domingo, 31 de outubro de 2010

PARABÉNS PARA AS MARAVILHOSAS MULHERES BRASILEIRAS

ACABOU , A VITÓRIA É NOSSA !

TÁ CHEGANDO A HORA , FALTA POUCO !

HOJE É O MELHOR DOS DIAS PARA O POVO BRASILEIRO , É O DIA DA VITÓRIA DE UMA CORRENTE DE PENSAMENTO NA QUAL AS PESSOAS VÊM PRIMEIRO


DILMA ROUSSEFF, FOI A MOTIVAÇÃO DE TODA NOSSA LUTA CONTRA O ATRASO E A CORRUPÇÃO TÃO BEM EXEMPLIFICADAS NA IMPRENSA BRASILEIRA E NO , AGORA , DERROTADO DE UMA VEZ POR TODAS , JOSÉ SERRA.

CHEGOU O MOMENTO DA COMEMORAÇÃO , VAMOS OUVIR O HINO NACIONAL E DESEJAR BOA SORTE PARA A PRIMEIRA MULHER PRESIDENTE DO BRASIL.

DILMA , PRESIDENTE DO BRASIL

DEIXA A VIDA ME LEVAR

O ÓDIO DE ELIO GASPARI , POR LULA , AFETOU SEU CÉREBRO

DESAFIO DE FHC
Está de pé o desafio de Fernando Henrique Cardoso a Nosso Guia: "Presidente Lula, quando acabar a eleição, quando você puser o pijama, venha ao meu instituto, vamos conversar, cara a cara". O ex-presidente saiu da campanha como um príncipe. Não se pode dizer o mesmo de seu sucessor.

NO BLOG OS INIMIGOS DE JOSÉ SERRA:ELIANE CANTANHÊDE SE ACABA EM LÁGRIMAS COM A IMINENTE VITÓRIA DE DILMA

http://osinimigosdejoseserra.blogspot.com/2010/10/eliane-cantanhede-se-acaba-em-lagrimas.html

NO BLOG OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA:DILMA ESCREVE SOBRE AS ELEIÇÕES E O FUTURO DO BRASIL

http://osinimigosdejoseserra.blogspot.com/2010/10/dilma-presidente-do-brasil_31.html

SE DEUS QUISER , O BRASIL , HOJE , SE LIVRA DOS DOIS . AMÉM !


AVISO AO DATAFRAUDE:VOTEI ÀS 08:00 HORAS E FIZ BOCA DE URNA.DILMA PASSARÁ DOS 60% DOS VOTOS VÁLIDOS

DATAFRAUDE SONHA E INVENTA ACIRRAMENTO NA ESCOLHA PARA PRESIDENTE. É TRISTE !

Acirramento e placar abaixo de 60% fazem 2010 remeter a 1989

MAURO PAULINO
DIRETOR DO DATAFOLHA
ALESSANDRO JANONI
DIRETOR DE PESQUISAS DO DATAFOLHA

O eleitor define hoje uma das corridas presidenciais mais disputadas do período pós-redemocratização. Nas duas últimas edições, 2002 e 2006, Lula venceu com folga o segundo turno. O atual ocupante do cargo conseguiu em ambas as ocasiões mais de 60% dos votos válidos.

Em 1994, com uma trajetória até parecida com a de Dilma Rousseff no primeiro turno, Fernando Henrique Cardoso, então ministro da Fazenda de Itamar Franco, começou a disputa atrás de Lula, mas apresentou crescimento contínuo após a implantação do Plano Real e acabou por liquidar a fatura sem a necessidade de prorrogação da disputa.

Em 1998, na briga pela reeleição, FHC liderou o quadro ao longo de todo o processo e também fechou a eleição no primeiro turno. Naquele ano, o único momento em que viu Lula ameaçar seu favoritismo foi durante repercussão de uma declaração infeliz sobre aposentados.

Das eleições presidenciais desse período, a única que bate 2010 em acirramento é a de 1989. Collor chegou a abrir dez pontos de vantagem sobre Lula no total das intenções de voto. Os dois candidatos ficaram tecnicamente empatados na véspera.

Collor venceu a eleição com 53% dos votos válidos, taxa próxima à obtida por Dilma um dia antes do pleito.

Confirmada a tendência, o continuísmo é a marca da vitória petista. De acordo com os dados divulgados hoje, a grande maioria de seus eleitores espera que a criatura siga os passos de seu criador.

TRANSFERÊNCIA

A primeira eleição para presidente sem Lula teve o próprio como protagonista.

O Datafolha desde dezembro de 2009 mediu o potencial de transferência de votos do presidente para sua pupila. Acompanhou a disseminação do conhecimento sobre Dilma nesse estrato e identificou seu perfil dominante --menos escolarizado, mais pobre e nordestino.

Detectou também os limites de transferência de votos proveniente desse apoio. A partir do crescimento de Marina Silva, acenou com a possibilidade de segundo turno no momento em que alguns esperavam um triunfo antecipado do governo.

No segundo turno, o instituto acompanhou a estabilidade do cenário eleitoral, reflexo da inadequação do debate à demanda do eleitorado. Com o foco equivocado em religião e aborto, a oposição poupou o governo e Dilma de prestarem contas em áreas mais valorizadas pela população, como saúde, segurança e educação.

A pobreza do discurso político e a incapacidade dos candidatos de se comunicar com os eleitores ficam como uma marca desta eleição. Isso, por outro lado, explica parte do sucesso de Lula.

sábado, 30 de outubro de 2010

VEJA COMO FOI A CAMPANHA DE DILMA ROUSSEFF

http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/veja-como-foi-a-campanha-de-dilma-rousseff/1366170/

INFOGRÁFICO PESQUISAS

http://noticias.r7.com/eleicoes-2010/noticias/cnt/sensus-mostra-dilma-eleita-com-14-pontos-de-vantagem-sobre-serra-20101030.html

CNT/Sensus mostra Dilma eleita com 14 pontos de vantagem sobre Serra

Sondagem mostra petista com 57,2% dos votos, contra 42,8% do candidato do PSDB

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, aparece com 14,4 pontos de vantagem sobre o candidato do PSDB José Serra, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada neste sábado (30). Considerando os votos válidos – quando brancos e nulos são descartados –, Dilma tem 57,2% da preferência do eleitorado, contra 42,8% de Serra. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Dilma tem 50,3% dos votos totais, contra 37,6% de Serra. Brancos e nulos somam 4,1% e indecisos chegam 7,9%.

Nesta sexta-feira (29), pesquisa Datafolha indicou que a vantagem de Dilma é de 12 pontos. Na sondagem, a petista aparece com 56% dos votos válidos, contra 44% do tucano.

A última sondagem do instituto, divulgada na quarta-feira (27), mostrou Dilma com 58,6% dos votos válidos, contra 41,4% de Serra. Brancos e nulos somavam 4,7% e indecisos chegaram a 6,8%.

O Sensus ouviu 2.000 eleitores nos dias 28 e 29 de outubro. A pesquisa foi feita a pedido da CNT (Confederação Nacional dos Transportes). O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) foi feito no dia 25 de outubro com o número 37.919/2010.

NA IMINENTE DERROTA DE SERRA,OS RATOS COMEÇAM A DIZER A VERDADE,MAS NÓS JÁ SABÍAMOS DE TUDO ISSO.É TRISTE !

FERNANDO RODRIGUES

A preguiça da oposição

BRASÍLIA - Se Dilma Rousseff vencer amanhã, toneladas de papel e hectolitros de tinta serão usados para analisar a fragilidade da oposição. Um aspecto preliminar deve ser considerado a respeito desse raquitismo: a gênese da anemia.
Há dois fatores principais. O primeiro e mais óbvio é a economia aquecida e Lula nas alturas. O outro é a preguiça dos líderes oposicionistas em períodos adversos.
Vigora entre as siglas anti-Lula uma espécie de aversão atávica ao trabalho de estruturação de seus clubes. Poucos aceitam a imposição natural da vida pela qual é necessário suar a camisa para construir agremiações realmente profissionais e merecedoras de serem chamadas de partidos políticos.
O PSDB ganhou o Planalto nas asas do Plano Real. Passou oito anos no poder e não se sabe exatamente até hoje o que seria e se existe uma militância tucana.
O DEM (ex-PFL) nunca soube ser oposição desde a chegada de Pedro Álvares Cabral. Se não está no governo, grita. Não há notícias de diretórios demistas atuantes em bairros populares de cidades como São Paulo, Rio ou Belo Horizonte.
É difícil a vida na oposição. O PT que o diga. Amargou bancadas minoritárias no Congresso por duas décadas, nos anos 80 e 90. A sigla de Lula aproveitou para crescer na adversidade. Existem diretórios petistas estruturados na maioria das cidades brasileiras.
Alguém dirá que o PT se apoderou do Estado. Incrustou-se em cargos públicos. A explicação é plausível em parte, pois há na sigla uma certa vida partidária real. A ponto de Lula ter sido obrigado a enfrentar uma eleição prévia interna contra Eduardo Suplicy em 2002. Mais de 150 mil filiados foram às urnas.
PSDB e DEM podem sentar e esperar até uma crise econômica abrir as portas do paraíso para a oposição. É uma saída. Mas é pouco se a intenção for construir partidos reais, e não ajuntamentos de interesses de caciques regionais.

fernando.rodrigues@grupofolha.com.br

LULA DEIXA UM LEGADO E UMA SUCESSORA DE SUA OBRA , DILMA ROUSSEFF

Lula leva 100 mil às ruas de Recife

Acompanhado do governador reeleito Eduardo Campos, Lula seguiu em carro aberto pelas ruas da capital pernambucana

Ricardo Galhardo e Ana Carolina Dias, iG Pernambuco

Foto: Agência Estado

Presidente Lula desfila em carro aberto em Recife

Mais de 100 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, lotaram as ruas do Centro de Recife no início da noite desta sexta-feira para saudar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O que deveria ser uma caminhada silenciosa de apoio à candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, se transformou em uma festa barulhenta de despedida para o presidente na capital do Estado onde nasceu e tem os melhores índices de aprovação.

O nome de Dilma foi ofuscado pela figura do presidente que desfilou na carroceria de um caminhão ao lado do governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), os senadores eleitos Humberto Costa (PT) e Armando Monteiro (PTB). Outros políticos menos cotados foram em outro caminhão, entre eles o ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti (que se afastou devido a suspeitas de cobrança de propina).

Toda vez que militantes tentavam entoar nome de Dilma o grito era encoberto pelo coro “Lula guerreiro do povo brasileiro”. Até o jingle “Dilma Lá”, gravado pelo músico mineiro Wagner Tiso, voltou a ser “Lula Lá” na voz dos pernambucanos.

A caminhada parou o centro de Recife. No percurso de três quilômetros entre a Praça Oswaldo Cruz e o Largo do Carmo. Durante todo o caminho as pessoas se amontoavam nas calçadas, pontos de ônibus e marquises dos prédios para se despedir do presidente.

Quando a caminhada entrou na avenida Conde da Boa Vista duas máquinas instaladas na janela de um prédio de escritórios lançaram uma chuva de papel picado brilhante sobre a multidão.

Ensopado de chuva, Lula parecia emocionado.

A presença de pelo menos três orquestras de frevo e um bloco de maracatu, além do farto consumo de cerveja (vários ambulantes vendiam a bebida no local da concentração), transformaram o ato político numa espécie de carnaval fora de época.

Apesar da instalação de grades em alguns pontos da caminhada, na maior parte do tempo Lula estava em contato direto com a população e a toda hora se esticava para cumprimentar as pessoas. O general Gonçalves Dias, chefe da segurança presidencial, balançava a cabeça em sinal de desaprovação.

Para decepção de muitos militantes, ao chegar no Largo do Carmo, Lula apenas se despediu, entrou no carro e foi embora sem falar. Organizadores tiveram que explicar para os mais desapontados que a legislação eleitoral proíbe discursos nos dois últimos dias de campanha.

De Recife, Lula foi para Brasília. O presidente vai passar o sábado em São Bernardo do Campo, onde vota no domingo de manhã e depois volta a Brasília para acompanhar a apuração ao lado de Dilma.

Durante a caminhada, o cadeirante Antonio Carlos Pereira, não escondeu a emoção. “Mesmo com todas as dificuldades que um deficiente físico passa, estou aqui para prestigiar o presidente Lula. Sempre acompanhei a trajetória do Lula”. Pereira pontuou que a última caminhada do presidente em Pernambuco. “É com muita tristeza que vejo a saída do presidente, mas acredito que a força da mulher irá se fazer presente”.

Irene Freitas, representante do movimento LGBT no Recife, hasteava com bastante alegria a bandeira do movimento. Irene afirma que é com bastante satisfação que acompanha a caminhada do presidente. “Gosto muito do governo de Lula. Acredito que as questões do movimento LGBT foram bastante debatidas. Atualmente, a discussão dos homossexuais não está sendo tratada de maneira certa. Apenas queremos ser iguais”. Durante a caminhada, Irene afirma que o governo de Lula e agora, “se Deus quiser”, o governo de Dilma, tratará as questões dos homossexuais de maneira mais igualitária. “Estou aqui para dizer que o movimento LGBT apóia a candidata Dilma Rousseff”.

O estudante Francisco Shimada vê com bastante entusiasmo essa visita do presidente ao Recife. “Quero, no dia da posse, estar presente para ver os deputados federais, junto com o presidente Lula, entregando a faixa à primeira presidenta mulher do Brasil”. Shimada ainda afirma que desde 2002 acompanha os comícios e os atos públicos de Lula.

Durante o percurso, o presidente ouviu inúmeras declarações de apoio, ganhou presentes – como uma sombrinha de frevo e um chapéu de vaqueiro nas cores de Pernambuco – e um “Parabéns para Você” em razão do seu aniversário celebrado anteontem.

É nesse mesmo território que se desvenda a indignação fake de Gilmar Mendes: vem da ideologia antipopular que representa

CLAUDIO WEBER ABRAMO

Alarmismo antipopular


Não são poucos nem pouco poderosos aqueles que se opõem ao próprio espírito da Lei da Ficha Limpa

O JULGAMENTO, pelo Supremo Tribunal Federal, de recurso apresentado pelo político paraense Jader Barbalho contra decisão do Tribunal Superior Eleitoral que lhe negara registro de candidatura nas eleições deste ano trouxe de novo à atenção a chamada "Lei da Ficha Limpa".
Essa legislação, inédita mundialmente, apareceu como decorrência da necessidade, amplamente reconhecida, de reduzir a desenvoltura com que, no Brasil, aventureiros invadem e ocupam a política. Não são poucos nem pouco poderosos aqueles que se opõem ao próprio espírito dessa lei.
Um exemplo saliente é o do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Durante o julgamento do recurso de Barbalho, Mendes exibiu com notável truculência a natureza conservadora das resistências que persistem à Lei da Ficha Limpa.
Embora expressas no contexto da aplicabilidade, ao pleito de 2010, do famoso inciso "k" (em que se enquadravam Barbalho, Joaquim Roriz e outros), o alarmismo transparentemente posado de Mendes tinha como objeto o princípio inspirador da nova legislação.
Mesmo num ambiente judicial marcado por escandalosa ineficiência, Mendes exprimiu contrariedade ao impedimento de participação, em eleições, de quem não tenha tido condenação transitada em julgado, ou seja, irrecorrível.
Como o Judiciário brasileiro garante procrastinação infinita desde que o réu seja endinheirado e possa pagar advogados caros (como costuma ser o caso de políticos, e mais ainda de políticos ladrões), o ponto de vista do qual Gilmar Mendes é porta-voz advoga a perpetuação da iniquidade.
As referências de Mendes ao fascismo, à barbárie, à pretensa hediondez da lei, significam, na prática, a reiteração do princípio reacionário de que a administração de justiça deve mesmo depender do poder de manipulação de códigos e procedimentos.
Não se enxerga naqueles que, como Mendes, veem a administração da justiça como um jogo, nenhuma indignação em relação ao fato de ladrões de alto coturno terem vida mansa no Judiciário brasileiro. Nenhuma palavra é dedicada à injustiça fundamental da Justiça brasileira.
Essa gente acha normal que ladrões manipulem o sistema, com a inestimável ajuda de desembargadores e ministros de tribunais superiores, mas acha anormal que o Supremo julgue algum caso levando-se em consideração o direito coletivo à justiça.
Observe-se que esse direito coletivo não advém do número de assinaturas de apoiamento que a lei em questão recebeu quando ainda era projeto. Advém, sim, de uma postura que se pode dizer ideológica em relação aos privilégios dos políticos corruptos e seus apaniguados.
É nesse mesmo território que se desvenda a indignação fake de Gilmar Mendes: vem da ideologia antipopular que representa.

CLAUDIO WEBER ABRAMO é diretor-executivo da Transparência Brasil

Consórcio contratou família de Paulo Preto

Peso Positivo, do genro e da mãe do ex-diretor da Dersa, recebeu R$ 91 mil de um dos construtores do Rodoanel

Advogado da empresa e assessoria do consórcio afirmam que o negócio foi realizado conforme exigências da legislação

FLÁVIO FERREIRA
DE SÃO PAULO

Um dos consórcios construtores do Rodoanel contratou de forma emergencial e pagou R$ 91 mil à empresa do genro e da mãe do engenheiro Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, à época em que Souza era diretor de Engenharia da estatal paulista Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S.A.).
A companhia contratada pelo consórcio Andrade Gutierrez/Galvão no ano de 2009 foi a Peso Positivo Transportes Comércio e Locações Ltda. -ME, que tem como sócios Fernando Cremonini, genro de Souza, e Maria Orminda Vieira de Souza, mãe do engenheiro.
Souza foi diretor da Dersa de 2007 a abril deste ano.
Nesta semana, a bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo requisitou ao Ministério Público Estadual a abertura de uma investigação sobre os negócios da Peso Positivo.
O advogado da empresa e de Souza José Luís Oliveira Lima e a assessoria do consórcio afirmam que o negócio foi realizado com observância de todas as exigências previstas na legislação.
O capital social da Peso Positivo, constituída no ano de 2003, é de R$100 mil. Cremonini tem participação de 99% na sociedade, e Maria Orminda, 1%.
Cremonini é casado com a filha de Souza, a jornalista Tatiana Arana Souza Cremonini, que passou a ocupar o cargo de assistente técnica de gabinete no Palácio dos Bandeirantes, a partir de um decreto assinado pelo então governador José Serra (PSDB) em janeiro de 2007.
Atualmente Tatiana trabalha no cerimonial do Palácio, com remuneração de R$ 4.595, com gratificações.
A Peso Positivo tinha um contrato para fornecer serviços de guindastes na área do Lote 1 do trecho Sul do Rodoanel por um período de três meses, de acordo com a assessoria do consórcio.
A execução dos serviços, calculada por número de horas trabalhadas, foi concluída antes do previsto, em dois meses, segundo o advogado da Peso Positivo.
O nome de Souza veio à tona na campanha eleitoral depois que a candidata do PT Dilma Rousseff passou a citá-lo em debates na TV.
Dilma tem citado reportagem publicada pela revista "IstoÉ", que levantava a suspeita de que Souza teria desviado o valor de R$ 4 milhões que supostamente iria para um caixa dois da campanha de Serra à Presidência.
A candidata petista também vem citando o fato de o nome do engenheiro ter sido mencionado nos relatórios da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal.
A operação foi deflagrada para investigar a suposta ação ilegal de executivos da construtora Camargo Corrêa para fraudar licitações e pagar propinas a agentes públicos. As defesas da empreiteira, dos diretores e de Souza negam a prática de crimes.
As acusações de Dilma levaram Souza a entregar uma representação à Justiça Eleitoral com um pedido de que a candidata petista seja condenada pela prática de calúnia.
De acordo com a representação, Souza "nunca praticou qualquer espécie de apropriação de valores, nunca empreendeu fuga, nunca foi assessor de José Serra".

IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA

Em ato do PT, CUT faz críticas à imprensa

DE SÃO PAULO

O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Artur Henrique, defendeu ontem o "controle social" da imprensa e acusou a Folha e outros veículos de imprensa de terem sido "cooptados" pelo PSDB paulista.
Em ato de apoio a Dilma Rousseff (PT), ele disse que a imprensa protegeria os tucanos em troca de contratos com o Estado: "Quem mora fora acha que São Paulo passou 16 anos sem absolutamente nenhuma denúncia. O problema é que a imprensa foi cooptada pelo PSDB".
Ele criticou a compra de exemplares da Folha, do "Estado de S. Paulo" e da revista "Veja" para uso nas escolas paulistas.
"Compraram 5.350 exemplares da Folha diariamente (...) para serem distribuídos nas escolas. E nós temos uma imprensa que bloqueia qualquer tentativa de fazer ações contra o governo de São Paulo", afirmou.
Henrique defendeu "controle social" da imprensa num eventual governo Dilma, além de "acabar com essa alta concentração (...) dos meios de comunicação nas mãos de poucos donos".
"A Folha vende exemplares para os governos federal, estaduais e municipais, além de entidades de ensino privadas", disse o diretor-executivo de circulação e marketing do Grupo Folha, Murilo Bussab. "O total apontado representa apenas cerca de 1,5% do total da circulação do jornal."

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

VIDEO NO BLOG TIJOLAÇO:ESSE SUJEITO QUERIA SER VICE-PRESIDENTE DO NOSSO PAÍS.ELE NÃO TEM GABARITO PARA ISSO.VOTAR EM SERRA É VOTAR NESSE SUJEITINHO

IMPERDÍVEL NO BLOG CLOACA NEWS:"DE QUE LADO ESTÁ O SR. CLOACA?"

http://cloacanews.blogspot.com/2010/10/de-que-lado-esta-o-sr-cloaca.html

Brasil é democrático e laico, diz Lula sobre declaração de papa

Fabiana Uchinaka
Em São Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (29) que o Brasil é um país democrático e laico, por isso a população se manifesta do jeito que quiser. "Eu acho que cada um vai de acordo com a sua consciência", disse, em referência à declaração dada ontem pelo papa Bento 16 para que os bispos brasileiros condenem a descriminalização do aborto. O tema vem sendo usado pela campanha dos candidatos a Presidência da República para conquistar votos.

"Não vejo nenhuma novidade na declaração do Papa. Esse é o comportamento da Igreja Católica desde que ela existe. Se você for ver o que a Igreja Católica falava há 2 mil anos, ela falava exatamente o que o papa falou", declarou Lula durante sua participação na 26ª edição do Salão Internacional do Automóvel, que acontece em São Paulo.

O presidente minimizou a polêmica criada em torno da fala do pontífice e sua possível interferência no pleito de domingo (31). "Isso pode ser falado a qualquer momento. Pode ser falado ontem, hoje, amanhã, depois de amanhã", afirmou.

Para Lula, a declaração da Igreja reforça a liberdade que existe no país, porque "a gente se manifesta, a gente ganha ou a gente perde, a gente pode pagar o preço pelos erros que cometer". "Pelo reconhecimento da soceidade brasileira, parece que a gente teve mais acerto", concluiu.

Governo anuncia maior poço de petróleo do pré-sal

Da Redação, em São Paulo

A ANP (Agência Nacional do Petróleo) divulgou nesta sexta-feira que o volume de óleo nas reservas no campo de Libra, na área da camada do pré-sal da bacia de Santos, está estimado em até 15 bilhões de barris.

Com o anúncio, Libra passa a ser o maior reservatório do pré-sal, ultrapassando as reservas de Tupi (entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris).

O anúncio da reserva confirmou a estimativa feita pela consultoria internacional da Gaffney, Cline & Associates a pedido da ANP, que indicou potencial entre 7,9 bilhões e 16 bilhões de barris.

A megarreserva de Libra deverá ser a primeira do pré-sal a ser leiloada pela ANP, mas ainda não há uma data para isso ocorrer.

Segundo reportagem publicada em setembro pelo jornal “Folha de S.Paulo”, o governo pretende leiloar as primeiras áreas da camada pré-sal, sob o novo modelo de partilha, já na primeira metade de 2011.

Ainda de acordo com o jornal, está praticamente definido que a área de Libra será ofertada.

Tupi

Ontem (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou a primeira estrutura definitiva de produção comercial na área do pré-sal. Foi no campo de Tupi, que tem capacidade de produzir até 100 mil barris/dia.

A produção da nova plataforma, porém, será de 14 mil barris/dia até o fim do ano. Só em 2012 a capacidade total deve ser atingida.

A IMPRENSA BRASILEIRA SE ACHA ACIMA DO BEM E DO MAL,MAS NÃO É

COM FRASES COMO "É TROLOLÓ DO PT" , "NÃO CONHEÇO" OU "É MENTIRA" , A IMPRENSA DÁ COMO RESPONDIDAS AS MAIS CABELUDAS ACUSAÇÕES CONTRA SERRA E SUA QUADRILHA.
JÁ DILMA PENA NA MÃO DA IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA. TEM REPORTAGEM INVESTIGATIVA PARA TUDO E QUANDO UMA BOLINHA DE PAPEL ACERTA SERRA , O JORNAL NACIONAL CONCEDE 7 MINUTOS PARA PROVAR QUE ERA UM TIJOLO.
É A LIBERDADE DE IMPRENSA "A LA BRASILEIRA".

NO BLOG OS INIMIGOS DE JOSÉ SERRA:ELIANE CANTANHÊDE DIZ QUE GOSTARIA DE SER UMA BRITADEIRA

http://osinimigosdejoseserra.blogspot.com/2010/10/eliane-cantanhede-gostaria-de-ser-uma.html

UM OLHAR ESTRANGEIRO SOBRE A ELEIÇÃO BRASILEIRA

MARK WEISBROT

Estratégia republicana fracassa


Serra tentou até um ataque à política externa de Lula, com acusações de brandura com ditadores. Nada disso pegou

NADA ACABA antes do fim, mas parece cada vez mais provável que Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores, situacionista, será a nova presidente do Brasil, o que a tornará uma das mais poderosas mulheres do planeta. No final, a "estratégia republicana" de seu rival José Serra resultou em campanha amarga e feia, mas não bastou para levar os eleitores brasileiros a deixar de lado sua preocupação com o bem-estar econômico deles mesmos e talvez também o dos demais brasileiros.
A campanha se tornou uma insalubre troca de acusações de corrupção e de delitos, de parte a parte, e terminou com a mulher de Serra acusando Dilma de "matar criancinhas". Grupos e líderes religiosos se mobilizaram em favor da campanha de Serra e acusaram Dilma de querer legalizar o aborto, proibir símbolos religiosos e de ser "anticristã".
Já viram coisa parecida? Basta recordar as estratégias eleitorais do Partido Republicano nos Estados Unidos: da "estratégia sul" de Richard Nixon à ascensão da direita religiosa nos anos 80, chegando às acusações contra John Kerry e às "armas de distração em massa" de Karl Rove em anos recentes. A campanha de Serra tentou até um ataque em estilo republicano à política externa de Lula, com acusações de brandura no trato a ditadores, terroristas e ao tráfico de drogas. Nada disso pegou.
Talvez não surpreenda que Serra, economista, tenha tentado evitar as questões econômicas mais importantes para a vida da maioria dos brasileiros. A economia teve desempenho muito melhor nos anos Lula do que nos oito anos em que o PSDB, partido de Serra, esteve no governo: a renda per capita cresceu em 23% de 2002 a 2010, ante apenas 3,5% entre 1994 e 2002. O desemprego oficial bateu novo recorde ao cair a 6,2%.
Talvez ainda mais importante seja o fato de que a maioria dos brasileiros tenha conseguido ganhos substanciais: o salário mínimo, considerada a inflação, cresceu em 65% nos anos Lula. Isso é mais que três vezes sua elevação nos oito anos anteriores (ou seja, na presidência Cardoso). Isso afeta não apenas os trabalhadores que recebem o mínimo mas dezenas de milhões de outras pessoas cujas rendas estão vinculadas ao seu valor.
Além disso, o governo expandiu o programa Bolsa Família, que oferece pequenos pagamentos em dinheiro às famílias pobres, tendo comparecimento escolar e a programas de vacinação como contrapartes. O programa obteve sucesso na redução do analfabetismo e agora beneficia 13 milhões de famílias. Mais de 19 milhões de pessoas passaram a ter renda superior à linha da pobreza, de 2003 para cá. E um novo programa de subsídios à compra da casa própria beneficiou centenas de milhares de famílias, e outros milhões devem tomar parte dele quando for expandido.
Ainda que a estratégia de campanha republicana tenha funcionado bem ao longo da maior parte das quatro décadas passadas nos Estados Unidos, não funcionou bem em versão exportação. O eleitorado brasileiro logo se cansou da troca de acusações, e os eleitores indecisos queriam saber se Serra faria por eles algo de melhor que aquilo que o PT realizou. Porque não soube lhes responder, Serra perdeu seus votos.

MARK WEISBROT é codiretor do Centro de Pesquisa Econômica e Política, em Washington (www.cepr.net). Também é presidente da Just Foreign Policy (www.justforeignpolicy.org).

DATAFOLHA : DILMA VENCE E INDECISOS CAEM DE 8% PARA 4%

FERNANDO RODRIGUES

DE BRASÍLIA

Pesquisa Datafolha realizada ontem voltou a indicar estabilidade no quadro da corrida presidencial, com Dilma Rousseff (PT) mantendo liderança de 12 pontos sobre José Serra (PSDB).

A diferença agora é que o percentual de indecisos caiu de 8% para 4% em dois dias. Essa redução nesse grupo de eleitores indica que há cada vez menos espaço para mudanças na tendência de favoritismo da candidata do PT.

O levantamento do Datafolha, encomendado pela Folha, foi realizado ontem em 256 cidades e com 4.205 entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Quando se consideram os votos válidos, Dilma manteve os mesmos 56% que obteve nos levantamentos de terça-feira (dia 26) e quinta-feira (dia 21). Serra também ficou com seus 44% registrados nas últimas duas sondagens.

Há alguma variação no que diz respeito aos votos totais, pois aí houve redução dos indecisos. Dilma oscilou de 49% para 50% nesta semana. Serra foi de 38% para 40%. Ambos movimentaram-se dentro da margem de erro da pesquisa.

Os que votam em branco, nulo ou nenhum mantiveram-se em 5%. E houve a queda nos indecisos, de 8% para 4% em dois dias, de terça para ontem.

No geral, as curvas dos candidatos na pesquisa Datafolha neste segundo turno mostram uma tendência clara: Dilma conseguiu ganhar algum fôlego desde o início do mês (pulou do patamar dos 48% para o dos 50% dos votos totais), enquanto Serra parece ter ficado estagnado (começou outubro com 41% e agora tem 40%).

Há também uma pequena variação para baixo, dentro da margem de erro, no percentual total dos que são indecisos somados aos que votam em branco, nulo e nenhum. No início deste mês, eram 11%. Agora, são 9%. Há sinais de que esses eleitores não querem mesmo sair desse grupo.

Essa tendência é perceptível entre os eleitores que dizem ter votado em Marina Silva (PV) no primeiro turno. No começo de outubro, 9% deles votavam em branco, nulo ou nenhum e outros 18% estavam indecisos. Somados, esses dois grupos eram 27%.

Ontem, segundo o Datafolha, os "marineiros" indecisos caíram para 8%, mas os que vão anular ou votar em branco foram a 18%. Os dois grupos totalizam 26%. Ou seja, cerca de um quarto dos eleitores de Marina não se convenceram até agora a votar em Dilma ou em Serra.

Outro dado que ajuda a entender porque a petista subiu um pouco neste mês e consolidou sua dianteira é o comportamento de quem no primeiro turno votou em branco ou nulo. Na primeira semana de outubro, 14% desses eleitores diziam estar propensos a votar na petista e 25% declaravam apoio ao tucano.

Passadas quase quatro semanas, o quadro se inverteu: 25% dos eleitores que votaram em branco ou nulo no primeiro turno dizem agora que vão escolher Dilma contra 13% que optam por Serra.

A vantagem de Dilma continua ancorada no eleitorado masculino. Entre os homens, ela tem 54% contra 38% de Serra. Já no voto feminino há um empate técnico: a petista está com 46% e o tucano obtém 43%, diz o Datafolha.

A pesquisa foi registrada no TSE sob o número 37721/2010.

TODA MÍDIA , DO EXCELENTE NELSON DE SÁ

Toda Mídia

NELSON DE SÁ -
nelsonsa@uol.com.br

Vaticano em campanha

Na escalada do "Jornal Nacional", "O papa se manifesta sobre a polêmica do aborto nas eleições".
Antes, foi manchete no meio do dia na Folha.com e nos sites de outros jornais, "Papa condena aborto e pede para bispos orientarem fiéis politicamente", mas não nos portais. Fim do dia, nas páginas iniciais, mas sem manchete, as reações dos candidatos, "Dilma pede respeito ao papa e nega dano eleitoral" e "Serra apoia fala do papa que defende a vida". O UOL destacou foto de Serra com uma imagem (abaixo).
Na submanchete do iG, "Papa Bento 16 entra na eleição", com a informação de que a fala "é resultado da articulação do arcebispo de Aparecida, d. Raymundo Damasceno Assis", que foi até o Vaticano.


Na home do espanhol "El País", "O papa entra na campanha eleitoral do Brasil". Na France Presse, "Papa reabre polêmica do aborto a três dias da eleição". Na italiana Ansa, "Papa repercute na campanha".

uol.com.br / ig.com.br


//PRÉ-SAL EM CAMPANHA

Na escalada do "JN", antes do papa, "Agência Nacional de Petróleo confirma a descoberta de uma nova reserva no pré-sal".
Antes, início da noite, foi a manchete na Folha.com e nos sites de outros jornais, tomando o lugar do papa, "Governo confirma nova reserva no pré-sal".
Antes ainda, UOL, iG (acima) e outros destacaram imagens de Lula em visita ao bloco de Tupi, para inaugurar uma plataforma da Petrobras. A Reuters Brasil sublinhou que, "em discurso casado com Lula", Dilma também enfatizou ontem o pré-sal.
No exterior, os sites da "BusinessWeek" e do "Wall Street Journal", entre outros, noticiaram a "grande reserva de Libra", que "poderia conter 16 bilhões de barris de petróleo".

//VITÓRIA ASSEGURADA?

Antes mesmo do Ibope de ontem no "JN", com a diferença de Dilma sobre Serra subindo para 14 pontos, o "Financial Times" noticiava que, "a dois dias do encerramento da campanha presidencial, Dilma parece ter assegurado sua vitória no segundo turno".
Sublinhou declaração da petista, anotando que ela "vai manter o esforço de distribuição de renda" de Lula: "Não é só para o PIB que nós olhamos para ver se o Brasil está melhor ou não. O principal indicador é se nós mudamos as condições de vida da população, e nós mudamos, especialmente para os pobres."

thedailyshow.com
Obama e Stewart, anteontem à noite no "Daily Show"

//ONDE OBAMA ERROU

Em entrevista com Barack Obama, o comediante Jon Stewart questionou a nomeação de Lawrence Summers, no início de seu governo, para comandar a economia. Summers sai no fim do ano. Mas Obama, a cinco dias das eleições para o Congresso, respondeu que ele fez "a heck of a job", um grande trabalho, usando expressão associada a George W. Bush. Foi o que ecoou da entrevista.
Antes, de um artigo do investidor George Soros no "New York Review of Books" à coluna do economista Paul Krugman no "New York Times", o diagnóstico neste fim de campanha é que a timidez no estímulo econômico levou à derrota esperada dos democratas. Soros chega a dizer que Obama deveria ter estatizado os bancos -e não, por temor político, ter só repassado recursos.

nytimes.com
TIANHE-1A Na manchete do "China Daily" e por "NYT", "FT", "El País", "Supercomputador da China é o mais rápido". O "NYT" diz que ele usa chip americano, mas a tecnologia de rede, "seu segredo", é chinesa

Serra diz que vazamento de licitação do metrô é 'fato extremamente secundário'

RODRIGO VIZEU
ENVIADO ESPECIAL A MONTES CLAROS (MG)

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, chamou hoje de "fato extremamente secundário" o vazamento do resultado da licitação da linha 5 (Lilás) do metrô, revelado anteontem pela Folha.

"Vamos fazer uma investigação para ver se houve acordo entre as empresas, nada mais. É um fato extremamente secundário, não tem maior importância", disse o tucano, que fez campanha em Montes Claros, no norte de Minas.

Questionado sobre sua posição contrária a investigar o governo paulista, que chefiou até abril, sobre o vazamento, Serra procurou desviar o foco com ataques ao governo federal.

"Porque nesse caso o governo federal já estaria condenado", disse.

Ele continuou: "O governo federal reuniu empreiteiras que iriam fazer Belo Monte [hidrelétrica no Pará], ficou negociando, ofertando, atraindo, debatendo pelo jornal e depois fez a concorrência. A mesma coisa com muitos outros projetos".

O candidato também buscou desviar atenção para escândalos com pessoas ligadas a Dilma Rousseff (PT).

Serra fez críticas ao presidente Lula pelo que chamou de "incentivo" a ataques como o que o tucano sofreu no Rio, quando foi alvo de objetos jogados em sua cabeça. O presidente tem constantemente feito piadas sobre o ocorrido.

"O Lula estimulou, deu respaldo à violência que é praticada nas ruas através dessas graças que faz", disse.

O presidenciável fez carreata pelas ruas da cidade mineira, que fica numa das regiões mais pobres do Estado, reuniu-se com lideranças e cabos eleitorais e visitou a eleitora Helena Maria Cardoso, 52, que tinha no primeiro turno uma Casa de Marina, comitê voluntário pró-Marina Silva (PV), e agora promete votar em Serra.

No discurso para lideranças, o tucano prometeu "seguir o padrão de integridade e honestidade do Itamar Franco e do Fernando Henrique [Cardoso]".

Procurando colar DNA tucano ao Bolsa Família, Serra disse que foi Marconi Perillo (PSDB), então governador de Goiás, quem sugeriu a Lula juntar os programas sociais e criar o Bolsa Família.

"O Lula reconheceu publicamente, está gravado", disse o candidato.

Serra voltou a prometer a criação do 13º para o programa, o salário mínimo de R$ 600 e o reajuste de 10% para aposentados e pensionistas.

ALIADOS

O ex-governador e senador eleito Aécio Neves (PSDB), que acompanhou o aliado, pediu às lideranças presentes que votem em Serra para a "vitória ser completa", já que no Estado venceram Antonio Anastasia (PSDB) para o governo, Itamar Franco (PPS) e Aécio para senador, mas Dilma ganhou no primeiro turno.

O norte de Minas foi uma das regiões que deram mais votos para a petista, assim como o Triângulo Mineiro, visitado pelo tucano hoje mais cedo.

Ao discursar, Anastasia pediu que Serra fosse votado por ter sido o único presidenciável a visitar a cidade durante a campanha. Mas, na verdade, Dilma fez campanha na cidade em 20 de julho.

PETROBRAS INCORPORA REFINARIA NANSEI NO JAPÃO

A estatal, que já era controladora da companhia, assumiu o controle integral ao comprar fatia de 12,5%

    Reuters

    TÓQUIO - A refinaria japonesa Nansei Sekiyu informou nesta sexta-feira que a Petrobrás, sua controladora, tornou a companhia uma subsidiária integral depois de comprar uma participação de 12,5% da trading Sumitomo Corp.

    A transação foi concluída em 22 de outubro, informou um porta-voz da Nansei Sekiyu.

    quinta-feira, 28 de outubro de 2010

    BEM QUE O IBOPE TENTOU , MAS NÃO DEU , A REALIDADE O COMEU.EM 16 DIAS , DILMA SUBIU 8%

    LEVANDO-SE EM CONTA OS VOTOS VÁLIDOS DO 1º TURNO,DILMA TEM 57.239.443 VOTOS E SERRA 43.180.632. SÃO 14.058.811 VOTOS DE DIFERENÇA,OU SEJA,UMA BAHIA

    PARA WILLIAM BONNER:NINGUÉM AQUI É BOBO.VOCÊ TENTOU ENROLAR,MAS NÓS PERCEBEMOS QUE DILMA AUMENTOU EM 2% A DIFERENÇA ENTRE ELA E SERRA NOS VOTOS TOTAIS





    E NOS VOTOS VÁLIDOS.
    NÃO NOS TRATE COMO IMBECIS E SEJA HONESTO , A NÃO SER QUE ISSO SEJA PEDIR DEMAIS.

    IBOPE : DILMA 52% E SERRA 39% . EM VOTOS VÁLIDOS DILMA 57% E SERRA 43%

    Margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Do G1, em Brasília

    Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (28) aponta Dilma Rousseff (PT) com 57% dos votos válidos e José Serra (PSDB) com 43% na disputa em segundo turno pela Presidência da República.

    Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, Dilma pode ter entre 55% e 59%, e Serra, entre 41% e 45%. O critério de votos válidos exclui as intenções de voto em branco e nulo e os indecisos.

    Na pesquisa anterior do Ibope, divulgada no último dia 20, Dilma aparecia com 56% dos votos válidos e Serra com 44%.

    O Ibope entrevistou 3.010 eleitores, de 26 a 28 de outubro. A pesquisa foi encomendada ao instituto pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo". Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número de protocolo 37596/2010.

    Votos totais
    Pelo critério de votos totais (que incluem no cálculo brancos, nulos e indecisos), Dilma Rousseff soma 52% das intenções de voto, e José Serra, 39%. As intenções de voto em branco ou nulo acumulam 5%, segundo o Ibope. Os eleitores indecisos são 4%.

    Nos votos totais da pesquisa anterior do Ibope, do último dia 20, Dilma tinha 51%, e Serra, 40%. Brancos e nulos eram 5%, e indecisos, 4%.

    Descoberta de grande reserva de óleo na Bacia de Santos deve ser anunciada

    Poço da área de Libra pode ser a maior descoberta de óleo do Brasil; ANP deve divulgar resultado nesta 6ª

      Kelly Lima e Nicola Pamplona, da Agência Estado

      RIO - A maior descoberta de óleo do Brasil na área de Libra, na Bacia de Santos, deve ser anunciada nesta sexta-feira, 29, pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), conforme revelou a Agência Estado. As estimativas, que constam de relatório da consultoria Gaffney Cline & Associates (GCA) - que avaliou para a agência as reservas do pré-sal, inclusive dos blocos usados na cessão onerosa - dão conta de que Libra pode conter entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris.As ações da empresa, que foram negociadas em ligeira queda ao longo do dia, reagiram no final da tarde. A Petrobrás ON fechou em alta de 0,03% e a PN, 0,27%.

      Segundo fontes do setor, a perfuração da área atingiu ontem pela manhã o seu alvo, a 6,9 mil metros de profundidade. Foram encontrados indícios líquidos que podem ser óleo. A perfuração no poço de Libra, porém, ainda não chegou ao fim, afirmou há pouco a diretora da agência Magda Chambriard.

      A área pertence à União e, caso aprovado o novo marco regulatório, poderá integrar o primeiro leilão pelo novo modelo de partilha. Como operadora única do pré-sal, a Petrobrás já detém 30% das reservas de Libra, como de todas as outras áreas da região do pré-sal.

      A área de Libra está localizada próxima dos blocos BS-4, operado pela Shell, e do BM-S-45, operado pela Petrobrás em parceria com a Shell. Fontes acreditam que, se confirmado o tamanho da megareserva, ela pode "vazar" para estes dois blocos.

      Ontem, o gerente executivo de Exploração da Petrobrás, Mario Carminatti, confirmou que a companhia está perfurando o bloco BM-S-45, mas que só dentro de um mês poderá ter alguma notícia da área. Ontem, rumores sobre uma nova grande descoberta movimentaram o mercado financeiro e impactaram a cotação das ações da estatal, que tiveram alta de 1,32% (PN), num dia em que o Ibovespa caiu 0,24%.

      Este é o segundo poço perfurado pela Petrobrás sob encomenda da ANP na área de Libra. O primeiro deles, visando a cessão onerosa de cinco bilhões de barris da União para a estatal, apresentou problemas técnicos e foi abandonado. Este segundo poço começou a ser perfurado logo em seguida, em julho, e está sendo concluído agora. Libra foi descartada da cessão onerosa quando percebeu-se que lá havia uma reserva gigantesca, disse uma fonte.

      O segundo alvo escolhido pela ANP para fazer a perfuração, de acordo com estas fontes, está localizado em área que foi devolvida pela Shell e que fazia parte do bloco BS-4. As estimativas da Gaffney Cline indicaram para o prospecto de Libra um reserva de, no mínimo, 7,9 bilhões de barris de óleo recuperável. Segundo uma fonte que teve acesso ao relatório, esta estimativa considera um volume de óleo recuperável de 13% na área. Ou seja, os oito bilhões de barris citados seriam apenas 13% do total existente na potencial reserva. As estimativas da ANP consideram um porcentual de óleo recuperável entre 13% e 18%, o que permitiria elevar a projeção total para 12 bilhões de barris.

      Mesmo esse porcentual é considerado conservador por especialistas, já que a média internacional é de 20%. A própria Petrobrás, ao apontar o volume recuperável estimado de Tupi entre 5 e 8 bilhões de barris, considera que este volume seja equivalente a algo entre 20% e 25% da reserva "in place" (o total de óleo contido em um reservatório, que nunca pode ser integralmente extraído).

      Há dois meses, o diretor geral da ANP, Haroldo Lima, chegou a comentar que se confirmado o volume de 8 bilhões de barris de óleo na área, o bônus de assinatura num eventual leilão de partilha de Libra poderia chegar a até R$ 25 bilhões.

      Divulgação

      O diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, afirmou há pouco que pretende divulgar nesta sexta-feira, 29, a confirmação de reservas do poço de Libra, que está sendo perfurado em parceria com a Petrobrás no pré-sal da Bacia de Santos. Lima não quis adiantar detalhes, alegando que a agência precisa ainda coletar últimas informações sobre o poço. Segundo ele, até o momento a agência trabalha com o cenário moderado estipulado pela consultoria Gaffney Cline Associates (GCA), que estima reserva de 7,9 bilhões de barris.

      A própria GCA porém, em um cenário otimista que eleva o volume para 16 bilhões de barris. Ele participou da cerimônia de retirada do primeiro óleo definitivo de Tupi.

      DO SITE CONVERSA AFIADA DE PAULO HENRIQUE AMORIM:"AÍ ASSUMIU O MINISTRO SERRA"

      Aí assumiu o MS o ministro José Serra.


      Meu 1º contato com o então ministro José Serra ocorreu da seguinte maneira: eu estava participando de uma reunião com todo o 1º escalão do MS na sala de reunião, ao lado do gabinete do ministro, que não se encontrava. A reunião era conduzida pelo Chefe de Gabinete. Depois de uma hora e meia de reunião, no momento em que falava o Secretário de Políticas de Saúde, o ministro Serra entrou na sala, não cumprimentou ninguém, interrompendo o palestrante, sem pedir licença, perguntou ao Chefe de Gabinete o que ele, Serra, precisava saber do que já havia ocorrido naquela reunião. Pegou o Chefe de Gabinete pelo braço e levou-o para seu gabinete deixando seu 1° escalão e alguns convidados sem dirigir-lhes uma única palavra. Essa era a forma com que tratava seus subordinados, o sorriso só aparecia na presença da mídia.


      Porém, o mais importante e demonstrativo de seu caráter, foi quando, após 1 ano de sua posse, o ministro Serra solicitou uma avaliação da situação de saúde do país e, quando apresentei, entre outros dados, o aumento da mortalidade infantil na região nordeste ele simplesmente disse: “esta informação não pode sair deste ministério”. Foi quando, em setembro de 1999, pedi demissão do cargo que ocupava no MS.


      Além disso, o candidato Serra diz, em sua propagando política, que criou o Programa de Aids e o medicamento genérico. O programa de Aids foi criado pelo ministro Carlos Santana em 1985 e reestruturado, ganhando dimensão internacional, em 1992, na gestão do ministro Adib Jatene; já o genérico foi criado em abril de 1993 pelo ministro Jamil Haddad, durante o governo de Itamar Franco.


      Destes 14 ministros, com os quais convivi, destaco pela relevância do trabalho em prol da saúde da população brasileira o ministro Adib Jatene, Henrique Santillo e Carlos Albuquerque.


      Se trago este depoimento é unicamente pela preocupação com o destino da maior parte da população brasileira que necessita continuar a melhorar sua qualidade de vida, não só de sobrevivência, mas de cidadania. Toda minha vida profissional, como médico sanitarista, foi dedicada à saúde pública, mas nunca me filiei a nenhum partido político, pois isso me dá a independência necessária para criticar quem precisa e elogiar só quem merece.


      Brasília – DF, 20 de outubro de 2010.


      Helvécio Bueno


      http://www.conversaafiada.com.br/

      O ANIVERSÁRIO DO PRESIDENTE LULA NO DISTRITO FEDERAL.ATÉ O MOMENTO,NÃO VI EM NENHUMA TV "ISENTA"

      Por volta das 19h30, milhares de militantes petistas aguardavam em frente ao Palácio da Alvorada para comemorar o último aniversário de Lula como presidente da República. Todo vestido de branco, o presidente e a primeira-dama saíram da residência oficial e foram agradecer as homenagens. Com inúmeras bandeiras da candidata Dilma Rousseff, os integrantes do partido entoavam coros do tipo: “Lula, o seu presente é a Dilma presidente”. Evitando cometer algum tipo de infração eleitoral, o presidente brincou: “Gente, aqui não podemos falar de eleição, só do aniversário deste ‘sessentão’”.

      O presidente permaneceu por mais de uma hora no local, onde recebeu a homenagem de um coral de crianças de uma igreja de Planaltina, tirou fotos com militantes e falou ao microfone sobre a importância dos últimos dois mandatos. “Quero agradecer a cada um de vocês pelo apoio em todos os momentos, tristes e felizes, e aproveito para dizer que, mesmo fora da Presidência, estarei perto para ajudar a fazer um Brasil melhor”, concluiu.

      NO BLOG OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA:A CIA DE TV A CABO NET DEVE ATÉ AS CALÇAS

      http://osinimigosdejoseserra.blogspot.com/2010/10/os-grandes-gestores-devem-ate-as-calcas.html

      NO BLOG OS INIMIGOS DE JOSÉ SERRA:TODA MÍDIA , DO EXCELENTE NELSON DE SÁ.PETROBRAS E MACONHA DE FHC SÃO DESTAQUES

      http://osinimigosdejoseserra.blogspot.com/2010/10/toda-midia-do-excelente-nelson-de-sa_28.html

      ESSA É A GENTE QUE DOMINOU O BRASIL POR MAIS DE 500 ANOS:DOM BERTRAND DE ORLEANS E BRAGANÇA é trineto de dom Pedro 2º.SÓ PROVA O QUANTO ESTAMOS CERTOS

      EM EXPULSÁ-LOS POR OUTROS QUINHENTOS ANOS.
      É LULA , É DILMA , É LULA , É DILMA , É O POVO BRASILEIRO DANDO ADEUS A "ELITE" QUE NUNCA CONHECEU 'BRASIL PROFUNDO' NENHUM.
      SEMPRE DERAM AS COSTAS PARA O BRASIL PROFUNDO E ATRAVESSARAM E ATRAVESSAM ATÉ O HOJE O 'ATLÂNTICO PROFUNDO' EM BUSCA DO QUE QUERIAM SER , MAS NÃO SÃO.

      Insurreição eleitoral

      BERTRAND DE ORLEANS E BRAGANÇA


      Qualquer que seja o resultado do presente pleito, que sirva de lição para o grave divórcio que se estabelece entre o Brasil oficial e o Brasil profundo

      A reviravolta imposta pelo eleitorado ao mundo político-publicitário, nas eleições presidenciais, é tema que se impõe.
      Não me atenho ao palco eleitoral, no qual os figurantes desenrolam seus papéis para convencer o público e arrastá-lo a uma escolha.
      Chamo a atenção para a larga e vigorosa fatia da opinião pública capaz de reescrever o roteiro do pleito eleitoral.
      A falta de ideias, de princípios e de debates sobre problemas nacionais marcou a campanha do primeiro turno. Prognosticou-o o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ao afirmar que o teatro eleitoral se organizava para esconder o que verdadeiramente estava em discussão.
      Coube à revista "Veja" sintetizar graficamente a frustração do público diante de tal vácuo, com uma capa em branco, a simbolizar as "grandes propostas para o Brasil feitas na campanha presidencial".
      A falta de autenticidade somou-se à falta de representatividade dos principais candidatos -todos eles de esquerda-, deixando o amplo setor conservador do eleitorado sem legítimo porta-voz.
      O quadro eleitoral, segundo dogmatizavam inúmeros "especialistas", caminhava para a vitória arrasadora do lulo-petismo, com uma população indiferente a princípios e valores e embaída pelos benefícios de uma situação socioeconômica favorável.
      O mundo publicitário e político -mais precisamente, preponderantes setores da esquerda- se enganou com relação ao país. De tanto prestar atenção ao Brasil oficial, acreditou que a nação se cinge a essa minoria frenética e aparatosa, mas superficial.
      Ignorou os brasileiros, silenciados nos seus anelos mais autênticos -particularmente nos morais e religiosos-, que se moviam e preparavam uma "vingança".
      À margem das estruturas partidárias e políticas, esse Brasil fez irromper como um gêiser, no panorama artificialmente inexpressivo, as preocupações que assombram a maioria silenciosa, pacata e conservadora de nossa população.
      O tema do aborto despontou com ímpeto chamativo. Mas foi a panóplia de metas radicais do PNDH-3 (Plano Nacional de Direitos Humanos) o que maior apreensão causou em vastos setores da sociedade.
      As ameaças do PNDH-3 -cavilosamente adjetivadas de "boataria"- fizeram vislumbrar o gérmen da perseguição religiosa, ao pretenderem subverter os fundamentos cristãos que ainda pautam a sociedade e tutelar sectariamente os indivíduos.
      O mundo político-partidário e as potentes tubas publicitárias tentaram celeremente adaptar-se à realidade, a tanto custo abafada. Sinal inequívoco da crescente fraqueza desse Brasil de superfície, que tenta relegar ao anonimato o Brasil autêntico, que quer se manter fiel a si mesmo, às suas tradições, ao seu modo de pensar e de viver.
      Assistimos a uma verdadeira insurreição eleitoral. Qualquer que seja o resultado do presente pleito, que sirva de lição para o grave divórcio que vai se estabelecendo entre o Brasil oficial e o Brasil profundo. Outras surpresas sobrevirão.



      DOM BERTRAND DE ORLEANS E BRAGANÇA é trineto de
      dom Pedro 2º.
      E-mail: dombertrand@terra.com.br.

      JOSÉ DE FILIPPI JÚNIOR , 53, é deputado federal eleito pelo PT-SP: "Serra desdenha da discussão e refuta o debate para planejar as ações do Estado"

      NO BLOG OS INIMIGOS DE JOSÉ SERRA:ESSA ELEIÇÃO SERÁ MARCADA PELA ATUAÇÃO DA IMPRENSA CORRUPTA E PELAS PALAVRAS DA RAINHA DA "MASSA CHEIROSA"

      A VERGONHA FOI TANTA QUE A IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA ESCONDEU A ANIMAÇÃO E A CORRUPÇÃO NAS PALAVRAS DE ELIANE CANTANHÊDE , AQUELA QUE FOI ESCORRAÇADA EM ISRAEL E ACHOU QUE ELES ESTAVAM CERTOS. PIOR IMPOSSÍVEL !
      http://osinimigosdejoseserra.blogspot.com/2010/10/arte-da-manipulacaoquem-le-o-titulo-e.html

      SERRA SERIA PIOR DO QUE FHC EM MATÉRIA DE CORRUPÇÃO.É MENTIROSO,CÍNICO E NÃO QUER INVESTIGAÇÃO DE MALFEITOS DE SUA ADMINISTRAÇÃO.É TRISTE !

      Serra descarta investigar governo por metrô

      Dilma usa suspeita sobre licitação para dizer que espera que "pelo menos desta vez" se investigue gestão tucana

      Para o ex-governador, "não há nada" contra o Estado e acusação é só eleitoral; petista acusa PSDB de nunca apurar

      DE RECIFE
      DE BRASÍLIA

      No mesmo dia em que o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, disse o governo de São Paulo não precisa ser investigado no caso da licitação de lotes da linha 5 do metrô, sua adversária do PT, Dilma Rousseff, foi irônica ao afirmar que espera que "pelo menos desta vez" se investigue a gestão tucana.
      "Não [precisa investigar a gestão do Estado de São Paulo], porque não teve nada", disse Serra, que acusou o governo federal de cometer irregularidades nas licitações.
      "A propósito de concorrência acertada, quem faz isso publicamente e abertamente e nunca ninguém disse nada é o governo federal", disse Serra, em Recife.
      "Eles escolhem as empresas e depois fazem a concorrência já tendo combinado como faria", completou.
      Ele afirmou que a licitação do metrô não ocorreu na sua gestão e que foi anulada "porque os preços não eram bons". "O governo fez de novo -portanto defendeu- e eles dizem agora que os vencedores já eram sabidos."
      Serra atribuiu a denúncia ao período eleitoral e disse que "não precisa ser muito adivinhão" para saber que apenas duas empresas possuem o "tatuzão", equipamento de perfuração utilizado na obra em São Paulo.
      "Mas, como é véspera de eleição e falta assunto para os petistas falarem de corrupção do nosso lado, eles ficam inventando, ficam fazendo cavalo de batalha em torno disso", disse Serra.
      "Enquanto isso, o tesoureiro do PT é réu num buraco que fez para pequenos cooperados do Bancoop, que era um banco de cooperativa habitacional que eles fizeram, e passaram a mão em R$ 100 milhões de famílias médias, de famílias modestas", disse, referindo-se a João Vaccari.
      O tucano reclamou das pesquisas, que apontam vantagem para sua adversária. "Não tem nada mais errado no Brasil que pesquisas. Há um uso e abuso no Brasil. Isso vai ter que ser revisto."

      "SOLUÇÕES FÁCEIS"
      Sempre em tom irônico, Dilma insinuou que o governo tucano, que comanda São Paulo há 16 anos, tem como prática "não investigar" e encontrar "soluções fáceis".
      "Eu acredito que, para apurar as responsabilidades e para não ser leviano fazendo acusações, acho que seria importante, pelo menos desta vez, que eles abram sindicância, inquérito e vão apurar", afirmou, em Brasília.
      A petista disse que o que "marca a diferença de estilos de governo é a forma como se reage a denúncias".
      "Um Estado, um governo se mede pela capacidade que ele tem de garantir que não haja nada. É, em havendo, tomar providência, impedir que ocorra, investigar saber quem é responsável e não tentar soluções fáceis."

      FOLHA CHORA DIANTE DA VITÓRIA DE DILMA E DIZ QUE FALTARAM EXPLICAÇÕES SOBRE PROGRAMA DE GOVERNO DE DILMA.NÃO SABE PORQUE NÃO QUER,EU SEI

      Editoriais

      editoriais@uol.com.br

      Na reta final

      Campanha eleitoral chega ao fim deixando a sensação de que candidatos preferiram a encenação democrática ao debate de ideias e propostas

      Encerra-se amanhã o horário eleitoral gratuito, reiniciado na campanha de segundo turno em 8 de outubro. Também amanhã à noite acontecerá o último debate televisivo reunindo os dois presidenciáveis. A petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra se enfrentarão ao vivo pela quarta vez em quatro semanas, desta feita na Rede Globo.
      Não se pode dizer que tenham faltado oportunidades para que os candidatos apresentassem suas propostas ao país. A carga de exposição dos dois em campanha, no entanto, resultou, em muitos aspectos, numa experiência mais exaustiva do que esclarecedora.
      Há que se destacar, quanto a isso, a saturação das fórmulas adotadas nos debates televisivos. Engessados por regras e interdições que as coordenações das campanhas impõem às emissoras, os encontros acabam por preservar os candidatos de um escrutínio mais franco e revelador.
      A vacuidade de propostas -o tucano não apresentou programa de governo e a petista divulgou na última hora apenas uma lista de diretrizes- é preenchida por ataques e subterfúgios que aumentam a animosidade entre militantes, mas diminuem a inteligência da discussão. As conveniências dos postulantes prevalecem sobre os interesses do eleitor.
      Para evitar a sensação de que, mais e mais, os períodos eleitorais se consomem numa mera encenação democrática, seria preciso, entre outras coisas, emancipar o jornalismo de sua presença quase decorativa nos debates. É inconcebível que jornalistas não tenham sequer direito a réplicas às respostas a perguntas (em geral, só uma) por eles formuladas.
      Mas não se trata apenas disso. Cada campanha tem suas características, seus assuntos, suas surpresas próprias. É incontornável a sensação de que, nesta que agora vai chegando ao final, boa parte do tempo do eleitor foi desperdiçada com discussões supérfluas, postiças ou inconclusivas.
      Pouco ou nada se explicitou, por exemplo, sobre o que pretendem fazer Dilma e Serra a respeito das políticas econômicas. Omitem-se as propostas para a área cambial (referente à relação do real com as moedas estrangeiras), fiscal (de administração das receitas e dos gastos públicos), e monetária (de controle dos juros e da inflação). O grande tema, durante dias, foi o aborto. Sem dúvida assunto relevante, mas enfrentado de maneira oportunista ou ardilosa pelos dois candidatos.
      O jogo da sucessão, a essa altura, parece definido. Conforme a última pesquisa Datafolha, o quadro está estabilizado há mais de uma semana: Dilma tem 56% dos votos válidos, contra 44% de Serra. Considerando-se os votos totais, há, ainda, 8% de eleitores indecisos, além de 5% que pretendem anular ou votar em branco.
      Tanto a audiência da emissora como a proximidade da votação redobram as expectativas em relação ao debate de amanhã. Será a derradeira oportunidade oferecida aos eleitores para dirimir dúvidas e comparar os dois candidatos. É pouco provável no entanto que alguma mudança brusca no cenário possa reverter em apenas três dias o favoritismo da postulante petista.

      A INVEJA CORRÓI O CARÁTER DE UMA PESSOA , OU ELA JÁ ERA ASSIM MESMO

      CARLOS HEITOR CONY

      Tá chegando a hora

      RIO DE JANEIRO - Não esqueço o último programa feito para a TV pelo ex-presidente Figueiredo. Era, na forma e no conteúdo, a prestação de contas do que ele havia feito e conseguido em seu longo mandato. Não me refiro àquela entrevista pessoal que concedeu ao Alexandre Garcia, pedindo que o esquecessem -um pedido ocioso, pois seria esquecido mesmo.
      Estou lembrando o programa institucional não apenas de seu governo, mas, de certo modo, de todos os seus antecessores militares. Evidente que falou na anistia, no retorno dos exilados, na abertura política que estava em processo. Falou, sobretudo, de suas obras e realizações.
      No desfile das maravilhas, lá estavam o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, a mata atlântica, a imensidão verde da floresta amazônica, as cataratas da Foz do Iguaçu e um belíssimo pôr do sol, se não estou enganado, em Campos do Jordão.
      Lembro aquele programa porque Lula está chegando ao fim de seu segundo mandato. Não faz muito tempo, ao inaugurar a plataforma que dará relativa autossuficiência de petróleo ao Brasil, ele encampou 50 anos de lutas pela criação, crescimento e sucesso da Petrobras.
      Deixou a impressão de que, sem ele, e sem as maravilhas de sua equipe, voltaríamos ao tempo dos lampiões de querosene e dos carros puxados por bois.
      Já disse e repito que admiro Lula pelo seu jeitão. Aproveitando o final de seu governo, ele mergulhou fundo na campanha eleitoral para eleger a sua candidata, Dilma Rousseff.
      Ao contrário de Figueiredo, não está pedindo que o esqueçam. Pelo contrário, pede, indiretamente, que o elejam de novo, para termos direito não apenas aos barris da Petrobras e ao pré-sal mas ao Corcovado, ao Pão de Açúcar, à mata Atlântica etc. etc.

      quarta-feira, 27 de outubro de 2010

      SERRA , ASSIM QUE DILMA FOR ELEITA PRESIDENTE DO BRASIL , NÓS VAMOS ATRÁS DE VOCÊ.NÓS VAMOS FAZER VÁRIAS CPIs NO CONGRESSO NACIONAL E VAMOS TE PEGAR

      SERRA DÁ VEXAME NA RETA FINAL PARA O 2º TURNO. SÃO TANTAS AS ACUSAÇÕES DE CORRUPÇÃO CONTRA ELE , QUE JÁ ME PERDI

      SERRA DIZ :"QUASE UM QUILO" . É UM SUJEITO QUE NÃO VALE A COMIDA QUE COME E AINDA QUER SER PRESIDENTE DO BRASIL.TE MANCA TROLOLÓ !

      QUASE UM QUILO

      Em Recife, onde concedeu entrevistas a duas rádios, o candidato tucano comentou também a agressão que sofreu no Rio de Janeiro. "Os peritos comprovaram que eu realmente recebi uma pancada de um volume que tinha quase um quilo na cabeça", afirmou.

      ESSE SUJEITO QUER SER PRESIDENTE DO BRASIL. FORA SERRA MENTIROSO E CÍNICO

      O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, disse nesta quarta-feira (27), em Recife (PE), que a gestão estadual não precisa ser investigada no caso da licitação para a escolha das empresas que construirão lotes remanescentes da linha 5 do metrô de São Paulo.

      "Não [precisa investigar a gestão], porque não teve nada", disse ele, acusando em seguida o governo federal de cometer irregularidades nas licitações de sua responsabilidade.

      SERRA SOFRE ATAQUE DE NERVOS COM PESQUISAS CONTRÁRIAS E CULPA TUDO E A TODOS POR SUA DERROTA IMINENTE

      O GLOBO DESCONHECE A CORRUPÇÃO DE JOSÉ SERRA E ATACA LULA

      O ESTADÃO: 'SERRA TEM UM "CURRÍCULO EXEMPLAR".ESTAMOS HÁ 453 DIAS SOB CENSURA'. MAIS RIDÍCULO , IMPOSSÍVEL !



      PARABÉNS PRESIDENTE LULA !

      OBRIGADO , DILMA !

      PRESIDENTE E O ESTADÃO ?

      DILMA , ME DÁ UMA TRISTEZA MUITO GRANDE.

      A CORRUPÇÃO DE SERRA É ACOBERTADA PELA GLOBO , ESTADÃO E NEGADA PELA "VEJA" , A DESPEITO DE TODAS AS PROVAS CONTRA ELE

      DILMA SUPERA,EM VOTOS VÁLIDOS,O CANDIDATO DA IMPRENSA MALDITA BRASILEIRA EM 17,2 %.

      Sensus: Dilma tem 51,9% das intenções de voto contra 36,7% de Serra

      Camila Campanerut
      Do UOL Eleições
      Em Brasília

      Pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela CNT (Confederação Nacional do Transportes) e divulgada nesta quarta-feira (27), aponta a candidata do PT, Dilma Rousseff com 51,9% das intenções de voto contra 36,7% do tucano José Serra. Brancos e nulos totalizaram 4,7% e indecisos, 6,8%.

      Na análise apenas dos votos válidos (que excluem nulos e brancos), Dilma ficou com 58,6% ante 41,4% de Serra. A margem de erro é de 2, 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

      Na pesquisa espontânea, em que os candidatos não são identificados aos entrevistados, Dilma teve 50,4% das intenções de votos e Serra obteve 35,7%. Outros nomes citados pontuaram 0,3% e o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva ainda foi citado por 0,2% dos entrevistados. Os votos brancos e nulos somaram 4,6% e os que não sabem ou não responderam correspondem a 8,9%.

      Na avaliação do presidente da CNT, Clésio Andrade, a retomada de Dilma nas pesquisas se deve à mudança na discussão entre os candidatos nos últimos dias. “A discussão de valores, como o aborto, perdeu força e voltou a discussão de propostas. Dilma ganhou vantagem com isso”, afirmou.

      Realizada entre os dias 23 e 25 de outubro, a pesquisa entrevistou 2.000 eleitores em 24 Estados, com sorteio aleatório de 136 municípios, e foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número 37609/2010, no dia 20 de outubro.

      Rejeição e expectativa de vitória

      Com relação ao índice de rejeição, Serra tem 43% ante 32,5% da ex-ministra-chefe da Casa Civil.

      “Essa é a maior rejeição de Serra desde o início da pesquisa deste pleito”, destacou Clésio Andrade, ao comparar o número com o levantamento da CNT/Sensus feito entre 11 e 13 de outubro, quando a rejeição de Serra era de 37,5% contra 35,4% da petista.

      Questionados sobre a expectativa de vitória, 69,7% dos entrevistados disseram acreditar que a candidata petista ganharia a eleição presidencial. contra 22,3% acreditam que o tucano seria o vencedor do segundo turno. Indecisos somam 8,1%.

      Com relação ao levantamento feito entre os dias 11 e 13, a expectativa de vitória de Dilma aumentou quase 10 pontos percentuais (era de 59,6%) enquanto a do tucano apresentou queda (era 29%), assim como o número de indecisos, que era de 11,4%.

      Como a pesquisa foi realizada entre sábado (23) e segunda (25), a repercussão do mais recente debate televisivo entre os presidenciáveis, promovido pela Rede Record no último domingo, não foi medido.

      Votos por região

      Em comparação com o levantamento da CNT/Sensus feito entre os dias 18 e 19 de outubro e divulgado no último dia 20, a candidata Dilma Rousseff apresentou aumento na expectativa de votos em todas as regiões do país, com exceção do Sul, onde o tucano José Serra ainda mantém a liderança.

      No Norte e Centro-Oeste, que representam 15,1% do eleitorado, a petista obteve 50,7% das intenções de voto contra 40,4% de Serra. No levantamento anterior, a ex-ministra tinha 42,1% contra 52,6% do tucano.

      No Nordeste, onde estão 28% do eleitores, Dilma aparece com 66, 3% e Serra com 25,5%. Na avaliação anterior, Dilma tinha 57,5% e Serra, 34,8%.

      No Sudeste, onde que concentra 42,4% do eleitorado, a candidata recebeu 48,4% das intenções de votos ante 36,7% de Serra. Na pesquisa passada, Dilma tinha 44,2% e Serra, 41,6%.

      E no Sul, que possui 14,6% dos eleitores, o candidato do PSDB cresceu mais: passou de 45,1% para 54%, enquanto a petista caiu de 38,2% para 35,4%.

      NO BLOG OS INIMIGOS DE JOSÉ SERRA:MARCOS COIMBRA DIZ QUE A MÍDIA ESTÁ COM SERRA

      http://osinimigosdejoseserra.blogspot.com/2010/10/marcos-coimbra-da-midia-podemos-esperar.html

      TEM MAIS NEGROS NOS TELEJORNAIS ESCANDINAVOS DO QUE NA "GLOBONEWS"

      OPRAH WINFREY NÃO CONSEGUIRIA SER APRESENTADORA DE TELEJORNAL DO CANAL "GLOBONEWS" , DA NET , PORQUE ELA É NEGRA.O CANAL SEGUE O "APARTHEID"


      O ROUBO DO TREM PAGADOR

      Metrô suspende licitação sob suspeita

      Folha registrou nome dos vencedores seis meses antes da divulgação do resultado; governador pede investigação

      Metrô diz que também irá investigar o caso, enquanto empreiteiras negam irregularidades ou acerto em licitação

      FLÁVIO FERREIRA
      DE SÃO PAULO

      O governo de São Paulo suspendeu a licitação dos lotes 3 a 8 da linha 5 (Lilás) do metrô, após a Folha revelar ontem que já tinha conhecimento do resultado da concorrência há seis meses.
      O governador Alberto Goldman (PSDB) também requisitou ao Ministério Público e à Corregedoria-Geral do Estado a abertura de investigações para apurar o caso.
      O Metrô, estatal paulista, também afirma que vai investigar o caso. Os consórcios de empreiteiras negam irregularidades ou "acertos".
      Os vencedores da licitação foram divulgados na última quinta-feira, mas o jornal já havia registrado os nomes deles em vídeo e em cartório nos dias 20 e 23 de abril.

      LICITAÇÃO
      A licitação, de R$ 4 bilhões, foi aberta em outubro de 2008, quando o governador de São Paulo era José Serra (PSDB) -deixou o cargo no início de abril deste ano para disputar a Presidência.
      Goldman afirmou ontem que a concorrência ficará suspensa "até que tudo isso possa ser esclarecido".
      "A licitação tinha terminado, nós assinamos os contratos na semana passada, mas as empresas ainda não receberam ordem de serviço. Então nós paralisamos o andamento de qualquer obra. Nenhum tostão foi gasto até agora", disse o governador.
      Goldman não descartou a possibilidade de ter havido um suposto acordo entre as construtoras vencedoras para definir os resultados.
      Para o governador tucano, "isso sempre é uma possibilidade. Em qualquer licitação que se faça essa possibilidade sempre existe. Por isso é que se estabelecem preços-tetos. Aliás, na primeira licitação que foi feita, e nós cancelamos, os preços todos estavam acima dos tetos, 30%, 40%, 50% acima dos tetos, e então foi refeito todo o processo licitatório".
      "Agora, se entre eles (empreiteiras) foi feito algum tipo de conluio, nós não sabemos. O que temos convicção é que da parte do poder público não houve nenhuma intervenção nesse processo, a não ser dentro da legalidade", completou Goldman.
      No primeiro semestre deste ano, uma série de reportagens da Folha revelou a existência de "consórcios paralelos" de grandes construtoras do Brasil, num esquema de reparte de contratos que funciona à margem, e a despeito, das licitações públicas.
      O governador disse esperar que o caso não tenha repercussão na campanha eleitoral. "Espero que não, já que a atitude nossa é uma atitude imediata em cima de uma investigação e não vamos deixar absolutamente nada sem esclarecimento", afirmou.


      SE O SERRA VENCESSE,DESCONJURO,ESSE HOMEM SERIA O VICE-PRESIDENTE DO BRASIL E APOIADO POR ESSE JORNAL. É MUITO TRISTE !

      Pesquisa de serristas indica diferença menor

      Vantagem de Dilma sobre tucano fica em 5,5% no levantamento do GPP, registrado pelo vice de Serra, Índio da Costa

        Alfredo Junqueira / RIO - O Estado de S.Paulo

        Com o objetivo de tentar manter a mobilização dos militantes até o dia da eleição, o deputado Índio da Costa (DEM), candidato a vice na chapa de José Serra (PSDB), registrou oficialmente uma pesquisa do GPP em que mostra que Dilma Rousseff (PT) está liderando com vantagem de apenas 5,5 pontos porcentuais.

        É a primeira das seis sondagens que o instituto realizou ao longo da eleição presidencial a ter seus resultados divulgados. Segundo o GPP, a candidata Dilma Rousseff está com 46,4% das intenções de voto. O tucano José Serra aparece com 40,9% da preferência dos eleitores. A margem de erro é de 1,8 ponto porcentual para mais ou para menos.

        Os resultados divergem dos últimos números apresentados pelo Datafolha e pelo Ibope, que mostraram que a petista liderava com vantagem entre 11 e 12 pontos porcentuais. A sondagem do GPP foi realizada no fim de semana e ouviu 4.047 eleitores. Custou R$ 160 mil e, segundo o instituto, foi bancada pelo próprio Índio. "Os nossos trekkings já mostram empate técnico. Um ponto para cá, um ponto para lá. Então não dá para ficar convivendo com essas pesquisas do Ibope e do Datafolha", argumentou Índio.

        De acordo com o presidente nacional do DEM, deputado federal Rodrigo Maia, o resultado da pesquisa GPP é fundamental para manter a militância empolgada e trabalhando até o dia da eleição. O parlamentar acredita que a mobilização dos últimos dias e o debate entre os presidenciáveis na TV Globo, na noite de sexta-feira, podem virar o jogo a favor de Serra.

        "É importante a gente mostrar que a eleição não está resolvida. A nossa militância precisa saber que resultado de pesquisa é importante, mas não define o pleito", afirmou Maia. "A diferença (apontada pelo GPP) é facilmente revertida se a militância ficar empolgada e trabalhando até o último dia."

        De acordo com dados do instituto, Serra tem ampla vantagem na Região Sul do País. O tucano aparece com 52,9% das intenções de voto, enquanto Dilma tem apenas 35,1%. Na Região Nordeste, a vantagem da petista é bem inferior à apontada pelos outros institutos de pesquisas. Enquanto o Datafolha mostrava, na semana passada, Dilma com 37 pontos porcentuais de vantagem sobre Serra e o Ibope informava diferença de 31 pontos, o GPP apontou a petista na frente 26,2 pontos.

        O estatístico responsável do instituto, Adriano Rodrigues, explicou que a diferença dos resultados com as demais pesquisas pode ser explicada pela diversidade de metodologias e pelas datas das sondagens. Ainda segundo ele, a eleição deverá ser definida pelo desempenho dos candidatos na disputa pelos votos da Região Sudeste nos últimos dias de campanha. O GPP informa que Dilma tem 42,9% e Serra 42,6% na região.

        "De acordo com os números, dá para reparar que o Sudeste, onde tem empate, é a maior possibilidade de crescimento do Serra. O jogo está aberto. O Serra precisa avançar no Sudeste para ganhar a eleição. E a Dilma tem de tentar segurar os votos que já tem na região para vencer", explicou Rodrigues.

        A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o número 37.295/2010. / COLABOROU BRUNO BOGHOSSIAN

        TODA MÍDIA , DO EXCELENTE NELSON DE SÁ. SERRA FALCÃO FISCAL É A PIADA DO "FT" E APOIO A SERRA POR CAUSA DE LULA É IDIOTICE PURA

        TODA MÍDIA

        NELSON DE SÁ
        nelsonsa@uol.com.br

        Um novo ator global

        foreignaffairs.com
        A edição de novembro/ dezembro da revista do Council on Foreign Relations publica quatro ensaios sobre as "Potências essenciais", como descreve China , Rússia e Brasil

        A nova "Foreign Affairs" se volta para "O mundo à frente", com a secretária de Estado, Hillary Clinton, escrevendo que ele hoje "é uma prova de desafios para a liderança americana", em frentes que "demandam soluções coletivas, ao mesmo tempo em que o poder no mundo se torna mais difuso".
        Sob o título "Um novo ator global", Julia Sweig escreve que "o Brasil mudou seu papel para uma marca global", em ascensão que "coincide com o declínio dos EUA na América Latina". Mas "as tentativas de exercer influência sobre ampla gama de questões internacionais podem diluir a legitimidade de seus esforços". E "o desafio é não deixar uma imagem exagerada de si mesmo tirar seu foco". Para tanto, "o próximo governo tem a chance de não se deixar levar pela busca ilusória de ser uma potência global e saborear seu lugar bem estabelecido à mesa".

        O império continua
        Joseph Nye, de Harvard, escreve na "FA" que os EUA devem recusar "metáforas enganadoras" de declínio. Diz que nações não são seres humanos e cita a longevidade de Roma. Questiona as "previsões da moda" que veem "China, Índia ou Brasil ultrapassando os EUA".

        O pós-guerra também
        Stewart Patrick, do CFR, escreve que o "grande desafio" para os EUA será "integrar as potências emergentes nas instituições globais", citando Brasil, China e Índia, cujo "crescimento dramático está testando as fundações institucionais da ordem liberal pós-Segunda Guerra".

        BILHÕES E MAIS BILHÕES
        No alto das buscas no Google News, "Investimento chinês voa no Brasil". Ouvindo Charles Tang, que dirige a Câmara de Comércio Brasil-China, a AFP diz que os recursos devem saltar de "menos de US$ 400 milhões" em 2009 para US$ 30 bilhões em 2010.
        Já o "Financial Times" noticiou que o banco americano "JPMorgan está perto de um acordo com fundo de US$ 6 bilhões do Brasil". Por aqui, as cifras citadas para a compra do controle do Gávea são menores. O "FT" sublinha que o JPMorgan segue a trilha de outros entraram no país, listando UBS, Blackstone, Carlyle, Warburg Pincus, Advent e Southern Cross.

        thesun.co.uk
        "Por que todos nós amaríamos uma brasileira... economia brasileira, quer dizer"

        UMA BRASILEIRA
        Abrindo reportagem do tabloide "The Sun", de Rupert Murdoch, "O Brasil é famoso por praias impressionantes, Carnaval e seus grandes jogadores de futebol. Mas agora o mundo está ficando maluco por algo mais -sua economia".
        Ouve investidores da City londrina, elogia Lula, mas sublinha que "muito da transformação do Brasil se deve à ascensão da China". E agora "tem o petróleo". Fecha citando os "20 milhões tirados da pobreza", mas opinando que "o sucessor de Lula deve reduzir a influência do Estado".
        Dias atrás, Murdoch havia elogiado Lula, que descreveu como um discípulo de Margaret Thatcher.

        SERRA, "A MELHOR OPÇÃO"
        A exemplo da "Economist", que é do mesmo grupo Pearson, o londrino "FT" publica hoje editorial em apoio à eleição de José Serra, sob o título "A angustiante eleição do Brasil". Lamenta que a campanha tenha ficado "desagradável" no segundo turno, com violência dos dois lados. Diz que o tucano e a petista são "notavelmente similares", mas anota a diferença de que Serra é um "falcão fiscal" e a adversária "favorece um Estado maior".
        Citando as pesquisas, diz que a vitória de Dilma "é provável", podendo levar Lula a "uma presidência paralela, como a de Putin na Rússia". Daí o apoio a Serra, "a melhor opção, nem que seja só para interromper essa relação com o poder".


        A REPORTAGEM PROVA QUE SERRA É O CANDIDATO DOS RICOS , OU ENTÃO EU NÃO ENTENDI NADA

        Cabral cria feriadão pós-eleitoral no Rio

        Governador passa o Dia do Servidor para segunda-feira e tenta esvaziar a zona sul carioca, reduto de Serra

        Medida permite quatro dias seguidos de folga e estimula eleitores de renda mais alta a viajar no dia da votação

        PLÍNIO FRAGA
        JANAINA LAGE
        DO RIO

        O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), criou um feriadão nos dias seguintes ao final de semana do segundo turno para tentar ampliar a abstenção em reduto do tucano José Serra, a zona sul da capital fluminense.
        Cabral adiou de amanhã para segunda-feira, dia 1º, a comemoração do Dia do Servidor Público no Estado.
        Na terça é Dia de Finados, o que, somando-se ao final de semana, dá quatro dias sem trabalho para os fluminenses, estimulando que eleitores de renda mais alta deixem o Rio na eleição.
        Cobrado pelo presidente Lula por ter tido 1,5 milhão de votos de eleitores do Rio a mais do que Dilma Rousseff no primeiro turno, o governador afirma que suas pesquisas internas dão hoje uma frente no Estado de 2,1 milhões de votos para a petista em relação ao tucano.

        ANTIGA ESTRATÉGIA
        Em favor de Dilma, Cabral repete estratégia que assegurou a vitória de Eduardo Paes (PMDB) contra Fernando Gabeira (PV) na disputa pela Prefeitura do Rio em 2008, com uma diferença mínima de 55 mil votos.
        Em 2008, Cabral antecipou o feriado e facilitou uma debandada da cidade, fazendo com que a eleição tivesse abstenção de 20,25%, a maior desde 2000.
        Na zona sul do Rio, que em 2008 era reduto de Gabeira e neste ano é de Serra, a abstenção foi de 25,78% naquele ano; já na zona oeste, onde Eduardo Paes era mais forte e hoje Dilma domina, o índice foi de 17,90%.
        Serra ficou em primeiro na zona sul do Rio no primeiro turno, e Dilma, em terceiro.
        Na zona oeste, as colocações se inverteram. Resumindo, o feriado amplia a abstenção em áreas em que o tucano é mais forte e não muda significativamente o comparecimento em regiões em que a petista é hoje mais forte.
        Em Estados administrados por tucanos, como Minas e São Paulo, o feriado do Dia do Servidor foi antecipado para a segunda passada.
        Pelo menos outros oito Estados já comunicaram o adiamento da comemoração do Dia do Servidor, endossando a estratégia do feriadão pró-Dilma, que tem mais eleitores entre os mais pobres e menos entre os mais ricos -estes, em tese, os que mais viajam nos feriadões.
        Para tentar ganhar votos no Rio, a campanha de Serra abriu conversas com o ex-governador Anthony Garotinho (PR), o deputado federal mais votado do Estado, com 695 mil votos.
        Garotinho, cujo partido faz parte da coligação de Dilma, só declararia voto no tucano caso o depoimento fosse levado para a TV. Serra teme se desgastar com a alta taxa de rejeição ao ex-governador.
        Garotinho também conversou com Dilma e reclamou que o principal aliado da candidata no Estado, o governador Cabral, estaria "se movimentando" em Brasília para que sua candidatura seja impugnada nos tribunais.
        Em e-mail que distribui a evangélicos e que assina como "irmão Garotinho", o ex-governador do Rio faz campanha velada contra Dilma.
        "Não devemos confundir mudança de opinião com oportunismo político. Como pode alguém que a vida inteira declarou não acreditar em Deus, ser a favor do aborto, defender as causas dos homossexuais, lésbicas e travestis, mudar repentinamente de opinião?", escreve.



        Colaborou FÁBIO GRELLET, do Rio

        SERRA ENLOUQUECE E DIZ QUE SOFREU NESSA CAMPANHA COM AS TRUCULÊNCIAS DA RUA E DIZ QUE VAI SER ELEITO.COITADO !

        Serra nega direcionamento, mas diz que "pode ter havido acordo de construtoras"

        DE SÃO PAULO
        DO RIO
        DO ENVIADO A CARUARU (PE)

        O candidato do PSDB à Presidência e ex-governador de São Paulo, José Serra, descartou ontem hipótese de direcionamento da concorrência cujo resultado fora registrado com seis meses de antecedência pela Folha. Repetindo que estava fora do governo quando foi aberta a licitação, Serra disse que pode ter ocorrido acordo entre as empresas participantes.
        "Direcionamento [na licitação] não houve. Pode ter havido acordo de construtoras", disse Serra. Segundo tucanos, a reportagem foi alvo de preocupação no comitê eleitoral de Serra. Em conversas pela manhã, os coordenadores da campanha sugeriram imediata investigação.
        "Creio que o governador [Alberto] Goldman vai instaurar agora investigação incluindo o Ministério Público para ver se houve acordo entre as empresas", disse o tucano, para quem o processo ocorreu após sua saída: "Isso tudo transcorreu depois de minha saída, mas é importante que seja esclarecido".
        O tucano afirmou ainda que o Metrô cancelou uma licitação anterior para redução de gastos.
        "O Metrô anulou uma concorrência porque não gostou dos preços apresentados. Exigiu diminuição. Isso aconteceu da outra vez. Portanto, do ponto de vista dos custos, o Metrô atuou impecavelmente."
        Em Caruaru, questionada sobre a reportagem da Folha, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou que não comentaria o caso naquele momento.
        A candidata alegou que ainda tinha compromisso de campanha na Bahia. Disse que falaria sobre o assunto "com mais tempo" hoje.

        VITÓRIA
        Ao receber apoio ontem da bancada do PV na Assembleia Legislativa de São Paulo, Serra afirmou que acredita na vitória. E deu sinais de que aposta suas fichas no debate de sexta-feira, na Globo.
        Segundo participantes da reunião, Serra disse que a adversária Dilma Rousseff (PT) responderá a perguntas que deixou sem respostas.
        Ao comentar o depoimento em que a ex-ministra Erenice Guerra admitiu audiência com empresários que negociavam com firma de seu filho na Casa Civil, ironizou.
        "Pelo menos agora a candidata Dilma não vai atribuir à imprensa. Ela tinha atribuído o que tinha acontecido na Casa Civil à invenção da imprensa. Do ponto de vista eleitoral, pelo menos agora não vai poder fazer isso."

        MARACANÃ
        Durante visita às obras de reforma do estádio do Maracanã, Serra afirmou que Lula está inerte diante da alta na inflação dos preços de alimentos. "Estamos tendo uma inflação de alimentos, como há muito tempo não se via, de alimentos básicos para nossa população", afirmou, no gramado.
        Antes, Serra bateu dois pênaltis com o deputado federal Otávio Leite (PSDB) no gol. Um o deputado defendeu. Outro, Serra marcou.
        "Basta olhar o que aconteceu nos últimos três meses. A carne está virando um produto de luxo. Aumentou [o preço do] frango, carne de porco, arroz, feijão, açúcar. Estamos tendo inflação precisamente nos alimentos", afirmou o tucano.
        Serra deveria ter visitado o estádio na quarta passada, mas foi atingido na cabeça durante confronto entre militantes de PT e PSDB no bairro Campo Grande, zona oeste do Rio. Após o confronto, cancelou sua agenda.
        "Sofri muito nesta campanha com as truculências da rua, bloqueios de batalhões de choque do PT, como aconteceu outro dia aqui em Campo Grande", disse o candidato do PSDB.