quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Ninguém aguenta mais o "Jornal Nacional",nem a Fátima Bernardes"

Fátima Bernardes deve deixar o "Jornal Nacional"

MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA
A apresentadora Fátima Bernardes, 49, deve deixar a bancada do "Jornal Nacional". A Folha apurou que ela alega cansaço na função. O anúncio pode ser feito em breve.


Procurado, o diretor da Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, disse em um primeiro momento que não estava ouvindo direito a ligação.
Em seguida, sua secretária ligou para a reportagem. Disse que ele estava numa reunião com a cúpula da empresa e que, por isso, não poderia conversar.
O diretor da Central Globo de Comunicação, Luis Erlanger, também não retornou os telefonemas. Seu secretário disse que ele estava em um compromisso importante e, por isso, incomunicável.
Fátima Bernardes entrou para a TV Globo em 1987. Ela passou pelo "RJTV", "Jornal da Globo" e "Fantástico" antes de assumir o "Jornal Nacional", em 1998, ao lado de seu marido, William Bonner, 48. Ela substituiu Lillian Witte Fibe na bancada.
Fátima e Bonner são pais dos trigêmos Vinícius, Beatriz e Laura, que nasceram em 1997.

João Miguel Júnior/TV Globo
Os jornalistas William Bonner e Fátima Bernardes, apresentadores do "Jornal Nacional", da TV Globo
Os jornalistas William Bonner e Fátima Bernardes, apresentadores do "Jornal Nacional", da TV Globo
O "Jornal Nacional" entrou no ar em 1969 com Hilton Gomes e Cid Moreira. Em 1972, Sérgio Chapelin passou a dividir a bancada com Moreira. A dupla comandou o programa durante 11 anos.
Em 1983, Celso Freitas substituiu Chapelin e formou dupla com Cid Moreira por seis anos, até a volta de Chapelin ao "JN". Em 1996, começaram a comandar o jornal William Bonner e Lillian Witte Fibe.

Copa do Mundo deve representar ganho extra de 1,5% no PIB do Brasil,mas mesmo assim nada disso interessa para imprensa corrupta,golpista e racista brasileira,que ainda sonha com os governos malditos do PSDB.Para a imprensa brasileira só interessa o roubo ao Tesouro Nacional.Ela quer a autoridade de onde flui os recursos da nação para seus bolsos e o povo lhe dá nojo.Viva o presidente Lula e a presidenta Dilma!

Brasil deve investir R$ 36,4 bilhões na Copa do Mundo de 2014  
Copa do Mundo deve representar ganho extra de 1,5% no PIB do Brasil


Victor Martins
Enviado Especial



O Brasil deve conquistar mais que títulos com a Copa do Mundo. Até 2014 o país vai ter um ganho extra de 1,5% no Produto Interno Bruto (PIB). A competição vai ainda derrubar a taxa de desemprego em 1% e elevar as exportações em 30%. Os números são estimativas do Itaú Unibanco, que considera o momento como uma oportunidade para o Brasil entrar nos trilhos do crescimento.

"Até 2014, o país vai ter um ganho extra de 0,5% no PIB a cada ano. Serão mais de 250 mil empregos e as despesas com consumo irão crescer entre 5,3 bilhões e 10,6 bilhões", calculou Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.

De acordo com os números da instituição, em 2014, fora os turistas, o Brasil terá R$ 145 milhões de consumidores - contingente maior que a população de economias maduras como o Japão, Alemanha e França. "Os jogos trarão impactos positivos para a infraestrutura, emprego, renda e turismo", disse Goldfajn. "O evento mundial vai colocar o Brasil em uma vitrine e nos trará parcerias comerciais e outras vantagens", concluiu o economista.

Pelas estimativas do banco, o país irá investir R$ 36,4 bilhões na Copa do Mundo de 2014. A maioria dos recursos, R$ 12,7 bilhões serão aplicados em transporte e mobilidade. O dinheiro também vai para estádios (7,2 bi), aeroportos (5,3 bi), portos (700 milhões), telecomunicações (4,2 bi), segurança (4,1 bi), hotelaria (2,1 bi) e hospitais (1,1 bi).

Sai primeira foto da imprensa corrupta,golpista e racista brasileira,em revista masculina

Do site Forças Terrestres

Operação Ágata III fecha fronteiras ao tráfico de drogas

As fronteiras com a Bolívia, Paraguai e Peru estão sob forte esquema de vigilância em decorrência da Operação Ágata III, deflagrada pelo Ministério da Defesa no contexto do Plano Estratégico de Fronteiras. Em andamento desde o último dia 21, a ação militar mobiliza perto de 6,5 mil homens do Exército, Marinha e Aeronáutica, com apoio de órgãos como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Ibama. O objetivo é combater e prevenir os crimes transfronteiriços, como o tráfico de drogas e o contrabando, além de delitos ambientais.
Na linha de fronteira com a Bolívia, principal ponto de entrada da cocaína para o Brasil e outros países, a presença de policiamento é maciça. No Posto Esdras, na divisa com o país vizinho, por exemplo, barreira do Exército dá suporte a agentes da Polícia Federal e fiscais da Receita Federal. Com o emprego de cães farejadores, a Federal realiza fiscalização de veículos em busca de drogas e produtos contrabandeados. Várias apreensões já foram feitas.
Além do Esdras, a presença de tropas militares é intensa no entroncamento da Estrada Parque, Lampião Aceso e Buraco das Piranhas, na BR-262, que liga Corumbá a Campo Grande. Unidades móveis do Exército também patrulham várias estradas vicinais que podem ser utilizadas como rotas alternativas do tráfico em virtude do fechamento de rodovias.
Ônibus saindo de Corumbá com destino à Campo Grande estão passando por rigorosa revista no Lampião Aceso, com a checagem de documentos pessoais de passageiros e bagagens. Todo esse trabalho executado por forças terrestres é apoiado por aeronaves da Força Aérea, inclusive da Base Aérea de Campo Grande, apesar de os principais meios aéreos empregados pela FAB estarem concentrados na Base Aérea de Porto Velho.
Ainda no Mato Grosso do Sul, a ação das Forças Armadas está se desenrolando nos municípios fronteiriços com o Paraguai, por onde também entram drogas, especialmente maconha, e o contrabando.
Segundo o titular do Comando Militar do Oeste (CMO) e também principal comandante da Ágata III na região, general de exército João Francisco Ferreira, a operação está conseguindo cumprir os seus objetivos de levar maior segurança às regiões de fronteira, inibindo o crime organizado. Ele retornou ontem pela manhã à Campo Grande, depois de ter realizado viagem de inspeção à Corumbá e outras localidades. O general destacou que um dos grandes diferenciais dessa operação é o trabalho interagências, ou seja, a atuação integrada com outros órgãos, como a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e órgãos estaduais de segurança pública.
FONTE: Correio do Estado

Senadores Álvaro Dias,do PSDB,Agripino Maia e Demóstenes Torres,ambos do DEM,se calam. É a honestidade seletiva!

Vereadores impedem convocação e minam caso Controlar na Câmara

Secretário do Verde e Meio Ambiente deveria ia à audiência, mas base governista vetou

"Houve entendimento de que o secretário já se pronunciou sobre o caso ao MP, portanto não existe necessidade de vir aqui neste momento", argumentou o vereador Milton Leite (DEM). Além de Leite, votaram contra a convocação do secretário os vereadores Roberto Trípoli (PV), Aníbal de Freitas (PSDB), Atílio Francisco (PRB) e Ricardo Teixeira (PSDB). A favor da convocação votaram os petistas Antonio Donato e Francisco Chagas e Celso Jatene (PTB).
Com a nova vitória da base governista a possibilidade de o caso Controlar ser investigado pelos vereadores ainda este ano foi definitivamente enterrada.

Vem para o Brasil que aqui a mídia dá as cartas e ela faz o que bem entende.Inclusive,vai para a porta do prédio do ex-presidente Lula para fotografar sua intimidade e tenta entrar no quarto do hotel onde José Dirceu está hospedado.A imprensa brasileira tudo pode,principalmente mentir e esconder as notícias sobre os roubos da "oposição sem rumo". Não temam os parlamentares,o executivo e a Justiça do meu país,eles têm muito medo da poderosa e real chefe do governo brasileiro,a imprensa do país

Outdoor "sensual demais" de marca de lingerie é proibido na Inglaterra

Do UOL Economia, em São Paulo

  • Propaganda da Marks & Spencer Propaganda da Marks & Spencer
Um anúncio da marca de lingerie Marks & Spencer foi banido na Inglaterra por ser “muito sensual”. Cerca de quinze consumidores se sentiram ofendidos com a propaganda e reclamaram para o órgão regulador do país, que tomou a medida de proibir a campanha.
O anúncio estampado em um ônibus de dois andares traz uma mulher vestida com uma lingerie preta de joelhos na cama.
A imagem foi considerada inadequada para ser divulgada em locais públicos e não segmentados.
A empresa disse que não acreditou que o anúncio poderia ofender o público e que por ser uma marca de lingerie é natural que utilizem modelos vestindo as peças que produzem.
Segundo o órgão regulador da publicidade na Inglaterra, a medida também tem como objetivo proteger as crianças de materiais inadequados.

A IMPRENSA BRASILEIRA QUER A LIBERDADE TOTAL PARA CONTINUAR NOS ESCRAVIZANDO AO SEU PENSAMENTO MONOPOLISTA

A imprensa corrupta,golpista e ultra racista brasileira já esqueceu o vazamento de óleo no mar do Brasil. É triste !

Clique no atalho e veja,em três videos,a companhia que a Chevron contratou

http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2011/11/30/videos-ineditos-mostram-falta-de-estrutura-em-empresa-que-recebe-oleo-da-chevron/

Médicos festejam voz de Lula ter melhorado com tratamento


A equipe médica que cuida do ex-presidente Lula festeja o fato de sua voz ter melhorado desde que ele começou a quimioterapia, há quase um mês, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na Folha.
Seria um indicativo de que o tratamento está tendo o efeito desejado. No começo de janeiro, Lula fará os exames cruciais que dirão se ele pode ou não continuar a seguir a conduta adotada.
Se o tumor na laringe não regredir no ritmo adequado, ele terá então que partir para a radioterapia ou para a cirurgia.
A perda de sabor dos alimentos, efeito colateral da químio, no entanto, está abalando o humor de Lula. A amigos que telefonaram e perguntaram nos últimos dias se ele está bem, o ex-presidente respondeu que se sente "péssimo".

Nem o Correio Braziliense conseguiu esconder:"Reforço na saúde pública.União repassa recursos aos cofres locais para a melhoria do atendimento básico oferecido à população"

Reforço na saúde pública  
União repassa recursos aos cofres locais para a melhoria do atendimento básico oferecido à população

Almiro Marcos



O ministério quer incentivar o atendimento em unidades mais simples, como os centros de saúde: o Distrito Federal receberá pouco mais de R$ 2 milhões (Daniel Ferreira/CB/D.A Press - 8/11/10)
O ministério quer incentivar o atendimento em unidades mais simples, como os centros de saúde: o Distrito Federal receberá pouco mais de R$ 2 milhões

O Ministério da Saúde (MS) anunciou ontem a liberação de mais de R$ 2 milhões ao Distrito Federal para investimento em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da rede pública, aquelas que oferecem atendimento mais simples e próximo da comunidade. Só que esse não será um simples repasse. A União quer saber se, depois disso, a população será bem atendida. E mais, o governo federal atrelou a concessão de mais recursos para as equipes que trabalham próximas da comunidade à avaliação da qualidade do serviço prestado. “Vamos repassar mais verbas para quem tiver um bom desempenho”, explicou o ministro Alexandre Padilha, durante a cerimônia de assinatura de adesão ao programa Saúde mais perto de você, ontem, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

O Governo do Distrito Federal integrará o programa com 58 equipes de atenção básica, no país serão 17.669. Inicialmente, cada grupo receberá recursos extras no valor de R$ 1,7 mil por mês. Mas, dependendo dos resultados apresentados, o valor pode chegar a R$ 8,5 mil. O MS vai criar uma estrutura para avaliar os indicadores de qualidade — como tempo de espera, satisfação do usuário, atendimento a doentes crônicos e outros serviços —, que será feita por uma equipe técnica formada por servidores do ministério e de universidades. Além disso, a população atendida nas unidades também será ouvida.

Após seis meses da assinatura do convênio, cada grupo poderá ter o valor do recurso aumentado ou suspenso. “O ministério está premiando quem se esforça para atender com qualidade”, acrescenta Alexandre Padilha. Além disso, o ministro disse esperar que as próprias secretarias de Saúde e dos municípios incentivem os servidores criando meios próprios de pagamento extra para as equipes que apresentarem melhor resultado. Com o reforço no atendimento básico, o MS espera reduzir a superlotação nas unidades de emergência e de atendimento especializado. O programa como um todo projeta investimento nacional de R$ 4 bilhões até 2014.

Reformas e tecnologiaAlém dos recursos repassados às equipes de saúde básica, o Distrito Federal também receberá repasses específicos destinados a investimentos na reforma de unidades e para a implementação do programa Telessaúde. Ao todo, R$ 1,18 milhão será usado na melhoria dos centros que estão com a estrutura física mais comprometida. Após a apresentação do projeto, o governo federal libera 20% da verba. O restante será repassado após a comprovação do início das obras.

Já o dinheiro para a instalação do Telessaúde será disponibilizado em parcela única de R$ 750 mil. O serviço tem como objetivo diminuir o retorno de pacientes aos hospitais para uma segunda consulta. A iniciativa vai funcionar por meio de um sistema informatizado que interligará as USBs a centros onde médicos especialistas atenderão os colegas — via vídeo-conferência ou internet — para a verificação de laudos e complementação de diagnósticos. “Isso vai evitar a longa espera por exames e consultas com especialistas. Ainda não temos, no entanto, como dimensionar esse impacto”, explicou o ministro.

Em 2012, também devem ser liberados recursos voltados à ampliação das unidades básicas de saúde. Gestores de todo Brasil têm até o fim do ano para repassar ao MS a lista de centros que têm potencial para aumentar a capacidade de atendimento. Um diagnóstico feito em toda a rede pública indicou a existência de 8 mil unidades que precisam de reformas em todo o país. A projeção de investimento é de R$ 543 milhões. Outras 15 mil necessitam ser ampliadas para melhorar a cobertura oferecidas às comunidades.


"O ministério está premiando quem se esforça para atender com qualidade"
Alexandre Padilha, ministro da Saúde


O que são as UBSs
» Consideradas portas de entrada do sistema público de saúde, as unidades básicas de saúde (UBSs) recebem verbas do Ministério da Saúde para melhorar atendimento. As UBSs estão localizadas nos bairros e em pequenas localidades e são as primeiras a realizar a assistência. A meta do governo federal é que elas respondam por 80% do total de atendimentos da rede.

» Projeção de investimento (até 2014): R$ 4 bilhões

» Objetivos: criar padrões de qualidade de atendimento mínimo nas USBs, que serão avaliados pelo ministério, por universidades e pela população


O DF no bolo
» Saúde mais perto de você: R$ 98,6 mil*

» Reformas: R$ 1,18 milhão**

» Telessaúde: R$ 750 mil**

* Valor de repasses mensais, que podem ser ampliados após seis meses.
** Repasses únicos.

E tem mais,vocês com essa oposição fraquinha e sem rumo me obedeçam senão falo a verdade nos meus jornais,portais e na Tv. Avisem ao Movimento Gota D'água para calar a boca ou vão todos perder os papéis nas minhas novelas. Que video ridículo que eles fizeram

Ficar contra um governo popular tem preço. Na eleição municipal, pode significar eleger menos prefeitos, com isso correndo o risco de enfraquecer a representação congressual na próxima legislatura. Mas não há como evitá-lo. O PT passou por isso. Fez o oposto do sentimento nacional majoritário em alguns momentos (para lembrar de apenas dois: não votou em Tancredo no Colégio Eleitoral em 1985 e foi contra o Plano Real em 1994), mas agiu de maneira que a opinião pública reconheceu ser coerente. Assim, adquiriu respeito. É o que os partidos de oposição precisam conquistar


Marcos coimbra


Sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi
marcoscoimbra.df@dabr.com.br





Fazendo oposição
Ficar contra um governo popular tem preço. Na eleição municipal, pode significar eleger menos prefeitos, com isso correndo o risco de enfraquecer a representação congressual na próxima legislatura. Mas não há como evitá-lo

Quem acompanha o que falam os principais líderes oposicionistas terá notado o recrudescimento do discurso antigoverno nos últimos meses. O clima de certa boa vontade para com Dilma, que prevaleceu durante o primeiro semestre, foi substituído por declarações cada vez mais fortes.

A mudança é especialmente visível nas manifestações para a imprensa. Quando se pronunciam publicamente, por meio de entrevistas, artigos assinados ou notas, o tom costuma ser mais ácido que no dia a dia do relacionamento parlamentar e administrativo.

Afinal, a oposição está à frente de nove estados e centenas de prefeituras, o que exige convivência contínua e colaboração com o governo federal. Nenhuma das partes quer se indispor com a outra.

Existem diversas razões para explicar a mudança. Pode ser que as lideranças da oposição acreditem que seu eleitorado a exige. Pode ser que obedeçam a motivações internas, decorrentes de conflitos entre correntes partidárias. Pode ser que desejem mais espaço nos grandes veículos de comunicação, sempre mais generoso quando o oposicionismo é mais acentuado.

O entendimento de que a sociedade cobra virulência não é respaldado pelas pesquisas de opinião. A imagem da presidente continua positiva, depois de ter começado o ano nas alturas. Nos levantamentos de todos os institutos, Dilma é recordista de popularidade.

Nos mais recentes, estava com aprovação de quatro em cada cinco entrevistados. Criticá-la equivalia, portanto, a julgá-la de maneira oposta ao que pensa a vasta maioria da população.

Também relevante, a imagem de Dilma mostrava ter resistido aos sucessivos episódios de crise em seu ministério. Tendo se desvencilhado de seis ministros, não haveria como negar que as denúncias tinham, no mínimo, algum fundamento.

Nenhum governo apresenta, ao longo do tempo, níveis idênticos de avaliação. Flutuações podem acontecer e acontecem. O que importa é a tendência, e nada indica que Dilma esteja perante alterações significativas da sua.

Ou seja, enquanto a imagem do governo permanece elevada e assim parece que vai continuar, o discurso da oposição segue um caminho inverso. A opinião pública continua gostando da presidente e a oposição, a cada dia, gosta menos.

Nenhum problema com isso. É totalmente legítimo e até natural que ela discorde do que pensa a maioria do eleitorado. Se não, nem teria o que falar, uma vez que o discurso da aprovação tem dono identificado. É do situacionismo o direito (e o dever) de ser a favor.

O complicado é quando o oposicionismo é inconstante ou contraditório. Se as lideranças tucanas (pois as do PPS e as do DEM, a cada dia, diminuem de expressividade) querem ser crescentemente contrárias ao governo, que o sejam. O que não podem é fazê-lo titubeando e dando meias voltas.

Isso é especialmente importante para elas durante o processo eleitoral que teremos ano que vem. Nas eleições municipais, a oposição terá que escolher de que lado vai estar em relação a Dilma, Lula e o governo federal. E terá que saber dizê-lo com clareza para o eleitorado.

Em 2008, vimos o preço que o temor a Lula cobrou das oposições. Cientes da elevadíssima popularidade do ex-presidente, não houve um só candidato relevante a prefeito que ousasse confrontá-lo ou criticar o governo. Em algumas cidades, tivemos uma espécie de competição para selecionar o mais lulista, independente do partido. O candidato tucano típico queria tudo, menos ser percebido como o que era “contra Lula”.

O resultado foi uma espécie de “círculo virtuoso”. Lula estava bem e ninguém o questionava. Ficava, em função disso, a cada dia melhor e diminuía a vontade de lhe fazer oposição. Com isso, subia ainda mais. Ele entrou no período eleitoral daquele ano bem e terminou ótimo.

Ficar contra um governo popular tem preço. Na eleição municipal, pode significar eleger menos prefeitos, com isso correndo o risco de enfraquecer a representação congressual na próxima legislatura. Mas não há como evitá-lo.

O PT passou por isso. Fez o oposto do sentimento nacional majoritário em alguns momentos (para lembrar de apenas dois: não votou em Tancredo no Colégio Eleitoral em 1985 e foi contra o Plano Real em 1994), mas agiu de maneira que a opinião pública reconheceu ser coerente. Assim, adquiriu respeito.

É o que os partidos de oposição precisam conquistar.

Ratos do PSDB reunidos:"O Tribunal Superior Eleitoral livrou ontem o governador de Roraima José de Anchieta Júnior (PSDB) de cassação por utilização de uma rádio estatal em favor de sua candidatura nas eleições de 2010"


Roraima
Justiça Eleitoral livra governador de cassação
O Tribunal Superior Eleitoral livrou ontem o governador de Roraima José de Anchieta Júnior (PSDB) de cassação por utilização de uma rádio estatal em favor de sua candidatura nas eleições de 2010.
Os ministros entenderam, por 6 votos a 1, que um erro processual inviabiliza a condenação do governador.
Segundo o TSE, assim como Anchieta e seu vice, Francisco de Assis Rodrigues, o radialista Mário Cezar Balduíno -que apresentava o programa favorável à candidatura- também deveria responder ao processo, o que não aconteceu.
Relator do caso, Arnaldo Versiani disse que Anchieta foi beneficiado por ato direto do radialista, o "verdadeiro" autor da conduta considerada irregular pela Justiça Eleitoral.
Segundo a legislação, não há mais tempo de propor outra ação incluindo o radialista.
Anchieta Júnior foi cassado em fevereiro, mas uma liminar o manteve no cargo.

Viva a Justiça brasileira ! Agora só falta o STF considerar inconstitucional a lei apelidada de 'Ficha Limpa'

Senado
Um ano após eleição, Capiberibe toma posse
João Capiberibe (PSB-AP) foi empossado ontem como senador pelo Amapá mais de um ano após a sua eleição. Rival do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), Capiberibe foi impedido de assumir por ter sido enquadrado na Lei da Ficha Limpa.
Em 2005, quando era senador, ele e sua mulher, Janete (PSB), que era deputada federal, perderam os mandatos após terem sido acusados de compra de votos. Eles sempre negaram as acusações.
Como o Supremo Tribunal Federal decidiu que a Ficha Limpa não valeria para as últimas eleições, Capiberibe e sua mulher -eleita deputada- recorreram para assumir os mandatos. Janete assumiu em julho. Capiberibe só conseguiu ser diplomado por decisão do STF de 3 de novembro.
Em seu discurso de posse, ele pediu a Sarney que ambos deixassem suas divergências políticas de lado e trabalhassem em parceria pelo Amapá.

Para Fernando Rodrigues: o PSDB entende tudo de rato

Fernando Rodrigues
Os ratos do PSDB
BRASÍLIA - É difícil construir um discurso na oposição quando o país vive em estabilidade econômica e a presidente da República tem a fama de incorruptível. Nesta semana, foi a vez de a "New Yorker" perfilar Dilma Rousseff, elogiada no texto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Coincidência atroz para os tucanos. Ontem, o PSDB veiculou um comercial de 30 segundos atacando o governo do PT e de Dilma Rousseff.
O filme começa com uma imagem da famosa propaganda dos ratos comendo a bandeira do Brasil, usada pelo PT em 2002 -a primeira incursão de Duda Mendonça pró-Lula.
No comercial de ontem do PSDB, surge então um locutor interpretando o seguinte texto: "Há nove anos, nessa propaganda, o PT anunciava que, se o Brasil não acabasse com a corrupção, a corrupção iria acabar com o Brasil. Há nove anos, o PT está no poder... e o que era apenas uma propaganda do PT [aparece um rato comendo um pedaço da bandeira, arrotando e dando risada]... virou a realidade deste governo".
Propaganda boa é a que vende o produto. O PSDB está fazendo uma aposta. Os tucanos devem imaginar que exista um caldo de cultura no Brasil hoje semelhante ao visto no início da década passada: fadiga de material do governo e muitos eleitores aflitos com a corrupção.
Essa conjuntura era verdadeira em 2002, mas havia, à época, o desalento da estagnação econômica.
É possível, de fato, muitos eleitores se incomodarem com ministros demitidos em série por causa da corrupção endêmica em Brasília. Mas esses mesmos eleitores estão à espera de propostas para melhorar
sua vida. A oposição não conseguiu ainda explicar por que faria melhor se voltasse ao Planalto. Os ratos do PSDB de ontem podem ser uma boa sacada. A imagem choca. Só que pode não servir para vender a mercadoria dos tucanos.
fernando.rodrigues@grupofolha.com.br

Atenção com a China

Editoriais
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Atenção com a China
Brasil precisa exigir mais reciprocidade dos chineses, que não cumprem promessas e impõem restrições aos investidores estrangeiros
Não causa surpresa o fato de que metade dos grandes projetos de investimento chineses no Brasil, anunciados em 2009 e 2010, ainda não se tenha concretizado. O país asiático tem-se mostrado muitas vezes lento e pouco confiá-vel em suas intenções de investir.
No caso brasileiro, a prioridade chinesa reside na infraestrutura e no acesso a matérias primas, indispensáveis para sustentar sua enorme população e o acelerado ritmo de crescimento.
Não por acaso, os maiores negócios concretizados pela China no Brasil, em 2010, aconteceram na área de energia, com a compra de participação em empresas estrangeiras que atuam no país: US$ 7,1 bilhões por 40% da espanhola Repsol, US$ 3,1 bilhões por 40% de um campo de petróleo da norueguesa Statoil e US$ 3,5 bilhões por 30% da operação da portuguesa Galp no setor.
Ainda assim, na mineração, os asiáticos não concretizaram nem a compra da Itaminas, por US$ 1,2 bilhão, nem o investimento de US$ 3,5 bilhões na EBX, com vistas à construção de uma siderúrgica -investimentos que foram anunciados em março e abril de 2010.
No que se refere a produtos manufaturados, os chineses parecem ainda menos animados com a ideia de montar unidades no Brasil. Mesmo que venham a investir em algumas delas, deverá ser apenas o preço para obter acesso ao mercado interno, como é o caso dos R$ 900 milhões aplicados na montadora JAC, com o óbvio intuito de fugir do aumento do IPI. Mesmo assim, 80% desse valor sairá do bolso do sócio local da montadora.
Também a intenção de investir US$ 12 bilhões, anunciada pela Foxconn quando da visita da presidente Dilma Rousseff ao país, em abril, mostrou-se aquém das expectativas. Posteriormente, a empresa deixou claro que não pretendia aportar recursos, apenas transferir tecnologia em troca de financiamento do BNDES.
As relações econômicas do Brasil com a China são marcadas por assimetrias, que precisam ser, o mais breve possível, corrigidas. Além do desequilíbrio da pauta de exportações, composta quase exclusivamente de produtos primários, há restrições e exigências por parte da China quando se trata de investir em seu mercado interno.
Cabe ao governo -que já vem agindo nesse sentido- avançar com medidas que ajudem a compensar tais distorções. É preciso impor contrapartidas equivalentes às que são pedidas ao empresário brasileiro. Além disso, seria prudente restringir o acesso de estatais chinesas a recursos minerais, terras e cadeias de produção do agronegócio.
Reciprocidade nas condições de investimentos, acesso ao mercado consumidor chinês e cooperação tecnológica são, do lado brasileiro, os itens mais importantes para uma relação mais equilibrada.

Neoliberalismo agoniza

CRISE GLOBAL
» À beira do caos, Itália está sob pressão total País paga juros recordes de quase 8% ao ano para rolar dívidas. Líderes europeus pedem ajuste fiscal urgente




Premiê italiano Mario Monti ouve cobranças do ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schaeuble (Yves Herman/Reuters)
Premiê italiano Mario Monti ouve cobranças do ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schaeuble

Milão e Bruxelas — Alvo de um forte movimento especulativo, com a maior parte dos investidores apostando em sua derrocada, a Itália foi obrigada a pagar juros recordes ontem para financiar parte de sua dívida. As taxas de juros encostaram nos 8% ao ano, o que engrossou o coro dos analistas — entre eles Nouriel Roubini, professor da Universidade de Nova York —, de que a terceira maior economia da Zona do Euro será obrigada a dar um calote em parte dos seus débitos e pedir socorro internacional.

Para vender 7,5 bilhões em títulos com vencimento em três anos, a Itália assumiu encargos de 7,89% ao ano, taxa sem precedentes desde 1997. Há um mês, os juros cobrados do país giravam em 4,93% anuais. A disparada do custo do endividamento começou diante da incapacidade do governo de Silvio Berlusconi de apresentar um plano consistente de redução dos gastos públicos. A pressão foi tamanha, que Berlusconi teve de renunciar, sendo substituído por Mario Monti, um respeitado técnico comprometido com políticas de ajuste fiscal.

NervosismoMas, apesar do apoio da Comissão Europeia (CE) ao novo primeiro-ministro italiano, os líderes do bloco econômico elevaram o tom e pediram à Itália que promova reformas ambiciosas no setor público e as aplique o mais rapidamente possível para reduzir os rombos fiscais e estimular o crescimento econômico. Em reunião ontem, eles assinalaram que o país precisa dar sérias demonstrações de que realmente está disposto a evitar o pior. Se a Itália ruir, o fim do euro será questão de tempo. A dívida italiana totaliza 1,9 trilhão de euros, o correspondente a 120% do seu Produto Interno Bruto (PIB).

No que depender da Alemanha, o endividamento dos países que integram a Zona do Euro não poderá passar de 60% do PIB. Essa, segundo o ministro das Finanças da maior economia do bloco econômico, Wolfgang Schaeuble, será a única forma de aumentar a confiança na sustentabilidade da Zona do Euro. A inquietação dos investidores é grande, sobretudo pelas dificuldades dos governos em ampliar o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (Feef), dos atuais 500 bilhões de euros para mais de 1 trilhão de euros. O reforço nesse instrumento de socorro, no entender do mercado, é vital para salvar a Itália e a Espanha. A decisão sobre o Feef deve sair hoje.


Moody's vê risco de falência
A agência de classificação de risco Moody’s informou ontem que reduzirá as notas de 87 bancos europeus diante das dificuldades dos governo em resgatá-los em caso de dificuldades. Essas instituições estão espalhadas por 15 países. Sete são francesas, 21 espanholas, 17 italianas, nove austríacas e cinco norueguesas. Para a Moody’s, é urgente a necessidade de reforço de capital desses bancos, que correm risco de falência. Também ontem, os mercados foram abalados pelo notícia de que a Standard & Poor’s (S&P) cogita incluir a nota “AAA” da França, que atualmente é estável, em uma perspectiva negativa. Se confirmado, a segunda maior economia da Zona do Euro poderá perder o selo máximo de segurança para os investidores.

Quem mandou votar no PSDB,agora aguenta

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Bê-á-bá na Justiça
A última coisa de que a classe média paulista precisava aconteceu: a necessidade de recorrer à Justiça para matricular o filho no primeiro ano da escola particular.
Por força de uma duvidosa resolução do Conselho Estadual de Educação que estabelece que só podem ser inscritas no primeiro ano crianças que completarem seis anos até 30 de junho, várias instituições privadas vêm impedindo alunos nascidos no segundo semestre de seguir na mesma turma de seus colegas de pré-escola na passagem para o primeiro ano.
Inconformados com a exclusão do grupo de amigos e com a anuidade extra com que teriam de arcar, pais foram ao Judiciário, que vem concedendo liminares permitindo a matrícula.
O conselho, amparado pelo Ministério Público, afirma que a resolução, de 2008, deu às instituições prazo suficiente para adaptar-se à situação. Deveriam ter aplicado a nova regra a suas turmas de pré-escola para evitar a materialização do problema agora. Sustentam que evitar grandes disparidades de idade é importante para o desenvolvimento pedagógico e social da criança.
As escolas, por seu turno, alegam que, em muitos casos, os pais têm razão. Dizem, porém, que não podem aceitar a matrícula porque o descumprimento da resolução poderia sujeitá-las a sanções administrativas. Não mencionam, é claro, a anuidade extra, mas isso seria exigir demais da natureza humana.
Embora o argumento do conselho faça sentido em suas linhas gerais -aos seis anos, seis ou sete meses podem fazer bastante diferença em termos de desenvolvimento neurológico-, é um contrassenso estabelecer uma data arbitrária e a partir dela dividir as crianças, sem olhar para as situações individuais.
Se é verdade que alguns meses podem importar, também é verdade que indivíduos variam bastante. Não é impossível encontrar uma criança de cinco e meio mais preparada para a alfabetização que uma de seis. A única forma de decidir é julgando caso a caso, o que escolas e pais podem fazer, mas os burocratas do conselho, não.
A melhor forma de resolver a questão seria rever a resolução, transformando-a numa diretriz em vez de regra inquebrantável.
É ruim para crianças, pais, escolas e também para a própria Justiça que questões como essa tenham de ser judicializadas.

E o salário mínimo é que traz inflação

Petista diz que maior parte dos assessores nunca foi à Câmara
Líder do governo argumenta que funcionários trabalham nos escritórios dos deputados nos Estados, não em Brasília
Cândido Vaccarezza deu declaração em defesa do ministro Carlos Lupi, funcionário-fantasma da Casa por seis anos
DE BRASÍLIA
Em uma tentativa de minimizar a crise envolvendo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse ontem que a maioria dos assessores de deputados "jamais" colocou os pés na Casa.
Segundo o petista, esses funcionários trabalham nos escritórios políticos nos Estados, não em Brasília.
"A maioria jamais pisou na Câmara. Porque a maioria dos funcionários dos deputados fica nos Estados", disse.
A declaração se deu em resposta à revelação da Folha de que Lupi foi funcionário-fantasma da Câmara por quase seis anos, período em que ocupou um CNE (Cargo de Natureza Especial).
Pelas regras da Casa, ocupantes desses cargos precisam estar nos gabinetes em Brasília. Vaccarezza afirmou depois que se referiu à maioria dos funcionários ligados aos deputados, não aos CNEs.
Os assessores dos gabinetes dos deputados se dividem entre Brasília e os Estados.
"Quem prova que Lupi nunca apareceu para trabalhar? Por que Lupi é fantasma? Porque existe uma campanha contra ele."
O ministro recebeu, de 2000 a 2006, o maior salário pago a um assessor técnico na liderança do PDT na Câmara, mas cumpria apenas atividades partidárias e morava no Rio de Janeiro, contrariando normas da Casa.
Sobre os CNEs, Vaccarezza afirmou que, na época em que Lupi trabalhou na Casa, eles podiam atuar nos Estados, versão corroborada pelo presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS).
"Hoje é terminantemente proibido o trabalho de qualquer CNE fora da Câmara, mas no passado havia essa flexibilidade", disse Maia, apesar de afirmar que a Casa ainda vai analisar se Lupi deve ressarcir a Câmara.
Entretanto, normas da Casa contradizem as declarações dos petistas.
O ato número 45/1996, da Mesa Diretora da Câmara, determinava que o assessor técnico, cargo ocupado por Lupi, deveria "ser encontrado na administração ou nas lideranças" da Casa.
Na defesa de Lupi, o governo apresentou uma exceção à regra, normatizada pelo ato número 11/1995. De acordo com ela, um assessor poderia executar "serviço externo" se fosse autorizado por seus superiores.
Esse decisão, no entanto, levaria à perda imediata de 50% do salário.
Questionada, a assessoria de imprensa da Câmara dos Deputados informou que, em nenhum momento, Lupi teve descontados 50% do seu salário. Ou seja, segundo a própria Casa, o pedetista não se enquadrava na exceção.
O descontrole do uso de assessores nos Estados obrigou a Câmara a explicitar a proibição em 2007.
Aliados também negaram que Lupi tenha sido funcionário-fantasma. "Fantasma é aquele que recebe sem trabalhar. Não era o caso do Lupi", afirmou Vieira da Cunha (PDT-RS).
A declaração de Vaccarezza levou deputados a pedir investigações.
O vice-líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), disse que no partido não há nenhum funcionário-fantasma.

Kassab pagou R$ 1,5 milhão para Controlar acessar dados


Léo Arcoverde e Folha de S.Paulo
do Agora
A gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD) pagouR$ 1.527.361,77 por um convênio que permitiu à Controlar o acesso ilegal a dados sigilosos de milhões de motoristas da capital.
A acusação é do MPE (Ministério Público do Estado).
Os pagamentos, bancados pela Secretaria do Verde e do Meio entre dezembro de 2009 e outubro de 2010 em três parcelas, foram feitos à Prodam (Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de SP), empresa ligada à prefeitura, de acordo com a Promotoria.
A prefeitura mantém desde 2003 um convênio com o Detran (Departamento Estadual de Trânsito) para ter acesso ao banco de dados do órgão, e, assim, multar os motoristas que cometem infrações na cidade.
A Prodam é a responsável pelo sistema de consulta desses dados.
Resposta
O prefeito Gilberto Kassab (PSD) disse ontem que o convênio entre a prefeitura e o Detran que permitiu à Controlar acessar dados dos motoristas "é legal e está sendo renovado".
"Esse convênio norteia as relações da concessionária com os dados do Detran. Por parte da prefeitura não há nenhuma irregularidade", afirmou.
Segundo a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, um termo de confidencialidade foi assinado entre a Prefeitura, o Estado e a Controlar em 2008, ano do início de implantação da inspeção.
A secretaria não se manifestou sobre o repasse feito à Prodam. Sobre o assunto, a Controlar afirmou que cabe à prefeitura se manifestar.
O Detran, por sua vez, afirma que a prefeitura transferiu os dados irregularmente à Controlar. Siz ainda afirma que o termo de confidencialidade está sob investigação, já que não há oficialmente nenhum convênio ou parceria de troca de informações entre o Estado e a Controlar.

FGTS lucra mais do que grandes bancos

FGTS lucra mais do que grandes bancos
Lucro de R$ 13 bi foi apenas menor que o do Itaú Unibanco; parte dos ganhos financia construção de habitação popular
Dinheiro compensa falta de recursos do Orçamento da União e se torna fonte de cobiça dentro do governo
SHEILA D’AMORIM
DE BRASÍLIA
A combinação de crescimento econômico, aumento do emprego, juros elevados e captação de recursos a baixo custo fez o resultado do FGTS bater o dos grandes bancos do país nos últimos dois anos. Em 2009, após quitadas todas as despesas, sobraram R$ 11,4 bilhões no fundo, que é dos trabalhadores.
Esse valor é maior do que o lucro do Banco do Brasil e do Bradesco. No ano passado, foram outros R$ 13 bilhões, perdendo apenas para o ganho de R$ 13,3 bilhões registrado pelo Itaú Unibanco.
O lucro oficial do FGTS, no entanto, fica bem abaixo desse montante apurado porque o governo federal vem se apropriando de uma parte expressiva das receitas do fundo para financiar a construção de casas populares dentro do programa Minha Casa, Minha Vida.
Além disso, o fundo ainda teve que fazer nesse período ajuste contábil referente à correção de planos econômicos que já foram pagos anteriormente aos trabalhadores, mas só estão sendo registrados agora.
Em 2010, o lucro líquido oficial do FGTS foi de R$ 5,4 bilhões, mais de duas vezes os R$ 2,5 bilhões do ano anterior. Somando os R$ 4,1 bilhões que o governo usou para subsidiar a fundo perdido a construção de casa populares e os R$ 3,5 bilhões referente a correções de planos econômicos, o lucro real teria sido de R$ 13 bilhões.
Esse montante representa mais que o triplo dos R$ 3,8 bilhões registrados pela Caixa Econômica Federal, gestora do FGTS.
COBIÇA
O crescimento dos ganhos do fundo explica por que ele se tornou fonte de cobiça na equipe econômica do governo. Nos últimos anos, o FGTS foi beneficiado pelo crescimento econômico, que gerou mais empregos com carteira assinada e, portanto, aumentou a base de contribuições.
Parte do dinheiro captado foi direcionada a mais financiamentos habitacionais que geraram retorno para o fundo. Os recursos disponíveis foram aplicados prioritariamente em títulos públicos federais, corrigidos com base na taxa de juros de referência para economia, a Selic, uma das mais altas do mundo.
Ao mesmo tempo em que elevou sua receita investindo em títulos públicos, o FGTS pagou uma rentabilidade baixa para os trabalhadores.
A remuneração prevista em lei, equivalente à variação da TR (Taxa Referencial) mais 3% ao ano, foi inferior a 4% em 2010, menor até mesmo do que a inflação do período.
Representantes dos trabalhadores no conselho de gestão do FGTS querem que uma parcela do dinheiro que sobra após apurar todos os gastos do fundo seja distribuída para compensar a baixa rentabilidade paga pelo FGTS.
A proposta diminuiria a parte disponível para o governo fazer políticas públicas. O embate aumentou a tensão na equipe econômica nas últimas semanas.

'Minha Casa,Minha Vida' fecha 330 mil contratos

Minha Casa fecha 330 mil contratos
O balanço, referente a construções negociadas neste ano, será entregue hoje à presidente Dilma. A meta é construir 2 milhões de moradias até 2014

Guilherme Amado



A presidente Dilma se reúne hoje com os ministros para discutir melhorias na execução do programa (Roberto Stuckert Filho/PR - 9/6/11)
A presidente Dilma se reúne hoje com os ministros para discutir melhorias na execução do programa

Bandeira eleitoral da campanha de Dilma Rousseff, o programa Minha Casa, Minha Vida assinou contratos para a construção de 330 mil moradias em 2011, segundo balanço do programa que deve ser anunciado hoje pela Caixa Econômica Federal (CEF) a que o Correio teve acesso. Hoje, já com o levantamento em mãos, Dilma e os ministros envolvidos na principal iniciativa do governo petista na área habitacional se reúnem no Palácio do Planalto para discutir formas de acelerar a execução do programa, que promete entregar 2 milhões de casas até 2014. O dobro do anunciado quando o programa foi lançado, em 2009.

Até o ano passado, segundo a CEF, foram assinados contratos para a construção de 1,3 milhão de moradias em todo o país. A Bahia é o estado recordista de participação no programa.

De acordo com o diretor de Habitação da CEF, Teotônio Costa Rezende, na faixa de renda entre três e 10 salários mínimos, o governo investiu R$ 14,5 bilhões, montante proveniente de recursos do Tesouro e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Já na faixa de renda de até três salários mínimos, foram investidos R$ 5,88 bilhões, com a mesma origem.

A CEF explicou que o uso do FGTS tem permitido dar mais celeridade ao programa. “Nós contratamos e vamos liberando os recursos à medida que as casas vão sendo construídas, em um prazo de cerca de 20 meses. O Tesouro vai recompondo ao FGTS valores que foram adiantados ao programa”, explica o superintendente Nacional de Habitação Social da CEF, André Marinho. Até a semana passada, o Tesouro havia repassado para o FGTS apenas R$ 8,596 milhões.

Restos a pagarOutra expressiva fatia (R$ 5,596 bilhões) do total pago este ano refere-se a restos a pagar de exercícios anteriores, ou seja, pagamentos de moradias cuja construção havia começado nos dois primeiros anos do programa. A expectativa do governo é investir, até 2014, R$ 72,5 bilhões, o equivalente a 2 milhões de novas casas.

A avaliação do programa, que será entregue hoje à presidente Dilma Rousseff, é feita em separado do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), cujos números oficiais foram divulgados na semana passada. A CEF não explicou o que pode estar tornando mais lenta a execução orçamentária do PAC. Em seu lançamento, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia alertado sobre o risco de a burocracia atrasar o andamento das obras. Além de dificuldades operacionais, a necessidade de combater a inflação, diminuindo os incentivos à economia, pode ter influenciado na lentidão da execução orçamentária.

Criado em meio à necessidade de se estimular a economia brasileira durante a crise financeira de 2009, o Minha Casa, Minha Vida pretende diminuir o deficit habitacional entre a população mais pobre, facilitando o acesso à casa própria para famílias que ganham até 10 salários mínimos. Os benefícios aumentam à medida que a renda familiar diminui.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

"Veja" desconhece o caso Chevron,não houve reportagem sobre o assunto

"JN NO AR" aterrissa na lama da corrupção e piloto diz que a culpa foi da Globo que prefere a autoridade e detesta o povo brasileiro

O que têm a dizer os parlamentares do PT sobre a confissão da Globo:"Prefiro a autoridade do que o povo brasileiro" ?

Não "Veja" no "Jornal Nacional"

Ministério Público acusa Controlar de usar informações sigilosas de motoristas

Para promotores, convênio com o Detran é ilegal porque empresa não poderia ter acesso a dados


Marcelo Godoy - O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - Um convênio entre o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e a Prefeitura de São Paulo permitiu à Controlar o acesso ilegal a dados sigilosos de milhões de donos de veículos. Essa é acusação do Ministério Público Estadual (MPE), que não só vê fraude e improbidade administrativa na manutenção do convênio como pede sua ruptura.
Segundo os promotores Roberto Almeida Costa e Marcelo Daneluzzi, os dados do Detran não poderiam ser usados por empresa particular. E, ainda que pudessem, o convênio foi assinado por um delegado de cargo subalterno, ou seja, sem atribuição legal para firmar esse tipo de acordo - que legalmente caberia ao diretor do Detran.
Sem o convênio, a Controlar não teria como impedir o licenciamento de quem não faz inspeção veicular e a Prefeitura não teria como multar os veículos. Isso significaria, na prática, o fim da inspeção pelo modelo atualmente adotado na cidade de São Paulo.
A autorização para acessar os dados foi dada em 2008. Ao ser informada pelo MPE, a atual gestão do Detran confirmou que a Controlar não tem direito de usar os dados. Aos promotores, o atual coordenador, Daniel Annenberg, informou que o departamento "não autoriza a entrega de seus dados a terceiros, nem sequer para a empresa Controlar".
E prometeu tentar resolver o impasse com a Prefeitura. Mas ainda não refez o documento - chamado de "termo de confidencialidade" e que seria assinado com a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente - impedindo a empresa subcontratada pela Controlar de acessar os dados.
Em nota, a direção do Detran informou que tenta, desde 25 de outubro, refazer o tal "termo de confidencialidade" e ainda não conseguiu porque a Secretaria Municipal do Verde não devolveu o documento assinado. Ontem, o governador Geraldo Alckmin disse que vai averiguar a questão e, se o contrato for irregular, ele será rompido.
Na sexta-feira, promotores que contestam o convênio conseguiram na Justiça bloqueio dos bens do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), do secretário municipal do Verde, Eduardo Jorge, de 13 empresários e de seis empresas. Entre elas estão a Controlar. Todos negam as acusações. Kassab se disse indignado com a acusação.
O MPE aponta 27 irregularidades, ilegalidades e crimes supostamente cometidos no contrato. E pede que os réus devolvam R$ 1,1 bilhão aos cofres públicos, além do encerramento do contrato com a Controlar e devolução da taxa de inspeção e de multas para donos de veículos.
Controle. A Controlar aloja nos bancos de dados oficiais registros dos veículos aprovados e reprovados na inspeção. Tem assim, segundo o MPE, acesso a endereços, telefones, números de CPF e outros dados cadastrais protegidos de donos de veículos. "E isso sem qualquer controle", dizem os promotores.
Originalmente, o documento assinado pelo Estado e pela Prefeitura em 28 de maio de 2003 previa o acesso aos dados do Detran para instalação da inspeção veicular "desde que o sigilo dos dados fosse preservado". Mas em 19 de março de 2008 o delegado Gilson César Pereira da Silveira, do Detran, "extrapolando suas funções" na visão dos promotores, mudou o convênio original.
Ele "subscreveu um termo de confidencialidade referente ao contrato da Prefeitura com a Controlar autorizando que os dados e o sistema fossem também operados por empresa terceirizada, subcontratada da Controlar". O documento foi assinado ainda pelo secretário Eduardo Jorge.
Em nota, a Controlar informa que só se manifestará após ser notificada sobre a ação civil pública protocolada pelo Ministério Público. E informa que "prestou em diversas ocasiões todos os esclarecimentos solicitados pela Promotoria, comprovando, por meio de documentação, a lisura na implementação e no cumprimento do contrato de concessão". Ainda reitera que a inspeção continuará a ser realizada normalmente. / COLABORARAM FELIPE FRAZÃO E RODRIGO BURGARELLI

A melhor notícia do século seria: Organizações Globo faliram

Carteiro Bonner foi eleito o sujeito do sorriso mais falso do Universo.

Com tudo isso a organização mafiosa Globo é incapaz de elogiar e mostrar o salto de qualidade que o Brasil e seu povo deram.A mafiosa está interessada apenas em esconder a verdade,vide Chevron

FMI vem ao Brasil pedir dinheiro para países europeus em dificuldades


A expectativa é grande para o encontro na quinta-feira, em Brasília, entre a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, e a presidente Dilma Rousseff.
O palácio do Planalto já recebeu sinais de que Lagarde irá pedir ao Brasil que conceda uma ajuda em dinheiro para os países europeus em dificuldade, em especial a Grécia e a Itália.
Dilma deve manter a mesma posição que já manifestou por diversas vezes.
O Brasil está disposto a ajudar, mas desde que aumente sua participação no FMI. É, aliás, a mesma posição da China.

O senador Álvaro Dias deveria seguir o conselho que deu para Ronaldo e deixar a Globo por conflito de interesses

Senador Álvaro Dias pede para Ronaldo deixar 9nine ao assumir COL

Um dos principais críticos de Ricardo Teixeira, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), pede para que Ronaldo se desligue da 9nine, se assumir a presidência do COL (Comitê Organizador Local da Copa-14).
“Ele tem uma empresa que trabalha com jogadores da seleção brasileira. Há conflito de interesses. Ronaldo precisa se afastar totalmente dessas atividades para entrar no COL. Não podemos obrigá-lo a isso, mas é o que deve ser feito”, disse Dias ao blog.

Essa é a Globo,uma organização mafiosa disfarçada de ajudante de Papai Noel. Como diz a corrupta:"Hoje é um novo dia,hoje e sempre a festa é minha e vocês,otários,que se lixem porque o Tesouro Nacional é meu"

A imprensa brasileira só considera corrupto quem é aliado ou pertence aos governos do PT. Quanto ao PSDB e gangue podem mentir,matar,roubar,estuprar,acabar com o meio ambiente,vazar óleo no mar do Brasil,incendiar,atacar manifestantes ou manter a cidade de São Paulo sob enchentes,que continuam sendo escondidos por essa instituição,principalmente,no "Jornal Nacional"

Copiado do blog Tijolaço do Brizola Neto

 É estranho que os meios de comunicação, incluindo televisões, tenham tamanho menosprezo, de uma forma geral, pela informação correta a ser dada à sociedade brasileira. Por outro lado, tenho dúvida sobre qual teria sido o comportamento desta mídia se a Petrobrás fosse a responsável pelo desastre. Claramente, neste caso mais que em qualquer outro, a lógica do capital prejudica enormemente a sociedade, dona de todas as riquezas existentes em nosso território.

Engenheiro Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia, integrante da Associação dos Engenheiros da Petrobras e da Federação Brasileira das Associações de Engenheiros.

Para quem se importa com o tema,clique no atalho e na página 14

http://www.corecon-rj.org.br/pdf/JE_novembro_2011.pdf

Na postagem anterior,veja video no blog o esquerdopata,diretor da Globo diz textualmente que as organizações corruptas preferiam a autoridade ao povo brasileiro. Espero que os 2% vejam como são manipulados por esse império midiático corrupto,golpista e racista

P.S. O sorriso do William Bonner vestido de carteiro é o mais falso do Universo.

Imperdível ! No Blog O Esquerdopata. As organizações corruptas Globo confessam que elegeram Collor e provaram que quem vê a Tv Globo fica com o cérebro atrofiado

 http://esquerdopata.blogspot.com/2011/11/boni-confessa-manipulacao-do-debate.html

"Carroças" brasileiras matam,diz o tablóide Correio Braziliense cheio de saudades do presidente Collor

Natal fica até 15% mais caro Produtos como panetone e bacalhau, além de bebidas típicas, a exemplo dos vinhos, pesam no bolso. A dica é pesquisar.Diz o tablóide Correio Braziliense que todos os dias muda de opinião sobre o Natal de 2011,ora vai ser bom,ora vai ser ruim e ora eles não sabem.Dá uma pena danada!


Vamos escrever nos blogs enquanto podemos

Telecomunicações
América Latina fecha acordo para integrar banda larga na região
DE BRASÍLIA - Falta banda larga nos países da América Latina, e as soluções para essa lacuna passam todas pela integração regional, aponta estudo inédito do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), que será apresentado hoje, em Brasília, em encontro dos ministros das Comunicações de 13 países da América Latina. Eles deverão assinar um acordo de cooperação para maior integração regional.
A América Latina é a região que mais depende da infraestrutura dos EUA e da Europa para o tráfego de dados entre seus países e o restante do mundo. Essa dependência representa um dos maiores empecilhos para disseminar o serviço a preços acessíveis para países em desenvolvimento.
Segundo Antonio García, um dos responsáveis pelo estudo, isso ocorre porque as tarifas de interconexão são reguladas pelos provedores internacionais com base em diferentes fatores, como concorrência, distância e capacidade.
O estudo do BID recomenda que a região adote medidas de integração para reduzir a dependência externa e os custos associados à conectividade de internet. A América Latina é uma das áreas do mundo com o menor número desses pontos de troca, com somente 35 dessas estruturas de conexão entre 13 países.
Segundo Flora Painter, chefe da Divisão de Ciência e Tecnologia do BID, é preciso também "rever os marcos regulatórios e o desenvolvimento de conteúdo local, por exemplo".
(SOFIA FERNANDES)

Quem será que Janio de Freitas considera sem defeitos e sem deficiências nesse mundo de Deus ?

Janio de Freitas chora por seu partido corrupto e incompetente,o PSDB. Magoado,o invejoso diz:"O sucessor, a par dos seus defeitos e deficiências, quis e fez o que o governo do PSDB não fez porque não quis."

Janio de Freitas
A difícil vida do PSDB
A ideia de apropriação indébita do que seria a agenda dos tucanos pelo PT é cômoda, mas equivocada
O DIAGNÓSTICO feito pelo ex-senador Tasso Jereissati para a perda de expressão do PSDB sintetiza, com crueza, as opiniões predominantes na cúpula partidária: "O PT roubou a nossa agenda".
Apesar da concordância de fundo, os encontros partidários que buscam possíveis soluções não tornam mais convincente aquela conclusão. E ainda agravam o impasse entre correntes na cúpula partidária.
Daí, a rigor, a estranhada ausência de uma exposição de fins jornalísticos, por breve que fosse, do que se passou na reunião feita para análises e propostas inovadoras.
O constatável, por transbordamento, foi a oposição ainda mais explícita da corrente de José Serra à presença do deputado pernambucano Sérgio Guerra na presidência do partido. Sérgio Guerra, por sinal, muito qualificado para o posto.
A situação do PSDB não é simples. Já a partir da ideia generalizada de que o governo Lula se apropriou, e o de Dilma mantém, "a agenda" dos peessedebistas.
Só os petistas obcecados contestam que Lula, enquanto Antonio Palocci e Henrique Meirelles foram as figuras centrais do governo, continuasse a política econômica de Fernando Henrique.
Essa continuidade foi a opção estratégica que neutralizou a engatilhada reação do sistema financeiro privado e, em geral, do poder econômico a Lula e ao ilusório "governo do PT". Mas não foi daí que emergiu a onda lulista. São inseparáveis, na ascensão, três fatores.
Com a substituição de Palocci por Guido Mantega e a entrada de Dilma Rousseff no círculo da Presidência, aos componentes conservadores da política econômica foram acrescentadas a pregação de Lula pelo crescimento e medidas objetivas nesse sentido. A neutralidade do poder econômico privado deslizou assim para adesão, difícil de disfarçar, ao governo e a Lula.
O terceiro fator nesta série foi a projeção do Brasil no mundo, com significação especial nos países importantes e nos organismos por eles dominados. Obra da política externa, com seus lances inéditos de soberania e com a contribuição pessoal do íntimo metalúrgico nas cortes e nos tapetes aristocráticos. Quase nada considerado até agora, este fator, suponho, teve influência muito grande também na projeção interna de Lula, em todas as classes sociais.
Em outro plano, o assistencialismo de grande escala, sem precedente no Brasil, e a persistente presença pessoal de Lula no país todo, com farta propagação pela mesma mídia que o repudiava, conjugaram-se como engrenagens relojoeiras. Com efeitos não só nas classes beneficiadas, mas até para a projeção internacional, sob o rótulo de distribuição de renda.
Todos esses traços do período de Lula estariam muito bem em um governo social-democrata, como deveria ser o do PSDB ao menos para justificar seu nome. Mas ficou muito longe disso. Exceto a identificação das políticas econômicas na primeira parte da administração Lula, houve divergência em tudo o mais que foi determinante para a caracterização dos dois governos.
A ideia de apropriação indébita do que seria a agenda dos peessedebistas é cômoda, mas equivocada. Seu governo de oito anos não fez o que não quis. O sucessor, a par dos seus defeitos e deficiências, quis e fez o que o governo do PSDB não fez porque não quis. O que também pode ser dito assim: não fez porque fazê-lo não era sua agenda.
O problema que o PSDB encontra, e não reconhece, é de identidade. Pensou representar a social-democracia e quem a praticou, nos seus próprios termos, foi outro. Sem olhar-se no espelho, o PSDB não poderá sair para vida nova.

Para saber quem é a Globo e suas preferências corruptas para se apoderar do Tesouro Nacional,não precisamos de ninguém porque é patente:"Envolvimento com a campanha de Collor teve caráter 'pessoal e informal', afirma diretor da Rede Globo"

Ex-executivo da Globo mentiu sobre debate, diz Collor
Ex-presidente nega ter recebido ajuda de Boni ao se preparar para confronto com Lula na eleição de 1989
Envolvimento com a campanha de Collor teve caráter 'pessoal e informal', afirma diretor da Rede Globo
NELSON DE SÁ
ARTICULISTA DA FOLHA
O ex-presidente Fernando Collor reagiu ontem a uma entrevista em que José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, principal executivo da Rede Globo durante a campanha eleitoral de 1989, descreveu os "palpites" que teria dado ao então candidato, antes do debate que antecedeu o segundo turno da eleição.
"Nós fomos procurados pela assessoria do Collor", declarou Boni à Globo News, no sábado. Miguel Pires Gonçalves, então superintendente da Globo, teria pedido a Boni que "desse alguns palpites" para a apresentação de Collor no debate.
"Nunca pedi a ninguém para falar com o Boni, meu contato era direto com o doutor Roberto", rebate Collor, referindo-se a Roberto Marinho, na época presidente das Organizações Globo.
Collor também nega as outras declarações de Boni, que detalhou o que teria feito: "Conseguimos tirar a gravata do Collor, botar um pouco de suor com uma glicerinazinha, e colocamos as pastas todas que estavam ali, com supostas denúncias contra o Lula, mas que estavam vazias ou com papéis em branco".
"Nunca tirei a gravata nos debates. Mentira", rebate Collor. "Suor: nem natural nem aspergido pelo Boni. Glicerina: mais uma viajada na maionese. Pastas vazias: ao contrário, cheias de papéis, números da economia, que sequer utilizei."
Segundo Boni, "todo aquele debate foi produzido", na "parte formal", sendo de Collor "o conteúdo". E novamente, segundo Collor, não houve "debate produzido: um foi na Manchete e o segundo foi na Band". Em "resumo, o Boni despirocou".
GLOBO
Já o atual diretor da Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, diz que "a afirmação de Boni só pode surpreender a quem não acompanha de perto a história da Globo" e que "no livro 'Notícias do Planalto' (1999), de Mario Sergio Conti, há referências minuciosas ao episódio". Cita ainda uma entrevista de Boni à revista "Imprensa" em 2010.
O livro, sublinha Kamel, relata como "Roberto Marinho disse que gostaria que ele fizesse essa análise [do primeiro debate] à campanha de Collor, e Boni aceitou dar palpites para o segundo 'em caráter pessoal e informal, até mesmo porque pretendia votar no candidato do PRN'".
Segundo Kamel, "foi uma iniciativa do Boni, como cidadão, mesmo que com o consentimento de Roberto Marinho". Ele acrescenta, "com segurança, que, se o episódio era factível no contexto histórico da época, hoje ele seria de todo impossível", na Globo.

A rainha da "massa cheirosa" está inconformada com os elogios dos estrangeiros à Lula,à Dilma e ao Brasil. Coitada !

Eliane Cantanhêde
Devagar com o andor
BRASÍLIA - Pegando carona no texto de Vinicius Mota, ontem, no quadrado aí de cima, vejamos como o pessoal de embaixadas vê os "exageros sobre a ascensão do Brasil".
Quando viajam aos seus países -europeus, principalmente, mas não só eles-, embaixadores e seus funcionários ficam impressionados com o oba-oba sobre o Brasil de Lula, que, na versão da mídia de lá, acabou com a pobreza, passa ao largo da crise e está se tornando um líder na região, quiçá uma potência no mundo.
Quando voltam, caem na real. E no real. Nos rapapés de embaixadas e no clube de golfe, os estrangeiros trocam impressões. Acham tudo caríssimo, criticam a infraestrutura, reclamam da burocracia, contam da surpresa dos empresários com a falta de planejamento, comentam o manancial de escândalos. Lá, na Europa, e lá, na Ásia, o Brasil parece uma maravilha. Visto de perto, nem tanto.
Meu colega Vinicius já comparou bem a situação econômica do Brasil com a da Itália e a da França, países que, com toda a crise europeia, convivem com rendas médias que os brasileiros só terão em décadas -e se tudo der certo.
Então, vamos buscar um outro indicador de que o Brasil vai bem, sim, obrigada, mas ainda falta muito para ser esse gigante emergente que o mito Lula e a propaganda oficial criaram: a violência.
Segundo a Secretaria de Violência Armada e Desenvolvimento, de Genebra, um quarto das mortes violentas no mundo é em apenas 14 países, seis deles na América Latina. O Brasil escapa, ufa!, mas é o 18º país mais violento. O México, o 51º.
Falta, portanto, muita coisa para o Brasil ser toda essa cocada preta: educação, saúde, produtividade, inovação, combate à corrupção, distribuição de renda. E, enquanto os brasileiros não pararem de se matar à toa, é melhor deixar o oba-oba para a mídia estrangeira e pensar o estágio e as fraquezas do país com um mínimo de racionalidade.
elianec@uol.com.br

Ajuste Fiscal é só para os outros.Capitalista brasileiro adora o dinheiro do povão

Hélio Schwartsman
Capitalismo à brasileira
SÃO PAULO - Embora o Brasil tenha uma economia baseada na livre concorrência, muitos não resistem à tentação de pegar carona na autoridade do Estado para colher os lucros do capitalismo sem a necessidade de correr riscos ou conquistar mercado pela qualidade de seus produtos e serviços.
O caso da Controlar, responsável pela inspeção veicular em São Paulo, é um bom exemplo. Por meio de muito lobby, doações de campanha e sabe-se lá mais o que, o consórcio obteve uma fórmula infalível: ser o fornecedor exclusivo de uma certidão que cada dono de um dos 7 milhões de carros de São Paulo precisa, por força de lei, renovar anualmente, pela bagatela de R$ 61,98.
Não é um caso isolado. Há golpes contra o bolso do cidadão com chancela oficial em todas as áreas. A troca das tomadas foi uma jogada de mestre. Numa única canetada, fabricantes de plugues e adaptadores criaram "ex nihilo" todo um novo mercado. Mais interessante, conseguiram um raro equilíbrio: a mudança causa um inconveniente que não é grande o bastante para provocar muita mobilização, mas basta para gerar lucros fabulosos.
No mesmo nível, só a iniciativa das autoridades de trânsito que, alguns anos atrás, obrigou todos os motoristas a adquirir e carregar para cima e para baixo um pedaço de gaze, um rolo de esparadrapo e um par de luvas. Com isso, queriam nos fazer crer, estávamos prontos a atender a emergências médicas viárias.
Mais recentemente, esses mesmos administradores impuseram a todos os compradores de carros a obrigação de pagar por um chip de localização e bloqueio, agora exigido em todos os veículos novos, mas que é inútil a menos que o proprietário seja cliente de uma seguradora.
Se vamos ser capitalistas, deveríamos tentar jogar o jogo direito. E sermos um pouco mais republicanos. Não vale sequestrar o poder do Estado para gerar benefícios privados.
helio@uol.com.br

Tudo isso aconteceu quando Kassab era do DEM e amigo do PSDB

Editoriais
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Contrato suspeito
A 11ª Vara da Fazenda Pública da cidade de São Paulo determinou na última sexta-feira que a prefeitura, no prazo de 90 dias, promova uma nova licitação para escolher a empresa responsável pela inspeção veicular no município.
Ação do Ministério Público, que aponta uma série de irregularidades no contrato em vigor, pediu o afastamento do prefeito Gilberto Kassab e do secretário do Meio Ambiente, Eduardo Jorge -além do sequestro judicial de bens de todos os envolvidos, com vistas a eventual ressarcimento dos cofres públicos.
De acordo com os promotores, o prefeito desconsiderou pareceres em contrário de órgãos do próprio município ao decidir ressuscitar, em 2007, um acordo com a empresa Controlar, fruto de licitação promovida em 1995, na gestão de Paulo Maluf.
Entre outras infrações, Kassab é acusado de ter recorrido a artifícios para tornar possível a legalização do instrumento, assinado em 4 de janeiro de 1996, cuja validade, prevista para dez anos, já havia vencido.
Na visão dos promotores, essa decisão teria beneficiado uma operação privada - a compra, pouco tempo depois, de 45% das ações da Controlar pela empresa CCR.
A sentença, adequadamente, respeitou o mandato popular do prefeito, mantendo-o no cargo. Mas o imbróglio está longe de chegar ao fim. Decisões podem ser revogadas e o caso ainda estará sujeito a recursos.
Como atestam técnicos da área ambiental, os efeitos da inspeção implantada por Kassab são positivos para a população de São Paulo, ao impedir a circulação de veículos que emitem gases em quantidades acima do estipulado.
É preciso, no entanto, que esse serviço público seja prestado de maneira eficaz e regular. Não parece ser o que está ocorrendo. O contrato com a Controlar é alvo de um rol de contestações e o número de centros de inspeção está abaixo do previsto -são 16, quando deveriam ser 32. Há, ainda, questionamentos quanto ao valor cobrado do contribuinte, de R$ 61,98.
A ação do Ministério Público é uma ocasião, também, para discutir se o atual sistema -uma concessionária privada com contrato de 20 anos- é o melhor a ser adotado. A descartar o envolvimento direto do setor público, seria de cogitar a contratação de mais de uma empresa, que poderia tornar a prestação do serviço mais competitiva e transparente.

A (in)Justiça brasileira

Empresários pagam encontro de juízes em resort na Paraíba
Ministros do Supremo e do Superior Tribunal de Justiça viajaram com despesas pagas por entidade patronal
AMB diz que não vê problema em presença de magistrados em evento custeado por setor de transportes
FREDERICO VASCONCELOS
DE SÃO PAULO
Ministros do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça participaram, no último fim de semana, de evento fechado em um resort na Paraíba com despesas pagas pela Fetronor (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Nordeste).
O "Terceiro Encontro Jurídico de Transportes Públicos do Nordeste" foi realizado no Mussulo Resort, que fica no litoral do Estado. A diária do hotel custa R$ 609 (quarto para duas pessoas).
Além dos ministros, participaram do encontro juízes e advogados, que também tiveram suas despesas pagas.
O evento teve o apoio da Petrobras, que ofereceu patrocínio de R$ 50 mil.
Um dos participantes, o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, fez palestra sobre o equilíbrio econômico financeiro das delegações de serviço público. Luiz Fux, também do STF, falou sobre o novo Código de Processo Civil.
A AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e o Copedem (Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura) também apoiaram o encontro, que teve pontos em comum com a reunião promovida em outubro pela Confederação Nacional de Seguros, no Sofitel Jequitimar Guarujá (SP).
Nas duas ocasiões, foram convidados representantes da cúpula do Judiciário para discutir temas de interesse do setor privado.
Em nenhum dos casos houve divulgação pela AMB ou pelo Copedem. O presidente da Fetronor, Eudo Laranjeiras Costa, diz que o encontro "permitiu uma visão atual da jurisprudência". Ele calculou a presença de 200 pessoas.
A Fetronor reúne oito sindicatos patronais, que representam mais de cem empresas de transporte urbano, metropolitano e rodoviário.

Reportagem padrão da Folha quando não é possível esconder,mas considera elogiosa ao governo federal

Dilma tolera menos a corrupção, afirma perfil na 'New Yorker'
Revista faz elogios à presidente, mas diz que ela já conhecia acusados antes de nomeá-los DE SÃO PAULO
Em perfil de 14 páginas, a revista americana "New Yorker" diz que a presidente Dilma Rousseff demonstra menos tolerância com a corrupção do que os antecessores, mas ressalta que ela já conhecia auxiliares acusados de desvios antes de nomeá-los.
A reportagem, publicada ontem, ouve políticos de diversos partidos e afirma que "ninguém acredita que Rousseff é corrupta: ela está demonstrando muito mais intolerância com a corrupção".
"Mas ela já havia trabalhado durante anos com a maior parte das pessoas que pediram demissão", observa, referindo-se a ministros herdados do governo Lula.
O texto afirma que Dilma conhecia o histórico de escândalos do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil) antes de indicá-lo para o "principal cargo de seu governo".
E acrescenta que, na visão de alguns políticos, ela pode ter promovido a faxina como "uma maneira de demonstrar independência de Lula".
Para a "New Yorker", Dilma reabilitou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, "que não era bem-vindo em Brasília". Ouvidos pela reportagem, FHC e Lula trocam críticas duras e só concordam nos elogios à presidente.
O texto aponta problemas do Brasil, mas elogia a combinação "rara" de crescimento, liberdade política e redução das desigualdades.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Venha para o Brasil porque aqui a mídia dá as cartas e ainda se acha no direito de ofender Iriny Lopes (PT-ES) - Secretária Especial de Políticas para as Mulheres

Propaganda de desodorante acusada de ofender as mulheres é banida na Inglaterra


Propaganda de desodorante é banida na Inglaterra (Reprodução
Propaganda de desodorante é banida na Inglaterra
ASA ataca novamente! O órgão que regula as propagandas no Reino Unido não deixa as empresas em paz e o último alvo foi a campanha do desodorante Lynx com a modelo Lucy Pinder. O anúncio é acusado de ser provocativo demais e de ofender a imagem da mulher.
VEJA MAIS: Campanha estrelada por Hailee Steinfeld é banida no Reino Unido
Na imagem, Lucy se curva apenas de lingerie em direção ao forno, com o seguinte texto ao lado: "Ela pode fazer você perder o controle?”. Logo em baixo, os espectadores são convidados a "Jogar com Lucy". Resumidamente, alega-se que a mulher causa transpiração excessiva e o desodorante da marca seria capaz de suportar tal efeito. Mas a ideia não foi bem vista pela ASA. Além desta acima, há outras imagens da campanha que sugeriam o mesmo.
"Consideramos que as diversas atividades foram apresentadas de uma forma sexualmente provocativas, e que o convite para 'Play com Lucy' também seria visto como degradante para as mulheres. Assim, concluímos que os anúncios eram susceptíveis de causar ofensa séria e generalizada”, declarou o órgão britânico, que ainda apontou uma clara ligação entre a compra do produto e o sexo com mulheres.
A empresa respondeu que as campanhas da Lynx só visam de alguma forma ajudar os jovens a ter mais confiança com o sexo oposto e classifica os anúncios como “alegres e bem-humorados”, dizendo que de nenhuma forma queriam causar ofensa. A ASA insiste que estas imagens “são altamente sexualizadas e impróprias para crianças".
Exagero?

Copiado do blog Tijolaço do Brizola Neto.O tucano João Faustino, suplente do líder do DEM no Senado, José Agripino (DEM-RN), foi preso na Operação Sinal Fechado, do Ministério Público e da Polícia Militar do Rio Grande do Norte

Dizem que é ditado popular,mas é a pura realidade:"Deus é brasileiro". Ele nos salvou dessa dupla abaixo e nos livrou de Raul Jungmann,Arthur Virgílio,Tasso Jereissati,Marco Maciel,Heráclito Fortes e segue a lista.Muito obrigado !

O Globo está inconformado com as acusações contra a Chevron

MPF instaura três novos inquéritos para apurar vazamento na bacia de Campos

Do UOL Notícias, em São Paulo

O Ministério Público Federal (MPF) em Macaé (RJ) instaurou nesta segunda-feira (28) três novos inquéritos civis públicos para apurar o vazamento de óleo no campo de Frade, na bacia de Campos, no litoral fluminense. O vazamento no local, de responsabilidade da empresa americana Chevron, começou no último dia 8.

Vazamento de petróleo na bacia de Campos


Foto 6 de 17 - 18.nov.2011 - Vista aérea do trabalho de contenção do petróleo que vazou de uma plataforma da Chevron, na bacia de Campos, há dez dias Mais Márcia Foletto/Agência O Globo
O primeiro inquérito irá apurar os impactos que o acidente pode causar à atividade pesqueira e à economia dos municípios de Macaé, Casimiro de Abreu, Carapebus e Rio das Ostras. O segundo vai apurar a omissão do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) em elaborar os planos regionais e nacional de contingência, previstos há mais de dez anos pela lei 9966/2000, segundo o MPF. E o terceiro inquérito vai analisar a precariedade dos procedimentos de fiscalização da ANP (Agência Nacional de Petróleo) e do Ibama, uma vez que os dois órgãos se baseiam principalmente em dados fornecidos pelas próprias petroleiras em suas fiscalizações, alega o Ministério Público Federal, por meio de nota.
O procurador da República Flávio de Carvalho Reis pediu expedição de ofício à Marinha, à ANP e ao Ibama --quem acompanham o vazamento--, requisitando cópia de todos os relatórios técnicos relacionados ao acidente ambiental e esclarecimentos quanto aos impactos do vazamento.
A ANP determinou na semana passada que a Chevron teria suas atividades de perfurações suspensas até que o problema fosse esclarecido. No último dia 23, a empresa afirmou que o vazamento estava controlado. O prejuízo que o derramamento causou, entretanto, ainda não foi completamente estimado.

Entenda o vazamento

O acidente na bacia de Campos ocorre pelo menos desde o dia 8 deste mês. De acordo com a ANP, teriam sido pelo menos 3.000 barris de petróleo derramados; já a Chevron fala em 2.400 barris.

Compare o acidente na bacia de Campos com o vazamento no golfo do México em 2010, o pior da história dos Estados Unidos

  EUA BRASIL
 
Empresa BP (Reino Unido) Chevron (EUA)
Multa R$ 35 bilhões R$ 50 milhões
Litros vazados 779 milhões 365 mil litros*
Multa: R$/litro 44,9 136,7
  • Fonte: Folha de S. Paulo
  • * Estimativa da ANP
Na última segunda-feira (21), a ANP emitiu dois autos de infração contra a Chevron: um pelo não cumprimento do “Plano de Abandono do Poço” apresentado pela própria empresa à ANP e outro pela adulteração de informações sobre o monitoramento do fundo do mar. Os valores das multas serão definidos apenas ao final do processo administrativo.
No mesmo dia, o Ibama multou a empresa em R$ 50 milhões – valor máximo estipulado com base na Lei do Óleo (nº 9.966/2000). Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, novas multas poderão ser aplicadas depois de análises de relatórios.
O delegado da Polícia Federal, Fábio Scliar, que investiga o caso, disse que a Chevron pode ser indiciada duas vezes por crime ambiental, caso fiquem comprovada a responsabilidade no vazamento do óleo e no uso de técnicas, para a contenção do petróleo, que agridem o meio ambiente.
A Polícia Federal também investiga indícios de que funcionários estrangeiros da empresa Chevron, que trabalhavam na área da perfuração onde ocorreu o vazamento, não tinham permissão para trabalhar no Brasil.

As palavras do deputado Marco Maia (PT-RS) passam uma fraqueza e um maneirismo de entristecer o mais empolgado dos militantes do PT. São pessoas como essa que fazem sermos Lulistas,mas não petistas

Maia diz que Bolsonaro extrapolou ao criticar Dilma

DAIENE CARDOSO - Agência Estado
O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), condenou hoje as declarações do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que questionou a sexualidade da presidente Dilma Rousseff na quinta-feira, 24, em plenário. "Ele não pode extrapolar da forma que ele extrapolou desta vez e mais uma vez", criticou o petista. Maia avisou que se o processo por quebra de decoro parlamentar contra Bolsonaro chegar às suas mãos será encaminhado para a Corregedoria da Casa.
Bolsonaro criou nova polêmica ao falar sobre a inclusão do combate à homofobia nos currículos escolares e acrescentar no discurso que "o kit gay não foi sepultado ainda. Dilma Rousseff, pare de mentir. Se gosta de homossexual, assume. Se o teu negócio é amor com homossexual, assuma. Mas não deixe que essa covardia entre nas escolas de 1º grau".
Durante almoço-debate promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em São Paulo, Maia defendeu que o homem público tenha "o direito de falar o que pensa, mas cabe sempre passar o bom exemplo". "Precisamos ter uma atuação afirmativa para termos boas práticas de convivência social. Toda prática de segregação tem que ser banida. E ele extrapolou e tem sido desrespeitoso com as pessoas, e agora com a presidenta Dilma Rousseff".

Grécia realiza o sonho da imprensa corrupta,golpista e racista brasileira

Grécia corta 16 mil funcionários públicos para economizar

Até 2015, meta do Executivo é cortar 300 mil servidores públicos como parte das medidas de austeridade

Para o amigo anônimo

Anônimo disse...
Aposentado, Poderias nos informar o que os governos petistas pelo menos tentaram fazer nesses 11 anos de governo, para mudar essa ridícula atuação da justiça no Brasil? Convenhamos: depois de 11 anos, já está na hora de parar de culpar as elites por tudo o que não estão fazendo, até porque tem muito petista (muito mesmo!) que hoje compõem essa elite, e registre-se, não necessariamente em decorrência do sucesso profissional ou empresarial.
28 de novembro de 2011 10:25
Excluir
Blogger APOSENTADO INVOCADO 1 disse...
Meu caro anônimo,consertar quinhentos anos de corrupção e apropriação indébita da "elite",não é uma tarefa para 9 anos,mas para 9 séculos. Abraços Helio

A imprensa no Brasil não é somente livre,ela é libertina

Copiado do blog Senta a Pua,para os idiotas do Movimento Gota D'Óleo

Simplesmente imperdível ! No Blog ContextoLivre

http://contextolivre.blogspot.com/2011/11/crime-de-imprensa-o-retrato-de-uma.html

Brasil corrupto. "New Yorker" se esqueceu de citar sua co-irmã no nosso país e de informar que além de corrupta a nossa imprensa é golpista e ultra racista

'New Yorker': corrupção do governo não afeta imagem de Dilma


Dilma é tema de reportagem da revista americana 'The New Yorker'. Foto: Roberto Stuckert Filho / PR/Divulgação Dilma é tema de reportagem da revista americana 'The New Yorker'
Foto: Roberto Stuckert Filho / PR/Divulgação
    A próxima edição da revista americana The New Yorker, que será lançada no dia 5 de dezembro, trará uma reportagem especial sobre a presidente da República, Dilma Rousseff. O texto, assinado pelo jornalista Nicholas Lemann, cita os "numerosos escândalos" que vêm abalando o governo de Dilma. "Ninguém acredita que Rousseff é corrupta, mas ela trabalhou por anos por algumas das pessoas que pediram demissão", afirma a reportagem.
    A reportagem destaca o passado de Dilma na luta armada contra a ditadura militar nas décadas de 1960 e 1970, e o período em que esteve presa e foi torturada. "A presidente, Dilma Rousseff, é uma presença forte. Membro da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), ela passou anos na prisão e foi submetida a tortura. Sua primeira grande iniciativa na Presidência, Brasil Sem Miséria, lançado em junho, foi um programa para varrera a pobreza", diz o texto.
    "Até recentemente, o Brasil era um dos países mais desiguais economicamente e com pouca educação do mundo. Agora, sua economia cresce muito mais rapidamente do que a dos Estados Unidos. 28 milhões de brasileiros deixaram a pobreza extrema na última década. O País tem um orçamento balanceado, baixa dívida nacional, emprego quase total e baixa inflação", analisa o jornalista.

    O texto retrata o Brasil como um país "caoticamente democrático, que tem uma imprensa livre". Segundo a reportagem, alguns aspectos da realidade brasileira seriam "incompatíveis com o que se supunha ser uma sociedade livre bem-sucedida". "Não é apenas pelo fato de o Brasil ser governado por antigos revolucionários, muitos dos quais - incluindo a presidente - foram presos por anos por terrorismo. O governo central é muito mais poderoso e intrusivo do que o dos Estados Unidos. É também muito mais corrupto. O crime está em alta, as escolas são fracas, as estradas são ruins e os portos funcionam de forma precária. E, ainda assim, entre as principais potências econômicas, o Brasil atingiu uma rara trifeta: crescimento acelerado, liberdade política e desigualdade social em queda", afirma a revista.

    Cláudio Lembo diz: Lula esteve sempre certo

    Nossa América

    Cláudio Lembo
    De São Paulo

    Os gregos foram obrigados a se calar e aceitar a
    vontade de uns poucos tecnocratas (foto: Reuters)

    Durante anos exportaram ideias. Pareciam titulares de toda a verdade. As correntes políticas ou os estudos jurídicos só tinham uma fonte. Era o pensamento europeu.
    O resto do mundo era colônia, se não política, certamente mental. Todas as formas de pensar pareciam nascer no Velho Continente. As cidades e os costumes eram importados. Os valores locais, desprezados.
    Neste clima de dominação, os povos tiveram suas línguas nativas obrigatoriamente marginalizadas. Falava-se o idioma materno no interior dos lares. Nunca em público.
    Este cenário mostrou-se mais alarmante na América espanhola. A colonização hispânica cerceou todos os espaços aos povos indígenas. A língua obrigatória era o espanhol.
    Não foi diferente nas margens do Atlântico. O guarani - e outros idiomas - foi proibido já no século XVIII por determinação expressa do Marquês de Pombal.
    Perderam-se costumes e vivências, de maneira agressiva e predatória. Algumas regiões, graças aos esforços de poucos abnegados, preservaram línguas locais.
    Aí esta o Paraguai falando o melodioso guarani. Lá em cima, na região andina, peruanos e chilenos procuram reaver os valores saqueados.
    A América busca reaver seu passado e suas fontes originárias. Vai aos poucos se libertando do pior dos passados coloniais: a servidão mental. Já se pensa com valores locais.
    Quando os povos da Bolívia levantam suas vozes é extremamente gratificante. O mesmo se dá com a auto-afirmação dos incas, que voltam a falar seus idiomas históricos.
    Os brasileiros não necessitam praticar o esforço para reconquistar o passado. Os nossos povos sofreram uma integração plena. Hoje a língua é única - salvo limitadas exceções - e falada por duzentos milhões de pessoas. Verdadeiro milagre.
    Este processo de descolonização se iniciou com o fim da segunda Guerra Mundial, lá no ano de 1945. Teve grande surto na Ásia e na África, onde as antigas colônias libertaram-se e criaram estados nacionais.
    As lutas foram intensas e é sempre oportuno recordar as atrocidades cometidas pelos europeus nos combates pela independência dos povos africanos.
    Foi deplorável o que praticaram os belgas. Impediram os nativos de ingressar em escolas e, quando a explosão libertária ocorreu, havia em todo o Congo apenas dezessete graduados.
    Apenas um exemplo, entre muitos outros. Por que tantas recordações? Realmente assemelha-se a um saudosismo sem motivo. Não é bem assim. As notícias vindas das fontes europeias são preocupantes.
    Desejam os líderes europeus impor seu pensamento econômico aos latino-americanos e, a todo o momento, anunciam a chegada do desastre econômico a este continente.
    Erram. Muitos governantes da América do Sul se imbuíram dos valores de seus povos e já não aceitam passivamente imposições externas. Deram exemplos de sadia orientação econômica.
    Politicamente, os ecos que vêm da Europa são negativos. Quando os gregos, massacrados pelo egoísmo financeiro dos banqueiros externos, desejaram ser ouvidos, foi negado.
    Um referendo para captar a vontade popular sobre a crise econômico foi negado pelos europeus. Os gregos foram obrigados a se calar e aceitar a vontade de uns poucos tecnocratas.
    Lamentável a posição de personalidades que deveriam ser herdeiros de tradições democráticas e de lutas em busca da participação popular. A colonização dos povos da Europa pelo sistema financeiro internacional tornou-se uma triste realidade.
    Os povos latino-americanos em suas atitudes de auto-afirmação mostram-se mais ativos e eficientes que os cansados dirigentes do continente europeu.
    É tempo e hora de pensar com nativismo. Acreditar nos valores oriundos de séculos de lutas e sobrevivência. Eles não foram capazes de sufocar a identidade nacional existente neste belo e jovial continente.


    Cláudio Lembo é advogado e professor universitário. Foi vice-governador do Estado de São Paulo de 2003 a março de 2006, quando assumiu como governador.

    Fale com Cláudio Lembo: claudio.lembo@terra.com.br