quinta-feira, 31 de março de 2011

"JORNAL NACIONAL" ME RESPONDE , MAS NÃO FAZ NADA E BOLSONARO CONTINUA ESCONDIDO PELA REDE GLOBO

Quinta-feira, 31 de Março de 2011.


Assunto: JORNAL NACIONAL - CRÍTICA - 31/03/2011



POR QUE O JORNAL NACIONAL IGNOROU O CASO DE RACISMO E HOMOFOBIA EXPLÍCITOS DO DEPUTADO JAIR BOLSONARO? O JORNAL NACIONAL NÃO CONCORDA OU SERÁ QUE CONCORDA COM O DEPUTADO? NA VERDADE NÃO SEI O QUE PENSA O "JN" O QUE ME DEIXA INDIGNADO DIANTE DE TANTO DESRESPEITO AO TELESPECTADOR.



HELIO BORBA



Respeitamos sua opinião e crítica. Suas considerações serão levadas ao conhecimento da direção do programa. Cordialmente, Rede Globo.

O RACISMO NO BRASIL É UMA REALIDADE,PRINCIPALMENTE,NA MÍDIA

BOLSONARO:" 50% das 513 cadeiras da Câmara dos Deputados para as populações negras e pardas".E O "JN" SÓ FAZENDO CARA DE PAISAGEM

Acusado de racismo, Bolsonaro reapresenta projeto de cotas para negros na Câmara "para ironizar"

Camila Campanerut Do UOL Notícias Em Brasília





Acusado de racismo após entrevista a programa de TV nesta semana, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) reapresentou um projeto de lei que dá uma nova redação à Constituição Federal pedindo que sejam reservadas 50% das 513 cadeiras da Câmara dos Deputados para as populações negras e pardas. Segundo ele, o intuito é "ironizar" o que considera “a indústria das cotas do país”.

PARA O DEPUTADO RACISTA JAIR BOLSONARO

http://celebridades.uol.com.br/album/robinho_album.jhtm?abrefoto=1

NADA DISSO MOTIVOU UMA NOTÍCIA NO CORRUPTO "JORNAL NACIONAL" , AQUELE QUE É EDITADO PELA "ELITE" E SABOTA O POVO BRASILEIRO. É TRISTE !

Em entrevista, Bolsonaro diz que MEC "abre as portas" para homossexualidade e pedofilia

Do UOL Notícias Em São Paulo

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse nesta quinta-feira (31) que o Ministério da Educação (MEC) estimula a homossexualidade e “abre as portas” para pedofilia nas escolas com a distribuição dos kits anti-homofobia nas instituições de ensino fundamental e médio. A afirmação foi feita em entrevista à rádio Eldorado-ESPN de São Paulo.


“Atenção, pais: os seus filhos vão receber um kit que diz que é pra combater a homofobia, mas na verdade estimula o homossexualismo”, disse. “Com a mentira de combater a homofobia, eles [o MEC] estão estimulando o homossexualismo e abrindo as portas para a pedofilia”, disse o parlamentar.


Os kits, que serão distribuídos em breve, são formados por cartilhas, vídeos, cartazes, entre outros materiais, e visam combater o preconceito contra crianças e adolescentes gays. O MEC não quis se manifestar a respeito das declarações de Bolsonaro.


Indagado por um dos entrevistadores, que questionou o porquê de o parlamentar tratar a homossexualidade como doença, Bolsonaro respondeu que não admite que se faça “apologia ao homossexualismo”. “[Homossexualidade] para mim é grave. Eu não admito fazer apologia ao homossexualismo, idolatrar o homossexual, deixar que o homossexual entre na escola”, afirmou.


Na sequência, questionado como reagiria se tivesse um filho homossexual, o parlamentar voltou a dizer o que já havia afirmado no programa CQC, na última segunda-feira (28). “Eu eduquei meu filho. Não corro esse risco.”






As frases polêmicas de Jair Bolsonaro
























Foto 3 de 9 - Em 2010, ao programa "Participação Popular", da TV Câmara, Bolsonaro fez o comentário sobre a Lei da Palmada Mais Sergio Lima/Folhapress/Arte UOL

Na entrevista, sobrou até para Alexandre Mortágua, 16 --filho do jogador Edmundo com a ex-modelo Cristina Mortágua--, que recentemente assumiu ser gay. Na avaliação do deputado, a opção sexual do garoto foi determinada pelo ambiente em que ele cresceu. “Ele mesmo falou que para ele foi tudo muito fácil porque, desde criança, todas as amizades da mãe dele eram gays e só conversavam sobre homem, e ele disse que participava dessas conversas e acabou experimentando’”, afirmou.



O parlamentar aproveitou a data de hoje --31 de março, dia do golpe de 1964-- para “saudar os militares” pelo serviço que prestaram ao país, ao implantarem a ditadura. “Hoje é 31 de março. Me permita saudar os militares. Junto com a imprensa, Igreja Católica, trabalhadores, mulheres na rua, fizeram com que nós não estivéssemos hoje cortando cana, a exemplo do pessoal de Cuba.”


Bolsonaro afirmou ainda que “não está preocupado em perder o mandato” pelas declarações ofensivas. “Eu tenho imunidade para falar ou para roubar”, disse.


Semana polêmica


As recentes polêmicas envolvendo o parlamentar começaram com um quadro do programa humorístico “CQC” exibido na última segunda-feira (28). Nele, a cantora Preta Gil perguntou ao deputado: “se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?”


A resposta, considerada racista por Preta Gil e por colegas de Bolsonaro no Congresso Nacional, foi a seguinte: “ô, Preta, eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco. Meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambientes como lamentavelmente é o teu".


Durante a semana, o deputado afirmou que se confundiu com a série de perguntas feitas no quadro e não se referiu aos negros em sua resposta.


Contudo, para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ), as declarações de Bolsonaro são "inaceitáveis". A entidade entrou nesta quarta-feira (30) com uma representação para abertura de processo por quebra de decoro parlamentar.

NÃO REPERCUTIU NO "JORNAL NACIONAL"


Vacarezza chama Jair Bolsonaro de 'deputado estúpido'


Bolsonaro rebateu dizendo que petista está sendo preconceituoso. 'Não vou usar adjetivos piores do que os dele [Vacarezza]', disse.




Mariana Oliveira Do G1, em Brasília





Os deputados Vacarezza (esq.) e Bolsonaro (Foto: Agência Câmara)Os deputados Vacarezza (esq.) e Bolsonaro (Foto: Agência Câmara)

O deputado federal e líder do governo Cândido Vaccarezza (PT-SP) classificou nesta quinta-feira (31) como "estúpido" o também deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), criticado por diversos parlamentares após declarações sobre negros e homossexuais.


"Bolsonaro tem se caracterizado como um deputado estúpido, mas ele foi eleito com essa estupidez", disse Vaccarezza a jornalistas. Segundo ele, a opinião não estava sendo dada na condição de líder do governo, mas na de parlamentar.


Bolsonaro está no centro de uma polêmica após ter afirmado à cantora Preta Gil que não discutiria "promiscuidade" após ser questionado sobre como reagiria caso o filho namorasse uma mulher negra.

ACREDITEM , BOLSONARO É MEMBRO DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA CÂMARA E JAQUELINE RORIZ DA COMISSÃO DE REFORMA POLÍTICA.MEU DEUS DO CÉU!

NÃO DEU NO "JORNAL NACIONAL" DE ONTEM E NÃO DARÁ NO DE AMANHÃ. É MUITA CORRUPÇÃO !

Exportações do País continuam em alta, mesmo com crises e dólar


Aumento no volume de vendas de produtos básicos e manufaturados e elevação dos preços em dólar mostram força do setor em 2011


O início do ano foi marcado por várias crises globais: revoltas nos países árabes, terremoto no Japão e o agravamento da crise fiscal em alguns países da Europa como Portugal e Irlanda. Mas a despeito desses problemas, o Brasil segue apresentando um bom desempenho no comércio exterior, sem maiores sobressaltos, como mostram os números da balança comercial do País. Mesmo com o dólar desvalorizado em relação ao real, e suas conseqüências para o setor produtivo, o superávit na balança comercial triplicou este ano quando comparado ao mesmo período em 2010.

Os produtos básicos seguem liderando nas vendas ao exterior, com crescimento de 59% no primeiro bimestre. Nesse segmento os destaques foram trigo em grão, minério de cobre, minério de ferro, milho em grão, café em grão, carne de frango, bovina e suína e farelo de soja. Mas também houve avanço significativo nas exportações de semimanufaturados, 31,18%, e de produtos manufaturados, com alta de 20% no mesmo período. Entre os produtos mais exportados nessa categoria estão suco de laranja, óleos combustíveis, polímeros plásticos, partes de motores para veículos, açúcar refinado, autopeças e automóveis. Esses números confirmam que nem só de commodities vive a pauta de exportações do Brasil.




Foto: AE


Linha de produção de veículos em São Bernardo do Campo: exportação de produtos manufaturados cresceu nos primeiros meses de 2011



Em 2011, o saldo positivo na balança comercial é de US$ 2,362 bilhões até a terceira semana de março, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). O resultado, referente a 53 dias úteis do ano, reflete exportações de US$ 42,857 bilhões e importações de US$ 40,495 bilhões. Em período equivalente do ano passado, a balança comercial registrava superávit de US$ 743 milhões, 217,9% inferior ao verificado no acumulado deste ano, resultado de US$ 33,720 bilhões em exportações e de US$ 32,977 bilhões em importações.




    Segundo a avaliação de alguns especialistas em comércio internacional, os números da balança comercial mostram o dinamismo da economia brasileira mesmo com o cenário adverso no exterior. Além disso, a pauta de exportações está crescendo não só em produtos básicos, que ainda representam a maior proporção, mas também em produtos semimanufaturados e manufaturados. O aumento em dólar dos preços de vários produtos exportados e o crescimento de quase 10% nos volumes embarcados para o exterior também contribuem para o bom momento vivido pelo País no âmbito do comércio externo.

“Com o dólar fraco houve aumento na importação de máquinas e equipamentos. Muitos empresários já estavam se preparando para um ciclo de crescimento e isso se reflete agora no desempenho das exportações de manufaturados”, diz o professor de economia internacional da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (Eaesp-FGV) Evaldo Alves.


“Além da reposição de máquinas antigas, existe também um investimento para ampliar a produção. Essa renovação de maquinário demonstra ganho de competitividade, com o setor industrial mais preparado para atender às exigências do mercado externo”, acrescenta Alves que prevê crescimento de 34% em março para as exportações, com volume financeiro próximo a US$ 20 bilhões no mês.


Nesta sexta-feira o Mdic apresentará os dados fechados do mês de março e o resultado consolidado da balança comercial no primeiro trimestre do ano.


Para José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), estatisticamente o desempenho tem sido positivo, mas é preciso enfrentar os problemas de infraestrutura que penalizam os exportadores e a elevada carga tributária que afeta a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. “A excessiva liquidez no mundo afeta a cotação do real e encarece a produção no Brasil. Isso beneficia nossos concorrentes diretos como a China e a Índia”, diz. “Esse cenário não tem uma solução rápida, mas se alguns desses problemas fossem atacados o desempenho das exportações poderia ser ainda melhor.”


De acordo com o professor Evaldo Alves, da Eaesp-FGV, esse cenário com moedas fortes como o dólar e o euro desvalorizadas deve perdurar por um bom tempo. Segundo ele, não há como reverter esse quadro no momento por questões que são alheias às vontades do Brasil. “A economia americana, por exemplo, enfrenta grandes dificuldades e não vai retomar o patamar anterior à crise financeira de 2008 tão cedo”, diz Alves.


No fim de 2010 o governo americano injetou US$ 600 bilhões na economia para enfraquecer o dólar e tornar os produtos americanos mais competitivos no mundo. Esta estratégia, na opinião dos especialistas em comércio exterior, deve prevalecer nos próximos meses.

UMA SILENCIOSA ADMIRAÇÃO

CONCEIÇÃO FREITAS, DO CORREIO BRAZILIENSE.



CONTRASTE



No corredor das autoridades, os homens eram mais gordos, mais brancos e mais altos. No corredor do povo, mulheres e homens compunham uma amostra mais parecida com a mestiçagem e a mistura brasileira. Havia morenos, mulatos, negros, cafuzos, velhinhos e velhinhas, adolescentes (não muitos), servidores públicos com o crachá da repartição, grupos de auxiliares de serviços gerais terceirizados, deficientes físicos. Muitos vinham de cidades-satélites ou do Entorno. Havia visitantes de outros estados que aproveitaram para fazer a visita histórica.

A SAÚDE NO BRASIL PRECISA 100% DO GOVERNO FEDERAL.PARA QUE EXISTEM PREFEITURA E VEREADORES ? MANDEM TODOS EMBORA E FAÇAM 100% DE ECONOMIA

Entregues há 3 meses, ambulâncias do Samu ficam paradas em Franca Já equipados, mas sem emplacamento, veículos -um com UTI móvel- devem rodar só em julho Prefeitura afirma que depende de verba do governo federal para conseguir implantar uma unidade do Samu




Edson Silva/Folhapress
Ambulâncias novas "uma com UTI móvel" estacionadas no pátio da Secretaria da Saúde de Franca e sem uso há 3 meses ARARIPE CASTILHO DE RIBEIRÃO PRETO Cinco ambulâncias novas -entre elas uma UTI móvel- entregues pelo Ministério da Saúde à Prefeitura de Franca em dezembro não foram usadas até hoje e ainda podem ficar outros três meses paradas no pátio da administração local. Já equipados, os veículos custam entre R$ 100 mil e R$ 150 mil e deveriam servir para o transporte de casos de urgência em Franca e também em outros nove municípios da mesma região administrativa. Os carros, porém, sequer foram emplacados. A prefeitura afirma que não colocou as ambulâncias para rodar porque aguarda o recebimento de verba do governo federal para implantação do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) no município. Já o Ministério da Saúde diz que a prefeitura só regularizou em fevereiro a documentação necessária para a liberação do dinheiro -após o "ok" nos documentos, o prazo para o repasse é de 40 dias, conforme o governo federal. De acordo com o secretário da Saúde de Franca, Alexandre Augusto Ferreira, a criação do Samu já está autorizada pela União desde novembro de 2010. "Só que sem o dinheiro não tem como providenciar a estrutura adequada para o serviço." Segundo ele, são esperados cerca de R$ 240 mil para reforma e adaptação de um prédio no bairro Jardim dos Pinhais que abrigará a base do Samu, além de R$ 60 mil mensais que seriam usados na manutenção dos equipamentos e veículos. Mesmo se o dinheiro fosse repassado hoje, Franca ainda não poderia utilizar as ambulâncias. Isso porque, diz Ferreira, é preciso fazer a licitação das obras na central de regulação -que prioriza e encaminha os atendimentos. Só a licitação deve demorar no mínimo 45 dias, conforme a prefeitura, se nenhuma empresa contestar o processo ou seu resultado. As obras no prédio podem durar o mesmo tempo. "Se nos derem o dinheiro hoje, talvez a gente consiga entregar tudo ainda neste semestre. Do contrário, fica difícil", disse o secretário, que quer usar as ambulâncias antes de o Samu ficar pronto. "DENTRO DO PRAZO" A verba deve sair em "meados de abril", segundo o coordenador substituto de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, Ricardo Malaguti. Ele afirma que a União está dentro do prazo de 40 dias que precede a liberação desses recursos. "Esse trâmite institucional é necessário para tentar dar maior garantia de bom uso do dinheiro público", disse. Ele confirmou os valores a serem repassados a Franca (R$ 240 mil iniciais e R$ 60 mil mensais) e afirmou que a central de regulação é "indispensável" para as operações do Samu no município.

DEPOIS O CONGRESSO SE ADMIRA COM A BAIXÍSSIMA AVALIAÇÃO DE SEUS MEMBROS

DE JAQUELINE RORIZ A JAIR BOLSONARO VIVE O PODER LEGISLATIVO EMANADO PELO POVO.

TODA MÍDIA , DO EXCELENTE NELSON DE SÁ

OBAMA, PRÉ-SAL & PRÓ-ÁLCOOL No discurso sobre "segurança energética" em que prometeu reduzir a dependência de petróleo dos EUA em um terço, nesta década, Obama tomou duas vezes o Brasil por referência. Na reprodução do "New York Times", ele defendeu "examinar países como o Brasil", que "descobriu recentemente reservas significativas -e nós podemos trocar tecnologia para que desenvolvam os recursos". E voltou a dar os biocombustíveis como alternativa: "Se alguém duvida do potencial desses combustíveis, considerem o Brasil. Acabo de estar lá, semana passada. Metade dos veículos do Brasil pode rodar com biocombustível".

É MUITO JUÍZO DE VALOR BASEADO EM NADA.SÓ FALTOU PEDIR PARA VOTAR EM AÉCIO NEVES.TÁ DANDO DÓ !

ELIANE CANTANHÊDE Solidários na dor BRASÍLIA - O velório de José Alencar no Palácio do Planalto produziu ontem para o país uma bela imagem do político mineiro. Alencar e Itamar Franco tiveram uma relação de altos e baixos desde a dobradinha nas eleições de 1998 em Minas, um para o Senado, outro para o governo. Alencar abriu os cofres, emprestou o avião e atraiu o empresariado. Itamar entrou com a força política. Os problemas vieram com a vitória, quando o governador não cumpriu os tratos nem fez as nomeações esperadas pelo senador, e azedaram de vez quando Alencar apontou Itamar como um dos motivos da sua saída do PMDB. Sempre cauteloso ao falar de quem quer que seja, Alencar foi duro com Itamar num dos longos depoimentos que me deu para a sua biografia, "José Alencar, Amor à vida", editora Sextante, 364 páginas. "O problema do Itamar (...) é que ele é um péssimo caráter." Antes da publicação, Itamar disse que não entraria em bate-boca e limitou-se a dizer vagamente: "O Alencar não foi correto comigo". Depois, ficou uma fera, mas manteve-se elegante: "As declarações causaram-me indignação, mas o único sentimento que me toma diante das circunstâncias é o da compaixão". Assim como Alencar foi um político, um empresário e um homem suprapartidário e elegante, Itamar Franco demonstrou grandeza na hora final. Foi um dos primeiros na fila de cumprimentos no velório e deu depoimentos justos e corretos sobre o ex-vice-presidente. Isso comprova o quanto os políticos mineiros são especiais. Aliás, poucas mortes mobilizaram tanto Brasília quanto as de Juscelino Kubitschek, Tancredo Neves e José Alencar, todos eles mineiros (apesar de Itamar ter nascido na Bahia). A diferença é que, para Alencar, as portas do Planalto foram abertas não só aos poderosos, mas também aos milhares de brasileiros comuns. Sinal dos tempos, tempos que Alencar ajudou a construir.

O "JORNAL NACIONAL" E A "GLOBONEWS",COMO JAIR BOLSONARO,ESTÃO SE LIXANDO PARA SEUS TELESPECTADORES.É MUITO TRISTE !

Cada um faz o que quer com esse corpinho cabeludo entre quatro paredes".

Ao falar da cantora Preta Gil e de uma possível ação dela na Justiça, Bolsonaro citou publicações do blog da artista. "Que exemplo ela tem de vida para dar para todos nós para falar de ética?", afirmou.









Editoria de arte/Editoria de Arte/Folhapress



QUEM UM DIA IMAGINOU LER ISSO ?

A visita de Lula e Dilma dá um respiro político a Portugal


El País
Francesc Relea Em Lisboa (Portugal)





  • O ex-presidente Lula recebe prêmio no Parlamento português, em Lisboa, pelo combate à pobreza

    O ex-presidente Lula recebe prêmio no Parlamento português, em Lisboa, pelo combate à pobreza


Agoniado por uma grave crise econômica e de governo, Portugal recebeu os dois pesos-pesados da política brasileira, a presidente Dilma Rousseff e seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, como um balão de oxigênio. O apoio dos dirigentes do gigante latino-americano à antiga metrópole tem por enquanto um conteúdo essencialmente simbólico. Um bom ponto de partida na situação desesperada de Portugal, em sério risco de ter de recorrer à ajuda financeira exterior, da UE e do Fundo Monetário Internacional (FMI).


Em suas primeiras declarações depois de chegar a Lisboa, na segunda-feira à noite, Lula disse que o FMI não é nenhuma solução para Portugal, "como não o foi em sua época para o Brasil", e deixou aberta a porta para uma eventual ajuda de seu país. "Isso cabe à presidente", disse sem mais precisões.


Pouco transcendeu da agenda de Dilma Rousseff em sua primeira visita à Europa desde a posse em 1º de janeiro. Uma viagem cercada de numerosas especulações em torno da possibilidade de que o Brasil compre títulos da dívida soberana de Portugal, como fez recentemente a China. O governo de Sócrates precisa desesperadamente de vias de financiamento suportáveis para enfrentar os próximos vencimentos de sua dívida pública, diante da pressão dos mercados, que mantém taxas de juros insustentáveis. O Banco Central do Brasil recebeu a proposta portuguesa para comprar bônus da dívida sob o governo Lula.


Formalmente, o principal motivo da visita do ex-presidente brasileiro e de sua sucessora tem a ver com a entrega a Lula do Prêmio Norte-Sul do Conselho da Europa, que dividiu com Louise Arbour, ex-promotora do Tribunal Penal Internacional e ex-comissária da ONU para os direitos humanos, que ocorreu na terça-feira na Assembleia da República. E com o doutorado "honoris causa" que Lula recebeu nesta quarta-feira (30) na Universidade de Coimbra.


O interesse da mídia portuguesa vai além de ambos os eventos. Os olhares estão postos em uma eventual ajuda da robusta economia da ex-colônia, hoje transformada em uma potência emergente. No atual clima de pessimismo que reina em Portugal, não passou despercebido um comentário publicado, em tom sarcástico, pelo "Financial Times", que propunha a anexação de Portugal ao Brasil como solução para todos os males.


É verdade, dizia o comentarista, que a antiga metrópole perderia status, mas a ex-colônia ofereceria crédito mais barato, um governo mais reduzido (proporcionalmente) e um colchão econômico mais cômodo. Melhor abrigo que a velha e cansada UE, concluía o "FT". Não faltaram vozes em Portugal que, meio a sério, meio de brincadeira, apoiam a sugestão.


Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

ALAGOAS

Verba de merenda pagou uísque, diz PF Polícia apura desvio de R$ 8 milhões em 9 cidades alagoanas e afirma que dinheiro era usado para despesas pessoais Segundo investigação, mulheres de prefeitos usavam dinheiro em mercados; 13 foram presos em operação SÍLVIA FREIRE DE SÃO PAULO Dinheiro público que seria gasto com merenda escolar foi usado na compra de uísque, caixas de vinho e até ração para cachorro em municípios do interior de Alagoas. Investigação do Ministério Público Federal, Controladoria-Geral da União e Polícia Federal encontrou indícios de que em nove cidades do Estado parte do repasse federal destinado à compra de alimentos foi usada para pagar compras para a casa de pessoas ligadas às prefeituras. Estima-se um desvio de R$ 8 milhões em dois anos. Ontem, a PF montou uma operação nas prefeituras de Girau do Ponciano, Poço das Trincheiras, Estrela de Alagoas, Senador Rui Palmeira, Belo Monte, Limoeiro de Anadia, Lagoa da Canoa, Traipu e Craíbas. Foram expedidos 16 mandados de prisão e 13 pessoas foram presas -a PF não divulgou nomes. Quatro primeiras-damas, no entanto, tiveram mandados de prisão expedidos. Segundo a PF, elas faziam compras pessoais em mercados que forneciam alimentos ao município e assinavam notas promissórias pagas com dinheiro da merenda. Segundo a PF, parte do dinheiro do contrato era "devolvido" em espécie pelos fornecedores, que cobravam uma comissão. Durante visitas feitas a escolas, crianças disseram aos investigadores que comiam biscoito com café ou suco no lanche ou, então, cuscuz com carne seca. Nos contratos, no entanto, estavam previstas compras de carne bovina e de frango, entre outros. Em algumas escolas, só havia merenda para metade do mês. "Uma criança disse que devíamos visitá-los mais vezes porque naquele dia o lanche -pão com carne moída- estava bom", disse o delegado André Costa. O Ministério da Educação repassa R$ 0,30 por dia por aluno da rede municipal. As prefeituras compram os alimentos e devem complementar o valor para que a merenda supra as necessidades nutricionais dos alunos. PREFEITOS Na força-tarefa que apura os supostos desvios, houve pedidos de prisão temporária de oito prefeitos em Alagoas, todos negados pela Justiça. Estão sendo investigados os prefeitos de Poço das Trincheiras, José Gildo Rodrigues Silva (PSC); Estrela de Alagoas, José Almerino da Silva (PP); Senador Rui Palmeira, Siloé de Oliveira Moura (PSC); Belo Monte, Antônio Avânio Feitosa (PP); Limoeiro de Anadia, James Marlan Ferreira Barbosa (PP); Lagoa da Canoa, Jair Lira Soares (PSC); Traipu, Marcos Antonio dos Santos (PTB); e Craíbas, Edielson Barbosa Lima (PT do B). Segundo a PF, não há indícios de ligação do prefeito de Girau do Ponciano, David Ramos de Barros (PTB), com o esquema.

OS GOVERNOS BRASILEIROS SOFREM POR CAUSA DESSAS AGÊNCIAS E OS JORNALISTAS APOIAM E PEDEM QUE NOS ADAPTEMOS AO GRANDE IRMÃO

CLÓVIS ROSSI Ficha suja no cassino SÃO PAULO - Como você reagiria se um desses parlamentares "fichas-sujas" presidisse a Comissão de Ética do Congresso, com plenos poderes para emitir juízos de valor sobre a confiabilidade de seus pares, de empresas e até de países? Ficaria enfurecido, apoplético, certo? Pois é, meu caro, é exatamente isso que acontece todo santo dia no mundo real da economia global -e ninguém fala absolutamente nada, nadica de nada. Estou me referindo às agências de "rating" ou avaliação de risco, que, todo santo dia, emitem "diktats" sobre a capacidade de pagamento de empresas e países, como está acontecendo neste exato momento com Portugal. Qual é a ficha dessas agências? Eis o que diz relatório do Congresso norte-americano sobre a atuação delas na caminhada que levou à crise global de 2008: "Concluímos que as falhas das agências de classificação creditícia foram engrenagens essenciais na maquinaria de destruição financeira". Anotou direitinho o termo? "Destruição financeira" não é uma ficha suja trivial, certo? Mas tem mais: "As três agências [Moody's, Standard & Poor's, Fitch] foram ferramentas-chave do caos financeiro. Os valores relacionados com hipotecas, que estiveram no coração da crise, não teriam sido comercializados sem seu selo de aprovação". Ou seja, essa turma deixou passar o fato de que as hipotecas ditas subprime eram um lixo, o que significa que são absolutamente incompetentes para julgar quem merece crédito e quem não, certo? Por fim, o relatório conclui que, não fossem as agências, a crise não teria ocorrido. Não obstante, ficaram impunes e continuam com a prática de "destruição financeira". Pior: os jornalistas somos cúmplices. Engolimos mansamente suas avaliações de risco sem avisar o leitor qual é cor (suja) da ficha de quem faz a avaliação.

quarta-feira, 30 de março de 2011

JAIR BOLSONARO ESTÁ A SALVO NO "JORNAL NACIONAL",LÁ ELE PODE SE ESCONDER DO POVO BRASILEIRO

PRIMEIRA PÁGINA DO CORREIO BRAZILIENSE ESCONDE BOLSONARO,MAS SE FOSSE DO PT,NEM O FALECIMENTO DE JOSÉ ALENCAR CONSEGUIRIA ESCONDER

http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20110330/fotos/capa.pdf

PARA O ANÔNIMO VER COMO ELE EXAGERA EM ALGUNS ASPECTOS.É MUITO TRISTE QUE ELE AINDA TENHA DEFENSORES.É DE CHORAR !



Anônimo disse...
Ele pode exagerar em alguns aspectos, mas em diversos outros, sugere um bom remédio para pôr o pais nos eixos. A falta de honestidade, a injustiça, a desobediencia as leis, a corrupção, a malandragem, os desvios morais que vicejam em nosso país, particularmente nos que detém o poder, seguramente seria diferente se tivessemos gente com pulso firme para castigá-los. Atualmente as leis só se aplicam aos pobres. Quem viu alguém reclamar dos regimes militares, com exceção daqueles que praticaram crimes políticos, sequestros, assaltos, etc? Na época o povo andava livre e os marginais presos. Hoje está invertido.

O BRASIL "LIBERTOU" OS ESCRAVOS PRATICAMENTE NO SÉCULO XX , EM 1888 , FALTANDO 13 ANOS PARA A CHEGADA DO NOVO SÉCULO

A GLOBONEWS NÃO PASSOU NEM PERTO DA NOTÍCIA SOBRE O DEPUTADO RACISTA JAIR BOLSONARO. SERIA COMO ACUSAR O PRÓPRIO IRMÃO.

ESSA É A MESMA IMPRENSA QUE SE INDIGNOU COM A 'DANCINHA DA DEPUTADA' E TENTOU RESPONSABILIZAR LULA PELA QUEDA DO AVIÃO

ESSA GENTE É CORRUPTA , NÃO GOSTA DO POVO BRASILEIRO E É ULTRA RACISTA.

FOLHA DE SÃO PAULO DE HOJE NOTICIA NUM CANTINHO DE PÁGINA E NÃO FAZ NENHUM JUÍZO DE VALOR E DIZ QUE REAÇÕES SÃO DOS NEGROS E GAYS.É TRISTE !

Declarações do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) num programa de TV provocaram uma avalanche de reações no Congresso e entre ativistas do movimento negro e gay.

O "JORNAL NACIONAL" E A "OPOSIÇÃO SEM RUMO" ACEITARAM PASSIVAMENTE AS DECLARAÇÕES DO DEPUTADO BOLSONARO,MAS EU NÃO.ELES NÃO QUERIAM A DEMOCRACIA

ESSA GENTE SEMPRE FOI CONTRA A DEMOCRACIA PORQUE A VERDADE CHEGARIA AO POVO BRASILEIRO. ESSA É A GENTE QUE NÃO GOSTA DA POLÍTICA DE COTAS.
CAIU A MASCÁRA!

O PAC QUE NÃO EXISTIA PARA IMPRENSA CORRUPTA AGORA TEM BILIONÁRIOS CANTEIROS DE OBRAS.É DE CHORAR !

GOVERNO

Encontro arrefece ânimos

Trabalhadores, empresários e governo criam instância tripartite para tentar evitar novas paralisações nos bilionários canteiros de obras do Programa de Aceleração do Crescimento





» Leandro Kleber


















André Dusek/AE
O ministro Gilberto Carvalho espera que, após a primeira reunião, atrasos nas construções sejam evitados

A paralisação de grandes obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) fez com que o governo convocasse, para uma mesma mesa de negociação no Planalto, sindicalistas e empresários. Em uma reunião que durou mais de três horas, todos reconheceram que é preciso melhorar a situação para evitar rebeliões semelhantes às realizadas nos canteiros de obras das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, que somam cerca de R$ 11 bilhões em investimentos. Cerca de 80 mil trabalhadores ainda estão de braços cruzados em todo o país em função de relações conflitantes nos locais de trabalho. Por isso, a partir de agora, as obras consideradas importantes terão uma comissão tripartite permanente formada por membros do governo, sindicalistas e empresários. A ideia é que o grupo acompanhe a construção dos empreendimentos e evite futuros conflitos. O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), interlocutor do Planalto com setores da sociedade civil, avaliou que uma das principais causas dos problemas nos canteiros das hidrelétricas foi o fato de as construtoras terem antecipado a conclusão dos empreendimentos, manobra para obter lucro com a venda de energia. Assim, foi recrutado um número maior de trabalhadores. Ele ressaltou, porém, que o governo tem parcela de responsabilidade ao não oferecer condições para que os municípios recebam obras de grande porte. Amanhã, haverá uma reunião de trabalho para manter uma mesa permanente entre as três partes. “Para que não ocorra como em Santo Antônio, onde ninguém sabia a quem recorrer, já que os sindicatos não tinham boa representação na base”, disse Gilberto Carvalho. Empresas que oferecerem boas condições aos trabalhadores poderão ganhar do governo selos de reconhecimento público. Caberá à Central Única dos Trabalhadores (CUT) negociar com os representantes da Odebrecht e Camargo Corrêa, responsáveis por Jirau e Santo Antônio, o impasse que paralisou o canteiro de obras. Perde e ganha O objetivo do governo é conseguir na construção civil acordo semelhante ao feito pelo governo Lula em 2009 com o setor canavieiro. “Embora ainda esteja em fase de implementação, aquele acordo já fez com que houvesse melhoria nas relações de trabalho”, disse Carvalho. O ministro classificou o momento como uma relação “perde perde”. “Perdem os trabalhadores, a empresa, o povo brasileiro e o governo. Temos que sair disso e ir para uma relação ganha ganha. Temos de fazer um acordo decente, acima do que a lei exige, para dar mais condições aos trabalhadores. Com isso, a produtividade vai aumentar e haverá paz nos canteiros de obras”, afirmou. Com o lançamento da segunda fase do PAC, que prevê quase R$ 1 trilhão até 2014, a quantidade de canteiros de obras vai aumentar consideravelmente. Na primeira fase do programa, 14 mil obras estavam listadas. Os sindicalistas lembram que os grandes projetos da Copa do Mundo e das Olimpíadas não podem sofrer paralisações, até por conta do cronograma oficial. Apesar da contenda, Carvalho classificou o problema como “bom”. “O ruim era se estivéssemos sentados à mesa para discutir desemprego”, disse.

HÁ MUITO TEMPO VENHO DIZENDO A MESMA COISA

Marcos Coimbra
O que leva, então, a que tanta gente fique olhando para o PSD de Kassab? Se não é ele, será que veem algo ou alguém por trás, suficientemente relevante para merecer atenção?







sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi
» marcoscoimbra.df@dabr.com.br

















O novo PSD Em nossa história política, temos exemplos de partidos que se formaram de várias maneiras. Muitos foram constituídos dentro do padrão clássico: surgiram quando diferentes pessoas, que acreditavam em coisas parecidas, se organizaram para alcançar objetivos políticos, isto é, que diziam respeito ao Estado. Não importa seu número, nem ideologia. O relevante é que se dispunham a agir conjuntamente na vida política. Em última instancia, que pretendiam chegar ao poder, para fazer com que seus projetos para a sociedade fossem realizados. Temos dois bons exemplos de partidos que nasceram assim: na República de 45, a UDN; nesta, o PT. Ambos foram criados com as eleições em mente, para disputá-las, conquistar mandatos e exercer funções de representação. Como ocorre com os partidos democráticos, a associação entre seus fundadores foi voluntária e simétrica. Ninguém mandava em ninguém, salvo nos termos definidos por regras aceitas. O PT não é, atualmente, o único desse tipo. Mas é o mais bem sucedido. Outros surgiram a partir de movimentações de lideranças que já estavam dentro do sistema político. Foi a insatisfação que as levou a buscar outra opção partidária. Ou não cabiam mais em um dos partidos existentes, ou não viam como representar seus eleitores permanecendo onde estavam. Existem outros, mas, nesse gênero, o PSDB é o que mais longe foi. Tivemos partidos que nasceram da ação individual de um fundador, sem a qual não existiriam. Seus filiados eram, antes de qualquer coisa, seguidores das orientações do líder. Para entrar em um deles, a adesão era o teste fundamental. No Brasil recente, o melhor exemplo foi o brizolismo, sendo o PDT, na origem, sua expressão. E há os partidos de conveniência. Eles não se enraízam nos interesses e preferências de uma parcela relevante da sociedade. Não decorrem da movimentação de um grupo de lideranças representativas. Não se estruturam em torno de personagens carismáticos, que empolgam emoções. São, na maioria dos casos, veículos de importância proporcional à dos políticos que os criam, quase sempre para satisfazer ambições e vaidades. Dissidências que não vão longe, arranjos locais insignificantes no plano nacional. Não têm identidade ideológica, sendo suas plataformas programáticas apenas amontoados de banalidades. Quando têm ideias próprias, costumam defender bizarrices. Nosso sistema partidário está cheio deles. E acaba de receber mais um, o PSD criado por Kassab. Ninguém leva a sério os partidos de conveniência, mas, sabe-se lá o porquê, o de Kassab, sim. A imprensa paulista dedica ao PSD um espaço despropositado. Nos últimos dias, por exemplo, foi objeto de páginas inteiras em um dos jornais da capital. O prefeito não poderia fazer um partido do modo tradicional, de baixo para cima, pela simples razão de que não representa um movimento social relevante. Não há gente que queira se juntar a ele. Seu PSD não expressa a vontade de lideranças à procura de nova identidade política. Ao contrário, é ele que está à cata de adesões. É difícil imaginar um político com menos carisma que Kassab. Só quem não o conhece acreditaria que seja capaz de cativar corações e mentes. O que leva, então, a que tanta gente fique olhando para o PSD de Kassab? Se não é ele, será que veem algo ou alguém por trás, suficientemente relevante para merecer atenção? Quem seria? Quem poderia estar no pano de fundo das movimentações do prefeito? Algumas pistas: para que partido está indo o candidato a vice na chapa derrotada do PSDB na eleição passada? E para qual parece se inclinar a senadora do DEM que tinha sido cogitada para o lugar? E quem é o fundador e líder maior do PSD, senão o ex-companheiro de chapa do candidato tucano de 2010? Pode ser que tudo seja coincidência, mas que há um cheiro de Serra no ar, há. Com espaço cada vez menor no DEM e no PSDB, uma hora dessas quem acaba no PSD é ele.

A VITÓRIA DO POVO BRASILEIRO SOBRE A "ELITE" DO NOSSO PAÍS.VIVA O PRESIDENTE LULA !


Lula dedica título 'honoris causa' a José Alencar


O ex-presidente recebeu nesta quarta o título pela Universidade de Coimbra. 'Perdeu-se um grande homem, que estaria muito feliz por esta distinção', disse.




Natasha Bin Do G1, em Coimbra (Portugal)





O ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva na Universidade de Coimbra (Foto: Natasha Bin/G1)O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Universidade de Coimbra (Foto: Natasha Bin/G1)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dedicou o título de "doutor honoris causa" pela Universidade de Coimbra ao ex-vice presidente José Alencar. Lula recebeu o título nesta quarta-feira (30).


"Perdeu-se um grande homem, que estaria muito feliz por esta distinção, que será dedicada a ele", disse Lula durante a cerimônia.


José Alencar, 79 anos, morreu às 14h41 desta terça (29) em razão de câncer e falência múltipla de órgãos, segundo informou o hospital.


Lula afirmou que o êxito de seus dois mandatos "não teria sido possível" sem a colaboração de José Alencar. "Foi o meu parceiro de todas as horas, um dos homens mais íntegros que conheci, inequecível estadista que perdemos ontem para consternação de toda a sociedade brasileira".


Cerimônia A cerimônia teve início com a entrada solene dos doutores da Universidade de Coimbra e das autoridades políticas presentes. Lula iniciou seu discurso elencando o prestígio mundial da Universidade de Coimbra. Ele comentou sobre as universidades brasileiras e a importância da união dessas com instituições internacionais. Lula ainda falou sobre o êxito econômico do Brasil, obtido durante seu governo, e sobre o investimento em educação feito por ele.


O ex-presidente disse que o título "honoris causa" recebido por ele significa um reconhecimentro às causas que o Brasil tem defendido no cenário internacional. No discurso, Lula disse considerar indispensável uma nova governança global, que passa por uma mudança no Conselho de Segurança das Nações Unidas.


Após os discursos, iniciou-se o ritual de doutoramento de Lula, que recebeu as insígnias do título. Lula percorreu a Sala dos Capelos cumprimentando todos os doutores da Universidade de Coimbra presentes na cerimônia.


Participaram da cerimônia a presidente Dilma Rousseff; o presidente de Portugal, Cavaco Silva; o primeiro-ministro português, José Sócrates; e o presidente de Cabo Verde, Pedro Pires.

terça-feira, 29 de março de 2011

BOLSONARO JOGA BANANA PARA O POVO BRASILEIRO

O "JORNAL NACIONAL" NÃO CONSIDEROU NOTÍCIA RELEVANTE A MANIFESTAÇÃO DE RACISMO DO DEPUTADO BOLSONARO CONTRA TODOS OS NEGROS BRASILEIROS

BEM COMO , NÃO CONSIDEROU MOTIVO DE NOTÍCIA A MANIFESTAÇÃO CONTRA AS PESSOAS QUE SE UTILIZAM DE COTAS NAS UNIVERSIDADES. PARA O "JORNAL NACIONAL" NOTÍCIA SÓ SE FOR CONTRA LULA , DILMA E PT.

ARGUMENTO TÍPICO DE UM RACISTA

Bolsonaro informou ontem que vai protocolar um ofício no Conselho de Ética pedindo para ser ouvido. "Vou me adiantar para não deixar que pessoas faturem politicamente com isso. tenho inúmeras pessoas afrodescendentes no meu gabinete", afirmou.

JOSÉ ALENCAR ELEVOU NOSSA POLÍTICA A UM OUTRO PATAMAR


CLIQUE NA FOTO.

ESTUDEI NO COLÉGIO MILITAR ATÉ 1966 E ME FORMEI NA ACADEMIA MILITAR DAS AGULHAS NEGRAS EM 1970 E POSSO DIZER QUE BOLSONARO ENVERGONHA OS MILITARES

PEÇO DESCULPAS AO POVO BRASILEIRO POR ESSE SUJEITO. NA ACADEMIA MILITAR DAS AGULHAS NEGRAS NÃO SE ENSINA RACISMO , MUITO PELO CONTRÁRIO É MOTIVO DE INQUÉRITO MILITAR E CONSEQUENTE EXPULSÃO DO EXÉRCITO BRASILEIRO.

OS MILITARES NEGROS DAS FORÇAS ARMADAS DEVERIAM FAZER UM PROTESTO CONTRA ESSE CANALHA RACISTA E A PRETA GIL DEVERIA ENTRAR NA JUSTIÇA CONTRA ELE

EU , COMO NEGRO , REPUDIO AS PALAVRAS DESSE SUJEITO.

BRASIL MARÇO DE 2011 , O RACISMO PERSISTE NA ALMA DA "ELITE"


"Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu", respondeu o deputado Bolsonaro.

Brasil leva 15 anos para quitar débito; nos EUA pagamento sai na horaCompartilhe

O abismo que existe na lei brasileira e na legislação que norteia os Estados Unidos parece maior quando o assunto é precatório. Isso porque, se aqui no Brasil o pagamento demora 15 anos –no mínimo, há de se ressaltar—lá fora a política é de pagamento espontâneo quando a administração pública é condenada judicialmente


O Brasil tem hoje mais de 280 mil precatórios numa dívida que ultrapassa os R$ 84 bilhões.

SERRA SE APRESSA PARA VER A CERIMÔNIA




Lula recebe prêmio em Portugal


Ele recebeu o prêmio das mãos do presidente Aníbal Cavaco Silva. Ex-presidente vai receber título 'honoris causa' da Universidade de Coimbra.




Do G1, em Brasília




Luiz Inácio Lula da Silva (d), ex-presidente do Brasil, recebe o Prêmio Norte-Sul 2010 das mãos do presidente de Portugal, Aníbal Cavaco Silva (e), em Lisboa, nesta terça-feira (29) (Foto: PAULO AMORIM/ AE)O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe o Prêmio Norte-Sul 2010 das mãos do presidente de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, em Lisboa, nesta terça-feira (29). Lula vai receber também título 'honoris causa' da Universidade de Coimbra (Foto: Paulo Amorim/ AE)

SERRA QUERIA ESTAR AQUI , MAS TÁ LÁ COM OS OLHOS ESBUGALHADOS E OFEGANTE ATRÁS DE UMA BOQUINHA. TÁ DANDO DÓ !




Dilma chega a Portugal para homenagem a Lula


Ex-presidente recebe título 'honoris causa' da Universidade de Coimbra. A presidente se reúne também se reúne com autoridades portuguesas.




Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília





Presidente Dilma Rousseff durante chegada a Lisboa, Portugal (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)A presidente Dilma Rousseff durante chegada a Lisboa, Portugal (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

A presidente Dilma Rousseff chegou por volta das 10h30 desta terça-feira (29) a Portugal para uma homenagem da Universidade de Coimbra ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dilma deve ainda ter reuniões com autoridades do país europeu. A presidente seguiu de carro de Lisboa para Coimbra, na região central, e chegou por volta das 12h30.

AQUI NO DF , A CÉLERE JUSTIÇA BRASILEIRA PRETENDE BATER O MARTELO ASSIM QUE ACABAR A COPA 2014 E FOR O MAIOR VEXAME DO MUNDO. É MUITO TRISTE !

“O que parecia, inicialmente, muito bem colocado, como o VLT e o reforço da 047 – aquela estrada que sai do aeroporto e chega ao Plano Piloto, com projeto de túneis e viadutos – hoje temos um nível de dificuldade adicional. Não só o enfrentamento de recursos [na Justiça] para execução da obra, o cronograma, isso ficou menor diante das dificuldades que nós estamos enfrentando com as consequências da crise política [do mensalão do DEM]”, afirmou Filipelli.


Filipelli afirmou que a evolução das obras no DF “esbarra hoje em disputas judiciais” que ainda devem ser concluídas na Justiça. A gestão de governador Agnelo Queiroz (PT), segundo o vice, “torce” para uma definição rápida e definitiva do judiciário em torno dos empreendimentos questionados judicialmente como o VLT.

DEPUTADO DIZ NO "CQC" QUE NAMORAR NEGROS É PROMISCUIDADE.DEVE SER O QUE PENSA O CANAL RACISTA GLOBONEWS

Preta Gil quer processar deputado por comentário racista


No "CQC" desta segunda-feira, o deputado Jair Bolsonaro (PP) disse que um filho seu nunca namoraria uma mulher negra porque isso seria promiscuidade. Ele respondia a uma pergunta feita por Preta Gil, que em seu perfil no Twitter afirmou estar estudando processar o político.


No programa, Bolsonaro respondia a uma série de perguntas sobre ditadura e preconceito contra gays e negros. Quando questionado pela cantora sobre como ele agiria caso seu filho se apaixonasse por uma negra, o deputado disse não se preocupar com isso.


"Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu", respondeu o deputado.


Pouco depois da exibição do programa, Preta Gil usou seu Twitter para falar sobre o assunto. Ela disse ainda ter enviado o vídeo ao seu advogado.


"Advogado acionado, sou uma mulher Negra, forte e irei até o fim", escreveu no microblog.


Procurado pela Folha na manhã de hoje, o deputado não foi encontrado para comentar o caso.











Julia Moraes/Folhapress
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A cantora Preta Gil afirma ter acionado seu advogado para processar deputado sobre declarações no "CQC"

O ATOLEIRO DO PSDB

Caminho das Verbas

MP investigará os "atoleiros"






» Izabelle Torres



















Rafael Ohana/CB/D.A Press - 13/3/11
Reconstrução de estradas em Mineiros (GO) será questionada pelo MP

O uso de recursos emergenciais repassados ao município goiano de Mineiros, distante 384km de Brasília, será investigado pelo Ministério Público Federal de Goiás. Ontem, a procuradora da República Sabrina Menegario instaurou um Procedimento Administrativo para apurar denúncias publicadas no Correio sobre a aplicação dessas verbas. A procuradora vai pedir informações à prefeitura sobre os investimentos já realizados e os valores que aguardam aplicação. Além disso, a prefeita Neiba Barcelos (PSDB) terá de explicar por que contratou a empreiteira que financiou a campanha política do seu marido para construir pelo menos uma das pontes destruídas pelas chuvas. Menegario também determinou que uma equipe do Ministério Público realize uma vistoria in loco nas obras do município que foram destino dos R$ 1,5 milhão repassados pelo governo federal. O procedimento aberto ontem inclui questionamentos ao Ministério da Integração sobre a forma de fiscalizar o andamento das obras emergenciais e o uso dos recursos repassados diretamente a estados e municípios. A reportagem que provocou a reação do Ministério Público mostrou que pontes e estradas de Mineiros continuam destruídas, apesar da chegada dos recursos emergenciais em setembro do ano passado. A única empresa contratada, a BN Construtora, doou pouco mais de R$ 8 mil para a campanha política de Aderaldo Barcelos (PSDB) à Assembleia Legislativa. O tucano é marido da prefeita e seu antecessor no cargo. Segundo os dados oficiais, duas pontes foram totalmente concluídas, duas atingiram a marca de 92%, uma está 50% terminada e apenas duas não foram iniciadas. O Correio percorreu algumas das estradas da região e constatou que os números não coincidem com as dificuldades da população, que em algumas partes permanece isolada e cercada por atoleiros

IMPRENSA BRASILEIRA CONTINUA SEU CAMINHO DE "OPOSIÇÃO SEM RUMO" E TENTA INTRIGA ENTRE DILMA E LULA.TÁ DANDO PENA !

GOVERNO

Afagos em Minas Gerais

Depois de rumores de que a relação com Lula estaria estremecida, Dilma rasga elogios ao antecessor durante lançamento de programa de atenção à gestante em Belo Horizonte





» Alessandra Mello



















Roberto Stuckert Filho/PR
Dilma, no lançamento da Rede Cegonha: promessa de honrar a "herança" deixada pelo ex-presidente Lula

Belo Horizonte — Em meio a rumores de que a relação com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria estremecida, a presidente Dilma Rousseff (PT) fez ontem mais um afago ao antecessor. Em solenidade no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, durante lançamento do programa Rede Cegonha, a presidente encerrou seu discurso agradecendo “o legado de Lula”, que, segundo ela, vai permitir que o Brasil dê um salto maior do que o ocorrido nos últimos oito anos. “Eu recebi um país diferente. Eu recebi um país que tinha conseguido através da política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tive a honra de suceder, dar um salto maior ainda do que o presidente conseguiu dar em seu primeiro governo”, afirmou Dilma, ao mesmo tempo em que a plateia gritava o nome de Lula. O nome do ex-presidente foi um dos mais ovacionados durante a cerimônia, perdendo apenas para as palmas recebidas pela própria Dilma. A presidente prometeu honrar a “herança” recebida de Lula e pediu a ajuda de prefeitos, governadores e parlamentares de todas as legendas para colocar em prática os projetos necessários para o desenvolvimento do país. A presença de representantes do DEM, PPS e PSDB também foi um dos destaques do evento de ontem na capital mineira. No fim do dia, logo após o retorno de Dilma para Brasília, a presidente embarcou para Portugal em companhia de Lula (leia matéria na página 4). Os elogios de Dilma a Lula foram feitos menos de uma semana depois de o governo federal apoiar resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) pedindo a investigação do Irã por causa de denúncias de violação dos direitos humanos, postura diferente da que vinha sendo adotada pelo Brasil nos últimos anos. Desde 2003, início do mandato do presidente Lula, o Brasil não votava contra o Irã na ONU. As referências ao ex-presidente ocorreram logo após a ausência de Lula no almoço oferecido pelo Palácio do Planalto ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, há 10 dias. Convidado, não compareceu à recepção, o que acabou gerando especulações, principalmente por parte da oposição, a respeito do relacionamento entre Dilma e Lula. Compromisso Repetindo o discurso de posse, Dilma afirmou que o grande compromisso de seu governo é acabar com a miséria no Brasil, tarefa que ela mesma reconheceu não ser fácil e um tema que também era um dos favoritos do ex-presidente Lula. “Posso não conseguir acabar nos meus quatro anos, mas eu vou insistir tanto nisso, que esse objetivo de acabar com a miséria vai ficar selado na nossa consciência. Porque, se é um esforço do governo federal, é um esforço dos governos estaduais e dos prefeitos. Conto com cada prefeito e prefeita, com governadores, com cada um de vocês para transformar esse país em um país rico e sem pobreza”, defendeu Dilma, que estava acompanhada do governador Antonio Anastasia (PSDB) e do prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB). Durante o evento, o público aproveitou para entregar cartas à presidente e também fazer pedidos. Uma das pessoas da plateia pediu ajuda para que o Estatuto do Idoso saia do papel. Conciliação Ao lado de políticos da base aliada e da oposição, a presidente Dilma Rousseff (PT) adotou ontem um discurso conciliador e convocou prefeitos e governadores — independentemente de filiação partidária — a colaborarem pelo fim da miséria e pelo desenvolvimento do Brasil. Do governador Antonio Anastasia, ouviu que Minas Gerais será “parceira de primeira hora e de altíssimo nível com o governo federal e os municípios”.

UMA TRISTE FIGURA.ESSE É O "MAIS PREPARADO" , O HOMEM DO "CURRÍCULO EXEMPLAR". A IMPRENSA BRASILEIRA NOS TRAZ O DE PIOR COM SUA CORRUPÇÃO

FAÇO UM APELO AO GOVERNADOR DO DF AGNELO QUEIROZ DO PT QUE NÃO FAÇA PROPAGANDA DO SEU GOVERNO,COMO OS OUTROS GOVERNADORES,APENAS TRABALHE E RESOLVA OS PROBLEMAS DE SAÚDE,EDUCAÇÃO...

O ATENDIMENTO NOS HOSPITAIS PÚBLICOS DO DF CHOCA E HUMILHA A QUEM DELE PRECISA. AS OBRAS RODOVIÁRIAS PARARAM E AS QUE ESTÃO QUASE PRONTAS FORAM ABANDONADAS À PRÓPRIA SORTE. OS USUÁRIOS ENCONTRAM AS VIAS SEM SINALIZAÇÃO DE ESPÉCIE ALGUMA , JÁ SENDO DEPREDADAS ANTES MESMO DE FICAREM PRONTAS. POLICIAMENTO NELAS , SIMPLESMENTE NÃO EXISTE. NÓS O POVO DO DISTRITO FEDERAL JULGAMOS NOSSOS GOVERNANTES PELO QUE FAZEM E NÃO PELO QUE DIZEM. O ELEITORES DO DISTRITO FEDERAL DERAM MAIS UMA CHANCE AO PT , DEPOIS DO FRACASSADO GOVERNO DE CRISTOVAM BUARQUE QUE CONSEGUIU SER O PIOR GOVERNADOR DO DF. NÓS DO PT PODEMOS AMARGAR UMA DERROTA PARA JAQUELINE RORIZ , FAMÍLIA E AMIGOS , QUE , CONVENHAMOS , SERIA HUMILHANTE.

SERRA E A FOME DE APARECER NA MÍDIA.ELE DISSE QUE DARIA AULAS PARA SOBREVIVER E A IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA NÃO DIZ NADA.É TRISTE !

Secretário anuncia saída e dá espaço para Alckmin ampliar basSecretário anuncia saída e dá espaço para Alckmin ampliar base

João Sampaio deixará comando da pasta de Agricultura, conforme já era previsto

Rivaldo Gomes/Folhapress
Alckmin, Serra e Goldman em inauguração da estação Butantã

DE SÃO PAULO

O secretário de Agricultura, João Sampaio (sem partido), avisou ao governador Geraldo Alckmin que deixará o governo. A saída já estava prevista e abre espaço para atrair outras legendas num momento em que Alckmin tenta ampliar sua base.
A consistência do apoio ao governo estadual foi abalada pela movimentação política do prefeito Gilberto Kassab, que deixará o DEM para fundar um novo partido, o PSD.
A articulação deixou aliados de Alckmin em alerta, temerosos de que deputados ligados a Kassab pudessem dificultar o trânsito do governo na Assembleia.
Desde então, o governador mobilizou forças para ampliar seu arco de alianças, abrindo espaços para partidos que, tradicionalmente, não se alinhavam ao PSDB.
Desde a transição sabia-se que o secretário João Sampaio -remanescente da gestão anterior- permaneceria por até três meses na pasta.
Alckmin havia reservado a secretaria para o PMDB, mas não houve acordo entre o governo e o partido sobre o nome a ser indicado.
Com o impasse, Sampaio permaneceu na secretaria para sinalizar que as negociações sobre o destino da pasta ainda estavam abertas com o PMDB. Com a saída do secretário, que deverá ser oficializada em até 20 dias, o PMDB voltará a ser sondado.
Outra possibilidade é que Alckmin contemple a bancada do DEM com a pasta, para fidelizar o apoio na Assembleia e evitar uma debandada para o PSD de Kassab.
Ontem, Alckmin e o prefeito se encontraram na posse da nova diretoria da Associação Comercial do Estado. Além deles, o ex-governador José Serra foi ao evento.
Padrinho político de Kassab e principal  de sua campanha, em 2008, Serra não quis falar sobre a iniciativa do prefeito de fundar uma nova legenda.

Lula sugere que Portugal peça ajuda a Dilma para sair da crise

Lula sugere que Portugal peça ajuda a Dilma para sair da crise

Ex-presidente será homenageado por universidade portuguesa

VAGUINALDO MARINHEIRO


ENVIADO ESPECIAL A COIMBRA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o governo português deve aproveitar a visita da presidente Dilma Rousseff, que começa hoje, para pedir ajuda contra a crise econômica por que passa o país.
Questionado se o Brasil pretende comprar títulos da dívida portuguesa, Lula respondeu: "Tudo o que pudermos fazer para ajudar, vamos fazer. Portugal merece a compreensão do Brasil".
Lula chegou ontem a Portugal, onde receberá o título de doutor honoris causa da Universidade de Coimbra.
À noite, em Lisboa, jantou com o ex-presidente Mário Soares e com José Sócrates, primeiro-ministro que renunciou ao cargo na quarta-feira da semana passada, após o Parlamento rejeitar seu pacote de corte de gastos.


CERIMÔNIA

Dilma irá acompanhar Lula na cerimônia. Depois, terá encontros com Sócrates e com o presidente português, Aníbal Cavaco Silva.
De acordo com a presidente, o principal motivo da viagem é homenagear Lula. Não são esperados acordos comerciais.
Dilma também prometeu um "tratamento especial" para Portugal.
O país vive um péssimo momento econômico: não cresce, vê seu deficit aumentar, enfrenta uma onda de greves e paga mais de 7% de juros ao ano para captar com títulos do governo.
FMIPara Lula, o país precisa evitar recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI).
"Todas as vezes que o FMI tentou cuidar da dívida dos países, criou mais problemas do que soluções", afirmou, segundo relatos de agências de notícias.

FÁCIL É COBRAR IMPOSTO DE RENDA DE TRABALHADOR COM ENDEREÇO CERTO E SALÁRIO RIDÍCULO

Editoriais

editoriais@uol.com.br

Laranjal de concessões

Fraudes nas aquisições de emissoras de rádio e TV dão enésimo argumento a favor de marco regulador que vede utilização política dos meios

A revelação de que testas de ferro são utilizados regularmente para a aquisição de concessões de rádio e TV nas licitações do governo federal vem reforçar a necessidade de reforma urgente do sistema.
Levantamento desta Folha mostrou que funcionários públicos, donas de casa e até uma cabeleireira e um enfermeiro constam como donos de rádios e TVs. Nada contra essas profissões, claro, tão dignas como quaisquer outras.
O problema reside no fato de a renda desses supostos proprietários ser incompatível com os valores das transações feitas em seus nomes. São, no jargão da delinquência, meros "laranjas".
O objetivo da fraude é ocultar os verdadeiros donos das emissoras. São especuladores, igrejas e políticos que, por motivos vários, não podem ser a face visível dessas empresas de comunicação. Driblam, assim, proibições legais e têm liberdade para agir em prol dos próprios interesses, raramente condizentes com os do público.
Quase tão chocante quanto constatar a burla é ver o Ministério das Comunicações admitir, com candura, que não teria meios de identificar o uso de laranjas. "Seria preciso quebrar o sigilo fiscal da empresa e dos sócios e fazer escuta telefônica para saber se há um sócio oculto por trás dos proprietários declarados", disse o secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do ministério.
Ora, a reportagem da Folha, sem fazer uma coisa nem outra, apontou 44 laranjas em 91 concessões conferidas de 1997 a 2010.
A incapacidade de identificar fraudes, no entanto, é apenas uma das muitas deficiências do processo de concessão. Há quase 900 licitações feitas entre 1997 e 2001 ainda não concluídas. Assim, fica claro que não só falta celeridade às concessões no país como o longo tempo gasto não se traduz em processo mais criterioso.
O governo discute, desde o ano passado, um novo marco regulador para a mídia eletrônica. Um anteprojeto que veio a público em dezembro proibia políticos de receberem concessões de rádio e TV. A medida é acertada, uma vez que o controle de meios de comunicação de massa confere uma vantagem indevida a seus proprietários no processo eleitoral.
É muito improvável que o Congresso vá nessa direção. O próprio ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, favorável à proibição, já admitiu que é mais fácil o Parlamento votar o impeachment de um presidente que rejeitar a renovação de uma concessão. Nada menos que 61 eleitos em 2010 informaram ter rádio ou TV -fora os que se valem de laranjas.
O ministro Paulo Bernardo anunciou que pedirá a cassação das concessões em poder de laranjas, mandará investigar outras irregularidades e tornará mais rígidas as regras das licitações. O público começará a acreditar nesse tipo de promessa quando ocorrer, de fato, a primeira cassação.

DIREITOS MORTAIS

JANIO DE FREITAS
Direitos mortais



É impossível crer que a intervenção na Líbia não tenha passado de protetora a causadora de mortes


DUROU POUCO a impressão de que se tornavam válidas as regras da ONU para regular situações de emergência violenta, como a irrompida na Líbia. Os Estados Unidos de George Bush ocuparam o Iraque por decisão própria, encandeceram o Afeganistão da mesma maneira, e a ONU foi incapaz de uma atitude, por mínima que fosse, em defesa das regras que representa.
A situação líbia trouxe de volta a intervenção só efetivada depois de sua aprovação, por voto, pelo Conselho de Segurança.
Uma qualidade adicional desse retorno às regras foi observado, de passagem, pelo veterano jornalista Enrique Müller, chileno radicado na Alemanha: pela primeira vez, o Conselho de Segurança aprovara uma intervenção invocando a defesa de direitos humanos.
Tratava-se de proteger a população civil dos ataques de Gaddafi aos rebeldes. E assim ficou claro mesmo na imprecisa resolução do conselho, que autorizou, para tanto, a criação de uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia e o embargo de armas para Gaddafi.
A queda do ditador pode justificar-se já por evitar a feroz represália que adviria de sua permanência. Mas, do modo como é buscada, invalidou a resolução do Conselho de Segurança. Franceses e ingleses, e em menor proporção os americanos, abrem a fogo o caminho para o avanço dos rebeldes.
Incluíram-se como partes da guerra, não mais agentes de inquietações humanitárias com a vitimação de civis.
Antes do passo além, França, Inglaterra e Estados Unidos poderiam submetê-lo ao Conselho de Segurança com certeza quase absoluta de aprovação. Tanto por serem fáceis os seus argumentos quanto por estar já o conselho comprometido com a empreitada, sendo-lhe conveniente apressar o fim. Preferiram voltar a Bush do que à ONU.
Além disso, e principalmente, a própria secretária de Estado americano, Hillary Clinton, reconheceu haver sinais da disposição de Gaddafi para negociar sua saída. Não haverá como justificar que essa, sem ter sido a prioridade antes da intervenção bélica, continue não o sendo.
É impossível crer que a intervenção não tenha passado, ao exceder a resolução 1973, de protetora a causadora de mortes de civis, talvez tantas quanto fazem as tropas de Gaddafi. Nunca se saberá.
E já que os direitos humanos ficaram no papel, qual é o plano para depois de Gaddafi? Uma intervenção não seria má ideia para os interesses franceses, ingleses, italianos e, como sempre, americanos.

A RECEITA FEDERAL SÓ PEGA TRABALHADOR COM ENDEREÇO CERTO E SALÁRIO RIDÍCULO

CONGRESSO

O poder dos réus

Levantamento do Correio indica que 32% dos cargos mais cobiçados na hierarquia do Senado e da Câmara estão nas mãos de parlamentares acusados de irregularidades





Izabelle Torres











Políticos denunciados e acusados de cometer irregularidades na administração de recursos públicos comandam alguns dos cargos mais importantes do Congresso. Indicados por partidos para postos com poder de administrar orçamentos bilionários, influenciar votações e barganhar com o Executivo, parlamentares citados em órgãos da Justiça são responsáveis por 32% das vagas mais estratégicas do Legislativo. No Senado, a influência de quem tem pendências judiciais fez com que 44% dos cargos-chaves da Casa fossem ocupados por políticos processados. Na Mesa Diretora, das sete vagas, quatro estão com réus em ações. Uma delas, a que tem a função de gerir orçamento de mais de R$ 3 bilhões, foi dada ao senador Cícero Lucena (PSDB-PB) sem questionamentos quanto à ação que tramita atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF) na qual ele é acusado de aplicar recursos públicos de forma irregular. Segundo a acusação do Ministério Público, o senador estaria envolvido na má aplicação de R$ 7,8 milhões entre 1990 e 1994. Na lista de possíveis irregularidades estão falhas como o pagamento por serviços não realizados, indícios de sobrepreço e não realização de licitação para estabelecer contratos. Todas referentes a funções que ele terá no cargo ocupado no Senado. Para a Mesa Diretora, os senadores também optaram por João Ribeiro (PR-TO), contra quem pesam acusações de peculato e formação de quadrilha. Com a carta branca dos colegas, ele vai administrar a emissão de passaportes e será o responsável pelas reuniões secretas da Casa. Na lista da Justiça e perto do poder no Senado ainda estão a vice-presidente da Casa, Martha Suplicy (PT-SP), o terceiro-secretário João Vicente Claudino (PTB-PI) e lideranças que resistem a escândalos e cujo poder permanece ano após ano. É o caso, por exemplo, de Romero Jucá (PMDB-RR), que, apesar de ter sido acusado de desviar verbas públicas, permanece acumulando influência graças à função de líder do governo. Além de Jucá, líderes como Renan Calheiros (PMDB-AL) e Gim Argello (PTB-DF) se mantêm no comando político apesar de pendências judiciais. Renan ainda levou na carona o recém-chegado Eunício Oliveira (PMDB-CE), que ganhou de presente a chefia da Comissão de Constituição e Justiça e o poder de interferir na pauta de votações da Casa. Ele é acusado de comprar votos para se eleger. Na disputada Comissão de Infraestrutura, responsável por fiscalizar e decidir pautas importantes referentes às milionárias obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), está Lúcia Vânia (PSDB-GO). A senadora é ré em um processo no STF que a acusa de peculato. Para lotear as cadeiras mais poderosas da Câmara, também foram designados parlamentares denunciados e cujos inquéritos tramitam na Justiça. Eduardo Gomes (PSDB-GO) foi eleito primeiro-secretário e passou a ser responsável por um orçamento superior a R$ 4 bilhões, além de receber um exército de servidores terceirizados. O tucano tem contra ele um inquérito que apura irregularidades em licitações na época em que comandava a Câmara Municipal de Palmas. De acordo com o Ministério Público, houve compras irregulares de itens, como baterias de celulares, sem licitação. Na divisão de cargos, no entanto, nada causou tanta perplexidade quanto a indicação de João Paulo Cunha (PT-SP) para o comando da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Réu no processo do mensalão, ele tomará conta dos pareceres jurídicos dos projetos que tramitam na Câmara. Seu caso não é o único. À frente da Comissão de Viação e Transportes está Edson Ezequiel (PMDB-RJ), acusado de improbidade, peculato e corrupção passiva. Ele chegou a ter suspensos seus direitos políticos, mas ainda recorre. Mesmo assim, seu partido deu a ele uma vaga no comando do colegiado responsável pela fiscalização e decisões referentes às obras de estradas e rodovias. Outro exemplo na Casa é a indicação de Claudio Puty (PT-PA) para a Comissão de Finanças e Tributação. O deputado é acusado de comprar votos e de manter conduta vedada a agente públicos. “Essas indicações mostram que pouco importa o passado desses parlamentares na divisão dos cargos. Não é de se estranhar que gente processada esteja cada vez mais poderosa, já que estamos em um país adepto da impunidade parlamentar”, afirma o cientista político David Fleischer. Outro lado Eduardo Gomes reage ao inquérito que o acusa de fraude em licitação afirmando que vai representar contra o autor da denúncia. Segundo ele, a acusação não faz sentido porque o valor do ato praticado anos atrás nem chega a R$ 1.500 e a licitação era dispensável pelo princípio da insignificância. “Essa denúncia não tem sentido. O preço era irrisório e poderíamos ter corrigido facilmente se desconfiássemos de irregularidades. Minhas contas foram aprovadas durante minha gestão à frente da Câmara. Essa posição do MP é que foi um erro, mas não quis acordo para poder processar o procurador depois de ser inocentado”, diz ele. Em sua defesa, Cícero Lucena argumentou que não poderia ser responsabilizado pela execução dos convênios firmados pela administração municipal porque não atuava como ordenador de despesas. Em seu site, João Ribeiro comenta as acusações e os inquéritos contra ele, afirmando que todos devem ser arquivados por falta de provas e por prescrição dos supostos crimes. A reportagem não obteve resposta dos demais citados.

segunda-feira, 28 de março de 2011

QUEM TIVER A CORAGEM DE VER AS FOTOS SOBRE A POSTAGEM ABAIXO VAI SE ENOJAR , COMO EU ME ENOJEI.NÃO VEJA NADA DISSO NO "JORNAL NACIONAL" DE HOJE OU DE SEMPRE

É DE DAR INVEJA AO IMPÉRIO ROMANO !
ESSE É O PAÍS EM QUE UM PÉSSIMO FILME CHAMADO "GUERRA AO TERROR" É PREMIADO COM UM OSCAR PARA DEMONSTRAR PARA O PLANETA QUE OS HERÓIS MORAM LÁ E OS BANDIDOS MORAM ACOLÁ.

O IMPÉRIO DEMOCRATA E REPUBLICANO SÓ CONSIDERA OS SEUS CIDADÃOS COMO SERES HUMANOS O RESTO DO PLANETA É UM 'ALVO LEGÍTIMO'. É TRISTE !

Em meio à guerra contra o grupo islâmico Taleban, um comando de infantaria das Forças Armadas americanas cometeu atrocidades contra civis, assassinando crianças, mutilando corpos e exibindo suas ações em fotografias. A denúncia foi feita pela revista "Rolling Stone", em reportagem divulgada neste domingo em seu site.
Os crimes teriam sido cometidos pelos homens do 3º Pelotão da Companhia Bravo, alocada na província afegã de Kandahar, uma das mais violentas do país.
A revista relata que, em 15 de janeiro de 2010, eles deixaram a base de Ramrod em um comboio em busca de militantes do Taleban --mas dispostos a matar qualquer um.
Eles chegaram então à vila de La Mohammad Kalay, localizada perto de plantações de ópio. Lá, encontraram apenas fazendeiros desarmados e nenhum inimigo evidente.
"Enquanto os oficiais do 3º Pelotão conversavam com um ancião dentro de um armazém, dois soldados [Jeremy Morlock e Andrew Holmes] se distanciaram da unidade até chegar ao extremo da vila. Lá, em uma plantação de ópio, eles começaram a procurar alguém para matar", conta a revista, que cita dados de uma investigação das Forças Armadas.
O escolhido, ainda segundo a revista, foi um jovem de cerca de 15 anos, desarmado. O próprio soldado Morlock confessaria mais tarde que o jovem, identificado como Gul Mudin, não era uma ameaça.
De qualquer forma, os americanos o chamaram em pashtu e ordenaram que parasse. O garoto ficou imóvel. Os soldados então atiraram uma granada e, em seguida, abriram fogo com uma metralhadora.
Quando os demais soldados chegaram para ver o que ocorrera, Morlock disse que o garoto iria atacá-los com uma granada e eles tiveram que atirar nele. Depois de cumprir o protocolo de identificação dos militares americanos, os dois soldados começaram a tirar fotos com o corpo. Holmes posou segurando a cabeça do jovem.
As fotos, graficamente muito fortes, estão disponíveis no site da "Rolling Stone".
Holmes chegou, ainda segundo a revista, a levar um dedo do garoto afegão. Um colega disse que ele queria um troféu e esperava que o dedo secasse, para guardá-lo para sempre.
Os soldados nunca foram punidos pelo assassinato e o mesmo pelotão matou ao menos três outros civis inocentes nos próximos quatro meses. Quando as mortes se tornaram públicas, o Exército tentou enquadrá-las como resultado de uma unidade indisciplinada e que operava sob suas próprias regras.
Os militares chegaram a condenar cinco soldados por assassinato, mas as informações foram vetadas pelo Pentágono. A revista diz que os soldados da Companhia Bravo foram proibidos de dar entrevista.
Mas uma investigação interna a qual a "Rolling Stone" disse ter acesso mostra que dezenas de homens da infantaria faziam parte desta equipe de assassinatos e que agiam abertamente, sem se esconder dos colegas de companhia.

A FOLHA DE SÃO PAULO PRETENDE ELOGIAR A PRESIDENTA DILMA ATÉ AS ELEIÇÕES DE 2014 ?

O TIRO PODE SAIR PELA CULATRA, A INSISTÊNCIA EM DESTRUIR O "GOVERNO ANTERIOR"-É COMO O TABLÓIDE SE REFERE AO GOVERNO DO PRESIDENTE LULA- PODE DESTRUIR A CANDIDATURA DO BONITINHO COLLOR II AÉCIO NEVES. TALVEZ, OU MELHOR, CERTAMENTE , QUANDO CHEGAR PERTO DAS ELEIÇÕES DE 2014 A FOLHA DIRÁ QUE DILMA DECEPCIONOU E NO FIM NÃO PASSOU DE UMA IMITAÇÃO DO "GOVERNO ANTERIOR" , LEIA-SE LULA. TÁ DANDO UMA PENA DANADA!

Eu era governador , rasgamos na própria carne.Tá dando uma pena danada !

Entrevista:
José Agripino diz que debandada do DEM rumo ao PSD terá troco
Ivan Iunes
Tiago Pariz


A imagem de que o DEM assistirá impassível à fuga de parlamentares para o PSD, de Gilberto Kassab, não passa de ledo engano, segundo o presidente da sigla, José Agripino (RN). Até aqui, os atuais dissidentes tiveram os movimentos pautados pela lei, o que dificultaria a ação do antigo PFL. Mas o senador antecipa que, em caso de fusão futura com outra sigla, seja ela o PMDB ou o PSB, o contra-ataque será rápido. “Essa é uma infidelidade programada, uma infidelidade anunciada. Se houver a fusão, não tenha dúvida de que cobraremos os mandatos, um a um”, ameaça. Em entrevista ao Correio, o senador afirma que o partido perdeu a guerra da comunicação em momentos-chaves da recente democracia brasileira e, por isso, tem de lutar contra a
pecha de ser a legenda herdeira da Arena, esteio da ditadura. Enquanto isso, a antiga Arena, que virou PDS e hoje é PP, se embala no colo governista.

Desde que assumiu um partido rachado entre duas tendências, de Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Jorge Bornhausen (DEM-SC), Agripino trabalha para unir “óleo e água”. Perdeu a batalha pela permanência da senadora Kátia Abreu (TO) e dos deputados federais Eleuses Paiva (SP) e Guilherme Campos (SP), além do candidato à Vice-Presidência no ano passado, Índio da Costa. Ainda assim, entende que evitou uma sangria maior. Agora, pretende promover a massificação do partido, de olho nas eleições municipais de 2012 e na recuperação do poder de fogo de um partido que, há dez anos, tinha pouco mais de uma centena de deputados e deve fechar o ano reduzido a 40. “Nosso compromisso é com nós mesmos.”

Como o senhor avalia a composição do PSD?A perda do prefeito é grande, mas nada que atrapalhe os planos do partido de crescer. O anunciado PSD está sendo criado a partir da presença de pessoas cujo relacionamento é recente, sem quaisquer afinidades ideológicas com Kassab. Querem criar um partido de claro viés governista. Temos de respeitar, as pessoas têm esse direito, estão amparadas pela lei.

"Se houver a fusão, cobraremos os mandatos, um a um. A possível união do PSD com o PSB é tão propagada que os órgão judiciais já estão antenados"
O partido não pode pedir o mandato dos dissidentes?
Isso já foi feito, mas esse caminho legal não existe. Agora, com esse partido novo criado, até que se assine a ata do partido, eles estão cobertos. Infelizmente, não tem como ir contra o que está escrito. Em caso de fusão, aí sim. A brecha é do tamanho do Congresso. Essa é uma infidelidade programada, anunciada.
Se houver a fusão, não tenha dúvida de que cobraremos os mandatos, um a um. A possível fusão com o PSB é tão propagada que os órgão judiciais já estão antenados. Dentro do partido, a guerra não está ganha, ainda há muito o que harmonizar, mas minha disposição é de estabelecer o diálogo e chamar as pessoas à racionalidade.

Até que ponto o partido se enfraqueceu depois do racha?Demos uma demonstração de maturidade e capacidade de entendimento entre nossos líderes quando conseguimos eleger uma nova executiva nacional, unindo os dois grupos mais fortes do partido. Estão contidos jovens e veteranos. Ambos me pediram que eu fosse candidato a presidente. Mesmo os dois grupos estando com claro desentendimento, entendi que o pedido era uma clara intenção de promover a unidade. Agora, nosso compromisso é com nós mesmos. Pretendemos manter a aliança com o PSDB, mas antes de qualquer coisa está a preservação da identidade e interesse do Democratas.

O estado atual aproxima o partido de uma fusão?Não passa pela nossa cabeça a necessidade de uma fusão. Não é uma tese que ocupe lugar prioritário nas discussões. Caminharemos com PSDB e PPS sem dificuldade, mesmo nas alianças, eleições municipais. O segundo turno serve exatamente para quando não tivermos acordo. No segundo turno, o que lograr melhor êxito terá aliança com o outro. Há um direito partidário de apresentar candidaturas que tem de ser respeitado, incluindo a Presidência da República.

Em que momento o DEM deixou-se engolir pela imagem de único partido herdeiro da ditadura, sendo que o antigo PDS, hoje PP, está na base do governo?Perdemos a guerra da comunicação. Eu admito que sim, nos deixamos engolir. A massificação das ideias do partido que defendo coloca claramente que fomos o partido que viabilizou a transição democrática. Eu era governador, rasgamos na própria carne e rompemos com o PDS para viabilizar a eleição de Tancredo Neves, que era quem tinha compromisso com a transição democrática, não Paulo Maluf. Isso motivou a criação do PFL, mas essa ação histórica não foi massificada. Foi um erro de comunicação, mas a eleição, a morte de Tancredo e a posse de Sarney acabaram sendo mais fortes do que nosso gesto. E não cuidamos de oxigenar essa informação ao longo do tempo. Hoje se fala de Mensalão do DEM, uma ideia massificada. Mas ninguém fala que nós fomos o único partido que promoveu a expulsão de um quadro importante acusado pela prática de um ato ilícito.

Qual é a estratégia para reverter esse jogo?As ideias liberais modernas do partido têm de ser o carro-chefe. Vou visitar os estados, acompanhado de quantos companheiros possam ir. Quantos brasileiros não entendem que o Estado brasileiro está inchado e é esse inchaço que leva a um gasto público de má qualidade, incapaz de gerar recursos para investimentos. Precisamos valorizar o capital privado para que ele supra o público, quando este não for suficiente para promover o desenvolvimento necessário, como portos, aeroportos, estradas. Estamos a serviço do agronegócio produtivo e sustentável. Em outra vertente, não se pode abrir mão da preservação do meio ambiente, mas não se pode colocar isso na frente do desenvolvimento econômico. Há formas de se compatibilizar as duas coisas.

Se o PFL tivesse feito isso em 2003 não teria evitado essa crise de identidade, de fazer oposição sem um ideário?Talvez tenha havido descuido. Fizemos oposição ao que precisávamos, como o mensalão e a CPMF. Mas também descuidamos da oposição no sentido de aperfeiçoar a proposta legislativa. Na proposição, perdemos a guerra da comunicação, mas há sempre tempo de voltar.

Como se constrói hoje esse nome de unanimidade nacional que possa ser candidato à Presidência pelo DEM?Se fizermos uma avaliação, quem era Barack Obama há cinco anos? Não era figura conhecida. Se fez conhecer por ideias, posturas e circunstâncias. Temos três anos para colocar ideias e talentos em campo. Aécio Neves é um grande quadro do
PSDB, grande senador, mas não sabemos sequer se é pré-candidato à Presidência. E eles sabem que o DEM, pelo seu tamanho, tem o direito de aspirar ter candidatos à governador e à Presidência. Ninguém pode tirar de nós esse direito.

Há a necessidade de uma nova oposição?A oposição que meu partido faz é uma oposição aos erros do governo. Se o governo erra, estaremos presentes. Temos de dar ênfase à questão programática, massificar nossas ideias.

Como aproximar esse ideal da Reforma Política?Nossa formulação programática fica no campo das ideias. Na Reforma Política, você não pode colocar dogmas como forma geral. Se você perguntar se o partido é a favor do fim das coligações nas eleições proporcionais, diremos que sim porque somos favoráveis ao fortalecimento dos partidos. Somos a favor da cláusula de barreira? Somos, porque defendemos a redução do número de siglas para que os partidos defendam segmentos de pensamentos. Somos favoráveis ao financiamento público? Sim, desde que com listas fechadas partidárias para votação. Mas isso são apenas ideias que o presidente está colocando, porque reforma política é a praia dos parlamentares.