
O objetivo do APOSENTADO INVOCADO é lutar contra a imprensa corrupta, golpista , ultra racista e ladra brasileira. Essa instituição que escolheu ser um partido político e de oposição ao povo brasileiro.

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| Os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) divulgaram nesta segunda-feira, 31/1, uma foto tirada no dia 8 de janeiro da capital brasileira, Brasília, durante a noite. Segundo a legenda da imagem, a cidade é "inconfundível da órbita da Terra" |
Basta entrar em táxi em Buenos Aires e soltar algumas palavras em “portunhol” para começar a escutar uma série de perguntas referentes ao Brasil do argentino à frente do volante. As primeiras delas costumam ser sobre a beleza do país, pelo menos uma viagem a Florianópolis – destino preferido de grande parte – e sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Lula é admirado por muitos argentinos, apoiadores ou não da atual administração de seu próprio país, liderada por Cristina Kirchner. Apesar dos laços cada vez mais estreitos entre o Brasil e a Argentina e a proximidade entre seus governantes nos últimos anos, é comum escutar frases como “ah, se tivéssemos um presidente como este!”.
Luciana Taddeo/Opera Mundi
“Se o Lula a apoiou, ela deve ser boa, porque ele é sensacional”, diz o taxista Edgar Benitez
Hoje a presidente Dilma Rousseff visita a Argentina e Opera Mundi saiu às ruas de Buenos Aires para perguntar a opinião dos portenhos sobre a nova chefe de Estado brasileira e a escolha da Argentina como primeiro destino da agenda internacional de seu mandato recém iniciado.
Para o advogado Javier Rojas, ferrenho crítico do atual governo argentino, Dilma parece “uma mulher trabalhadora”. Segundo ele, a nova presidente brasileira “não tem nem 10% do carisma” de seu sucessor. “Mas espero que ela cumpra um bom mandato, assim o Lula poderá voltar em quatro anos”, afirmou.
Já a jornaleira Fabíola Fernandez, quando questionada sobre Dilma, responde: “Só te digo uma coisa: eu amo o Lula. A história dele me emociona. Era uma pessoa pobre, que foi evoluindo aos poucos, que tinha uma mãe visionária e que sempre fala dela. Tenho certeza de que é um grande homem. Como Dilma foi indicada por ele, vamos recebê-la muito bem”, garantiu.
Tomando um mate ao lado da filha e da esposa, o vendedor Juan Erro avalia o significado da escolha da Argentina como primeiro destino de Dilma: “Isso demonstra a importância do nosso país para o Brasil. Lula é hoje a principal referência e líder da América Latina”. Para ele, as expectativas quanto à relação bilateral são grandes: “Como sucessora, acredito que Dilma continuará as políticas de Lula, mantendo e melhorando cada vez mais a relação com a Argentina”, opinou.
“Ela vem? Se chama Dilma, né?”, perguntou o taxista Edgar Benitez, que confessou não saber da visita da brasileira. O argentino, no entanto, é otimista quanto à capacidade da nova presidente: “Se o Lula a apoiou, ela deve ser boa, porque ele é sensacional.”
Já o casal Anahí Studer e Federico Tártara, que aproveitava o domingo para ler jornal na praça, afirma que a relação entre a Argentina e Brasil não é uma novidade. “Sempre soubemos da necessidade de maior integração. A diferença é que agora existe boa vontade das classes políticas dos dois lados”, afirmou Federico. “Esta visita da presidente brasileira, além de ser uma honra e um orgulho, é um claro sinal deste movimento para o maior fortalecimento das relações comerciais, culturais, sociais e políticas.”
Luciana Taddeo/Opera Mundi
Para Studer e Tártara, apesar do idioma, a tendência é de mais integração entre Brasil e Argentina
Militantes do movimento Juventude Peronista, os namorados admitem que a visita de Dilma “é um momento histórico”. “Estamos muito contentes em recebê-la, nos gera muitas expectativas principalmente em relação às políticas de direitos humanos no Brasil”, afirmou Anahí, recordando que a Argentina finalmente está julgando os militares acusados de crimes de lesa-humanidade durante a ditadura militar argentina. “Esperamos que isso vire uma tendência no Brasil e em outros países da América Latina”, disse.
Quanto a um suposto desequilíbrio entre o poder econômico brasileiro e o de outros países da região, a estudante de direito disse que “após o freio, promovido pela Unasul, ao golpe de estado no Equador, a discussão central já não é mais que país tem mais poder econômico. A discussão agora na Argentina gira em torno de uma América latina unida, o que beneficiaria a todos”.
Integração cultural
Para Tártara, um ponto que merece mais atenção é o da integração cultural. “Ainda falta que os argentinos conheçam mais sobre o Brasil e os brasileiros sobre a Argentina. Mas estamos avançando neste processo”. O jornalista relembra o show do cantor Gilberto Gil, nas comemorações do bicentenário do país: “Foi um momento importantíssimo. Poder aproveitar um show assim é uma conquista cultural, mas também política, porque demonstra esta irmandade”.
Tártara afirmou que gosta das músicas de Chico Buarque e menciona as diferentes visitas de Caetano Veloso às casas de show do país. Em maio do ano passado, Caetano cantou para uma multidão de 45 mil pessoas em uma praça de Buenos Aires, que mantiveram silêncio respeitável e acompanharam as poucas músicas que podiam acompanhar em português.
O jornalista cita também o acesso ao cinema brasileiro, cada vez mais presente no país. “Filmes como Cidade de Deus, Tropa de Elite e aquele das prisões.... Carandiru, são vendidos em qualquer banca de jornal. Apesar da diferença de idiomas, que às vezes é um impedimento, parece que a tendência é que haja cada vez mais integração neste sentido”, avaliou.
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Rio - A Polícia Militar inaugurou na manhã desta segunda-feira a 14ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da cidade, no Morro São João, no Engenho Novo, Zona Norte do Rio. Com um efetivo de 200 PMs - sendo 35 mulheres, o maior número em comparação a outros postos -, ela atenderá ainda aos moradores do Morro do Matriz e do Morro do Quieto, beneficiando cerca de seis mil moradores dessas comunidades.

Próximas unidades

UPP no São Carlos
De acordo com o coronel Robson Rodrigues, comandante das UPPs, as favelas do Morro de São Carlos, no Estácio, na Zona Norte, serão as próximas a receber uma UPP.

Na última segunda-feira, dia 24, um confronto entre traficantes do Morro de São Carlos e policiais civis destruiu cinco janelas em dois andares diferentes do prédio da Prefeitura do Rio. Os tiros atingiram ainda um helicóptero da Rede Globo que sobrevoava o local. Cerca de 150 agentes realizaram operações nos morros do Zinco e do Querosene, no Estácio, e da Mineira, no Catumbi.
De acordo com a Polícia Civil, o objetivo da ação foi o combater o tráfico de drogas e levantar dados para a futura instalação de uma UPP. Um homem, que teria ligações com a venda de entorpecentes, foi atingido na cabeça e encaminhado para tratamento. Quatro bandidos ficaram feridos e um traficante foi preso com uma escopeta. Aproximadamente 300 kg de maconha, um fuzil e uma pistola foram apreendidos.
Treze bairros beneficiados
De acordo com Secretaria de Segurança Pública, a pacificação do Engenho Novo atingirá indiretamente 12 mil pessoas, entre moradores e comerciantes, nos bairros da Abolição, Cachambi, Encantado, Engenho de Dentro, Engenho Novo, Jacaré, Lins de Vasconcelos, Riachuelo, Rocha, Sampaio, São Francisco Xavier, Água Santa e Todos os Santos.
A ação no Engenho Novo constitui a segunda etapa da parte final de pacificação da Zona Norte - a primeira foi concluída com a instalação, no dia 30 de novembro, da UPP do Morro do Macacos, em Vila Isabel. A Secretaria de Segurança Pública informou que uma terceira fase será necessária para que o programa chegue nos Morros do Encontro e da Cachoeirinha, já no Lins de Vasconcelos.

Santa Teresa
Na útima terça-feira, dia 25, o governador Sérgio Cabral anunciou que todas as comunidades da região de Santa Teresa, no Centro, receberão UPPs. Segundo Cabral, nos próximos dias, homens do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Batalhão de Choque e de outras unidades irão reconquistar o território na área.
UPPs
O Rio já conta com 13 UPPs instaladas e uma em processo de instação. As unidades já funcionam no Andaraí, Batan, Borel, Chapéu Mangueira/Babilônia, Cidade de Deus, Formiga, Macacos, Pavão-Pavãozinho/Cantagalo, Providência, Salgueiro, Santa Marta, Tabajaras/Cabritos e Turano.
Ricardo Galhardo, iG São Paulo
Embora tenha dito que desde o dia 1º de janeiro é um “cidadão comum”, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda enfrenta uma rotina de autoridade. Neste domingo, ao acompanhar a partida entre São Bernardo e Corinthians no estádio 1º de Maio, em São Bernardo, Lula fez uma via sacra de entrevistas a emissoras de rádio que transmitiam o jogo, recebeu homenagens como na época em que governava o Brasil e até discursou.
Lula tentou ser neutro, mas acabou demonstrando que torcia para o Corinthians
Além disso, Lula confirmou que participará do Fórum Social Mundial que acontece entre os dias 6 e 11 de fevereiro em Dacar, no Senegal. Será o primeiro compromisso internacional do ex-presidente.
“Embora seja corintiano há muito tempo hoje vou torcer por um empate”, disse o ex-presidente.
Quando a bola começou a rolar, no entanto, o coração corintiano bateu mais forte. Lula acompanhava sentado as investidas do time da casa mas se levantou no primeiro contra-ataque do Corinthians.
Depois que o São Bernardo abriu o placar, passou a ver o jogo em pé, com semblante de preocupação, e não escondeu a alegria quando Danilo empatou o jogo no final do primeiro tempo.No segundo tempo, a situação se repetiu até chegar ao empate em 2 x 2.
Antes do início da partida, Lula foi a estrela da cerimônia de reinauguração do estádio. A prefeitura investiu R$ 11 milhões para adequar a estrutura às normas da Federação Paulista de Futebol e viabilizar o primeiro time da cidade a disputar a primeira divisão do Campeonato Paulista. O investimento foi aprovado pela população por meio do Orçamento Participativo.
Lula recebeu da direção do São Bernardo o primeiro título de sócio-torcedor do clube, de Marinho uma placa comemorativa e fez um rápido discurso com ênfase na paz nos estádios de futebol. “Espero que este estádio, onde já nasceu um presidente da República, dê mais uma demonstração: que é possível assistir a uma partida de futebol sem uma briga, sem uma discussão”, disse ele.
Como o sistema de som do estádio é fraco, a fala foi abafada pela balbúrdia da torcida. Ao contrário das assembléias históricas, quando os metalúrgicos que ficavam na frente do palanque repetiam para os demais as orientações de Lula, neste domingo a maior parte dos ouvintes se contentou com a batucada que vinha das arquibancadas.
Ironicamente o discurso terminou com uma vaia. Os apupos, no entanto, eram para o time do Corinthians, que entrou em campo para fazer o reconhecimento do gramado exatamente no momento em que Lula terminou de discursar.
Antes de subir ao camarote das autoridades Lula fez uma maratona de entrevistas às emissoras de rádio. Solicito, foi de cabine em cabine e respondeu as perguntas, a maioria sobre futebol, além de rememorar fatos ocorridos no estádio durante as greves de 30 anos atrás. O ex-presidente não falou sobre política.
Fred Hayes - 30.jan.2010/Getty Images![]() |
Tássia Thum Do G1 RJ
Cercada pelo Cristo Redentor, Pão de Açúcar e as famosas praias da Zona Sul do Rio, as lajes nas favelas beneficiadas pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) se tornaram palcos de rodas de samba e de confraternizações regadas a churrasco, feijoada, cerveja e caipirinha. Os espaços, alguns até com teto retrátil, foram reformados e viraram fonte de renda para os moradores, que abriram neste verão a parte mais cobiçada de suas casas a turistas e cariocas.
No Santa Marta, laje de DJ tem teto retrátil acionado por controle remoto (Foto: Tássia Thum/G1)O DJ e guia turístico Thiago Firmino, de 29 anos, investiu junto com o irmão mais de R$ 7 mil para a reforma do “lajão”, como apelidou o espaço em cima de sua casa no Morro Santa Marta, em Botafogo. O local tem 90 metros quadrados e já abrigou desde shows de forró a festas infantis com pula-pula.
Thiago Firmino aluga o espaço para festas infantisEle explica que o aluguel do espaço custa R$ 300 para seis horas de evento. Mas, caso o cliente opte pelos serviços de DJ, iluminação, mesas, cadeiras e churrasqueiras, o preço sobe para R$ 750. Para fugir do calor de 40 graus, Thiago disponibiliza mangueiras e chuveirinhos para refrescar os convidados.
“A festa aqui tem a cara mesmo de laje, com pagode, funk, muita comida e clima família. Os nossos eventos geralmente vão até as 2h para não incomodar os moradores. Já fizemos eventos para artistas, como a Martinália, e também para turistas estrangeiros”, comenta Thiago.
Teto Solar na laje
A laje de Thiago chama a atenção por ficar aos pés do Cristo Redentor e pelo inusitado “teto solar”. Com um toque no controle remoto, a laje abre e fecha para ficar ao gosto do cliente.
“Se tiver muito quente, é só abrir a laje para a galera pegar sol. Mas, depois se o tempo mudar, ventar ou chover, não tem problema, é só fechar o teto”, demonstra o rapaz.
Réveillon na laje
Os becos e vielas do Pavão-Pavãozinho, comunidade na divisa entre Copacabana e Ipanema, reservam uma laje com o visual para as praias mais famosas da cidade, além do Pão de Açúcar e do Forte de Copacabana. Até o Cristo Redentor aparece na laje pintado num painel grafitado.
Laje no Pavão-Pavãozinho reúne gringos e cariocas no réveillon (Foto: Tássia Thum/G1)A dona do espaço é a simpática aposentada Azelina Viana dos Santos, de 77 anos. A laje fica no quarto andar de sua casa e virou ponto turístico. Há dois anos, ela realiza em sua laje um réveillon para turistas e convidados com preços a R$ 250. A proprietária conta que a ideia da festa da virada surgiu do professor da Fundação Getúlio Vargas, Daniel Plá.
“A minha filha trabalhava numa ONG aqui na comunidade e, durante uma reunião, ela conheceu o Daniel, que ficou encantado com a vista daqui. Desde então, ele em parceria com agências de turismo junta um grupo, a maioria de gringos, para a festa”.
Dona Azelina agradece pelo visual que contemplaAzelina já até aprendeu a dizer Feliz Ano Novo em inglês. Com o inconfundível “Happy New Year”, ela recebe até 30 estrangeiros na noite de 31 de dezembro. O cardápio da ceia mistura salgadinhos, champanhe, cerveja, frutas e sobremesas. Com o verão, a laje virou um atrativo e ela pensa em novos eventos no local.
“Teve um ano que nós fizemos um ensaio de carnaval com a escola de samba Alegria da Zona Sul e estamos pensando em outras festas para o verão. Se a proposta for boa, alugo a minha laje para o povo”, diz a aposentada.
Café da manhã para hóspedes na laje
Valdinei serve café da manhão aos hóspedes emNo Chapeú Mangeira, no Leme, uma das melhores vistas para a praia é da laje de Valdinei Medina, proprietário de um hostel na favela. Ele aproveita o espaço de 72 metros quadrados para servir o café da manhã aos hóspedes e para aulas de samba e pagode a turistas.
Valdinei explica que sua laje tem churrasqueira, chuveiros para driblar o calor, e banheiros. Ele conta que, até o carnaval, a agenda de eventos na laje está lotada.
“Aqui costumo fazer os eventos para um grupo fechado, se as pessoas quiserem posso fazer serviço de Buffet, churrasco, caipirinha, tudo ao gosto do cliente”, revela o empresário.
| Sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi |
| marcoscoimbra.df@dabr.com.br |
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| Tiago Pariz |
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| SAULO ARAÚJO |
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Obras para aumentar a calha do rio não são suficientes e novo plano para equacionar o problema das cheias ainda vai demorar mais de um ano |
