PATRÃO DE MERVAL PEREIRA NÃO GOSTOU DA INICIATIVA DO BRASIL.DANE-SE

Divergência entre Brasil e EUA expõe racha na OEA.
da BBC
A falta de acordo em torno de uma declaração sobre Honduras parece ter representado um baque para a unidade da OEA (Organização dos Estados Americanos).
Após várias horas de debates, o Conselho Permanente da organização não conseguiu aprovar uma resolução manifestando suas opiniões sobre os últimos desenvolvimentos da crise política em Honduras e sobre se deve ou não reconhecer o resultado das eleições marcadas para o fim de novembro.
A reunião extraordinária do Conselho foi inicialmente convocada para rejeitar a expulsão de vários membros de um grupo da OEA que prepararia a visita de uma comissão ministerial do corpo.
Mas o encontro, que estava previsto para durar algumas horas, acabou exacerbando diferenças entre os países, em especial Brasil e Estados Unidos, em relação a medidas para lidar com a crise política.
O embaixador brasileiro na organização, Ruy Casaes, chegou inclusive a dizer que "a OEA está caminhando para um absoluto estado de irrelevância".
Divergências
A OEA esperava emitir um texto alertando Tegucigalpa que o estado de emergência decretado por 45 dias no país retira ainda mais a legitimidade das eleições previstas para novembro.
No entanto, as observações de diversos embaixadores forçaram uma mudança no foco e formulação do documento, o que acabou exigindo várias horas de negociações --ao final, frustradas.
O embaixador dos Estados Unidos na organização, Lewis Amselem, afirmou que a volta a Honduras do presidente deposto do país, Manuel Zelaya, foi "irresponsável e insensata".
"O retorno do presidente Zelaya a Honduras sem nenhum acordo é irresponsável e insensata e não serve nem aos interesses do povo hondurenho nem àqueles que procuram o restabelecimento da ordem democrática em Honduras", disse Amselem.
O embaixador americano afirmou, sem citar nomes, que aqueles que facilitaram a volta de Zelaya a Honduras "têm uma responsabilidade especial em prevenir violência e fornecer bem-estar ao povo hondurenho enquanto ele enfrenta outra crise".
O Brasil está sendo acusado pelo governo interino de Honduras de saber de antemão da volta de Zelaya ao país --embora o governo brasileiro continue negando essa informação, e o chanceler brasileiro, Celso Amorim, tenha dito que "jura" não ter sido informado da operação com antecedência.
Na sua vez de falar, o embaixador brasileiro na OEA, Ruy Casaes, pedindo uma declaração mais dura contra o governo interino, e criticou os que defendiam uma declaração mais amena.
O embaixador brasileiro sustentou que a situação na embaixada brasileira em Tegucigalpa, onde Zelaya está abrigado desde o dia 21 de setembro, é grave e pode piorar.
"Não há dúvidas de que existem condições para que [a crise] ameace a paz internacional", disse Casaes, afirmando que o governo brasileiro teme que a crise política em Honduras ameace a estabilidade da região.
Falta de consenso
No fim ninguém chegou a um consenso a OEA emitiu uma declaração assinada apenas pelo presidente do Conselho Permanente e do secretário-geral, expressando que "se mantêm atentos à evolução da crise política" em Honduras.
A declaração pede ainda "respeito à inviolabilidade da missão diplomática [brasileira] e das imunidades e privilégios dos seus funcionários, em conformidade com o direito internacional".
O secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, criticou o estado de sítio decretado pelo governo interino de Honduras no último domingo e afirmou que este tipo de medida "vai em direção contrária" ao restabelecimento da normalidade no país.
A jornalistas, o secretário Insulza disse que o retorno de Zelaya a Honduras "aumentou a tensão", mas disse que ao mesmo tempo, abriu o caminho para negociar a saída da crise.
"Há um caminho de ruptura, admitamos, não é uma boa situação. Mas espero que esta situação termine a partir do momento em que as partes procurem uma negociação", disse Insulza, que concordou que está alternativa está atualmente em ponto morto.

MERVAL PEREIRA,LEIA:"Honduras recua e promete manter proteção à Embaixada do Brasil"

Honduras recua e promete manter proteção à Embaixada do Brasil.
Do UOL Notícias*Em São Paulo
O governo golpista de Honduras anunciou na noite de segunda-feira (28) que manterá a proteção da Embaixada do Brasil em Tegucigalpa ainda que ela perca o estatuto diplomático.
Enviado especial do UOL Notícias mostra como funciona o cerco à Embaixada
De acordo com a tradição internacional, o governo golpista "continuará oferecendo proteção aos escritórios do Brasil" ainda que "já não existam relações diplomáticas", disse a chancelaria em um comunicado.No domingo (27), o presidente de fato, Roberto Micheletti, deu um prazo de dez dias para que o Brasil defina o status do presidente deposto Manuel Zelaya, abrigado na embaixada brasileira desde 21 de setembro.Ao dar proteção a Zelaya, o Brasil "assumiu a responsabilidade pela segurança das pessoas que entraram em seus escritórios em Tegucigalpa, mas, apesar disso, Honduras dará proteção a esses escritórios", diz o comunicado.Micheletti manda "forte abraço" a LulaO presidente de fato de Honduras, Roberto Micheletti, por sua vez, reafirmou nesta segunda-feira (28) que não haverá invasão da embaixada do Brasil em Tegucigalpa, e enviou um "forte abraço" ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Micheletti confirmou as declarações da véspera de seu chanceler, Carlos López, de que o governo de fato respeitará a imunidade da embaixada do Brasil, apesar do ultimato para que Brasília defina o status do presidente deposto, Manuel Zelaya, em sua sede diplomática.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva "não tem com que se preocupar, porque a polícia de Honduras jamais violará os domínios" da embaixada brasileira, disse Micheletti.
UOL Notícias em Tegucigalpa
"Apenas fizemos uma advertência porque acreditamos ser injusto, algo inédito na história, que se permita a alguém que pediu abrigo ou asilo que saia nas janelas e nas varandas (de uma embaixada) para incentivar a violência"."É isto que nos deixa muito preocupados, mas quero enviar a Lula um forte abraço, com o carinho e o respeito que sempre tivemos por todos os países do mundo".Governo de Honduras convida OEAO governo golpista de Honduras, liderado por Roberto Micheletti, convidou a Organização dos Estados Americanos (OEA) a enviar uma comissão avançada ao país, nesta segunda-feira (28), um dia após impedir a entrada de outra missão da OEA, que prepararia a visita de um grupo de chanceleres encarregados de mediar a crise política.O governo hondurenho "tem o prazer de convidar a comissão avançada de funcionários da OEA para que visite Honduras a partir da próxima sexta-feira, dia 2 de outubro", destaca um comunicado da chancelaria em Tegucigalpa.Do mesmo modo, "convida a Comissão de Chanceleres do Continente Americano e os funcionários da OEA que desejem acompanhá-los para que visitem Honduras na quarta-feira, dia 7 de outubro".
O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, falou à Assembleia Geral da ONU por telefone, com ajuda de sua chanceler, Patricia Rodas
Horas antes, Micheletti havia justificado a proibição da entrada da missão da OEA em Honduras, onde foi barrada no aeroporto de Tegucigalpa, afirmando que o país é soberano para decidir quem entra ou não.No domingo, cinco membros da OEA ficaram "detidos" durante seis horas, ao chegar ao aeroporto de Tegucigalpa, e quatro foram expulsos do país.O grupo foi enviado para adiantar os preparativos da missão mediadora da crise política que abala Honduras desde o golpe de Estado que derrubou o presidente Manuel Zelaya, em 28 de junho passado.Amorim diz que golpistas mostram "surdez"O chanceler Celso Amorim afirmou na segunda-feira (28) que o governo de Honduras mostra "surdez" perante a comunidade internacional e "uma total falta de disposição ao diálogo e a uma solução pacífica" para a crise.Amorim expressou a "preocupação" do governo brasileiro, que recebe em sua embaixada em Tegucigalpa o deposto Manuel Zelaya, com os últimos acontecimentos em Honduras.O ministro das Relações Exteriores explicou, em coletiva de imprensa, que essas "preocupações" se referem em particular ao ultimato que o governo golpista deu ao Brasil "para asilar ou deixar sair o presidente Zelaya" e a sua recusa em receber uma missão da Organização dos Estados Americanos (OEA)."São fatos graves", que revelam "quase um estado de surdez do governo de Honduras perante a comunidade internacional" e uma "total falta de disposição ao diálogo e a uma solução pacífica" da crise gerada a partir do golpe de Estado de 28 de junho.Amorim afirmou que "há uma total falta de receptividade" por parte do governo Roberto Micheletti, que "denota um desconhecimento da situação".

Lula se transforma em herói para apoiadores de Zelaya em Honduras e para toda a América do Sul,menos para o jornalista Merval Pereira

Lula se transforma em herói para apoiadores de Zelaya em Honduras.
Uma centena de pessoas subia um morro em cortejo fúnebre, no último domingo, em Tegucigalpa, capital de Honduras. Dentro do caixão, uma jovem que teria morrido por complicações pulmonares após aspirar gás lacrimogêneo lançado por policiais - o que fazia do cortejo também uma marcha política contra o governo.De repente, chega a notícia de que o presidente Lula tinha desafiado um ultimato do presidente golpista. A marcha grita, ainda em luto: "Viva o Brasil!". Para essas pessoas, Lula é um herói e o Brasil é o melhor país do mundo.
Veja a cronologia da crise
A reação é a mesma sempre que se menciona o Brasil entre os apoiadores do presidente deposto Manuel Zelaya: agradecimentos, euforia e vivas. Desde que o país aceitou acolhê-lo em sua embaixada, não se encontra um zelaysta que não queira mandar um "recado" ao nosso presidente."Se me está escutando o presidente do Brasil, gostaria que mandasse o exército aqui, para que os militares de Honduras aprendessem que o nosso presidente é Manuel Zelaya Rosales, a quem nós demos o voto para que fosse chefe da nação", disse, com uma escopeta na mão, German Flores Vallejo, que trabalha de segurança em um McDonalds da capital hondurenha.O apoio de Lula não é de ontem. O Brasil foi um dos primeiros países a condenar o golpe de Estado que destituiu e expatriou Zelaya em 28 de junho, quando este colocava em marcha seu projeto de reformar a constituição. Lula e a chancelaria brasileira mantiveram o discurso durante os três meses em que o presidente deposto esteve fora do país, e Zelaya chegou a ser recebido em Brasília, onde discursou no Congresso Nacional para alertar sobre a ilegalidade do governo de Roberto Micheletti.
Nas ruas de Tegucigalpa, vivas a Lula e ao Brasil durante uma manifestação pró-Zelaya
Rafael Alegria, um dos coordenadores do grupo de resistência ao golpe em Honduras, fala sobre o fascínio dos partidários de Zelaya pelo presidente brasileiro, em virtude do apoio oferecido ao líder deposto hondurenho. Comentários em espanholA última e definitiva prova de apoio chegou na última semana, quando Zelaya retornou escondido ao país e, ao bater nas portas da embaixada brasileira, foi recebido como hóspede e "presidente legítimo".O chanceler Celso Amorim contou mais tarde que ele mesmo falou com Zelaya por telefone para lhe dar "as boas vindas ao território brasileiro". Depois disso, Lula ainda se levantou para defender o presidente deposto em um discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas - e foi aplaudido. "O respaldo que está dando o presidente Lula e o povo do Brasil ao povo de Honduras é extraordinário. Que bom que emprestou sua embaixada para que esteja aí o presidente Zelaya", afirmou ao UOL Notícias, em Tegucigalpa, Rafael Alegria, um dos coordenadores do grupo de resistência ao golpe de Estado. "Da embaixada do Brasil, nós vamos levá-lo à casa presidencial, e pronto!"É evidente que essa não é uma posição unânime. O governo Micheletti alega que as ações do Brasil caracterizam uma indevida "ingerência
externa" em Honduras e em mais de uma ocasião pediu que o governo brasileiro anunciasse em definitivo que status recebe Zelaya: se é um exilado político, como poderia parecer, então que seja enviado ao exterior de uma vez, pede o governo golpista.Esses não parecem ser os planos do Brasil. Nesta segunda-feira, Amorim classificou o governo brasileiro como "guardião" de Zelaya e acrescentou que seria "covardia" mudar de postura agora. "Seria muito fácil para nós simplesmente retirar os dois diplomatas que estão lá e o oficial de administração e o problema de segurança, do ponto de vista do Brasil, terminaria", disse o chanceler."Mas nós não podemos fazer isso, porque seria, primeiro, um gesto de covardia e, segundo, um gesto de desrespeito à própria democracia e um incentivo a outros golpes de Estado no continente, coisa que não podemos fazer."A resistência agradece.

Lula diz que governo vai conceder aumento real na aposentadoria.Merval Pereira não gostou,ele tem uma ideia melhor.Só que ele não manda em nada

Lula diz que governo vai conceder aumento real na aposentadoria.
Presidente disse que vai valer para quem recebe acima do mínimo.As propostas ainda terão que ser examinadas pelo Congresso.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, em sua coluna semanal para os jornais, que "em 2010 e 2011 o governo vai conceder aumento real na aposentadoria para quem recebe acima do mínimo. Em acordo com as centrais sindicais, decidimos fazer o reajuste pelo índice de inflação mais a metade do índice de crescimento do PIB do segundo ano anterior. O acordo prevê garantia no emprego 12 meses antes da aposentadoria e o fim do fator previdenciário para os trabalhadores cuja soma da idade e o tempo de contribuição seja 85 (mulher) e 95 (homem). As propostas serão examinadas pelo Congresso e tenho a certeza de que serão aprovadas".
Educação
Sobre o projeto Um Computador por Aluno, o presidente disse que "aponta para uma revolução na educação". Segundo ele, "para a primeira fase, foram escolhidas escolas de cinco cidades: Brasília (DF), Palmas (TO), Piraí (RJ), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP). Essas experiências estão permitindo o desenvolvimento da segunda fase, que vai contemplar dez escolas de cada estado. São cinco escolas estaduais, escolhidas pelas secretarias estaduais de educação, e cinco municipais, escolhidas pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Já iniciamos o processo de licitação para adquirir 150 mil laptops. Os primeiros 3 mil serão utilizados para o treinamento dos professores, uma vez que o programa exige um projeto pedagógico específico". Lula falou ainda sobre a possibilidade do fim das escolas de educação especial. Segundo ele, o ministro Fernando Haddad rejeitou de pronto o parecer do Conselho Nacional de Educação que tornava obrigatória a matrícula em escolas comuns de alunos com necessidades especiais. "Pelo novo parecer, a partir do ano que vem esses alunos passam a ter o direito, e não a obrigação, de se matricularem em escolas do ensino regular. Todas as escolas terão que fazer adaptações para oferecer atendimento especializado. Os recursos para as adaptações e abertura de classes especiais sairão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Será a abertura de caminho para a educação inclusiva, em que alunos com necessidades especiais terão a oportunidade de participar dos espaços comuns de aprendizagem".

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

IMPERDÍVEL,NO BLOG OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA.A IMPRENSA ESTRANGEIRA FAZ JORNALISMO,ENQUANTO A BRASILEIRA FAZ POLÍTICA

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2009/09/independent-popularidade-de-lula.html

Após ultimato hondurenho,Brasil recorre novamente a Conselho de Segurança da ONU

Após ultimato hondurenho, Brasil recorre novamente a Conselho de Segurança.
O governo brasileiro enviou nesta segunda-feira uma carta ao Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) informando deterioração na situação diplomática em Honduras após a reunião da última sexta-feira, solicitada pelo Brasil, em que o conselho exigiu que o governo interino de encerrasse o cerco militar imposto à embaixada brasileira da capital Tegucigalpa desde a última segunda-feira (21), quando o presidente deposto Manuel Zelaya voltou se abrigou no prédio após voltar clandestinamente ao país.
A carta foi enviada pela embaixadora brasileira na ONU, Maria Luiza Viotti, à embaixadora americana no organismo, Susan Rice --os EUA presidem rotativamente o Conselho de Segurança neste mês.
"Apesar da ação imediata e da clara mensagem do Conselho de Segurança, declarações e decisões feitas por essas autoridades [do governo interino] nas últimas 48 horas agravaram mais a situação, diz a carta. "Entre elas, eu gostaria de destacar o ultimato enviado ao meu governo sobre o status diplomático da Embaixada do Brasil pode ser retirado em dez dias se o governo brasileiro não conceder asilo ao presidente José Manuel Zelaya ou entregá-lo às autoridades de fato."
A mensagem brasileira comunica ainda a decretação de estado de emergência em Honduras e o fechamento, nesta segunda-feira, de uma emissora de rádio e uma de televisão que apoiam o presidente deposto.
O presidente interino, Roberto Micheletti, acusa o governo brasileiro de permitir o uso da embaixada como um palanque para Zelaya incitar uma insurreição popular, mesma acusação feitas às emissoras fechadas. O governo brasileiro se recusa a reconhecer ameaças de um governo que, seguindo virtual consenso entre os governos da região, classifica de golpista.
Segundo a assessoria de imprensa do Itamaraty, o chanceler Celso Amorim conversou com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza, e a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, sobre o assunto.

Governo brasileiro vê pouca pressão internacional em Honduras

Governo brasileiro vê pouca pressão internacional em Honduras.
Marco Aurélio Garcia diz que críticas dos EUA a volta de Zelaya mostram 'caráter ambíguo' e pede mais esforços.
Reuters
BRASÍLIA - A pressão internacional sobre o governo de facto de Honduras, que derrubou o presidente Manuel Zelaya, ainda não foi "suficientemente forte" para resolver a grave crise no país, disse nesta segunda-feira o assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia. "Espero que avance um pouco mais ou na direção que os golpistas aceitem uma nova conversa com a OEA, ou a comunidade internacional aumente a pressão", disse em entrevista à Reuters.
Zelaya, que se refugiou na embaixada brasileira em Tegucigalpa após retornar ao país, disse nesta manhã temer uma invasão. Para Garcia, "se houvesse um ato desse seria uma situação gravíssima, teríamos que entrar no Conselho de Segurança da ONU". Segundo ele, isso não deve ocorrer, "mas não se pode subestimar a estupidez humana."Nesta segunda-feira, o embaixador dos EUA na Organização dos Estados Americanos (OEA), Lewis Anselem, criticou Zelaya por seu retorno"irresponsável e tolo" ao país antes que fosse fechado um acordo para a crise política. Para Garcia, a crítica de Anselem é "ruim" e mostra o "caráter ambíguo da diplomacia norte-americana."O governo que tomou o poder em Honduras, liderado por Roberto Micheletti, deu um ultimato ao Brasil para que defina o status de Zelaya, sob pena de perder a imunidade diplomática. O governo brasileiro não reconhece a ameaça.

Governo de Honduras é golpista e não interino,dizem especialistas

Governo de Honduras é golpista e não interino, dizem especialistas.
Maurício Savarese Do UOL Notícias Em São Paulo
A falta de devido processo legal, a inexistência de apoio da comunidade internacional e a origem em um levante para remover um chefe de Estado legitimamente eleito só permitem chamar o governo de Honduras de golpista, não de interino, afirmam especialistas consultados pelo UOL Notícias. A atual administração do país centro-americano acusa o presidente deposto, Manuel Zelaya, de tentar violar a Constituição para buscar a renovação de seu mandato presidencial.
Brasil deve entregar o presidente deposto Manuel Zelaya para a Justiça?
A administração liderada por Roberto Micheletti afirma que Zelaya está sujeito a ser preso se deixar a Embaixada do Brasil por ter violado a 4ª Cláusula da Constituição hondurenha, segundo a qual tentativas de mudar a Carta implicam perda imediata do cargo público. Os golpistas acusam o presidente deposto de abuso de poder e de traição à pátria.Para os analistas, ainda que Zelaya tenha tentado promover um referendo para mudar a Constituição hondurenha, nada nela prevê que o mandatário seria expulso do país, o que reforça os contornos de golpe de Estado na ação promovida pelo grupo de Micheletti. Além disso, dizem eles, pesa contra o regime de Tegucigalpa a ausência de reconhecimento não apenas por outros países, mas também pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização dos Estados Americanos (OEA).Os especialistas ouvidos foram unânimes ao considerar que chamar o governo de Micheletti de interino seria uma concessão a uma gestão com traços autoritários - inclusive com suspensão de direitos constitucionais e censura à imprensa - e que carece de respaldo globalmente. Nenhum governo do mundo até o momento reconheceu o regime estabelecido em Tegucigalpa após a deposição de Zelaya, que desde a semana passada está abrigado na Embaixada do Brasil na capital do país.
Veja a cronologia da crise
Desde que foi eleito, em 2005, Manuel Zelaya se aproximou cada vez mais dos governos de esquerda da América Latina, promovendo políticas sociais no país. Ao mesmo tempo, seus críticos argumentam que Zelaya teria se tornado um fantoche do líder venezuelano Hugo Chávez e acabou sendo deposto porque estava promovendo uma tentativa ilegal de reformar a constituição
"Honduras faz parte da Convenção Americana dos Direitos Humanos e ali está claro que em todo processo legal deve haver direito ao contraditório. Mesmo uma pessoa acusada de um crime tem o direito de defesa. Isso não foi observado e diante de uma suposta violação decidiu-se simplesmente tirar o presidente do país e instituir outro regime. Isso permite dizer que há lá um governo golpista", afirmou Pedro Dallari, professor de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).Especialista em questões latino-americanas, o venezuelano Rafael Villa diz que a administração de Micheletti não pode ser chamada de ditadura porque mal acabou de se instalar no poder, mas afirma que se trata de um governo golpista, que também pode ser chamado de regime de fato. "A linha divisória entre governo de fato e governo golpista não existe. Ambos emergem fora das regras estabelecidas e que dão legitimidade. Ambos supõem governo fora de legalidade e carentes de legitimidade. É esse o caso de Honduras", afirmou. Exemplos internacionaisO professor da USP diz que a falta de reconhecimento internacional é um grande elemento que reforça o caráter golpista do grupo hondurenho. Ele lembrou a situação do Haiti, que afastou o então presidente Jean-Bertrand Aristide em meio a uma revolta popular e o isolou na África do Sul, em 2004. Depois de chegar ao continente africano, ele alegou que não tinha renunciado e que os Estados Unidos o tinham sequestrado.
"No caso do Haiti houve uma espécie de acordo entre países da comunidade internacional, um reconhecimento da situação de fato que se deu contra Aristide. Enquanto no caso do governo golpista de Honduras, em maior ou menor intensidade há apenas condenação. Tanto é que o governo golpista está desamparado nessa crise e está tomando medidas que reforçam esse caráter, como impedir a entrada de diplomatas da Organização dos Estados Americanos (OEA). Não é possível chamar de interino um governo que não aceita organizações internacionais", disse.Para Gilberto Sarfati, professor das Faculdades Rio Branco e da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o momento decisivo para o regime de Micheletti ganhar a alcunha de golpista é o sequestro de Zelaya e sua retirada do país. "Qualquer legitimidade foi perdida aí. Se o presidente estava aprontando e havia uma previsão institucional de que poderia perder o cargo se tentasse violar a Carta Magna, poderia haver alguma legitimação. Mas o que aconteceu não foi isso, foi uma remoção forçosa do poder. Isso só pode ter o nome de golpe de Estado", afirmou.Além disso, diz o professor, se a Constituição hondurenha previsse todos esses passos - incluindo a expulsão de Zelaya do país - haveria mais justificativa para o afastamento de Zelaya do poder. Como isso não existe no texto, a ordem institucional de Honduras foi rompida. "Na Turquia a Constituição prevê que se um partido muçulmano chegar ao poder e quiser aplicar algo da sharia [lei islâmica] pode ser removido. Isso aconteceu em 1997, os militares governaram um ano até chegarem as eleições. O movimento que aos nossos olhos ocidentais se assemelha a um golpe foi considerado legítimo, porque a ordem institucional foi mantida. Não foi o caso de Honduras", completo
u.

Mistérios durante as gravações do filme sobre a vida de Chico Xavier


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Mistérios durante as gravações do filme sobre a vida de Chico Xavier.

Patricia de Paula, Expresso
As gravações do filme sobre a vida do médium Chico Xavier foram marcadas por vários casos que, certamente, são uma história a parte. As filmagens tiveram uma uma atriz vendo o médium, figurante incorporando um espírito e outros mistérios, como a chuva que parava misteriosamente a cada novo dia de gravação. Nelson Xavier, ator que interpreta o papel principal, conta que sua ligação com Chico foi muito além do sobrenome igual.
- Eu senti a presença dele o tempo todo. Foi o único personagem que eu pedi para fazer e, hoje, acredito em tudo o que ele disse e viveu. Cada vez que penso nele me comovo - disse Nelson, se emocionando novamente.
O ator lembra que, há muitos anos, estava num churrasco quando um rapaz sentou ao seu lado e perguntou se eu ia fazer o papel do espírita.
- Eu disse que não. Aí ele me respondeu que um passarinho havia dito isso para ele e que ele era espírita. Esse foi um dos sinais mais significativos para mim - diz Nelson, que acredita que Chico o escolheu: - Ele me acompanhou durante todo o percurso.
Segundo a atriz Renata Imbriani, que participou das filmagens, Chico realmente estava perto de Nelson. Ela, que é kardecista, conta que viu o espírito do médium durante uma gravação.
- Estava aguardando a minha vez de entrar em cena e o Nelson estava gravando. De repente, vi uma porta entreaberta de onde saiu uma luz muito grande. Era o Chico. Ele apoiou o braço direito do Nelson e ficou todo o tempo energizando ele. O incrível é que, quando ele toca o Nelson ele fica até com a fisionomia igual a do Chico - conta Renata que interpreta uma mulher que perdeu o filho.
Segundo a atriz Rosi Campos, o clima das filmagens foi marcado por uma emoção que parecia estar à flor da pele.
- Todos que estavam no filme queriam muito estar lá. isso criou um clima muito especial nas filmagens. Você se apaixona pela pessoa que ele foi. Foi muito emocionante.
O filme deve ser lançado em 2 de abril de 2010, quando o Chico faria 100 anos.
Emoção no jardim de Chico:
No último dia das gravações, Nelson Xavier teve uma crise de choro. Depois, foi para o jardim, sentou num banco e, talvez sem saber, faz o que Chico costumava fazer ali mesmo: apóia as mãos sobre as pernas e olha para o céu. "Essa cena foi emocionante. Era o jardim dele, as rosas dele". Até o tempo deu uma forcinha
Em Uberaba fazia um frio horrível e o diretor Daniel Filho disse para ninguém se preocupar porque no dia seguinte faria sol. Não deu outra. Fenômeno parecido aconteceu em São Paulo, quando chovia muito forte em toda a cidade. Só não caiu um pingo no local da filmagem. Visita inesperada em reunião espírita:
Segundo o diretor, teve uma filmagem de uma reunião espírita, em que, de repente uma senhora recebeu uma entidade. "Paramos a filmagem e esperamos a senhora se recompor". Pomba branca mostra o caminho:
A atriz Renata Imbriani conta que, antes de sair para gravar começou a rezar pedindo proteção. De repente, uma pomba branca entrou na casa e parou bem na frente dela. "Ela só foi embora quando eu saí. Pensei: estou no caminho certo. O tempo inteiro senti uma energia muito forte e tranquilizadora".

ALEXANDRE GARCIA DÁ RAZÃO A MICHELETTI EM HONDURAS E DIZ QUE A DIPLOMACIA BRASILEIRA CHEGOU NO SEU PONTO MAIS BAIXO.É O PIG EM AÇÃO,VOMITANDO LIXO

SÓ FALTOU DIZER QUE O GOLPE EM HONDURAS FOI POR CAUSA DE LULA.
CHEGOU A DIZER QUE SE O BRASIL NÃO RECONHECE O DITADOR ENTÃO A EMBAIXADA NÃO EXISTE E FICOU SUBENTENDIDO QUE SE INVADIDA NÃO SERÁ UM ATO CRIMINOSO.
ESSA GENTE VENDEU A ALMA AO DIABO PARA TENTAR VOLTAR AO PODER.
OUVIR O ALEXANDRE GARCIA NO BOM DIA BRASIL DE HOJE DEU UMA TRISTEZA MUITO GRANDE. A QUE PONTO A IMPRENSA CORRUPTA , GOLPISTA , RACISTA PODE CHEGAR.

PARA A IMPRENSA GOLPISTA BRASILEIRA QUE GOSTA DE DITADOR DE DIREITA:"Governo golpista fecha rádio de oposição em Honduras"

Governo golpista fecha rádio de oposição em Honduras.
O governo golpista de Honduras fechou, nesta segunda-feira (28), a emissora de rádio Globo de Tegucigalpa, que seria um dos últimos meios de oposição ao regime que funcionava no país, segundo a AFP. No domingo, por decreto, o governo suspendeu durante 45 dias as garantias constitucionais. A medida restringe as liberdades de circulação e expressão, e proíbe as reuniões públicas, entre outras medidas.

Cerca de 20 pessoas das forças de segurança tomaram o edifício da emissora por volta das 5h30 (horário local) e tiraram o sinal do ar. Eles não encontraram resistência, disse à AFP o jornalista Carlos Paz, que trabalha na emissora. Paz disse que ainda não conseguiu localizar o diretor da rádio, o também jornalista David Romero.A radio Globo já tinha sido fechada pelo regime nos primeiros dias após o golpe de Estado que derrubou o presidente constitucional Manuel Zelaya, em 28 de junho.A emissora de televisão "36", que também se colocou em oposição a Micheletti, se encontrava na manhã desta sexta-feira cercada por militares e o sinal estava fora do ar, ainda que não tenha sido confirmada se as instalações da TV tenham sido invadidas.No domingo, o chefe da missão brasileira na OEA (Organização dos Estados Americanos), embaixador Ruy Casaes, confirmou que quatro funcionários da entidade foram impedidos de entrar em Honduras pelo governo interino de Roberto Micheletti.O governo golpista ameaçou, inclusive, retirar o status diplomático da embaixada brasileira no país, caso o Brasil não defina, em dez dias, a situação do presidente deposto, Manuel Zelaya, que está abrigado na sede diplomática em Tegucigalpa."Se em dez dias não definirem o status de Manuel Zelaya, a sede perderá sua condição de diplomática, mas, por cortesia, não planejamos invadir o local", disse o ministro de Relações Exteriores do governo golpista, Carlos López Conteras.

Honduras limita imprensa e suspende direitos constitucionais.Vamos acompanhar o PIG e suas idéias

Honduras limita imprensa e suspende direitos constitucionais.
Estão proibidos protestos e a mídia é passível de suspensão.Governo interino diz que Brasil pode perder a Embaixada em Tegucigalpa.
O governo interino de Honduras, liderado por Roberto Micheletti, decretou neste domingo (27) a suspensão de direitos constitucionais públicos, como a liberdade de circulação e expressão, de protestar, e ainda autoriza a suspensão de grupos de mídia que, na visão do governo de fato, "provoquem dístúrbios pelo país". O anúncio foi feito através de uma cadeia nacional de rádio e TV.
Também neste domingo, o governo interino de Honduras anunciou que o Brasil poderá perder a Embaixada no país se em 10 dias não decidir o destino do presidente deposto Manuel Zelaya, que está no prédio brasileiro sitiado desde segunda-feira (21).
Garantias constitucionais
De acordo com a agência de notícias EFE, que informa ter tido acesso ao documento oficial, o governo interino suspendeu por 45 dias as garantias constitucionais. A France Presse, porém, diz que as medidas teriam validade de 45 dias depois de aprovação legislativa.
O decreto autoriza o governo a fechar meios de comunicação e a dissolver reuniões não-autorizadas, e permite proibir protestos públicos.
O ministro do Interior de Honduras, Oscar Matute, afirmou que os veículos de imprensa que incitarem a violência podem sofrer as regulações do decreto. A estatal Hondutel irá vigiar os meios de comunicação.
Segundo o decreto, a polícia e as Forças Armadas estão autorizadas a fechar estações de rádio ou televisão "que não ajustarem sua programação às disposições atuais".
O decreto estabelece que autoridades policiais ou militares podem deter pessoas que desobedeçam o toque de recolher ou que sejam apontadas como suspeitas de provocar distúrbios.
Embaixada ameaçada
O governo interino de Honduras anunciou que o Brasil poderá perder a Embaixada em Tegucigalpa, se em 10 dias não decidir o destino de Zelaya. O governo brasileiro deverá decidir se o presidente deposto ganhará asilo político no Brasil ou se irá entregá-lo às autoridades hondurenhas.
O governo hondurenho disse que não tem intenção de invadir a embaixada para prender Zelaya.

Lançamento de míssil por aeronaves da Marinha




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Lançamento de míssil por aeronaves da Marinha.
O 1ºEsquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque realizou, entre os dias 16 e 23 de setembro, quatro lançamentos de míssil "Sidewinder AIM-9H”, na área de tiro do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Natal (RN).
O evento envolveu a participação do Comando de Operações Navais; Comando-em-Chefe da Esquadra; Comando do 3º Distrito Naval; Comando da Força Aeronaval; Centro de Análises de Sistemas Navais; Centro de Mísseis e Armas Submarinas; 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque; e o Grupo Especial de Ensaios em Vôo e da Base Aérea de Natal.
O lançamento reveste-se de grande importância por ratificar a capacidade de defesa aérea de nossa Esquadra e contribuir para o contínuo incremento do nível operacional do Esquadrão VF-1.

Grupamento de Fuzileiros Navais no Haiti participa do desfile de 7 de setembro


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Grupamento de Fuzileiros Navais no Haiti participa do desfile de 7 de setembro.

O Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais no Haiti (GptOpFuzNav Haiti) participou, no dia 7 de setembro, da cerimônia militar realizada no Batalhão Brasileiro de Força de Paz (BRABATT), que contou com a presença de autoridades civis e militares.
Entre os presentes estavam o Sr. Luiz Carlos da Costa, representante especial do Secretário Geral; Sr. Igor Kipman, Embaixador do Brasil no Haiti; e o General-de- Brigada Floriano Peixoto Vieira Neto, Comandante da Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (MINUSTAH).

domingo, 27 de setembro de 2009

PARA A IMPRENSA BRASILEIRA:"Brasil ainda não se deu conta de que é uma grande nação, diz Lula"

Brasil ainda não se deu conta de que é uma grande nação, diz Lula.
Segundo o presidente, país saiu da condição de 'receptor' para 'doador'.'É possível mudar geografia política, comercial e econômica do mundo', diz.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo, durante o encerramento da 2ª Cúpula América do Sul-África, em Isla Margarita (Venezuela), que o Brasil ainda não se deu conta de que é uma grande nação.
"De que saiu da condição de país receptor para um país doador (...) Todos nós aprendemos a vida inteira a pedir recursos para os países ricos e a não assumirmos as responsabilidades de sermos países doadores, de dar tecnologia, de passar os conhecimentos que temos. Isso é uma coisa nova na América do Sul. Não faz muito tempo que a relação entre nós era muito pequena e distante", afirmou ele a outros chefes de Estado presentes.
Crise financeira
Segundo o presidente da República, a crise financeira interncional, que se agravou em setembro do ano passado com o anúncio de concordata do Lehman Brothers, mostrou que os países que tinham mais opções (para o comércio internacional) sofreram menos efeitos.
"Porque não dependíamos de um bloco ou de uma economia. Vocês percebem claramente que, na época da crise, todos os países ricos que defendiam o livre comércio foram os primeiros a se fecharem no protecionismo", questionou Lula.
De acordo com Lula, os países africanos são "testemunhas" da tentativa que o Brasil fez para negociar a rodada de Doha (de comércio mundial), "sobretudo pensando em abrir o mercado agrícola europeu para os países africanos, e não conseguimos".
Mudar a 'geografia' do mundo
Na visão do presidente, é possível mudar "a geografia política, comercial e econômica do mundo". "Não será possivelmente no meu governo. Possivelmente não será nos governos de muitos dos senhores [presidentes]. Mas, quem vier depois de nós, estará comprometido com uma lógica política que não existia há dez anos atrás", afirmou.
De acordo com Lula, não é possível que, depois da independência e da guerra civil, em alguns países da América do Sul e África, a maioria ainda esteja "colonizada economicamente porque depende de tecnologia, financiamento e mercado dos países ricos".
"Eu queria que vocês saíssem daqui com a certeza de que o século 21 pode ser o século da África, da América Latina e da América do sul. Basta que tenhamos clareza que dependemos muito mais de nossas decisões do que dos sonhos, das ajudas externas, que passamos todo o século 20 esperando e estamos esperando no século 21", concluiu.
Olimpíadas no Rio de Janeiro
O presidente também fez um apelo pela realização dos jogos olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, e informou que viajará a Copenhage (Dinamarca), Bruxelas (Bélgica) e Estocolmo (Suécia) para defender as Olimpíadas do Rio. O Rio de Janeiro concorre com Tóquio (Japão), Madri (Espanha) e Chicago (Estados Unidos).
"Já fiz esse apelo antes em outros encontros. Para que pudéssemos ter o direito de fazer uma Olimpíada no continente sul-americano (...) A verdade é que, de todos os países que compõem as dez maiores economias do mundo, o Brasil é o único que nunca fez uma Olimpíada. A América do Sul nunca fez uma Olimpíada", disse.
Lula lembrou ainda que o "maior evento esportivo do mundo" não pode ser um "privilégio dos países ricos". "Precisamos fazer na América Latina e na África. É uma boa experiência sediar em 2010 a Copa do Mundo. Londres vai fazer [a Olimpíada] em 2012. Não é justo que seja feito outra vez na Europa. Os Estados Unidos já fizeram quatro Olimpíadas e mais quatro de inverno. Se ganhar essa, será a nona [Olimpíada] entre inverno e verão", disse.

SE LULA ACHASSE PESSOALMENTE UMA MINA DE OURO NO BRASIL,A IMPRENSA CORRUPTA DIRIA EM MANCHETE:"DESCOBERTA DE LULA FAZ OURO DESPENCAR"

A GLOBONEWS QUER PORQUE QUER TRANSFORMAR QUALQUER ATO DE LULA COMO UM ERRO. SEJA LÁ O QUE FOR , LULA ESTÁ ERRADO.
NO CASO DA EMBAIXADA DO BRASIL EM HONDURAS , ELES TENTAM NO "EM CIMA DA HORA" DENEGRIR O PRESIDENTE LULA. FAZEM ENTREVISTAS COM PERGUNTAS QUE MAIS PARECEM RESPOSTAS E QUEREM QUE O CONVIDADO AQUIESÇA A SUA VONTADE.
NOS TRATAM , OS TELESPECTADORES , COMO IMBECIS.

Lula diz que "não aceita ultimato de governo golpista" de Honduras


Lula diz que "não aceita ultimato de governo golpista" de Honduras.
da Efe, em Porlamar
O Brasil "não aceita ultimato de um governo golpista", declarou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em resposta ao prazo de dez dias dado pelo Governo de Roberto Micheletti para definir o status de Manuel Zelaya, que está na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa.
Em entrevista coletiva durante a 2ª Cúpula América do Sul-África (ASA) neste domingo (27), Lula disse que o deposto líder hondurenho é "o presidente legítimo de Honduras" e que seu status é "hóspede da Embaixada do Brasil" em Tegucigalpa.
Ariana Cubillos -26.set.09/AP
Presidente Lula afirmou que "não negocia com golpistas" de atual governo hondurenho, e que solução é que eles saiam do poder
O governante brasileiro respondeu, assim, ao ser perguntado pelo prazo "não maior de dez dias" dado por Micheletti ao Brasil para que defina o status de Zelaya, que está na sede diplomática brasileira desde que voltou a Honduras, na segunda-feira da semana passada.
"Zelaya foi expulso do poder da maneira mais vergonhosa possível", disse Lula.
"Para mim, a solução é simples: os golpistas devem sair do palácio presidencial", afirmou Lula, acrescentando que "Zelaya deve retornar ao poder e se deve convocar eleições".
"Se os golpistas convocarem eleições, poucos países reconheceriam [os resultados]", apontou.
Também ressaltou que, se "[os golpistas] entrarem à força [na embaixada do Brasil], violariam todas as normas internacionais".
"Poucas vezes na história houve tanto consenso na postura internacional contra o governo golpista", disse Lula, em seu encontro com os jornalistas pouco antes de partir para Brasília, após participar da Cúpula ASA na venezuelana Isla Margarita.
Em comunicado emitido ontem à noite, o Ministério de Exteriores do Governo no poder em Honduras indicou que "novamente solicitava ao governo do Brasil que defina o status do senhor Zelaya, dentro de um prazo não maior de dez dias".
"Se não for assim, seremos obrigados a tomar medidas adicionais", acrescentou a nota.

Cúpula da América do Sul e África aprova moção condenando golpe em Honduras

Cúpula da América do Sul e África aprova moção condenando golpe em Honduras.Uma moção apresentada pelo governo brasileiro condenando o golpe em Honduras e o cerco à Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, desde que o presidente deposto, Manuel Zelaya, abrigou-se no local, foi aprovada por unanimidade pelos países integrantes da 2ª Reunião de Cúpula dos Países da América do Sul e África, que está sendo realizada na Isla de Margarita, na Venezuela.O embaixador Gilberto Moura, diretor do Departamento de Mecanismos Regionais —que cuida especificamente das reuniões de cúpulas— informou, em entrevista à Agência Brasil, que a moção em sua primeira parte enfatiza e endossa as declarações da Unasul e da União Africana de condenação do golpe em Honduras "e a imediata e incondicional restituição de Zelaya ao poder".O documento também manifesta "a necessidade da preservação e inviolabilidade da segurança da embaixada brasileira naquele país, além da segurança dos funcionários e de todos os que lá se encontram instalados".Na semana passada, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou o que considerou como "atos de intimidação" contra a embaixada brasileira em Tegucigalpa, onde o presidente deposto do país, Manuel Zelaya, está refugiado desde segunda-feira (21).HistóricoO presidente deposto Manuel Zelaya voltou a Honduras quase três meses depois de ser expulso. Nas primeiras horas do dia 28 de junho, dia em que pretendia realizar uma consulta popular sobre mudanças constitucionais que havia sido considerada ilegal pela Justiça, ele foi detido por militares, com apoio da Suprema Corte e do Congresso, sob a alegação de que visava a infringir a Constituição ao tentar passar por cima da cláusula pétrea que impede reeleições no país. Zelaya , cujo mandato termina no início do próximo ano, nega que pretendesse continuar no poder e se apoia na rejeição internacional ao que é amplamente considerado um golpe de Estado -e no auxílio financeiro, político e logístico do presidente venezuelano, Hugo Chávez- para desafiar a autoridade do presidente interino e retomar o poder. Isolado internacionalmente, o presidente interino resiste à pressão externa para que Zelaya seja restituído e governa um país aparentemente dividido em relação à destituição, mas com uma elite política e militar -além da cúpula da Igreja Católica- unida em torno da interpretação de que houve uma sucessão legítima de poder e de que a Presidência será passada de Micheletti apenas ao presidente eleito em novembro. As eleições estavam marcadas antes da deposição, e nem o presidente interino nem o deposto são candidatos.

"Golpistas de Honduras estão desesperados", diz Evo Morales


"Golpistas de Honduras estão desesperados", diz Evo Morales.
da France Presse, em Porlamar
O presidente boliviano Evo Morales afirmou neste domingo (27) que o governo de fato de Honduras está "desesperado" e que o ultimato dado ao governo brasileiro é uma prova disso.
Javier Mamani -16.set.09/Efe
Presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou que os "golpistas estão desesperados"
A chancelaria do regime interino hondurenho emitiu um comunicado no qual exige que o Brasil evite que sua embaixada em Tegucigalpa seja usada por Zelaya para "instigar a violência" e dá um prazo de no máximo dez dias para que defina a condição do presidente deposto.
"Essas advertências de prazos são antidemocráticas. Dar um ultimato ao Brasil mostra o desespero dos golpistas de Honduras", disse Morales, em uma entrevista coletiva à imprensa realizada na 2ª Cúpula América do Sul-África (ASA), realizada em Ilha Margarita, Venezuela.
"Se Micheletti quer o melhor para seu país deve renunciar, para que voltem a democracia e o presidente legal e constitucional, Manuel Zelaya, e para que sejam garantidas as eleições nacionais", disse.

O BRASIL DE LULA FAZ "DOWNLOAD" DE "UPGRADE" TODOS OS DIAS E A IMPRENSA CAQUÉTICA BRASILEIRA NÃO CONSEGUE ACOMPANHAR

O BRASIL DE LULA FAZ "DOWNLOAD" DE "UPGRADE" TODOS OS DIAS E A "OPOSIÇÃO SEM RUMO" NÃO CONSEGUE ACOMPANHAR

Governo de Micheletti dá prazo ao Brasil para que defina status de Zelaya.Opinião:"o Brasil já deveria ter enviado uma força tarefa à Honduras"

Governo de Micheletti dá prazo ao Brasil para que defina status de Zelaya.
Na noite deste sábado (26), o governo interino de Roberto Micheletti deu um prazo de dez dias ao Brasil para que defina o status do presidente hondurenho deposto, Manuel Zelaya, que desde a segunda-feira passada está refugiado na Embaixada do país em Tegucigalpa.
O governo Micheletti exigiu ainda que o Brasil se assegure de que sua Embaixada não será usada por Zelaya "para pregar a violência", em alusão ao pedido do presidente deposto que pediu à população hondurenha que pratique "atos de desobediência civil" contra o regime interino.
Em comunicado o governo pede que o Brasil "tome medidas imediatas que assegurem que Zelaya deixe de utilizar a proteção da missão diplomática brasileira para instigar a violência em Honduras".
O texto diz ainda que o regime interino tem mostrado uma paciência "infinita" e reagido "moderadamente à violência nutrida" dentro da Embaixada, mas assegura que respeitará o espaço conforme indicado pelas leis internacionais, desde que o prazo de dez dias seja respeitado. "Do contrário, tomaremos medidas adicionais previstas no Direito Internacional."
Histórico
Zelaya voltou a Honduras quase três meses depois de ser expulso. Nas primeiras horas do dia 28 de junho, dia em que pretendia realizar uma consulta popular sobre mudanças constitucionais que havia sido considerada ilegal pela Justiça, ele foi detido por militares, com apoio da Suprema Corte e do Congresso, sob a alegação de que visava a infringir a Constituição ao tentar passar por cima da cláusula pétrea que impede reeleições no país.
O presidente deposto, cujo mandato termina no início do próximo ano, nega que pretendesse continuar no poder e se apoia na rejeição internacional ao que é amplamente considerado um golpe de Estado --e no auxílio financeiro, político e logístico do presidente venezuelano, Hugo Chávez-- para desafiar a autoridade do presidente interino e retomar o poder.
Isolado internacionalmente, o presidente interino resiste à pressão externa para que Zelaya seja restituído e governa um país aparentemente dividido em relação à destituição, mas com uma elite política e militar --além da cúpula da Igreja Católica-- unida em torno da interpretação de que houve uma sucessão legítima de poder e de que a Presidência será passada de Micheletti apenas ao presidente eleito em novembro. As eleições estavam marcadas antes da deposição, e nem o presidente interino nem o deposto são candidatos.
Mas o retorno de Zelaya aumentou a pressão internacional sobre o governo interino, alimentou uma onda de protestos que desafiaram um toque de recolher nacional e fez da crise hondurenha um dos temas da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), reunida em Nova York esta semana. A ONU suspendeu um acordo de cooperação com o tribunal eleitoral hondurenho e a OEA planeja a viagem de uma delegação diplomática a Honduras para tentar negociar uma saída para o impasse.
Pelo menos duas pessoas morreram em manifestações de simpatizantes de Zelaya reprimidas pelas forças de segurança durante um toque de recolher que foi suspenso nesta manhã. Nesta quinta-feira, houve novas marchas em favor do presidente deposto, mas também manifestações favoráveis ao governo interino.
Com Efe e France Presse

Lula diz que é preciso impedir 'retrocesso' democrático na América Latina

Lula diz que é preciso impedir 'retrocesso' democrático na América Latina.
France Presse
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado que é preciso impedir os "retrocessos" no processo democrático da América Latina, ao citar a crise política em Honduras, onde o presidente deposto, Manuel Zelaya, permanece na embaixada do Brasil em Tegucigalpa."Lutamos muito para varrer para o lixo da história as ditaduras militares de antes, não podemos permitir retrocessos deste tipo em nosso continente. Esta é uma questão importante para nós, sul-americanos, na alvorada de um século moldado pela democracia e o multilateralismo"."Como na África, a América do Sul passa por um momento de transformações sem precedentes. Estamos decididos a enfrentar, conjuntamente, os numerosos desafios que devem nos unir, e não nos dividir. Este é o sentido da criação do Conselho Sul-Americano de Defesa. Este é o sentido da condenação, unânime, do golpe de Estado em Honduras", destacou Lula.O presidente brasileiro fez tais declarações em seu discurso na abertura da II Cúpula América do Sul-África, que reúne na ilha venezuelana de Margarita cerca de 30 governantes, inclusive o líder líbio, Muamar Khadafi, há 40 anos no poder.Zelaya, deposto e expulso de Honduras em 28 de junho passado, voltou secretamente a Honduras e desde a segunda-feira passada está na embaixada do Brasil em Tegucigalpa.Os países sul-americanos desejam incluir na declaração final da cúpula uma menção sobre a crise política de Honduras.

Líderes da América do Sul e da África apoiam volta de Zelaya

Líderes da América do Sul e da África apoiam volta de Zelaya26 de setembro de 2009.
Os chefes de Estado que participam da 2ª Cúpula América do Sul-África (ASA) aprovaram na noite deste sábado uma resolução na qual exigem o fim das ações de intimidação à embaixada do Brasil em Honduras e pedem a restituição do presidente deposto, Manuel Zelaya, como saída para solucionar a crise no país.
Uma declaração lida pelo anfitrião do encontro, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, diz que os líderes pedem "a restituição imediata e incondicional do presidente constitucional Manuel Zelaya à Presidência".
Na resolução, os líderes expresaram sua preocupação com a situação política em Honduras e decidiram aprovar as declarações da União Africana e da Unasul que condenaram anteriormente a deposição de Zelaya.
Os chefes de Estado reunidos em Isla Margarita, na Venezuela, também aprovaram a declaração emitida na sexta-feira pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, na qual condena os "atos de intimidação" do governo interino de Honduras contra a embaixada brasileira.
A ASA afirma que "resulta imperioso garantir que o regime de fato respeite e cumpra plenamente" a Convenção de Viena, que prevê a inviolabilidade e segurança das missões diplomáticas.
A resolução, proposta pelo Brasil, foi aprovada por unanimidade e aplaudida na sessão plenária.
Protesto
Neste sábado, milhares de apoiadores de Zelaya voltaram às ruas da capital hondurenha, Tegucigalpa, em um protesto para marcar os 90 dias da deposição do presidente e exigir seu retorno ao poder.
Zelaya foi deposto e expulso de Honduras em 28 de junho. Na última segunda-feira, ele retornou ao país sem a autorização do governo interino, que cobra a sua prisão, e se refugiou na embaixada brasileira em Tegucigalpa.
Além de Zelaya, cerca de 60 de seus seguidores também estão abrigados na embaixada, que permanece cercada por policiais.
No início da semana, o prédio chegou a ter o fornecimento de água e energia cortado.
Na sexta-feira, o presidente deposto havia afirmado que a embaixada brasileira foi alvo de bombas de gás lacrimogêneo lançadas pelas forças de segurança do país. Um porta-voz da polícia, no entanto, negou o ataque.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha disse que um de seus delegados entrou no prédio neste sábado, a pedido de Zelaya, mas não constatou situação de emergência no local.
Retrocesso
A crise política em Honduras se tornou assunto permanente nos bastidores da Cúpula entre as delegações presentes na Venezuela.
O governo interino que assumiu o poder em Honduras, comandado por Roberto Micheletti, não é reconhecido pela comunidade internacional.
O Brasil, por exemplo, ainda considera Zelaya o presidente legítimo de Honduras. Em seu discurso na sessão de abertura da Cúpula, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou a condenação à deposição de Zelaya.
"Lutamos muito para varrer para a lata do lixo da história as ditaduras militares. Não podemos permitir retrocessos deste tipo no nosso continente", afirmou.
Para Chávez, que disse "saber de tudo" em relação ao retorno Zelaya a Honduras, a solução da crise dependerá das pressões exercidas pela comunidade internacional.
"É preciso presssionar e pressionar. As Nações Unidas deveriam estabelecer sanções contra este governo (interino)", disse.

Lula diz que Conselho de Segurança 'perdeu relevância'

Lula diz que Conselho de Segurança 'perdeu relevância'.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste sábado, em seu discurso na abertura da 2ª Cúpula América do Sul-África (ASA), que o Conselho de Segurança das Nações Unidas "perdeu relevância". "Neste debate sobre a nova governança global, uma coisa é certa: o Conselho de Segurança das Nações Unidas perdeu relevância", afirmou o presidente no encontro realizado em Isla Margarita, na Venezuela.
Lula, ao lado de Mamadou Tandja, do Níger, na Cúpula América do Sul-África"Devemos trabalhar juntos pela sua reforma, sob pena de perder a oportunidade de garantir nosso direito a uma voz nas grandes questões da agenda internacional", disse. As declarações de Lula foram feitas um dia depois de o Conselho de Segurança ter condenado os "atos de intimidação" do governo interino de Honduras contra a embaixada brasileira na capital, Tegucigalpa, onde o presidente deposto, Manuel Zelaya, está abrigado desde segunda-feira. A reunião do Conselho de Segurança na sexta-feira foi realizada a pedido do Brasil e teve a presença do ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim. Ao relatar a situação da representação brasileira em Honduras diante do conselho, Amorim disse ter "indícios concretos" de que a embaixada poderia ser invadida por militares hondurenhos. Antes da declaração condenando o cerco à embaixada, a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Susan Rice, que preside o Conselho, teria criticado o tom do discurso do chanceler brasileiro. Neste sábado, o Conselho de Segurança também foi criticado por outros líderes presentes na cúpula realizada na Venezuela. Minutos antes da intervenção do presidente brasileiro, o líder líbio, Muamar Khadafi, disse que a situação do conselho é "insustentável". "Eles têm direito a veto, e nós não temos direito algum", afirmou o líder líbio. Na declaração final da Cúpula ASA, que termina neste domingo, os países deverão exigir reformas à Organização das Nações Unidas, nas quais estará incluído o Conselho de Segurança. Honduras A crise política em Honduras é assunto permanente nos corredores entre as delegações que participam da Cúpula. Em seu discurso, Lula reiterou a condenação à deposição de Manuel Zelaya. "Lutamos muito para varrer para a lata do lixo da história as ditaduras militares. Não podemos permitir retrocessos deste tipo no nosso continente", afirmou. Desde sexta-feira o Brasil vem trabalhando em um documento que deverá ser aprovado pelos demais chefes de Estado e representantes de governo que participam da Cúpula. O documento deverá reiterar a condenação às agressões sofridas pela embaixada brasileira e pedir a restituição de Zelaya ao poder como saída para solucionar a crise em Honduras. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que é o anfitrião da cúpula, disse que os líderes rejeitam as agressões contra a embaixada brasileira. "Lançaram gases tóxicos contra a embaixada, viram até onde chega a loucura desses golpistas?" , disse Chávez a jornalistas brasileiros. Na sexta-feira, o presidente deposto de Honduras havia afirmado que a embaixada brasileira foi alvo de bombas de gás lacrimogêneo lançadas pelas forças de segurança do país. Um porta-voz da polícia, no entanto, negou o ataque. Para Chávez, que disse "saber de tudo" em relação ao retorno Zelaya a Honduras, a solução da crise dependerá das pressões exercidas pela comunidade internacional. "É preciso pressionar e pressionar. As Nações Unidas deveriam estabelecer sanções contra este governo (interino)", disse. Manuel Zelaya foi deposto e expulso de Honduras em 28 de junho. Na última segunda-feira, ele retornou ao país sem a autorização do governo interino, que cobra a sua prisão, e se refugiou na embaixada brasileira em Tegucigalpa.O governo interino que assumiu o poder em Honduras, comandado por Roberto Micheletti, não é reconhecido pela comunidade internacional.

SERRA TEM MEDO DE CIRO GOMES

Serra evita rebater críticas de Ciro e diz que não vai "entrar em baixaria".
Em encontro do PSDB realizado em Natal (RN) neste sábado, o governador de São Paulo, José Serra, evitou comentar as acusações pelo deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE), que nesta sexta (25) se referiu a ele como "mais feio na alma do que no rosto".
Ao lado do governador mineiro e colega de chapa, Aécio Neves, Serra afirmou apenas que não iria entrar em "baixaria", e se negou a rebater as declarações do possível adversário à sucessão presidencial em 2010.
"Olha, eu tenho mais coisas para fazer, estamos governando São Paulo, não vou entrar em nenhuma baixaria ou bate-boca", disse Serra.
Em São Paulo, Ciro --que reafirmou sua disposição para disputar a Presidência da República em 2010-- não poupou o desafeto político de suas críticas, e o chamou de truculento.
"Ele [Serra] é feio para caramba, mais feio na alma do que no rosto. Ele tem uma truculência ao se relacionar com seus adversários. A conduta pessoal dele em relação aos seus adversários é uma conduta feia, de não enfrentar com linguagem civilizada, uma atitude destrutiva, que inibe o diálogo. Para mim, é horrível. Até minha conta pessoal de salário ele conseguiu que um juiz de São Paulo bloqueasse", disse o deputado.
Ciro disse ainda que aguarda uma resposta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a possibilidade de duas candidatura da base --a outra seria a da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Lula ficou de dar uma resposta ao socialista em fevereiro.
O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse nesta sexta que a possível candidatura de Ciro à Presidência muda o cenário eleitoral de 2010. Para o tucano, com Ciro, a disputa em 2010 deverá ser levada para o segundo turno, já que considera que o deputado tiraria votos de uma pequena parcela do governador paulista --favorito para encabeçar a chapa tucana na eleição presidencial.

'Minha candidata é a Dilma', diz Chávez

'Minha candidata é a Dilma', diz Chávez.
Claudia Jardim

Enviada especial da BBC Brasil a Porlamar, Venezuela
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse neste sábado que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, é sua candidata para as eleições brasileiras de 2010."Dilma será a próxima presidente do Brasil", afirmou Chávez em seu discurso na abertura da 2ª Cúpula América do Sul-África, realizada em Isla Margarita, na Venezuela.
Em cúpula, o presidente da Venezuela refere-se ao Brasil: 'Sei que vão me acusar de ingerência'"Sei que vão me acusar de ingerência, meu coraçãozinho é quem está falando", disse. "Minha candidata é a Dilma." A ministra tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para disputar a Presidência pelo PT. Lula, que participa da Cúpula na Venezuela, sorriu ao ouvir o discurso do colega. Chávez lamentou o término do mandato do presidente brasileiro. "Mas Lula não se irá, ele fica, assim como Néstor Kirchner (ex-presidente da Argentina), que se foi, mas não se foi", afirmou Chávez, em referência à eleição da presidente Cristina Kirchner como sucessora do marido. Sul-Sul Durante a sessão plenária dos chefes de Estado, Chávez defendeu a multipolaridade nas relações internacionais e disse ser "vital" a união entre a América do Sul e a África. Lula, em seu discurso, disse acreditar "no poder de transformação de uma parceria entre regiões que vivem realidades semelhantes e enfrentam problemas comuns". Críticas ao chamado "modelo imperialista" como causa do subdesenvolvimento das duas regiões foram mencionadas na maioria das intervenções dos chefes de Estado.A presidente argentina, Cristina Kirchner, disse que o desafio dos dois continentes é o de modificar os velhos modelos de cooperação até agora implementados. "No século 20, o que importava era vender, e não fazê-lo sob um conceito de cooperação, de transferência de tecnologia, que é o que nós estamos impulsionando", afirmou.Projetos A preocupação levantada pela maioria dos mandatários é a de como concretizar mecanismos viáveis de integração para fortalecer o eixo sul-sul.Chávez, que antes da Cúpula disse que do encontro sairia um plano de trabalho para os próximos 10 anos, pediu a criação de uma comissão de ministros que se dediquem exclusivamente à implementação de projetos de desenvolvimento comum."Temos que elevar o nível e dar mais solidez à cooperação", disse. Nos últimos seis anos, o comércio entre América do Sul e África foi ampliado de US$ 6 bilhões para US$ 36 bilhões, dos quais o Brasil tem sido o principal beneficiário. Neste mesmo período, o intercâmbio comercial Brasil-África saltou de US$ 5 bilhões, registrados em 2002, para US$ 26 bilhões em 2008. O primeiro encontro da ASA foi realizado em Abuja, na Nigéria, em 2006. Na reunião deste sábado, os presidentes decidiram que a próxima Cúpula será em 2011, na Líbia.

Banco do Sul nascerá com capital de US$ 20 bilhões

Banco do Sul nascerá com capital de US$ 20 bilhões.
Efe, em Porlamar (Venezuela)
O acordo de criação do Banco do Sul, com um capital inicial de US$ 20 bilhões, será assinado ainda neste sábado na Ilha Margarita pelos presidentes sul-americanos presentes à 2ª Cúpula América do Sul-África (ASA), anunciou o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
"Esta noite decidimos formar o Banco do Sul", disse Chávez durante um de seus discursos na cúpula, instalada esta tarde e que termina amanhã com a assinatura de uma declaração final e um Plano de Ação.
Chávez propôs aos 30 líderes participantes da cúpula "formar entre o banco africano e o sul-americano uma estrutura superior de financiamento".
"Um Banco Sul-Sul ou o Banco do ASA, eu tenho até nome, Bancasa", declarou o presidente da Venezuela, e acrescentou que nessa entidade poderiam ser depositadas as "reservas" monetárias dos países de ambas as regiões.

VIVA AS INTELIGENTES E MARAVILHOSAS MULHERES BRASILEIRAS









Pioneiras da tradição rompida.
Primeira turma feminina do Colégio Militar de Brasília se reencontra 20 anos depois da entrada num reduto restrito a meninos. Lembranças são divertidas e remetem a um tempo em que mulheres eram a minoria.
Elisa Tecles
Carlos Silva/Esp. CB/D.A Press
Entrando em formação e marchando com toda disciplina, como há duas décadas, quando inauguraram a era de igualdade no CMB: presença feminina é marcante na história da escola.Carlos Silva/Esp. CB/D.A Press - Reprodução
Turma reunida na formatura, no início dos anos 1990: primeira fase foi de estranhamento em meio a um mundo diferente.
Elas marcharam e cantaram o Hino Nacional como se nunca tivessem deixado de fazê-lo. Parece ter sido ontem o dia em que as alunas pioneiras do Colégio Militar de Brasília (CMB) aprenderam os costumes da instituição. Integrantes da primeira turma de meninas do colégio comemoraram os 20 anos do rompimento de uma antiga tradição: em 1989, elas quebraram a hegemonia masculina e inseriram as saias no uniforme escolar. Na manhã de sexta-feira, reencontraram-se no pátio do colégio e participaram da formatura dos atuais alunos. Em fevereiro de 1989, 50 meninas ingressaram na 5ª série do ensino fundamental do CMB. A proporção era de uma garota para cada 40 rapazes. A novidade mexeu com alunos e professores, que não estavam acostumados à presença feminina do lado de dentro dos portões. “A gente gostava de cantar, fazer as brincadeiras da nossa época, como rodinha, coisa de menina. Eles ficavam olhando, achavam estranho, riam”, comentou a advogada Beatriz Veríssimo Sena, 31 anos. Os novatos da 5ª série sempre passavam pelo trote dos mais velhos. Quando as meninas chegaram, os veteranos não sabiam o que fazer. “Ficou aquela situação inusitada: será que pode fazer trote com as meninas? Algumas meninas levaram trote, outras não”, disse Beatriz. A advogada não escapou da gozação. Certo dia, estava com uma amiga e se viu cercada por rapazes. Eles usavam as boinas para dar um susto nos novatos pelas costas. Em um colégio só de meninos, espera-se que as brincadeiras sejam pesadas. Com a chegada das moças, os rapazes tentaram mudar a postura, mas algumas piadas permaneceram. “No meio da aula, os meninos do andar de cima desciam um pôster de mulher pelada para o andar de baixo. Eles contavam que falavam palavrão, mas foram proibidos depois que nós entramos”, disse a professora de educação física Amanda Cabral, 31 anos. A decisão de aceitar meninas no colégio foi amadurecida durante um ano. A direção da escola precisou fazer mudanças estruturais para receber as alunas. Os banheiros tiveram de ser adaptados — não havia toaletes destinados às estudantes. No início os vestiários eram iguais aos dos meninos, sem divisórias para trocar de roupa ou tomar banho após a aula de educação física. “Era só um cano na parede com água gelada, e sem divisória. Lembro que a gente se olhava e pensava: ‘E agora, vamos ter que tirar a roupa para tomar banho?’”, recordou Amanda. Com o tempo, elas ganharam privacidade com divisórias no banheiro. Seleção concorrida Na época, os professores participaram de seminários sobre o acompanhamento pedagógico das turmas mistas. A direção convocou duas policiais militares para atuarem como monitoras das alunas. As 50 meninas tiveram duas semanas de adaptação antes do início das aulas, assim como os meninos novatos. Elas passaram pelos mesmos ensaios que os rapazes e aprenderam a entrar em forma, desfilar e marchar. Todas enfrentaram a concorrida seleção para entrar na escola. Os primeiros dias de aula não foram fáceis. “Era muito estranho, eu ficava sem graça. Em todo lugar, nós éramos minoria. Mas, como éramos obrigadas a conviver com os meninos, tiramos de letra”, relatou a dentista Luciana da Fonseca Rocha, 31. Ela foi a única menina da antiga escola a fazer o concurso do CMB. Nos anos 1980, o colégio já tinha fama de ser exigente e incentivar os esportes. “Meu pai queria que eu entrasse porque era uma escola com muita disciplina, que dava atenção à educação física. Lá você aprende valores e a questão da hierarquia”, comentou. Parte das primeiras alunas ainda mora em Brasília e se encontra vez ou outra. Elas tentam manter o contato e sempre ficam sabendo quando uma antiga colega se casa ou tem filhos. Ao assistir ao desfile, elas relembraram momentos marcantes da vida escolar e se divertiram. Pela primeira vez, puderam entrar no colégio infringindo todas as regras de vestuário: saia curta, cabelo solto e batom vermelho. “Eles vigiavam nosso uniforme. Se a gente crescia e a saia encurtava, tinha que descer a barra ou comprar outra”, comentou a médica oftalmologista Márcia Godoy, 32 anos. As pioneiras aguentaram reclamações de quem tinha opinião contrária à presença delas no CMB. “Muitos tinham preconceito, mas era velado. Alguns falavam que aquilo não era para a gente, diziam que a gente não ia dar conta, que era uma loucura”, lembrou Amanda. A ala feminina logo mostrou que tinha todo o direito de estar ali.
O coronel aluno(1) escolhido naquele ano era mulher. De lá para cá, só dois rapazes alcançaram o posto —as outras 18 eram mulheres. As meninas ainda não conquistaram maioria na escola — dos 3,4 mil alunos, 52% são homens e 48% são mulheres. No entanto, elas se destacam pelo comportamento e boas notas. “As meninas são mais atentas, elas fixam um objetivo e conseguem interagir mais rápido com as matérias do colégio”, ressaltou o comandante do CMB, coronel Wagner Gonçalves. Segundo ele, elas são mais cuidadosas com o uniforme e prestam muita atenção em sala de aula.
A major aluna Isadora Cavalcante, 16 anos, convive com meninas o dia todo e não imagina como deveria ser o CMB há 20 anos. “As alunas devem ter sentido muito preconceito por parte dos meninos naquela época. Hoje muitas mulheres conseguem alcançar o que querem”, concluiu. 1- Título honroso A cada ano, o colégio elege o melhor estudante. Ele ganha o título de coronel aluno e passa a comandar o batalhão escolar. Notas e comportamento são levados em conta na escolha.

sábado, 26 de setembro de 2009

IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA APANHA DE LULA"Brasil vai apresentar proposta sobre crise em Honduras na reunião da Venezuela"

"Porque é um comunicado conjunto que envolve 53 países da África e 12 da América do Sul". E a imprensa corrupta fazendo entrevista com os mesmos embaixadores aposentados para mostrar que Lula errou , mas Lula acertou.

Brasil vai apresentar proposta sobre crise em Honduras na reunião da Venezuela.
Nielmar de Oliveira

Enviado Especial da Agência Brasil
Em Isla Margarita (Venezuela)
O governo brasileiro prepara um documento para ser discutido no âmbito da 2ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da América do Sul e da África (ASA) em busca de um consenso envolvendo uma posição conjunta sobre a ruptura do processo democrático em Honduras, que culminou com a deposição do presidente Manuel Zelaya e o cerco à embaixada brasileira em Tegucigalpa, a partir do retorno do presidente deposto ao país que se abrigou na embaixada.
Tensão em Tegucigalpa
Embora não tenha se furtado a falar sobre o tema, o embaixador Gilberto Moura, diretor do Departamento de Mecanismos Regionais do Ministério das Relações Exteriores, que cuida especificamente das reuniões de cúpulas, não quis antecipar a posição brasileira e tão pouco confirmou a apresentação do documento."Eu não posso responder isto aos senhores. Claro que o assunto é candente, é importante e há, naturalmente, uma preocupação do governo brasileiro em relação a uma situação da nossa embaixada em Honduras e em relação à situação do próprio país, mas, naturalmente, uma decisão sobre uma declaração conjunta será tomada em conjunto entre os chefes de Estado e de governo dos países membros", disse. Ainda assim, diante da relevância do tema, Moura admitiu que "sempre existe a possibilidade de que isto venha a ocorrer [a proposta de uma posição conjunta], mas adiantou ser necessário observar, primeiro, como a reunião irá se desenvolver e se o tema será de fato levantado."Nós poderemos realmente trabalhar com essa possibilidade [da proposta por parte do governo brasileiro de uma proposição conjunta sobre a crise em Honduras], mas realmente eu digo com sinceridade que eu não tenho os elementos necessários para assegurar que o documento com a posição conjunta será parte integrante da declaração do encontro. Pode vir a ocorrer, como também por alguma razão poderá não constar da declaração", afirmou.O embaixador disse que o Brasil não pode antecipar, inicialmente, o teor do comunicado. "Porque é um comunicado conjunto que envolve 53 países da África e 12 da América do Sul".
Imagens da crise
O embaixador Gilberto Moura lembrou que todos os pontos da declaração a ser formulada do encontro estão sendo negociados de forma reservada em salas separadas e que se houver uma posição conjunta sobre Honduras será do conhecimento de todos."Mas, como vocês sabem, o tema foi levantado pelo ministro Celso Amorim [das Relações Exteriores] recentemente e também pode ser questão de debate agora na ASA.O assunto Honduras tornou-se um dos assuntos regionais mais importantes do encontro dos chefes de Estado e de governo, e é considerado, por parte das autoridades brasileiras, de suma importância na medida em que o país considera fundamental a manutenção da democracia na região. Moura garantiu que assim que tiver a informação concreta de que o caso Honduras resultará na produção de um documento à parte, ou se será parte integrante da declaração a ser tirada do encontro a divulgará aos jornalistas.O embaixador Gilberto Moura disse que os participantes da 2ª Cimeira estão trabalhando em uma declaração que consolida de certa maneira o diálogo político que se pretende definir entre as duas regiões, América do Sul e África. "Elas naturalmente envolvem varios elementos importantes da agenda internacional importantes para as duas regiões. Existe também o documento em que nós estamos trabalhando e que consolidaria os projetos de cooperação que nós desejamos implementar entre as duas regiões", disse.O embaixador ressaltou o fato de que no âmbito da ASA existem oito grupos de trabalho, "e estes oito grupos de trabalho mantiveram reuniões ao longo do ano e produziram plano setoriais de trabalhos, todos consolidados e que serão implementados em uma próxima fase, envolvendo as áreas de educação, cultura, ambiente, ciência e tecnologia, administração pública e energia". A 2ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo será aberta oficialmente às 11h de hoje sábado (26) com reuniões até amanhã (27), quando será encerrada.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou à Isla Margarita, no fim da noite de ontem (25).

IMPRENSA ESTRANGEIRA INFORMA,MAS A NACIONAL ESTÁ DORMINDO:"Cerco à embaixada brasileira é "tortura", diz grupo hondurenho de direitos humanos"

Cerco à embaixada brasileira é "tortura", diz grupo hondurenho de direitos humanos.
Thiago Scarelli

Enviado especial do UOL Notícias
Em Tegucigalpa (Honduras)
Um grupo hondurenho de direitos humanos denuncia que as condições sob as quais estão sendo mantidas as pessoas dentro da embaixada brasileira em Tegucigalpa poderiam ser classificadas como "tortura".
Tensão em Tegucigalpa
Vizinha da embaixada brasileira conta como foi presenciar confusão para enviado especial do UOL Notícias em Honduras. "Estão torturando o presidente (deposto, Zelaya) e todas as pessoas que estão dentro desta embaixada do Brasil desde que ele chegou", disse ao UOL Notícias Carmen Martinez, membro do Centro de Prevenção, Tratamento e Reabilitação das Vítimas de Tortura."O que estão fazendo é submetê-los a todo tipo de tortura: tortura psicológica, tortura física, estão portando armas letais, armas que poderiam ser usadas em guerra, não em uma situação como a que estamos vivendo", acrescentou a psicóloga. "Por isso consideramos que estão violando claramente os direitos humanos, que estão fazendo tortura." "O governo está fustigando as pessoas lá dentro porque não lhes dá comida, cortaram a água, a luz. Além de tudo, estão jogando gases tóxicos na embaixada. Ou seja, o que estão querendo fazer é debilitá-los psicologicamente, tirar sua força - esse é o objetivo da tortura - e então fazer com que se rendam", afirma Martinez. "A tortura mudou, as pessoas especialistas nisso mudaram a forma de praticá-la, fazendo de uma maneira aparentemente sutil ou permitida para que não deixe marcas, mas neles sim está deixando marcas: há dor e sofrimento psicológico, e já começam a ter reações físicas."
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O governo brasileiro prepara um documento para ser discutido no âmbito da 2ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da América do Sul e da África (ASA) em busca de um consenso envolvendo uma posição conjunta sobre a ruptura do processo democrático em Honduras.
O grupo contra a tortura se manifestou na tarde de ontem (dia 25) diante de uma das barreiras policiais que cercam a região da embaixada brasileira. Diante dos militares que permanecem de pé em linha, fechando a rua, cerca de 25 pessoas carregavam cartazes acusando-os de "torturadores" e dizendo que ser um soldado de baixa patente não é justificativa para obedecer e reprimir.Condições sanitárias precáriasUma delegação de representantes de organismos internacionais, incluindo a Cruz Vermelha, visitou ontem a embaixada e constatou que houve feridos com o lançamento de gás tóxico e que as condições sanitárias são precárias."Houve lançamento de gás e depois várias pessoas se sentiram mal: garganta seca, dor de cabeça, desconforto gastrointestinal, sangramento, reações dermatológicas. Não podemos constatar que tipo de gás foi, porque é necessário exames laboratoriais, mas é certo que existe uma relação entre o gás e esses sintomas", afirmou o ministro da Saúde do governo Zelaya, Carlos Aguilar, na noite de ontem, após visitar a embaixada.
Imagens da crise
Segundo Aguilar, o estado de saúde da maioria do grupo já melhorou, mas uma pessoa diabética pode precisar de maiores cuidados.O ministro do governo Zelaya também classificou o estado sanitário da embaixada como "preocupante". Ele afirmou que a quantidade de água potável disponível é muito restrita, o que provoca outro problema sanitário: a dificuldade em escoar os dejetos. Além disso, continuou Aguilar, os cachorros que estão dentro da embaixada são treinados para cheirar a comida que chega para identificar se está ou não envenenada. Às vezes, os cachorros lambem a comida.O chefe dos militares que cercam a embaixada, Jorge Cerrato, negou o uso de qualquer tipo de gás tóxico. "O que acontece lá dentro é que existe um grupo que faz a limpeza do local com equipamentos que têm motores movidos a gasolina. De qualquer forma, os médicos e os representantes dos direitos humanos vão poder entrar para averiguar o que está acontecendo."