domingo, 31 de julho de 2011

ESCLARECIMENTO AOS LEITORES DO BLOG: NÃO SOU INGÊNUO PARA ACHAR QUE OS PETISTAS SÃO MARAVILHOSOS , A "OPOSIÇÃO SEM RUMO" É PÉSSIMA , LULA E DILMA SÃO SANTOS E NUNCA ERRARAM , SERRA , FHC , AÉCIO SÃO PESSOAS ABOMINÁVEIS , MAS O QUE DEFENDO SÃO AS NOVAS IDÉIAS QUE VIERAM COM LULA E CONTINUARAM COM DILMA , É ESSA NOVA VISÃO DE TENTAR MINORAR A MISÉRIA , CRIAR EMPREGOS , FINANCIAR A ECONOMIA NACIONAL , OUSAR NA POLÍTICA ECONÔMICO-FINANCEIRA SEM SEGUIR A RISCA OS CONCEITOS DOS ECONOMISTAS QUE NOS PARALISARAM DURANTE SÉCULOS E , PRINCIPALMENTE , VER O POVO BRASILEIRO COMO O PRIMEIRO BENEFICIÁRIO DO CRESCIMENTO DO PIB DO PAÍS , ONDE A CONTA "CONSUMO DAS FAMÍLIAS" É A QUE MAIS CRESCE. POR ISSO TUDO EU , HELIO DE SOUZA BORBA , MANTENHO O " APOSENTADO INVOCADO" PARA NOS DEFENDER DA "ELITE" , QUE NUNCA NOS OLHOU COMO GENTE E COM UM DETERMINISMO CRUEL QUERIA NOS CONDENAR A ETERNA POBREZA. ESSA "ELITE" QUE DIFUNDIU DURANTE SÉCULOS UM COMPLEXO DE INFERIORIDADE NO BRASILEIRO. "OLHA O POVINHO QUE EU VOU COLOCAR LÁ , DISSE DEUS " , ESSAS E OUTRAS PIADAS FORAM INVENTADAS PARA ACABAR COM NOSSA AUTO-ESTIMA E NOS ESCRAVIZAR PARA SEMPRE

ASSINADO : HELIO DE SOUZA BORBA
"APOSENTADO INVOCADO"

MARCOS COIMBRA VAI NO PONTO CERTO

Marcos Coimbra


Sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

marcoscoimbra.df@dabr.com.br



Faça a coisa certa

Com seu habitual bom senso, as pessoas comuns sabem que o problema da saúde não tem uma causa única ou um só culpado. O relevante é saber o que cada político faz para resolvê-lo
Dizendo o óbvio: os governantes não são julgados pelo tamanho dos problemas que enfrentam, mas pelas respostas que a eles dão.

As pessoas não avaliam quem tem função no Executivo segundo a gravidade dos problemas existentes. Isso só acontece em situações excepcionais, quando elas se convencem que alguma coisa errada foi causada por alguém. Aí sim a conta é cobrada.

Na maior parte das vezes, não é isso que ocorre. Os problemas são de responsabilidade difusa, ninguém tem paternidade clara. Muitos são antigos e é impossível saber quando surgiram. São tão disseminados que parecem nascer por geração espontânea.

O problema da saúde pública, por exemplo. Hoje, para a vasta maioria dos brasileiros, é o mais grave e urgente do país. Do Oiapoque ao Chuí, nas pesquisas de opinião, sempre aumenta a proporção de entrevistados que o apontam como sua maior preocupação. Está se tornando uma obsessão nacional.

Alguém pode ser individualmente responsabilizado por ele? Mesmo o mais petista não teria coragem de dizer que os tucanos são culpados e só um oposicionista muito mal informado diria que a culpa é do “lulopetismo”.

Com seu habitual bom senso, as pessoas comuns sabem que o problema da saúde não tem uma causa única ou um só culpado. Que, a rigor, nem é tão importante discutir como se originou. O relevante é saber o que cada político faz para resolvê-lo. É assim que eles são avaliados, não pelo fato de haver o problema.

Foi, fundamentalmente, pela sua passagem pelo Ministério da Saúde, no segundo governo de Fernando Henrique, que Serra se tornou candidato a presidente em 2002, permaneceu no páreo em 2006 e emplacou uma nova candidatura presidencial em 2010.

A gravidade do problema da saúde impediu que fosse candidato? Alguém jogou a responsabilidade por ele em seu colo? (A campanha Lula até tentou, em 2002, sem necessidade ou sucesso). Foi porque ele resolveu o problema da saúde que teve, nas duas vezes, um desempenho razoável e chegou, em ambas, ao segundo turno?

Sabemos que não. Serra foi um bom ministro da Saúde e se tornou um candidato presidencial respeitável ao conseguir fazer boas coisas, apesar da gravidade da situação. E não foram ações que solucionaram as carências mais sentidas. Pouco melhorou, por exemplo, a qualidade do atendimento oferecido no sistema público e pouco aumentou a oferta de equipamentos básicos, como hospitais e postos de saúde.

Iniciativas como a criação dos genéricos e a distribuição do kit anti-Aids ficaram como símbolos do que é possível fazer para diminuir problemas complicados. Um “pouco” que é “muito”. Isso é que foi relevante na formação da imagem de Serra.

Há algo parecido na briga de Dilma para moralizar o Dnit. É lá, no foco de problemas de corrupção que existem há anos no setor, que ela se propôs a mexer e a não descansar enquanto não terminar uma faxina em regra.

O que mais chama atenção é quão sozinha ela está na empreitada. No Congresso, seu partido lhe dá apoio apenas discreto, temendo indispor-se com as outras bancadas da “base”. Nessas, ninguém defende medidas que podem se voltar contra elas.

A oposição finge espanto com o que vê e se recusa a contribuir para que tenha sucesso. Na mídia, seus porta-vozes preferem o papel de vestais escandalizadas em vez de reconhecer o valor do que Dilma está fazendo.

Fazer uma limpa no Dnit resolve a corrupção no Brasil? Talvez não, mas é um passo fundamental. E é dando um passo de cada vez que se anda. Pelo menos, na vida real, onde promessas grandiosas e onipotentes costumam ser sinônimos de fazer nada.

BRASIL , UM PAÍS SEM FRONTEIRAS

UM PAÍS SEM FRONTEIRAS


A cada hora, 15 imigrantes tentam "virar" brasileiros

São quase 1 milhão de pessoas de outras nações espalhadas pelos nossos 5.565 municípios. Correio mostra como elas chegaram aqui e de que forma vivem longe da terra natal

Alana Rizzo

Enviada Especial



Rafael Ohana/CB/D.A Press



Acervo do Ministério da Justiça: passaportes antigos de estrangeiros que vieram para o Brasil

São Paulo — A escada de acesso à Pastoral do Migrante, no centro da capital paulista, parece estreita demais para o entra e sai de gente. A sala de espera também. E o telefone não dá trégua. É só colocar no gancho para voltar a tocar. Bolivianos, paraguaios, peruanos, africanos: a lista inclui gente de 90 países. Todos buscam pistas para garantir a permanência no Brasil às vésperas do prazo final para a regularização concedida pela Polícia Federal, que termina em meados de agosto. Chegam tímidos, de cabeça baixa. Trazem nas mãos pilhas de papéis reunidos na esperança de “virar” brasileiros — ou, no jargão da diplomacia, comprovar a própria existência no país. “Não tem nada pior do que não existir para um governo”, diz a boliviana Maria Cruz, 28 anos, há dois morando na capital paulista e trabalhando dia e noite debruçada sobre uma máquina de costura.

A história de Maria mistura-se à de 20 mil bolivianos que cruzaram a fronteira de ônibus, geralmente por Foz do Iguaçu (PR) ou Corumbá (MS), para ganhar a vida no Brasil. Ou de outros quase um milhão de estrangeiros que vivem hoje no país. A cada hora, 15 pessoas decidem permanecer aqui. São 11,4 mil “novos brasileiros” por mês; estrangeiros que entram no país e não retornam. Passam a viver sob a vigilância das leis e regidos pela Constituição Federal, o que lhes garante acesso a todas as políticas públicas. Nos últimos três anos, em média 130 mil pessoas das mais diferentes nacionalidades elegeram o Brasil para viver. Empresas petroquímicas e marítimas, além das obras do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) e de eventos esportivos, tornaram o país ainda mais atraente para os estrangeiros, estimulados pelos bons números da economia.

O Correio revela a partir de hoje histórias de quem decidiu trocar a terra natal pelo Brasil. De onde vieram, como chegaram, o que fazem, quanto gastaram — ou quanto receberam — para estar aqui. Em 2008, segundo o Ministério da Justiça, entraram no país 2,9 milhões de estrangeiros. No ano passado, foram 5 milhões, um aumento de 72%. Documentos do Ministério da Justiça obtidos pela reportagem mostram a presença dos estrangeiros nos 5.565 municípios.

Apesar de concentrados em áreas de fronteira e nos grandes centros, os novos brasileiros começam a migrar para o interior do país. É o que está ocorrendo, por exemplo, com os bolivianos em São Paulo. Ou com os europeus no Nordeste. Para os haitianos, vítimas do terremoto e da miséria que assola o país, Manaus é a porta de entrada, depois de dois meses viajando e outros 40 dias na fronteira à espera de autorização.

A série vai mostrar ainda os artifícios usados para garantir a permanência no país: bebês e casamento. “Cem por cento garantido é só filho”, afirma um advogado especializado na regularização de estrangeiros. A estratégia é ainda mais comum entre organizações criminosas infiltradas em vários estados. A partir de relatos de presidiárias, a reportagem também mostrará o Brasil visto apenas atrás das grades — em cinco anos, a população carcerária de estrangeiros aumentou 138%.

História

A chegada de imigrantes no Brasil não é fato novo. Foi estimulada pelo governo brasileiro no fim do século 19 e no início do século 20, quando o próprio Estado pagava a viagem de italianos e japoneses que quisessem vir para cá. Houve períodos em que 7% da população total brasileira era composta por estrangeiros. Passou também, nos anos seguintes, por um período em que a entrada e a saída de estrangeiros já não influenciava na população total. E a situação econômica do país levou milhares de brasileiros a cruzarem o Atlântico em busca de oportunidades na Europa e nos Estados Unidos. Agora, Paraguai, Bolívia, países europeus e africanos são os que perdem diariamente habitantes.

A política de imigração brasileira é considerada extremamente generosa, com pelo menos sete tipos de vistos temporários e outros quatro permanentes, além de resoluções que autorizam a permanência de estrangeiros e acordos de livre residência. “Estamos em um país que respeita os migrantes, embora a lei esteja defasada”, destaca o secretário executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto. “O país passou a representar oportunidades”, destaca Paulo Sérgio de Almeida, do Conselho Nacional de Imigração, órgão colegiado ligado ao Ministério do Trabalho.

Recentemente, o governo promoveu a maior regularização de estrangeiros. Foram 44,8 mil anistiados. Do total de imigrantes, os maiores beneficiados foram os bolivianos, os paraguaios, os coreanos e os chineses. “A regularização migratória não foi suficiente para formalizar esse contingente cada vez maior de trabalhadores nem para assegurar todos os direitos e o acesso às políticas públicas”, afirma o padre Mário Geremia, da Pastoral do Migrante.

“Estamos reproduzindo um padrão, fazendo com os estrangeiros o que fazem com os brasileiros lá fora,” destaca o procurador da República Jefferson Aparecido Dias.

Na última sexta-feira, o Ministério da Justiça publicou uma portaria com novas normas para a legalização dos estrangeiros no país. Entre elas a especificação dos documentos que precisam ser apresentados à Polícia Federal.

Colaboraram Izabelle Torres e Renata Mariz

A PORTA-VOZ DE JOBIM AMEAÇA A PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF

ELIANE CANTANHÊDE
Tudo balança, mas não cai


BRASÍLIA - A maior preocupação da presidente Dilma Rousseff, como ela deixou evidente na posse de Ollanta Humala no Peru e nos encontros com Cristina Kirchner em Brasília, é com os efeitos ainda não bem definidos da crise dos EUA no mundo, na América do Sul e, consequentemente, no Brasil.
De público, Dilma diz que teme o desequilíbrio das moedas da região em função do esfarelamento do dólar, como também a enxurrada de produtos manufaturados que, sem compradores nos países ricos, tendem a inundar os emergentes. A enxurrada, se houver, pode afetar as indústrias e os empregos nacionais -do Brasil e dos vizinhos.
Em privado, o que prevalece é o temor aliado às incertezas, ou seja, uma grande interrogação. Ninguém sabe, ao certo, em que ponto o endividamento americano e o impasse político de Barack Obama vão se somar à fragilidade de países europeus. E no que tudo isso, junto, vai dar a curto e médio prazos.
Mas, enquanto a agonia de Dilma é com a crise mundial que vai tomando forma, como uma nuvem carregada, a de Lula e dos lulistas é mais doméstica: as consequências da faxina nos Transportes.
Não é por acaso que só 1% (1% mesmo!) das obras do PAC na área justamente de transportes estão prontas, mas a preocupação é outra: a tentativa do PR de extrapolar sua insatisfação para os demais partidos aliados. A ministra Ideli Salvatti está encarregada de acalmar a turma com cargos, mas algo emperra a tarefa: Dilma exige "ficha limpa". Sobram poucos...
Esta semana, portanto, promete grandes emoções, com o mundo e o governo brasileiro aos sobressaltos. E tem mais: o ministro Nelson Jobim vai amanhã ao programa "Roda Viva", da TV Cultura. Jobim, o que balança, mas não cai, está em fase de dizer verdades por aí e, como todos sabemos, a verdade às vezes dói. Quando dói na presidente da República, o tombo passa a ser questão de tempo.

elianec@uol.com.br

COPA 2014 , A PEDRA NA CHUTEIRA DA IMPRENSA CORRUPTA , GOLPISTA E ULTRA RACISTA BRASILEIRA

Mundial vai ser eficiente e seguro, afirma presidente

DO RIO
DOS ENVIADOS AO RIO


Em seu discurso no sorteio da Fifa, a presidente Dilma Rousseff prometeu uma Copa "com muita segurança".
A promessa foi feita após um convite "aos povos do mundo inteiro" para conhecerem melhor o Brasil.
A política de segurança das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), entretanto, é uma das principais bandeiras do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), anfitrião do evento de ontem e aliado da presidente.
Além da segurança, a presidente também prometeu "toda a infraestrutura necessária", um "eficiente sistema de transporte" e "avançada tecnologia de comunicação".
A três anos da Copa, a previsão parece otimista.
O Brasil enfrenta atrasos nas obras de estádios e aeroportos -há alguns meses, o governo decidiu conceder a administração de diversos terminais à iniciativa privada para acelerar as obras necessárias para atender o aumento de demanda esperado com a segunda Copa no Brasil.
No tocante às comunicações, o governo federal tem enfrentado muitas dificuldades para tirar do papel um plano nacional de banda larga para universalizar o acesso à internet no país.
"Estamos fazendo a nossa parte para que a Copa do Mundo de 2014 seja a melhor de todos os tempos", afirmou Dilma na Marina da Glória. "Estejam certos de que este novo Brasil estará pronto para encantar o mundo em 2014", concluiu a presidente.
O governador Sérgio Cabral, preferiu citar o antecessor de Dilma em seu discurso. "A Copa vai deixar o legado que o Lula resume como o orgulho do povo brasileiro."0 (RR, SR, RM E MF)

O JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO , TEM QUE COBRAR MEDIDAS DO GOVERNO PAULISTA DO PSDB , MAS COMO SÓCIO QUE É , ATACA DILMA ROUSSEFF

Editoriaiseditoriais@uol.com.br
No escuro, de novo

Os apagões têm se tornado rotina em algumas partes do Brasil, sobretudo em São Paulo. Não por falta de produção de energia, como ocorreu há dez anos, mas por deficiências sérias tanto no sistema de transmissão (longa distância) quanto no de distribuição.
Na quinta-feira, nova falha deixou cerca de 700 mil paulistanos no escuro por uma hora, no início da noite. Parte do metrô parou, confinando passageiros que iam para casa. Semáforos se apagaram, piorando o caos do trânsito.
Mês passado, um apagão já havia deixado áreas da cidade sem luz por mais de dois dias. Meio milhão de pessoas ficou sem água, porque estações de bombeamento da Sabesp pararam, sem energia.
Os motivos dos apagões são diferentes. No mais recente, uma falha em uma subestação de transmissão de energia; no de junho, um vendaval que derrubou a luz. Também são distintas as empresas responsáveis por eles: neste evento, a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista; no outro, a Eletropaulo.
Nos dois casos, no entanto, os governos estadual e federal também têm responsabilidades. As agências reguladoras, de ambas as esferas, precisam ter uma atuação mais efetiva que a atual.
A cada apagão, os anúncios de novas e pesadas multas servem apenas para que o consumidor se sinta vingado, momentaneamente, pois parecem ter impacto quase nulo. Sucessivos recursos reduzem muito o seu valor ou adiam o pagamento indefinidamente.
Essa leniência se reflete no serviço oferecido à população. Depois de três anos em queda, o número de apagões considerados graves aumentou 90% em dois anos. Em 2010, foram 91 casos em que as interrupções de energia ultrapassaram 100 megawatts -o suficiente para abastecer um município de 400 mil habitantes.
Além de uma atuação mais incisiva das agências, é necessário um maior investimento para garantir a robustez do sistema elétrico brasileiro. Nos últimos dois anos, mega-apagões atingiram vários Estados de modo simultâneo e afetaram até 70 milhões de pessoas.
São muitas, portanto, as vulnerabilidades do fornecimento de energia elétrica no Brasil. A percepção é que os apagões se intensificam, sem que os governos tenham capacidade de reagir.
A presidente Dilma Rousseff, que foi ministra de Minas e Energia antes de ir para a Casa Civil, e o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, devem cobrar melhorias das concessionárias por meio das agências reguladoras do setor, respectivamente a Aneel e a Arsesp.
Até o momento, os esforços, para além da retórica, foram tímidos, com consequências danosas para os consumidores brasileiros.

TINHA O KASSAB DO DEM , QUE ERA ÓTIMO PREFEITO E O DO PSD , PÉSSIMO ALCAIDE. É DE CHORAR DE TANTO RIR !

FERNANDO DE BARROS E SILVA

São Paulo à venda


SÃO PAULO - Sem que isso seja muito evidente, Gilberto Kassab está patrocinando um novo ciclo de especulação imobiliária na cidade. O mesmo setor que contribuiu com milhões para a eleição do prefeito em 2008 está sendo beneficiado em operações urbanas mais do que duvidosas, justamente a um ano da próxima campanha municipal.
De várias maneiras, regiões de São Paulo estão sendo terceirizadas, alienadas ou vendidas para o mercado. O caso mais flagrante é o da "troca" de áreas públicas por creches -ideia que partiu do Secovi, o sindicato do setor imobiliário.
Kassab havia prometido zerar a carência de vagas nas creches. Há mais de 140 mil crianças na fila de espera. Perto do fim do mandato, o problema social se transforma em oportunidade de negócio. Afinal, alguém precisa lucrar com a promessa que não será cumprida.
Quem acredita que as construtoras beneficiadas com áreas nobres farão adequadamente 200, 300, 400 creches na periferia?
Não é só. Kassab vai dar à iniciativa privada o poder de desapropriar uma enorme extensão da Pompeia, como já ocorre, a passo de cágado, na Nova Luz (ou cracolândia). Este é um tipo de concessão que só parece ter sentido numa região arruinada, onde as empresas não investiriam sem atrativos. Mas na Pompeia? Por que facilitar lucros privados gigantescos numa área já valorizada? Não cheira bem.
Por fim, a prefeitura está prestes a aprovar um novo polo de escritórios de luxo na avenida Chucri Zaidan, continuação da Berrini. É mais um capítulo de uma dinâmica perversa: enquanto a região central, com infraestrutura já pronta, permanece subocupada, em estado de degradação, os impostos do paulistano vão financiar a expansão de transporte público, luz, água etc. até os confins da cidade, para onde fogem os ricos seguindo a corrida do ouro do mercado imobiliário.
Tudo somado, o kassabismo é uma espécie de neomalufismo. Essa é a escola em que ele se formou.

sábado, 30 de julho de 2011

NÃO DEU NO "JORNAL NACIONAL" E NEM VAI DAR. NOTÍCIA DE SUCESSO DO BRASIL NÃO SERVE. SE PAGAR 30 MILHÕES SAI

Com ‘Ilha do Petróleo’, UFRJ cria ‘Vale do Silício’ carioca para o pré-sal

UFRJ atrai empresas de ponta do setor e abriga maior parque tecnológico de óleo do mundo, com investimentos privados de R$ 500 mi sobre entulho de obra no Fundão

Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro

Foto: Selmy Yassuda
Shlumberger é a primeira empresa a se instalar no parque tecnológica da Ilha do Petróleo
Empresas de ponta do setor de petróleo vão estabelecer na Ilha do Fundão, da UFRJ, o maior parque tecnológico de pesquisas em petróleo, gás e energia do mundo, com investimentos privados de R$ 500 milhões. Será a Ilha do Petróleo, voltada para os desafios do pré-sal.
Até 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, a universidade pretende dar origem a uma espécie de Vale do Silício carioca – mas em vez de computação, como no similar californiano, no Rio as estrelas serão representantes de ponta da indústria do petróleo, energia, além de meio ambiente e tecnologia da informação.
Em área de 350 mil metros quadrados, serão estabelecidos centros de pesquisas e tecnologia de algumas das maiores empresas do mundo no setor, inclusive concorrentes diretas. “É o único lugar no mundo que reúne no mesmo local de desenvolvimento de pesquisas as três principais competidoras de serviços: Schlumberger, Baker Hughes e Halliburton. Você atravessa a rua e está no centro de pesquisas do outro. Houston (em Texas, Estados Unidos, capital mundial do petróleo) também tem isso, mas é mais disperso. Houve até competição de quem viria na frente”, riu o diretor-executivo do Parque Tecnológico, Maurício Guedes.

Vão se instalar no local Siemens, FMC Technologies, Usiminas, Tenaris Confab, EMC Computer Systems, BR Distribuidora, ESSS Engineering Simulation and Software, Ilos Instituto de Logístíca e Supply Chain, PAM Membranas. Apesar de não estar administrativamente no parque da UFRJ, a GE (General Electric) também vai integrar fisicamente o complexo – por um acordo da Prefeitura do Rio e do governo do Estado com o Exército, dono de área de 50.000 metros quadrados no Fundão. “As autoridades estão enxergando a UFRJ como uma força importante para a atração investimentos para a cidade. É uma visão do século 21”, celebra Guedes.

Foto: Selmy Yassuda
Maurício Guedes, diretor do parque, prevê sua expansão para além do Fundão
A Schlumberger largou primeiro: é a única já está instalada, desde novembro de 2010, com mais de cem funcionários. Sete novas obras começam neste segundo semestre, alguns centros estarão ativos já em 2012 e, até o fim de 2014 o parque estará instalado.
Serão 5.000 funcionários de alto nível técnico – entre engenheiros, geólogos, profissionais de informática, geofísicos – de diversas nacionalidades, embora a predominância seja de cerca de 90% de brasileiros, em ambiente global, característico do mundo acadêmico e da ciência.
O objetivo da UFRJ foi criar na Ilha do Fundão um “parque industrial” de excelência em alta tecnologia do século 21, aliar a vocação natural do Estado e se integrar à capacidade da universidade, da Coppe (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da UFRJ), otimizando áreas antes desocupadas da Ilha do Fundão.
Infraestrutura instalada de pesquisa
Uma importante vantagem do parque é a infraestrutura já existente, que inclui – além da própria UFRJ – o segundo mais possante supercomputador da América Latina e o LabOceano, maior e mais profundo laboratório oceânico do mundo, ambos da Coppe. “O pressuposto é que se relacionem e tenham contratos de pesquisa com a UFRJ. Para se habilitarem para a licitação, todos apresentam um plano de cooperação com a universidade”, afirmou Guedes.

Foto: Selmy Yassuda
Prédio de linhas modernas que abriga o supercomputador da Coppe, disponível na ilha

“O supercomputador faz parte do pacote de tecnologia do parque. Não tem sentido cada empresa ter o seu se pode usar o nosso”, disse Álvaro Coutinho, coordenador do Nacad (Núcleo Avançado de Computação de Alto Desempenho), da Coppe.
Também presidente da Associação Internacional de Parques Tecnológicos, Maurício Guedes explica que o conceito é o de interação pessoal permanente, em um ambiente de criatividade e inovação. “A integração mais importante não é de máquinas, mas de pessoas. As empresas poderiam até contratar o supercomputador e o laboratório oceânico, mas talvez nem sequer os conhecessem, ou se conhecessem não teriam segurança e facilidade de acesso aos coordenadores, como terão aqui. É a magia do parque tecnológico, não só nos anos 1950, mas mesmo hoje, com a globalização: o convívio pessoal, o encontro ocasional no restaurante, essa troca entre estudantes, professores, pesquisadores, gente entusiasmada criando empresas. É o papo furado que gera negócios”, vibra.

Foto: Selmy Yassuda Ampliar
Prédio da Halliburton, em perspectiva, no parque tecnológico
O supercomputador e o LabOceano têm como principais clientes a Petrobras e o seu Cenpes (Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello), instituição de pesquisa que lançou a semente inicial do parque. Há décadas na Ilha do Fundão, o Cenpes – apontado pela UFRJ como “grande âncora do parque”, embora não faça formalmente parte do projeto – reúne 1.600 pessoas em desenvolvimento e engenharia de projetos. A nova concepção do atual projeto é de 1997 e foi impulsionada com a descoberta do pré-sal. “Está sendo atingido de forma não imaginada. Estamos no início de uma arrancada”, diz Guedes.
Para entrar na Ilha do Petróleo, as empresas receberam concessão, mediante licitação, de uso dos terrenos por 20 anos, renovável por mais 20, mediante o pagamento de aluguel, cujo valor mensal varia de R$ 3 a R$ 20 por metro quadrado. Os últimos terrenos disponíveis foram assumidos pela EMC, BG Group – que vai instalar seu centro de pesquisa mundial no Rio, segundo a UFRJ – e Siemens, em concorrência vencida em junho. Os centros de pesquisa vão pagar ao parque ainda uma taxa de serviço, semelhante a um condomínio, para a manutenção da área.
Alta tecnologia nasce sobre entulho de obra

Foto: Selmy Yassuda
Laboratório oceânico da Coppe será usado pelos centros de pesquisa para simulações de plataformas e navios em alto-mar
Um desafio físico do Fundão era a área útil para o empreendimento. A primeira concepção arquitetônica previa áreas que seriam alagadas parte do ano, por conta dos aterros que unificaram a Ilha do Fundão, originalmente dividida em oito ilhas. Após quebrarem a cabeça, “a solução foi fazer um acordo com a Comlurb, que passou a usar a ilha como depósito de entulho de obra. Foram trazidos aqui 100 mil caminhões de entulho”, conta Guedes. Assim, o parque de alta tecnologia está sendo erguido sobre entulho.
Para o diretor do parque tecnológico, a tendência é que o pólo atraia outras empresas do setor para o Rio. “Imaginamos que vamos viver o fenômeno de outras regiões do mundo, de extravasar as fronteiras do parque. Isso terá impacto no entorno da Ilha do Fundão e no Rio.” Para expandir o parque, a UFRJ agora negocia com o Exército Brasileiro a cessão de uma área de 240 mil metros que lhe pertence na ilha.

EMPRESA DE DEPUTADO DO PARTIDO DOS HONESTOS PPS E DNIT TÊM CONTRATOS DE R$ 287 MILHÕES

Empresa de deputado do PPS e Dnit têm contratos de R$ 287 milhões

Administração pública teria contratado empresa de Djalma Diniz (PPS) entre 2004 e 2010, durante seu mandato parlamentar

AE
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) pagou R$ 286,9 milhões, entre 2004 e 2010, a uma empresa de Djalma Diniz (PPS), ex-deputado em Minas Gerais. No período, Diniz era detentor de mandato parlamentar.
A contratação pela administração pública de empresas de deputados é vedada pela Constituição Federal e pela mineira. A empresa do ex-deputado mineiro está entre as dez que mais receberam do Dnit no País no ano passado.


Apenas em 2010, a Pavotec Pavimentação e Terraplanagem, da qual Diniz é sócio majoritário, recebeu do Dnit R$ 151,1 milhões para "manutenção" e "adequação" de trechos rodoviários em estradas federais de Goiás, Rio Grande do Norte, Piauí e Minas.
Até então, o maior valor recebido pela empresa no período de um ano foram os R$ 36,3 milhões ganhos em 2009.
O ex-parlamentar foi deputado na Assembleia mineira por quatro mandatos. O primeiro teve início em 1995 e último terminou em 31 de janeiro de 2011. Diniz chegou a pedir registro de candidatura para tentar um novo mandato, mas desistiu.
Explicações
O Dnit informou, por meio de nota, que a contratação da Pavotec "ocorre por meio de processos licitatórios regulares, nos quais a empresa, isoladamente ou em consórcio, sagrou-se vencedora". Para a autarquia "o responsável legal pela empresa Pavotec é o sr. Djalma Florêncio Diniz Júnior". Diniz Júnior é filho do ex-deputado.
O Dnit ressalta que "não houve ‘gastos’, mas investimentos em programas de construção, restauração e melhoramentos de rodovias, desenvolvidos pelo governo federal".
A autarquia afirma que os ganhos da Pavotec subiram de R$ 36,3 milhões em 2009 para R$ 151,1 milhões em 2010 porque a empresa venceu "recentes processos licitatórios nos anos de 2009 e 2010, o que reflete o aumento dos recursos destinados à execução das obras".
A reportagem tentou falar várias vezes com Djalma Diniz, mas ele não atendeu nem retornou os recados deixados em sua caixa postal. Na sede da Pavotec, informaram que o ex-deputado e todos os responsáveis pela empresa que poderiam falar sobre o caso estavam viajando e não poderiam ser encontrados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AND MORE WARS ! ( E MAIS GUERRAS !)

PATRIOTAS DO 'TEA PARTY': NÓS , O POVO , DEMANDAMOS GOVERNO MENOR , MENOS GASTOS E TAXAS MAIS BAIXAS.

REUNIÃO DO DEM , DIGO PSD

DIÁLOGO OUVIDO NO PALÁCIO DO PLANALTO

BOM DIA , PRESIDENTA !
BOM DIA , PRESIDENTE!
PRESIDENTA DILMA , VOCÊ TEM CONHECIMENTO DE ALGUMA OBRA ATRASADA NO GOVERNO FHC ?
PRESIDENTE LULA , EU NÃO TENHO CONHECIMENTO DE ATRASO EM OBRA DO GOVERNO FHC , PORQUE ELE NÃO FEZ NENHUMA.
NA VERDADE , AS GRANDES OBRAS DO PSDB E GANGUE FORAM ENTREGAR AS EMPRESAS PÚBLICAS DO NOSSO PAÍS E FAZER EMPRÉSTIMOS NO FMI.  
PRESIDENTE DILMA , POR QUE A FOLHA DÁ TANTO DESTAQUE NEGATIVO E NÃO MOSTRA O ACERTO DAS OBRAS E INFORMA QUE COM ATRASOS OU NÃO ELAS ESTÃO SENDO FEITAS E VÃO SER CONCLUÍDAS ?
PRESIDENTE LULA , O TABLÓIDE AINDA TEM ESPERANÇA DE ELEGER O "MAIS PREPARADO".

LULA DE MÃOS DADAS COM DILMA CUMPRIMENTA CRISTINA E A IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA MORRE DE RAIVA. É DE CHORAR DE TANTO RIR !

BRASIL - ARGENTINA


Mano a mano

Dilma Rousseff recebe a colega Cristina Kirchner em clima de cumplicidade política, entre promessas de solução rápida para disputas comerciais e de empenho pela integração da América Latina

Manuel Martínez

Daniel Ferreira/CB/D.A Press

As duas governantes cumprimentam o ex-presidente Lula na inauguração da nova embaixada argentina: para ambos os lados, a parceria é considerada indispensável

As presidentes Dilma Rousseff e Cristina Kirchner deixaram claro ontem, em Brasília, que a integração é um caminho natural e sem volta para Brasil e Argentina. Em clima de otimismo e cumplicidade, com reuniões privadas e encontros ampliados pela presença de ministros e assessores, as governantes extrapolaram o tempo previsto e atrasaram o programa da visita. E destacaram que os dois países passarão a se tratar com mais franqueza, na expectativa de resolver rapidamente as dificuldades que encontrarem nas relações bilaterais.

Essa foi a tônica política do segundo encontro entre as duas em menos de um ano. Dilma e Cristina também fizeram questão de ressaltar, nas declarações que fizeram após encontros no Palácio do Planalto e na nova embaixada argentina, que essa aproximação deve incluir toda a América Latina. Na sede do governo, a presidente brasileira reiterou em termos firmes “o apoio à causa histórica da Argentina, na luta pela soberania sobre as ilhas Malvinas”. O tema frequenta inevitavelmente as reuniões de cúpula da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), mas a menção no encontro bilateral foi um gesto diplomático importante.

“Nosso futuro comum passa pela integração. É impossível retroceder. Diante dela, os problemas que surgem aqui e ali são de pouca monta”, disse anfitriã. A presidente brasileira fez alusão a recentes problemas aduaneiros que dificultaram o trânsito de mercadorias entre Brasil e Argentina, nos dois sentidos. Essas dificuldades fizeram com que empresários dos dois lados levassem reclamações aos respectivos governos. Os ministérios das duas partes ligados aos setores industrial e comercial, apoiados pelas chancelarias, entraram em ação e, depois de adotarem represálias econômicas recíprocas, decidiram negociar e propor soluções.

Compromisso regional

Depois de ter sido recebida no Planalto, a visitante disse que “Brasil e Argentina têm uma responsabilidade grande de tentar levar o conceito da integração” a toda a América Latina. Ela ressaltou a liderança dos dois maiores integrantes do Mercosul e lembrou que os dois países obtiveram nos últimos anos grandes avanços econômicos, industriais, tecnológicos, sociais e políticos. Por isso, devem ampliá-los a toda a região. “Agora temos outros desafios: trazer para perto de nós outros companheiros da região, para ajudá-los a se desenvolverem, o que nos ajudará também. Porque devemos saber que, quanto mais inclusão social existir entre nós, mais seremos fortes como região”, acrescentou a líder argentina, mais tarde, durante a cerimônia de inauguração da primeira sede própria de seu país na capital brasileira.

Dilma Rousseff ressaltou que o Planalto e a Casa Rosada decidiram avançar em diversos projetos conjuntos. Essas ações se darão nas áreas social, de defesa, cooperação espacial e nuclear. Antes mesmo, o ministro brasileiro da Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante, disse a jornalistas que, “com os argentinos, queremos avançar em tudo na área, inclusive em iniciativas militares, de produção e lançamento de satélites e de energia nuclear”.

Mercadante comentou que até o final do ano os dois governos pretendem finalizar os planos para a construção de um reator nuclear. Segundo o ministro, esse equipamento será usado com objetivos pacíficos, em pesquisas de aplicação médica e para maior conhecimento da energia atômica.

DEU NO ESTADÃO

Aberta a temporada de contratos para Copa do Mundo de 2014

 
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-- Carolina Dall'Olio, do Estadão PME --
Preparativos para os jogos e o fluxo de turistas no País renderão R$ 142,39 bilhões
O sorteio das chaves das Eliminatórias da Copa do Mundo, que acontece neste sábado (30) no Rio de Janeiro, abre o calendário de eventos oficiais do torneio do Brasil. Daqui até julho de 2014, os preparativos para receber os jogos e o fluxo de turistas no País renderão à economia brasileira R$ 142,39 bilhões. A estimativa faz parte de um estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), a pedido do Sebrae, para tentar dimensionar os ganhos que pequenas empresas podem ter com a Copa.
Marcos de Paula/AE
Marcos de Paula/AE
Obras no estádio do Maracanã para a Copa do Mundo
O levantamento, realizado em duas etapas, mapeou na primeira fase as oportunidades de negócios que podem surgir para empresas da construção civil, tecnologia da informação, turismo e produção associada ao turismo. As receitas podem ser geradas por contratos com governos, comitê organizador, patrocinadores do evento e, é claro, com o atendimento aos turistas.
“Na construção civil, vamos ter oportunidades na obras de infraestrutura e de transportes, como aeroportos e metrôs. No setor de turismo, atividades como artesanato e gastronomia vão ter destaque. E os serviços de telefonia e internet vão ser muito requisitados na área de tecnologia da informação”, enumera Luiz Barreto, presidente do Sebrae. “Para concretizar os negócios, entretanto, as pequenas terão de se ser competitivas e atender as exigências dispostas nos contratos.”
Segundo o estudo da FGV, um dos principais requisitos a serem cumpridos por fornecedores que quiserem abocanhar contratos da Copa é apresentar uma documentação completa, atualizada e regularizada.  Além disso, ter uma gestão profissional e adotar práticas de sustentabilidade são fatores importantes, que podem ser considerados critérios eliminatórios ou classificatórios, a depender do contratante.
Também foram mapeadas as principais dificuldades a serem enfrentadas pelas pequenas empresas na disputa por contratos da Copa.  Nos setores de tecnologia da informação e construção civil, por exemplo, muitas empresas estrangeiras já têm parcerias com grandes fornecedores nacionais – o que impede a entrada de outras empresas nessas negociações. “Quando as atividades a serem executadas são muito complexas, do ponto de vista técnico, a participação de micro e pequenas empresas também pode ser dificultada”, indica o estudo.
Mas há o outro lado da moeda. As pequenas empresas têm, por exemplo, algumas vantagens em relação às demais nas licitações do governo. Para contratos de até R$ 80 mil, elas possuem exclusividade de venda. Há outros contratos de maior valor que também podem exigir a subcontratação de MPEs, desde que o percentual máximo do trabalho a ser subcontratado não exceda a 30% do total.
Participar dessas licitações e de outros grandes contratos requer preparo, em especial nos quesitos mais burocráticos. Mas pode valer a pena. “A Copa possibilita o desenvolvimento empresarial” e outros “benefícios de longo prazo”, diz o estudo. Ao trabalhar para grandes empresas, para o governo ou para turistas estrangeiros, a pequena empresa vai se deparar com clientes muito exigentes e criteriosos. “E o aumento do grau de exigência força um maior preparo das MPEs, profissionalizando-as”, ressalta o estudo.

JÁ PASSOU DA HORA DE MANDAR JOBIM PRA 'CUCUIA' !

Presidenta constrange Jobim e cogita substituição
Dilma não mencionou ministro em discurso para militares no Planalto


Integrantes do governo sugeriram exoneração imediata; ministro dará entrevista na segunda a um programa de TV

NATUZA NERY
FERNANDO RODRIGUES
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

A presidenta Dilma Rousseff constrangeu ontem o ministro da Defesa, Nelson Jobim, ao tratá-lo de forma protocolar durante evento oficial no Palácio do Planalto.
Ela avalia a possibilidade de demiti-lo da pasta após Jobim declarar publicamente à Folha e ao UOL ter votado no tucano José Serra na eleição presidencial de 2010.
Dilma ficou irritada com a declaração. Cogitou demitir Jobim, mas preferiu não fazer isso já. No governo avalia-se que, se o ministro tivesse pedido demissão, ela teria aceito na hora.
Ontem, em um evento no Planalto, Dilma tratou o auxiliar com frieza ostensiva. Não o citou no discurso, como é praxe. O cumprimento entre ambos foi protocolar.
Dilma já sabia da opção eleitoral do ministro por Serra desde o ano passado. Ainda assim, decidiu reconduzi-lo ao cargo por influência de Lula. Pesou a favor de Jobim seu reconhecimento no meio militar e seu trabalho para institucionalizar o Ministério da Defesa, criado há 12 anos.
Ministro de Lula e Fernando Henrique, Jobim perdeu espaço sob Dilma. Deixou de ser mediador em negociações com o mundo jurídico e não conseguiu concluir a compra dos caças Rafale.
O próprio Jobim confidenciou a amigos que não ficará por muito tempo no posto. A recente polêmica, porém, pode precipitar sua saída.
Além de revelar o voto em Serra, o ministro afirmou que o tucano teria tomado as mesmas atitudes de Dilma se tivesse vencido a eleição.
Essa foi a segunda controvérsia a incomodar o Planalto. Em junho, numa homenagem a FHC, o ministro havia dado declaração ambígua: "Os idiotas perderam a modéstia". Isso foi interpretado como uma referência à atual gestão. Ele negou.
O Planalto registrou que Jobim revelou o voto em Serra na terça de manhã mas não antecipou a declaração, que seria publicada no dia seguinte, na reunião que teve com Dilma naquele dia.
Ontem, integrantes do alto escalão tratavam da demissão sem cerimônia. Dilma chegou a ouvir de diversos interlocutores que o melhor seria demiti-lo de imediato.
Na segunda, o ministro dará entrevista ao programa "Roda Viva", da TV Cultura.

TAVA RUIM , TÁ BOM , MAS VAI FICAR RUIM. E EU LENDO ESSA BOBAGEM TODA DO HOMEM QUE FOI MORAR NOS EUA EM 1988 E QUE PASSAVA 90% DO TEMPO COBRINDO A DÍVIDA EXTERNA BRASILEIRA. É MUITO TRISTE !

FERNANDO RODRIGUES

País do curto prazo


BRASÍLIA - Quando cheguei a Nova York em 1988 e passava 90% do meu tempo fazendo a cobertura jornalística da crise da dívida externa para a Folha, logo conclui que o Brasil é o país do curto prazo. Sofre com uma incapacidade atávica de planejar seu futuro.
Naquela época, faltava dinheiro para os compromissos internacionais de curto prazo -o que vencia em até 12 meses. Vivia-se em "moratória branca". Um "calote cordial", diria Sérgio Buarque de Holanda. O governo Sarney não admitia a moratória. Simplesmente não pagava. E seguia enrolando.
Hoje existe um cenário oposto, mas a maldição do curto prazo permanece. Embora o Brasil já não tenha o menor problema com seus débitos a vencer nos próximos 12 meses, ninguém tampouco tem a mais remota ideia de como estará o país em 5 anos, no médio prazo, ou em 20 anos, no longo prazo.
Há sinais amarelos na economia. Até biquínis são importados da China. Em 2010, o Brasil teve um deficit de US$ 33,5 bilhões na sua balança comercial de produtos manufaturados. Neste ano, o buraco deve passar de US$ 50 bilhões.
Os pobres, a classe média e os ricos podem adorar comprar tudo a preço de banana. Mas quem pensa alguns segundos perceberá o alto grau de insustentabilidade do modelo baseado em exportar matéria-prima e trazer produtos industrializados do exterior.
Não é uma questão de se, e, sim, de quando e de como essa farra acabará. A presidente Dilma Rousseff entra agora no seu 8º mês de mandato. Ainda não tomou grandes medidas para corrigir os principais gargalos da economia. A nova política industrial a ser lançada na quarta-feira não ficou pronta. Todos parecem esperar o desfecho da crise da dívida nos EUA para só então pensar no curto prazo.
Esse é o desafio de Dilma: romper essa lógica que impede os brasileiros de terem um pouco mais de certeza sobre o futuro.

fernando.rodrigues@grupofolha.com.br

NADA COMO FICAR NA FRENTE DO COMPUTADOR ESCREVENDO O QUE PODERIA SER FEITO , MAS NÃO FOI FEITO. É UMA POSIÇÃO MARAVILHOSA ESSA DE CRITICAR SEM FAZER

FERNANDO DE BARROS E SILVA

Dilma na guerrilha


SÃO PAULO - Lula acomoda, Dilma confronta; Lula contemporiza, Dilma peita; Lula negocia, Dilma perde ou ganha. A diferença na maneira de atuar entre um e outro já foi bastante comentada.
Marcos Nobre, professor de filosofia da Unicamp, batizou esse novo estilo de "política da queda de braço". O artigo que publicou no jornal "O Estado de S. Paulo" avança em relação ao que tem sido dito.
Dilma, ele escreve, "mobiliza e canaliza a seu favor a legítima ojeriza da sociedade à desfaçatez do sistema político. Como se ela própria não estivesse metida até o pescoço nesse mesmo sistema político que combate de dentro. Com isso, projeta a imagem de uma presidente que não se mistura à baixaria, que se mantém a salvo da contaminação".
Segundo essa lógica da "antinegociação", eventuais derrotas se transformam em "vitórias morais" da presidente. Mas se os políticos e a política são colocados, em bloco, no papel de vilões, o feitiço pode se voltar contra a feiticeira.
Tome-se o que disse nesta semana Paulinho, da Força Sindical: "Se esse tratamento valer para toda crise, teremos que tratar Dilma dessa mesma forma quando houver uma denúncia que envolva a presidente". O notório deputado é do PDT, mas tomou as dores do PR -ou dos "vilões" vistos em conjunto. Em geral, esse tipo de chantagem se esgota por aí, mas já é um sintoma, como diz Nobre, "do clima de permanente tensão produzido pelo modus operandi da presidente".
Dilma procura moralizar, ou reduzir o grau de bandalheira nos Transportes, o que ninguém de boa-fé ousaria dizer que é inócuo.
Mas sua ação saneadora não altera a estrutura fundamental da política brasileira, da qual ela é refém no atacado, ainda que a combata no varejo. O PT nasceu há mais de 30 anos com a veleidade de enfrentar essa velha política, de que é hoje o maior fiador. Dilma se vê novamente no papel de guerrilheira. Mas o inimigo desta batalha perdida agora são os seus aliados.

PAUL KRUGMAN ESCREVEU SOBRE A IMPRENSA DOS EUA O QUE TAMBÉM SERVE PERFEITAMENTE PARA A NOSSA :"Se um dos partidos afirmasse que a Terra é plana, as manchetes diriam 'visões diferem quanto ao formato do planeta'."

ÁNALISES COMO ESTA SÓ É PUBLICADA NA IMPRENSA BRASILEIRA QUANDO SE REFERE A OUTRO PAÍS. SOBRE A POLÍTICA BRASILEIRA , SÓ TEMOS FOFOCA E FALTA DE ISENÇÃO. É TRISTE !

PAUL KRUGMAN
Pedir centrismo é tirar o corpo fora




O problema da política dos EUA é o extremismo republicano; se você não se dispõe a escancarar isso, ajuda a agravar o problema

OS FATOS da crise em torno do teto da dívida não são complicados.Os republicanos fizeram a América de refém, ameaçando solapar a economia e interromper o trabalho essencial do governo a não ser que consigam concessões políticas que jamais conseguiriam promulgar por meio de legislação. E os democratas deram grandes passos para atender as exigências republicanas.
Mas muitas pessoas na imprensa parecem não conseguir reconhecer essa realidade simples. Artigos retratam os dois partidos como se fossem igualmente intransigentes; especialistas tecem fantasias sobre um levante "centrista", como se o problema fosse um excesso de partidarismo acirrado das partes.
Alguns de nós nos queixamos do culto ao "equilíbrio", da insistência em retratar os dois partidos igualmente equivocados sobre qualquer questão. Se um dos partidos afirmasse que a Terra é plana, as manchetes diriam "visões diferem quanto ao formato do planeta".
O culto ao equilíbrio exerceu um papel importante em nos trazer até a beira do desastre. Isso porque, quando as reportagens sobre disputas políticas deixam implícito que as duas partes são culpadas, o extremismo não é penalizado.
Deixe-me dar um exemplo. O presidente Obama em um primeiro momento tentou fazer uma "grande barganha" com os republicanos em torno de impostos e gastos.
Optou por não chamar a atenção à extorsão republicana e ofereceu concessões extraordinárias: um aumento na idade mínima para o direito ao Medicare, grandes cortes nos gastos e pequenos aumentos na receita. Como observou Nate Silver, do "New York Times", Obama apresentou uma posição não apenas muito à direita das preferências do eleitor médio, mas à direita do eleitor republicano médio.
Mas os republicanos rejeitaram a oferta. E qual foi a manchete da análise feita pela Associated Press do rompimento das negociações? "Obama e republicanos presos na armadilha da retórica inflexível".
Um presidente democrata que faz de tudo para ceder à outra parte é tratado exatamente como são seus oponentes intransigentes. Equilíbrio? Com isso chego à questão das fantasias "centristas".
Muitos analistas enxergam o fato de se tomar posição no meio do espectro político como uma virtude por si só. Eu não vejo a coisa assim. Eu quero líderes que façam a coisa certa, não a coisa centrista.
Mas, para aqueles que insistem que o centro é sempre o lugar certo de se estar, tenho uma informação: já temos um presidente centrista.
Então o que significam todos esses discursos e reportagens sobre um levante centrista?
Isso vem de pessoas que reconhecem a natureza disfuncional da política americana moderna, mas se recusam, seja pelas razões que forem, a reconhecer o papel unilateral dos extremistas republicanos em tornar disfuncional o nosso sistema.
No entanto, lançar chamados nebulosos por centrismo representa tirar o corpo fora da discussão, algo que só funciona como incentivo a mais conduta errada.
O problema da política americana neste momento é o extremismo republicano, e, se você não se dispõe a escancarar esse fato, está ajudando a agravar o problema.

AO CONTRÁRIO DA ESPANHA , O BRASIL ESTÁ SEMPRE DE PORTAS ABERTAS PARA AJUDAR A EMPREGAR OS ESPANHÓIS. SEJAM BEM-VINDOS !

Na mira de agência de risco, Espanha antecipa eleições
Premiê socialista Zapatero anuncia para 20 de novembro votação, antes prevista para março do ano que vem

Moody's rebaixa a nota de crédito de seis governos regionais e diz que pode revisar nota soberana espanhola

LUISA BELCHIOR
EM MADRI

Cedendo às pressões da oposição, do mercado e da opinião pública, o premiê espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, anunciou ontem a antecipação das eleições gerais de março de 2012 para 20 de novembro deste ano.
Pesquisas de intenção de voto apontam vitória da oposição conservadora.
O anúncio, que surpreendeu toda a Espanha, veio no mesmo dia em que a agência de classificação Moody's rebaixou a nota de risco de seis regiões espanholas e colocou a do país como um todo em suspensão.
O mercado recebeu bem a convocação das eleições antecipadas, mas não tragou a notícia da revisão da nota de risco espanhola -que ficará suspensa por três meses, quando a agência anuncia se rebaixa ou não a qualificação.
O resultado foram leves quedas nas Bolsas da Espanha e vizinhos europeus. E aumento dos juros dos títulos espanhóis de dez anos, uma referência do mercado. A Bolsa de Madri fechou em queda de 0,27%.
Desde a derrota do Partido Socialista, de Zapatero, nas eleições regionais de maio, se especulava a antecipação. No entanto, o atual premiê dava garantias contínuas -a última delas no início desta semana- de que ficaria no posto até o final de sua legislatura, em março de 2012.
Ontem, ele argumentou que decidiu adiantar as eleições para dar "segurança econômica e política ao país".
"Foi uma boa notícia porque diminui a incerteza econômica. Este governo já acabou", disse à Folha o economista Fernando Fernández, do Instituto de Empresa de Madri.
Outro alento para o país foi a queda na taxa de desemprego no primeiro semestre, divulgada ontem, mas que continua na casa dos 20%, o dobro da média europeia (9%).
Antes de entregar o cargo, Zapatero quer aprovar um decreto-lei que disse ser imprescindível para evitar a quebra do país. Especula-se que será um novo pacote fiscal.
"Se houver mais ajuste vamos fortalecer os protestos", avisou Renato Gutiérrez, um dos porta-vozes do movimento "Indignados", de jovens que protestam contra o desemprego há dois meses.
O mote para a suspensão da nota espanhola pela Moody's é o endividamento das comunidades autônomas (Estados), um dos gargalos econômicos da Espanha.
A nova data escolhida por Zapatero para as eleições causou polêmica por ser o dia da morte do ex-ditador espanhol Francisco Franco.
"Para mim, é uma data como outra qualquer", disse Zapatero, que anunciou deixar a vida política.
O conservador Mariano Rajoy, favorito nas eleições, afirmou também achar o dia "pouco importante".

O PAC QUE NÃO EXISTIA PARA O TABLÓIDE FOLHA DE SÃO PAULO AGORA ESTÁ ATRASADO 10%. É DE CHORAR DE TANTO RIR !

Execução de obras do PAC cai 10% no governo Dilma
Crise nos Transportes prejudica projetos classificados como prioritários


Balanço oficial inclui até o trem-bala entre os empreendimentos com ritmo adequado, apesar de fracasso de leilão

BRENO COSTA
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

O Programa de Aceleração de Crescimento perdeu fôlego nos primeiros seis meses do governo Dilma Rousseff, chamada de "mãe do PAC" pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Criado em 2007, o PAC é a principal bandeira de investimentos do país e foi usado como arma eleitoral por Dilma na campanha que a elegeu presidente. Como ministra da Casa Civil, cabia a ela a coordenação do PAC. Ontem, a presidente não foi ao evento que revelou os números.
Ao apresentar o primeiro balanço do ano, a ministra Miriam Belchior (Planejamento), que coordena agora o PAC, anunciou uma execução de R$ 86,4 bilhões entre janeiro e junho.
O número é 10,8% menor que os R$ 95,7 bilhões registrados entre maio e outubro de 2010 -ano eleitoral e, tradicionalmente, de gastos maiores. Além disso, as novas cifras incluem investimentos em projetos que já deveriam estar concluídos desde o ano passado.
Das 126 obras analisadas no balanço, apenas 24 (19%) estão em nível fora do adequado, de acordo com a interpretação oficial.
Entre as obras cuja execução estaria dentro do cronograma previsto está o trem-bala que ligará Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. O empreendimento, com preço estimado em R$ 33 bilhões pelo governo, não foi sequer leiloado.
Nenhuma empresa se interessou em participar do leilão que ocorreria no primeiro semestre. As regras estão sendo revistas e a próxima tentativa de licitação deverá ocorrer apenas em 2012.
De 36 obras apresentadas como concluídas, 25 deveriam ter sido entregues ainda em 2010.

ATRASOS
A maior parcela do volume gasto pela gestão Dilma (40,5%) refere-se não a obras, mas a financiamentos habitacionais feitos pelo governo a pessoas físicas.
Entre 2011 e 2014, o governo planeja investimentos de R$ 955 bilhões no PAC. O primeiro semestre deste ano fechou, portanto, com uma execução de 9% do programado até o fim do governo.
Belchior admitiu que o volume de execução deste ano, apresentado oficialmente como resultado do chamado "PAC 2", inclui atrasos de obras previstas para o PAC 1.
"É natural que, em início de governo, haja um ritmo um pouco menor", disse a ministra, que apresentou o programa ao lado de outros 12 ministros. Ainda assim, afirmou, o novo governo está "com o pé no acelerador".
A ministra não credita a redução da execução do PAC ao corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União feito no início do ano.

ESTRADAS
Em meio a uma grave crise, com 22 autoridades ligadas ao Ministério dos Transportes demitidas desde o início do mês, o segmento teve apenas quatro projetos concluídos neste ano, em aeroportos e portos.
Essas obras representam 1% do total previsto no setor.
O governo admite "dificuldades em função da ausência de projetos executivos de engenharia antes do início das obras, com detalhamento específico. A lei de licitações exige só o projeto básico.
Para evitar aditivos nos contratos, o novo ministro dos Transportes, Paulo Passos, disse ontem que as obras rodoviárias e ferroviárias só serão contratadas mediante o projeto executivo: "Esse trabalho será feito de forma muito rigorosa, com lupa".

BRASIL PENSA EM EMPRESTAR DÓLARES AOS EUA , EM MEMÓRIA AOS TEMPOS DE FHC QUE VIVIA COM O PIRES NA MÃO

PARA OS ANÔNIMOS 2% QUE ESTÃO CAMINHANDO PARA 1%

APAGÃO PAULISTA NÃO REPERCUTIU NO "JORNAL NACIONAL"

Apagão em SP foi causado por alarme falso, diz empresa
EDUARDO GERAQUE
JOSÉ BENEDITO DA SILVA

DE SÃO PAULO
O apagão que deixou 680 mil pessoas sem luz na quinta-feira (28) em São Paulo foi provocado por um "alarme falso" dentro da subestação Milton Fornasaro, o que levou o governo de São Paulo a criticar duramente a CTEEP, empresa responsável pelo serviço. 
O problema deixou às escuras por quase uma hora parte das zonas sul e oeste da capital no início da noite e afetou até os trens do metrô.
"Não houve curto-circuito, problemas em equipamentos", diz Celso Cerchiari, diretor de operações da CTEEP (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista), empresa privatizada em 2006, que transmite energia para a cidade.
Segundo ele, o sistema de proteção da unidade entendeu, de forma errada, que havia algum problema físico. E, assim, "desligou os transformadores de maneira automática", afirma Cerchiari.
Para o secretário de Estado de Energia, José Aníbal, o episódio é semelhante ao protagonizado pela empresa em fevereiro -mas na subestação Bandeirantes- e mostra falta de investimentos.
"Se o alarme foi falso, qual é a indicação: que o sistema de proteção aos transformadores é um sistema envelhecido, atrasado. Mostra que não houve investimentos."
Para ele, a CTEEP tem de ser severamente multada porque não há razão para não ter investido nos sistemas de segurança. "Essa empresa tem um lucro espetacular. Faturou no ano passado R$ 2,2 bilhões e teve um lucro líquido de R$ 800 milhões."
Apesar de Aníbal defender multa pesada, a prerrogativa de autuar é da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Em nota, a agência disse que apenas depois da chamada "reunião de análise de perturbações" poderá decidir se aplicará uma multa.
O encontro, que reunirá também o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) e a Eletropaulo, deve ocorrer em até 15 dias.
A capital é alimentada por 16 subestações. O gargalo está exatamente na zona sul, diz Cerchiari. A usina Piratininga 2, que deverá aliviar o fluxo de transmissão de energia para a Eletropaulo, é prometida para o início de 2012.
"Estamos trabalhando a todo o vapor para entregar pelo menos uma parte dela até o fim do ano", afirma.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

EXISTEM OUTRAS POSTAGENS DESTA SEXTA-FEIRA NA PÁGINA ANTERIOR , CLIQUE EM "POSTAGENS MAIS ANTIGAS"

VEJAM O QUE A IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA ESCONDEU DO NOSSO PAÍS. É OU NÃO É PURA CORRUPÇÃO ? SE A GLOBO TIVESSE INTERESSE EM MOSTRAR O BRASIL , INDEPENDENTE DE ORIENTAÇÃO POLÍTICA , DARIA PARA FAZER UM BELO "GLOBO REPÓRTER" , MAS , INFELIZMENTE , A ORIENTAÇÃO POLÍTICO-ECONÔMICA PREVALECE

ESCONDIDO PELA IMPRENSA BRASILEIRA A QUEM SÓ INTERESSA A MENTIRA E A DESGRAÇA DO NOSSO QUERIDO BRASIL. P.S. FORAM CONSTRUÍDAS VÁRIAS VILAS COM NOME DE CORES , NADA DISSO FOI MOSTRADO PELA CORRUPTA

ESCONDIDO PELA IMPRENSA BRASILEIRA A QUEM SÓ INTERESSA A MENTIRA E A DESGRAÇA DO NOSSO QUERIDO BRASIL

JOGOS MUNDIAIS MILITARES - Vila Azul da FAB, um legado para o futuro


A Vila Azul ofereceu serviços de primeira qualidade para atletas e membros de delegações ali hospedados por cerca de dez dias. Benefícios como restaurante, academia, atendimento médico, fisioterapia, enfermagem e odontologia formaram o conjunto principal de atividades disponíveis.
Um dos lugares que mais recebeu elogios foi o restaurante, que ofereceu, diariamente, cerca de 6.000 refeições para 1.700 pessoas, entre atletas, técnicos e demais membros das delegações militares. Com sistema de vídeo e som ambiente, permaneceu aberto 24 horas por dia fornecendo sete refeições diárias. Com um cardápio variável, baseado na cultura regional do Brasil, teve a aprovação da nadadora brasileira Joana Maranhão: “Acho a comida daqui bastante saborosa. Gosto principalmente das frutas, que tem muita diversidade”. 
Não só os brasileiros ficaram satisfeitos com o restaurante. Os irmãos triatletas, capitães do Exército chileno, Gonzalo e Javier Tisi, também aprovaram a comida e destacaram o bom atendimento. “As pessoas são muito atenciosas. Estão sempre sorridentes e alegres trabalhando. Além de tudo, o restaurante fica aberto 24 horas”, disse Javier. “Há muita variedade, a alimentação é adequada para atletas. Mas, para mim, o melhor de tudo é o café da manhã”, afirmou Gonzalo.
Serviços de saúde
A Vila Azul contou ainda com um serviço completo de saúde, que oferecia atendimento médico, odontológico, fisioterápico e de enfermagem, 24 horas por dia. O consultório médico possuia três plantonistas, que faziam desde o atendimento básico até o de urgência. Em casos mais graves, o paciente era levado para o Hospital de Força Aérea do Galeão (HFAG), que é o hospital de referência da FAB no Rio de Janeiro. Os casos mais comuns foram contusões decorrentes dos treinamentos físicos, mas havia também casos de gripes e viroses.

Em complemento à ação dos médicos, a enfermaria prestou suporte avançado e de primeiros-socorros. Possuia equipamento para tratamento de diversos tipos de traumas, além de uma ambulância UTI. Entretanto, uma das estruturas mais exigidas foi a fisioterapia. Diariamente, foram realizados uma média de 70 procedimentos. A maioria deles foi feito pós treinos, com atletas de provas que causavam maior desgaste, como o Triatlo e Pentatlo Aeronáutico.
A odontologia também estava presente com o Odontomóvel, equipamento que possui três consultórios odontológicos transportáveis e oferecia serviço de esterilização, raio-x e procedimentos de urgência. Contou com dois dentistas de plantão todos os dias. A Capitão Ana Maria Antonelli da Veiga ressaltou a seriedade do trabalho. “É importante prestar um atendimento de qualidade, mesmo nessas condições especiais. Existe a barreira da língua, mas a Vila Azul está prestando um serviço de saúde muito eficaz, sendo um diferencial nas Vilas Militares”, afirmou.

Outras facilidades
Outro local bem frequentados pelos atletas foram as salas de musculação. Havia uma sala para treinamento aeróbico, com esteira e bicicleta, e outra com equipamentos para ganho de massa muscular. As salas climatizas estavam quase sempre cheias, com atletas de diversas delegações. O Clube CISM também era um ponto de encontro dos atletas. Lá eles tinham facilidades diversas como telefonia, loja de conveniência, agência de turismo, loja de produtos licenciados, banco, casa de câmbio etc. 
Fonte: CECOMSAER

ESCONDIDO PELA IMPRENSA BRASILEIRA A QUEM SÓ INTERESSA A MENTIRA E A DESGRAÇA DO NOSSO QUERIDO BRASIL

LEGADO DOS JOGOS - Posto CAN do Galeão dobra capacidade de atendimento


Receber entre 1500 e duas mil pessoas durante os 5º Jogos Mundiais Militares tornou necessária uma série de adequações no Posto do Correio Aéreo Nacional da Base Aérea do Galeão (CAN-GL). As melhorias incluíram adaptações estruturais, de recepção e de equipamentos que ampliaram em 100% a capacidade de atendimento da unidade. Essas mudanças possibilitaram rapidez e qualidade aos competidores. Com o encerramento dos Jogos da Paz, essas modificações beneficiarão os militares que trabalham na unidade e os usuários do terminal de passageiros.
“Dobramos a nossa capacidade de atendimento.  Temos agora um Posto CAN moderno, com infraestrutura que vai permitir agilizar o despacho de passageiros e bagagens, com um sistema de informatização mais acelerado e um setor para aguardar tanto no embarque quanto no desembarque, que vai proporcionar mais conforto, segurança e satisfação ao usuário”, destacou o chefe do Posto Can Galeão, Tenente Peterson Alves dos Reis. Segundo ele, em períodos normais, cerca de oito mil pessoas por mês embarcam e desembarcam no terminal de passageiros. Nos quatro dias que antecederam o início dos jogos, cerca de duas mil pessoas passaram pelo local.
Além da ampliação do terminal de embarque e desembarque, também foi criado um saguão de espera onde antes funcionava o Centro do Correio Aéreo Nacional (CECAN). O estacionamento foi ampliado e, no apoio à segurança, foi instalado um sistema de monitoramento com câmeras. “Nós nos colocamos no lugar do passageiro, buscando apoiar da melhor forma possível aqueles que passam por aqui”, garantiu o Tenente Peterson.
Fonte: Agência Força Aérea


NÃO FORAM MOSTRADAS AS OBRAS , A CONSTRUÇÃO DA VILA PARA HOSPEDAR OS ATLETAS E MUITO MENOS UMA ÚNICA PROVA DOS JOGOS MILITARES MUNDIAIS. É O TRABALHO CORRUPTO DA IMPRENSA BRASILEIRA. DEPOIS RECLAMA DE LULA QUANDO ELE ESFREGA A VERDADE NA CARA DESSES GOLPISTAS RACISTAS

PARA VER O QUE A IMPRENSA CORRUPTA , GOLPISTA E ULTRA RACISTA BRASILEIRA NÃO MOSTROU , CLIQUE NO ATALHOS :
http://www.exercito.gov.br/web/guest;jsessionid=4EC83B81C9FC8E6A588484B20CF2DF48.lr2
http://www.rio2011.mil.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1359%3Aobra-das-vilas-militares-de-atletas-recebem-toque-feminino&catid=42%3Anoticias&Itemid=75&lang=pt

ALÉM DE ESCONDIDO DENTRO DO G1 NÃO FOI DITO QUE O BRASIL FOI O CAMPEÃO DOS JOGOS MILITARES MUNDIAIS , UM LAPSO. É MUITO TRISTE !

Dilma diz que Brasil pode fazer ‘uma boa Copa e uma boa Olimpíada’

Presidente recebeu delegação de medalhistas dos Jogos Militares Mundiais.
Segundo a presidente, faz parte da missão do Brasil ajudar atletas.

Iara Lemos Do G1, em Brasília
Presidenta Dilma Rousseff recebe no Palácio do Planalto a delegação dos medalhistas brasileiros dos 5º Jogos Mundiais Militares Rio 2011  (Foto: Roberto Stuckert Filho/Presidência)Presidente Dilma Rousseff recebe no Palácio do
Planalto a delegação dos medalhistas brasileiros
dos 5º Jogos Mundiais Militares Rio 2011.
(Foto: Roberto Stuckert Filho/Presidência)
A presidente Dilma Rousseff disse na tarde desta sexta-feira (29) que a realização dos Jogos Mundiais Militares no Rio Janeiro mostra que o país está preparado para realizar a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Dilma recebeu, no Palácio do Planalto, a equipe de brasileiros medalhistas nas Olimpíadas Militares.
“Foi uma demonstração de trabalho de equipe, e trabalho de equipe todo mundo joga junto. E alguns recebem a medalha em nome de todos. É um momento importante para a história do Brasil e mostra que podemos, sim, fazer uma boa Copa do Mundo e uma boa Olimpíada”, disse a presidente.
A presidente destacou que houve um empenho conjunto das Forças Armadas para a realização dos jogos. “É fantástica a qualidade das Olimpíadas. Não só a qualidade dos jogos, mas das apresentação do Brasil”, afirmou.
Dilma ainda afirmou que acredita que, entre os medalhistas dos Jogos Militares, possam estar futuros medalhistas olímpicos. “Vocês vão estar entre os atletas que vão participar da Copa do Mundo e das Olimpíadas, e faz parte da missão do Brasil ajudar vocês a chegar lá”.
 

ESCONDIDO PELA IMPRENSA BRASILEIRA A QUEM SÓ INTERESSA A MENTIRA E A DESGRAÇA DO NOSSO QUERIDO BRASIL

JOGOS MUNDIAIS MILITARES - FAB realizou dez interceptações na vigilância do espaço aéreo do RJ


Enquanto os atletas conquistavam medalhas, a Força Aérea Brasileira (FAB) já havia interceptado dez aeronaves na operação montada para garantir segurança do espaço aéreo sobre a cidade do Rio de Janeiro. Os voos interceptados, no entanto, não tinham perfil hostil nem representavam riscos para as delegações, apenas se aproximaram demais de uma zona de exclusão aérea.
Estavam em vigor sobre a cidade-sede dos Jogos Mundiais Militares regras específicas que previam áreas onde nenhuma aeronave poderia voar. As denominadas zonas de exclusão aérea incluíam locais próximos das competições e das Vilas dos atletas. Apesar do forte esquema de vigilância, o tráfego aéreo regular não foi prejudicado.
As informações aeronáuticas foram previamente disponibilizadas para aeronavegantes e empresas aéreas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). As medidas são semelhantes às adotadas em outros eventos, como a posse da Presidenta Dilma Roussef e a visita do Presidente dos Estados Unidos ao Brasil, Barack Obama, em março.
Todas estas coordenações foram estabelecidas pelo COMDABRA (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro), sediado em Brasíla (DF), único Comando Combinado ativado permanentemente em tempo de paz e que agrega o Exército, a Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira.  Também participaram da abertura e do encerramento dos Jogos, baterias de anti-aérea do Exército Brasileiro.
Caças F-5EM e A-29 ficaram de prontidão na Base Aérea de Santa Cruz, zona oeste da cidade, para garantir o cumprimento das determinações. Um avião-radar E-99, capaz de detectar pequenas aeronaves voando em qualquer altitude, também participou da operação. Completavam a força de defesa aérea dois helicópteros H-60 Blackhawk, equipados com metralhadoras M-134 Minigun, que em determinadas situações permaneceram em voo contínuo para agir rapidamente caso fosse necessário atuar para a segurança dos Jogos Mundiais Militares.
Os H-60 Blackhawk operavam a partir da Base Aérea dos Afonsos. Por estar localizado a poucos quilômetros das três Vilas dos atletas e da maioria dos locais de competição, o local se tornou base de helicópteros que desempenhavam diversos tipos de atividades de apoio durante os Jogos Mundiais Militares, que iam da vigilância terrestre até o alerta para missões de salvamento.
Helicópteros Sea King, Esquilo, Super Puma, Blackhawk e Pantera do Exército, da Marinha e da Força Aérea Brasileira operavam juntos a partir da Base Aérea dos Afonsos. Também partia de lá o avião C-105 Amazonas, que realizava os lançamentos dos competidores de paraquedismo.
 
 







VEJAM HOJE , NO "JORNAL NACIONAL" , REPORTAGEM COMPLETA SOBRE O APAGÃO EM SÃO PAULO , DO PSDB

NÃO TEM PREÇO ! QUANDO A IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA SONHAVA COM A VITÓRIA DO "MAIS PREPARADO" , O CANDIDATO DO "CURRÍCULO EXEMPLAR"




Eleições2010 -  17/08/2009
Serra mantém liderança na disputa pela presidência
Sem Ciro, e contra Aécio, Dilma ganha oito pontos e divide o primeiro lugar

Pesquisa realizada pelo Datafolha entre os dias 11 e 13 de agosto mostra que o governador do Estado de São Paulo, José Serra, do PSDB, continua como favorito à sucessão do presidente Lula. Serra lidera todos os cenários nos quais seu nome é incluído, com taxas que variam de 32% a 44%. O levantamento também mostra que a preferência pela ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, aumentou nos cenários em que o nome de Ciro Gomes, do PSB, não é incluído - a ministra chegou a ganhar oito pontos percentuais em um deles. A senadora Marina Silva, que foi convidada a trocar o PT pelo PV, para concorrer à Presidência, atinge 3% das intenções de voto nos dois cenários nos quais dos quais participa.

O Datafolha ouviu 4.100 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 11 e 13 de agosto de 2009. A margem de erro máxima, para o total de entrevistados, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

No principal cenário apresentado aos entrevistados, o percentual de intenção de voto em José Serra oscilou, dentro da margem de erro, de 38% no final de maio para 37% hoje. A taxa dos que votariam em Dilma Rousseff se manteve em 16%. A ministra empata com Ciro Gomes (PSB), que repete os 15% obtidos no levantamento anterior. A taxa de intenção de voto em Heloísa Helena oscilou dois pontos para cima, passando de 10% para 12%, e, assim, ela empata com Ciro. A provável candidata do PSOL também empata com Dilma. No entanto, esse empate se dá no limite da margem de erro: Heloisa pode ter entre 10% e 14%, enquanto a taxa de intenção de voto em Dilma pode ser de 14% a 18%. Ou seja, o máximo percentual obtido pela possível candidata do PSOL equivale ao mínimo obtido pela ministra. Por isso, é mais provável que a petista esteja à frente. Empates no limite da margem de erro se repetem em todos os cenários, seja na disputa pela liderança, seja na briga pelas demais posições.

O segundo cenário apresentado aos entrevistados considera a hipótese de que Aécio Neves seja o candidato do PSDB à Presidência. Nesse caso, Ciro Gomes oscilou de 24% em maio para 23% hoje. Dilma se manteve com 19%. Tais percentuais mostram novo empate no limite da margem de erro, com maior possibilidade de Ciro estar em primeiro lugar. Heloisa Helena oscilou de 15% para 17% e Aécio Neves passou de 14% para 16%.

Em um cenário que lista apenas os nomes de José Serra, Heloisa Helena e Dilma Rousseff, realizado pela última vez em março, ocorreram variações acima da margem de erro. Serra continua em primeiro lugar, mas passou de 47% para 44% das intenções de voto. Dilma Rousseff ganhou seis pontos: subiu de 13% para 19% das preferências. Heloisa Helena mantém os 15% obtidos no último levantamento.

Dilma Rousseff também ganhou pontos em outro cenário com apenas três candidatos, e também realizado em março, no qual Aécio Neves é apresentado como candidato do PSDB. Nesse cenário, também sem a inclusão do nome de Ciro Gomes, a ministra da Casa Civil ganhou oito pontos, passando de 16% para 24%, percentual idêntico ao obtido por Heloisa Helena, que, no levantamento anterior, atingia 26%. Nesse cenário, Aécio Neves oscilou de 22% para 20%. Os três possíveis candidatos, no entanto, atingem taxas inferiores ao percentual dos
entrevistados sem candidato: diante desses nomes, 21% dizem que votariam em branco ou anulariam o voto e 11% não saberiam em quem votar.

Quando se considera uma hipótese de disputa que inclui os nomes de José Serra e Aécio Neves – nesse caso, um dos dois teria de mudar de partido – verifica-se que o governador paulista continua liderando, embora tenha perdido três pontos em relação à pesquisa realizada em maio: passou de 35% para 32% das intenções de voto. Dilma Rousseff oscilou de 14% em maio para 16% hoje. Ciro Gomes repete os 14% obtidos nas quatro pesquisas anteriores que incluíram este cenário. Heloisa Helena oscilou de 10% para 12% e a preferência por Aécio Neves variou de 9% para 10%.

Foram incluídos dois cenários com o nome de Marina Silva como provável candidata do PV, alternando-se os nomes de José Serra e Aécio Neves como possíveis candidatos do PSDB.

Serra, mais uma vez, fica em primeiro lugar, com 36% das intenções de voto. A vaga por um lugar no segundo turno contra o tucano é disputada por Ciro Gomes (17%), Dilma Rousseff (14%) e Heloisa Helena (12%). Marina atinge 3%.

Ao contrário de seu colega paulista, Aécio Neves, com 15%, não chega a disputar a liderança. Ciro Gomes atinge 21%, Dilma Rousseff fica com 19% e Heloisa Helena obtém 17% das preferências.

Levando-se em consideração a intenção de voto espontânea dos brasileiros, o presidente Lula, que não pode concorrer à reeleição, lidera com folga: 27% dizem, antes da apresentação dos cartões circulares com os nomes dos possíveis candidatos, que gostariam de vê-lo reeleito. José Serra é citado de maneira espontânea por 6%, Dilma Rousseff é mencionada por 3% e Aécio Neves obtém 2% de menções espontâneas. Ciro Gomes, Geraldo Alckmin e Heloísa Helena atingem 1% de menções espontâneas, cada. Quase metade (47%) não sabe dizer, de maneira espontânea, em quem gostaria de votar para presidente em 2010.

O apoio do presidente Lula a um candidato a presidente nas eleições do ano que vem poderia levar 42% dos brasileiros a votar nesse candidato. Essa taxa é praticamente idêntica à dos que se dizem indiferentes ao apoio do petista (40%). Apenas 14% afirmam que rejeitariam um candidato que tivesse o aval de Lula.







São Paulo, 14 de agosto de 2009.

SÓ PARA DAR RAIVA NOS 2%

AS AUTORIDADES DOS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA AINDA NÃO SE DERAM CONTA QUE ESTÃO EM UMA DEMOCRACIA !

UM PEDIDO PARA TODAS AS AUTORIDADES DE TODOS OS PODERES DA REPÚBLICA BRASILEIRA : "NÃO DEIXEM A MATANÇA DO CIDADÃO BRASILEIRO CONTINUAR , NÓS VIRAMOS BARATAS , TODOS NOS PISAM E NOS MATAM SEM SOFRER NENHUMA CONSEQUÊNCIA". SOMOS ASSALTADOS , ROUBADOS E MORTOS A TODO SEGUNDO E A SOLUÇÃO DAS AUTORIDADES , A QUEM CABE NOS PROTEGER , É "NÃO REAJAM". O POVO BRASILEIRO SE ENCONTRA PRESO PELO MEDO E NINGUÉM VEM A PÚBLICO DIZER O QUE ESTÃO FAZENDO PARA RESOLVER O PROBLEMA. A DEMOCRACIA CLAMA PELA PALAVRA DOS MANDATÁRIOS DOS TRÊS PODERES , PRINCIPALMENTE , DO EXECUTIVO. ME DESCULPE A PRESIDENTA DILMA , MAS FALAR A NAÇÃO , PELO MENOS , UMA VEZ POR MÊS É OBRIGAÇÃO DO CHEFE DO EXECUTIVO. E OS CHEFES DO LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO , TAMBÉM , TÊM QUE SE MANIFESTAR E DAR EXPLICAÇÕES PUBLICAMENTE

PARA QUEM GOSTA DE LER A VERDADE. IMPERDÍVEL , NO BLOG ESQUERDOPATA !

http://esquerdopata.blogspot.com/2011/07/eua-miseria-bate-porta.html

OBRIGADO , PRESIDENTE LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA , O "NOSSO GUIA" !

A VERDADE INSOFISMÁVEL É QUE COM ERROS OU SEM ERROS OS GOVERNOS FEDERAIS DO PT , COM LULA E DILMA , SÃO OS ÚNICOS , DESDE DE JK , QUE SE INTERESSARAM PELO POVO BRASILEIRO. OS OUTROS GOVERNARAM PARA A "ELITE". SENDO QUE OS DO PSDB , COM FHC , FORAM OS PIORES. SÓ NÃO APARECEM OS ROUBOS DESSES GOVERNOS PORQUE A IMPRENSA ESCONDE , COMO ESCONDE O FILHO QUE NÃO É FILHO DE FHC , QUE NÃO MERECEU UM SEGUNDO NO "JN" . IMAGINEM SE FOSSE O FILHO DE LULA !

NO GOVERNO DE FHC AS NOTÍCIAS ERAM BEM PARECIDAS COM ESTA. É DE CHORAR DE TANTO RIR !

Em sete meses, PAC 2 atinge 37% da meta para o ano

Maurício Savarese
Do UOL Notícias
Em Brasília


Em seu primeiro balanço, o PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) teve execução orçamentária de R$ 10,3 bilhões nos sete meses de Dilma Rousseff como presidente da República --nível semelhante aos R$ 10,5 bilhões do ano passado. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29) pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior.
Esse valor é igual a 37,5% dos R$ 27,5 bilhões estimados para este ano. O montante não inclui pagamentos relacionados ao programa habutacional “Minha Casa, Minha Vida” e foram compilados até o dia 27 deste mês.
Entre 2011 e 2014, o PAC 2 contabilizará, de acordo com as expectativas do governo, R$ 955 bilhões.
“O critério de valores investidos é considerado mais adequado porque não iguala obras e ações de grande complexidade com obras de menor amplitude”, diz no balanço o Ministério do Planejamento, que avalia que as atividades do PAC 2 no período foram realizadas “no ritmo previsto”.
A ministra do Planejamento afirmou que no segundo semestre haverá abertura para apresentação de novos projetos. De acordo com ela, haverá novos balanços depois deste primeiro e que o monitoramento das obras ligadas à Copa do Mundo será feito separadamente.

Execução

Contabilizando as execuções orçamentárias do governo, de estatais e do setor privado, o PAC 2 abrangeu R$ 86,4 bilhões no primeiro semestre do governo Dilma.
As ações incluem as áreas de transporte, energia, mobilidade urbana, programa Luz para Todos e recursos hídricos.
Na área de transportes, 86% das obras estão em ritmo adequado, segundo o governo. Há 10% em estado de atenção e 4% preocupantes. Levando-se em conta os valores investidos, 69% das obras de transportes estão em projeto ou em licenciamento, 27% já em obras e 4% em fase de licitação. Nenhuma obra foi concluída nestes sete meses.
O PAC 2 iniciou 431km de novos trechos de rodovia e continuou outros 6,5 mil km. O programa também deu andamento a 3,5 mil km de ferrovias. A iniciativa também investe em 11 aeroportos do país.
Uma das pastas mais abastecidas do governo, o Ministério dos Transportes é pivô de uma crise de gestão, com casos de corrupção que levaram à demissão do agora ex-ministro Alfredo Nascimento e de quadros ligados ao PR e ao PT.