quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

FELIZ ANO-NOVO PARA TODOS




'FT' prevê Brasil campeão da Copa e Dilma eleita em 2010



"AP"

Para os 5% , não interessa o que Lula faça eles não gostam e pronto. Coitados!


'FT' prevê Brasil campeão da Copa e Dilma eleita em 2010.

Um painel de jornalistas do diário britânico Financial Times escolhido para fazer previsões sobre 2010 vê o Brasil como favorito para vencer a Copa do Mundo de futebol, na África do Sul, e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, favorita nas eleições presidenciais brasileiras.
Diante da pergunta "Como será a vida após Lula?", o correspondente do diário no Brasil, Jonathan Wheatley, observa que, apesar do perfil parecido dos dois principais candidatos à Presidência, José Serra e Dilma Rousseff, de tecnocratas com pouco carisma, a escolha terá um grande impacto sobre o futuro do país.
"Muitos acreditam que o país está num caminho seguro para se tornar a quinta economia do mundo até 2020. Mas o Brasil ainda precisa de reformas voltadas para o mercado nos setores tributário, de pensões e na educação. A escolha do próximo presidente importa bastante", diz Weathley.
"Minha previsão é de que Rousseff vencerá.

Copa do Mundo

Em outro item, o diário questiona: "Quem ganhará a Copa do Mundo de futebol na África do Sul?"
O colunista de esportes do jornal Simon Kuper diz que "há um padrão no resultado das Copas do Mundo, razão pela qual o mais provável ganhador da próxima será o Brasil". "Quando a Copa do Mundo não é na Europa, o Brasil normalmente ganha", observa o colunista.

REPORTAGEM PARA OS EDITORES,DE MEMÓRIA SELETIVA,DO CORREIO BRAZILIENSE LEREM:"Arruda gasta R$ 700 mil em show após mensalão"

Arruda gasta R$ 700 mil em show após mensalão.
Serão R$ 620 mil para músicos, como Zezé di Camargo e Luciano, e R$ 80 mil para fogos
Leandro Colon, BRASÍLIA
Mergulhado numa crise política sem precedentes no Distrito Federal, o governador José Roberto Arruda (sem partido) abriu os cofres para contratar artistas de peso, como a dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano, para o show da virada de ano, visando diminuir o desgaste sofrido com a revelação do "mensalão do DEM".

Além do gasto de R$ 620 mil com músicos, o governo terá despesa de R$ 80 mil com fogos.Zezé di Camargo e Luciano vão receber R$ 300 mil pela apresentação na Esplanada dos Ministérios antes da meia-noite.
Mais R$ 260 mil serão pagos à banda Aviões do Forró, além de R$ 20 mil para a sambista brasiliense Dhi Ribeiro e R$ 40 mil à dupla sertaneja Pedro Paulo e Matheus.
A bateria da escola de samba Beija-Flor, do Rio de Janeiro, vai animar o público na madrugada. A escola recebeu R$ 3 milhões do governo Arruda para homenagear os 50 anos de Brasília no carnaval carioca de 2010.
Alvo da Operação Caixa de Pandora, Arruda é apontado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público como "cabeça" do esquema de corrupção no DF.
O governador desistiu de passar o réveillon no Rio, como fez no ano passado, e fica em Brasília. Seu vice, Paulo Octávio (DEM), preferiu sair de Brasília e foi passar o Ano Novo em São Paulo.
O vice também é suspeito de envolvimento no esquema do "mensalão do DEM". Segundo Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais e delator das fraudes ao Ministério Público, o governador e o vice participavam da arrecadação de propina.
DEPUTADO DA MEIA
O deputado distrital Leonardo Prudente confirmou que vai reassumir a presidência da Câmara Legislativa em 11 de janeiro, na volta do recesso. Prudente havia se afastado do cargo após a revelação do vídeo em que coloca nas meias dinheiro recebido das mãos de Durval Barbosa. Pressionado, ele pediu desfiliação do DEM.

PARA O 'CB' , JORNAL DE MEMÓRIA SELETIVA:"Bolsa fecha o ano com a maior alta do mundo, de 120,9% em dólares"

Bolsa fecha o ano com a maior alta do mundo, de 120,9% em dólares.
Resultado em dólares foi reforçado pela variação cambial, com a maior desvalorização da história do real, uma queda de mais de 25%.
Marcelo Rehder
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve os maiores ganhos entre as principais bolsas do mundo em 2009. Até terça-feira, o índice MSCI Brasil avançava 120,9%, ante 118,8% do MSCI Indonésia, segundo dados do banco americano Morgan Stanley. Se comparado com índices de países como os Estados Unidos e o Japão, a diferença é imensa. Nos pregões americanos, a valorização era de 25,4% e nos japoneses, de 6,7%.Essa série de termômetros do mercado acionário global foi criado pela MSCI Inc., divisão do Morgan Stanley. É a medida mais usada pelos investidores para comparar as bolsas porque adota referências semelhantes e elimina a influência das moedas locais.A valorização do real frente ao dólar contribuiu de forma significativa para colocar a Bovespa no topo do ranking mundial. Ontem, último pregão de negociação do ano no mercado brasileiro, o dólar fechou cotado a R$ 1,743, com uma queda acumulada no ano de 25,35%.Foi a maior desvalorização nominal da história da moeda americana frente ao real, segundo a empresa de informações financeiras Economática. Em 2003, marco do primeiro recuo do dólar frente a moeda brasileira, a queda fora de 18,23%.

EM BRASÍLIA,DE ACORDO COM O CORREIO BRAZILIENSE,A VIDA CONTINUA NORMAL.O GOVERNO DO DF É UMA MARAVILHA:"Arruda sanciona lei orçamentária para 2010"


Para o Correio Braziliense a vida continua tranquila no Distrito Federal. A dupla sangue-ruim age como se nada tivesse acontecendo.
Arruda sanciona lei orçamentária para 2010.
Ana Maria Campos
Ao lado do novo núcleo de gestão, o governador José Roberto Arruda sancionou o orçamento de 2010 com uma previsão de receita de R$ 22,6 bilhões para seu último ano na administração do Distrito Federal. Essa expectativa de arrecadação é 10% superior à prevista em 2009, que chegou a R$ 19,6 bilhões, incluindo o Fundo Constitucional do Distrito Federal, destinado ao custeio das áreas de saúde, segurança e educação.
Ao assinar o texto aprovado na madrugada do dia 16 pelos deputados distritais, Arruda garantiu investimentos da ordem de R$ 1,8 bilhão em 2010 e se comprometeu com a conclusão de todas as obras no prazo prometido antes da crise deflagrada com a Operação Caixa de Pandora.
No que se refere à arrecadação própria do DF — que inclui receita proveniente de impostos, operações de crédito e convênios —, o valor previsto para 2010 é de R$ 13,4 bilhões, montante 16% maior do que o previsto na peça orçamentária de 2009.
Por conta do impacto da crise mundial nos cofres públicos federais, ocorrida a partir de setembro de 2008, o Fundo Constitucional, que tem variação calculada com base na receita corrente líquida da União, será reajustado em apenas 1% no próximo ano.
"As receitas próprias do DF cresceram quase 20% e passaram de R$ 11,9 bilhões para R$ 13,4 bilhões", afirmou Arruda. "Mas o Fundo Constitucional crescerá muito pouco", acrescentou o governador, em reunião na residência oficial de Águas Claras. Significa que o tesouro local terá de arcar com parte das despesas relativas aos contracheques dos professores e médicos, já que apenas o crescimento vegetativo da folha de pagamentos ultrapassa 2%.
Ajustes
Num balanço financeiro dos três primeiros anos de seu governo, Arruda afirmou que economias realizadas em 2007, 2008 e 2009 e os ajustes feitos com o Ministério da Fazenda permitiram ampliar o número de convênios e de operações de crédito, que garantiram investimentos de R$ 1,4 bilhão neste ano em obras.
O governador garantiu que manterá o cronograma de inaugurações: "Todas as obras que estão em andamento serão rigorosamente concluídas nos prazos previstos". Ele também prometeu que a nova Rodoviária de Brasília, a Torre Digital, o primeiro trecho da Linha Verde, os novos viadutos da QNL e do Periquito, a duplicação da DF 150 e as duas pistas marginais que ligam o Balão do Torto a Sobradinho ficarão prontos ainda no primeiro semestre de 2010.
Metrô
De manhã, Arruda assinou decreto em que fixou a tarifa do metrô em R$ 1 na virada do ano. A passagem terá esse valor nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro. O ato será publicado no Diário Oficial do DF desta quinta-feira.
O metrô vai funcionar das 6h do dia 31 às 3h de 1° de janeiro, com embarque e desembarque em todas as estações até as 23h30. A partir desse horário até as 3h, o embarque será feito somente nas estações Central (Rodoviária) e Galeria. Depois das 3h do dia 1°, não haverá operação.

REPORTAGEM DO CORREIO BRAZILIENSE DIZ QUE ARRUDA SE VIU ENVOLVIDO EM ESCÂNDALO.É,MOLE?

CAIXA DE PANDORA
Com orçamento, sem candidato.
Após se ver envolvido em escândalo(é,mole?) que o obrigou a sair da disputa pela reeleição, Arruda garante: vai se concentrar na conclusão das obras e não interferirá na campanha de 2010. Políticos apostam, porém, que o governador terá forte atuação nos bastidores.
Ana Maria Campos

O governador sancionou ontem a lei orçamentária de 2010: “Não tenho cabeça para pensar em política”.
Durante ato de sanção do projeto de lei orçamentária de 2010, o governador José Roberto Arruda (sem partido) afirmou ontem que não pretende interferir na disputa pela sua sucessão. Para evitar uma expulsão, ele se desligou do DEM há duas semanas e, como consequência, não poderá concorrer à reeleição ou a qualquer outro cargo público nas próximas eleições. No meio político, entretanto, há expectativa de que Arruda poderá ajudar um candidato de sua preferência, principalmente como forma de atrapalhar a eleição do ex-governador Joaquim Roriz (PSC), a quem atribui a crise deflagrada com depoimento do ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que resultou na Operação Caixa de Pandora.

O "CB" SÓ SE ESQUECEU DAS CPIs DO RIO GRANDE DO SUL(PSDB) E DAS OBSTRUÍDAS EM SÃO PAULO(TROLOLÓ).O JORNAL TEM MEMÓRIA SELETIVA

CONGRESSO
Manual para sepultar comissões de inquérito.
Comandados pelo Planalto, parlamentares da base aliada aprimoram práticas para garantir controle das investigações das CPIs.
Oposição, sem força, tenta mudar regras legislativas.

O "CB" ATACA O PT E LULA,NÃO MUDOU NADA

30 anos do PT
Fogo amigo dos petistas.
Com o fenômeno batizado de lulismo, os filiados ao partido ficaram reféns do presidente, foram obrigados a deixar as antigas bandeiras no passado e a conviver com o estilo imposto no governo de coalizão.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

ESSA É A RAIVA DA "OPOSIÇÃO SEM RUMO" E DA IMPRENSA CORRUPTA,"LULA,O FILHO DO BRASIL"


APESAR DE TODA A CAMPANHA ORQUESTRADA PELA IMPRENSA CORRUPTA , GOLPISTA E RACISTA BRASILEIRA, ALIADA A DERROTADA "OPOSIÇÃO SEM RUMO" , O QUE FICOU FOI A CERTEZA DE QUE O POVO ELEGEU UM HOMEM DE DENTRO DE SUAS FILEIRAS.
A "OPOSIÇÃO SEM RUMO" FOI DESNUDADA PELAS PROVAS INCONTESTÁVEIS DA CORRUPÇÃO DO DEMOCRATAS EM BRASÍLIA E QUE , CERTAMENTE , ESTÁ ESPRAIADA POR TODO O SEGUIMENTO DO PARTIDO.
A "OPOSIÇÃO SEM RUMO" ESFACELA-SE A OLHOS VISTOS E NÃO CONSEGUE ENCONTRAR UM REPRESENTANTE PARA O EMBATE PLEBICITÁRIO DE 2010 CONTRA A PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF.
O ANO QUE SE AVIZINHA NOS TRARÁ A VITÓRIA CABAL E ENTERRARÁ PARA SEMPRE O JORNALISMO COMPRADO QUE TENTA ESCONDER A VERDADE QUE GRITA AOS OUVIDOS DA NAÇÃO.

SIMPLESMENTE,IMPERDÍVEL.PARABÉNS CLOACA NEWS.CLIQUEM NO ATALHO,NÃO PERCAM.VEJAM O VÍDEO

http://cloacanews.blogspot.com/2009/12/barraco-no-jornal-nacional-portugues.html

Confiança da indústria aumentou em dezembro, diz FGV

Economia nacional
Confiança da indústria aumentou em dezembro, diz FGV.
A confiança da indústria brasileira terminou o ano no maior patamar desde julho de 2008, recuperando-se da crise financeira mundial, e o uso da capacidade instalada aumentou pelo 9° mês em dezembro, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgada nesta quarta-feira. O índice de confiança subiu 3,5% em dezembro sobre novembro, para 113,4 pontos, com ajuste sazonal.
"A confiança encerra 2009 em alta... acima da média dos últimos 10 anos (100,4 pontos) e com um desempenho bem diferente do observado no início do ano, quando alcançou 75,1 pontos, o segundo menor nível da série histórica desde abril de 1995", afirmou a FGV em nota.

VEJA NO ATALHO O TRABALHO DO "GRANDE MENTIROSO"

http://noticias.uol.com.br/album/091229chuva_album.jhtm?abrefoto=1#fotoNav=1

KASSAB DIZ QUE ANO DE 2009 FOI BOM PARA A CIDADE DE SÃO PAULO.COITADO!

Ano foi bom, mas faltou dinheiro, diz Kassab.
EVANDRO SPINELLI
da Folha de S.Paulo
Apesar dos bairros alagados na zona leste, da crise financeira da prefeitura, do aumento da sujeira, do IPTU e da tarifa de ônibus e o fim da restituição da taxa da inspeção veicular, São Paulo vai terminar 2009 melhor que começou, diz o prefeito Gilberto Kassab (DEM).
Kassab afirma que faltou dinheiro neste ano, por isso o crescimento da cidade foi menor que o esperado, mas que 2010 vai ser melhor, com uma situação financeira mais equilibrada.
Kassab critica quem o chama de "prefeito ioiô" e defende a candidatura de Aloysio Nunes (PSDB) ao governo paulista.

Lula sanciona lei de mudanças climáticas

Lula sanciona lei de mudanças climáticas.
GABRIELA GUERREIRO

da Folha Online, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira a lei que institui a Política Nacional de Mudanças Climáticas no país, com três vetos ao texto aprovado pelo Congresso Nacional. A sanção da lei foi publicada em edição extra do Diário Oficial de hoje.
O presidente manteve a meta de redução das emissões de gases de efeito estufa no país entre 36,1% e 38,9% até 2020, mas o governo ganhou tempo para discuti-la antes de torná-la oficial.
A lei prevê a edição de decreto presidencial para estabelecer como a meta será atingida, com o seu detalhamento específico a ser cumprido por cada setor da economia do país.
O decreto, segundo o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), deve ser editado pelo governo federal em fevereiro de 2010 --quando vai oficializar a meta brasileira. Até lá, o governo vai discutir com setores da sociedade civil e governos estaduais a redução nos gases de efeito estufa.
Entre os vetos determinados por Lula ao texto da Política Nacional de Mudanças Climáticas, está o que retira a palavra "abandono" de um artigo que previa o "abandono paulatino de uso de fontes energéticas que usem combustíveis fósseis". Sob a pressão do Ministério de Minas e Energia, Lula decidiu retirar a expressão do texto. Se ela fosse mantida, o país estaria impedido no futuro de utilizar combustíveis fósseis na produção de energia.
Outro veto retira do texto a possibilidade de se contingenciar recursos do governo utilizados para a redução dos gases. Segundo a área técnica do Executivo, o contingenciamento de recursos orçamentários só pode ser autorizado por meio de lei complementar --e não por lei ordinária, como é o caso da Política Nacional de Mudanças Climáticas.
O terceiro veto de Lula à lei, segundo Minc, retira do texto a prioridade para o uso de pequenas usinas hidrelétricas na produção de energia. Pelo texto original, o governo deveria desestimular a produção de energia pelas médias e grandes usinas. Por pressão do Ministério de Minas e Energia, Lula retirou do texto a prioridade para as pequenas usinas.

NA CONTRAMÃO DA VERDADE,CORREIO BRAZILIENSE,O GLOBO E "VEJA",ELEGERAM LULA O PIOR GOVERNANTE DO MUNDO E DO BRASIL NO SÉCULO XXI

O SACO DE BONDADES DE LULA

SALÁRIO MÍNIMO DE R$ 510
REAJUSTE REAL PARA APOSENTADOS
12,9 MILHÕES DE BOLSAS FAMÍLIA
AUMENTO DO SEGURO-DESEMPREGO
VALE-CULTURA DE R$ 50

Num ano de eleições, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva preparou uma cesta de presentes para as camadas mais pobres da população, com ampliação e criação de programas sociais e reajustes de salários e benefícios, todos já assinados e prontos para entrar em vigor no início de 2010. Isenção de IPI para carros e eletrodomésticos beneficia também a classe média. Esse “pacote de bondades” vai custar mais de R$ 30 bilhões aos cofres públicos.
A oposição diz que as medidas têm caráter eleitoreiro e servem para ajudar a candidata do PT à sucessão de Lula, Dilma Rousseff.
"AP"
Leia-se por oposição o próprio periódico que faz a reportagem.

PARA O CORRUPTO CORREIO BRAZILIENSE,QUANDO UM GOVERNO ATUA EM FAVOR DA POPULAÇÃO ELE ESTÁ FAZENDO UM SACO DE BONDADES COM SEGUNDAS INTENÇÕES

"AP"
PELA LÓGICA DO CORRUPTO PERIÓDICO , CORREIO BRAZILIENSE , LULA DEVERIA ESTAR DESPEDINDO FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS , DIMINUINDO GASTOS COM SAÚDE , SEGURANÇA E EDUCAÇÃO , E EMPRESTANDO TODO O ERÁRIO PARA OS EMPRESÁRIOS E DANDO DINHEIRO PARA O CORREIO BRAZILIENSE.
JOSÉ ROBERTO ARRUDA ESTÁ DEIXANDO SAUDADES NO CORRUPTO CORREIO BRAZILIENSE , TÃO ACOSTUMADO A SE LOCUPLETAR DO DINHEIRO DO POVO BRASILIENSE.
PARA O JORNAL REDUZIR IMPOSTOS , AUMENTAR O SEGURO-DESEMPREGO , REAJUSTAR O SALÁRIO MÍNIMO , AUMENTAR OS APOSENTADOS , AMPLIAR O BOLSA FAMÍLIA E DAR VALE CULTURA , SÃO AÇÕES ERRADAS E ELEITOREIRAS O CERTO SERIA NÃO DAR NADA E SE LIXAR PARA O POVO BRASILEIRO.

Benefícios
Papai Noel eleitoral em 2010
Presidente Lula lança, a conta-gotas, um pacote de bondades que tem tudo para irrigar a campanha da ministra Dilma Rousseff.
Flávia Foreque

No ano em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentará eleger sua sucessora, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, uma série de benefícios do governo entrará em vigor. Além de ações já praticadas neste ano e prorrogadas até 2010, como as medidas de incentivo fiscal no combate à crise econômica, novos benefícios entram em cena a partir da semana que vem. É o caso do reajuste do seguro-desemprego de quase 10%. O benefício, concedido a trabalhadores demitidos sem justa causa, pode atingir 6,2 milhões de trabalhadores, estima o Ministério do Trabalho. Só essa medida provocará impacto de R$1,58 bilhão nos cofres públicos. A mudança do valor segue outro reajuste concedido há uma semana: o do salário mínimo. A partir de janeiro, o valor passa a R$ 510, acima do previsto no texto do projeto original do orçamento de 2010 (R$ 507). O valor representa aumento real de 6%. O líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza, argumenta que a política do mínimo é praticada há sete anos. O governo se vangloria de ter elevado o piso a US$ 300. No mesmo dia, o presidente assinou medida provisória que concede 6,14% de reajuste às aposentadorias acima do salário mínimo. A mudança entra em vigor em janeiro e foi resultado de longa negociação entre governo e aposentados, defensores de projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS) que atrelava o reajuste das aposentadorias ao do mínimo. A proposta, argumentou o governo, poderia provocar um rombo nas contas da Previdência Social. Para o líder do Democratas no Senado, José Agripino (RN), a decisão do governo de conceder o benefício no final do mandato é prova do caráter eleitoreiro da medida. “Os aposentados, pela voz de um senador petista, passaram o governo inteiro reclamando. No último momento, esse benefício vai ser pago pelo presidente, só por um ano, e o resto da conta vai ficar com os próximos governos”, critica Agripino. O senador também condena a intenção do governo de enviar ao Congresso um projeto para a Consolidação das Leis Sociais, nos moldes da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O argumento do governo é de que a medida vai impedir mudanças futuras em programas de assistência à população mais pobre, como o Bolsa Família. Esse é um debate eleitoreiro, uma demonstração do interesse de discutir aquilo que foi feito e que vai ser continuado por qualquer governo, afirma Agripino. Maior programa social do governo Lula, o Bolsa Família vai beneficiar, em 2010, mais 500 mil famílias em todo o país, chegando a 12,9 milhões de domicílios assistidos. O ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, afirmou que o programa pode ser estendido aos moradores de rua. O governo considerou também auxiliar os beneficiários do programa na compra do butijão de gás. Segundo estudo do Ministérios de Minas e Energia, o desconto de 25% no preço do produto teria um custo de R$ 1 bilhão. O Tesouro não apoiou a medida. Há três meses, o governo reajustou em 10% o benefício do Bolsa Família. O valor médio passou de R$86 para R$ 95. A oposição afirma que o reajuste é mais uma forma de fortalecer a área social no discurso de campanha da candidata do PT. “O Bolsa Família é um programa que insere pessoas no mercado de consumo, o que é bom para a economia. Antes do presidente Lula, a única coisa que o Brasil fazia para pagar suas contas era vender as estatais. Vamos entregar o país, se Deus quiser, para a ministra Dilma Rousseff em 2011, em uma situação confortável”, rebate o líder do PT na Câmara. Em 2010, o Executivo pretende ainda aprovar no Congresso a proposta que cria o vale cultura. A proposta prevê benefício de R$ 50, destinado a eventos e bens culturais, para trabalhadores que ganhem até 5 salários mínimos. As empresas que aderirem ao vale cultura terão isenção fiscal, diz o texto.
Governo acelera na redução do IPI
Além de benefícios que entrarão em vigor somente em 2010, algumas medidas já aplicadas neste ano foram prorrogadas. As ações do governo para diminuir o impacto da crise econômica no Brasil, por exemplo, terão continuidade no ano eleitoral. A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros flex até mil cilindradras é uma delas. Inicialmente o imposto voltaria, em janeiro, ao nível de 7%. Mas os 3% de tributo foram prorrogados até março de 2010. Neste mês, o presidente afirmou que as reduções de IPI podem se tornar definitivas caso a economia brasileira apresente um cenário favorável. “Se o Estado crescer mais, muitas alíquotas podem ficar (como estão)”, disse. A redução de tributos para a compra de caminhões novos, materiais de construção, eletrodomésticos da chamada linha branca e motocicletas também foi estendida – em alguns casos, até junho de 2010. Neste ano, o impacto da renúncia fiscal nos cofres públicos, segundo dados do Ministério da Fazenda, foi de R$25 bilhões. Para o ano que vem, deve atingir R$ 5,6 bilhões, nos cálculos da equipe econômica. Na avaliação do economista Felipe Salto, da Tendências Consultoria, o governo deveria, gradativamente, encerrar as medidas de incentivo fiscal, ao invés de prorrogá-las. “Os principais indicadores, como o PIB (Produto Interno Bruto) e a produção industrial, são de que a economia está em fase de recuperação”, justifica. “O correto seria terminar (a concessão de benefícios), porque se já estamos no ciclo positivo de crescimento, o momento é de cessar as medidas e deixar a economia agir por si só”, completa. Salto reconhece, entretanto, que as medidas adotadas pela equipe econômica foram importantes para motivar a economia do Brasil. E é esse resultado na economia que pode fazer a diferença nas eleições, apontam especialistas. Para o cientista político Rafael Cortez, o peso de fatores econômicos na decisão do eleitor brasileiro é significativo. “Um exemplo clássico é a eleição do Fernando Henrique (PSDB) com o Plano Real”, afirma. Na visão de Cortez, entre os benefícios garantidos em 2010, o reajuste do salário mínimo é um dos fatores de maior impacto no voto do eleitor. “Em ano eleitoral é muito difícil conter gastos, porque politicamente fica-se muito suscetível à escolha do eleitorado. Não é uma exclusividade desse governo nem dessa eleição (benefícios em ano eleitoral). Não é nem exclusividade do caso brasileiro”, opina.
Colaborou Daniela Lima
A partir de janeiro de 2010, benefícios concedidos pelo governo federal a milhões de brasileiros entram em vigor. Oposição critica o caráter eleitoreiro das ações.
REAJUSTE DO SEGURO-DESEMPREGO
Benefício concedido a cerca de 6,2 milhões de trabalhadores.
Impacto de R$1,58 bilhão nos cofres públicos.

REAJUSTE DO SALÁRIO MÍNIMO
46,1 milhões de pessoas têm rendimento cuja referência é o mínimo.
Impacto de R$4,6 bilhões na Previdência Social.

AUMENTO PARA APOSENTADOS
8,3 milhões de aposentados e pensionistas ganham acima do salário mínimo.
Impacto de 14 bilhões na Previdência Social.

AMPLIAÇÃO DA BOLSA FAMÍLIA
R$13,1 bilhões para o maior programa social do governo Lula em 2010.
12,9 milhões de domicílios atendidos no próximo ano.
governo estudou ajuda de custo para os beneficiários na compra de butijão de gás, mas ao custo de R$1 bilhão, a medida não recebeu o apoio do Tesouro

VALE CULTURA
Ainda em tramitação no Congresso, o projeto do governo prevê R$50 para trabalhadores que ganham até 5 salários mínimos, para gastos com eventos e bens culturais.
Benefício direto a 12 milhões de brasileiros, segundo estimativa do Ministério da Cultura.

ENQUANTO ISSO,O MESMO JORNAL FAZ ESTA REPORTAGEM BUROCRÁTICA E ENVERGONHADA ONDE NÃO FAZ JUÍZO DE VALOR,MAL CITA ARRUDA E NÃO CITA PAULO OCTÁVIO

Caixa de Pandora
Investigado, mas presidentePrudente deve reassumir o comando na Câmara Legislativa em 11 de janeiro, embora garanta que, quando o processo contra ele estiver em discussão, não vai interferir em nada.
Ana Maria Campos

O distrital Leonardo Prudente (sem partido) — que ficou conhecido nacionalmente por receber dinheiro ilícito e guardá-lo dinheiro na meia — vai comandar a Câmara Legislativa no período crítico de decisões sobre os pedidos de impeachment do governador José Roberto Arruda (sem partido), a CPI da Corrupção e o julgamento dos processos por quebra de decoro parlamentar contra todos os deputados investigados na Operação Caixa de Pandora.
Afastado do comando da Casa desde 1º de dezembro, na esteira da divulgação das imagens em que aparece recebendo recursos do ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa, Prudente confirmou ontem ao Correio que pretende reassumir o cargo em 11 de janeiro, no primeiro dia dos trabalhos legislativos de 2010. Prudente pretende se afastar da presidência apenas quando estiver em discussão o processo do seu próprio caso. “Todo o trabalho de investigação e de decisões estará sob os cuidados dos deputados nas comissões. Não terei como interferir em nada”, garante. O distrital aguarda o relatório da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público relacionado às buscas e às apreensões ocorridas em 27 de novembro, data da operação, para preparar um discurso em plenário. Ele vai se defender das acusações de que foi um dos beneficiados do suposto esquema de corrupção montado no atual governo. Na semana passada, o distrital pediu a desfiliação do DEM porque sabia que sofreria pressão da direção nacional do partido para ser expulso ou deixar a presidência.
O presidente da Câmara voltou a dizer ontem que o dinheiro mostrado nas gravações foi usado como caixa 2 em sua campanha de 2006, mas sustenta que não se tratava de propina. “A imagem é forte”, admite. “Mas não guardei o dinheiro na meia para escondê-lo. Tenho esse hábito desde a adolescência e quem me conhece não estranhou. É uma questão de segurança. Na verdade, qual é a diferença de guardar na meia ou no bolso do paletó?”, indagou. Por causa da desfiliação, ele está fora da campanha eleitoral de 2010.
Assim que acabar o recesso, os deputados distritais vão eleger presidente, vice-presidente e relator da CPI da Corrupção e eleger os integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e da Comissão Especial que vai apreciar os pedidos de impeachment de Arruda. Na tarde de ontem, o servidor público Altivo Martins protocolou mais um, tendo como base, desta vez, o artigo 98 do Estatuto do DEM, segundo o qual o filiado que, eleito pela legenda, se desligar do partido perderá automaticamente o mandato. No total, já são 16 requerimentos relacionados à cassação do mandato do governador por estar sob investigação como chefe de um suposto esquema de corrupção, no inquérito 650 do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Liminar negada
Os pedidos de impeachment serão discutidos a partir da segunda quinzena de janeiro, já que o vice-presidente do Tribunal de Justiça do DF, desembargador Romão Cícero de Oliveira, negou liminar em Mandado de Segurança requerido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional do Distrito Federal, em que defendia a suspensão do recesso parlamentar.
O magistrado considerou que a assinatura de oito deputados, correspondente a um terço da Câmara, seria necessária para a convocação imediata dos trabalhos. Ele, no entanto, analisou notas taquigráficas que teriam mostrado a concordância do então presidente em exercício da Câmara, Cabo Patrício (PT), um dos oito signatários da continuidade dos trabalhos, com o recesso até o próximo dia 10. O desembargador avaliou, ainda, que faltam apenas seis dias úteis para o início do ano legislativo.
Não guardei o dinheiro na meia para escondê-lo. Tenho esse hábito desde a adolescência e quem me conhece não estranhou”
Leonardo Prudente, presidente (ainda licenciado) da Câmara Legislativa do DF.

Memória
Tesouros em casa
Em 27 de novembro, a Polícia Federal recolheu cerca de R$ 80 mil na casa de Leonardo Prudente, no Lago Norte, ao cumprir mandados de busca e apreensão da Operação Caixa de Pandora. Em sua defesa, o ainda licenciado presidente da Câmara Legislativa deverá alegar que o dinheiro — que estava no motor da banheira de hidromassagem — foi mantido em casa como rotina e consta de sua declaração de Imposto de Renda.
Outros deputados investigados poderão usar o mesmo argumento. Conforme mostrou o Correio em reportagem publicada em junho, oito distritais demonstraram ter o hábito de declarar à Secretaria da Receita Federal que guardam altos volumes de recursos em casa.
Em 2008, parlamentares informaram que possuíam R$ 250 mil em espécie. Segundo fontes do meio político, em alguns casos, essa é uma forma de se resguardar de operações policiais com a criação de uma espécie de lastro para recursos.
Além de Prudente, os deputados Eurides Brito (PMDB) e Rogério Ulysses (sem partido) foram alvos da operação da PF que apreendeu no total R$ 700 mil em dinheiro, US$ 30 mil e 5 mil euros.

COMO HAVIA DITO NA PRIMEIRA POSTAGEM,PARA O "CB" LULA É PÉSSIMO E MERECE MUITAS CRÍTICAS E PEDRAS.JÁ,JOSÉ ROBERTO ARRUDA!

Sua agenda Sr. Presidente
Reformas necessárias
Apesar de exibir força ao atravessar a crise econômica mundial entre 2008 e 2009, Brasil não fez o dever de casa que daria a segurança desejada para o crescimento
Vicente Nunes

Ao longo dos últimos dez anos, o que mais se ouviu no Brasil foram promessas de reformas constitucionais, sempre embaladas com o discurso de que a modernização da economia levaria o país mais rapidamente rumo ao Primeiro Mundo. Mas, por falta de apelo popular —, ou seja, de votos —, descaso dos governos e, em alguns momentos, atropelados por sérias crises econômicas, os projetos foram sendo relegados ao ostracismo. “Agora, porém, chegou a hora da verdade. Não há mais como falarmos em crescimento sustentado, acima de 5% ao ano, sem encarar os entraves que nos mantêm com um forte pé no atraso”, diz Patrícia Bentes, sócia-diretora da consultoria Hampton Solfise. Para ela, não importa a ordem de prioridade que se dará às reformas. O importante é que o presidente eleito em 2010 tenha a coragem de encapar propostas que reduzam o peso dos impostos, flexibilizem a contratação de mão de obra, garantam a sustentabilidade do sistema previdenciário, ponham fim ao excesso de burocracia e, principalmente, melhorem a qualidade dos gastos públicos. “É verdade que o país crescerá muito nos próximos dois anos. Mas, para que o salto seja maior e mais consistente nos anos seguintes, não se pode abrir mão das reformas. Se o país quer ser alçado à condição de potência, tem que seguir o exemplo da maior delas, os Estados Unidos, onde o tamanho do Estado é mínimo, a carga tributária é aceitável e o mercado de trabalho, sem amarras”, acrescenta. “É questão de sobrevivência em um mundo cada vez mais competitivo”, frisa o economista-chefe da Sul América Investimentos, Newton Rosa. O Brasil, lembra ele, é um grande exportador de impostos. “Então, se o país quiser ampliar a venda de produtos de maior valor agregado, se quiser conquistar mais mercados, tem que mudar a estrutura de tributos em vigor, desonerar o setor produtivo”, ressalta. É preciso, também, aliviar a carga de impostos que recai sobre as micro e pequenas empresas. Grandes empregadoras, foram elas que sustentaram, em boa parte, a expansão econômica do EUA. “As empresas de menor porte precisam conviver em um ambiente simplificado de negócios, com baixo volume de tributos e amplo acesso ao crédito, inclusive por meio do mercado de capitais”, complementa. “Na verdade, esse é o ambiente ideal para qualquer empresa, a despeito de seu tamanho.”
Ranking
É verdade que, independentemente do atraso das reformas e da falta de disposição do governo de estimular a produtividade, de reduzir o custo Brasil, o país deu, em 2009, passos importantes. Levantamento do World Economic Forum mostra que, em relação ao ano anterior, a economia brasileira subiu oito posições no ranking de competitividade mundial: do 64º para o 56º lugar. Com esse salto, o Brasil ultrapassou, pela primeira vez, a Rússia. Mas se manteve distante da China, em 29º lugar, e da Índia, na 49ª posição. Os quatro países formam o Bric, grupo que deverá liderar a expansão global nas próximas duas décadas. Entre os 12 indicadores analisados, os que mais ajudaram o Brasil a subir no ranking de competitividade foram a estabilidade econômica (ganho de 13 posições, para o 109º lugar), a sofisticação do mercado financeiro (também uma subida de 13 degraus, para 51º) e a eficiência do mercado de trabalho (mais 11 posições, para o 80º). Em compensação, o país paga um preço altíssimo por ter um ambiente institucional frágil, já que não há segurança jurídica para os investimentos e o Poder Judiciário é lento e corrupto (93º lugar); ter uma classe política desacreditada pela população (127ª posição, à frente de apenas seis países); e baixa eficiência na produção (99º), devido ao excesso de tributos e mão de obra sem qualificação. “Trata-se de um quadro preocupante”, afirma o presidente da Partner Conhecimento, Álvaro Musa.
Herança
O que mais assusta, no entender de Sílvio Campos Neto, economista-chefe do Banco Schahin, é que o governo Lula, com toda a sua aprovação popular, não se empenhou para fazer o dever de casa. “É verdade que o atual governo deixará uma boa herança para a próxima gestão. Mas também haverá a herança maldita, provocada pela falta de reformas e pela piora dos gastos públicos”, assinala Rodrigo Ventura, da consultoria Macroplan. Com a herança maldita já sentenciada, Elson Teles, economista-chefe da Concórdia Corretora, ressalta que o próximo presidente terá que usar o capital político para convencer a sociedade a pressionar governadores, prefeitos, deputados e senadores a se engajarem nas reformas, das mais custosas, como a tributária e a da Previdência, às microeconômicas, como a de reduzir os custos e o tempo para a abertura e o fechamento de empresas. Para reforçar as palavras de Teles, basta ouvir o que diz o economista e filósofo Eduardo Giannetti da Fonseca, referindo-se ao excesso de burocracia do ambiente de negócios no Brasil: “Se Bill Gates tivesse nascido no Rio de Janeiro e começado numa garagem, certamente estaria vendendo CDs piratas na Avenida Rio Branco”.
Se Bill Gates tivesse nascido no Rio de Janeiro e começado numa garagem, certamente estaria vendendo CDs piratas na Avenida Rio Branco”
Eduardo Giannetti da Fonseca, economista e filósofo

Lentidão incômoda
Em 2003, quando tomou posse, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu fazer algumas mudanças importantes na área previdenciária do setor público. Mas o ponto crucial, a criação de um fundo de previdência para o funcionalismo, com o intuito de tirar um peso enorme sobre o Tesouro Nacional, nunca saiu do papel, mesmo com toda a sua importância mais do que comprovada. “A revolução que todos esperam no Brasil terá de acontecer, ainda que a passos lentos”, avisa o economista Cristiano Souza, do Banco Santander. Até porque os temas que sempre dominaram os debates já estão superados: câmbio, inflação e juros. Ou seja, o foco será no sentido de mudar o sistema político para pôr fim ao clientelismo e à corrupção, dar maior garantia aos investimentos, mudar o sistema de aposentadoria do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) de tempo de contribuição para idade mínima e reduzir o tamanho do Estado. O economista-chefe do Banco Credit Suisse, Nilson Teixeira, não esconde seu ceticismo. Para ele, a probabilidade de aprovação de reformas significativas no próximo governo é baixa. Mas, caso o presidente eleito em 2010 seja da oposição, as chances de algumas mudanças saírem do papel aumentam ligeiramente, por conta da formação de uma nova base de apoio no Congresso, com a substituição das lideranças políticas. E, nesse cenário, a reforma mais provável será a tributária. (VN)

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O BEM QUE FEZ,FAZ E FARÁ A COPA DO MUNDO 2014 E AS OLIMPÍADAS 2016 PARA O BRASIL.VIVA O PRESIDENTE LULA E A PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF




Eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas estimulam o investimento em infraestrutura. Efeito multiplicador anima quase todos os setores.
Vicente Nunes


O diretor-executivo da Apex Engenharia, Eduardo Aroeira, foi obrigado a botar o pé no acelerador de seus projetos, pois o risco de perder negócios para a concorrência é enorme. “Nunca o mercado da construção civil esteve tão aquecido, nem mesmo antes da crise mundial. E o mais interessante é que as vendas de imóveis estão sendo puxadas pelas classes C e D — uma massa de 137 milhões de brasileiros —, que, historicamente, sempre foram alijadas do processo”, diz.


Com a demanda fervilhando, o empresário teve que antecipar para 2009 todos os lançamentos previstos para 2010. “E vendemos tudo”, afirma. Agora, a ordem é adiantar o planejamento em dois anos. Ou seja, todos os empreendimentos programados para 2011 e 2012 serão ofertados no ano que se inicia. “Prevemos movimentar pelo menos R$ 144 milhões, quase o dobro de 2009”, ressalta.


A prosperidade dos negócios obrigou Aroeira a construir uma nova sede quatro vezes maior do que a antiga e a duplicar o número de funcionários. “Melhoramos a nossa capacidade de atendimento e aprimoramos a logística da empresa para agilizar as operações”, destaca.


O caso da Apex é exemplar, pois reflete fielmente a lógica do crescimento. Se os negócios vão bem, o setor produtivo amplia os investimentos, aumenta a oferta de empregos e os salários sobem. “Com o crescimento econômico que se projeta para as próximas duas décadas, tudo indica que veremos um ciclo contínuo de investimentos, tanto por parte do setor privado quanto do governo, o que trará muitos ganhos para o país, desde, é claro, que o meio ambiente seja preservado”, afirma Cristiano Souza, economista do Banco Santander.


A perspectiva é de que apenas os desembolsos anuais para obras de infraestrutura cheguem a 7% do Produto Interno Bruto (PIB) a partir de 2011, com o próximo presidente da República empossado. Hoje, esses investimentos têm girado em torno de 3,8% do PIB, mas já tiveram um piso de 1,8%, em 1994, e um pico de 5,6% nos anos 1970.


Três fatores sustentam projeção tão otimista: a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada de 2016 e o pré-sal, que vão se somar ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e ao Minha Casa, Minha Vida. “Com esses eventos, que terão repercussão econômica por vários anos, a taxa de investimento em relação ao PIB chegará a 25% (contra os atuais 17,7%)”, assegura o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.


Se confirmada, essa taxa será um fator a mais para sustentar a condição do Brasil de quinta maior economia do mundo, a ser alcançada nos próximos cinco anos.


Mapa


A Copa do Mundo demandará investimento de até R$ 155 bilhões. “Nós já temos mapeados R$ 99 bilhões”, conta o diretor comercial do Banco do Brasil (BB), Sandro Marcondes. “Serão R$ 86 bilhões em infraestrutura e mobilidade urbana”, detalha. Desse total, pelo que está prometido, o governo bancará R$ 24,7 bilhões, dos quais R$ 8 bilhões serão para melhorar o sistema de transportes nas 12 cidades-sede dos jogos.


Outros R$ 6 bilhões devem ir para a reforma e a ampliação de aeroportos, R$ 5,4 bilhões para o segmento de turismo, R$ 4,8 bilhões para reformas e construção de estádios e R$ 500 milhões para a melhoria dos portos. Esses cálculos, avisa o diretor do BB, não incluem o trem-bala, que demandará investimentos de pelo menos R$ 35 bilhões e só deverá ficar pronto em 2015. “O suporte do governo investindo em infraestrutura é vital. Mas os desembolsos deverão ser comandados pelo setor privado”, destaca o economista Aurélio Bicalho, do Banco Itaú Unibanco. Mas, a seu ver, mais do que a Copa do Mundo, serão as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, com investimentos iniciais estimados entre R$ 80 bilhões e R$ 100 bilhões, que impactarão de forma positiva o crescimento econômico.


Para comprovar essa tese, ele esmiuçou o PIB de todos os países que sediaram Copas do Mundo e Olimpíadas desde 1980. “O que se observou foi que, nos quatro anos seguintes às Olimpíadas, a economia dos países analisados cresceu, em média, 0,7 ponto percentual a mais do que nos quatro anos anteriores ao evento”, destaca.


Outro ganho relevante é observado por Andrew Rose, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos: os países que sediam megaeventos internacionais aumentam em até 30% o comércio exterior, pois beneficiam exportadores e importadores. “As transmissões dos jogos para o mundo todo ampliam o conhecimento sobre os produtos dos países-sede.


É o tipo de publicidade que, isoladamente, os empresários não podem fazer”, diz o presidente do BC, que foi um dos garotos-propaganda do Brasil na disputa pela Olimpíada de 2016. “Também empresas de outros países vão se interessar em vender seus produtos aqui ou mesmo instalarem fábricas no país”, acrescenta.


O diretor de Política Econômica do BC, Mário Mesquita, acredita que os investimentos voltados para a Copa e as Olimpíadas deverão ficar mais evidentes a partir de 2010, sobretudo os estrangeiros, direcionados à construção civil. Mas é importante, na opinião de Zeina Latif, economista-chefe do Banco ING, que o Brasil não se torne dependente demais do capital externo que virá para cá para tirar proveito do ciclo de crescimento.


Quanto mais precisar de poupança estrangeira para se financiar, maiores serão as chances de o país criar desequilíbrios à frente, abrindo espaço para crises. No entender de Zeina, para o histórico do Brasil, de constantes crises cambiais, o ideal é que o deficit nas contas externas fique em, no máximo 3% do PIB. Acima desse patamar, a luz amarela se acenderá.


Petróleo


Para o vice-presidente de Negócios Internacionais e de Atacado do Banco do Brasil, Allan Toledo, o Brasil do futuro está longe de se meter em crises. “O que vemos é uma potência em construção”, afirma. E tal visão, segundo ele, pode ser explicada pela enorme quantidade de projetos que a instituição estatal está financiando, especialmente na área de energia. “Junto com cinco bancos, estamos destinando R$ 2 bilhões às hidrelétricas de Santo Antônio e de Jirau, ambas no Rio Madeira, em Rondônia. Estamos, ainda, analisando operações nos setores naval, rodoviário e de petróleo”, enfatiza.


O BB, acrescenta Toledo, entrará com tudo no financiamento da exploração do pré-sal, diante do potencial ganho. A previsão da Petrobras é dobrar a produção diária de petróleo nos próximos 10 anos, elevando a participação do setor no PIB de 10% para 20%.


Até 2013, a empresa investirá US$ 174 bilhões. Para não ver seus planos frustrados, a estatal capacitará mais de 200 mil pessoas em 185 categorias profissionais. A cadeia de fornecedores deverá abrir, em cinco anos, 500 mil vagas, duas vezes e meia o total de postos existentes hoje.

Vendas sobem 6,8% na véspera do Natal,dizem os empresários.Mas podem ter certeza que foi mais de 50%

Vendas sobem 6,8% na véspera do Natal
VICTOR MARTINS

O último mês de 2009 confirmou-se como o de contraponto ao do ano passado, período que foi batizado pelos lojistas como o Natal da Crise.
Neste ano, as vendas entre 18 e 20 de dezembro registraram alta de 6,8% comparadas com o fim de semana equivalente em 2008, entre os dias 19 e 21.
Os dados são do Indicador Serasa Experian de Vendas de Natal, levantamento que descarta o termo recuperação para o período e afirma que o mês foi reflexo de uma trajetória de crescimento assumida pelo Brasil.
Segundo a consultoria de risco de crédito, o resultado ficou dentro das expectativas dos empresários, que antes das festas natalinas mostraram o melhor índice de otimismo para uma data comemorativa em 2009. “Foi tudo como o esperado.
Esse foi o Natal do crescimento, não da recuperação, que já havia começado bem antes de dezembro”, afirmou o assessor econômico da Serasa Experian, Carlos Henrique de Almeida. Neste ano, de acordo com o indicador, as compras foram concentradas no fim de semana, o que refletiu em um volume menor de vendas de última hora durante os dias úteis, período que registrou alta 4,1% na atividade do comércio.
“Ocorreu um efeito interessante. O consumidor comprou mais no fim de semana para poder viajar e sair com a família. As filas foram menores na véspera da data”, disse Almeida.
De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), para o segmento, a alta foi ainda maior, de 7%.
A despeito do número, a associação não fez alarde e cautelosamente disse que o crescimento se deu em relação a uma base de comparação fraca, por isso o bom desempenho nas estatísticas.

FINANCIAL TIMES:"LULA É O LÍDER MAIS POPULAR DA HISTÓRIA DO BRASIL"


Lula é uma das 50 pessoas que moldaram a década, diz 'FT'.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi escolhido pelo jornal britânico Financial Times como uma das 50 personalidades que moldaram a última década.

Segundo o diário, Lula entrou na lista porque "é o líder mais popular da história do Brasil".
"Charme e habilidade política sem dúvida contribuem (para sua popularidade), assim como a baixa inflação e programas de transferência de renda baratos, mas eficientes", diz o jornal.
"Muitos, inclusive o FMI, esperam que o Brasil se torne a quinta maior economia do mundo até 2020, trazendo uma mudança duradoura na ordem mundial."

NA VERDADE AS VIGAS DO RODOANEL CAÍRAM POR CAUSA DO LULA.É TUDO TROLOLÓ DO PT


O MEU IPT CONCLUIU COM OS MEUS ENGENHEIROS E OS ENGENHEIROS DAS EMPRESAS QUE GANHARAM A MINHA LICITAÇÃO QUE FOI TUDO UM TROLOLÓ DO PT.
OS 5% ACREDITAM EM TUDO QUE DIGO , COITADOS!

PARA OS QUE DIZEM QUE OS GASTOS DO GOVERNO LULA VÃO AUMENTAR A INFLAÇÃO.BLÁ!BLÁ!BLÁ! IGP-M EM 2009(-)1,72%

Índice que reajusta aluguéis tem primeira deflação desde 1989, diz FGV.
O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), usado como base para o reajuste na maioria dos contratos de aluguel, registrou deflação de 1,72% no acumulado deste ano, revertendo a alta de 9,81% vista no ano passado --maior desde 2004 (12,41%). Trata-se da primeira deflação anual na série histórica iniciada em 1989. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
Em dezembro, o índice registrou queda de 0,26%, após alta de 0,10% em novembro.
A metodologia aplicada na apuração do IGP-M é a mesma do IGP-10 e do IGP-DI, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Empresas brasileiras captam 3 vezes mais no exterior porque o Brasil ficou melhor do que o restante do mundo

Empresas brasileiras captam 3 vezes mais no exterior.
Com maior procura por papéis de companhias brasileiras, emissões ultrapassam US$ 25 bilhões no ano; em 2008, ficaram em apenas US$ 6,7 bilhões.

Demanda chega a superar em 5 vezes valor ofertado nas captações.
TONI SCIARRETTA
FABRICIO VIEIRA
Empresas brasileiras de grande porte conseguiram tomar emprestado neste ano quase três vezes mais dinheiro no exterior do que em 2008.
A demanda por papéis brasileiros é tão alta que chega a superar em cinco vezes o valor ofertado nas emissões, quando o normal, antes da crise, era ultrapassá-lo, no máximo, em duas vezes.A procura pelos papéis brasileiros por parte de fundos de pensão e de investimento estrangeiros tem sido bastante superior ao montante oferecido, fato que estimula empresas nacionais de diferentes portes a correrem para se endividar em dólares.
As empresas brasileiras e o Tesouro já captaram US$ 25,279 bilhões neste ano até novembro -275% mais do que os US$ 6,731 bilhões de 2008 e mais que o dobro dos US$ 11,609 bilhões de 2007.
No ano que seguiu ao pior da crise, poucos mercados mudaram tanto e em tão pouco tempo como o que consome títulos de dívida privada, segundo analistas.
Avesso ao risco dos países emergentes, esse mercado fechou as portas para as empresas brasileiras no final de 2008, fazendo com que algumas das maiores companhias nacionais voltassem a se financiar no país e secassem o pouco dinheiro disponível para o crédito.
Agora, esse mesmo mercado transformou as companhias brasileiras em "queridinhas" da comunidade internacional, ávida por títulos de baixo risco e alto retorno, em um mundo com juros próximos de zero.Alberto Kiraly, vice-presidente da Anbima (associação das entidades de mercado), afirma que o Brasil é um dos emergentes que mais acessaram o mercado de dívida no final do ano.
No auge da crise, as companhias brasileiras de primeira linha que pretendiam captar recursos no exterior encontraram um mercado onde se exigiam taxas que chegavam a 13% ao ano -além do risco cambial. Quem não estava desesperado não se submeteu a isso. O resultado é que quase não houve operações fechadas entre outubro de 2008 e março deste ano. No primeiro semestre como um todo, só saíram cinco operações privadas.
Para reabrir esse mercado, o governo brasileiro fez uma captação de US$ 1,025 bilhão por dez anos com taxa de 5,88% ao ano no dia 6 de janeiro. Mesmo assim, um mês depois a Petrobras teve de se submeter a uma taxa de 7,875% para obter US$ 1,5 bilhão por dez anos. A Odebrecht aceitou juros de 9,625% para captar, em abril, US$ 200 milhões por cinco anos.
Em outubro passado, a situação já era bastante diferente: a Petrobras conseguiu estender o prazo de captação de US$ 1,5 bilhão de 10 para 30 anos e ainda reduziu os juros de 7,875% para 6,875%.
De novembro para cá, empresas brasileiras tiveram acesso a taxas de 6%, menores do que antes da crise."Esse mercado já voltou ao patamar anterior à crise. E voltou com uma força muito grande em relação ao Brasil", disse Allan Simões Toledo, vice-presidente da área internacional do Banco do Brasil, que participou neste ano de 19 captações.Para Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, as empresas brasileiras "tendem a buscar com maior interesse o mercado externo".
Seletividade
A crise global, que explodiu em setembro de 2008, deixou os estrangeiros mais seletivos na hora de investir. A crise mostrou que adquirir um ativo apenas por oferecer uma taxa mais atraente pode ser perigoso. Dessa forma, gigantes bem conhecidas lá fora, como Petrobras, Vale e os grandes bancos nacionais, têm encontrado as portas abertas para levantar recursos.
O fato de o Brasil ter sido um dos últimos países a entrar na crise e um dos primeiros a dar sinais de tê-la superado ajudou a reposicionar o país no exterior.
Na Bovespa, o saldo das operações feitas com capital externo também é bastante favorável, estando positivo em mais de R$ 20 bilhões no ano."Há muito dinheiro empoçado querendo vir para o Brasil.
O país virou o queridinho. Em certa parte porque o país passou no teste de estresse e está sendo visto como um dos vencedores da crise", disse Paulo Cesar Souza, diretor comercial do Société Générale."Todo mundo esqueceu tudo de ruim que tinha no Brasil. Talvez porque o país tenha ficado um pouco melhor do que o restante do mundo", completa.

AS OBRAS ESTÃO PARADAS,MAS DE ACORDO COM O CORREIO BRAZILIENSE TUDO ESTÁ INDO BEM E FICARÁ PRONTO EM 30/06/2010.POSTEI PARA CONFERIR NA ÉPOCA


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LINHA VERDE

Adeus, engarrafamento

Obras de ampliação da Estrada Parque Taguatinga, por onde transitam diariamente 140 mil veículos, ganham ritmo acelerado.
JULIANA BOECHAT

A obra de ampliação da EPTG representa um investimento de R$ 244 milhões e deverá ser inaugurada em junho.
A Estrada Parque Taguatinga (EPTG) ganha, aos poucos, cara nova. A pista será ampliada com duas faixas marginais em cada sentido; a grande quantidade de semáforos dará lugar a 17 passarelas de pedestres. Os ônibus, que disputam espaço com carros, ganharão uma pista de rolamento exclusiva próxima ao canteiro central.

Toda a infraestrutura compõe as obras da Linha Verde, financiada em R$ 244 milhões pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e parte do programa Brasília Integrada. A ideia é incrementar o transporte público e acabar com os engarrafamentos na via mais movimentada do DF. A inauguração está prevista para 30 de junho de 2010.

Durante os meses de férias, o trânsito da EPTG flui normalmente. Mas, ao longo de todo o ano, moradores da parte sul do DF enfrentam os engarrafamentos na hora de ir ao trabalho e de voltar para casa. Segundo a Secretaria de Transportes, cerca de 140 mil veículos passam pela via diariamente. Com os 12,7km da Linha Verde, os motoristas poderão optar pelas vias marginais ou ainda usar um dos cinco viadutos para chegar a localidades entre o Plano Piloto e Taguatinga. Com faixa exclusiva para os ônibus e com 17 paradas, os passageiros terão uma viagem mais tranquila e rápida.

Para chegar às estações, os pedestres deverão utilizar uma das 16 passarelas suspensas ou uma subterrânea a serem instaladas ao longo da via.

A obra segue da entrada de Taguatinga ao viaduto que dá acesso à Estrada Parque, Indústria e Abastecimento (Epia), próximo ao Plano Piloto.

O secretário de Transportes, Alberto Fraga, aposta em um prazo de 10 anos de trânsito de qualidade na via. “Não precisa ter muita inteligência para imaginar que, com o tempo, a quantidade de veículos vai aumentar e o sistema viário ficará entupido. Mas a população também deve se conscientizar em relação à quantidade de veículos nas ruas”, disse. Ele acredita que a população deixará o carro em casa para utilizar o sistema de ônibus com o fim do engarrafamento e a fluidez do tráfego. “Se a pessoa souber que vai chegar em 32 minutos ao destino sem enfrentar trânsito, pode motivar a troca do transporte particular pelo transporte público”, analisou.

Cerca de 60% da obra está concluída. Grande parte das vias marginais está pavimentada. Três dos cinco viadutos apresentam a estrutura de concreto e o canteiro central, onde ficarão as paradas de ônibus, está coberto de barro. A pavimentação da pista exclusiva para ônibus e o trabalho de terraplanagem sofreram atrasos com a chuva, mas serão recompensadas em dias de sol.

Ainda assim, o secretário de Obras, Jaime Alarcão, acredita que a inauguração do primeiro trecho da pista acontecerá antes da data prevista. “Apesar de a chuva não nos ter ajudado, o cronograma está sendo cumprido. O fim do contrato está marcado para setembro, mas devemos concluir em junho.” Ele explicou que a obra será entregue por partes. As datas serão definidas nas próximas semanas.

As atuais quatro passarelas de pedestre serão substituídas por outras 17 passagens. A instalação será nos últimos meses de obra. Além das obras da EPTG, a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que ligará o Aeroporto à W3 Sul, e a construção da Via Interbairros, paralela à EPTG, também fazem parte do programa Brasília Integrada.

As mudanças preveem melhorias no transporte público e no trânsito da capital, que atingiu o recorde de 1,3 milhão de veículos nas ruas este ano.

O GDF já pagou 35% — R$ 85,4 milhões — do empréstimo conseguido com o BID em janeiro de 2008 para a realização das obras.

ENQUANTO ISSO,O GOVERNO LULA TRABALHA E AMPLIA O INVESTIMENTO EM MERENDA E TRANSPORTE ESCOLAR


Governo federal amplia o valor do investimento em merenda e transporte escolar em R$ 1 bilhão e prevê 3,1 mil vagas na Funai até 2012.
Flávia Foreque

O governo aumentou em R$1 bilhão o investimento em transporte e merenda escolar em 2010, ano de eleições presidenciais. O valor foi anunciado ontem pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A partir do próximo ano letivo, o custo por aluno com transporte escolar e merenda subirá de R$ 0,22 ao dia para R$ 0,30, o que representa acréscimo de 36%. “Chegou-se a especular (conceder) o reajuste todo só para a merenda, mas entendemos que deveríamos proporcionar o reajuste nos dois programas, uma reivindicação dos prefeitos”, afirmou Haddad.

A decisão, segundo ele, deve ser publicada em resolução no Diário Oficial da União até amanhã. A proposta inicial do governo era ampliar os gastos com merenda e transporte escolar para R$ 0,35, mas houve resistência da equipe econômica.

Durante cerimônia de entrega do Prêmio Gestor Eficiente da Merenda Escolar 2009, no início do mês, Lula afirmou que Haddad e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, haviam “combinado um valor”, mas que ele próprio “descombinou”.

A merenda escolar atende os 47 milhões de estudantes da rede pública de ensino, ao custo de R$ 2,2 bilhões ao ano. O benefício é entregue a estados e municípios com base no censo escolar realizado no ano anterior.

Apesar do aumento, o valor ainda está bem distante do que recomenda um estudo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. A entidade, formada por movimentos na luta por direitos sociais, indica que seria necessário R$ 1 por dia para garantir alimentação de qualidade aos alunos da rede pública. “A alimentação é um valor imprescindível para o bom desempenho escolar”, resume Daniel Cara, coordenador-geral da organização.

Transporte

Criado em 2004, o Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate) atende 6 milhões de estudantes da área rural. Inicialmente voltado para alunos do ensino fundamental, o serviço foi ampliado em junho para toda a educação básica.

Em 2009, o orçamento do programa foi de R$ 478 milhões. De acordo com a localidade do município, a despesa com o transporte varia de R$ 88 a R$ 125 por aluno, anualmente. Com o reajuste, o valor mínimo do benefício, segundo o Ministério da Educação, será de R$ 120.

Apesar do avanço, o sociólogo Daniel Cara pondera que ainda há uma demanda reprimida do transporte escolar. “O grande desafio é a demanda pelo transporte hidroviário. Na região Norte, a situação é dramática”, afirma. O coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação pondera ainda que outro caminho possível, diante do aumento previsto do número de matrículas, seria a construção de unidades educacionais em áreas rurais, em detrimento do transporte rural ofertado pelo governo.

O número

47 milhões

Quantidade de estudantes que fazem uso da merenda escolar

Amazônia fortalecida

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou ontem decreto que reestrutura a Fundação Nacional do Índio (Funai). A medida cria 85 cargos comissionados e garante a contratação de 3,1 mil servidores públicos até 2012. Em 2010, a previsão é de 425 novas vagas. Hoje, o órgão conta com 2,4 mil funcionários. Com a nova estrutura, a Funai pretende dobrar o número de frentes de proteção etnoambiental aos índios da Amazônia. Atualmente, seis postos indígenas dão assistência a grupos isolados na região. Uma das novas frentes será instalada em Rondônia, na região do Rio Madeira, perto do canteiro de obras das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Girau. “Isso dá mais força à instituição, capacidade e presença, principalmente nas regiões onde a população indígena vive”, afirmou o presidente da Funai, Márcio Meira.

A previsão, segundo ele, é de que 90% dos novos funcionários trabalhem diretamente com as populações indígenas.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

NÃO TROQUE A COMPETÊNCIA DE DILMA ROUSSEFF PELA INCOMPETÊNCIA DO "GRANDE MENTIROSO",QUE SÓ SOBREVIVE GRAÇAS A IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA

DILMA ROUSSEFF VAI CONTINUAR A OBRA DE LULA.OS OITO ANOS DE LULA JÁ ESTÃO SENDO CHAMADOS DE "ANOS DOURADOS"
















CLIQUE NOS GRÁFICOS E APRECIE O GOVERNO LULA.
O Censo de 2010, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) inicia em campo em 1° de agosto, revelará a melhoria socioeconômica do País na última década. Uma análise das pesquisas anuais do próprio IBGE dão uma ideia do que este censo vai mostrar em relação ao anterior, de 2000: aumento na posse de bens de consumo, formalização do mercado de trabalho, crescimento da escolaridade e maior envelhecimento da população.

DILMA ROUSSEFF VAI CONTINUAR A OBRA DE LULA


Subsídio do programa Bolsa Família no Brasil bate recorde em 2009.
Rio de Janeiro - Os subsídios à população pobre no Brasil alcançaram em 2009 o recorde de R$ 12,454 bilhões, informou nesta segunda-feira o governo federal.
A quantia representou um aumento de 13,8% com relação ao ano passado nas transferências de renda feitas pelo programa Bolsa Família, informou o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome em comunicado.A variação refletiu o reajuste de 10% no valor do subsídio, aplicado desde o setembro, e a inclusão de 1,3 milhão de famílias na lista de beneficiárias no ano.

Cerca de 12,3 milhões de famílias estão inscritas no programa e recebem mensalmente quantias que variam de R$ 22 a R$ 200, que são investidos basicamente em alimentação, material escolar, remédios e vestuário, conforme estudos oficiais.

O Ministério destinou também neste ano R$ 207,3 milhões para que as Prefeituras invistam em planos de gestão do programa assistencial.Implantado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2003, o programa Bolsa Família foi baseado em outros programas de assistência e é considerado pela Organização das Nações Unidas e outros organismos internacionais como "o maior plano de transferência de renda do mundo".

Em 2010, o Executivo espera estender a cobertura a 12,9 milhões de famílias, cujo teto mensal de renda pode alcançar os R$ 140 para poder solicitar o auxílio.

O programa obriga às famílias beneficiárias a manter na escola os filhos menores de 15 anos e fornece subsídios adicionais para cada jovem de até 17 anos que vai à escola com regularidade.

Entre outubro e novembro, o Governo constatou que assistiram às aulas 88% dos 17,7 milhões de alunos de até 17 anos que integram as famílias inscritas no programa de subsídios.

A CIA CONCESSÕES RODOVIÁRIAS(CCR) MOSTRA OS AVANÇOS DO GOVERNO LULA.VOTE EM DILMA ROUSSEFF PARA PRESIDENTE.NÃO DEIXE O BRASIL VIRAR SÃO PAULO


CCR propõe ajustes nos contratos de concessão para atender demanda crescente por rodovias
André Vieira, iG São Paulo
Basta olhar em volta. Do trânsito travado nas grandes metrópoles, às filas nos aeroportos, passando pela ameaça de apagão ou à falta de mão-de-obra, o País paga um preço alto por seu crescimento. Enquanto as empresas buscaram ganhar mercado e expandir seus negócios freneticamente nos últimos anos, os investimentos públicos não acompanharam o mesmo ritmo. O resultado se vê nas ruas. Um balanço sobre os investimentos esperados para 2010 mostra que as empresas estão dispostas a aplicar recursos para eliminar parte dos problemas da infraestrutura brasileira.
AE
Rio-Niterói: acesso à Linha VermelhaQuando a CCR ganhou sua primeira concessão rodoviária, a da Ponte Rio-Niterói, em 1995, o Brasil produzia 1,7 milhão de veículos. Em 2009, deverão ser fabricados 3,2 milhões de carros. Na prática, isso significou tráfego muito maior na via de 13 quilômetros sob a Baía da Guanabara.
Nesse novo cenário, a CCR acredita que poderá fazer ajustes nos contratos de concessão, tentando atender uma demanda maior do que a projetada quando assinou inúmeros deles, quase dez anos atrás.
"Era impossível prever o que estamos vivendo hoje", diz Arthur Piotto, diretor-financeiro e de relações com investidores da CCR. "É preciso buscar entendimentos com as autoridades para acomodar as novas necessidades."
Mão dupla
No caso da Ponte Rio Niterói, as conversas já começaram. O governo do Rio pretende permitir a construção de uma via de acesso da ponte até a Linha Vermelha, reduzindo o congestionamento na Avenida Brasil.
Segundo Piotto, todos ganham: "o governo, os usuários e a iniciativa privada", diz. "O que buscamos é perpetuação dos negócios." O contrato atual vale por 20 anos.
Para financiar seus novos investimentos, a CCR captou R$ 1,2 bilhão no mercado de capitais, abrindo espaço em sua estrutura de capital para investimentos de R$ 4 bilhões nos próximos anos.
A CCR, no entanto, é apenas uma das empresas que estão passando pelas dores do crescimento da economia brasileira.

TROLOLÓ , "O GRANDE MENTIROSO", VAI ACABAR COM SÃO PAULO


CLIQUE NA ENCHENTE.
vc repórter: chuva deixa 3,5 mil desalojados em Capivari, em São Paulo.

Um forte temporal que atingiu o município de Capivari (SP) no início da noite deste domingo causou o transbordamento do rio de Capivari, deixando cerca de 3,5 mil pessoas desalojadas e 850 casas alagadas, segundo a Defesa Civil da cidade.
"O nível do Capivari chegou a 3,98 m, quando o normal é apenas 0,80 m", explica Neusa Vilares Silva, coordenadora da Defesa Civil. Os bairros mais atingidos foram Vila Balan, Jardim Moreto e Ribeirão. A chuva forte começou às 18h10. "Em uma hora e meia choveu 151 mm", afirma Neusa, valor considerado alto para o curto período de tempo.
"A cidade está parcialmente ilhada, com as principais saídas alagadas", conta o morador Adão Maria Sobrinho que flagrou a cheia na alameda Faustina Franchi Annicchino, na região central, às 11h desta segunda-feira.
De acordo com a Defesa Civil, três escolas nos bairros Moreto, Santa Rosa e Vila Balan estão sendo usadas como abrigo para as pessoas que tiveram suas casas atingidas. O Ginásio de Esportes Ronaldão, no centro, e outro ginásio na Vila Cardoso, também foram ocupados como abrigos provisórios.
"Estamos orientando a população, auxiliando a retirada das famílias dos locais alagados e fornecendo alimentação e produtos de higiene", diz Neusa.
O transbordamento do rio Capivari ocorre com frequência quando há muita chuva na região de Campinas, cidade localizada a 76 km de Capivari.
O internauta Adão Maria Sobrinho, de Capivari (SP), participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra.

AÉCIO NEVES TRABALHA POR MINAS GERAIS,JOGANDO BOLA NO RIO DE JANEIRO

Aécio joga em partida de Zico e refuta chapa com Serra.

SÃO PAULO - O governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), participou ontem da partida preliminar do tradicional Jogo das Estrelas, organizado pelo ex-jogador Zico, no Maracanã.

O tucano não quis falar de política. Apenas reiterou que não tem planos de ser candidato a vice na chapa de José Serra."Não é o melhor caminho. Me dedicar à eleição de Minas é a melhor maneira de ajudar o nosso candidato", declarou Aécio, ao deixar o campo depois de jogar 20 minutos do primeiro tempo.
O governador, que joga de meia-direita, voltou no segundo tempo e saiu quando seu time perdia por 5 a 3. Aécio jogou ao lado de sambistas e atores. O placar final foi 6 a 6, sem gols do governador.

POR CAUSA DO GOVERNADOR JOSÉ ROBERTO ARRUDA(DEMOCRATAS)TER MONTADO UMA QUADRILHA PARA ROUBAR O ERÁRIO DO DF,AS OBRAS PARARAM E A CIDADE ESTÁ UM CAOS


PRESIDENTE DO DEMOCRATAS
O PARTIDO DESSE SUJEITO DEIXOU O DISTRITO FEDERAL NUMA SITUAÇÃO DIFICÍLIMA , COMEÇARAM INÚMERAS OBRAS AO MESMO TEMPO E A POPULAÇÃO ESTAVA TODA FELIZ , QUANDO DESCOBRIRAM QUE TUDO ERA SUPERFATURADO E QUE SE PRESTAVA AO ENRIQUECIMENTO ILÍCITO DA QUADRILHA MONTADA PELO PARTIDO DEMOCRATAS E ASSECLAS.
QUE MORAL TEM ESSE SUJEITO PARA FALAR DE LULA , ANTES DEVERIA LAVAR A BOCA.

NÃO NOS ESQUEÇAMOS QUE ESTE,TAMBÉM,ERA DO DEMOCRATAS.DE TANTO EXPULSAR PARLAMENTARES NÃO VAI SOBRAR NINGUÉM







PRESIDENTE DO DEMOCRATAS,O PARTIDO MAIS CORRUPTO DA FACE DA TERRA,MORRE DE INVEJA DE LULA


Lula está tão vaidoso que acha que vai ganhar a eleição, diz presidente do DEM.
da Folha Online
Em resposta à recente declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que uma chapa puro sangue no PSDB, com os governadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG), pode ser prejudicial para o desempenho da oposição, o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), afirmou que essa formação "obviamente soma" e que Lula "está tão por cima que está se achando".

A declaração foi feita ao jornalista Kennedy Alencar, repórter especial da Folha e colunista da Folha Online, durante o programa "É Notícia" (RedeTV!) exibido nesse domingo (27).
Mesmo ao negar que Lula seja arrogante, Maia ainda disse que o presidente "está tão vaidoso que acha que vai ganhar a eleição sem muitos problemas", mas conclui que "esse vai ser seu erro".

PARA OS PROFETAS BRASILEIROS DO APOCALIPSE.AQUELES QUE NÃO SE CONFORMAM COM O SUCESSO DE LULA E QUE DIZEM QUE A INFLAÇÃO VAI AUMENTAR.BLÁ!BLÁ!BLÁ!

Brasil vai começar 2010 em situação confortável, diz presidente.
Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (28) que o Brasil vai entrar em 2010 em situação confortável. Em seu programa semanal Café com o Presidente, ele destacou o crescimento da economia, a geração de novos postos de trabalho e o aumento do salário mínimo acima da inflação.
Lula citou também o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o programa Minha Casa, Minha Vida e a descoberta de petróleo na camada pré-sal. Para ele, a indústria automobilística voltou a investir no país e um mercado interno forte será capaz de segurar parte da economia no próximo ano."Tem gente que fala que a economia vai crescer 6%, tem gente que fala que vai crescer 5%, tem gente que fala que vai crescer 5,5%. Eu não quero dizer nenhum número, só quero dizer que a economia brasileira vai crescer o suficiente para que a gente gere os empregos necessários e gere os aumentos de salários necessários", afirmou.Lula acredita que a economia mundial começa a se recuperar 2013 mesmo que "lentamente" - e que isso abre caminho para o crescimento das exportações brasileiras.

Segundo o presidente, é preciso intensificar a abertura de novas áreas de comércio como a Ásia, o Oriente Médio e a África, além da própria América Latina. "Isso vai fazer com que 2010 seja um ano altamente positivo para o Brasil."
'AP'
Ao contrário do que pensam os entreguistas de plantão PSDB/DEM/PPS , revista "VEJA" e afins , que queriam comerciar somente com os EUA e a Europa Ocidental , a abertura de novos mercados foi fundamental para a economia brasileira.

CORREIO BRAZILIENSE,DESOLADO,FAZ REPORTAGEM CHORANDO POR JOSÉ ROBERTO ARRUDA.


ELEIÇÕES 2010

Chacoalhada eleitoral

Operação Caixa de Pandora modificou o cenário para a disputa ao Palácio do Buriti e novos nomes cogitam entrar no páreo.
Lilian Tahan

A impossibilidade de o governador José Roberto Arruda (sem partido) concorrer à reeleição no ano que vem — consequência da Operação Caixa de Pandora — chacoalhou o cenário eleitoral para 2010.

O afastamento do nome favorito ao GDF até o início do escândalo abriu espaço para candidaturas até então consideradas tímidas e em alguns casos completamente fora de cogitação. No início de 2010, Maria de Lourdes Abadia (PSDB) completará seu terceiro ano no ostracismo político. Desde que perdeu o governo em 2006, Abadia deu um tempo da vida partidária. Magoada com a postura do ex-governador Joaquim Roriz durante as eleições passadas — o ex-governador fez corpo mole na campanha da tucana e não rejeitou o nome de Arruda na disputa —, Abadia acabou deslocada do contexto político. Desde o início de 2007, ela se dedica à vida acadêmica. Mas essa condição deve mudar em 2010. O nome da ex-governadora começa a ser ventilado por colegas de partido como uma opção nas eleições de outubro do ano que vem. Presidente de honra do PSDB no DF, Geraldo Campos avalia que o distanciamento de Abadia do governador Arruda e do próprio Roriz, de quem foi vice-governadora no mandato de 2003 a 2006, pode favorecer a indicação da tucana para a competição ao governo em 2010. “Ela é dona de um nome que até agora não foi tocado, acusado de nada, além de ter experiência e uma história de longa data com essa cidade.

Considero Abadia uma das pessoas mais indicadas para voltar ao cenário político nesse momento”, opina Campos.

O revés político ocorrido nas últimas semanas também pode ser usado dentro do PT para rever os papéis definidos antes da crise que destruiu os planos de reeleição do governador Arruda. O deputado federal Geraldo Magela pretende reabrir a discussão sobre o acordo firmado antes dos acontecimentos que tiraram Arruda da disputa eleitoral.

Pouco antes do início do escândalo no DF, Magela havia acertado com o partido a desistência da candidatura ao governo e amarrado sua indicação ao Senado. O caminho estava livre para Agnelo Queiroz.

Jogo zerado

Na opinião do grupo que apoia Magela dentro da legenda, as denúncias que impediram a reeleição do atual governador “zeram” o jogo eleitoral. O grupo que defende a indicação de Agnelo ao GDF, no entanto, aposta que a disposição de Magela para retomar as discussões é mais uma tentativa de se cacifar e consolidar sua indicação ao Senado do que uma intenção real para assumir a dianteira na corrida eleitoral do ano que vem. Magela usará como argumento para negociar melhores condições na chapa, a relatoria do orçamento, que o aproximou do governo federal e o projetou na mídia. As repercussões políticas provocadas pela Caixa de Pandora alcançam quase todo o leque da esquerda no DF.

A primeira reação do PDT após as acusações que afetaram a expectativa de poder do atual governador foi sugerir a candidatura de Cristovam Burque em 2010. A hipótese chegou a ser colocada pela direção nacional da legenda, que enxerga chances reais de eleger o partidário. Mas Cristovam afirma que não será o candidato. “Brasília completará 20 anos elegendo sempre os mesmos candidatos. Acho que eu e Roriz daremos uma boa contribuição para a cidade se não formos governadores. Além disso, meu partido já tem um nome para lançar no ano que vem, que é o Reguffe”, afirmou o senador.

Nesse contexto de terra arrasada, o nome do distrital ressurge agora com mais comprometimento do partido. Reguffe havia sido cotado para a disputa do principal cargo no DF em 2010, mas sua indicação havia perdido envergadura dentro do partido, que ainda não estava seguro de como se posicionar numa disputa onde a reeleição de Arruda era dada como bastante provável pelas pesquisas.

VOTE EM TROLOLÓ E TRAGA PARA O BRASIL O "CHOQUE DE INDIGESTÃO" DO PSDB/DEM/PPS:Chuva causa alagamentos na Grande SP; homem morre em Guarulhos
















Chuva causa alagamentos na Grande SP; homem morre em Guarulhos.
da Folha Online
A chuva que atingiu a região metropolitana de São Paulo entre a noite de ontem e a madrugada desta segunda-feira causou alagamentos, deixou pessoas ilhadas e causou danos em Guarulhos, onde um homem morreu após o carro onde estava cair em um ribeirão.
De acordo com a prefeitura, choveu cerca de 140 mm em Guarulhos (cada milímetro equivale a um litro de água por metro quadrado), enquanto o esperado para todo o dia de ontem eram 14 mm. O temporal causou alagamentos e atingiu cerca de 300 residências.
Os bairros mais afetados são Jardim Seródio, Aracília, Parque São Luís, Presidente Dutra, Lavras, Bonsucesso, Ponte Alta e Vila Fátima. Na manhã desta segunda, permanecem alagadas, principalmente, áreas no entorno do rio Baquirivu. A avenida Jamil João Zarif está interditada.
Durante a madrugada, homens da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros usaram barcos para resgatar pessoas ilhadas. A prefeitura informou que um abrigo foi montado em uma escola municipal, mas as famílias atingidas preferiram retornar para casa, com o escoamento gradual da água.
No Jardim Hanna, Israel Rosa Botelho, 61, morreu após o veículo que dirigia cair no ribeirão das Lavras. Segundo a prefeitura, ele pode ter perdido o controle do veículo devido ao grande volume de água na região.
São Paulo
Na cidade de São Paulo, a chuva provocou o desabamento de aproximadamente sete barracos em uma favela de Perus (zona norte de São Paulo) --cinco deles teriam ficado destruídos--, no fim da noite de domingo. Uma pessoa sofreu ferimentos leves, de acordo com os bombeiros.
O CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), da prefeitura, registrou ao menos cinco pontos de alagamento. Três ainda ocupam vias, mas não impedem a passagem dos veículos. Veja os locais:
- ponte Aricanduva, sentido bairro, no acesso para a marginal Tietê;
- marginal Pinheiros, sentido Interlagos, altura do número 3.334;
- rua da Cantareira com rua Mauá.
Na região do Jardim Pantanal, zona leste, a água voltou a subir e ruas permanecem alagadas. A região foi a que mais sofreu com o temporal do dia 8 de dezembro --ficou 14 dias debaixo d'água. Na véspera e no Natal voltou a chover e a água invadiu o quintal das casas.
No domingo, cansados de conviver com alagamentos a cada nova chuva, os moradores do Jardim Romano, na região do Jardim Pantanal, protestaram neste domingo. Cerca de cem manifestantes atearam fogo em móveis estragados pelos últimos temporais, em pneus e em entulhos na rua Manoel Félix de Lima, uma das mais afetadas.
A prefeitura e o Estado começaram a demolir casas em ocupações irregulares no local, onde pretendem construir um parque na tentativa diminuir as enchentes na região.
Osasco
Em Osasco, apesar de os bombeiros não terem registros de danos causados pela chuva, um alagamento interditou parte do trevo do km 18, por aproximadamente 2 horas. A pista foi liberada à 1h, de acordo com a concessionária AutoBAn.

LULA,COMO SEMPRE,TEM RAZÃO:Bancos públicos superam os privados em lucro e tamanho


Bancos públicos superam os privados em lucro e tamanho.
EDUARDO CUCOLO

da Folha de S.Paulo, em Brasília
Os bancos públicos federais superaram as instituições privadas nacionais em tamanho e em lucratividade, segundo dados dos balanços referentes ao terceiro trimestre deste ano organizados pelo Banco Central.
Esses resultados foram obtidos, principalmente, pelo bom desempenho do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que recebeu grande aporte de recursos da União para aumentar seus empréstimos durante o período mais agudo da crise.
Também contribuiu para isso a consolidação das aquisições realizadas pelo Banco do Brasil, que comprou a Nossa Caixa e metade do banco Votorantim.
Os ativos dessas duas instituições, somados aos da Caixa Econômica Federal, do Banco da Amazônia e do Banco do Nordeste, chegaram a R$ 1,39 trilhão no final de setembro. No final desse mesmo mês, instituições privadas de controle nacional listadas pelo BC possuíam R$ 1,34 trilhão.
Há três meses, os bancos nacionais privados ainda superavam as instituições públicas em ativos. Não entram nessa conta os bancos privados de controle estrangeiro que atuam no país, como Santander e HSBC, que possuem mais R$ 685 bilhões.
O levantamento também mostra que o lucro do BNDES ajudou as cinco instituições federais a registrar, juntas, um ganho maior que os bancos privados nacionais. Enquanto o lucro dos grupos estatais foi de R$ 5,3 bilhões nesses três meses, os agentes privados nacionais tiveram ganho de R$ 4,9 bilhões. No final do trimestre passado, antes dessa virada, esses bancos privados acumulavam lucro 75% acima do registrado pelos federais.
Política de governo
Uma das explicações para essas mudanças é o avanço dos bancos públicos no crédito nos últimos 12 meses. Depois de liderarem o mercado de empréstimos no país por cinco anos seguidos, os bancos privados nacionais e estrangeiros perderam espaço para as instituições estatais, cujo ativos e lucros cresceram com o aumento nos empréstimos. Esse avanço foi uma determinação do governo para evitar uma recessão maior na virada do ano. Houve até mesmo mudanças na presidência do BB, a maior instituição do país, diante da política do banco de acompanhar os bancos privados na redução do crédito e no aumento dos juros.
Desde junho de 2004, os bancos privados vinham puxando a alta do crédito no país e a sua carteira foi se distanciando das instituições públicas. Em setembro do ano passado, a diferença entre os dois segmentos chegou a 30%. A partir daí, no entanto, essa distância começou a encolher. Em setembro deste ano, o estoque de financiamentos dos dois segmentos estava praticamente empatado.
De acordo com o BC, já há sinais, nos últimos meses, de que os bancos privados estejam reagindo a esse movimento. Um dos fatores que podem facilitar essa retomada é o esgotamento da capacidade de empréstimos das instituições estatais, que estão correndo contra o tempo para se capitalizar.
Além disso, a expectativa é que, em 2010, a economia brasileira volte a apresentar níveis de crescimento próximos do verificado no período anterior à crise.
Para o economista João Augusto Salles, da Consultoria Lopes Filho, esse crescimento dos bancos públicos foi uma exceção verificada em um período de crise, mas que deve se reverter a partir da retomada da economia brasileira já a partir de 2010. "Isso foi uma anomalia do mercado em razão da crise. Os bancos públicos, por ordem do controlador, emprestaram sem muito critério e vão ter de rever suas políticas. Agora, é a vez dos bancos privados."
De acordo com o analista da área de bancos Luiz Miguel Santacreu, da Austin Rating, o setor público não pode financiar sozinho o crescimento da economia esperado para os próximos anos. "O Banco do Brasil e a Caixa queimaram bastante combustível. O setor privado tem mais gasolina no tanque e um potencial maior para crescer no crédito."

'FANTÁSTICO' AFUNDA JUNTO COM SÃO PAULO


A audiência média do programa na Grande São Paulo -que era de 34 pontos em 2000- fecha 2009 em 22,6. Significa que um de cada três telespectadores da emissora desligou a TV ou mudou de canal. Entre os televisores ligados, é a primeira vez que cai abaixo de 40%.

domingo, 27 de dezembro de 2009

LINK QUE ORIGINOU A DISCÓRDIA,MAS SEM BRIGA.

http://aposentadoinvocado1.blogspot.com/2009/12/lula-lutou-com-todas-as-suas-forcas.html

SÃO PAULO NÃO AGUENTA MAIS GESTÃO DE SERRA E KASSAB,A DUPLA SANGUE - RUIM

Moradores de SP realizam protesto devido a enchentes.

São Paulo - Cerca de cem moradores do bairro Jardim Romano, na zona leste de São Paulo, realizavam hoje, por volta das 13h30, uma manifestação por causa das enchentes no local. Eles se concentraram na Rua Manoel Félix de Lima. Segundo a Polícia Militar (PM), o protesto era pacífico. Dois helicópteros do Águia, da PM, acompanhavam a manifestação.

O bairro ficou alagado por quase duas semanas após a enchente do dia 8 de dezembro. Alguns moradores do Jardim Romano tiveram que conviver com suas casas alagadas novamente na noite da véspera de Natal, já que voltou a chover e as galerias da região não estavam prontas para suportar mais água.

AOS COMENTARISTAS QUE NÃO GOSTARAM DO QUE EU DISSE SOBRE AS VAIAS AO PRESIDENTE LULA.ESPERO QUE SE RETRATEM E O APLAUDAM EM 2016.A PROVA ESTÁ AQUI

AOS COMENTARISTAS QUE NÃO GOSTARAM DO QUE EU DISSE SOBRE AS VAIAS AO PRESIDENTE LULA.ESPERO QUE SE RETRATEM E O APLAUDAM EM 2016.A PROVA ESTÁ AQUI

NESTE MOMENTO,NO CANAL GNT,ESTÁ SENDO TRANSMITIDO UM PROGRAMA DOS EUA EM QUE A APRESENTADORA,O PRESIDENTE DA REPÚBLICA E A PRIMEIRA-DAMA SÃO NEGROS

QUANDO ISSO ACONTECERÁ NO BRASIL ?
ESPEREM MAIS 21 SÉCULOS.
O INTERESSANTE É QUE A IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA VIVE FALANDO DO RACISMO NOS EUA , MAS NÃO EXISTE RACISMO MAIOR DO QUE NA IMPRENSA BRASILEIRA.
NO LIMIAR DO FIM DA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI , APÓS UMA LUTA CENTENÁRIA CONSEGUIU-SE COLOCAR UMA PEQUENA PARCELA DE ATORES NÃO BRANCOS NAS NOVELAS BRASILEIRAS. AGORA É ESPERAR POR MAIS 21 SÉCULOS.
ELES PENSAM QUE SOMOS UM BANDO DE IDIOTAS , ANALFABETOS FUNCIONAIS , NÃO SOMOS!

EUA:Maior fraudador da história é condenado a 150 anos de prisão.BRASIL:STJ suspende operação contra Daniel Dantas

Le Monde: "JUSTIÇA BRASILEIRA É PREGUIÇOSA"

A POPULARIDADE DE LULA


Marcos Coimbra

2009 na política: a popularidade de Lula

Se Dilma ganhar, algo que hoje parece muito possível, teremos criado, em Lula, uma figura que nossa imaginação política não conhecia e que nossa cultura não está preparada para absorver: um líder inconteste, legitimado por um apoio popular quase unânime.

Sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

marcoscoimbra.df@dabr.com.br
Como fizemos no final do ano passado, a coluna de hoje e as próximas duas são dedicadas a um balanço do ano político que termina. Nelas, vamos discutir três assuntos que poderiam ser considerados os mais importantes de 2009.

Em um repeteco de 2008, o primeiro e o que mais impacto teve na nossa vida política este ano voltou a ser o tamanho da popularidade de Lula. Ela chega, neste dezembro, a novos níveis históricos e influenciou de maneira decisiva o segundo tema de que trataremos, a maratona eleitoral em direção a 2010, uma corrida tão longa que ameaça deixar esgotados candidatos e eleitores.

Lula tem hoje uma popularidade que não conhecíamos em nossa experiência democrática.

Sobre os presidentes da República de 1945, quase não há dados comparáveis, mas toda a evidência, baseada em outras fontes, diz que não. Quem consultar a imprensa do período, quem ler seus intérpretes, quem tiver memória própria, saberá que nenhum deles gozou da unanimidade com que conta o atual.

Fora o fato de todos, com a possível exceção de Dutra, terem enfrentado crises agudas onde seus mandatos foram questionados, através de golpes, ameaças de golpe e sublevações diversas, de origem civil ou militar.

Da redemocratização em diante, o mesmo. Sarney, Collor, Itamar e Fernando Henrique, cada um à sua maneira, tiveram seus auges de aprovação.

No governo Sarney, ele foi alcançado dois anos depois da posse e durou alguns meses, na breve vida do Plano Cruzado. Quando o plano acabou de maneira decepcionante, Sarney nunca mais se recuperou.

O de Collor foi o mais engraçado, pois aconteceu antes que chegasse ao governo. No intervalo entre a vitória em dezembro de 1989 e a posse em março de 1990, as pesquisas mostraram que eram elevadíssimas as expectativas sobre seu desempenho e a avaliação positiva quase universal. Do discurso de posse ao final antecipado do governo, no entanto, os números só foram ladeira abaixo.

Itamar experimentou algo parecido, mas terminou de maneira diferente. Quando assumiu, em meio à crise do impeachment, toda sociedade torcia por ele e lhe tinha apreço. Mas seu governo teve uma aprovação sempre declinante, até ser recuperado pelo Plano Real. Se Sarney começou baixo (pela frustração com a morte de Tancredo e a desconfiança que contra ele existia), subiu (com o Cruzado) e terminou mais baixo ainda, Itamar fez o percurso inverso: de alto a baixo e depois a alto de novo.

Sobre a avaliação de Fernando Henrique, o que mais chama a atenção, atualmente, é quão mal ela resistiu à passagem do tempo. Ao contrário dos bons vinhos, quanto mais tempo passa, pior fica.

Os elementos que fizeram com que ela fosse elevada, há poucos anos, como que sumiram. As realizações de seu governo, decisivas para que o país estivesse hoje melhor, ficaram secundárias, frente à antipatia com que é visto pela maioria das pessoas.

E Lula? Não só sua avaliação média, nos últimos dois anos, ganha de goleada da que todos tiveram, quanto os ultrapassa nos seus picos de popularidade. Ou seja, o Lula do dia a dia é mais bem avaliado que o Sarney do Cruzado, o Collor de antes da posse, o Itamar do dia da posse, o FHC do Plano Real.

Deixando de lado as explicações que têm sido aduzidas para esse fenômeno, de uma coisa podemos estar certos: a campanha eleitoral de 2010 só vai fazer com que Lula fique maior.

Do lado de Dilma, sua figura será enaltecida a ponto de se confundir com os arcanjos e os querubins. Sua campanha dirá que a obra de Lula é extraordinária, para justificar sua proposta de apenas mantê-la.

Do lado de Serra, ele mesmo tem afirmado que pretende polemizar é com Dilma, pois quer tudo, menos se defrontar com o presidente. Se Dilma ganhar, algo que hoje parece muito possível, teremos criado, em Lula, uma figura que nossa imaginação política não conhecia e que nossa cultura não está preparada para absorver: um líder inconteste, legitimado por um apoio popular quase unânime.

Querendo, voltaria à Presidência quantas vezes pudesse. O perigo é que, nesse ponto, só sua convicção democrática nos separaria de outra aventura autoritária. Ainda bem que a tem.