
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
CONTRA O BRASIL , BASTA DAR UM GRITO
Pentágono aproxima forças aéreas e navais da Líbia
Medida é anunciada depois de secretária de Estado americana afirmar que nenhuma opção está descartada contra Kadafi
COMEÇARAM OS CORTES NO ORÇAMENTO DE 2011:"Minha Casa, Minha Vida terá corte de mais de R$ 5 bilhões"
MÁRIO SÉRGIO LIMA
DE BRASÍLIA
Apesar de afirmar que as despesas com os programas sociais e com os investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) serão integralmente mantidos, o governo anunciou nesta segunda-feira (28) que o corte de despesas no Orçamento deste ano irá afetar fortemente o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
O programa terá uma contenção de mais de R$ 5 bilhões nos repasses do governo, o que representa 40% de corte --passará de R$ 12,7 bilhões para R$ 7,6 bilhões.
TODA MÍDIA , DO EXCELENTE NELSON DE SÁ:"OSCAR BRIC"
Prossegue o noticiário sobre Brics, com a CNBC destacando a "grande corrida" das montadoras para entrar no Brasil e na Rússia -e com o economista-chefe do Citigroup prevendo a China como maior economia em 2020 e a Índia como segunda em 2050.
E a "Economist", sob enunciados como "Esqueça o Oscar", diz que "os prêmios deste ano são mais irrelevantes que nunca", pois o valor de um filme não é mais estabelecido por americanos. "É decidido por jovens em países como Rússia, China e Brasil."
A IMPRENSA BRASILEIRA SE ACHA ACIMA DAS LEIS , DO BEM OU DO MAL , MAS NÃO É
Frente governista entra em campo por regulação de mídia
DE BRASÍLIA - A decisão do governo de propor um novo marco regulatório da mídia digital levou 171 deputados aliados a criar frente em defesa do projeto, coordenada por PT e PSB.
O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP), disse que o debate é "prioritário" para a bancada e que será "iluminado pelos princípios da liberdade de imprensa". Segundo a deputada Luiza Erundina (PSB-SP), a frente "fará a base para o governo enviar o projeto do marco regulatório".
Na semana passada, o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) disse que o marco deve ser encaminhado ao Congresso no segundo semestre e que não será divulgado agora, pois "tem grandes chances de ter uma besteira no meio".
A Folha apurou que o texto do governo já está quase finalizado, mas será enviado ao Congresso após a consolidação do movimento pró-marco. A ideia é anunciá-lo em março, com um manifesto em defesa da "democratização" do setor.
O representante do PT será o deputado Emiliano José (BA), jornalista e professor.
MELCHIADES FILHO AVISA QUE VISITA DE DILMA À FOLHA REPRESENTOU MAIS MUNIÇÃO PARA ATACÁ-LA. É TRISTE !
Seja símbolo
BRASÍLIA - A estratégia de comunicação do Planalto foi criteriosamente traçada para projetar diferenças entre Dilma e Lula. É significativo que o assunto corrupção não tenha sido incluído no roteiro.
Até aqui, Dilma se recolheu ao gabinete. Transmitiu a ideia de que se concentra em trabalhar e preza o decoro do cargo, em contraponto à informalidade e ao falatório dos oito anos anteriores de Presidência.
Quando não, ela tratou em público de temas que rendiam críticas ao padrinho: direitos humanos, rigor fiscal, liberdade de imprensa.
João Santana, o consultor de imagem da presidente, parece empenhado em fixar "o primeiro ano dela" -e não "o nono ano dele". O marqueteiro acha que Dilma pode se beneficiar do "vazio oceânico" deixado pelo antecessor e ocupar a "cadeira da rainha" na mitologia.
No que diz respeito à tolerância com a corrupção (outro ponto fraco da era Lula), porém, não houve interesse em fixar contraste.
Começou pelo convite para a posse feito à ex-ministra Erenice Guerra, demitida meses antes por nepotismo e tráfico de influência.
Seguiu com a recondução de José Sarney ao comando do Senado -e, graças ao PT, o operador sarneyzista no caso dos "atos secretos", Agaciel Maia, virou diretor da comissão de Finanças da Câmara do DF.
Dilma, que não hesitou em tratorar o partido e o Congresso na votação do salário mínimo, nada fez para evitar a indicação de um réu do mensalão (João Paulo Cunha) à chefia justamente da comissão que analisa a legalidade de tudo que tramita na Câmara dos Deputados.
Não se mexeu quando se soube que o ministro de Turismo fez festa num motel com dinheiro público.
Assim como não agiu quando a imprensa revelou a nomeação, pelo Planalto, do servidor que quebrou o sigilo do caseiro -o escândalo que, em 2006, levou à desgraça de Antonio Palocci (outro reabilitado).
Se é descuido ou descompromisso, o tempo (ou o marketing) dirá.
ARTICULISTA ATACA EMIR SADER DOS PÉS À CABEÇA
Casa do Sader
SÃO PAULO - Emir Sader fez o que estava a seu alcance para abocanhar o Ministério da Cultura. Ganhou de presente a presidência da Casa de Rui Barbosa. Sader faria menos estrago no Ministério da Pesca. Talvez na Secretaria Nacional de Peixes de Águas Rasas -onde gosta de navegar.
O sociólogo, notório defensor do fuzilamento dos dissidentes cubanos pelo regime castrista, em 2003, é figura periférica no governo Dilma. Sua importância é ainda menor que a do colega do Turismo, aquele que pagou a conta do motel com dinheiro da Câmara.
Mas Sader é um ideólogo. E quer transformar a Casa de Rui Barbosa, reputada fundação de pesquisa histórico-literária, num centro de debates sobre o "Brasil para todos".
Na boa reportagem de Paulo Werneck na Ilustríssima de ontem, Sader usa o slogan do governo Lula para defender que a instituição, séria e com reconhecida vocação documental, deve ser politizada em torno de "grandes temas" do país atual. Quando um intelectual sente falta dos "grandes temas" é bom ficar atento: ou se trata de um gênio ou de Emir Sader.
Sua figura é representativa do que há de pior na esquerda: a convivência do oportunismo rasteiro com o ranço stalinista. "É preciso tratar de ter políticas culturais que consolidem na cabeça das pessoas as razões pelas quais o Brasil está melhor", disse ele ao jornal "O Globo". Sader vê o trabalho intelectual como uma mistura de propaganda do poder e catecismo marxista.
Desço agora a um detalhe da reportagem de ontem, onde mora o diabo (ou o ato falho): "Quem diria que aquele nego baiano tem muito mais articulação do que o Caetano?", diz Sader, supostamente elogiando Gilberto Gil. Inverto a ordem da frase, apenas para lhe dar um "realce", sem alterar nada de seu sentido: "Aquele nego baiano tem muito mais articulação que o Caetano, quem diria?". Quem diria que isso é preconceito de...? O leitor julgue por si.
CAÇAS JÁ ERAM !
Mantega diz que país não tem dinheiro para comprar caças
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o governo não tem dinheiro para comprar caças novos para as Forças Armadas neste ano. "Não temos previsões para a aquisição de caças neste ano. Não há recursos disponíveis, portanto, acho bastante improvável que se faça aquisição de caças neste ano. Não há espaço fiscal", afirmou.
Há uma disputa para a compra dos aviões militares desde o governo Lula. Esperava-se uma definição da presidente Dilma Rousseff.
A declaração foi feita durante entrevista coletiva em Brasília para detalhar os cortes de mais de R$ 50 bilhões no Orçamento do governo.
O governo reajustou a receita líquida e as despesas do Orçamento deste ano. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, houve redução de R$ 18,087 bilhões nas receitas. A maior queda na estimativa de receitas foi a da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), que caiu R$ 6,185 bilhões.
"Temos que ser realistas com a projeção de arrecadação", disse Mantega. Já o corte nas despesas ficou em R$ 50,087 bilhões.
Houve redução de R$ 15,762 bilhões de despesas obrigatórias. Além disso, foi acrescentado um crédito extraordinário de R$ 3,5 bilhões.
O corte das despesas discricionárias chegou a R$ 36,2 bilhões, enquanto os vetos a Lei Orçamentária Anual (LOA) somaram R$ 1,623 bilhão. Segundo Mantega, a política econômica segue a mesma linha.
O MUNDO BRASILEIRO É QUE VIVE NA MISÉRIA E NA OPRESSÃO DA IMPRENSA CORRUPTA.PRECISAMOS DE UMA PRAÇA TAHRIR !
O que falta?
As revoltas no mundo árabe representam uma reação à miséria e à opressão a que estas populações vêm sendo vítimas há séculos.
Excluídas da cidadania e dos avanços da chamada civilização, esses milhões de seres humanos cobram agora seus direitos por trabalho, bem-estar e dignidade. Mas que modelo de desenvolvimento pode dar respostas adequadas a essas demandas?
O mundo precisa de progresso econômico, sim, mas de um outro. Com inclusão social, equilíbrio ambiental, valores éticos e integridade. E, sobretudo, com a redução das desigualdades.
Desde 2006, as discussões vêm se aprofundando sobre uma nova economia. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) lançou, na semana passada, seu mais recente estudo sobre o tema, chamado "Caminhos para uma economia verde".
A principal conclusão é que a transição para essa economia custaria 2% do PIB mundial, ou US$ 1,3 trilhão por ano. Segundo o Pnuma, equivale à quantia atualmente aplicada em subsídios a petróleo, agricultura e pesca, ainda muito pouco sustentáveis.
Assim, esse investimento precisa vir seguido de reformas políticas em nível nacional e internacional. "Tornar a economia verde não geraria apenas crescimento e renda em capital natural, mas também produziria maior crescimento do PIB e do PIB per capita. De acordo com as simulações do relatório, um cenário de investimento verde atingiria taxas de crescimento anual mais altas que o cenário habitual de negócios, em um espaço de tempo de cinco a dez anos".
"Esse crescimento econômico caracteriza-se por um desacoplamento significativo em impactos ambientais, com a pegada ecológica global sobre a taxa de biocapacidade podendo declinar do nível atual de 1,5 para menos de 1,2 até 2050 (...) em oposição a um aumento para 2, o que seria o caso do cenário habitual de negócios" (trechos transcritos do sumário de conclusões do relatório).
Na direção dessa iniciativa, algumas empresas líderes e o Instituto Ethos apresentaram, também na semana passada, a "Plataforma por uma economia inclusiva, verde e responsável". Elaborada de forma colaborativa num amplo processo de consultas e debates, ela reúne ideias para preparar a transição para essa nova economia no Brasil.
O objetivo não é apenas o de mudar o mercado, como também mobilizar a sociedade e os governos para o estabelecimento de marcos legais e de ações que garantam a transição para um outro modelo de desenvolvimento.
Trata-se, sim, de um objetivo audacioso. Mas como querer menos quando o que está em jogo é o futuro das próximas gerações?
RICARDO YOUNG escreve às segundas-feiras nesta coluna.
DILMA ERA UM "POSTE". TUDO ERA RUIM COM LULA , MAS MELHOROU COM DILMA . É TANTA BOBAGEM !
Endurecimento de Dilma com centrais promove "limpeza"
SOCIÓLOGO DIZ QUE, NO NOVO GOVERNO, CONFLITOS TENDEM A SAIR DO ESTADO E VOLTAR À SOCIEDADE, "ONDE VÃO SER PROCESSADOS DEMOCRATICAMENTE"
Rafael Andrade/Folhapress![]() |
UIRÁ MACHADO
DE SÃO PAULO
Acabou o monopólio da política estabelecido por Lula, afirma o sociólogo Luiz Werneck Vianna.
Autor de livros como "Liberalismo e Sindicato no Brasil", Vianna vê no endurecimento da presidente Dilma Rousseff com as centrais sindicais um sinal de que o novo governo, constrangido pelas circunstâncias, promove uma "limpeza do Estado".
O resultado, diz ele, é que conflitos saem do Estado e são devolvidos à sociedade.

Folha - O sr. tem afirmado que a derrota do sindicalismo na disputa pelo salário mínimo não foi tanto de natureza econômica, mas política. A vitória governista é mais política do que fiscal?
Luiz Werneck Vianna - No caso das centrais sindicais, é uma derrota política, porque elas, na verdade, faziam parte do governo.
Para a presidente, o que acontece é que ela fez uma campanha em uma conjuntura e, terminada a disputa, o cenário mudou.
A conjuntura internacional mudou com o levante democrático-popular do mundo árabe. Internamente, está vindo agora a conta das políticas que foram seguidas desde a crise financeira de 2008. Isso implica cortes, e contar com um adversário instalado ao seu lado, como estão, ou estavam, as centrais, é muito difícil. Está havendo aí uma limpeza de terreno.
Em que sentido?
Essa crise vai ser enfrentada a partir de que lógica? Da racionalização da administração, economia e gestão. Essa racionalização é também a limpeza do Estado, a fim de que os tomadores de decisão, que são basicamente [a presidente] Dilma [Rousseff] e [Antonio] Palocci [ministro da Casa Civil], tenham liberdade para operar.
Tudo isso tende a delimitar o sindicalismo ao seu papel, digamos, de mercado.
Trata-se de uma reação à mudança de conjuntura ou é um esforço de diferenciação em relação ao governo anterior?
É fundamentalmente a conjuntura. Agora, isso enseja mudanças que até são funcionalmente adequadas ao perfil da nova presidente. Ela vem do mundo da gestão e tem dificuldades de operar no mundo da política.
A questão decisiva é que ela tem de operar nessa direção porque está sendo constrangida pela mudança nas circunstâncias. Uma coisa é certa: se o governo deixar voltar a inflação, ele acaba.
Se o conflito com as centrais era inevitável, quanto da forma como ele ocorreu decorre de uma diferença de estilo entre Dilma e Lula?
É difícil ponderar. É muito difícil também dizer que isso não teve influência. Mas essa influência não foi decisiva.
Agora, o que não está sendo devidamente percebido é que o mundo sindical brasileiro de hoje é uma potência. As pessoas ainda pensam o sindicalismo brasileiro com os olhos dos anos 80, 90.
No entanto, o sindicalismo sofreu forte derrota...
Não, os sindicatos foram apenas deslocados. É claro que não sairão do governo prazerosamente, vão resistir.
A bancada sindical é expressiva e atravessa diferentes partidos. O sindicalismo, saindo do governo, terá que buscar o Congresso e as ruas.
Dá para supor que o governo Dilma vai enfrentar grandes mobilizações de massa como as que ocorreram no governo FHC, mas não sob Lula?
Muitos sindicalistas influentes estão comparando a política do governo Dilma com as reformas presumidamente neoliberais praticadas durante o ciclo Fernando Henrique.
É possível traçar alguma linha de FHC a Dilma?
O que está havendo, desde FHC, é uma enorme afirmação da ordem burguesa no Brasil, de racionalização do capitalismo brasileiro. Isso começou com FHC, continuou com Lula e tem com Dilma o seu momento mais forte. Inclusive por causa das novas circunstâncias.
É correto dizer que Dilma, em comparação com Lula, deve ampliar os conflitos?
Não, ela libera os conflitos do Estado e os devolve para a sociedade, onde vão ser processados democraticamente.
Em contrapartida, o aumento do espaço de atuação da sociedade civil leva a maior pressão sobre o governo.
Não é necessariamente ruim. O governo pode manobrar. É o espaço democrático. O que vive a França.
Nesse cenário, os partidos ganham mais espaço?
Sim, abriram-se as possibilidades. É uma conjuntura mais propícia do que a anterior, porque Lula exercia o monopólio da política. Só ele fazia política no Brasil.
Mas os partidos estão com dificuldades de aproveitar a situação.
Há necessidade de uma reforma política?
Precisamos de uma política bem ordenada, e, para isso, a reforma é necessária. [Do contrário,] fica um Estado barroco diante de uma sociedade moderna.
A INCAPACIDADE DA JUSTIÇA BRASILEIRA NOS DEIXOU A MERCÊ DOS CARTÉIS
Novas regras, em vigor há dois anos, prometiam melhora no atendimento
Companhias recorrem de multas na Justiça e nada pagaram na esfera federal; ações coletivas não deram resultado
LORENNA RODRIGUES
DE BRASÍLIA
Mais de dois anos depois de terem sido anunciadas, as regras para melhorar o atendimento nos serviços de call centers continuam sendo descumpridas, agora com um agravante: multadas, as empresas não pagaram nenhum real por isso até agora.
Só na esfera federal, as empresas reguladas de setores como telefonia, financeiro e transporte aéreo e terrestre foram multadas em R$ 18,6 milhões por desrespeitar o decreto que regulamentou o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor).
Levantamento feito a pedido da Folha pelo DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor), do Ministério da Justiça, mostra que nada foi pago até agora.
Amparadas pela legislação, as empresas recorrem administrativamente dentro do ministério, onde invariavelmente não encontram sucesso, e depois à Justiça, protelando o pagamento.
As regras mais rígidas anunciadas em dezembro de 2008 prometiam o fim das esperas intermináveis dos consumidores e o cancelamento imediato dos serviços.
DANO COLETIVO
Inconformado com a falta de efetividade das multas, o DPDC ingressou em 2009 com duas ações por danos morais coletivos contra duas das empresas mais reclamadas (Oi e Claro), pedindo R$ 300 milhões de indenização em cada caso.
As ações, porém, ainda não foram julgadas nem na primeira instância.
A diretora do DPDC, Juliana Pereira, ressalta que cada multa é resultado de processo aberto a partir de reclamações de vários consumidores em Procons e que o órgão busca provas contundentes para basear as punições.
"Não abrimos processos sem termos fortes indícios. São asseguradas a ampla defesa e o contraditório", diz.
ESTADOS
Nos Estados, a situação se repete e a maioria das multas aplicadas pelos Procons também não foram pagas.
Em São Paulo, as multas por descumprimento das regras do SAC somam R$ 47 milhões, dos quais apenas R$ 330 mil foram pagos. Outros R$ 30 milhões estão sendo questionados na Justiça.
Segundo o último balanço do DPDC, obtido pela Folha, a maioria dos consumidores que recorrem aos Procons se queixa de dificuldade em cancelar serviços, problemas para contatar a empresa e falta de resolução de demanda.
Na liderança das multas estão a Oi, com R$ 3,24 milhões, Gontijo Transportes, com R$ 2,55 milhões, e Claro, com R$ 2,02 milhões.
VAI ENTRAR NA VALA COMUM DA ADMINISTRAÇÃO DO GDF E EM 3 MESES ACABA A VILA OLÍMPICA. É DE CHORAR !
| Roberta Machado |
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AQUI NO DISTRITO FEDERAL A INTERRUPÇÃO DE ENERGIA É A REGRA. É MUITA CORRUPÇÃO !
Nos últimos anos, empregados da CEB tiveram papel importante na cúpula do GDF. São oriundos da empresa o ex-governador José Roberto Arruda, o conselheiro Domingos Lamoglia, afastado do Tribunal de Contas do DF por envolvimento nas denúncias levantadas pela Operação Caixa de Pandora, e Haroaldo Brasil, preso durante o escândalo no governo anterior. Também pertenceu aos quadros da CEB o braço direito do ex-governador Joaquim Roriz, Valério Neves Campos.
ENQUANTO ISSO , OS VEREADORES , DEPUTADOS E SENADORES ACHAM QUE GANHAM POUCO. É MUITA CORRUPÇÃO !
Aos 26 anos, completos este mês, Poliana Stefane da Silva recebe o valor de R$ 574, pensão do marido que morreu em 2007, aos 28 anos. Poliana é o exemplo perfeito dos erros que uma reforma mal feita na legislação poderia causar. Jovem viúva, ela seria forte candidata a sofrer limitações ou cortes em seu benefício. Mãe de dois filhos, há quatro anos o benefício tem sido a única fonte de renda da família, que mora na Região Metropolitana de Belo Horizonte. “Essa pensão é nossa salvação”, afirma. Poliana não tem como trabalhar fora. Uma de suas crianças tem problemas de saúde e exige cuidados especiais.
SÃO PAULO PERDEU A VERGONHA.PSDB FARÁ NOVO GOVERNADOR.É MUITO TRISTE ! IMAGINEM O PSDB NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.DEUS QUE ME LIVRE E GUARDE !
| Ullisses Campbell |
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BRASIL , CELEIRO DO MUNDO. NO FIM , TODOS TÊM QUE COMER
| Sílvio Ribas |
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DE SENADOR PARA DEPUTADO E O MENSALÃO DO PSDB SERÁ RESOLVIDO ASSIM QUE MUDAR O CÓDIGO DE PROCESSO PENAL , OU SEJA , NUNCA
| Ivan Iunes |
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O CÓDIGO DE PROCESSO PENAL , DE 1941 ,SERÁ MUDADO EM 4941. É TRISTE !
| Alana Rizzo |
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REFORMA POLÍTICA , ESSA NEM EM 4941. É DE CHORAR !
| Bertha Maakaroun |
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Patrimônio de 16 deputados paulistas mais que dobra nos últimos 4 anos
Patrimônio de 16 deputados paulistas mais que dobra nos últimos 4 anos
Dos 60 integrantes da Assembleia Legislativa reconduzidos ao cargo em 2010, 25% declararam à Justiça Eleitoral ter pelo menos multiplicado por 2 os valores informados em 2006; somados, bens desses parlamentares cresceram 279% nesse período
Dezesseis deputados estaduais paulistas podem se considerar mais que satisfeitos com o período entre 2006 e 2010. Além de conseguirem a reeleição, esses parlamentares pelo menos dobraram seu patrimônio nos últimos quatro anos e somam R$ 8,7 milhões em bens declarados. O valor supera em 279% os R$ 3,1 milhões informados em 2006.
O levantamento do Estado tem como base as declarações de 2006 e 2010 entregues pelos parlamentares à Justiça Eleitoral. A variação de patrimônio é bastante superior à inflação acumulada desde 2006 – o IPCA, por exemplo, atingiu 26%. O salário líquido de um deputado estadual, hoje, é de R$ 11.015, mas vai aumentar na próxima legislatura.
Quem apresentou a maior variação porcentual de patrimônio foi Gilmaci Santos (PRB), que encerra em março seu primeiro mandato na Assembleia. Seu patrimônio cresceu de R$ 13 mil em 2006 para R$ 121 mil em 2010, elevação de 830%. Pelas declarações à Justiça Eleitoral, Gilmaci trocou um Volkswagen Santana 1995, seu único bem antes de ser eleito deputado, por um VW Polo de R$ 37 mil e uma motocicleta Harley-Davidson de R$ 23 mil. Completam o patrimônio do parlamentar R$ 50 mil guardados em cofre pessoal.
"Em 2006, meu salário era de R$ 1.500. Como o salário de deputado era de R$ 12 mil (800% a mais que o valor anterior), a ampliação do patrimônio ocorre naturalmente", disse Gilmaci, ao justificar o aumento nominal de R$ 108 mil em seu patrimônio.
O segundo na lista de maior variação entre os 60 deputados estaduais reeleitos é André Soares (DEM), cujos bens se multiplicaram por quatro desde 2006. Antes proprietário de cotas em três empresas de comunicação que somavam R$ 50 mil, o parlamentar declarou à Justiça Eleitoral ter essa fatia das empresas e ter acumulado investimentos que fizeram seu patrimônio saltar para R$ 276 mil. Soares não retornou aos recados deixados pelo Estado em seu gabinete.
Milionário. Nesse grupo, o maior aumento de patrimônio em valores absolutos, e não pela variação porcentual, é o de Rogério Nogueira (PDT). O deputado com base em Indaiatuba declarou em 2006 ter bens num total de R$ 432 mil. No ano passado, o valor apresentado foi de R$ 1,296 milhão – um acréscimo de R$ 863 mil, quase 200%.
Nogueira, conforme apresentado à Justiça Eleitoral, comprou no período que coincidiu com a atual legislatura três lotes de terra e uma casa. "Estou deputado estadual, mas sou empresário como profissão, bem antes de tornar-me parlamentar", informou Nogueira em nota.
Em segundo lugar na lista de crescimento de patrimônio em valores absolutos é José Bittencourt (PDT), cujos bens atingiram R$ 885 mil em 2010, ante R$ 179 mil em 2006. A diferença é de R$ 705 mil.
Há quatro anos, Bittencourt era dono de três casas – duas em Santo André e uma em São Paulo – que, juntas, valiam R$ 122 mil. Ao concorrer à reeleição no ano passado, ele informou ter, além dessas casas, nove contas bancárias que somavam R$ 452,8 mil.
"A variação está declarada e é em decorrência não exclusivamente do salário do deputado como parlamentar na Assembleia Legislativa de São Paulo, mas principalmente em decorrência dos resultados das duas empresas mantidas por ele", afirmou a assessoria de Bittencourt, por meio de nota.
Valor global. O valor total dos bens dos 60 parlamentares paulistas reeleitos cresceu 13,58% em 2006 e 2010, segundo o levantamento feito pelo Estado. Há quatro anos, esses 60 deputados apresentaram à Justiça Eleitoral um total de R$ 82,7 milhões em bens. Na última declaração, o total subiu para R$ 94 milhões. Desse grupo, 47 políticos aumentaram seus patrimônios, incluindo os 16 que pelo menos dobraram os valores apresentados.
Na avaliação de Humberto Dantas, cientista político da USP e conselheiro do Movimento Voto Consciente, ONG que fiscaliza a atuação da Assembleia, as regalias que envolvem o cargo de deputado estadual – 14.º e 15.º salários, verba indenizatória, carros à disposição e viagens custeadas pela Casa – permite, em parte, o acúmulo de bens.
"É mais do que esperado que o deputado tenha aumento do seu patrimônio. O cargo, quando usado com inteligência, também pode acabar abrindo portas no mercado. Ele tem uma melhor visão de oportunidade de negócios", afirmou Dantas. "A grande questão é saber o quanto os deputados conseguem separar efetivamente esses interesses e a questão ética."
domingo, 27 de fevereiro de 2011
GOVERNO LULA : "O aluguel ficou no passado, assim como o emprego informal, o salário instável e o endereço na favela"
Família de Lulinha dá início a um novo tempo
Eles deixaram a informalidade e o aluguel em três meses após encontro com presidente
POR CHRISTINA NASCIMENTO
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Na primeira casa no asfalto: Lulinha, a mãe Itônia, o pai Francisco Matias, a irmã Jaíne e os irmãos Fernando (de cinza) e Juvenal (de preto) Foto: Fernando Souza/ Agência O Dia
Entre as novidades de quem já não mora no Morro Camarista Méier, na Zona Norte — residência da família desde que chegou do Rio Grande do Norte há nove anos e onde viveram na miséria —, está o quarto de casal.
O encontro em novembro com o presidente Lula, no Hotel Copacabana Palace, em Copacabana, rendeu mais do que a mudança imobiliária. Francisco que, até então, vivia de biscates na área da construção civil, ganhou emprego de carteira assinada em empresa terceirizada da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), em Quintino. Atualmente, na função de servente de manutenção, Francisco recebe o salário de R$ 792, mais auxílios para o transporte e a alimentação.
Na mesma instituição, mas na unidade de Manguinhos, o servente começa, ainda nesta semana, um curso de formação como eletricista, além de voltar à sala de aula para completar os estudos, interrompidos no 7º ano do Ensino Fundamental.
“Já me falaram lá no emprego que, com a formação profissional, em quatro ou cinco meses, vou conseguir ganhar, em média, R$ 1.500. É um dinheiro que nunca recebi na vida”, comemora o pai de Lulinha.
Estrangeiros 'estudam' Brasil para aprender a ganhar dinheiro no país
Estrangeiros 'estudam' Brasil para aprender a ganhar dinheiro no país
Com crise na Europa, empresário deixou Itália atrás do mercado brasileiro.
Em 2010, investimento estrangeiro no Brasil foi o maior desde 1947.
Ligia Guimarães Do G1, em São Paulo
O italiano Enrico Soffi investiu R$ 1 milhão em2010, apostando no mercado imobiliário.
(Foto: Arquivo pessoal)
Enrico Soffi, 45 anos, deixou a Itália em abril do ano passado e veio ao Brasil focado em construir imóveis de até R$ 270 mil, voltados para a classe média. Investiu R$ 1 milhão em 2010 e prevê ampliar em pelo menos 50% os aportes este ano. ”Queremos aproveitar a falta de habitação que têm as classe C e B, que estão crescendo e não têm a capacidade de comprar uma casa de R$ 600 mil”, diz Soffi, que vê um momento de expansão “extraordinária” no país.
O caso de Enrico não é isolado: de acordo com dados do Banco Central, mais de US$ 15 bilhões de dinheiro estrangeiro entraram na economia do país só em dezembro, por meio de investimento direto na produção. No ano, o montante chegou a US$ 48,4 bilhões, maior valor desde 1947, em meio a um cenário em que a economia no Brasil está aquecida e que países ricos da Europa lutam para superar as sequelas deixadas pela crise financeira internacional.
Para não se perder em um mercado que difere em idioma, sistema tributário e preferências culturais, Enrico buscou a ajuda de uma consultoria especializada e se saiu bem. Desfecho diferente do que teve a empresária também italiana Sônia Ferrari, que demorou mais de um ano para conseguir tirar um visto permanente para atuar no Brasil como investidora: enfrentou muita fila e burocracia até entender o que estava errado com a sua documentação.
"Demorei um tempo pra entender que estive com problema, nada se faz sem experiência. Vi que estava mal assessorada e por isso depois fui procurar e testar mais escritorios", diz ela que, depois que conseguiu a assessoria correta, obteve o visto em menos de dois meses. Mesmo assim, acredita que o potencial de ganhos no Brasil compensa os obstáculos.
"Com certeza vale a pena. Para qualquer empresa de grande porte seria um erro fatal não conquistar o seu espaco aqui hoje, e preparar o seu futuro para tempos ainda melhores daqueles que já estamos vivendo aqui no Brasil", analisa. "Sei de muitas empresas americanas e europeias que já estavam aqui antes da crise e que os lucros daqui ajudaram seus balanços de forma sensível", diz.
Hoje, ela abriu uma empresa para orientar estrangeiros na mesma situação de "desamparo" inicial. Mais que isso: representa marcas europeias que precisam de contato, distribuição, compradores e parceiros para entrar com suas operações no Brasil. O foco principal são as marcas de sapatos, bolsas e acessórios, em projetos que somarão mais de R$ 15 milhões só no ano da implementação.
"É preciso entender a cultura do país e as suas peculiaridades, fazendo isso com profissionais e assessores de comprovada experiência. Uma empresa que queira entrar no país e não ter problemas não pode subestimar esse aspecto", ensina Sônia.
Na consultoria KPMG, a demanda de estrangeiros por informação sobre o Brasil cresceu tanto que a empresa criou uma unidade específica para esse tipo de atendimento. A KPMG Global Business, criada em novembro, tem o objetivo de dar ao estrangeiro um "intensivão" sobre o país.
"Pegamos representantes de diversos setores para dar um 'banho' de Brasil no investidor; organizamos estrategicamente atendimentos que já aconteciam de forma separada. A gente acha que isso é o que o governo o deveria fazer também: centralizar as informações para recepcionar esse público", diz Marienne Coutinho, uma das líderes do projeto.
Augusto Salles, outro sócio líder do Global Business, diz que a procura estrangeira aumentou de duas consultas por semana para duas por dia. Origens variadas – EUA, Inglaterra, China, Índia e Japão aparecem entre os interessados - e dúvidas de todo tipo. Desde chineses projetando investimentos de bilhões, até empresas americanas que cobiçam o mercado de caixas d'água no Brasil. "Tem diferentes níveis de conhecimento. Uns já conhecem as peculiaridades, o tamanho, a economia emergente. Outros têm uma visão ingênua, tipo: 'eu tenho uma caixa d'água matadora que se chegar no Brasil vai arrasar. Vocês usam caixa d'água no Brasil'?", conta Salles.
Grande parte do interesse desse dinheiro internacional pelo país vem do grande potencial de crescimento do consumo brasileiro. Levantamento feito pela consultoria KPMG com investidores potenciais de diversos países do mundo aponta que, dos 500 entevistados, 66% afirmaram que pensam em investir no Brasil para aumentar a base de consumidores por meio dos mercados locais e regionais.
Além disso, 41% já investem no Brasil e pretendem expandir suas operações; outros 10% também já são investidores, mas não têm planos de expansão. Questionados sobre qual é o atual ou pretendido modelo de negócios da sua empresa para o Brasil, 53% responderam investimento estrangeiro direto.
Jenesi Figueiredo também orienta estangeiros na FK Consultoria e diz que uma das razões para tanta atratividade brasileira é a situação ruim da Europa, abatida pela crise.
"Estamos mais bonitinhos porque eles estão feios, então parece que nós somos a virgem linda. Eu acho que o Brasil está normal", avalia. Em seu escritório, que teve expansão de 20% no movimento no ano passado, atende-se em italiano, inglês, sueco e até árabe.
"A imigração tem regras, e tem gente que não acredita nisso até ser deportado. Já temos muitos italianos, espanhóis e alemães vindo em função das Olimpíadas e da Copa do Mundo", diz.
O engenheiro francês Vincent Lefeuvre, 40 anos, comemora o fato de ter se interessado em investir no Brasil desde antes de 2002, ano em que se casou com uma carioca e mudou-se definitivamente para cá.
"Cheguei antes da crise na Europa, mas foi durante a crise que eu percebi que eu tive razão de investir no Brasil. Agora eu tenho na frente dos outros uma vantagem de cinco anos. E isso vale ouro no mundo dos negócios", diz o dono da Tecohnopolis Consulting, especializada em estruturar e implementar fábricas e parcerias entre empresas estrangeiras e brasileiras no setor industrial. A previsão é de que em 2011 a empresa invista entre R$ 200 mil e R$ 400 mil em escritórios e contratação de pessoal qualificado na area da gestão de projetos e contratos.
Na opinião do francês, o caminho para evitar problemas por falta de informação é mesmo buscar ajuda privada. "É mais uma pista de obstáculos permanentes. Os problemas não impedem a empresa de funcionar, mas tem um custo de tempo e de energia muito alto", diz ele, que garante já estar habituado à lentidão do processo . "A burocracia é terrível. Mas não é pior que na França".
ANÁLISES DA IMPRENSA BRASILEIRA SÃO CHEIAS DE PRECONCEITOS E PARTIDARISMO
A PREVIDÊNCIA SOCIAL É DEFICITÁRIA , MAS OS POLÍTICOS DÃO AUMENTOS INDECENTES PARA SI PRÓPRIOS.
A PREVIDÊNCIA SOCIAL É DEFICITÁRIA , MAS O JUDICIÁRIO AUMENTA SEUS SALÁRIOS ACIMA DO PERMITIDO E OLHA QUE SÃO SALÁRIOS ASTRONÔMICOS EM RELAÇÃO AOS OUTROS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS.
A PREVIDÊNCIA SOCIAL É DEFICITÁRIA , MAS O EX-GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL É ACUSADO DE ROUBAR O ERÁRIO NO QUE SE TORNOU UM GRANDE ESCÂNDALO COM VIDEO E TUDO , MAS ATÉ HOJE NADA ACONTECEU E A JUSTIÇA BRASILEIRA COM TODA SUA "CELERIDADE" NOS DARÁ UMA RESPOSTA EM 3050.
A CULPA DA MOROSIDADE DA JUSTIÇA É CULPA DO CONGRESSO ATOLADO DE LOBBY PARA QUE TUDO CONTINUE COMO ESTÁ. MAS A JUSTIÇA NÃO MOVE UMA PALHA PARA MUDAR O 'STATUS QUO'.
O SALÁRIO MÍNIMO NÃO PODE SER AUMENTADO , MAS O MÁXIMO É AUMENTADO DIUTURNAMENTE.
NO MOMENTO QUE MAIS PRECISAMOS CRESCER VOLTAMOS A VELHA CARTILHA DO CORTE ORÇAMENTÁRIO E DA CONTENÇÃO DE DESPESAS PÚBLICAS. ISSO NUNCA DEU CERTO E NEM VAI DAR.
ESSA CARTILHA VEM SENDO SEGUIDA HÁ QUINHENTOS ANOS E SÓ TROUXE MISÉRIA AO POVO BRASILEIRO QUE NÃO TEM A IMPRENSA CORRUPTA A SEU FAVOR.
OS EUA TÊM GASTOS INCOMENSURÁVEIS , TÃO GRANDES OU MAIS QUANTO O SEU DÉFICIT ORÇAMENTÁRIO - QUAL É A SUA PROVIDÊNCIA ? - MAIS GUERRAS E MAIS FROTAS E MAIS INTERVENÇÕES E MAIS CORRUPÇÃO.
OS EUA TÊM TANTAS AGÊNCIAS DE SEGURANÇA QUE A LUTA NÃO É CONTRA O INIMIGO , MAS CONTRA ELAS MESMAS ENTRE SI.
ENQUANTO ISSO NÓS NÃO TEMOS FORÇAS ARMADAS DECENTEMENTE EQUIPADAS E , POR ISSO , NÃO SOMOS LEVADOS A SÉRIO. INFELIZMENTE , SÓ OS FORTES SOBREVIVEM E TEMOS QUE TER SATÉLITES , BOMBAS ATÔMICAS , DE NEUTRONS , DE HIDROGÊNIO , FOGUETES PARA LANÇÁ-LAS , MÍSSEIS , UMA FORÇA AÉREA PODEROSA , BEM COMO , UMA MARINHA E UM EXÉRCITO. O RESTO É BALELA.
TUDO ISSO VISTO EM SEPARADO NÃO SE CHEGA A CONCLUSÃO NENHUMA. É NECESSÁRIO ANALISAR SOB UM MESMO CONTEXTO.
A PREVIDÊNCIA É DEFICITÁRIA , MAS...
| Luciano Pires |
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TODO MUNDO QUER O CORTE , MAS PARA O OUTRO. MERCADO FINANCEIRO CHAMA DE GASTANÇA PORQUE SÓ INTERESSAM OS SEUS LUCROS,O RESTO QUE MORRA !
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PRECISAMOS CORTAR NA CARNE , NA CARNE DOS OUTROS.É DE CHORAR !
| Tiago Pariz |
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